Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.24 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Predefinição:Progressos recentes 10 220893 551000 550993 2026-04-19T21:00:07Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 551000 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|5|0|1|2|1|91}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|1|0|1|0|0|98}} | [[Index:Elucidario Madeirense, 1998, vol. I.pdf|Elucidário Madeirense]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|3|97}} | [[Index:O Atheneu (Chronica de saudades).pdf|O Atheneu]] |- | {{Barra de progresso|6|0|24|1|2|67}} | [[Index:O Selvagem (Senado Federal).pdf|O Selvagem]] |- | {{Barra de progresso|0|1|89|10|0|0}} | [[Index:Peter Pan (Lobato, 1935).pdf|Peter Pan]] |- | {{Barra de progresso|0|2|5|0|4|89}} | [[Index:Poesias Infantis (1904).pdf|Poesias infantís]] |- | {{Barra de progresso|4|0|1|0|0|95}} | [[Index:Relatório da CNV 01.pdf|Relatório da Comissão Nacional da Verdade, Volume I]] |- | {{Barra de progresso|40|0|0|25|6|29}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |- | {{Barra de progresso|3|0|29|0|3|65}} | [[Index:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf|Tratado descriptivo do Brasil em 1587]] |- | {{Barra de progresso|6|0|21|0|4|69}} | [[Index:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf|Tratados da terra e gente do Brasil]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> j8zx6a7c0yt9jodmse1jibcprt3l2b9 João Ferreira de Almeida (1819)/Genesis/XL 0 252826 551004 550119 2026-04-20T11:20:09Z Valterdes S Rodrigues 42703 O texto anterior não era da tradução de 1819. Agora sim. 551004 wikitext text/x-wiki CAPÍTULO XL. # E ACONTECEO despois destas cousas, que pecarão o Copeiro del Rey de Egypto, e o Padeiro contra seu senhor, contra el Rey de Egypto. # De maneira que Pharaó, indignouse muito contra seus dous Eunuchos, contra o Mayoral dos copeiros, e contra o Mayoral dos padeiros. # E entregou os em guarda na casa do Capitão dos da guarda, na casa do cárcere, no lugar aonde Joseph estava preso. # E o Capitão dos da guarda pós a Joseph com elles, paraque os servisse; e estiveraõ muitos dias na prisão. # E ambos sonharão hum sonho, cadahum seu sonho em huã noite, cadahum conforme á declaração de seu sonho, o Copeiro e o Padeiro del Rey de Egypto, que estavaõ presos na casa do cárcere. # E veyo Joseph a elles pola manhaã, e attentou para elles, e eis que estavaõ turbados. # Entaõ perguntou a os Eunuchos de Pharaó, que com elle estavaõ no cárcere da casa de seu senhor, dizendo : Porque vossos rostos hoje estão tristes? # E elles lhe disseraõ: Avemos sonhado hum sonho, e ninguém ha que o declare; e Joseph disse lhes: Naõ saõ de Deus as declarações? ora contae m'o. # Então contou o Mayoral dos copeiros seu sonho a Joseph, e disse lhe : Eis que em meu sonho avia huu vide diante de minha face. # E na vide eraõ tres sarmentos, estava como brotando, sua flor sahia, seus cachos madureciaõ em uvas. # E a copa de Pharaó estava em minha maõ, e eu tomava as uvas, e as espremia na copa de Pharaó, e dava a copa na maõ de Pharaó. # Então disse lhe Joseph : Esta he sua declararão; os tres sarmentos sao tres dias. # Dentro de ainda tres dias Pharaó levantará tua cabeça, e te fará tornar a teu estado, e darás a copa de Pharaó em sua maõ, conforme o primeiro costume, quando eras seu Copeiro. # Porem lembrate de my comtigo, quando ouveres bem; e rogo te, que faças comigo misericórdia, e que faças menção de my para com Pharaó, e faze me sair desta casa. # Porque de roubo fui roubado de terra dos Hebreos; e também aqui nada tenho feito, porque me pusessem nesta cova. # Vendo entaõ o Mayoral dos padeiros, que avia declarado bem, disse a Joseph: Eu também sonhava, e