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Hino do município de Teresópolis
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|letra por=Renato de Almeida Ferro
|obra=Hino do município de [[w:Teresópolis|Teresópolis]]
|melodia por=Renato de Almeida Ferro
|notas= Hino oficializado pela Lei Municipal nº 1.098, de 17 de agosto de 1984.
}}
{{wikipédia|Hino de Teresópolis}}
<poem>
Teresópolis, terra de luz e de amor,
Tú tens meigo perfume em cada flor!
Teresópolis orgulho dos filhos teus,
Tú tens a proteção eterna do Dedo de Deus!
Natureza bela, verdes campos em flor,
Cobertos por um lindo céu de anil...
Ó Teresópolis, tão bela,
Tú és a mais formosa das cidades do Brasil!
</poem>
[[Categoria:Hinos do Rio de Janeiro|Teresópolis]]
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Acordo de Lusaka
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|notas=Acordo firmado pela Frente de Libertação de Moçambique e o Estado Português entre os dias 5 e 7 de setembro de 1974.
}}
{{wikipedia|Acordos de Lusaka}}
Reunidas em Lusaka, Zâmbia, de 5 a 7 de setembro de 1974, as delegações da Frente de Libertação de Moçambique e do Estado Português, com vista ao estabelecimento do acordo conducente à independência de Moçambique, acordaram nos seguintes pontos:
<hiero>
Kddgfkl
</hiero>
== O Acordo ==
'''1.''' O Estado Português, tendo reconhecido o direito do povo de Moçambique à independência, aceita por acordo com a FRELIMO a transferência progressiva dos poderes que detém sobre o território nos termos a seguir enunciados.
'''2.''' A independência completa de Moçambique será solenemente proclamada em 25 de junho de 1975, dia do aniversário da fundação da FRELIMO.
'''3.''' Com vista a assegurar a referida transferência de poderes são criadas as seguintes estruturas governativas, que funcionarão durante o período de transição que se inicia com a assinatura do presente Acordo:
:a) Um Alto-Comissário de nomeação do Presidente da República Portuguesa;
:b) Um Governo de Transição nomeado por acordo entre a Frente de Libertação de Moçambique e o Estado Português;
:c) Uma Comissão Militar Mista nomeada por acordo entre o Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique.
'''4.''' Ao Alto-Comissário, em representação da soberania portuguesa, compete:
:a) Representar o Presidente da República Portuguesa e o Governo Português;
:b) Assegurar a integridade territorial de Moçambique;
:c) Promulgar os decretos-leis aprovados pelo Governo de Transição e ratificar aos actos que envolvam responsabilidade directa para o Estado Português;
:d) Assegurar o cumprimento dos acordos celebrados entre o Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique e o respeito das garantias mutuamente dadas, nomeadamente as consignadas na Declaração Universal dos Direitos do Homem;
:e) Dinamizar o processo de descolonização.
'''5.''' Ao Governo de Transição caberá promover a transferência progressiva de poderes a todos os níveis e a preparação da independência de Moçambique.
Compete-lhe, nomeadamente:
:a) O exercício das funções legislativa e executiva relativas ao território de Moçambique. A função legislativa será exercida por meio de decretos-leis;
:b) A administração geral do território até à proclamação da independência e a reestruturação dos respectivos quadros;
:c) A defesa e salvaguarda da ordem pública e da segurança das pessoas e bens;
:d) A execução dos acordos entre a Frente de Libertação de Moçambique e o Estado Português;
:e) A gestão económica e financeira do território, estabelecendo nomeadamente as estruturas e os mecanismos de controle que contribuam para o desenvolvimento de uma economia moçambicana independente;
:f) A garantia do princípio da não discriminação racial, étnica, religiosa ou com base no sexo;
:g) A reestruturação da organização judiciária do território.
'''6.''' O Governo de Transição será constituído por:
:a) Um Primeiro-Ministro nomeado pela Frente de Libertação de Moçambique, a quem compete coordenar a acção do governo e representá-lo.
:b) Nove Ministros, repartidos pelas seguintes pastas: Administração Interna; Justiça; Coordenação Económica; Informação; Educação e Cultura; Comunicações e Transportes; Saúde e Assuntos Sociais; Trabalho; Obras Públicas e Habitação;
:c) Secretários e Subsecretários a criar e nomear sob proposta do Primeiro-Ministro, por deliberação do Governo de Transição, ratificada pelo Alto-Comissário;
:d) O Governo de Transição definirá a repartição da respectiva competência pelos Ministros, Secretários e Subsecretários.
