Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.24 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Autor:Machado de Assis 102 2317 551010 548034 2026-04-20T23:45:58Z Trooper57 24584 551010 wikitext text/x-wiki {{Autor/v2 | InicialUltimoNome = A | nome = Machado de Assis | nome completo = Joaquim Maria Machado de Assis | nome nativo = | imagem = Machado de Assis aos 57 anos.jpg | imagem_tamanho = | legenda = | nacionalidade = {{BRAn|o}} | data_nascimento = {{dni|21|6|1839|si}} | data_morte = {{morte|29|9|1908|21|6|1839}} | género = | período = | temas = | abl = sim | Wikipedia = Machado de Assis | Wikiquote = Machado de Assis | MiscBio = Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro. Considerado o melhor escritor brasileiro, não pertencendo a nenhuma escola literária (diz-se que seu estilo é puramente machadiano), escreveu obras memoráveis, como ''[[Memórias Póstumas de Brás Cubas]]'', ''[[Dom Casmurro]]'', ''[[Quincas Borba]]'' e vários livros de contos, entre eles, ''[[Papéis avulsos]]'', no qual se encontra uma das maiores obras-primas da literatura universal, o conto (ou novela) ''[[O Alienista]]'', que discute a loucura. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras. }} {{TOC}}{{Audível}} ==Biografia== * {{Exportar|D. Pedro II. (Esboço biographico)}} {{livro digitalizado|D. Pedro II. (Esboço biographico)|D Pedro II esboço biographico.pdf‎}} (1859) - autoria atribuída == Contos == ; Livros de contos * {{Exportar|Contos fluminenses}} {{livro digitalizado|Contos fluminenses|Contos fluminenses.djvu}} (1870) * {{livro digitalizado|Histórias da meia-noite|Historias da meia noite.djvu}} (1873) {{Som}} * {{livro digitalizado|Papéis avulsos|Papeis avulsos.djvu}} (1882) * {{livro digitalizado|Histórias sem data|Historias sem data.djvu‎}} (1884) {{Som}} * {{livro digitalizado|Várias Histórias (Machado de Assis)|Várias histórias.djvu|Várias histórias}} (1896) {{Som}} * {{livro digitalizado|Páginas Recolhidas|Paginas recolhidas.djvu}} (1899) * {{livro digitalizado|Relíquias de Casa Velha|Reliquias de Casa Velha.djvu}} (1906) ; Contos avulsos {{ver artigo principal|Anexo:Contos de Machado de Assis por ordem alfabética}} {{dhr|0.5em}} {{Div col}} *[[Casa Velha]] {{Som}} *[[A melhor das noivas]] *[[Casada e Viúva]] *[[Ayres e Vergueiro]] *[[Quem conta um conto]] *[[Um homem superior]] *[[Nem uma nem outra]] *[[Onze anos depois]] *[[História de uma fita azul]] *[[To be or not to be]] *[[Conversão de um avaro]] *[[Dívida Extinta]] *[[A carteira]] *[[Uma carta]] *[[Curta história]] *[[Pobre Finoca!]] *[[Valério]] *[[Uma partida]] *[[Uma loureira]] *[[Uma águia sem asas]] *[[Um sonho e outro sonho]] *[[História comum]] {{Div col fim}} == Crítica literária == <div style="columns: 400px auto;"> *[[A Crítica Teatral - José de Alencar: Mãe]] - 1860 *[[A Nova Geração]] - 1879 *[[Alberto de Oliveira: Meridionais]] - 1884 *[[Alvares de Azevedo: Lira dos Vinte Anos]] - *[[Carlos Jansen: Contos Seletos das Mil e Uma Noites]] - 1882 *[[Castro Alves: Resposta a carta de José de Alencar]] - 1868 *[[Cenas da vida amazônica, de José Veríssimo]] - 1899 *[[Crítica variada - Diário do RJ]] - 1862 *[[Discursos na Academia Brasileira de Letras]] - 1897 *[[Dois folhetins. Suplício de uma mulher]] - 1865 *[[Eduardo Prado]] - 1901 *[[Enéias Galvão: Miragens]] - 1885 *[[Eça de Queirós: Carta a Henrique Chaves]] - 1900 *[[Eça de Queirós: O primo Basilio]] - 