Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.26 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Autor:Rodolfo Teófilo 102 220038 551382 533572 2026-04-30T20:29:59Z Erick Soares3 19404 /* Obras */ 551382 wikitext text/x-wiki {{Autor/v2 | InicialUltimoNome = T | nome = Rodolfo Teófilo | nome completo = | nome nativo = | imagem = Rodolfo Teófilo.jpg | imagem_tamanho = | legenda = | nacionalidade = {{BRAn|o}} | data_nascimento = {{dni|6|5|1853|si}} | data_morte = {{morte|2|7|1932|20|7|1873}} | género = | período = | temas = | abl = | Wikipedia = Rodolfo Teófilo | Wikiquote = | MiscBio = '''Rodolfo Teófilo''' foi um escritor brasileiro de estética literária regional-naturalista, além de poeta, documentarista, contista, articulista e farmacêutico. }} ==Obras== * {{ano|1897}}: Maria Rita {{esl|1=https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8933}} * {{ano|1922}}: {{livro digitalizado|O Reino de Kiato|O Reino de Kiato.pdf}} {{Brasil DP-Autor|morte=1932}} {{autores}} {{controle de autoridade}} [[Categoria:Autores baianos]] 83w4d2dk2kqesh9w6njv4jveobiiuy9 Predefinição:Progressos recentes 10 220893 551379 551370 2026-04-30T12:00:08Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 551379 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|96|1|3|0}} | [[Index:A wikimedia no Brasil - o poder e os desafios do conhecimento livre.pdf|A Wikimedia no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|100|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Cinco.pdf|Ato Institucional Número Cinco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Dois (AI-2).pdf|Ato Institucional Número Dois]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Três (AI-3).pdf|Ato Institucional Número Três]] |- | {{Barra de progresso|0|0|38|48|14|0}} | [[Index:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|Fabulas de Narizinho]] |- | {{Barra de progresso|1|0|0|0|1|98}} | [[Index:Fabulas de Narizinho.pdf|Fabulas de Narizinho]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|3|97}} | [[Index:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado]] |- | {{Barra de progresso|16|0|0|0|0|84}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. 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O miliário de ''Magnencio'', que era um dos que esta... 551380 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>confirmar a observação por mim já feita, de que, neste alto, não estavam ''quatro'' miliários. Mas donde foram os outros? Como é que J. A. d'Almeida<ref>«Diccionario Abreviado», de J. A. d'Almeida.</ref>, Pinho Leal, (que o copiou) e o «Minho Pittoresco» vieram afirmar que «todos» tinham ido daquele monte? A meu ver, ''dois'' foram transportados, talvez, doutros sítios de Rubiães. O miliário de ''Magnencio'', que era um dos que estavam no alto de Cossourado, marca muito claramente XXXI (milhas) e outro miliário - XXXVI. Aqui temos, pois, uma distância, entre um e outro, de cinco milhas, isto é, 7.500 metros, que excede muito a que faz da ponte àquele alto: mais do dobro<ref>O «Itenerario» de Antonino marca 18 milhas ao rio Lima e 24 do Lima a Tuy.</ref>. Donde se infere que o último miliário não podia estar colocado naquele alto, mas muito mais para o norte, direcção Tuy, se estivesse averiguado que o de ''Magnencio'' foi retirado do ponto da ''via romana'', onde, realmente, marcava as XXXI milhas. A verdade, porém, é que a circunstância de estarem reunidos no monte da «Cividade» e dali serem conduzidas para o átrio da capela de S. Bartolomeu de Antas, não prova que a via passasse ''no alto do monte,'' pois a própria topografia local se opunha a isso. Devia passar na encosta leste, para vencer a Portela de S. Bento, ou atravessar a outra garganta, ao sul da «Cividade», para descer sobre o vale de Sapardos, tomando a vertente oeste do monte. Mas, desde que a via facilmente podia