'''7.''' Tendo em conta o carácter transitório desta fase da acção governativa os Ministros serão nomeados pela Frente de Libertação de Moçambique e pelo Alto-Comissário na proporção de dois terços e um terço respectivamente.
'''8.''' A Comissão Militar Mista será constituída por igual número de representantes das Forças Armadas do Estado Português e da Frente de Libertação de Moçambique e terá como missão principal o controle da execução do acordo de cessar-fogo.
'''9.''' A Frente de Libertação de Moçambique e o Estado Português pelo presente instrumento acordam em cessar-fogo às zero horas do dia 8 de Setembro de 1974 (hora de Moçambique) nos termos do protocolo anexo.
'''10.''' Em caso de grave perturbação da ordem pública, que requeira a intervenção das Forças Armadas, o comando e coordenação serão assegurados pelo Alto-Comissário, assistido pelo Primeiro-Ministro, de quem dependem directamente as Forças Armadas da Frente de Libertação de Moçambique.
'''11.''' O Governo de Transição criará um corpo de polícia encarregado de assegurar a manutenção da ordem e a segurança das pessoas. Até à entrada em funcionamento desse corpo o comando das forças policiais actualmente existentes dependerá do Alto-Comissário de acordo com a orientação geral definida pelo Governo de Transição.
'''12.''' O Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique comprometem-se a agir conjuntamente em defesa da Integridade do território de Moçambique contra qualquer agressão.
'''13.''' A Frente de Libertação de Moçambique e o Estado Português afirmam solenemente o seu propósito de estabelecer e desenvolver laços de amizade e cooperação construtiva entre os respectivos povos, nomeadamente nos domínios cultural, técnico, económico e financeiro, numa base de independência, igualdade, comunhão de interesses e respeito da personalidade de cada povo.
Para o efeito serão constituídas durante o período de transição comissões especializadas mistas e ulteriormente celebrados os pertinentes acordos.
'''14.''' A Frente de Libertação de Moçambique declara-se disposta a aceitar a responsabilidade decorrente dos compromissos financeiros assumidos pelo Estado Português em nome de Moçambique desde que tenham sido assumidos no efectivo interesse deste território.
'''15.''' O Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique comprometem-se a agir concertadamente para eliminar todas as sequelas de colonialismo e criar uma verdadeira harmonia racial. A este propósito, a Frente de Libertação de Moçambique reafirma a sua política de não discriminação, segundo a qual a qualidade de Moçambicano não se define pela cor da pele, mas pela identificação voluntária com as aspirações da Nação Moçambicana. Por outro lado, acordos especiais regularão numa base de reciprocidade o estatuto dos cidadãos portugueses residentes em Moçambique e dos cidadãos moçambicanos residentes em Portugal.
'''16.''' A fim de assegurar ao Governo de Transição meios de realizar uma política financeira independente será criado em Moçambique um Banco Central, que terá também funções de banco emissor. Para a realização desse objectivo o Estado Português compromete-se a transferir para aquele Banco as atribuições, o activo e o passivo do departamento de Moçambique do Banco Nacional Ultramarino. Uma comissão mista entrará imediatamente em funções, a fim de estudar as condições dessa transferência.
'''17.''' O Governo de Transição procurará obter junto de organizações internacionais ou no quadro de relações bilaterais a ajuda necessária ao desenvolvimento de Moçambique, nomeadamente a solução dos seus problemas urgentes.
'''18.''' O Estado Moçambicano independente exercerá integralmente a soberania plena e completa no plano interior e exterior, estabelecendo as instituições políticas e escolhendo livremente o regime político e social que considerar mais adequado aos interesses do seu povo.
'''19.''' O Estado Português e a Frente de Libertação de Moçambique felicitam-se pela conclusão do presente Acordo, que, com o fim da guerra e o restabelecimento da paz com vista à independência de Moçambique, abre uma nova página na história das relações entre os dois países e povos. A Frente de Libertação de Moçambique, que no seu combate sempre soube distinguir o deposto regime colonialista do povo português, e o Estado Português desenvolverão os seus esforços a fim de lançar as bases de uma cooperação fecunda, fraterna e harmoniosa entre Portugal e Moçambique.
