Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.24 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Hino do município de Almirante Tamandaré 0 8446 551220 76030 2026-04-24T21:30:47Z ~2026-25105-54 42734 551220 wikitext text/x-wiki {{hino |letra por=Harley Clóvis Stocchero |obra=Hino do município de [[w:Almirante Tamandaré|Almirante Tamandaré]] |Música por=Paulo Rodrigo Tosin |notas=Instituído pela [[Lei Municipal de Almirante Tamandaré 246 de 1993]]. }} <poem> No teu céu, que é tão belo e azul, brilha sempre o Cruzeiro do Sul; quando Deus, ao compor o Universo, fez aqui o seu mais belo verso; e ao pintar, também, a natureza, pôs mais cor no pincel, com certeza... Nas tuas matas, no morro ou restinga, nasce, cresce e dá mel bracatinga, que, aliada à extração mineral sua lenha vai produzir cal, desta terra maior produção que é exportada por toda Nação. ''Estribilho'' Almirante Tamandaré o teu povo tem força e tem fé, conservando,na sua tradição, Nossa Mãe, Virgem da Conceição. Da união do minério e o trabalho por igual produzimos calcário; tendo aqui sempre boa produção nosso milho, a batata e o feijão; também forte é em nossa lavoura o repolho, o tomate e a cenoura... O Tingüi nos levou o amor que preserva o riacho e a flor; Gralha Azul nos plantou o pinheiro, que cresceu para o céu altaneiro; e os gorjeios de nosso sabiá têm beleza que em outros não há!... Nesta terra abençoada e feliz vive um povo que ora e prediz a grandeza de Tamandaré no valor do trabalho e da fé. ''(Repete o estribilho 2 vezes para o final)'' </poem> [[Categoria:Hinos do Paraná|Almirante Tamandare]] dn2oeoqyiikz8d90mcybaixzr3krpca Marília de Dirceu/II/VIII 0 28556 551216 72763 2026-04-24T18:56:13Z ~2026-25193-54 42731 551216 wikitext text/x-wiki {{navegar |obra=[[Marília de Dirceu]] |autor=Tomás Antônio Gonzaga |seção=Parte II , Lira VIII |anterior=[[Marília de Dirceu/II/VII|Parte II : Lira VII]] |posterior=[[Marília de Dirceu/II/IX|Parte II : Lira IX]] |notas= }} <poem> Eu vejo, ó minha Bela, aquele Nume A quem o nome deram de Fortuna; Pega-me pelo braço, E com voz importuna Me diz que mova o passo; Que entre no grande Templo, em que se encerra Quanto o destino manda, Que ela obre sobre a terra. Que coisas portentosas nele encontro! Eu vejo a pobre fundação de Roma; Vejo-a queimar Cartago; Vejo que as gentes doma; E vejo o seu estrago. Lá floresce o poder do Assírio Povo; Aqui os Medos crescem, E os perde um braço novo. Então me diz a Deusa: "E que pretendes? "Todas estas medalhas ver agora? "Ah! não, não sejas louco! "Espaço de anos fora "Para isso ainda pouco; "Deixa estranhos sucessos, vem comigo; "Verás quanto inda deve "Acontecer contigo." Levou-me aonde estava a minha história, Que toda me explicou com modo, e arte. "Tirei-te libras de ouro", Me diz, "e quero dar-te "Todo aquele tesouro. "Não suspira por bens um peito nobre? Severo lhe respondo, "Vivo afeito a ser pobre." Aqui me enruga a Deusa irada a testa, E fica sem falar um breve espaço. "Alegra, alegra o rosto", Prossegue, "ali te faço "Restituir o posto." Respondo em ar de mofa, e tom sereno: "Conheço-te, Fortuna, "Posso morrer pequeno." "Aqui te dou, me diz, a tua amada." Então me banho todo de alegria. "Cuidei, me torna a cega, "Que essa alma não queria "Nem esta mesma entrega." "É esse o bem, respondo, que me