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Hino do município de Almirante Tamandaré
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|letra por=Harley Clóvis Stocchero
|obra=Hino do município de [[w:Almirante Tamandaré|Almirante Tamandaré]]
|Música por=Paulo Rodrigo Tosin
|notas=Instituído pela [[Lei Municipal de Almirante Tamandaré 246 de 1993]].
}}
<poem>
No teu céu, que é tão belo e azul,
brilha sempre o Cruzeiro do Sul;
quando Deus, ao compor o Universo,
fez aqui o seu mais belo verso;
e ao pintar, também, a natureza,
pôs mais cor no pincel, com certeza...
Nas tuas matas, no morro ou restinga,
nasce, cresce e dá mel bracatinga,
que, aliada à extração mineral
sua lenha vai produzir cal,
desta terra maior produção
que é exportada por toda Nação.
''Estribilho''
Almirante Tamandaré
o teu povo tem força e tem fé,
conservando,na sua tradição,
Nossa Mãe, Virgem da Conceição.
Da união do minério e o trabalho
por igual produzimos calcário;
tendo aqui sempre boa produção
nosso milho, a batata e o feijão;
também forte é em nossa lavoura
o repolho, o tomate e a cenoura...
O Tingüi nos levou o amor
que preserva o riacho e a flor;
Gralha Azul nos plantou o pinheiro,
que cresceu para o céu altaneiro;
e os gorjeios de nosso sabiá
têm beleza que em outros não há!...
Nesta terra abençoada e feliz
vive um povo que ora e prediz
a grandeza de Tamandaré
no valor do trabalho e da fé.
''(Repete o estribilho 2 vezes para o final)''
</poem>
[[Categoria:Hinos do Paraná|Almirante Tamandare]]
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Marília de Dirceu/II/VIII
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|obra=[[Marília de Dirceu]]
|autor=Tomás Antônio Gonzaga
|seção=Parte II , Lira VIII
|anterior=[[Marília de Dirceu/II/VII|Parte II : Lira VII]]
|posterior=[[Marília de Dirceu/II/IX|Parte II : Lira IX]]
|notas=
}}
<poem>
Eu vejo, ó minha Bela, aquele Nume
A quem o nome deram de Fortuna;
Pega-me pelo braço,
E com voz importuna
Me diz que mova o passo;
Que entre no grande Templo, em que se encerra
Quanto o destino manda,
Que ela obre sobre a terra.
Que coisas portentosas nele encontro!
Eu vejo a pobre fundação de Roma;
Vejo-a queimar Cartago;
Vejo que as gentes doma;
E vejo o seu estrago.
Lá floresce o poder do Assírio Povo;
Aqui os Medos crescem,
E os perde um braço novo.
Então me diz a Deusa: "E que pretendes?
"Todas estas medalhas ver agora?
"Ah! não, não sejas louco!
"Espaço de anos fora
"Para isso ainda pouco;
"Deixa estranhos sucessos, vem comigo;
"Verás quanto inda deve
"Acontecer contigo."
Levou-me aonde estava a minha história,
Que toda me explicou com modo, e arte.
"Tirei-te libras de ouro",
Me diz, "e quero dar-te
"Todo aquele tesouro.
"Não suspira por bens um peito nobre?
Severo lhe respondo,
"Vivo afeito a ser pobre."
Aqui me enruga a Deusa irada a testa,
E fica sem falar um breve espaço.
"Alegra, alegra o rosto",
Prossegue, "ali te faço
"Restituir o posto."
Respondo em ar de mofa, e tom sereno:
"Conheço-te, Fortuna,
"Posso morrer pequeno."
"Aqui te dou, me diz, a tua amada."
Então me banho todo de alegria.
"Cuidei, me torna a cega,
"Que essa alma não queria
"Nem esta mesma entrega."
"É esse o bem, respondo, que me move,
"Mas este bem é santo,
"Vem só da mão de Jove."