1878 *[[Fagundes Varela: Cantos e Fantasias]] - 1866 *[[Fagundes Varela: Carta a J. Tomás da Porciúncula]] - 1875 *[[Francisco de Castro: Harmonias Errantes]] - 1878 *[[Garrett]] - 1899 *[[Henriqueta Renan]] - 1896) *[[Homem de Mello e B. Pinheiro – A Constituinte perante a História e Sombras e Luz]] - 1863 *[[Idéias Sobre o Teatro]] - 1859 *[[J.M. de Macedo: O Culto do Dever]] - 1866 *[[Joaquim de Nabuco: Pensées Détachées et Souvenirs]] - 1906 *[[José de Alencar: Iracema]] - 1866 *[[José de Alencar: O Guarani]] - 1887 *[[Junqueira Freire: Inspirações do Claustro]] - 1866 *[[L.L. Fernandes Pinheiro Júnior: Tipos e Quadros]] - 1886 *[[Lúcio Mendonça: Névoas Matutinas]] *[[Magalhães de Azeredo: Horas Sagradas e Versos]] - 1902 *[[Magalhães de Azeredo: Procelárias]] - 1898 *[[Notícia da Atual Literatura Brasileira - Instinto de Nacionalidade]] - 1873 *[[O Ideal do Crítico]] - 1865 *[[O Passado, O Presente, e o Futuro da Literatura]] - 1858 *[[Oliveira Lima: Secretário d'el-rei]] - 1904 *[[O Teatro de Gonçalves de Magalhães]] *[[O Teatro de Joaquim Manuel de Macedo]] *[[O Teatro de José de Alencar]] *[[O Teatro Nacional]] - 1866 *[[Pareceres - Conservatório Dramático]] - 1862 - 1864 *[[Peregrinação pela província de S. Paulo, por A. E. Zaluar]] - 1863 *[[Porto Alegre: Colombo]] - 1866 *[[Propósito]] - 1866 *[[Raimundo Correia: Sinfonias]] - 1882 *[[Revelações, de A. E. Zaluar]] - 1863 *[[Revista dos teatros]] - 1859 *[[Revista Dramática]] - 1860 *[[Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa|''Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa''. por Guilherme Malta.]] - 1872 </div> == Crônicas == *[[Canção de Piratas]] *[[Crônica da Abolição]] *[[Crônica dos Burros]] {{Som}} *[[Bons Dias! (20-21 de maio de 1888)]] == Poesia == ;Livros de poesias * {{Exportar|Chrysalidas (1864)}} {{livro digitalizado|Crisálidas|Chrysalidas.pdf}} (1864) * {{Exportar|Falenas}} {{livro digitalizado|Falenas|Phalenas.pdf‎}} (1870) * {{Exportar|Americanas}} {{livro digitalizado|Americanas|Americanas.pdf}} (1875) * {{Exportar|Occidentaes}} {{livro digitalizado|Occidentaes|Poesias Completas (Machado de Assis).pdf|Ocidentais}} (1901) * {{livro digitalizado|Poesias Completas (Machado de Assis)|Poesias Completas (Machado de Assis).pdf}} (1901) ;Poesias avulsas <div style="columns: 400px auto;"> * [[A Augusta]] * [[A Cólera do Império]] * [[A Derradeira Injúria]] * [[A Francisca]] * [[A Francisco Pinheiro Guimarães]] * [[A Guiomar]] * [[A Morte no Calvário]] * [[A mosca azul]] * [[A Palmeira]] * [[A um legista]] * [[A uma senhora que me pediu versos]] * [[Carolina]] * [[Cognac !]] * [[Condão]] * [[Coração Perdido]] * [[Círculo vicioso]] * [[Daqui, deste âmbito estreito]] * [[Daí à obra de Marta um pouco de Maria]] * [[Ela (Machado de Assis)|Ela]] {{Som}} * [[Entra cantando, entra cantando, Apolo!]] * [[Fascinação]] * [[Flor da mocidade]] * [[Hino Patriótico]] * [[Hynno Nacional]] * [[Horas vivas]] * [[Livros e flores]] * [[Menina e Moça (Machado de Assis)|Menina e moça]] * [[Minha Musa]] * [[Minha Mãe (Machado de Assis)|Minha Mãe]] * [[Naquele eterno azul, onde Coema]] * [[No alto]] * [[No Álbum do Sr. Quintela]] * [[O Casamento do Diabo]] * [[O dilúvio]] * [[O Sofá]] * [[Os dois horizontes]] * [[Prólogo do Intermezzo|Prólogo do ''Intermezzo'']] * [[Reflexo]] * [[Relíquia Íntima]] * ''[[Refus]]'' * [[Soneto Circular]] * [[Soneto de natal]] * [[Stella]] * [[Suave