move, "Mas este bem é santo, "Vem só da mão de Jove." Queria mais falar; eu insofrido Desta maneira rompo os seus acentos: "Basta, Fortuna, basta, "Estes breves momentos "Lá noutras coisas gasta; "Da minha sorte nada mais contemplo." E, chamando Marília, Suspiro, e deixo o Templo. </poem> [[Categoria:Marília de Dirceu|Parte II , Lira 08]] pvec01uk9g5m9jzycgyyz6lji11kkb1 Wikisource:GUS2Wiki 4 217577 551212 550986 2026-04-24T12:13:13Z Alexis Jazz 29519 Updating gadget usage statistics from [[Special:GadgetUsage]] ([[phab:T121049]]) 551212 wikitext text/x-wiki {{#ifexist:Project:GUS2Wiki/top|{{/top}}|This page provides a historical record of [[Special:GadgetUsage]] through its page history. To get the data in CSV format, see wikitext. To customize this message or add categories, create [[/top]].}} Os seguintes dados estão na cache e foram atualizados pela última vez a 2026-04-22T09:04:59Z. {{PLURAL:5000|Está disponível na cache um máximo de um resultado|Estão disponíveis na cache um máximo de 5000 resultados}}. {| class="sortable wikitable" ! 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Fr. Gaspar de S. Bernardino, ''Itinerario da India''.</ref>). Indo-ingl. ''abada'' (obsol.). A origem do vocábulo é ambígua. Apontam-se dois étimos: o arabe ''ābida'', «animal silvestre, bêsta ruiva» ; e o malaio ''bādaq'', (''q'' quási inperceptível), «rinoceronte». O último tem mais probabilidades em seu favor. Não consta que o termo fôsse conhecido em Portugal antes do século XVI, e os nossos antigos escritores dão a palavra como malaia ou indiana, e consignam tambêm a forma ''bada'' <ref>«Do Cabo das correntes trazem muytos a Moçambique assi delles (tigres) como de outros animais grandes e dalli vem cornos que querem egualar com os de '''Abada''' de Malaca». P. Mondaio (1569), ''in'' Bol. S. G. L., 4.ª sér., p. 547. «Rhenocerontes ou '''Badas'''». João de Lucena, ''Historia da Vida do Padre Francisco de Xavier'', liv. x, cap. 18.</ref>. Duarte Barbosa e João de Barros empregam outro termo indiano, ''ganda'', era lugar de ''abada''. <ref>«Ele mandou hũa ''Ganda'' ha ElRey noso Sõr». Duarte Barbosa, ''Livro'', ed. da Academia das Sciências, p. 263. «Hũa alimaria... cõ hum corno que tem direito sobre o nariz de comprimento de dous palmos, grosso na raiz e agudo na ponta; á qual os naturaes de Cambaya, donde aquella veyo chamão ''Ganda'': e os Gregos, e Latinos Rhinoceres». João de Barros, Déc. II, {{sc|x}}, 1. </ref> O nome próprio de rinoceronte em árabe-persa é ''karkaddan''. '''[[:d:Lexeme:L1483941|Abafado]]''' (subst.: «estufado»); ''bafado'' nos crioulos). Conc. ''bāphád''. — {{Uso|Beng.}} ''bāphādú''. Cf. ''temperado''. '''[[:d:Lexeme:L1483942|Abano]]''' (port. ant. e indo-port. ''avano'', «ventarola, leque» <ref>«Com grandes '''avanos''' de pauão redondos, que o vinhão auanando». Gaspar Correia, ''Lendas da India'', i, p. 171. «Com um leque ou '''abano''' de ouro na mão». Lucena, ''op. cit.'', liv. {{sc|vii}}, cap 9.</ref>). Sing. