Wikilivros ptwikibooks https://pt.wikibooks.org/wiki/Wikilivros:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.23 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikilivros Wikilivros Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Tópico Tópico discussão Resumo Resumo discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Topic Civilização macrojê/Cultura 0 30830 586887 487430 2026-04-08T15:01:16Z ~2026-21666-13 72308 nada 586887 wikitext text/x-wiki Em sua época:[[File:Mulher Xavante.jpg|thumb|Índia xavante]] [[File:Panthera onca.jpg|thumb|Onça-pintada (''Panthera onca''). No idioma bororo, ''adugo''<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Ediouro. p. 39</ref>.]] [[File:Albert Eckhout Tapuia woman 1641.jpg|thumb|Pintura de 1641 de Albert Eckhout intitulada "Mulher tapuia"]] Na época da colonização portuguesa, influenciados pelos tupis do litoral (que eram tradicionais rivais das tribos de línguas macro-jês), os portugueses consideravam os índios tapuias (que falavam línguas macro-jês) como menos desenvolvidos culturalmente e mais selvagens que os tupis. Existe uma grande diversidade cultural entre os índios brasileiros. Na época da colonização portuguesa do Brasil, por exemplo, os índios tupis do litoral não conseguiam entender uma palavra sequer falada pelos índios macro-jês que habitavam principalmente o interior e que eram chamados de ''tapuia'' ("selvagem", ou "os que falam com a língua travada") pelo índios tupis. Pelo contrário, essas tribos macro-jês se reconheciam como semelhantes, mesmo que vivessem muito distante umas da outras<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 167</ref>. Os índios tapuias inimigos dos tupis no século XVI chamavam-se a si próprios ''nac-manuc'' ou ''nac-poruc'', os "filhos da terra", ou ainda ''buru''<ref>CHAIM, M. ''Aldeamentos indígenas (Goiás 1749-1811)''. Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. p. 47</ref>. De fato, os macro-jês sempre tenderam a valorizar a força física. Os goitacás, por exemplo, que habitavam a atual região fronteiriça entre os estados brasileiros do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, eram tidos como homens de força e coragem sobre-humanas, capazes de caçar tubarões munidos apenas de um pedaço de pau e de caçar veados com as mãos nuas<ref>BUENO, E. ''Capitães do Brasil''. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. p.113</ref>. Os índios aimorés (palavra tupi que designa um tipo de macaco<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 164</ref>), que habitavam o litoral central do estado brasileiro da Bahia, possuíam indivíduos ''tão altos e tão largos de corpo'' que mais pareciam gigantes<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A Primeira História do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004. p. 164</ref>. O cronista português do século XVI, Pero de Magalhães Gândavo, registrou, no seu livro "A primeira história do Brasil", que os aimorés "são mais alvos e de maior estatura que os outros índios da terra, com a língua dos quais não tem a destes nenhuma semelhança nem parentesco".<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 164</ref> Nos dias de hoje, os índios canelas, craôs, xerentes, gaviões e cricatis realizam competições de corrida em que os corredores, divididos em dois times, têm de carregar troncos pesando entre vinte e 110 quilogramas por um percurso com distância entre 850 metros e quarenta quilômetros. Os caiapós realizam a mesma competição, embora os troncos sejam apenas carregados, sem a corrida. E os índios fulniôs a realizavam no passado<ref>http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:m9bEsZkqHzwJ:www.ifma.edu.br/SiteCefet/publicacoes/artigos/revista7.4.2/Leopoldo_Corrida_entre_os_indios_canelas....pdf+j%C3%AA+tronco+carregam&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESj0MRRnF5B5VId0uOPgt0n02V3MMA-Bd48SLGnBRZmVthmjZm3OFrYiFKVCselXL63lYvixpO7M37786pT_03Sp7g5qDG--kcDTytS8-860JQrroD_HhkdKw8kXJTcwsLqkySCc&sig=AHIEtbQppBoWkGfHB5eBYLSjgnvBVQWLcg</ref><ref>http://www.funai.gov.br/indios/jogos/novas_modalidades.htm#005</ref>. Os gaviões kiykatêjês realizam uma corrida de revezamento típica, o ''akô'' e uma luta típica, o ''aipenkuit''. Os carajás também têm uma luta típica, o ''idjassú''. Os caiapós, até há pouco tempo atrás, praticavam uma espécie de hóquei chamado ''rõkrã''. O padre jesuíta português Fernão Cardim relatava, na virada do século XVI para o XVII, que os índios tapuias tinham "os couros muito rijos" e que, para desenvolver esta qualidade nas crianças, costumavam açoitar-lhes "com uns cardos para se acostumarem a andar pelos matos bravos".