eis que tres cestos brancos estavaõ sobre minha cabeça. # E no çesto mais alto avia de todo nanjar de Pharaó, da obra do padeiro; e as aves o comiaõ do çesto de sobre minha cabeça. # Entaõ respondeo Joseph e disse : Esta he sua declaração; os tres çestos saõ tres dias. # D'entro de ainda tres dias Pharaó levantará tua cabeça sobre ty, e te pendurará em hum páo, e as aves comeráõ tua carne de sobre ty. # E aconteceo ao terceiro dia, o dia do nacimento de Pharaó, que fez hum convite a todos seus servos; e levantou a cabeça do Mayoral dos copeiros, e a cabeça do Mayoral dos padeiros, no meyo de seus servos. # E fez tornar ao Mayoral dos copeiros a seu officio do copeiro; e deu a copa na maõ de Pharaó. # Mas ao Mayoral dos padeiros enforcou, como Joseph lhes avia declarado. # Porem o Mayoral dos copeiros naõ lembrouse de Joseph, antes esqueceose delle. 9etwqq8kn0pnwhj7zsvx16gtp26qn7n 551005 551004 2026-04-20T11:22:18Z Valterdes S Rodrigues 42703 551005 wikitext text/x-wiki CAPÍTULO XL. # E ACONTECEO despois destas cousas, que pecarão o Copeiro del Rey de Egypto, e o Padeiro contra seu senhor, contra el Rey de Egypto. # De maneira que Pharaó, indignouse muito contra seus dous Eunuchos, contra o Mayoral dos copeiros, e contra o Mayoral dos padeiros. # E entregou os em guarda na casa do Capitão dos da guarda, na casa do cárcere, no lugar aonde Joseph estava preso. # E o Capitão dos da guarda pós a Joseph com elles, paraque os servisse; e estiveraõ muitos dias na prisão. # E ambos sonharão hum sonho, cadahum seu sonho em huã noite, cadahum conforme á declaração de seu sonho, o Copeiro e o Padeiro del Rey de Egypto, que estavaõ presos na casa do cárcere. # E veyo Joseph a elles pola manhaã, e attentou para elles, e eis que estavaõ turbados. # Entaõ perguntou a os Eunuchos de Pharaó, que com elle estavaõ no cárcere da casa de seu senhor, dizendo : Porque vossos rostos hoje estão tristes? # E elles lhe disseraõ: Avemos sonhado hum sonho, e ninguém ha que o declare; e Joseph disse lhes: Naõ saõ de Deus as declarações? ora contae m'o. # Então contou o Mayoral dos copeiros seu sonho a Joseph, e disse lhe: Eis que em meu sonho avia huã vide diante de minha face. # E na vide eraõ tres sarmentos, estava como brotando, sua flor sahia, seus cachos madureciaõ em uvas. # E a copa de Pharaó estava em minha maõ, e eu tomava as uvas, e as espremia na copa de Pharaó, e dava a copa na maõ de Pharaó. # Então disse lhe Joseph : Esta he sua declararão; os tres sarmentos sao tres dias. # Dentro de ainda tres dias Pharaó levantará tua cabeça, e te fará tornar a teu estado, e darás a copa de Pharaó em sua maõ, conforme o primeiro costume, quando eras seu Copeiro. # Porem lembrate de my comtigo, quando ouveres bem; e rogo te, que faças comigo misericórdia, e que faças menção de my para com Pharaó, e faze me sair desta casa. # Porque de roubo fui roubado de terra dos Hebreos; e também aqui nada tenho feito, porque me pusessem nesta cova. # Vendo entaõ o Mayoral dos padeiros, que avia declarado bem, disse a Joseph: Eu também sonhava, e eis que tres cestos brancos estavaõ sobre minha cabeça. # E no çesto mais alto avia de todo nanjar de Pharaó, da obra do padeiro; e as aves o comiaõ do çesto de sobre minha cabeça. # Entaõ respondeo Joseph e disse : Esta he sua declaração; os tres çestos saõ tres dias. # D'entro de ainda tres dias Pharaó levantará tua cabeça sobre ty, e te pendurará em hum páo, e as aves comeráõ tua carne de sobre ty. # E aconteceo ao terceiro dia, o dia do nacimento de Pharaó, que fez hum convite a todos seus servos; e levantou a cabeça do Mayoral dos copeiros, e a cabeça do Mayoral dos padeiros, no meyo de seus servos. # E fez tornar ao Mayoral dos copeiros a seu officio do copeiro; e