Lusaka, 7 de setembro de 1974.
== Assinaturas ==
Pela Frente de Libertação de Moçambique:
Samora Moisés Machel, ''Presidente''
Pelo Estado Português:
Ernesto Augusto Melo Antunes, ''Ministro sem Pasta''<br>
Mário Soares, ''Ministro dos Negócios Estrangeiros''<br>
António de Almeida Santos, ''Ministro da Coordenação Interterritorial''<br>
Victor Manuel Trigueiros Crespo, ''conselheiro de Estado''<br>
Antero Sobral, ''Secretário do Trabalho e Segurança Social do Governo Provisório de Moçambique''<br>
Nuno Alexandre Lousada, ''tenente-coronel de infantaria''<br>
Vasco Fernando Leote de Almeida e Costa, ''capitão-tenente da Armada''<br>
Luís António de Moura Casanova Ferreira, ''major de infantaria''
== Aprovação ==
Aprovado, depois de ouvidos a Junta de Salvação Nacional, o Conselho de Estado e o Governo Provisório, nos termos do artigo 3.° da Lei n.° 7/74, de 27 de julho.
9 de setembro de 1974.
== Publicação ==
Publique-se.
O Presidente da República, António de Spínola.
(Publicado no Diário do Governo, I Série, n.° 210, de 9 de setembro de 1974.)
[[Categoria:Acordos]]
[[Categoria:1974]]
[[Categoria:Moçambique]]
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Marília de Dirceu/II/XXXII
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Adição de verso.
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|obra=[[Marília de Dirceu]]
|autor=Tomás Antônio Gonzaga
|seção=Parte II , Lira XXXII
|anterior=[[Marília de Dirceu/II/XXXI|Parte II : Lira XXXI]]
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}}
<poem>
Se o vasto mar se encapela,
E na rocha em flor rebenta,
Grossa nau, que não tem leme,
Em vão sustentar-se intenta;
Até que naufraga, e corre
À discrição da tormenta.
Quem não tem uma beleza,
Em que ponha o seu cuidado;
Se o Céu se cobre de nuvens,
E se assopra o vento irado,
Não tem forças que resistam
Ao impulso do seu fado.
Nesta sombria masmorra,
Aonde, Marília, vivo,
Encosto na mão o rosto,
Fico às vezes pensativo.
Ah! que imagens tão funestas
Me finge o pesar ativo.
Parece que vejo a honra,
Marília, toda enlutada;
A face de um pai rugosa,
Num mar de pranto banhada;
Os amigos macilentos,
E a família consternada.
Quero voltar aos meus olhos
Para outro diverso lado;
Vejo numa grande praça
Um teatro levantado;
Vejo as cruzes, vejo os potros,
Vejo o alfanje afiado.
Um frio suor me cobre,
Laxam-se os membros, suspiro;
Busco alívio às minhas ânsias,
Não o descubro, deliro.
Já , meu Bem, já me parece
Que nas mãos da morte expiro.
Vem-me então ao pensamento
A tua testa nevada,
Os teus meigos, vivos olhos,
A tua face rosada,
Os teus dentes cristalinos,
A tua boca engraçada.
Qual, Marília, a estrela d'alva,
Que a negra noite afugenta;
Qual o Sol, que a névoa espalha
Apenas a terra aquenta;
Ou qual Íris, que o Céu limpa,
Quando se vê na tormenta:
Assim, Marília, desterro
Triste ilusão, e demência;
Faz de novo o seu ofício
A razão, e a prudência;
E firmo esperanças doces
Sobre a cândida inocência.
Restauro as forças perdidas,
Sobe a viva cor ao rosto,
Gira o sangue pela veia,
E bate o pulso composto:
Vê, Marília, o quanto pode
Contra meus males teu rosto.
</poem>
[[Categoria:Marília de Dirceu|Parte II , Lira 032]]
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Se o vasto mar se encapela,
E na rocha em flor rebenta,
Grossa nau, que não tem leme,
Em vão sustentar-se intenta;
Até que naufraga, e corre
À discrição da tormenta.
Quem não tem uma beleza,
Em que ponha o seu cuidado;
Se o Céu se cobre de nuvens,
E se assopra o vento irado,
Não tem forças que resistam
Ao impulso do seu fado.
Nesta sombria masmorra,
Aonde, Marília, vivo,
Encosto na mão o rosto,
Fico às vezes pensativo.