Mari Magno]] * [[Teu Canto]] * [[Um Anjo]] * [[Uma criatura]] * [[Uma Flor? – Uma Lágrima]] * [[Vai-Te]] * [[Vísio]] * [[À Memória do Ator Tasso]] * [[Álvares d'Azevedo]] * [[Ícaro]] </div> == Romance == {{Lista de documentos início}} {{documento|título=[[Ressurreição (Machado de Assis)|Ressurreição]]|galeria=Resurreição (sic) - romance.djvu|data=1872}} {{documento|título=A mão e a luva|galeria=A mão e a luva.pdf|data=1874|notas={{som}}}} {{documento|título=Helena|galeria=Helena.djvu|data=1876|notas={{som}}}} {{documento|título=Iaiá Garcia|galeria=Yayá Garcia.djvu|data=1878}} {{documento|título=Memórias Póstumas de Brás Cubas|galeria=Memórias Pósthumas de Braz Cubas.djvu|data=1881}} {{documento|título=Casa Velha|data=1885|notas={{som}}}} {{documento|título=Quincas Borba|galeria=Quincas Borba.pdf|data=1891}} {{documento|título=Dom Casmurro|galeria=Dom Casmurro.djvu|data=1899}} {{documento|título=Esaú e Jacó|galeria=Esaú e Jacob.djvu|data=1904|notas={{som}}}} {{documento|título=Memorial de Aires|galeria=Memorial de Ayres.djvu|data=1908}} {{Lista de documentos final}} == Teatro == {{Lista de documentos início}} {{documento|título=Carta a Quintino Bocaiúva|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{documento|título=Desencantos|galeria=Desencantos - phantasia dramatica.djvu|notas={{Som}}}} {{documento|título=Lição de Botânica|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{documento|título=Não consultes médico|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{documento|título=O Caminho da Porta|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{documento|título=O Protocolo|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{documento|título=Quase Ministro|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{documento|título=Tu, só tu, puro amor|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}} {{Lista de documentos final}} == Traduções == * {{Exportar|Os Trabalhadores do Mar}} {{livro digitalizado|Os Trabalhadores do Mar|Os trabalhadores do mar.djvu}} (de [[Autor:Victor Hugo|Victor Hugo]]), 1866 * {{Exportar|O Corvo (tradução de Machado de Assis)}} [[O Corvo (tradução de Machado de Assis)|O Corvo]] (de [[Autor:Edgar Allan Poe|Edgar Allan Poe]]) {{Som}} * [[Dante (Machado de Assis)|Dante]], tradução do Canto XXV do Purgatorio de {{a|Dante Alighieri}} * [[Oliver Twist]] (tradução incompleta). Rio de Janeiro, RJ: Jornal da Tarde. 1870 * {{Exportar|Queda que as mulheres têm para os tolos}} [[Queda que as mulheres têm para os tolos]], Rio de Janeiro, RJ: Marmota. 1861. Tradução do francês, de original desconhecido. * [[Bagatela]], Rio de Janeiro, RJ: Marmota, 1859. Tradução da versão francesa, "Bagatelle", por Alfred Delvau. * [[Como elas são todas]]. (segundo Galante de Sousa, trata-se da tradução do Francês, da comédia em 1 ato de {{a|Alfred de Musset}}) * [[Suplício de uma mulher]], Rio de Janeiro, RJ: W. M. Jackson. 1937. Tradução do original francês, do drama de {{a|Émile de Girardin}} e {{a|Alexandre Dumas Filho}}. * [[Os descontentes]], 1876 * As bodas de Joaninha.<ref name="Coutinho">Coutinho, em sua Bibliografia de Machado de Assis, dá essa tradução como perdida.</ref> * O barbeiro de Sevilha. Tradução do Francês, de Le barbier de Seville.<ref name="Coutinho"/> * O anjo da meia noite, 1866<ref name="Coutinho"/> * Montjoye, comédia em 5 atos e 6 quadros por Octave Feuillet. 