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> 0fawxt1nuf2dp2w67euy0kte62ylsw6 Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/102 106 250228 551219 544968 2026-04-24T19:33:05Z Anacastrosalgado 41047 551219 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" />{{rh||AIA AJOELHAR|{{sc|5}}}}</noinclude>''august'', como ''oktubar'' ou ''okṭobar''). | - Sing, ''agôstu''. - Mal. ''agôstu'', ''agústu''. Tet., Gal. ''agôstu''. Em Goa (bem como em Timor) adopta-se a nomenclatura portu-guesa; fora de Goa (Canará, Sa- português de Goa emprega-se daia vantvadi, Malvane) e em outros idiomas, a inglesa. Os meses india-nos são lunares; não incidem com os europeus. Alguns dos nomes malaios, como ''júlu'', ''mársu'', denunciam claramente a proveniência portuguesa; outros são ambíguos ou de procedência diferente, como ''jun'', ''octuber''. Em singalês, ''mártu, júni, júli'', veem evidentemente do holandés, ''Maart, Junnij, Julij''. Os nomes dos outros meses podem ser holandeses ou ingleses. '''Agradecer'''. Mal. ''agradecer'' (Haex). Tet., Gal. ''agradéci''. '''Água benta'''. Conc. ''āg-bént'', ''āl-mét'' (mais us.) - {{Uso|Beng.}} ''ag-bent''. - Mal. ''agnabenta'' (Haex). Nos crioulos indo-portugueses ''água'' contrai-se em ''águ'' ou ''ag'', e ''bento'' em ''bent''. Em ''almét'', ''l'' por ''g'', e ''m'' por ''b'', com absorção da nasal seguinte. Os gentios designam a sua água sagrada por tirth, gangá, gangodak. Os cristãos poderiam dizer ''pavitr udak'' como se diz ''bé saráni'' («água nazarena, cristã, sagrada») em teto. '''[[:d:Lexeme:L447386|Aia]]''' («ama sêca»). Cone. Mar., Guj., Hindust., Sing. ''āyá'' - Or Beng., Ass. ''āiyá''. - Tel. ''āyá''. - Tul. ''áya''. - Indo-ingl. ''ayah''. Khas. ''aiah''. - Mal. ''áya''<ref>«Ao outro dia pela manhã cedo a '''aya''' que tinha cuydado della, a foi bus- car ao lugar.» Fernão Pinto, ''Peregrina-ções'', cap. CXCIC.</ref>. Simonet achava notável semelhança entre aia (vasconço ''zaya'') e o árabe-persa ''dāya'', «ama, parteira». No portugês de Goa emprega-se ''daia'' no sentido de «parteira»; tambêm se usa em teto. A adopção de ''aia'' deve atribuir- -se a não haver vocábulo corres- pondente, simples e corrente<ref>''Ayál'' em tamul é termo vernáculo; significa «mãe, ama, avó materna».</ref>. Ajoelhar (forma arcaica ageo- lhar). Mal. ingeolar (Haex), injiolar. O étimo de ''ingiolar'' é evidentemente ''engeolhar'', que, se não é outra formação portuguesa antiga, deve ter sido derivado pelos crioulos de ''em geolhos'', desde o século XVI<ref>«Poz-se '''em giolhos''' com as mãos levantadas». João de Barros, Déc. II, x, 3.</ref>. O crioulo malaio moderno tem ''injubel'', ''injubel'', «em joelhos, ajoelhar»; o de Singapura: ''injilhá'', «ajoelhar»; o de Ceilão: ''injoelho, injirelho, injerejo, injirejo'' (adv.), «em joelhos, ajoelhado; o de Damão: ''injoelh'', em joelhos, ajoelhado»; o de Bombaim: ''injrell'', «em joelhos» (''pusá injerelh,'' «ajoelhar»); o de Macau: ''dizelo'', «de joelhos»<ref>Cf. ''impé'' (estar em pé), ''impedo, im-''</ref>. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> 00tjjp81az5ihq7t2p7b2prkwmfvhjx Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/103 106 250266 551214 542823 2026-04-24T18:45:05Z Anacastrosalgado 41047 551214 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{center| ALBACORA}} O bengali tem ''injurel, enjil'', «joelho», usado pelos cristãos. ''En- jil deon'' «ajoelhar». '''Ajudante'''. Conc. ''ājudánt'' (us. restrit.). Mal. ''ajudán''. [[:d:Lexeme:L561195|Ajudar]]. Conc. ''ajudár-karunk'' (especialmente ajudar à missa). Term. vern. ''ādhár dirunk, hát di- runk''. Tet., Gal. ''aidúda''. Em teto e galóli não há o fonema ''j''; por isso o ''j'' português é substi- tuído por ''d'': ''kreda'' = igreja, ''duiz'' = juiz, ''kaidú'' = caju. '''Alar'''. L.