<ref>CHAIM, M. ''Aldeamentos indígenas (Goiás 1749-1811)''. Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. pp. 46-47</ref> Os xavantes têm uma típica luta de bastão, o ''oi'ó''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/oio.html</ref> e uma típica corrida de revezamento levando aos ombros toras de buriti, o ''uiwede''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/uiwede.html</ref>. Para marcar a entrada dos jovens no mundo adulto, os xavantes têm cerimônias que exercitam a resistência física dos participantes, como o ''wai'á''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/waia.html</ref> e a furação de orelhas, o ''danhõnõ''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/danhono.html</ref>. Os portugueses do período colonial brasileiro relataram que os índios macrojês, ao contrário das tribos tupis, praticavam o canibalismo dos inimigos não como vingança, mas como simples alimentação<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 166</ref>. E algumas tribos tinham o costume de comer a carne de seus familiares mortos, para evitar que eles apodrecessem sob a terra, o que seria considerado degradante. Os índios do grupo macro-jê tradicionalmente vivem da caça, pesca, coleta de produtos da floresta e de cultivos agrícolas. Estas atividades, por exaurirem com o passar do tempo os recursos naturais, exigem frequentes migrações em busca de novos territórios. Isto fez com que esses índios não desenvolvessem cerâmica e tecelagem, que seriam produtos trabalhosos de se carregar nas migrações. Em vez disso, os instrumentos fabricados pelos macro-jês tendem a ser simples e leves, ideais para serem carregados ou mesmo abandonados. Para a caça, eram utilizados grandes arcos, maiores que os normalmente utilizados pelos índios tupis. Para a guerra, eram utilizados porretes semelhantes aos utilizados pelos índios tupis. Os bororos chamam esses porretes de ''arago''<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Ediouro. p. 44</ref>. Para dormir, os índios macrojês tradicionalmente não usavam redes, somente cobriam o chão com ramos de árvores, formando um leito de folhas. [[File:M. G. Eichler - As cabanas dos Puris.JPG|thumb|"As cabanas dos puris", quadro de 1822 de M. G. Eichler, segundo Maximilian zu Wied-Newied]] [[File:Jean-Baptiste Debret - Botocudos, Puris, Pataxós e Machacalis.JPG|thumb|"Botocudos, puris, pataxós e maxacalis", litografia de Jean-Baptiste Debret de 1834]] [[File:Indians_of_northeastern_of_Brazil_(6).jpg|thumb|Índio pataxó fumando cachimbo]] Os grupos macro-jês costumam se dividir em duas metades, sendo que os membros de uma metade só se casam com os membros da outra metade e o homem que se casa passa a fazer parte do grupo da mulher. Dentro da cultura macro-jê tradicional, não existiam roupas. Em vez disso, as pessoas pintavam o corpo com tintas extraídas das sementes de jenipapo e de urucum e de cinzas. Um costume sempre presente é adornar os lóbulos das orelhas, o nariz e a boca com pedaços de osso ou madeira enfiados em perfurações feitas na pele. Em vista disso, muitas vezes os índios de cultura macrojê eram chamados pelos colonizadores brancos de "botocudos", numa referência à palavra "botoco", que significa "rolha" em português. Muitas regiões com presença macro-jê no passado guardaram este fato através da toponímia: por exemplo, o sul do Ceará é conhecido como Cariri, em referência aos índios cariris<ref>http://www.fundacaocasagrande.org.br/cariri.php</ref>. A cidade de Mossoró, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte, tem esse nome devido a seus habitantes originais, os índios monxorós. A cidade de Quixeramobim, no estado brasileiro do Ceará, deve seu nome provavelmente aos índios quixarás, um ramo dos tarairius. A serra dos Carajás, no sul do estado brasileiro do Pará, era território dos índios carajás até 1967, quando foi descoberta no local a maior mina de ferro a céu aberto do mundo<ref>http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116059.shtml</ref>. Os tremembés até hoje fabricam e consomem o mocororó, a bebida fermentada obtida a partir do caju. A bebida é ingerida principalmente durante a dança típica do toré. Os caingangues têm, como bebida típica, o aquiqui, que é um destilado alcoólico de milho.