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Autor:Machado de Assis
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{{Autor/v2
| InicialUltimoNome = A
| nome = Machado de Assis
| nome completo = Joaquim Maria Machado de Assis
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| nacionalidade = {{BRAn|o}}
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| Wikipedia = Machado de Assis
| Wikiquote = Machado de Assis
| MiscBio = Joaquim Maria Machado de Assis foi um escritor brasileiro. Considerado o melhor escritor brasileiro, não pertencendo a nenhuma escola literária (diz-se que seu estilo é puramente machadiano), escreveu obras memoráveis, como ''[[Memórias Póstumas de Brás Cubas]]'', ''[[Dom Casmurro]]'', ''[[Quincas Borba]]'' e vários livros de contos, entre eles, ''[[Papéis avulsos]]'', no qual se encontra uma das maiores obras-primas da literatura universal, o conto (ou novela) ''[[O Alienista]]'', que discute a loucura. Também escreveu poesia e foi um ativo crítico literário, além de ser um dos criadores da crônica no país. Foi o fundador da Academia Brasileira de Letras.
}}
{{TOC}}{{Audível}}
==Biografia==
* {{Exportar|D. Pedro II. (Esboço biographico)}} {{livro digitalizado|D. Pedro II. (Esboço biographico)|D Pedro II esboço biographico.pdf}} (1859) - autoria atribuída
== Contos ==
; Livros de contos
* {{Exportar|Contos fluminenses}} {{livro digitalizado|Contos fluminenses|Contos fluminenses.djvu}} (1870)
* {{livro digitalizado|Histórias da meia-noite|Historias da meia noite.djvu}} (1873) {{Som}}
* {{livro digitalizado|Papéis avulsos|Papeis avulsos.djvu}} (1882)
* {{livro digitalizado|Histórias sem data|Historias sem data.djvu}} (1884) {{Som}}
* {{livro digitalizado|Várias Histórias (Machado de Assis)|Várias histórias.djvu|Várias histórias}} (1896) {{Som}}
* {{livro digitalizado|Páginas Recolhidas|Paginas recolhidas.djvu}} (1899)
* {{livro digitalizado|Relíquias de Casa Velha|Reliquias de Casa Velha.djvu}} (1906)
; Contos avulsos
{{ver artigo principal|Anexo:Contos de Machado de Assis por ordem alfabética}}
{{dhr|0.5em}}
{{Div col}}
*[[Casa Velha]] {{Som}}
*[[A melhor das noivas]]
*[[Casada e Viúva]]
*[[Ayres e Vergueiro]]
*[[Quem conta um conto]]
*[[Um homem superior]]
*[[Nem uma nem outra]]
*[[Onze anos depois]]
*[[História de uma fita azul]]
*[[To be or not to be]]
*[[Conversão de um avaro]]
*[[Dívida Extinta]]
*[[A carteira]]
*[[Uma carta]]
*[[Curta história]]
*[[Pobre Finoca!]]