-Hindust. ālá. Us. na forma imperativa. '''Alâmpada''' (da igreja). Beng. ''ālamp'' (usado entre os cristãos). Vid. ''lāmpada''. '''Alavanca'''. Conc. ''lavang''. ''Lavan- gám pārayô ulaunk'', dizer palavras altissonantes, aparentar negócios importantes. -Sing. ''alavǎngura''. -Tam. ''alavángu''. Mal. ''alaban- ka, albanka''. Gal. ''lavanka''<ref>«Enxadas, '''alavancas''', picões, game- las, cestos, pauiolas». Gaspar Correia, III, p. 619.</ref>. Em concani o vocábulo sómente se emprega para denotar grande alavanca. A pequena ou o pé de ca- bra denomina-se vernáculamente pāray. '''Albacora''' («espécie de peixe»). Indo-ingl. ''albacore''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Cõ seu anzolo pera tomar os pei-xes, a que os mareantes chamão '''Albecó- ras''', q' são do tamanho e feição do Atũ». João de Barros, Déc. III, 1.</ref>. '''Alcatifa'''. Conc. ''ālkātíph''. Term. vers. tirāsi, satrangí. Mal. ''alcatifa'' (Haex). Tet. ''alkatifu, lakatifa''. - Gal. ''alkatifa''. O vocábulo português é de ori- gem arábica, ''al-qatif''<ref>«Aqui (Dio) trazem da India muy- tas alcatifas grossas». Duarte Barbosa, p.275. «O chão todo alcatifado com '''alcatifas''' grandes.» Bocarro, Déc. XIII, p. 390.</ref>. '''Alcatrão'''. Conc. ''álkātráme'' (p. us.). Term. vern. ''kil'', ''dāmar'' ou ''dāmbar''. Beng. ''[https://en.wiktionary.org/wiki/%E0%A6%86%E0%A6%B2%E0%A6%95%E0%A6%BE%E0%A6%A4%E0%A6%B0%E0%A6%BE ālkātrá]''. Gar. ''alkatra''<ref>«Mandando por sobre as paredes, muitos barris '''d'alcatrão'''». Diogo do Cou- to, Déc. VI, 111, 10.</ref>. O étimo da palavra portuguesa é o árabe ''al-qatrān''; mas o bengali recebeu o vocábulo imediatamente do português e transmitiu-o ao garó, assim porque o não possuem outras línguas, mais influenciadas pelo árabe, como por ter o artigo, que as palavras de procedência imediata não conservam, como, por exemplo, ''jeb'', de ''al-jeb''= algibeira. Cf. ''arrátel''. '''Alcatraz''' (zool.). Indo-ingl. ''alba- tross.''- Indo-frane. ''albatros''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Este dia pella manhãa vimos '''alca- trazes''' e garjaos, que he o sinal maes aprouado pera sermos perto de terra». D. João de Castro, ''Roteiro de Lisboa a Goa'', p. 227.</ref>. pido (estando em pé), no português de Ceilão; impé, no de Cochim; empido, no de Macau. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> pqi2yxfly7htudfv3ph1zhglila0kbp 551215 551214 2026-04-24T18:55:39Z Anacastrosalgado 41047 551215 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{center| ALBACORA}} O bengali tem ''injurel, enjil'', «joelho», usado pelos cristãos. ''En- jil deon'' «ajoelhar». '''Ajudante'''. Conc. ''ājudánt'' (us. restrit.). Mal. ''ajudán''. [[:d:Lexeme:L561195|Ajudar]]. Conc. ''ajudár-karunk'' (especialmente ajudar à missa). Term. vern. ''ādhár dirunk, hát di- runk''. Tet., Gal. ''aidúda''. Em teto e galóli não há o fonema ''j''; por isso o ''j'' português é substi- tuído por ''d'': ''kreda'' = igreja, ''duiz'' = juiz, ''kaidú'' = caju. '''Alar'''. L.-Hindust. ālá. Us. na forma imperativa. '''Alâmpada''' (da igreja). {{Uso|Beng.