deu a copa na maõ de Pharaó. # Mas ao Mayoral dos padeiros enforcou, como Joseph lhes avia declarado. # Porem o Mayoral dos copeiros naõ lembrouse de Joseph, antes esqueceose delle. tbrk1m7j04731levvoou7xoz1mu9och Página:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf/129 106 253053 550994 2026-04-19T20:23:56Z Trooper57 24584 /* Revista */ 550994 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||{{sc|Tratados da Terra e Gente do Brasil}}|127|borda_inferior=1}}</noinclude><section begin="iabigrandí"/>fazendas (accrescenta) ha algumas arvores de canafistula, que nasceram das sementes que foram de S. Thomé, que dão o fructo mui perfeito como o das Indias.” <section end="iabigrandí"/> VII — Neste capitulo reune Cardim alguns vegetacs eleaginosos. São os seguintes: {{âncora|andá}} <section begin="andá"/>— {{sc|Andá}}, talvez ''andá-açú'', da familia das Euphorbiaceas ([[species:Joannesia princeps|''{{sic|Johannesia|Joannesia}} princeps'']], Vell.) — De ''a-ãtã'', fructo rijo, a noz, a amendoa dura. Th. Sampaio. <section end="andá"/> {{âncora|moxerecuigba}} <section begin="moxerecuigba"/>— {{sc|Moxerecuigba}}, arvore ou arbusto difficil de identificar. <section end="moxerecuigba"/> {{âncora|aiuruatubira}} <section begin="aiuruatubira"/>— {{sc|Aiuruatubira}}, arvore ou arbusto nas mesmas condições. <section end="aiuruatubira"/> {{âncora|aiabutipigta}} <section begin="aiabutipigta"/>— {{sc|Aiabutipigta}}, ''jabotapita'', em Piso e Marcgrav. Segundo Martius é a [[species:Ouratea parviflora|''Gomphia parviflora'']], DC. <section end="aiabutipigta"/> {{âncora|ianipaba}} <section begin="ianipaba"/>— {{sc|Ianipaba}}, genipapo, fructo e arvore da familia das Rubinecas ([[species:Genipa americana|''Genipa americana'']], Linn.) — Em Maregrav, ''janipaba''. — O nome tupi explica-se por ''nhandipab'' ou ''jandipab'', fructo de esfregar, ou que serve para pintar, conforme Baptista Caetano e de accordo com o destino que davam ao fructo ainda verde. <section end="ianipaba"/> <section begin="iequigtiygoaçu"/>{{âncora|iequigtiygoaçu}} — {{sc|Iequigtiygoaçu}}, que deve ser o saboeiro, da familia das Sapindaceas ([[species:Sapindus saponaria var. saponaria|''Sapindus divaricatus'']], Will. & Camb.) — A casca polposa do fructo, esfregada n’agua, produz espuma, e é empregada como sabão para lavar roupa; as sementes servem para botões. Segundo o texto, serviram para contas, e eram das melhores por serem muito eguaes. — Difficil de explicar o nome tupi da arvore; mas note-se que ''quity'' esfregar, limpar, e o participio ''quityca'', podem applicar-se ás arvores a que chamam vulgarmente saponarias. <section end="iequigtiygoaçu"/> {{nop}}<noinclude></noinclude> 8txlvw4qddwd783b8xfeql7zku6nfnr Página:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf/67 106 253054 550995 2026-04-19T20:27:13Z Trooper57 24584 /* Revista */ 550995 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||{{sc|Tratados da Terra e Gente do Brasil}}|65|borda_inferior=1}}</noinclude><section begin="6"/>remedio para as doenças de figado, e muitos neste Brasil sararão já de mui graves enfermidades do figado, comendo dellas. Ha outra arvore tambem chamada Betele, mais pequena, e de folha redonda; as raizes della são excellente remedio para dor de dentes, mettendo-a na cova delles, queima como gengibre. Dizem tambem que ha neste Brasil a arvore da canafistola; he ignota aos Indios; os Espanhóes usão della e dizem que he tão boa como a da India. <section end="6"/> <section begin="7"/>{{ch|DOS OLEOS DE QUE USÃO OS INDIOS PARA SE UNTAREM (VII)}} ''Andá''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|andá}} Estas arvores são formosas, e grandes, e a madeira para tudo serve; da fructa se tira hum azeite com