*[[Valério]]
*[[Uma partida]]
*[[Uma loureira]]
*[[Uma águia sem asas]]
*[[Um sonho e outro sonho]]
*[[História comum]]
{{Div col fim}}
== Crítica literária ==
<div style="columns: 400px auto;">
*[[A Crítica Teatral - José de Alencar: Mãe]] - 1860
*[[A Nova Geração]] - 1879
*[[Alberto de Oliveira: Meridionais]] - 1884
*[[Alvares de Azevedo: Lira dos Vinte Anos]] -
*[[Carlos Jansen: Contos Seletos das Mil e Uma Noites]] - 1882
*[[Castro Alves: Resposta a carta de José de Alencar]] - 1868
*[[Cenas da vida amazônica, de José Veríssimo]] - 1899
*[[Crítica variada - Diário do RJ]] - 1862
*[[Discursos na Academia Brasileira de Letras]] - 1897
*[[Dois folhetins. Suplício de uma mulher]] - 1865
*[[Eduardo Prado]] - 1901
*[[Enéias Galvão: Miragens]] - 1885
*[[Eça de Queirós: Carta a Henrique Chaves]] - 1900
*[[Eça de Queirós: O primo Basilio]] - 1878
*[[Fagundes Varela: Cantos e Fantasias]] - 1866
*[[Fagundes Varela: Carta a J. Tomás da Porciúncula]] - 1875
*[[Francisco de Castro: Harmonias Errantes]] - 1878
*[[Garrett]] - 1899
*[[Henriqueta Renan]] - 1896)
*[[Homem de Mello e B. Pinheiro – A Constituinte perante a História e Sombras e Luz]] - 1863
*[[Idéias Sobre o Teatro]] - 1859
*[[J.M. de Macedo: O Culto do Dever]] - 1866
*[[Joaquim de Nabuco: Pensées Détachées et Souvenirs]] - 1906
*[[José de Alencar: Iracema]] - 1866
*[[José de Alencar: O Guarani]] - 1887
*[[Junqueira Freire: Inspirações do Claustro]] - 1866
*[[L.L. Fernandes Pinheiro Júnior: Tipos e Quadros]] - 1886
*[[Lúcio Mendonça: Névoas Matutinas]]
*[[Magalhães de Azeredo: Horas Sagradas e Versos]] - 1902
*[[Magalhães de Azeredo: Procelárias]] - 1898
*[[Notícia da Atual Literatura Brasileira - Instinto de Nacionalidade]] - 1873
*[[O Ideal do Crítico]] - 1865
*[[O Passado, O Presente, e o Futuro da Literatura]] - 1858
*[[Oliveira Lima: Secretário d'el-rei]] - 1904
*[[O Teatro de Gonçalves de Magalhães]]
*[[O Teatro de Joaquim Manuel de Macedo]]
*[[O Teatro de José de Alencar]]
*[[O Teatro Nacional]] - 1866
*[[Pareceres - Conservatório Dramático]] - 1862 - 1864
*[[Peregrinação pela província de S. Paulo, por A. E. Zaluar]] - 1863
*[[Porto Alegre: Colombo]] - 1866
*[[Propósito]] - 1866
*[[Raimundo Correia: Sinfonias]] - 1882
*[[Revelações, de A. E. Zaluar]] - 1863
*[[Revista dos teatros]] - 1859
*[[Revista Dramática]] - 1860
*[[Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa|''Un cuento endemoniado e La mujer misteriosa''. por Guilherme Malta.]] - 1872
</div>
== Crônicas ==
*[[Canção de Piratas]]
*[[Crônica da Abolição]]
*[[Crônica dos Burros]] {{Som}}
*[[Bons Dias! (20-21 de maio de 1888)]]
== Poesia ==
;Livros de poesias
* {{Exportar|Chrysalidas (1864)}} {{livro digitalizado|Crisálidas|Chrysalidas.pdf}} (1864)
* {{Exportar|Falenas}} {{livro digitalizado|Falenas|Phalenas.pdf}} (1870)
* {{Exportar|Americanas}} {{livro digitalizado|Americanas|Americanas.pdf}} (1875)
* {{Exportar|Occidentaes}} {{livro digitalizado|Occidentaes|Poesias Completas (Machado de Assis).pdf|Ocidentais}} (1901)
* {{livro digitalizado|Poesias Completas (Machado de Assis)|Poesias Completas (Machado de Assis).pdf}} (1901)
;Poesias avulsas
<div style="columns: 400px auto;">
* [[A Augusta]]
* [[A Cólera do Império]]
* [[A Derradeira Injúria]]
* [[A Francisca]]
* [[A Francisco Pinheiro Guimarães]]
* [[A Guiomar]]
* [[A Morte no Calvário]]
* [[A mosca azul]]
* [[A Palmeira]]
* [[A um legista]]
* [[A uma senhora que me pediu versos]]
* [[Carolina]]
* [[Cognac !]]
* [[Condão]]
* [[Coração Perdido]]
* [[Círculo vicioso]]
* [[Daqui, deste âmbito estreito]]
* [[Daí à obra de Marta um pouco de Maria]]
* [[Ela (Machado de Assis)|Ela]] {{Som}}
* [[Entra cantando, entra cantando, Apolo!]]