<ref>AURÉLIO, A. B. ''Novo dicionário Aurélio''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 152</ref> Os descendentes dos kariris até hoje fabricam e consomem uma bebida com efeitos psicotrópicos obtida a partir da infusão da casca da jurema (''Mimosa hostilis'') dentro do ritual religioso do ouricuri<ref>http://plantasenteogenas.org/community/threads/kariri-xoc%C3%B3-o-povo-da-sagrada-jurema.4376/</ref>.[[File:Brazilian Tapuia.jpg|thumb|Índio tapuia retratado por Albert Eckhout no século XVII]]As lendas tradicionais dos povos macro-jês têm uma finalidade prática: ensinar valores morais aos membros das comunidades. Por exemplo, a lenda bororo sobre um garoto que não tem paciência de esperar a comida esfriar e come-a quente, transformando-se então em um papagaio, ensina a evitar a gula <ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Tecnoprint. p. 136</ref>. Outra lenda bororo fala sobre os homens de uma tribo que matam as lontras que ajudavam as mulheres da tribo a pescar. Como punição pelo ato violento dos homens, as mulheres lhes preparam um suco de pequi com espinhos que os transforma em porcos<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Tecnoprint. p. 119</ref>. Uma lenda apinajé explica o papel da mulher como auxiliar do homem<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Tecnoprint. p. 112-113</ref>. Os índios do grupo macro-jê não influenciaram tanto a cultura brasileira contemporânea quanto os do grupo tupi. Uma exceção é a dança dos caboclos, uma reminiscência da cultura puri que sobrevive até hoje entre os descendentes dos puris no município de Araponga, no estado brasileiro de Minas Gerais<ref>http://www.iracambi.com/portuguese/puris.shtml</ref>. Outra influência da cultura dos índios de línguas macro-jês na cultura brasileira contemporânea são os nomes de algumas localidades no sul do Brasil que têm origem na língua caingangue: Goioerê (que significa "Campo da Água"), Xanxerê ("Campo da Cascavel"), Erechim ("Campo Pequeno"), Erebango ("Campo Grande"), Campo Erê ("Campo da Pulga"), Goioxim ("Água Pequena") e Nonoai (o nome de um famoso chefe caingangue<ref>http://www.ferias.tur.br/informacoes/7896/nonoai-rs.html</ref>).<ref>http://www.portalkaingang.org/Lgua_Kaingang.pdf</ref> Como os demais índios brasileiros, os do grupo macro-jê estão passando por um processo intenso de aculturação segundo a cultura do homem branco. Atualmente, vestem roupas, dirigem carros e motos, sabem a língua portuguesa e procuram se integrar ao mundo empresarial contemporâneo. Os índios caiapós, do estado brasileiro do Pará, por exemplo, assinaram, na década de 1990, um acordo de venda de óleo de castanha-do-pará para a empresa inglesa de cosméticos Body Shop que rendeu à tribo 700 000 dólares estadunidenses em cinco anos<ref>http://epoca.globo.com/edic/19990104/brasil3.htm</ref>. Os caiapós, particularmente, são conhecidos pela riqueza adquirida através da venda de madeira e de ouro extraídos de suas terras<ref>http://webradiobrasilindigena.wordpress.com/indios-do-brasil/</ref>. <gallery> File:Botocudos-Chief-Brasil.jpg|Desenho de Giulio Ferrario do século XIX intitulado ''Chefe de botocudos'', retratando uma família de índios aimorés File:Vistapanoramicacrato.jpg|Vale do Cariri, no estado brasileiro do Ceará File:Praça-Rodolfo-Fernandes-Mossoró.jpg|Mossoró, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte File:Ceara Municip Quixeramobim.svg|Localização do município cearense de Quixeramobim File:Carajas Mine.jpg|Imagem de satélite da Mina de Carajás File:Tore.jpg|Dança do toré |Jurema File:Mimosa hostilis rootbark.jpg|Casca de jurema File:Kuhnert, Wilhelm. Tetenfeier der Bororó-Indianer (Zentralbrasilien).jpeg|Banquete-funeral bororo File:Indios Puris em cerimônia de dança 02.jpg|Cerimônia de dança dos índios puris em pintura de 1835 de François-Hyppolyte Lalaisse File:Erechim.jpg|Placa na entrada da cidade de Erechim, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. File:Body Shop Oslo.JPG|Loja The Body Shop em Oslo, na Noruega </gallery> {{ref-section}} {{AutoCat}} jofql30pi77arf59j2fnfutzwixanuv 586889 