1864<ref name="Coutinho"/> * A família Benoiton; comédia em cinco atos de Victoriano Sardou. 1867<ref name="Coutinho"/> * [[Higiene para uso dos mestre-escolas pelo doutor Gallard]], Rio de Janeiro, RJ: Tipografia Cinco de Março. 1873. Tradução de "Notions d'higyène à l'usage des instituteurs primaires. Quatre conférences faites à la Sorbonne en 1867 par le Dr. T. Gallard". == Sobre o autor == * [[Ultimas conferencias e discursos (1924)/Machado de Assis]] de {{a|Olavo Bilac}} * [[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]], de {{a|Helen Caldwell}} * {{Link DBB|Joaquim Maria Machado de Assis}} ==Ver também== * [[Anexo:Inéditos/Machado de Assis em junho de 2016|Inéditos descobertos em junho de 2016]] * [[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]] publicadas pela Revista do Brasil em 1917. == Referências == * [[Autor:Sacramento Blake|BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento]]. [[Diccionario Bibliographico Brazileiro/Joaquim Maria Machado de Assis|Joaquim Maria Machado de Assis]]. In: _____. ''[[Diccionario Bibliographico Brazileiro]]'' v. 4. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. [[Galeria:Diccionario Bibliographico Brazileiro v2.pdf|v. 2]]. p.&nbsp;195-198. ==Notas== {{reflist}} {{Brasil DP-Autor|morte=1908}} {{autores}} {{controle de autoridade}} [[Categoria:Machado de Assis| ]] [[Categoria:Autores cariocas]] [[Categoria:Membros da Academia Brasileira de Letras]] ifdvnpylxw1tzb9dfhato5qz1am1vw9 Carta de Machado de Assis a Quintino Bocaiuva (I) 0 31255 551018 298820 2026-04-21T00:39:39Z Trooper57 24584 551018 wikitext text/x-wiki <pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=25 to=27 fromsection=carta tosection=carta header=1 notas="Moutinho e Eleutério a datam como escrita entre dezembro de 1862 e março de 1863." /> ==Referências== * {{Citar livro|autor=MOUTINHO, Irene; ELEUTÉRIO, Sílvia (Orgs.)|titulo=Correspondência de Machado de Assis|volume=tomo I, 1860-1869|local=Rio de Janeiro|editora=Academia Brasileira de Letras|ano=2008|página=19|url=http://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&id=219794|acessodata=2014-11-21}} [[Categoria:Teatro (Machado de Assis)]] [[Categoria:Correspondências de Machado de Assis]] [[Categoria:Correspondências endereçadas a Quintino Bocaiuva]] f4pkv4zwtv9dyg2xn2wefu9za1piw49 O Caminho da Porta 0 31262 551021 488602 2026-04-21T00:50:49Z Trooper57 24584 551021 wikitext text/x-wiki <pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=33 to=83 header=1/> [[Categoria:Machado de Assis]] [[Categoria:Teatro brasileiro]] b7tufv65tzm7f4lwon0x8v96rt4odbu Tu, só tu, puro amor 0 31557 551016 298726 2026-04-21T00:25:42Z Trooper57 24584 551016 wikitext text/x-wiki <pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=233 to=281 header=1 /> [[Categoria:Machado de Assis]] [[Categoria:Páginas Recolhidas]] [[Categoria:Teatro brasileiro]] a7ar87914wkdknaxxjbebwyh34rin9q Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/234 106 148862 551012 373925 2026-04-21T00:06:31Z Trooper57 24584 551012 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Phe-bot" /></noinclude>==Pesonagens== *CAMÕES *ANTÔNIO DE LIMA *CAMINHA *D. MANUEL DE PORTUGAL *D. CATARINA DE ATAÍDE *D. FRANCISCA DE ARAGÃO<noinclude></noinclude> ab8rips0few71mh0cn7g4s0dqrxtv5n Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/235 106 148863 551011 373926 2026-04-21T00:04:44Z Trooper57 24584 /* Revista */ 551011 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>O desfecho dos amores palacianos de Camões e de D. Catharina de Athayde é o objeto da comedia, desfecho que deu logar á subsequente aventura de Africa, e mais tarde á partida para a India, donde o poeta devia regressar um dia com a imortalidade nas mãos. Não pretendi fazer um quadro da côrte de D. João III, nem sei se o permitiam as proporções minimas do escrito e a urjencia da ocazião.