Queria mais falar; eu insofrido
Desta maneira rompo os seus acentos:
"Basta, Fortuna, basta,
"Estes breves momentos
"Lá noutras coisas gasta;
"Da minha sorte nada mais contemplo."
E, chamando Marília,
Suspiro, e deixo o Templo.
</poem>
[[Categoria:Marília de Dirceu|Parte II , Lira 08]]
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'''[[:d:Lexeme:L1483937|Abada]]''' (port. ant.: «rinoceronte, fêmea do rinoceronte» <ref>«Os Reynocerontes, que são as '''abadas»'''. Fr. Gaspar de S. Bernardino, ''Itinerario da India''.</ref>). Indo-ingl. ''abada'' (obsol.).
A origem do vocábulo é ambígua. Apontam-se dois étimos: o arabe ''ābida'', «animal silvestre, bêsta ruiva» ; e o malaio ''bādaq'', (''q'' quási inperceptível), «rinoceronte». O último tem mais probabilidades em seu favor. Não consta que o termo fôsse conhecido em Portugal antes do século XVI, e os nossos antigos escritores dão a palavra como malaia ou indiana, e consignam tambêm a forma ''bada'' <ref>«Do Cabo das correntes trazem muytos a Moçambique assi delles (tigres) como de outros animais grandes e dalli vem cornos que querem egualar com os de '''Abada''' de Malaca». P. Mondaio (1569), ''in'' Bol. S. G. L., 4.ª sér., p. 547.
«Rhenocerontes ou '''Badas'''». João de Lucena, ''Historia da Vida do Padre Francisco de Xavier'', liv. x, cap. 18.</ref>. Duarte Barbosa e João de Barros empregam outro termo indiano, ''ganda'', era lugar de ''abada''. <ref>«Ele mandou hũa ''Ganda'' ha ElRey noso Sõr». Duarte Barbosa, ''Livro'', ed. da Academia das Sciências, p. 263.
«Hũa alimaria... cõ hum corno que tem direito sobre o nariz de comprimento de dous palmos, grosso na raiz e agudo na ponta; á qual os naturaes de
Cambaya, donde aquella veyo chamão ''Ganda'': e os Gregos, e Latinos Rhinoceres». João de Barros, Déc. II, {{sc|x}}, 1.
</ref> O nome
próprio de rinoceronte em árabe-persa é ''karkaddan''.
'''[[:d:Lexeme:L1483941|Abafado]]''' (subst.: «estufado»); ''bafado'' nos crioulos). Conc. ''bāphád''. — {{Uso|Beng.}} ''bāphādú''. Cf. ''temperado''.
'''[[:d:Lexeme:L1483942|Abano]]''' (port. ant. e indo-port. ''avano'', «ventarola, leque» <ref>«Com grandes '''avanos''' de pauão redondos, que o vinhão auanando». Gaspar Correia, ''Lendas da India'', i, p. 171.
«Com um leque ou '''abano''' de ouro na mão». Lucena, ''op. cit.'', liv. {{sc|vii}}, cap 9.</ref>). Sing.
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/102
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<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" />{{rh||AIA AJOELHAR|{{sc|5}}}}</noinclude>''august'', como ''oktubar'' ou ''okṭobar''). |
- Sing, ''agôstu''. - Mal. ''agôstu'', ''agústu''.
Tet., Gal. ''agôstu''.
Em Goa (bem como em Timor) adopta-se a nomenclatura portu-guesa; fora de Goa (Canará, Sa- português de Goa emprega-se daia
vantvadi, Malvane) e em outros idiomas, a inglesa. Os meses india-nos são lunares; não incidem com
os europeus. Alguns dos nomes
malaios, como ''júlu'', ''mársu'', denunciam claramente a proveniência portuguesa; outros são ambíguos ou
de procedência diferente, como ''jun'',
''octuber''.
Em singalês, ''mártu, júni, júli'',
veem evidentemente do holandés,
''Maart, Junnij, Julij''. Os nomes
dos outros meses podem ser holandeses ou ingleses.