586887 2026-04-09T10:11:40Z DARIO SEVERI 15330 Foi revertida a edição de [[Special:Contributions/~2026-21666-13|~2026-21666-13]] ([[User talk:~2026-21666-13|disc]]) para a última revisão de [[User:DARIO SEVERI|DARIO SEVERI]] 463800 wikitext text/x-wiki Em sua época:[[File:Mulher Xavante.jpg|thumb|Índia xavante]] [[File:Panthera onca.jpg|thumb|Onça-pintada (''Panthera onca''). No idioma bororo, ''adugo''<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Ediouro. p. 39</ref>.]] [[File:Albert Eckhout Tapuia woman 1641.jpg|thumb|Pintura de 1641 de Albert Eckhout intitulada "Mulher tapuia"]] Na época da colonização portuguesa, influenciados pelos tupis do litoral (que eram tradicionais rivais das tribos de línguas macro-jês), os portugueses consideravam os índios tapuias (que falavam línguas macro-jês) como menos desenvolvidos culturalmente e mais selvagens que os tupis. Existe uma grande diversidade cultural entre os índios brasileiros. Na época da colonização portuguesa do Brasil, por exemplo, os índios tupis do litoral não conseguiam entender uma palavra sequer falada pelos índios macro-jês que habitavam principalmente o interior e que eram chamados de ''tapuia'' ("selvagem", ou "os que falam com a língua travada") pelo índios tupis. Pelo contrário, essas tribos macro-jês se reconheciam como semelhantes, mesmo que vivessem muito distante umas da outras<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 167</ref>. Os índios tapuias inimigos dos tupis no século XVI chamavam-se a si próprios ''nac-manuc'' ou ''nac-poruc'', os "filhos da terra", ou ainda ''buru''<ref>CHAIM, M. ''Aldeamentos indígenas (Goiás 1749-1811)''. Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. p. 47</ref>. De fato, os macro-jês sempre tenderam a valorizar a força física. Os goitacás, por exemplo, que habitavam a atual região fronteiriça entre os estados brasileiros do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, eram tidos como homens de força e coragem sobre-humanas, capazes de caçar tubarões munidos apenas de um pedaço de pau e de caçar veados com as mãos nuas<ref>BUENO, E. ''Capitães do Brasil''. Rio de Janeiro: Objetiva, 1999. p.113</ref>. Os índios aimorés (palavra tupi que designa um tipo de macaco<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 164</ref>), que habitavam o litoral central do estado brasileiro da Bahia, possuíam indivíduos ''tão altos e tão largos de corpo'' que mais pareciam gigantes<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A Primeira História do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2004. p. 164</ref>. O cronista português do século XVI, Pero de Magalhães Gândavo, registrou, no seu livro "A primeira história do Brasil", que os aimorés "são mais alvos e de maior estatura que os outros índios da terra, com a língua dos quais não tem a destes nenhuma semelhança nem parentesco".<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 164</ref> Nos dias de hoje, os índios canelas, craôs, xerentes, gaviões e cricatis realizam competições de corrida em que os corredores, divididos em dois times, têm de carregar troncos pesando entre vinte e 110 quilogramas por um percurso com distância entre 850 metros e quarenta quilômetros. Os caiapós realizam a mesma competição, embora os troncos sejam apenas carregados, sem a corrida. E os índios fulniôs a realizavam no passado<ref>http://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:m9bEsZkqHzwJ:www.ifma.edu.br/SiteCefet/publicacoes/artigos/revista7.4.2/Leopoldo_Corrida_entre_os_indios_canelas....pdf+j%C3%AA+tronco+carregam&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEESj0MRRnF5B5VId0uOPgt0n02V3MMA-Bd48SLGnBRZmVthmjZm3OFrYiFKVCselXL63lYvixpO7M37786pT_03Sp7g5qDG--kcDTytS8-860JQrroD_HhkdKw8kXJTcwsLqkySCc&sig=AHIEtbQppBoWkGfHB5eBYLSjgnvBVQWLcg</ref><ref>http://www.funai.gov.br/indios/jogos/novas_modalidades.htm#005</ref>. Os gaviões kiykatêjês realizam uma corrida de revezamento típica, o ''akô'' e uma luta típica, o ''aipenkuit''. Os carajás também têm uma luta típica, o ''idjassú''. Os caiapós, até há pouco tempo atrás, praticavam uma espécie de hóquei chamado ''rõkrã''. O padre jesuíta português Fernão Cardim relatava, na virada do século XVI para o XVII, que os índios tapuias tinham "os couros muito rijos" e que, para desenvolver esta qualidade nas crianças, costumavam açoitar-lhes "com uns cardos para se acostumarem a andar pelos matos bravos".