tomar a costa leste até à portela de S. Bento da Porta Aberta, com suave inclinação, menos distância e poucas curvas, a segunda hipótese não é aceitável. Para levar a estrada ao pináculo, seria indispensável desenvolvê-la em sucessivos lacetes, e desses ainda deveriam existir restos na encosta, porque nunca foi cultivada nem povoada; contudo, não há tais vestígios, nem tradição deles. A ''via romana,'' pois, não passava no ''alto do monte da Cividade,'' como disse Argote, mas muito provavelmente no flanco oriental; e por isso devemos entender aquela expressão - ''alto do monte'' - não pelo ponto culminante do monte da Cividade, mas pela portela de S. Bento ou seus arredores. {{c|---}} Os ''miliários,'' actualmente conhecidos neste concelho, são oito: destes, estão sete na freguesia de Rubiães e um na de S. Martinho de Coura. As suas ''epígrafes,'' pela ordem cronológica dos imperadores, são as seguintes: {{c|1.º MILIÁRIO}} {{c|(No lugar do Crasto)}} {{c|IMP . CAESAR . DIVI}} {{c|F . AVG . PONT . MAXI An. de J. C. 11/12.}} {{c|MVS | MP XX . CON}} {{c|SVL . XIII TRIB POT||}} {{c|XXXIV. PATER PATRI||}} {{c|ABRAC . XXX (<ref>No Port. Antigo e Moderno, vol. 7. pag. 178, faz-se referência a uma inscrição igual, num millário que apareceu próximo da ponte de Prado.</ref>)}} {{rule}}<noinclude></noinclude> tg876qrstivwwkysd6afm1tusjocoyx 551381 551380 2026-04-30T12:04:34Z Ruiaraujo1972 38032 551381 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>confirmar a observação por mim já feita, de que, neste alto, não estavam ''quatro'' miliários. Mas donde foram os outros? Como é que J. A. d'Almeida<ref>«Diccionario Abreviado», de J. A. d'Almeida.</ref>, Pinho Leal, (que o copiou) e o «Minho Pittoresco» vieram afirmar que «todos» tinham ido daquele monte? A meu ver, ''dois'' foram transportados, talvez, doutros sítios de Rubiães. O miliário de ''Magnencio'', que era um dos que estavam no alto de Cossourado, marca muito claramente XXXI (milhas) e outro miliário - XXXVI. Aqui temos, pois, uma distância, entre um e outro, de cinco milhas, isto é, 7.500 metros, que excede muito a que faz da ponte àquele alto: mais do dobro<ref>O «Itenerario» de Antonino marca 18 milhas ao rio Lima e 24 do Lima a Tuy.</ref>. Donde se infere que o último miliário não podia estar colocado naquele alto, mas muito mais para o norte, direcção Tuy, se estivesse averiguado que o de ''Magnencio'' foi retirado do ponto da ''via romana'', onde, realmente, marcava as XXXI milhas. A verdade, porém, é que a circunstância de estarem reunidos no monte da «Cividade» e dali serem conduzidas para o átrio da capela de S. Bartolomeu de Antas, não prova que a via passasse ''no alto do monte,'' pois a própria topografia local se opunha a isso. Devia passar na encosta leste, para vencer a Portela de S. Bento, ou atravessar a outra garganta, ao sul da «Cividade», para descer sobre o vale de Sapardos, tomando a vertente oeste do monte. Mas, desde que a via facilmente podia tomar a costa leste até à portela de S. Bento da Porta Aberta, com suave inclinação, menos distância e poucas curvas, a segunda hipótese não é aceitável. Para levar a estrada ao pináculo, seria indispensável desenvolvê-la em sucessivos lacetes, e desses ainda deveriam existir restos na encosta, porque nunca foi cultivada nem povoada; contudo, não há tais vestígios, nem tradição deles. A ''via romana,'' pois, não passava no ''alto do monte da Cividade,'' como disse Argote, mas muito provavelmente no flanco oriental; e por isso devemos entender aquela expressão - ''alto do monte'' - não pelo ponto culminante do monte da Cividade, mas pela portela de S. Bento ou seus arredores. {{c|---}} Os ''miliários,'' actualmente conhecidos neste concelho, são oito: destes, estão sete na freguesia de Rubiães e um na de S. Martinho de Coura. 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