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Autor:Rodolfo Teófilo
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2026-04-30T20:29:59Z
Erick Soares3
19404
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| Wikipedia = Rodolfo Teófilo
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| MiscBio = '''Rodolfo Teófilo''' foi um escritor brasileiro de estética literária regional-naturalista, além de poeta, documentarista, contista, articulista e farmacêutico.
}}
==Obras==
* {{ano|1897}}: Maria Rita {{esl|1=https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8933}}
* {{ano|1922}}: {{livro digitalizado|O Reino de Kiato|O Reino de Kiato.pdf}}
{{Brasil DP-Autor|morte=1932}}
{{autores}}
{{controle de autoridade}}
[[Categoria:Autores baianos]]
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Predefinição:Progressos recentes
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Ruiaraujo1972
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: confirmar a observação por mim já feita, de que, neste alto, não estavam ''quatro'' miliários. Mas donde foram os outros? Como é que J. A. d'Almeida<ref>«Diccionario Abreviado», de J. A. d'Almeida.</ref>, Pinho Leal, (que o copiou) e o «Minho Pittoresco» vieram afirmar que «todos» tinham ido daquele monte? A meu ver, ''dois'' foram transportados, talvez, doutros sítios de Rubiães. O miliário de ''Magnencio'', que era um dos que esta...
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proofread-page
text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>confirmar a observação por mim já feita, de que, neste
alto, não estavam ''quatro'' miliários. Mas donde foram os
outros?
Como é que J. A. d'Almeida<ref>«Diccionario Abreviado», de J. A. d'Almeida.</ref>, Pinho Leal, (que o
copiou) e o «Minho Pittoresco» vieram afirmar que «todos»
tinham ido daquele monte?
A meu ver, ''dois'' foram transportados, talvez, doutros
sítios de Rubiães.
O miliário de ''Magnencio'', que era um dos que estavam
no alto de Cossourado, marca muito claramente XXXI (milhas) e outro miliário - XXXVI. Aqui temos, pois, uma
distância, entre um e outro, de cinco milhas, isto é, 7.500
metros, que excede muito a que faz da ponte àquele alto:
mais do dobro<ref>O «Itenerario» de Antonino marca 18 milhas ao rio Lima e 24 do Lima a Tuy.</ref>.
Donde se infere que o último miliário não podia estar
colocado naquele alto, mas muito mais para o norte,
direcção Tuy, se estivesse averiguado que o de ''Magnencio'' foi retirado do ponto da ''via romana'', onde, realmente, marcava as XXXI milhas.
A verdade, porém, é que a circunstância de estarem
reunidos no monte da «Cividade» e dali serem conduzidas
para o átrio da capela de S. Bartolomeu de Antas, não
prova que a via passasse ''no alto do monte,'' pois a própria topografia local se opunha a isso. Devia passar na encosta leste, para vencer a Portela de S. Bento, ou atravessar a outra garganta, ao sul da «Cividade», para descer sobre o vale de Sapardos, tomando a vertente oeste do monte.
Mas, desde que a via facilmente podia tomar a costa leste até à portela de S. Bento da Porta Aberta, com suave
inclinação, menos distância e poucas curvas, a segunda
hipótese não é aceitável.
Para levar a estrada ao pináculo, seria indispensável
desenvolvê-la em sucessivos lacetes, e desses ainda deveriam existir restos na encosta, porque nunca foi cultivada nem povoada; contudo, não há tais vestígios, nem tradição deles.
A ''via romana,'' pois, não passava no ''alto do monte da Cividade,'' como disse Argote, mas muito provavelmente no
flanco oriental; e por isso devemos entender aquela expressão - ''alto do monte'' - não pelo ponto culminante do monte da Cividade, mas pela portela de S. Bento ou seus arredores.
{{c|---}}
Os ''miliários,'' actualmente conhecidos neste concelho,
são oito: destes, estão sete na freguesia de Rubiães e um
na de S. Martinho de Coura.
As suas ''epígrafes,'' pela ordem cronológica dos imperadores, são as seguintes:
{{c|1.º MILIÁRIO}}
{{c|(No lugar do Crasto)}}
{{c|IMP . CAESAR . DIVI}}
{{c|F . AVG . PONT . MAXI An. de J. C. 11/12.}}
{{c|MVS | MP XX . CON}}
{{c|SVL . XIII TRIB POT||}}
{{c|XXXIV. PATER PATRI||}}
{{c|ABRAC . XXX (<ref>No Port. Antigo e Moderno, vol. 7. pag. 178, faz-se referência a uma inscrição igual, num millário que apareceu próximo da ponte de Prado.</ref>)}}
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Ruiaraujo1972
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alto, não estavam ''quatro'' miliários. Mas donde foram os
outros?
Como é que J. A. d'Almeida<ref>«Diccionario Abreviado», de J. A. d'Almeida.</ref>, Pinho Leal, (que o
copiou) e o «Minho Pittoresco» vieram afirmar que «todos»
tinham ido daquele monte?
A meu ver, ''dois'' foram transportados, talvez, doutros
sítios de Rubiães.
O miliário de ''Magnencio'', que era um dos que estavam
no alto de Cossourado, marca muito claramente XXXI (milhas) e outro miliário - XXXVI. Aqui temos, pois, uma
distância, entre um e outro, de cinco milhas, isto é, 7.500
metros, que excede muito a que faz da ponte àquele alto:
mais do dobro<ref>O «Itenerario» de Antonino marca 18 milhas ao rio Lima e 24 do Lima a Tuy.</ref>.
Donde se infere que o último miliário não podia estar
colocado naquele alto, mas muito mais para o norte,
direcção Tuy, se estivesse averiguado que o de ''Magnencio'' foi retirado do ponto da ''via romana'', onde, realmente, marcava as XXXI milhas.
A verdade, porém, é que a circunstância de estarem
reunidos no monte da «Cividade» e dali serem conduzidas
para o átrio da capela de S. Bartolomeu de Antas, não
prova que a via passasse ''no alto do monte,'' pois a própria topografia local se opunha a isso. Devia passar na encosta leste, para vencer a Portela de S. Bento, ou atravessar a outra garganta, ao sul da «Cividade», para descer sobre o vale de Sapardos, tomando a vertente oeste do monte.
Mas, desde que a via facilmente podia tomar a costa leste até à portela de S. Bento da Porta Aberta, com suave
inclinação, menos distância e poucas curvas, a segunda
hipótese não é aceitável.
Para levar a estrada ao pináculo, seria indispensável
desenvolvê-la em sucessivos lacetes, e desses ainda deveriam existir restos na encosta, porque nunca foi cultivada nem povoada; contudo, não há tais vestígios, nem tradição deles.
A ''via romana,'' pois, não passava no ''alto do monte da Cividade,'' como disse Argote, mas muito provavelmente no
flanco oriental; e por isso devemos entender aquela expressão - ''alto do monte'' - não pelo ponto culminante do monte da Cividade, mas pela portela de S. Bento ou seus arredores.
{{c|---}}
Os ''miliários,'' actualmente conhecidos neste concelho,
são oito: destes, estão sete na freguesia de Rubiães e um
na de S. Martinho de Coura.
As suas ''epígrafes,'' pela ordem cronológica dos imperadores, são as seguintes:
'''{{c|1.º MILIÁRIO}}'''
{{c|(No lugar do Crasto)}}
{{c|IMP . CAESAR . DIVI}}
{{c|F . AVG . PONT . MAXI An. de J. C. 11/12.}}
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