}} ''ālamp'' (usado entre os cristãos). Vid. ''lāmpada''. '''Alavanca'''. Conc. ''lavang''. ''Lavan- gám pārayô ulaunk'', dizer palavras altissonantes, aparentar negócios importantes. -Sing. ''alavǎngura''. -Tam. ''alavángu''. Mal. ''alaban- ka, albanka''. Gal. ''lavanka''<ref>«Enxadas, '''alavancas''', picões, game- las, cestos, pauiolas». Gaspar Correia, III, p. 619.</ref>. Em concani o vocábulo sómente se emprega para denotar grande alavanca. A pequena ou o pé de ca- bra denomina-se vernáculamente pāray. '''Albacora''' («espécie de peixe»). Indo-ingl. ''albacore''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Cõ seu anzolo pera tomar os pei-xes, a que os mareantes chamão '''Albecó- ras''', q' são do tamanho e feição do Atũ». João de Barros, Déc. III, 1.</ref>. '''Alcatifa'''. Conc. ''ālkātíph''. Term. vers. tirāsi, satrangí. Mal. ''alcatifa'' (Haex). Tet. ''alkatifu, lakatifa''. - Gal. ''alkatifa''. O vocábulo português é de ori- gem arábica, ''al-qatif''<ref>«Aqui (Dio) trazem da India muy- tas alcatifas grossas». Duarte Barbosa, p.275. «O chão todo alcatifado com '''alcatifas''' grandes.» Bocarro, Déc. XIII, p. 390.</ref>. '''Alcatrão'''. Conc. ''álkātráme'' (p. us.). Term. vern. ''kil'', ''dāmar'' ou ''dāmbar''. {{Uso|Beng.}} ''[https://en.wiktionary.org/wiki/%E0%A6%86%E0%A6%B2%E0%A6%95%E0%A6%BE%E0%A6%A4%E0%A6%B0%E0%A6%BE ālkātrá]''. Gar. ''alkatra''<ref>«Mandando por sobre as paredes, muitos barris '''d'alcatrão'''». Diogo do Cou- to, Déc. VI, 111, 10.</ref>. O étimo da palavra portuguesa é o árabe ''al-qatrān''; mas o bengali recebeu o vocábulo imediatamente do português e transmitiu-o ao garó, assim porque o não possuem outras línguas, mais influenciadas pelo árabe, como por ter o artigo, que as palavras de procedência imediata não conservam, como, por exemplo, ''jeb'', de ''al-jeb''= algibeira. Cf. ''arrátel''. '''Alcatraz''' (zool.). Indo-ingl. ''alba- tross.''- Indo-frane. ''albatros''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Este dia pella manhãa vimos '''alca- trazes''' e garjaos, que he o sinal maes aprouado pera sermos perto de terra». D. João de Castro, ''Roteiro de Lisboa a Goa'', p. 227.</ref>. pido (estando em pé), no português de Ceilão; impé, no de Cochim; empido, no de Macau. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> 9wpnnpdu42dawwrb2j2qjgxyg3jtee7 551217 551215 2026-04-24T19:00:26Z Anacastrosalgado 41047 551217 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{center| ALBACORA}} O bengali tem ''injurel, enjil'', «joelho», usado pelos cristãos. ''En- jil deon'' «ajoelhar». '''Ajudante'''. Conc. ''ājudánt'' (us. restrit.). Mal. ''ajudán''. [[:d:Lexeme:L561195|Ajudar]]. Conc. ''ajudár-karunk'' (especialmente ajudar à missa). Term. vern. ''ādhár dirunk, hát di- runk''. Tet., Gal. ''aidúda''. Em teto e galóli não há o fonema ''j''; por isso o ''j'' português é substi- tuído por ''d'': ''kreda'' = igreja, ''duiz'' = juiz, ''kaidú'' = caju. '''Alar'''. L.-Hindust. ālá. Us. na forma imperativa. '''Alâmpada''' (da igreja). {{Uso|Beng.}} ''ālamp'' (usado entre os cristãos). Vid. ''lāmpada''. '''Alavanca'''. Conc. ''lavang''. ''Lavan- gám pārayô ulaunk'', dizer palavras altissonantes, aparentar negócios importantes. -Sing. ''alavǎngura''. -Tam. ''alavángu''. Mal. ''alaban- ka, albanka''. Gal. ''lavanka''<ref>«Enxadas, '''alavancas''', picões, game- las, cestos, pauiolas». Gaspar Correia, III, p. 619.