que os Indios se untão, e as mulheres os cabellos, e tambem serve para feridas, e as seca logo. E tambem fazem muitas galantarias pelo corpo, braços, e pernas com este oleo, pintando-se ''Moxerecuigba''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|moxerecuigba}} Esta arvore se acha no sertão nos campos: he pequena, da huma fructa do tamanho de laranja, e dentro della tem humas pevides, e de tudo junto fazem hum azeite para se untarem; a casca serve para barbasco dos peixes, e todo animal que bebe da agua donde se deita, morre. ''Aiuruatubira''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|aiuruatubira}} Esta arvore que he pequena<section end="7"/><noinclude></noinclude> a4ek3iw0u788efyfpqawmc82xq2mccw 550999 550995 2026-04-19T20:32:49Z Trooper57 24584 550999 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho||{{sc|Tratados da Terra e Gente do Brasil}}|65|borda_inferior=1}}</noinclude><section begin="6"/>remedio para as doenças de figado, e muitos neste Brasil sararão já de mui graves enfermidades do figado, comendo dellas. Ha outra arvore tambem chamada Betele, mais pequena, e de folha redonda; as raizes della são excellente remedio para dôr de dentes, mettendo-a na cova delles, queima como gengibre. Dizem tambem que ha neste Brasil a arvore da canafistola; he ignota aos Indios; os Espanhóes usão della e dizem que he tão bôa como a da India. <section end="6"/> <section begin="7"/>{{ch|DOS OLEOS DE QUE USÃO OS INDIOS PARA SE UNTAREM (VII)}} ''Andá''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|andá}} — Estas arvores são formosas, e grandes, e a madeira para tudo serve; da fructa se tira hum azeite com que os Indios se untão, e as mulheres os cabellos, e tambem serve para feridas, e as seca logo. E tambem fazem muitas galantarias pelo corpo, braços, e pernas com este oleo, pintando-se ''Moxerecuigba''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|moxerecuigba}} — Esta arvore se acha no sertão nos campos: he pequena, da huma fructa do tamanho de laranja, e dentro della tem humas pevides, e de tudo junto fazem hum azeite para se untarem; a casca serve para barbasco dos peixes, e todo animal que bebe da agua donde se deita, morre. ''Aiuruatubira''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|aiuruatubira}} — Esta arvore que he pequena<section end="7"/><noinclude></noinclude> a0aef2j338tsn1w15oz047sitiouvei Página:Tratados da terra e gente do Brasil.pdf/68 106 253055 550996 2026-04-19T20:29:48Z Trooper57 24584 /* Revista */ 550996 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|66|{{sc|Fernão Cardim}}|borda_inferior=1}}</noinclude>dá huma fructa vermelha, e della se tira hum oleo vermelho com que tambem se untão os Indios. ''Aiabutipigta''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|aiabutipigta}} — Esta arvore será do comprimento de cinco, seis palmos; he como amendoas, e preta, e assi he o azeite que estimão muito, e se untão com elle em suas enfermidades. ''Ianipaba''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|ianipaba}} — Esta arvore he muito formosa, de hum verde alegre, todos os mezes muda a folha que se parece com folha de nogueira; as arvores são grandes, e a madeira muito bôa, e doce de lavrar; a fructa he como grandes laranjas, e se parece com marmellos, ou peras pardas; o sabôr he de marmello: he boa mezinha para camaras de toda ordem. Desta fructa se faz tinta preta, quando se tira he branca, e em untando-se com ella não tinge logo, mas dahi a algumas horas fica huma pessoa tão preta como azeviche; he dos Indios muito estimada, e com esta fazem em seu corpo imperiaes gibões, todos golpeados, e dão certos riscos pelo rosto, orelhas, narizes, barba, pernas, e braços, e o mesmo fazem as mulheres, e