<ref>CHAIM, M. ''Aldeamentos indígenas (Goiás 1749-1811)''. Segunda edição. São Paulo: Nobel, 1983. pp. 46-47</ref> Os xavantes têm uma típica luta de bastão, o ''oi'ó''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/oio.html</ref> e uma típica corrida de revezamento levando aos ombros toras de buriti, o ''uiwede''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/uiwede.html</ref>. Para marcar a entrada dos jovens no mundo adulto, os xavantes têm cerimônias que exercitam a resistência física dos participantes, como o ''wai'á''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/waia.html</ref> e a furação de orelhas, o ''danhõnõ''<ref>http://www.wara.nativeweb.org/danhono.html</ref>. Os portugueses do período colonial brasileiro relataram que os índios macrojês, ao contrário das tribos tupis, praticavam o canibalismo dos inimigos não como vingança, mas como simples alimentação<ref>GÂNDAVO, P. M. ''A primeira história do Brasil''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004. p. 166</ref>. E algumas tribos tinham o costume de comer a carne de seus familiares mortos, para evitar que eles apodrecessem sob a terra, o que seria considerado degradante. Os índios do grupo macro-jê tradicionalmente vivem da caça, pesca, coleta de produtos da floresta e de cultivos agrícolas. Estas atividades, por exaurirem com o passar do tempo os recursos naturais, exigem frequentes migrações em busca de novos territórios. Isto fez com que esses índios não desenvolvessem cerâmica e tecelagem, que seriam produtos trabalhosos de se carregar nas migrações. Em vez disso, os instrumentos fabricados pelos macro-jês tendem a ser simples e leves, ideais para serem carregados ou mesmo abandonados. Para a caça, eram utilizados grandes arcos, maiores que os normalmente utilizados pelos índios tupis. Para a guerra, eram utilizados porretes semelhantes aos utilizados pelos índios tupis. Os bororos chamam esses porretes de ''arago''<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Ediouro. p. 44</ref>. Para dormir, os índios macrojês tradicionalmente não usavam redes, somente cobriam o chão com ramos de árvores, formando um leito de folhas. [[File:M. G. Eichler - As cabanas dos Puris.JPG|thumb|"As cabanas dos puris", quadro de 1822 de M. G. Eichler, segundo Maximilian zu Wied-Newied]] [[File:Jean-Baptiste Debret - Botocudos, Puris, Pataxós e Machacalis.JPG|thumb|"Botocudos, puris, pataxós e maxacalis", litografia de Jean-Baptiste Debret de 1834]] [[File:Indians_of_northeastern_of_Brazil_(6).jpg|thumb|Índio pataxó fumando cachimbo]] Os grupos macro-jês costumam se dividir em duas metades, sendo que os membros de uma metade só se casam com os membros da outra metade e o homem que se casa passa a fazer parte do grupo da mulher. Dentro da cultura macro-jê tradicional, não existiam roupas. Em vez disso, as pessoas pintavam o corpo com tintas extraídas das sementes de jenipapo e de urucum e de cinzas. Um costume sempre presente é adornar os lóbulos das orelhas, o nariz e a boca com pedaços de osso ou madeira enfiados em perfurações feitas na pele. Em vista disso, muitas vezes os índios de cultura macrojê eram chamados pelos colonizadores brancos de "botocudos", numa referência à palavra "botoco", que significa "rolha" em português. Muitas regiões com presença macro-jê no passado guardaram este fato através da toponímia: por exemplo, o sul do Ceará é conhecido como Cariri, em referência aos índios cariris<ref>http://www.fundacaocasagrande.org.br/cariri.php</ref>. A cidade de Mossoró, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte, tem esse nome devido a seus habitantes originais, os índios monxorós. A cidade de Quixeramobim, no estado brasileiro do Ceará, deve seu nome provavelmente aos índios quixarás, um ramo dos tarairius. A serra dos Carajás, no sul do estado brasileiro do Pará, era território dos índios carajás até 1967, quando foi descoberta no local a maior mina de ferro a céu aberto do mundo<ref>http://super.abril.com.br/superarquivo/1997/conteudo_116059.shtml</ref>. Os tremembés até hoje fabricam e consomem o mocororó, a bebida fermentada obtida a partir do caju. A bebida é ingerida principalmente durante a dança típica do toré. Os caingangues têm, como bebida típica, o aquiqui, que é um destilado alcoólico de milho.