</ref>. Em concani o vocábulo sómente se emprega para denotar grande alavanca. A pequena ou o pé de ca- bra denomina-se vernáculamente pāray. '''Albacora''' («espécie de peixe»). Indo-ingl. ''albacore''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Cõ seu anzolo pera tomar os pei-xes, a que os mareantes chamão '''Albecó- ras''', q' são do tamanho e feição do Atũ». João de Barros, Déc. III, 1.</ref>. '''Alcatifa'''. Conc. ''ālkātíph''. Term. vers. tirāsi, satrangí. Mal. ''alcatifa'' (Haex). Tet. ''alkatifu, lakatifa''. - Gal. ''alkatifa''. O vocábulo português é de ori- gem arábica, ''al-qatif''<ref>«Aqui (Dio) trazem da India muy- tas alcatifas grossas». Duarte Barbosa, p.275. «O chão todo alcatifado com '''alcatifas''' grandes.» Bocarro, Déc. XIII, p. 390.</ref>. '''[https://www.wikidata.org/wiki/Lexeme:L1563665 Alcatrão]'''. Conc. ''álkātráme'' (p. us.). Term. vern. ''kil'', ''dāmar'' ou ''dāmbar''. {{Uso|Beng.}} ''[https://en.wiktionary.org/wiki/%E0%A6%86%E0%A6%B2%E0%A6%95%E0%A6%BE%E0%A6%A4%E0%A6%B0%E0%A6%BE ālkātrá]''. Gar. ''alkatra''<ref>«Mandando por sobre as paredes, muitos barris '''d'alcatrão'''». Diogo do Cou- to, Déc. VI, 111, 10.</ref>. O étimo da palavra portuguesa é o árabe ''al-qatrān''; mas o bengali recebeu o vocábulo imediatamente do português e transmitiu-o ao garó, assim porque o não possuem outras línguas, mais influenciadas pelo árabe, como por ter o artigo, que as palavras de procedência imediata não conservam, como, por exemplo, ''jeb'', de ''al-jeb''= algibeira. Cf. ''arrátel''. '''Alcatraz''' (zool.). Indo-ingl. ''alba- tross.''- Indo-frane. ''albatros''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Este dia pella manhãa vimos '''alca- trazes''' e garjaos, que he o sinal maes aprouado pera sermos perto de terra». D. João de Castro, ''Roteiro de Lisboa a Goa'', p. 227.</ref>. pido (estando em pé), no português de Ceilão; impé, no de Cochim; empido, no de Macau. == Notas == <references /><noinclude></noinclude> crn5j9fjaq3wcc8l2xk5z1s5iey1xth Galeria:Manual do professor para incorporar a Wikipédia no ensino superior.pdf 104 253098 551213 2026-04-24T15:34:00Z Danielly Campos Dias 24920 testando como funciona a Wikisource na oficina da NOVA de Lisboa 551213 proofread-index text/x-wiki {{:MediaWiki:Proofreadpage_index_template |Type=book |Título=Manual do professor para incorporar a Wikipédia no ensino superior |Subtítulo= |Language=pt |Autor=Danielly Campos Dias Figueredo e Flávia Florentino Varella |Tradutor= |Editor= |Ilustrador= |Edição=1ª edição |Volume=2 |Editora=Edições SBTHH |Gráfica= |Local=Mariana, Minas Gerais |Ano=2023 |ISBN=978-85-69703-10-5 |Fonte= |Imagem= |Capa=1 |Progresso=C |Páginas=<pagelist 1="Capa" 2="Folha de rosto" 3="Ficha técnica e Índice" 4="Introdução" 5="Objetivos de aprendizagem" 6="Primeiros passos" 7="Estrutura de um artigo na Wikipédia" 8="Indicadores de qualidade" 9="Wikipédia na Universidade" 10to11="Planejamento prévio" 12to16="Sugestões de atividades" 17to19="Avaliação das atividades realizadas" 20="Recursos adicionais" 21="Referências" 22="Contracapa" /> |Tomos= |Volumes= |Notas= |Sumário=O "Manual do professor para incorporar a Wikipédia no ensino superior" é o segundo volume da Coleção Humanidades Digitais. 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