'''Agradecer'''. Mal. ''agradecer''
(Haex). Tet., Gal. ''agradéci''.
'''Água benta'''. Conc. ''āg-bént'', ''āl-mét'' (mais us.) - {{Uso|Beng.}} ''ag-bent''.
- Mal. ''agnabenta'' (Haex).
Nos crioulos indo-portugueses
''água'' contrai-se em ''águ'' ou ''ag'', e
''bento'' em ''bent''. Em ''almét'', ''l'' por ''g'',
e ''m'' por ''b'', com absorção da nasal
seguinte.
Os gentios designam a sua água
sagrada por tirth, gangá, gangodak. Os cristãos poderiam dizer ''pavitr udak'' como se diz ''bé saráni'' («água nazarena, cristã, sagrada») em teto.
'''[[:d:Lexeme:L447386|Aia]]''' («ama sêca»). Cone. Mar., Guj., Hindust., Sing. ''āyá'' - Or Beng., Ass. ''āiyá''. - Tel. ''āyá''. - Tul. ''áya''. - Indo-ingl. ''ayah''. Khas. ''aiah''. - Mal. ''áya''<ref>«Ao outro dia pela manhã cedo a
'''aya''' que tinha cuydado della, a foi bus-
car ao lugar.» Fernão Pinto, ''Peregrina-ções'', cap. CXCIC.</ref>.
Simonet achava notável semelhança entre aia (vasconço ''zaya'') e o árabe-persa ''dāya'', «ama, parteira». No portugês de Goa emprega-se ''daia'' no sentido de «parteira»; tambêm se usa em teto.
A adopção de ''aia'' deve atribuir-
-se a não haver vocábulo corres-
pondente, simples e corrente<ref>''Ayál'' em tamul é termo vernáculo;
significa «mãe, ama, avó materna».</ref>.
Ajoelhar (forma arcaica ageo-
lhar). Mal. ingeolar (Haex), injiolar.
O étimo de ''ingiolar'' é evidentemente ''engeolhar'', que, se não é outra formação portuguesa antiga,
deve ter sido derivado pelos crioulos de ''em geolhos'', desde o século
XVI<ref>«Poz-se '''em giolhos''' com as mãos levantadas». João de Barros, Déc. II, x, 3.</ref>. O crioulo malaio moderno
tem ''injubel'', ''injubel'', «em joelhos,
ajoelhar»; o de Singapura: ''injilhá'',
«ajoelhar»; o de Ceilão: ''injoelho,
injirelho, injerejo, injirejo'' (adv.),
«em joelhos, ajoelhado; o de Damão: ''injoelh'', em joelhos, ajoelhado»; o de Bombaim: ''injrell'',
«em joelhos» (''pusá injerelh,'' «ajoelhar»); o de Macau: ''dizelo'', «de
joelhos»<ref>Cf. ''impé'' (estar em pé), ''impedo, im-''</ref>.
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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Página:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf/103
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="MLReis" /></noinclude>{{center| ALBACORA}}
O bengali tem ''injurel, enjil'',
«joelho», usado pelos cristãos. ''En-
jil deon'' «ajoelhar».
'''Ajudante'''. Conc. ''ājudánt'' (us.
restrit.). Mal. ''ajudán''.
[[:d:Lexeme:L561195|Ajudar]]. Conc. ''ajudár-karunk''
(especialmente ajudar à missa).
Term. vern. ''ādhár dirunk, hát di-
runk''. Tet., Gal. ''aidúda''.
Em teto e galóli não há o fonema
''j''; por isso o ''j'' português é substi-
tuído por ''d'': ''kreda'' = igreja, ''duiz'' =
juiz, ''kaidú'' = caju.
'''Alar'''. L.-Hindust. ālá. Us. na forma imperativa.
'''Alâmpada''' (da igreja). Beng.
''ālamp'' (usado entre os cristãos).