* [[Fascinação]]
* [[Flor da mocidade]]
* [[Hino Patriótico]]
* [[Hynno Nacional]]
* [[Horas vivas]]
* [[Livros e flores]]
* [[Menina e Moça (Machado de Assis)|Menina e moça]]
* [[Minha Musa]]
* [[Minha Mãe (Machado de Assis)|Minha Mãe]]
* [[Naquele eterno azul, onde Coema]]
* [[No alto]]
* [[No Álbum do Sr. Quintela]]
* [[O Casamento do Diabo]]
* [[O dilúvio]]
* [[O Sofá]]
* [[Os dois horizontes]]
* [[Prólogo do Intermezzo|Prólogo do ''Intermezzo'']]
* [[Reflexo]]
* [[Relíquia Íntima]]
* ''[[Refus]]''
* [[Soneto Circular]]
* [[Soneto de natal]]
* [[Stella]]
* [[Suave Mari Magno]]
* [[Teu Canto]]
* [[Um Anjo]]
* [[Uma criatura]]
* [[Uma Flor? – Uma Lágrima]]
* [[Vai-Te]]
* [[Vísio]]
* [[À Memória do Ator Tasso]]
* [[Álvares d'Azevedo]]
* [[Ícaro]]
</div>
== Romance ==
{{Lista de documentos início}}
{{documento|título=[[Ressurreição (Machado de Assis)|Ressurreição]]|galeria=Resurreição (sic) - romance.djvu|data=1872}}
{{documento|título=A mão e a luva|galeria=A mão e a luva.pdf|data=1874|notas={{som}}}}
{{documento|título=Helena|galeria=Helena.djvu|data=1876|notas={{som}}}}
{{documento|título=Iaiá Garcia|galeria=Yayá Garcia.djvu|data=1878}}
{{documento|título=Memórias Póstumas de Brás Cubas|galeria=Memórias Pósthumas de Braz Cubas.djvu|data=1881}}
{{documento|título=Casa Velha|data=1885|notas={{som}}}}
{{documento|título=Quincas Borba|galeria=Quincas Borba.pdf|data=1891}}
{{documento|título=Dom Casmurro|galeria=Dom Casmurro.djvu|data=1899}}
{{documento|título=Esaú e Jacó|galeria=Esaú e Jacob.djvu|data=1904|notas={{som}}}}
{{documento|título=Memorial de Aires|galeria=Memorial de Ayres.djvu|data=1908}}
{{Lista de documentos final}}
== Teatro ==
{{Lista de documentos início}}
{{documento|título=Carta a Quintino Bocaiúva|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{documento|título=Desencantos|galeria=Desencantos - phantasia dramatica.djvu|notas={{Som}}}}
{{documento|título=Lição de Botânica|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{documento|título=Não consultes médico|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{documento|título=O Caminho da Porta|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{documento|título=O Protocolo|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{documento|título=Quase Ministro|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{documento|título=Tu, só tu, puro amor|galeria=Machado de Assis - Teatro.djvu}}
{{Lista de documentos final}}
== Traduções ==
* {{Exportar|Os Trabalhadores do Mar}} {{livro digitalizado|Os Trabalhadores do Mar|Os trabalhadores do mar.djvu}} (de [[Autor:Victor Hugo|Victor Hugo]]), 1866
* {{Exportar|O Corvo (tradução de Machado de Assis)}} [[O Corvo (tradução de Machado de Assis)|O Corvo]] (de [[Autor:Edgar Allan Poe|Edgar Allan Poe]]) {{Som}}
* [[Dante (Machado de Assis)|Dante]], tradução do Canto XXV do Purgatorio de {{a|Dante Alighieri}}
* [[Oliver Twist]] (tradução incompleta). Rio de Janeiro, RJ: Jornal da Tarde. 1870
* {{Exportar|Queda que as mulheres têm para os tolos}} [[Queda que as mulheres têm para os tolos]], Rio de Janeiro, RJ: Marmota. 1861. Tradução do francês, de original desconhecido.
* [[Bagatela]], Rio de Janeiro, RJ: Marmota, 1859. Tradução da versão francesa, "Bagatelle", por Alfred Delvau.