<ref> A peça foi escrita para as festas organizadas no Rio de Janeiro, pelo Gabinete Portuguez de Leitura, no tricentenario de Camões e reprezentada no teatro de D. Pedro II, em 10 de Junho de 1880. Imprimiu-se a primeira vez na ''Revista Brazileira'' (1 de Julho de 1880) e a segunda em cem exemplares numerados e assinados pelo autor (edição Lombaerts, Rio de Janeiro, MDCCCLXXXI).</ref> Busquei, sim, haver-me de maneira que o poeta fosse contemporaneo de seus amores, não lhe dando feições epicas e, por assim dizer, postumas. Na primeira impressão escrevi uma nota, que reproduzi na segunda, acrecentando-lhe alguma couza explicativa. Como na cena primeira se trata da anedota que motivou o epigrama de Camões ao duque de Aveiro, disse eu ali que, posto se lhe não possa fixar data, uzára desta por me parecer um<noinclude>{{smallrefs}} {{d|13.}}</noinclude> bo9u16qnb19puz3odsoh27tod1xc3tq Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/236 106 148864 551013 373927 2026-04-21T00:10:28Z Trooper57 24584 /* Revista */ 551013 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{rh|226|{{sc|teatro}}|borda_inferior=1}}</noinclude>curiozo rasgo de costumes. E aduzi: «Engana-se, creio eu, o Sr. Theophilo Braga, quando afirma que ella só podia ter ocorrido depois do regresso de Camões a Lisboa, alegando para fundamentar essa opinião, que o titulo de duque de Aveiro foi creado em 1557. Digo que se engana o ilustre escritor, porque eu encontro o duque de Aveiro cinco anos antes, em 1552, indo receber, na qualidade de embaixador, a princeza D. Joanna, noiva do principe D. João (Veja {{sc|Mem. e}} Doc., annexos aos {{sc|Anaes de D. João iii}}, pags. 440 e 441); e, se Camões só em 1553 partiu para a India, não é impossivel que o epigrama e o ¦cazo que lhe deu orijem fossem anteriores.» Temos ambos razão, o Sr. Theophilo Braga e eu. Com efeito, o ducado de Aveiro só foi creado formalmente em 1557, mas o agraciado uzava o titulo desde muito antes, por mercê de D. João III; é o que confirma a propria carta réjia de 30 de Agosto daquelle anno, textualmente inserta na {{sc|Hist. Geneal.}} de {{sc|D. Antonio Caetano De Souza}}, que cita em abono da assersão o testemunho de {{sc|ANDRADE}}, na {{sc|Cronica d’El-rei D. João iii}}. Naquella mesma obra se lê (liv. IV, cap. V) que em 1551, na trasladação dos ossos d’el-rei D. Manoel estivera prezente o duque de Aveiro. Não é, pois, impossivel que a anedota ocorresse antes da primeira auzencia de Camões. {{nop}}<noinclude></noinclude> hd3cch9ilfx0jxurm9m49muobou2oux Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/237 106 148865 551014 373928 2026-04-21T00:13:14Z Trooper57 24584 551014 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Phe-bot" /></noinclude>{{C|{{xx-larger|'''TU SÓ, TU PURO AMOR...'''