Vid. ''lāmpada''.
'''Alavanca'''. Conc. ''lavang''. ''Lavan-
gám pārayô ulaunk'', dizer palavras
altissonantes, aparentar negócios
importantes. -Sing. ''alavǎngura''.
-Tam. ''alavángu''.
Mal. ''alaban-
ka, albanka''. Gal. ''lavanka''<ref>«Enxadas, '''alavancas''', picões, game-
las, cestos, pauiolas». Gaspar Correia,
III, p. 619.</ref>.
Em concani o vocábulo sómente
se emprega para denotar grande
alavanca. A pequena ou o pé de ca-
bra denomina-se vernáculamente
pāray.
'''Albacora''' («espécie de peixe»).
Indo-ingl. ''albacore''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Cõ seu anzolo pera tomar os pei-xes, a que os mareantes chamão '''Albecó-
ras''', q' são do tamanho e feição do Atũ».
João de Barros, Déc. III, 1.</ref>.
'''Alcatifa'''. Conc. ''ālkātíph''. Term.
vers. tirāsi, satrangí. Mal. ''alcatifa''
(Haex). Tet. ''alkatifu, lakatifa''.
- Gal. ''alkatifa''.
O vocábulo português é de ori-
gem arábica, ''al-qatif''<ref>«Aqui (Dio) trazem da India muy-
tas alcatifas grossas». Duarte Barbosa, p.275.
«O chão todo alcatifado com '''alcatifas'''
grandes.» Bocarro, Déc. XIII, p. 390.</ref>.
'''Alcatrão'''. Conc. ''álkātráme'' (p.
us.). Term. vern. ''kil'', ''dāmar'' ou
''dāmbar''. Beng. ''[https://en.wiktionary.org/wiki/%E0%A6%86%E0%A6%B2%E0%A6%95%E0%A6%BE%E0%A6%A4%E0%A6%B0%E0%A6%BE ālkātrá]''. Gar.
''alkatra''<ref>«Mandando por sobre as paredes,
muitos barris '''d'alcatrão'''». Diogo do Cou-
to, Déc. VI, 111, 10.</ref>.
O étimo da palavra portuguesa
é o árabe ''al-qatrān''; mas o bengali
recebeu o vocábulo imediatamente do português e transmitiu-o ao garó, assim porque o não possuem
outras línguas, mais influenciadas
pelo árabe, como por ter o artigo,
que as palavras de procedência
imediata não conservam, como, por
exemplo, ''jeb'', de ''al-jeb''= algibeira.
Cf. ''arrátel''.
'''Alcatraz''' (zool.). Indo-ingl. ''alba-
tross.''- Indo-frane. ''albatros''. Vid.
''Hobson-Jobson''<ref>«Este dia pella manhãa vimos '''alca-
trazes''' e garjaos, que he o sinal maes
aprouado pera sermos perto de terra».
D. João de Castro, ''Roteiro de Lisboa a Goa'', p. 227.</ref>.
pido (estando em pé), no português de
Ceilão; impé, no de Cochim; empido, no
de Macau.
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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O bengali tem ''injurel, enjil'',
«joelho», usado pelos cristãos. ''En-
jil deon'' «ajoelhar».
'''Ajudante'''. Conc. ''ājudánt'' (us.
restrit.). Mal. ''ajudán''.
[[:d:Lexeme:L561195|Ajudar]]. Conc. ''ajudár-karunk''
(especialmente ajudar à missa).
Term. vern. ''ādhár dirunk, hát di-
runk''. Tet., Gal. ''aidúda''.
Em teto e galóli não há o fonema
''j''; por isso o ''j'' português é substi-
tuído por ''d'': ''kreda'' = igreja, ''duiz'' =
juiz, ''kaidú'' = caju.
'''Alar'''. L.-Hindust. ālá. Us. na forma imperativa.
'''Alâmpada''' (da igreja). {{Uso|Beng.}}
''ālamp'' (usado entre os cristãos).