* [[Como elas são todas]]. (segundo Galante de Sousa, trata-se da tradução do Francês, da comédia em 1 ato de {{a|Alfred de Musset}})
* [[Suplício de uma mulher]], Rio de Janeiro, RJ: W. M. Jackson. 1937. Tradução do original francês, do drama de {{a|Émile de Girardin}} e {{a|Alexandre Dumas Filho}}.
* [[Os descontentes]], 1876
* As bodas de Joaninha.<ref name="Coutinho">Coutinho, em sua Bibliografia de Machado de Assis, dá essa tradução como perdida.</ref>
* O barbeiro de Sevilha. Tradução do Francês, de Le barbier de Seville.<ref name="Coutinho"/>
* O anjo da meia noite, 1866<ref name="Coutinho"/>
* Montjoye, comédia em 5 atos e 6 quadros por Octave Feuillet. 1864<ref name="Coutinho"/>
* A família Benoiton; comédia em cinco atos de Victoriano Sardou. 1867<ref name="Coutinho"/>
* [[Higiene para uso dos mestre-escolas pelo doutor Gallard]], Rio de Janeiro, RJ: Tipografia Cinco de Março. 1873. Tradução de "Notions d'higyène à l'usage des instituteurs primaires. Quatre conférences faites à la Sorbonne en 1867 par le Dr. T. Gallard".
== Sobre o autor ==
* [[Ultimas conferencias e discursos (1924)/Machado de Assis]] de {{a|Olavo Bilac}}
* [[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]], de {{a|Helen Caldwell}}
* {{Link DBB|Joaquim Maria Machado de Assis}}
==Ver também==
* [[Anexo:Inéditos/Machado de Assis em junho de 2016|Inéditos descobertos em junho de 2016]]
* [[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]] publicadas pela Revista do Brasil em 1917.
== Referências ==
* [[Autor:Sacramento Blake|BLAKE, Augusto Victorino Alves Sacramento]]. [[Diccionario Bibliographico Brazileiro/Joaquim Maria Machado de Assis|Joaquim Maria Machado de Assis]]. In: _____. ''[[Diccionario Bibliographico Brazileiro]]'' v. 4. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1898. [[Galeria:Diccionario Bibliographico Brazileiro v2.pdf|v. 2]]. p. 195-198.
==Notas==
{{reflist}}
{{Brasil DP-Autor|morte=1908}}
{{autores}}
{{controle de autoridade}}
[[Categoria:Machado de Assis| ]]
[[Categoria:Autores cariocas]]
[[Categoria:Membros da Academia Brasileira de Letras]]
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Carta de Machado de Assis a Quintino Bocaiuva (I)
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<pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=25 to=27 fromsection=carta tosection=carta header=1 notas="Moutinho e Eleutério a datam como escrita entre dezembro de 1862 e março de 1863." />
==Referências==
* {{Citar livro|autor=MOUTINHO, Irene; ELEUTÉRIO, Sílvia (Orgs.)|titulo=Correspondência de Machado de Assis|volume=tomo I, 1860-1869|local=Rio de Janeiro|editora=Academia Brasileira de Letras|ano=2008|página=19|url=http://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&id=219794|acessodata=2014-11-21}}
[[Categoria:Teatro (Machado de Assis)]]
[[Categoria:Correspondências de Machado de Assis]]
[[Categoria:Correspondências endereçadas a Quintino Bocaiuva]]
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O Caminho da Porta
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[[Categoria:Machado de Assis]]
[[Categoria:Teatro brasileiro]]
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Tu, só tu, puro amor
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<noinclude><pagequality level="1" user="Phe-bot" /></noinclude>==Pesonagens==
*CAMÕES
*ANTÔNIO DE LIMA
*CAMINHA
*D. MANUEL DE PORTUGAL
*D. CATARINA DE ATAÍDE
*D. FRANCISCA DE ARAGÃO<noinclude></noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" /></noinclude>O desfecho dos amores palacianos de Camões e de D. Catharina de Athayde é o objeto da comedia, desfecho que deu logar á subsequente aventura de Africa, e mais tarde á partida para a India, donde o poeta devia regressar um dia com a imortalidade nas mãos. Não pretendi fazer um quadro da côrte de D. João III, nem sei se o permitiam as proporções minimas do escrito e a urjencia da ocazião.<ref> A peça foi escrita para as festas organizadas no Rio de
Janeiro, pelo Gabinete Portuguez de Leitura, no tricentenario de
Camões e reprezentada no teatro de D. Pedro II, em 10 de
Junho de 1880. Imprimiu-se a primeira vez na ''Revista Brazileira''
(1 de Julho de 1880) e a segunda em cem exemplares
numerados e assinados pelo autor (edição Lombaerts, Rio de
Janeiro, MDCCCLXXXI).</ref> Busquei, sim, haver-me de maneira que o poeta fosse contemporaneo de seus amores, não lhe dando feições epicas e, por assim dizer, postumas.