ficão muito galantes, e este he o seu vestido assi de semana, como de festa, ajuntando-lhe algumas pennas com que se ornão, e outras joias de osso; dura esta tinta no corpo assi preta nove dias, e depois não fica nada, faz o couro muito duro, e para tingir ha se de colher a fructa verde, porque madura não tinge. ''Iequigtiygoaçú''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|iequigtiygoaçu}} — Esta arvore dá humas fructas como madronhos, e dentro huma conta tão<noinclude></noinclude> 3w1bpcwr4fa7uzg3qtf58hy37072i4i 550997 550996 2026-04-19T20:30:01Z Trooper57 24584 550997 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{Cabeçalho|66|{{sc|Fernão Cardim}}|borda_inferior=1}}</noinclude>dá huma fructa vermelha, e della se tira hum oleo vermelho com que tambem se untão os Indios. ''Aiabutipigta''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|aiabutipigta}} — Esta arvore será do comprimento de cinco, seis palmos; he como amendoas, e preta, e assi he o azeite que estimão muito, e se untão com elle em suas enfermidades. ''Ianipaba''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|ianipaba}} — Esta arvore he muito formosa, de hum verde alegre, todos os mezes muda a folha que se parece com folha de nogueira; as arvores são grandes, e a madeira muito bôa, e doce de lavrar; a fructa he como grandes laranjas, e se parece com marmellos, ou peras pardas; o sabôr he de marmello: he boa mezinha para camaras de toda ordem. Desta fructa se faz tinta preta, quando se tira he branca, e em untando-se com ella não tinge logo, mas dahi a algumas horas fica huma pessoa tão preta como azeviche; he dos Indios muito estimada, e com esta fazem em seu corpo imperiaes gibões, todos golpeados, e dão certos riscos pelo rosto, orelhas, narizes, barba, pernas, e braços, e o mesmo fazem as mulheres, e ficão muito galantes, e este he o seu vestido assi de semana, como de festa, ajuntando-lhe algumas pennas com que se ornão, e outras joias de osso; dura esta tinta no corpo assi preta nove dias, e depois não fica nada, faz o couro muito duro, e para tingir ha se de colher a fructa verde, porque madura não tinge. ''Iequigtiygoaçú''.{{Tratados da terra e gente do Brasil (1925) ref|129|iequigtiygoaçu}} — Esta arvore dá humas fructas como madronhos, e dentro huma conta tão<noinclude></noinclude> n8mfcil2p7x28loq64817q762n2b3jr Tratados da terra e gente do Brasil/1/7 0 253056 550998 2026-04-19T20:31:06Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Tratados da terra e gente do Brasil.pdf" from=67 to=69 fromsection=7 tosection=7 header=1 /> {{Notas}} 550998 wikitext text/x-wiki <pages index="Tratados da terra e gente do Brasil.pdf" from=67 to=69 fromsection=7 tosection=7 header=1 /> {{Notas}} mu74rv6g21mv7rlfq461da9lw2mbm1v Hino do município de São Joaquim da Barra 0 253057 551001 2026-04-19T23:26:56Z ~2026-24113-74 42702 A letra é linda 551001 wikitext text/x-wiki são Joaquim da Barra Diga onde nasci Onde passei minha infância E de repente cresceu São Joaquim da Barra Tão pequenina eu te vi Seja da boca pedais Goiaba pelo rio Sapucai Tão rios lindos que eu ganhei Com carinhos da te Tanto tempo estoura De tantos eu guardei Pelas luas que eu evitei Belas eu assoprei Sabe ali ondem passam Voltar aonde eu chorei São Joaquim da Barra Como onde veve Confesso muitas saudades de quatro eu não esqueci São Joaquim da Barra Tão amor que eu vou sentir Quando de novo encontrar das coisas que eu deixei aí Coisas de amor que eu deixei aí Os medos que eu criei Marcaram minha estrada Pouca aí desanimei Porque vereis o que eis somos eu que criei Parece que não é nada Tão forte que eu deixei São Joaquim da Barra Que me ensinou a sorrir Espero um dia a voltar Para nunca eu me despedir São Joaquim da