Ah! que imagens tão funestas
Me finge o pesar ativo.
Parece que vejo a honra,
Marília, toda enlutada;
A face de um pai rugosa,
Num mar de pranto banhada;
Os amigos macilentos,
E a família consternada.
Quero voltar os meus olhos
Para outro diverso lado;
Vejo numa grande praça
Um teatro levantado;
Vejo as cruzes, vejo os potros,
Vejo o alfanje afiado.
Um frio suor me cobre,
Laxam-se os membros, suspiro;
Busco alívio às minhas ânsias,
Não o descubro, deliro.
Já , meu Bem, já me parece
Que nas mãos da morte expiro.
Vem-me então ao pensamento
A tua testa nevada,
Os teus meigos, vivos olhos,
A tua face rosada,
Os teus dentes cristalinos,
A tua boca engraçada.
Qual, Marília, a estrela d'alva,
Que a negra noite afugenta;
Qual o Sol, que a névoa espalha
Apenas a terra aquenta;
Ou qual Íris, que o Céu limpa,
Quando se vê na tormenta:
Assim, Marília, desterro
Triste ilusão, e demência;
Faz de novo o seu ofício
A razão, e a prudência;
E firmo esperanças doces
Sobre a cândida inocência.
Restauro as forças perdidas,
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Autor:Benjamin Franklin
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Erick Soares3
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| InicialUltimoNome = F
| MiscBio ='''Benjamin Franklin''' foi um dos Pais-Fundadores dos Estados Unidos.
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==Obras==
*({{ano|1864}}) {{livro digitalizado|A Sciencia do Bom Homem Ricardo|Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf}}
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[[Categoria:Autores estadunidenses]]
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Hino do município de Carmo do Paranaíba
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/* Hino Municipal de carmo do Paranaíba */
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==letra Maicon Bryan=
=Melodia os andorinhos=
=Data 14/03/2026=
== Símbolos ==
=== Hino Municipal de carmo do Paranaíba===
'''melodia os andorinhos''' ''<br />
'''letra por Maicon''' ''<br />
<center>
''Entre montanhas de Minas querida,''<br />
''Surge o Carmo com fé e valor,''<br />
''Terra forte de gente aguerrida,''<br />
''Que trabalha com garra e amor.''
</center>
==== Refrão ====
<center>
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''<br />
<br />
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''
</center>
==== Segunda Estrofe ====
<center>
''Teus cafezais cobrem o horizonte,''<br />
''Teu povo constrói o amanhã,''<br />
''Como um rio que nasce na fonte,''<br />
''Corre livre a esperança cristã.''
</center>
==== Refrão Final ====
<center>
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''<br />
<br />
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''
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[[Categoria:Hinos de municípios de Minas Gerais]]
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''Entre montanhas de Minas querida,''<br />
''Surge o Carmo com fé e valor,''<br />
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''Que trabalha com garra e amor.''
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==== Refrão ====
<center>
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
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'''Orgulho do nosso rincão.'''<br />
<br />
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''
</center>
'''Segunda Estrofe'''
''Teus cafezais cobrem o horizonte,''<br />
''Teu povo constrói o amanhã,''<br />
''Como um rio que nasce na fonte,''<br />
''Corre livre a esperança cristã.''
</center>
==== Refrão Final ====
<center>
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''<br />
<br />
'''Salve, Carmo do Paranaíba!'''<br />
'''Teu futuro é de luz e união,'''<br />
'''Teu progresso floresce na lida,'''<br />
'''Orgulho do nosso rincão.'''
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[[Categoria:Hinos de municípios de Minas Gerais]]
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/* Hino Municipal de Carmo do Paranaíba */
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== Símbolos ==
=<div style="text-align: center; line-height: 2.0;">
== Hino Municipal de Carmo do Paranaíba ==
''Melodia: Os Andorinhos''
''Letra: Maicon Bryan de Souza Martins''
<br>
'''Estrofe I'''
Entre montanhas de Minas querida,
Surge o Carmo com fé e valor,
Terra forte de gente aguerrida,
Que trabalha com garra e amor.
<br>
<div style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;">
'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
</div>
<br>
'''Estrofe II'''
Teus cafezais cobrem o horizonte,
Teu povo constrói o amanhã,
Como um rio que nasce na fonte,
Corre livre a esperança cristã.