}}}} {{C|COMEDIA}} {{dhr}} {{rule|10em}} {{dhr}} {{c|{{fine|Sala do paço}}}} ==CENA I== CAMINHA, D. MANUEL DE PORTUGAL (Caminha vem do fundo, da esquerda; vai a entrar pela porta da direita, quando lhe sai Manoel de Portugal, a rir). CAMINHA - Alegre vindes, senhor D. Manuel de Portugal. Disse-vos El-rei alguma coisa graciosa, de certo... D. MANUEL - Não; não foi El-rei. Adivinhai o que seria, se é que o não sabeis já. CAMINHA - Que foi? D. MANUEL - Sabeis o caso da galinha do duque de Aveiro? CAMINHA - Não.<noinclude> <references/></noinclude> sj301bfudvn8acghi4cwky0hm9vrtju Teatro (Machado de Assis)/Advertencia 0 150185 551017 297282 2026-04-21T00:27:01Z Trooper57 24584 551017 wikitext text/x-wiki <pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=17 to=23 fromsection=advertencia tosection=advertencia header=1 /> [[Categoria:Teatro (Machado de Assis)| ]] [[Categoria:Mário de Alencar]] [[Categoria:Texto rubricado pelo autor em 1909]] eugfrv64k78ep3o4zbtexb8gxd403ly Resposta de Quintino Bocaiuva à carta de Machado de Assis (I) 0 164504 551019 297288 2026-04-21T00:42:41Z Trooper57 24584 551019 wikitext text/x-wiki <pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=28 to=31 fromsection=carta tosection=carta header=1 notas="Moutinho e Eleutério a datam como escrita entre dezembro de 1862 e março de 1863. " /> ==Referências== * {{Citar livro|autor=MOUTINHO, Irene; ELEUTÉRIO, Sílvia (Orgs.)|titulo=Correspondência de Machado de Assis|volume=tomo I, 1860-1869|local=Rio de Janeiro|editora=Academia Brasileira de Letras|ano=2008|página=19|url=http://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&id=219794|acessodata=2014-11-21}} [[Categoria:Teatro (Machado de Assis)]] [[Categoria:Correspondências de Quintino Bocaiuva]] [[Categoria:Correspondências endereçadas a Machado de Assis]] bf9o4i8igg40ivru6hiq8c5600kxat7 Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/381 106 176404 551015 374084 2026-04-21T00:24:22Z Trooper57 24584 /* Validada */ 551015 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="4" user="Trooper57" /></noinclude>{{ch|{{serifa|{{x-larger|'''INDICE'''}}}}}} {{dhr}} {{linha horizontal|3em}} {{dhr|3}} {{Tabela|nodots|página={{x-smaller|Pajos.}}}} {{Tabela |título=[[Teatro (Machado de Assis)/Advertencia|{{sc|Advertencia}}]] |página={{pl|7|10}} }}{{Tabela |título=[[Carta de Machado de Assis a Quintino Bocaiuva (I)|Carta a Quintino Bocayuva]] |página={{pl|15|10}} }}{{Tabela |título=[[Resposta de Quintino Bocaiuva à carta de Machado de Assis (I)|Carta de Quintino Bocayuva]] |página={{pl|19|10}} }}{{Tabela |título=[[O Caminho da Porta|O Caminho da porta]] |página={{pl|23|10}} }}{{Tabela |título=[[O Protocolo|O protocolo]] |página={{pl|73|10}} }}{{Tabela |título=[[Quase Ministro|Quazi ministro]] |página={{pl|125|10}} }}{{Tabela |título=[[Os deuzes de cazaca]] |página={{pl|169|10}} }}{{Tabela |título=[[Tu, só tu, puro amor|Tu só, tu puro amor]] |página={{pl|223|10}} }}{{Tabela |título=[[Não consultes médico|Não consultes medico]] |página={{pl|273|10}} }}{{Tabela |título=[[Lição de Botânica|Lição de botanica]] |página={{pl|317|10}}}} {{NOP}}<noinclude>{{dhr|3}} {{rh||{{sc2|PARIS, TYP. H. GARNIER (BOUILLANT).}}|borda_superior=1}}</noinclude> etjb93z2g5cpkfvb9o2n1fzwrjsf8gk Predefinição:Progressos recentes 10 220893 551022 551000 2026-04-21T01:00:07Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 551022 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|5|0|1|2|1|91}} | [[Index:Diccionario da Lingoa Portugueza.pdf|Diccionario da Lingoa Portugueza]] |- | {{Barra de progresso|1|0|1|0|0|98}} | [[Index:Elucidario Madeirense, 1998, vol. 