Barra Que me ensinou a sorrir Espero um dia a voltar Para nunca eu me despedir nsayjbexfbxaux83u7wkwuh4ugv6pax Hino do município de Firminópolis 0 253058 551002 2026-04-19T23:46:33Z BrCaLeTo 14167 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{hino |obra=Hino do município de [[w:Firminópolis|Firminópolis]] |letra por=Rackell Marques |melodia por=Lara Bianna |notas=Instituído pela Lei Municipal Nº 1.655, de 7 de novembro de 2022 }} <poem> Cidade impar que nasceu da cruz, Povo querido, sol e muita luz; O espigão, a soja, o clima, Que da colheita traz tanta fartura; Deus abençoe essa cidade linda, Divisa águas e renova vidas. O seu maior tesouro é seu povo, Riqueza é educação aos seus;... 551002 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:Firminópolis|Firminópolis]] |letra por=Rackell Marques |melodia por=Lara Bianna |notas=Instituído pela Lei Municipal Nº 1.655, de 7 de novembro de 2022 }} <poem> Cidade impar que nasceu da cruz, Povo querido, sol e muita luz; O espigão, a soja, o clima, Que da colheita traz tanta fartura; Deus abençoe essa cidade linda, Divisa águas e renova vidas. O seu maior tesouro é seu povo, Riqueza é educação aos seus; Quem faz história e deixa seu legado, E quem ensina é aquele que cura; Comerciante, professor e médico, Que aprenderam nas mãos do bom Deus. As igrejas mostram que seu povo é de fé, Acreditam sim, correr o mundo e não a pé; Homem simples deu a sua vida e mereceu, De bicicleta deu exemplo honroso para os seus. Aqui tudo é história, território e museu, Sua gente, a sua cor e as palmeiras, a beleza; O coreto contra prosa, e de novo faz sorrir, O boi fica na memória e o bauru não tem fronteira. Nosso ouro enfim reluz, É a água da fonte que corre; É o povo de Firminópolis, Que a riqueza da vida produz; Construindo sua trajetória, Como é bom estar entre seu povo; Sempre augura em busca do novo, Sem jamais esquecer sua história. Firminópolis, Firminópolis, Firminópolis, cidade que tem história. </poem> [[Categoria:Hinos de Goiás|Firminópolis]] bsl2qlbsixgu94e4u99408pyu16znuf Hino do município de São Miguel do Passa Quatro 0 253059 551003 2026-04-19T23:57:12Z BrCaLeTo 14167 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{hino |obra=Hino do município de [[w:São Miguel do Passa Quatro|São Miguel do Passa Quatro]] |letra por=Valter Martins Mustafe |melodia por=Valter Martins Mustafe |notas=Instituído pela Lei Municipal Nº 1.004, de 12 de janeiro de 2026 }} <poem> São Miguel do Passa Quatro, Seu passado é de labor; Seu presente e futuro, De um povo lutador. Suas matas, céus e terras, Conta a história dos goianos; Na lavoura e na pecuária, O sustento nós buscamos. ''... 551003 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:São Miguel do Passa Quatro|São Miguel do Passa Quatro]] |letra por=Valter Martins Mustafe |melodia por=Valter Martins Mustafe |notas=Instituído pela Lei Municipal Nº 1.004, de 12 de janeiro de 2026 }} <poem> São Miguel do Passa Quatro, Seu passado é de labor; Seu presente e futuro, De um povo lutador. Suas matas, céus e terras, Conta a história dos goianos; Na lavoura e na pecuária, O sustento nós buscamos. ''São Miguel, São Miguel,'' ''Passa Quatro, és meu chão;'' ''Minha terra, mãe gentil,'' ''Minha casa, meu rincão,'' ''De Goiás pra o Brasil. (repete)'' Nossos bosques tem mais vida, Abundante é nosso pão; O cerrado nos sustenta, Com os frutos desse chão. Nosso guia Jesus Cristo, Nos vigia lá do céu; Terra linda, abençoada, De onde jorram leite e mel. ''São Miguel, São Miguel,'' ''Passa Quatro, és meu chão;'' ''Minha terra, mãe gentil,'' ''Minha casa, meu rincão,'' ''De Goiás pra o Brasil. (repete)'' </poem> [[Categoria:Hinos de Goiás|São Miguel do Passa Quatro]] pbi2e8h7hs54x0jhitithima3qcn2kb