<ref>AURÉLIO, A. B. ''Novo dicionário Aurélio''. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p. 152</ref> Os descendentes dos kariris até hoje fabricam e consomem uma bebida com efeitos psicotrópicos obtida a partir da infusão da casca da jurema (''Mimosa hostilis'') dentro do ritual religioso do ouricuri<ref>http://plantasenteogenas.org/community/threads/kariri-xoc%C3%B3-o-povo-da-sagrada-jurema.4376/</ref>.[[File:Brazilian Tapuia.jpg|thumb|Índio tapuia retratado por Albert Eckhout no século XVII]]As lendas tradicionais dos povos macro-jês têm uma finalidade prática: ensinar valores morais aos membros das comunidades. Por exemplo, a lenda bororo sobre um garoto que não tem paciência de esperar a comida esfriar e come-a quente, transformando-se então em um papagaio, ensina a evitar a gula <ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Tecnoprint. p. 136</ref>. Outra lenda bororo fala sobre os homens de uma tribo que matam as lontras que ajudavam as mulheres da tribo a pescar. Como punição pelo ato violento dos homens, as mulheres lhes preparam um suco de pequi com espinhos que os transforma em porcos<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Tecnoprint. p. 119</ref>. Uma lenda apinajé explica o papel da mulher como auxiliar do homem<ref>SILVA, A. C. ''Lendas do índio brasileiro''. Rio de Janeiro: Tecnoprint. p. 112-113</ref>. Os índios do grupo macro-jê não influenciaram tanto a cultura brasileira contemporânea quanto os do grupo tupi. Uma exceção é a dança dos caboclos, uma reminiscência da cultura puri que sobrevive até hoje entre os descendentes dos puris no município de Araponga, no estado brasileiro de Minas Gerais<ref>http://www.iracambi.com/portuguese/puris.shtml</ref>. Outra influência da cultura dos índios de línguas macro-jês na cultura brasileira contemporânea são os nomes de algumas localidades no sul do Brasil que têm origem na língua caingangue: Goioerê (que significa "Campo da Água"), Xanxerê ("Campo da Cascavel"), Erechim ("Campo Pequeno"), Erebango ("Campo Grande"), Campo Erê ("Campo da Pulga"), Goioxim ("Água Pequena") e Nonoai (o nome de um famoso chefe caingangue<ref>http://www.ferias.tur.br/informacoes/7896/nonoai-rs.html</ref>).<ref>http://www.portalkaingang.org/Lgua_Kaingang.pdf</ref> Como os demais índios brasileiros, os do grupo macro-jê estão passando por um processo intenso de aculturação segundo a cultura do homem branco. Atualmente, vestem roupas, dirigem carros e motos, sabem a língua portuguesa e procuram se integrar ao mundo empresarial contemporâneo. Os índios caiapós, do estado brasileiro do Pará, por exemplo, assinaram, na década de 1990, um acordo de venda de óleo de castanha-do-pará para a empresa inglesa de cosméticos Body Shop que rendeu à tribo 700 000 dólares estadunidenses em cinco anos<ref>http://epoca.globo.com/edic/19990104/brasil3.htm</ref>. Os caiapós, particularmente, são conhecidos pela riqueza adquirida através da venda de madeira e de ouro extraídos de suas terras<ref>http://webradiobrasilindigena.wordpress.com/indios-do-brasil/</ref>. <gallery> File:Botocudos-Chief-Brasil.jpg|Desenho de Giulio Ferrario do século XIX intitulado ''Chefe de botocudos'', retratando uma família de índios aimorés File:Vistapanoramicacrato.jpg|Vale do Cariri, no estado brasileiro do Ceará File:Praça-Rodolfo-Fernandes-Mossoró.jpg|Mossoró, no estado brasileiro do Rio Grande do Norte File:Ceara Municip Quixeramobim.svg|Localização do município cearense de Quixeramobim File:Carajas Mine.jpg|Imagem de satélite da Mina de Carajás File:Tore.jpg|Dança do toré |Jurema File:Mimosa hostilis rootbark.jpg|Casca de jurema File:Kuhnert, Wilhelm. Tetenfeier der Bororó-Indianer (Zentralbrasilien).jpeg|Banquete-funeral bororo File:Indios Puris em cerimônia de dança 02.jpg|Cerimônia de dança dos índios puris em pintura de 1835 de François-Hyppolyte Lalaisse File:Erechim.jpg|Placa na entrada da cidade de Erechim, no estado brasileiro do Rio Grande do Sul. File:Body Shop Oslo.JPG|Loja The Body Shop em Oslo, na Noruega </gallery> {{ref-section}} {{AutoCat}} majjlkyxnu8cw8t1ra9n7d6rk471hzw Ajuda:Validação de páginas 12 42645 586885 586528 2026-04-08T13:34:14Z ~2026-21715-61 72307 um jogo possui a mesma musica de um filme 586885 wikitext text/x-wiki a qwel a diva do dendys wordy pode ter feito um homenagem a um