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Agora sim. 551009 wikitext text/x-wiki CAPÍTULO XXXIX # JOSEPH pois foi levado a Egypto, e Potiphar Eunucho de Pharaó, Capitão dos da guarda, varaõ Egypcio, comprou o da maõ dos Ismaelitas, que o avião levado lá. # E JEHOVAH era com Joseph, de maneira que foi varaõ prosperado; e estava na casa de seu senhor Egypcio. # Vendo pois seu senhor, que JEHOVAH era com elle, e tudo o que fazia, JEHOVAH prosperava em sua maõ: # Achou Joseph graça em seus olhos, e servia o ; e elle o pôs sobre sua casa, e entregou em sua mao, tudo o que tinha. # E aconteceo que desde que o pusera sobre sua casa, e sobre tudo o que tinha, JEHOVAH abençoou a casa do Egypcio por amor de Joseph; e a benção de JEHOVAH foi sobre tudo o que tinha, na casa e no campo. # E deixou tudo o que tinha, na maõ de Joseph, de maneira que sabia de nada com elle, mais que do paõ que comia; e Joseph era formoso de parecer, e formoso de vista. # E aconteceo despois destas cousas, que a mulher de seu senhor pós seus olhos em Joseph, e disse: Deita te comigo. # Porem elle o refusou, e disse á mulher de seu senhor: Eis que meu senhor naõ sabe comigo do que ha em casa; e entregou em minha maõ tudo o que tem. # Ninguém ha mayor que eu nesta casa, e nenhuã cousa me vedou, senaõ a ty, porquanto tu es sua mulher: Como pois eu faria este tamanho mal, que pecaria contra Deus? # E aconteceo que, fallando ella cada dia a Joseph, e elle lhe naõ dando ouvidos, para deitarse com ella, e estar com ella: # Sucedeo a hum certo dia, que veyo á casa para fazer seu serviço; e naõ avia ninguém dos da casa ali em casa; # E ella lhe pegou de seu vestido, dizendo: Deita te comigo; e elle deixou seu vestido na maõ della, e fugio e sahio se fora. # E aconteceo que, vendo ella que deixara seu vestido em sua maõ, e fugira para fora; # Chamou a os homens de sua casa, e fallou lhes, dizendo: Vede, trouxe nos a o varaõ Hebreo, para escarnecer de nos; entrou a my, para deitarse comigo, e eu gritei com grande voz. # E aconteceo que, ouvindo elle que eu levantava minha voz, e gritava, deixou seu vestido comigo, e fugio, e sahio se fora. # E ella pos seu vestido perto de si, até que seu senhor veyo a sua casa. # Entaõ fallou lhe conforme ás mesmas palavras, dizendo: Veyo a my o servo Hebreo, que nos trouxeste, para escarnecer de my. # E aconteceo que, levantando eu minha voz, e gritando, elle deixou seu vestido comigo, e fugio para fora. # E aconteceo que, ouvindo seu senhor as palavras de sua mulher que fallava lhe, dizendo: Conforme a estas mesmas palavras me fez teu servo; sua ira se acendeo. # E o senhor de Joseph o tomou, e o entregou na casa do cárcere, no lugar aonde os presos del Rey estavao presos; assi esteve ali na casa do cárcere. # Porem JEHOVAH era com Joseph, e estendeo sobre elle sua misericórdia, e deu lhe graça nos olhos do Mayoral da casa do cárcere. # E o Mayoral da casa do cárcere entregou na maõ de Joseph todos os presos, que estavaõ na casa do cárcere, e elle fazia tudo o que se fazia ali. # E o Mayoral da casa do cárcere naõ teve cuidado de nenhuã cousa, que estava na maõ delle; porquanto JEHOVAH era com elle, e tudo o que fazia, JEHOVAH prosperava. kbjo5tzllgrz1r1ar69j7uzu8hnf972 Hino do município de São José da Bela Vista 0 253060 551006 2026-04-20T13:07:10Z ~2026-24113-74 42702 A l entra 551006 wikitext text/x-wiki São