Na primeira impressão escrevi uma nota, que reproduzi na segunda, acrecentando-lhe alguma couza explicativa. Como na cena primeira se trata da anedota que motivou o epigrama de Camões ao duque de Aveiro, disse eu ali que, posto se lhe não possa fixar data, uzára desta por me parecer um<noinclude>{{smallrefs}}
{{d|13.}}</noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{rh|226|{{sc|teatro}}|borda_inferior=1}}</noinclude>curiozo rasgo de costumes. E aduzi: «Engana-se,
creio eu, o Sr. Theophilo Braga, quando afirma que
ella só podia ter ocorrido depois do regresso de
Camões a Lisboa, alegando para fundamentar essa
opinião, que o titulo de duque de Aveiro foi creado
em 1557. Digo que se engana o ilustre escritor,
porque eu encontro o duque de Aveiro cinco anos
antes, em 1552, indo receber, na qualidade de embaixador,
a princeza D. Joanna, noiva do principe
D. João (Veja {{sc|Mem. e}} Doc., annexos aos {{sc|Anaes de
D. João iii}}, pags. 440 e 441); e, se Camões só em 1553
partiu para a India, não é impossivel que o epigrama
e o ¦cazo que lhe deu orijem fossem anteriores.»
Temos ambos razão, o Sr. Theophilo Braga e eu.
Com efeito, o ducado de Aveiro só foi creado formalmente
em 1557, mas o agraciado uzava o titulo
desde muito antes, por mercê de D. João III; é o
que confirma a propria carta réjia de 30 de Agosto
daquelle anno, textualmente inserta na {{sc|Hist. Geneal.}}
de {{sc|D. Antonio Caetano De Souza}}, que cita em abono
da assersão o testemunho de {{sc|ANDRADE}}, na {{sc|Cronica d’El-rei D. João iii}}. Naquella mesma obra se lê
(liv. IV, cap. V) que em 1551, na trasladação dos
ossos d’el-rei D. Manoel estivera prezente o duque de
Aveiro. Não é, pois, impossivel que a anedota ocorresse
antes da primeira auzencia de Camões.
{{nop}}<noinclude></noinclude>
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="Phe-bot" /></noinclude>{{C|{{xx-larger|'''TU SÓ, TU PURO AMOR...'''}}}}
{{C|COMEDIA}}
{{dhr}}
{{rule|10em}}
{{dhr}}
{{c|{{fine|Sala do paço}}}}
==CENA I==
CAMINHA, D. MANUEL DE PORTUGAL
(Caminha vem do fundo, da esquerda; vai a entrar pela porta da direita, quando lhe sai Manoel de Portugal, a rir).
CAMINHA - Alegre vindes, senhor D. Manuel de Portugal. Disse-vos El-rei alguma coisa graciosa, de certo...
D. MANUEL - Não; não foi El-rei. Adivinhai o que seria, se é que o não sabeis já.
CAMINHA - Que foi?