filme pois o filme toca uma bela musica ,ja o filme foi criado em 2013 o nome do filme e um grito de socorro , no jogo na parte onde tem a loja do dendy possui a mesma musica do filme{{proposta}} {{Esboço/Wikilivros}} A funcionalidade de edições estáveis encontra-se ativada no Wikilivros. Explicações técnicas sobre ela podem ser obtidas em [[:mw:Extension:FlaggedRevs]] e uma visão mais teórica sobre parte das funcionalidades de tal recurso em http://blog.wikible.org/2008/05/29/stable-articles-and-wiki-spam/. A configuração inicial desta wiki para esta extensão foi definida '''[[Tópico:Wikilivros:Diálogos comunitários/Proposta: Ativar a Extensão:ReaderFeedback/resposta (7)|aqui]]'''. Comentários e sugestões de alterações podem ser feitas nos [[Wikilivros:Diálogos comunitários|diálogos comunitários]]. == Ajudando a estabilizar páginas == Só deverão ser estabilizadas as páginas que: *Façam parte do [[Wikilivros:Adequação da informação e padronização|escopo do projeto]] *Não sejam propagandas e SPAMs *Não sejam vandalismos e hoaxes flagrantes. *Não sejam trabalhos escolares e pedidos de resolução de exercícios. *Não sejam lixo ou texto sem sentido (tolices) *Não sejam teste feito fora da página adequada. *Não sejam pornografia *Não sejam conteúdo ofensivo *Não sejam violações das leis de direitos autorais *Sejam imparciais. [Esta seção está em construção] ==Revisão de edições== De modo geral, os textos do Wikilivros podem ter dois estados de revisão: ''não revistas'' (''não revisadas'') [[Imagem:FlaggedRevs-1.png]] e ''revistos'' (''revisados'') [[Imagem:FlaggedRevs-2.png]]. Toda página criada por um usuário normal fica marcada, por padrão, como ''não revista'', ficando disponível aos leitores e tendo no topo uma barra indicando que o conteúdo ainda não foi revisado. Os "{{lcfirst:{{int:group-editor}}}}" e os "{{lcfirst:{{int:group-reviewer}}}}" podem encontrar esses textos em [[Especial:Páginas a analisar]]. Caso o texto venha a ter alguma revisão verificada por um revisor, a última revisão verificada será apresentada como opção para os leitores, e uma nova aba estará disponível para ver o texto com as últimas alterações (que ainda não foram revisadas). ==={{int:group-reviewer}}=== O [[Especial:Lista_de_privilégios_de_grupos|grupo]] dos '''[[Wikilivros:Revisor|{{lcfirst:{{int:group-reviewer}}}}]]''' (originalmente chamados de ''críticos'') é formado pelos usuários que podem revisar as edições dos textos didáticos, aprovando-os ou não. Todos os textos criados por eles são marcados como revistos por padrão. São deles, juntamente com os editores, a responsabilidade de revisar todas as alterações das páginas antes de aprová-las. Para se tornar um revisor, o utilizador deverá ter no mínimo [{{fullurl:Especial:Minhas contribuições|limit=100}} 100 edições] no {{SITENAME}} nos espaços nominais onde a extensão estiver ativada. ==={{int:group-editor}}=== Assim como os demais usuários normais, todos os seus textos são marcados como não revistos/não revisados. No entanto, após a revisão de suas edições por um revisor, todas as edições subsequentes dos '''{{lcfirst:{{int:group-editor}}}}''' serão marcadas como ''revistas automaticamente''. Para ser incluído neste grupo, o utilizador deverá ter no mínimo [{{fullurl:Especial:Minhas contribuições|limit=10}} 10 edições] no {{SITENAME}} nos espaços nominais onde a extensão estiver ativada. == Páginas especiais == *[[Especial:Estatísticas_de_validação|Estatísticas de validação]] *[[Especial:Páginas_a_analisar|Páginas não analisadas]] *[[Especial:Páginas_analisadas_antigas|Alterações pendentes]] **[[Especial:ProblemChanges|Alterações pendentes que foram assinaladas]] *[[Especial:Controlo_de_qualidade|Registro avançado de revisões]] *[[Especial:Páginas_analisadas|Páginas analisadas]] *[[Especial:ConfiguredPages|Páginas com configuração de revisão]] [[Categoria:Wikilivros]] [[en:Help:Tracking changes#Reviewing pages]] rd0is489aw6cns7dvw3g2x1dk831yzb 586886 586885 2026-04-08T13:35:02Z MathXplore 65853 Reverted edits by [[Special:Contribs/~2026-21715-61|~2026-21715-61]] ([[User talk:~2026-21715-61|talk]]) to last version by NDG: test edits, please use the sandbox 443742 wikitext text/x-wiki {{proposta}} {{Esboço/Wikilivros}} A funcionalidade de edições estáveis encontra-se ativada no Wikilivros. Explicações técnicas sobre ela podem ser obtidas