José da Bela vista Foi meu passado a nossa paródia São José E criando meus momentos de Glória O São José da Bela vista Nossa nossa cidade paulista São José que encanta Nessa nesse lugar ó São José da Bela vista toda Oh minha cidade querida pode ser pequena mas não pode ser grande o São José da Bela vista você é tão querida porque por que é tão pequena mas não pode ser grande demais o São José da Bela vista você me encanta com a sua Bela vista na nossa cidade pequenina que cresce por muito tempo São José da Bela vista você é uma cidade pequena Posso dizer que não é nada ó São José da Bela vista você só me explica o que é São José da Bela vista você me explica na sua estrada uma cidade tão bem pequenina você me explica uma região de São Paulo o solo Paulista a nossa cidade cresceu tanto na vizinha São José da Bela vista por enquanto um momento viveu São José da Bela vista cidade mesorregião São José da Bela vista cresceu tanto e virou uma cidade São José da Bela vista foi tão amada que virou o meu solo t6fcaxiqutap3ang5f41hyehitotns1 Hino do município de Miguelópolis 0 253061 551007 2026-04-20T14:53:55Z ~2026-24113-74 42702 O hino 551007 wikitext text/x-wiki Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem tudo que eu canto a tu não te expresso para você ó Miguelópolis você é minha vida inteira cidade gigante de tudo minha vida foi por você Miguelópolis Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem tudo que eu canto a tu não te expresso para você o Miguelópolis você é minha vida inteira cidade gigante de tudo minha vida foi por você Miguelópolis cidade muita querida ó minha vida vermelha vermelha e amarela foi minhas cores ó minha cidade colorida com suas praias bonitas com o Rio grande cantar em São Paulo cresceu a cidade de Miguelópolis Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem uma cidade querida foi porque eu quis a minha cidade amada foi por causa de você no Rio grande e eu te acolho eu tenho que você quer Miguelópolis Miguelópolis é o que eu quero Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem Miguelópolis Cidade querida Miguelópolis foi minha vida na nossa cidade de São Paulo ó Miguelópolis foi cidade no solo Paulista Miguelópolis 0cecjeg87ba50dmcjve0nvfdtwsr500 Hino do município de Neves Paulista 0 253062 551008 2026-04-20T14:59:40Z ~2026-24113-74 42702 A letra 551008 wikitext text/x-wiki Neves Paulista cidade do meu coração foi criada por nosso manto da região de Rio Preto e São Paulo veio uma cidade tão querida Neves Paulista Neves Paulista uma cidade gigante bora lá divertir é na minha vida cantada Neves Paulista muito grande uma minha cidade cresceu na nossa messorregiao quem São José do Rio Preto Ah disse que ficam por perto é muito próximo de você Bady Bassitt e o preto também você também chega perto de mim bora lá Neves Paulista é minha cidade bem Paulista 2hfs11ifl3aczdez7mi4852t4pq4i8b Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/33 106 253063 551020 2026-04-21T00:48:13Z Trooper57 24584 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: O CAMINHO DA PORTA COMEDIA EM UM ATO REPREZENTADA PELA PRIMEIRA VEZ NO ATENEU DRAMATICO EN SETEMBRO DE 1862 551020 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Trooper57" /></noinclude>O CAMINHO DA PORTA COMEDIA EM UM ATO REPREZENTADA PELA PRIMEIRA VEZ NO ATENEU DRAMATICO EN SETEMBRO DE 1862<noinclude></noinclude> 4wismdbiqe7x3w5ywvl4r8mol0tbjzj