D. MANUEL - Sabeis o caso da galinha do duque de Aveiro?
CAMINHA - Não.<noinclude>
<references/></noinclude>
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Teatro (Machado de Assis)/Advertencia
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[[Categoria:Teatro (Machado de Assis)| ]]
[[Categoria:Mário de Alencar]]
[[Categoria:Texto rubricado pelo autor em 1909]]
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Resposta de Quintino Bocaiuva à carta de Machado de Assis (I)
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text/x-wiki
<pages index="Machado de Assis - Teatro.djvu" from=28 to=31 fromsection=carta tosection=carta header=1 notas="Moutinho e Eleutério a datam como escrita entre dezembro de 1862 e março de 1863. " />
==Referências==
* {{Citar livro|autor=MOUTINHO, Irene; ELEUTÉRIO, Sílvia (Orgs.)|titulo=Correspondência de Machado de Assis|volume=tomo I, 1860-1869|local=Rio de Janeiro|editora=Academia Brasileira de Letras|ano=2008|página=19|url=http://www.literaturabrasileira.ufsc.br/documentos/?action=midias&id=219794|acessodata=2014-11-21}}
[[Categoria:Teatro (Machado de Assis)]]
[[Categoria:Correspondências de Quintino Bocaiuva]]
[[Categoria:Correspondências endereçadas a Machado de Assis]]
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|título=[[Quase Ministro|Quazi ministro]]
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|título=[[Os deuzes de cazaca]]
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João Ferreira de Almeida (1819)/Genesis/XXXIX
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Valterdes S Rodrigues
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O texto anterior não era da tradução de 1819. Agora sim.
551009
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text/x-wiki
CAPÍTULO XXXIX
# JOSEPH pois foi levado a Egypto, e Potiphar Eunucho de Pharaó, Capitão dos da guarda, varaõ Egypcio, comprou o da maõ dos Ismaelitas, que o avião levado lá.
# E JEHOVAH era com Joseph, de maneira que foi varaõ prosperado; e estava na casa de seu senhor Egypcio.
# Vendo pois seu senhor, que JEHOVAH era com elle, e tudo o que fazia, JEHOVAH prosperava em sua maõ:
# Achou Joseph graça em seus olhos, e servia o ; e elle o pôs sobre sua casa, e entregou em sua mao, tudo o que tinha.
# E aconteceo que desde que o pusera sobre sua casa, e sobre tudo o que tinha, JEHOVAH abençoou a casa do Egypcio por amor de Joseph; e a benção de JEHOVAH foi sobre tudo o que tinha, na casa e no campo.
# E deixou tudo o que tinha, na maõ de Joseph, de maneira que sabia de nada com elle, mais que do paõ que comia; e Joseph era formoso de parecer, e formoso de vista.
# E aconteceo despois destas cousas, que a mulher de seu senhor pós seus olhos em Joseph, e disse: Deita te comigo.
# Porem elle o refusou, e disse á mulher de seu senhor: Eis que meu senhor naõ sabe comigo do que ha em casa; e entregou em minha maõ tudo o que tem.
# Ninguém ha mayor que eu nesta casa, e nenhuã cousa me vedou, senaõ a ty, porquanto tu es sua mulher: Como pois eu faria este tamanho mal, que pecaria contra Deus?
# E aconteceo que, fallando ella cada dia a Joseph, e elle lhe naõ dando ouvidos, para deitarse com ella, e estar com ella:
# Sucedeo a hum certo dia, que veyo á casa para fazer seu serviço; e naõ avia ninguém dos da casa ali em casa;
# E ella lhe pegou de seu vestido, dizendo: Deita te comigo; e elle deixou seu vestido na maõ della, e fugio e sahio se fora.
# E aconteceo que, vendo ella que deixara seu vestido em sua maõ, e fugira para fora;
# Chamou a os homens de sua casa, e fallou lhes, dizendo: Vede, trouxe nos a o varaõ Hebreo, para escarnecer de nos; entrou a my, para deitarse comigo, e eu gritei com grande voz.
# E aconteceo que, ouvindo elle que eu levantava minha voz, e gritava, deixou seu vestido comigo, e fugio, e sahio se fora.
# E ella pos seu vestido perto de si, até que seu senhor veyo a sua casa.
# Entaõ fallou lhe conforme ás mesmas palavras, dizendo: Veyo a my o servo Hebreo, que nos trouxeste, para escarnecer de my.
# E aconteceo que, levantando eu minha voz, e gritando, elle deixou seu vestido comigo, e fugio para fora.
# E aconteceo que, ouvindo seu senhor as palavras de sua mulher que fallava lhe, dizendo: Conforme a estas mesmas palavras me fez teu servo; sua ira se acendeo.