Vid. ''lāmpada''.
'''Alavanca'''. Conc. ''lavang''. ''Lavan-
gám pārayô ulaunk'', dizer palavras
altissonantes, aparentar negócios
importantes. -Sing. ''alavǎngura''.
-Tam. ''alavángu''.
Mal. ''alaban-
ka, albanka''. Gal. ''lavanka''<ref>«Enxadas, '''alavancas''', picões, game-
las, cestos, pauiolas». Gaspar Correia,
III, p. 619.</ref>.
Em concani o vocábulo sómente
se emprega para denotar grande
alavanca. A pequena ou o pé de ca-
bra denomina-se vernáculamente
pāray.
'''Albacora''' («espécie de peixe»).
Indo-ingl. ''albacore''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Cõ seu anzolo pera tomar os pei-xes, a que os mareantes chamão '''Albecó-
ras''', q' são do tamanho e feição do Atũ».
João de Barros, Déc. III, 1.</ref>.
'''Alcatifa'''. Conc. ''ālkātíph''. Term.
vers. tirāsi, satrangí. Mal. ''alcatifa''
(Haex). Tet. ''alkatifu, lakatifa''.
- Gal. ''alkatifa''.
O vocábulo português é de ori-
gem arábica, ''al-qatif''<ref>«Aqui (Dio) trazem da India muy-
tas alcatifas grossas». Duarte Barbosa, p.275.
«O chão todo alcatifado com '''alcatifas'''
grandes.» Bocarro, Déc. XIII, p. 390.</ref>.
'''Alcatrão'''. Conc. ''álkātráme'' (p.
us.). Term. vern. ''kil'', ''dāmar'' ou
''dāmbar''. {{Uso|Beng.}} ''[https://en.wiktionary.org/wiki/%E0%A6%86%E0%A6%B2%E0%A6%95%E0%A6%BE%E0%A6%A4%E0%A6%B0%E0%A6%BE ālkātrá]''. Gar.
''alkatra''<ref>«Mandando por sobre as paredes,
muitos barris '''d'alcatrão'''». Diogo do Cou-
to, Déc. VI, 111, 10.</ref>.
O étimo da palavra portuguesa
é o árabe ''al-qatrān''; mas o bengali
recebeu o vocábulo imediatamente do português e transmitiu-o ao garó, assim porque o não possuem
outras línguas, mais influenciadas
pelo árabe, como por ter o artigo,
que as palavras de procedência
imediata não conservam, como, por
exemplo, ''jeb'', de ''al-jeb''= algibeira.
Cf. ''arrátel''.
'''Alcatraz''' (zool.). Indo-ingl. ''alba-
tross.''- Indo-frane. ''albatros''. Vid.
''Hobson-Jobson''<ref>«Este dia pella manhãa vimos '''alca-
trazes''' e garjaos, que he o sinal maes
aprouado pera sermos perto de terra».
D. João de Castro, ''Roteiro de Lisboa a Goa'', p. 227.</ref>.
pido (estando em pé), no português de
Ceilão; impé, no de Cochim; empido, no
de Macau.
== Notas ==
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O bengali tem ''injurel, enjil'',
«joelho», usado pelos cristãos. ''En-
jil deon'' «ajoelhar».
'''Ajudante'''. Conc. ''ājudánt'' (us.
restrit.). Mal. ''ajudán''.
[[:d:Lexeme:L561195|Ajudar]]. Conc. ''ajudár-karunk''
(especialmente ajudar à missa).
Term. vern. ''ādhár dirunk, hát di-
runk''. Tet., Gal. ''aidúda''.
Em teto e galóli não há o fonema
''j''; por isso o ''j'' português é substi-
tuído por ''d'': ''kreda'' = igreja, ''duiz'' =
juiz, ''kaidú'' = caju.
'''Alar'''. L.-Hindust. ālá. Us. na forma imperativa.