em [[:mw:Extension:FlaggedRevs]] e uma visão mais teórica sobre parte das funcionalidades de tal recurso em http://blog.wikible.org/2008/05/29/stable-articles-and-wiki-spam/. A configuração inicial desta wiki para esta extensão foi definida '''[[Tópico:Wikilivros:Diálogos comunitários/Proposta: Ativar a Extensão:ReaderFeedback/resposta (7)|aqui]]'''. Comentários e sugestões de alterações podem ser feitas nos [[Wikilivros:Diálogos comunitários|diálogos comunitários]]. == Ajudando a estabilizar páginas == Só deverão ser estabilizadas as páginas que: *Façam parte do [[Wikilivros:Adequação da informação e padronização|escopo do projeto]] *Não sejam propagandas e SPAMs *Não sejam vandalismos e hoaxes flagrantes. *Não sejam trabalhos escolares e pedidos de resolução de exercícios. *Não sejam lixo ou texto sem sentido (tolices) *Não sejam teste feito fora da página adequada. *Não sejam pornografia *Não sejam conteúdo ofensivo *Não sejam violações das leis de direitos autorais *Sejam imparciais. [Esta seção está em construção] ==Revisão de edições== De modo geral, os textos do Wikilivros podem ter dois estados de revisão: ''não revistas'' (''não revisadas'') [[Imagem:FlaggedRevs-1.png]] e ''revistos'' (''revisados'') [[Imagem:FlaggedRevs-2.png]]. Toda página criada por um usuário normal fica marcada, por padrão, como ''não revista'', ficando disponível aos leitores e tendo no topo uma barra indicando que o conteúdo ainda não foi revisado. Os "{{lcfirst:{{int:group-editor}}}}" e os "{{lcfirst:{{int:group-reviewer}}}}" podem encontrar esses textos em [[Especial:Páginas a analisar]]. Caso o texto venha a ter alguma revisão verificada por um revisor, a última revisão verificada será apresentada como opção para os leitores, e uma nova aba estará disponível para ver o texto com as últimas alterações (que ainda não foram revisadas). ==={{int:group-reviewer}}=== O [[Especial:Lista_de_privilégios_de_grupos|grupo]] dos '''[[Wikilivros:Revisor|{{lcfirst:{{int:group-reviewer}}}}]]''' (originalmente chamados de ''críticos'') é formado pelos usuários que podem revisar as edições dos textos didáticos, aprovando-os ou não. Todos os textos criados por eles são marcados como revistos por padrão. São deles, juntamente com os editores, a responsabilidade de revisar todas as alterações das páginas antes de aprová-las. Para se tornar um revisor, o utilizador deverá ter no mínimo [{{fullurl:Especial:Minhas contribuições|limit=100}} 100 edições] no {{SITENAME}} nos espaços nominais onde a extensão estiver ativada. ==={{int:group-editor}}=== Assim como os demais usuários normais, todos os seus textos são marcados como não revistos/não revisados. No entanto, após a revisão de suas edições por um revisor, todas as edições subsequentes dos '''{{lcfirst:{{int:group-editor}}}}''' serão marcadas como ''revistas automaticamente''. Para ser incluído neste grupo, o utilizador deverá ter no mínimo [{{fullurl:Especial:Minhas contribuições|limit=10}} 10 edições] no {{SITENAME}} nos espaços nominais onde a extensão estiver ativada. == Páginas especiais == *[[Especial:Estatísticas_de_validação|Estatísticas de validação]] *[[Especial:Páginas_a_analisar|Páginas não analisadas]] *[[Especial:Páginas_analisadas_antigas|Alterações pendentes]] **[[Especial:ProblemChanges|Alterações pendentes que foram assinaladas]] *[[Especial:Controlo_de_qualidade|Registro avançado de revisões]] *[[Especial:Páginas_analisadas|Páginas analisadas]] *[[Especial:ConfiguredPages|Páginas com configuração de revisão]] [[Categoria:Wikilivros]] [[en:Help:Tracking changes#Reviewing pages]] hcnaoecfsb17ja2nrl89eeff51muyz1 Wikilivros:GUS2Wiki 4 98383 586888 586849 2026-04-08T19:17:34Z Alexis Jazz 57603 Updating gadget usage statistics from [[Special:GadgetUsage]] ([[phab:T121049]]) 586888 wikitext text/x-wiki {{#ifexist:Project:GUS2Wiki/top|{{/top}}|This page provides a historical record of [[Special:GadgetUsage]] through its page history. To get the data in CSV format, see wikitext. To customize this message or add categories, create [[/top]].}} Os seguintes dados estão na cache e foram atualizados pela última vez a 2026-04-07T18:00:34Z. {{PLURAL:5000|Está disponível na cache um máximo de um resultado|Estão disponíveis na cache um máximo de 5000 resultados}}. {| class="sortable wikitable" ! 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