# E o senhor de Joseph o tomou, e o entregou na casa do cárcere, no lugar aonde os presos del Rey estavao presos; assi esteve ali na casa do cárcere.
# Porem JEHOVAH era com Joseph, e estendeo sobre elle sua misericórdia, e deu lhe graça nos olhos do Mayoral da casa do cárcere.
# E o Mayoral da casa do cárcere entregou na maõ de Joseph todos os presos, que estavaõ na casa do cárcere, e elle fazia tudo o que se fazia ali.
# E o Mayoral da casa do cárcere naõ teve cuidado de nenhuã cousa, que estava na maõ delle; porquanto JEHOVAH era com elle, e tudo o que fazia, JEHOVAH prosperava.
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Hino do município de São José da Bela Vista
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551006
2026-04-20T13:07:10Z
~2026-24113-74
42702
A l entra
551006
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text/x-wiki
São José da Bela vista
Foi meu passado a nossa paródia São José
E criando meus momentos de Glória
O São José da Bela vista
Nossa nossa cidade paulista
São José que encanta
Nessa nesse lugar ó São José da Bela vista toda
Oh minha cidade querida pode ser pequena mas não pode ser grande o São José da Bela vista você é tão querida porque por que é tão pequena mas não pode ser grande demais o São José da Bela vista você me encanta com a sua Bela vista na nossa cidade pequenina que cresce por muito tempo São José da Bela vista você é uma cidade pequena
Posso dizer que não é nada ó São José da Bela vista você só me explica o que é São José da Bela vista você me explica na sua estrada uma cidade tão bem pequenina você me explica uma região de São Paulo o solo Paulista a nossa cidade cresceu tanto na vizinha
São José da Bela vista por enquanto um momento viveu São José da Bela vista cidade mesorregião São José da Bela vista cresceu tanto e virou uma cidade São José da Bela vista foi tão amada que virou o meu solo
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Hino do município de Miguelópolis
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2026-04-20T14:53:55Z
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O hino
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text/x-wiki
Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem tudo que eu canto a tu não te expresso para você ó Miguelópolis você é minha vida inteira cidade gigante de tudo minha vida foi por você
Miguelópolis
Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem tudo que eu canto a tu não te expresso para você o Miguelópolis você é minha vida inteira cidade gigante de tudo minha vida foi por você Miguelópolis
cidade muita querida ó minha vida vermelha vermelha e amarela foi minhas cores ó minha cidade colorida com suas praias bonitas com o Rio grande cantar em São Paulo cresceu a cidade de Miguelópolis
Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem uma cidade querida foi porque eu quis a minha cidade amada foi por causa de você no Rio grande e eu te acolho eu tenho que você quer Miguelópolis Miguelópolis é o que eu quero Miguelópolis minha terra meu pedacinho de xangô foi minha vida foi o que você tem Miguelópolis
Cidade querida Miguelópolis foi minha vida na nossa cidade de São Paulo ó Miguelópolis foi cidade no solo Paulista
Miguelópolis
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Hino do município de Neves Paulista
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A letra
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wikitext
text/x-wiki
Neves Paulista cidade do meu coração foi criada por nosso manto da região de Rio Preto e São Paulo veio uma cidade tão querida Neves Paulista Neves Paulista uma cidade gigante bora lá divertir é na minha vida cantada Neves Paulista muito grande uma minha cidade cresceu na nossa messorregiao quem São José do Rio Preto
Ah disse que ficam por perto é muito próximo de você Bady Bassitt e o preto também você também chega perto de mim bora lá Neves Paulista é minha cidade bem Paulista
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Página:Machado de Assis - Teatro.djvu/33
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: O CAMINHO DA PORTA COMEDIA EM UM ATO REPREZENTADA PELA PRIMEIRA VEZ NO ATENEU DRAMATICO EN SETEMBRO DE 1862
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<noinclude><pagequality level="1" user="Trooper57" /></noinclude>O CAMINHO DA PORTA
COMEDIA EM UM ATO
REPREZENTADA PELA PRIMEIRA VEZ NO ATENEU DRAMATICO
EN SETEMBRO DE 1862<noinclude></noinclude>
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