<br>
<div style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;">
'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
</div>
</div>
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== Hino Municipal de Carmo do Paranaíba ==
''Melodia: Os Andorinhos''
''Letra: Maicon Bryan de Souza Martins''
<br>
'''Estrofe I'''
Entre montanhas de Minas querida,
Surge o Carmo com fé e valor,
Terra forte de gente aguerrida,
Que trabalha com garra e amor.
<br>
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'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
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<br>
'''Estrofe II'''
Teus cafezais cobrem o horizonte,
Teu povo constrói o amanhã,
Como um rio que nasce na fonte,
Corre livre a esperança cristã.
<br>
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'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
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=Melodia os andorinhos=
== Hino Municipal de Carmo do Paranaíba ==
''Melodia: Os Andorinhos''
''Letra: Maicon Bryan de Souza Martins''
<br>
'''Estrofe I'''
Entre montanhas de Minas querida,
Surge o Carmo com fé e valor,
Terra forte de gente aguerrida,
Que trabalha com garra e amor.
<br>
<div style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;">
'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
</div>
<br>
'''Estrofe II'''
Teus cafezais cobrem o horizonte,
Teu povo constrói o amanhã,
Como um rio que nasce na fonte,
Corre livre a esperança cristã.
<br>
<div style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;">
'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
</div>
</div>
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=Melodia os andorinhos=
== Hino Municipal de Carmo do Paranaíba ==
''Melodia: Os Andorinhos''
''Letra: Maicon Bryan de Souza Martins''
<br>
'''Estrofe I'''
Entre montanhas de Minas querida,
Surge o Carmo com fé e valor,
Terra forte de gente aguerrida,
Que trabalha com garra e amor.
<br>
<div style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;">
'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
</div>
<br>
'''Estrofe II'''
Teus cafezais cobrem o horizonte,
Teu povo constrói o amanhã,
Como um rio que nasce na fonte,
Corre livre a esperança cristã.
<br>
<div style="margin-top: 20px; margin-bottom: 20px;">
'''Refrão'''
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
Salve, Carmo do Paranaíba!
Teu futuro é de luz e união,
Teu progresso floresce na lida,
Orgulho do nosso rincão.
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'' Hino Municipal de Carmo do Paranaíba''
'''Melodia: Os Andorinhos'''
<br>
'''Letra: Maicon Bryan de Souza Martins'''
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| '''Estrofe I'''
|-
| Entre montanhas de Minas querida,
|-
| Surge o Carmo com fé e valor,
|-
| Terra forte de gente aguerrida,
|-
| Que trabalha com garra e amor.
|}
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| '''Refrão'''
|-
| Salve, Carmo do Paranaíba!
|-
| Teu futuro é de luz e união,
|-
| Teu progresso floresce na lida,
|-
| Orgulho do nosso rincão.
|}
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| '''Estrofe II'''
|-
| Teus cafezais cobrem o horizonte,
|-
| Teu povo constrói o amanhã,
|-
| Como um rio que nasce na fonte,
|-
| Corre livre a esperança cristã.
|}
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| '''Refrão'''
|-
| Salve, Carmo do Paranaíba!
|-
| Teu futuro é de luz e união,
|-
| Teu progresso floresce na lida,
|-
| Orgulho do nosso rincão.
|}
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Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/9
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Strudel45
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/* Revista */
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Strudel45" /></noinclude>PROLOGO
FEITO DEPOIS DESTA OBRA
Impreſſa
AO MUI ALTO, E PODEROSO REI
D. J O A Õ III.
DESTE NOME
''POR''
JOAÕ DE BARROS
SEU C R I A DO.
AMOR, Favor , e Temor ; Rei mui poderoſo, Príncipe de juſtiça, tem tanta força em todalas couſas , que nenhuma fe póde fazer
ſem algum delles , e ás vezes huma com
todos. E aſſim como o primeiro ha de
permanecer com noſſa alma , aſſi antecede aos dois nas obras que neſte mundo faz; que logo leva huma ordem firme, hum concerto ſeguro, huma liberalidade franca, que os outros naõ tem. E
ele me fez diſpôr os dias paſſados pera
ſervir V. Alteza na trasladaçaõ deſta Chronica. E ſabendo iſto de mim, uſaſtes taõ liberalmente commigo, dando-me a iſſo
* ii
fa-<noinclude></noinclude>
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