'''Alâmpada''' (da igreja). {{Uso|Beng.}}
''ālamp'' (usado entre os cristãos).
Vid. ''lāmpada''.
'''Alavanca'''. Conc. ''lavang''. ''Lavan-
gám pārayô ulaunk'', dizer palavras
altissonantes, aparentar negócios
importantes. -Sing. ''alavǎngura''.
-Tam. ''alavángu''.
Mal. ''alaban-
ka, albanka''. Gal. ''lavanka''<ref>«Enxadas, '''alavancas''', picões, game-
las, cestos, pauiolas». Gaspar Correia,
III, p. 619.</ref>.
Em concani o vocábulo sómente
se emprega para denotar grande
alavanca. A pequena ou o pé de ca-
bra denomina-se vernáculamente
pāray.
'''Albacora''' («espécie de peixe»).
Indo-ingl. ''albacore''. Vid. ''Hobson-Jobson''<ref>«Cõ seu anzolo pera tomar os pei-xes, a que os mareantes chamão '''Albecó-
ras''', q' são do tamanho e feição do Atũ».
João de Barros, Déc. III, 1.</ref>.
'''Alcatifa'''. Conc. ''ālkātíph''. Term.
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(Haex). Tet. ''alkatifu, lakatifa''.
- Gal. ''alkatifa''.
O vocábulo português é de ori-
gem arábica, ''al-qatif''<ref>«Aqui (Dio) trazem da India muy-
tas alcatifas grossas». Duarte Barbosa, p.275.
«O chão todo alcatifado com '''alcatifas'''
grandes.» Bocarro, Déc. XIII, p. 390.</ref>.
'''[https://www.wikidata.org/wiki/Lexeme:L1563665 Alcatrão]'''. Conc. ''álkātráme'' (p.
us.). Term. vern. ''kil'', ''dāmar'' ou
''dāmbar''. {{Uso|Beng.}} ''[https://en.wiktionary.org/wiki/%E0%A6%86%E0%A6%B2%E0%A6%95%E0%A6%BE%E0%A6%A4%E0%A6%B0%E0%A6%BE ālkātrá]''. Gar.
''alkatra''<ref>«Mandando por sobre as paredes,
muitos barris '''d'alcatrão'''». Diogo do Cou-
to, Déc. VI, 111, 10.</ref>.
O étimo da palavra portuguesa
é o árabe ''al-qatrān''; mas o bengali
recebeu o vocábulo imediatamente do português e transmitiu-o ao garó, assim porque o não possuem
outras línguas, mais influenciadas
pelo árabe, como por ter o artigo,
que as palavras de procedência
imediata não conservam, como, por
exemplo, ''jeb'', de ''al-jeb''= algibeira.
Cf. ''arrátel''.
'''Alcatraz''' (zool.). Indo-ingl. ''alba-
tross.''- Indo-frane. ''albatros''. Vid.
''Hobson-Jobson''<ref>«Este dia pella manhãa vimos '''alca-
trazes''' e garjaos, que he o sinal maes
aprouado pera sermos perto de terra».
D. João de Castro, ''Roteiro de Lisboa a Goa'', p. 227.</ref>.
pido (estando em pé), no português de
Ceilão; impé, no de Cochim; empido, no
de Macau.
== Notas ==
<references /><noinclude></noinclude>
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Galeria:Manual do professor para incorporar a Wikipédia no ensino superior.pdf
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2026-04-24T15:34:00Z
Danielly Campos Dias
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|Autor=Danielly Campos Dias Figueredo e Flávia Florentino Varella
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|Sumário=O "Manual do professor para incorporar a Wikipédia no ensino superior" é o segundo volume da Coleção Humanidades Digitais. De autoria de Danielly Campos Dias Figueredo e Flávia Florentino Varella, o livro compila algumas boas práticas, dicas e sugestões que podem ser úteis para docentes na hora de utilizar a Wikipédia como uma ferramenta de ensino-aprendizagem na Universidade.
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