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Hino do município de São Brás do Suaçuí
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Clay from SBS
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Suaçuí terra querida, cheia de luz e explendor...
Para a glória de Deus erguida és o mimo do criador...
Por São Brás tem fé e amor,
Quem pisa no teu solo sagrado...
Vibrando de civismo e ardor,
Com as bênçãos de Jesus Amado...
Suaçuí de lindos campos
Em que o templo sublime branqueja,
Apontando os céus escampos,
Teus filhos fortes na peleja,
Não te olvidarei nunca mais
Quero com ardor varonil...
Cantar suas glórias divinais
E exaltar o grande Brasil.
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O Imperio Brazileiro
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551406
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2026-05-04T03:22:20Z
~2026-27003-72
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text/x-wiki
<pages index="Anal" from="9" to="7" header="" fromsection="" tosection=""></pages>
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<pages index="O imperio brazileiro.pdf" from=269 to=269 />
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{{PD-old-60-BR}}
[[Categoria:Oliveira Lima]]
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Pronunciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Araraquara
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Inter-rede
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{{navegar
| título = Pronunciamento do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em Araraquara (SP)
| autor = Luiz Inácio Lula da Silva
| ano = 2023
| notas = Pronunciamento feito pelo [[w:presidente do Brasil|presidente do Brasil]] [[w:Luiz Inácio Lula da Silva|Luiz Inácio Lula da Silva]] em [[w:Araraquara|Araraquara]] logo após os [[w:ataques de 8 de janeiro em Brasília|ataques de 8 de janeiro em Brasília]].
}}
[[Ficheiro:Discurso do presidente Lula durante os ataques de 8 de janeiro.webm|miniaturadaimagem|Gravação do discurso de Luiz Inácio Lula da Silva pela [[w:TV_Brasil|TV Brasil]]]]
Bem, vocês devem ter acompanhado pelo celular de vocês a barbárie que aconteceu em Brasília hoje. Aquelas pessoas que nós chamamos de fascistas, nós chamamos essas pessoas de tudo que é abominável na política. Invadiram a [[w:Palácio do Planalto|sede do Governo]], invadiram a [[w:Palácio do Congresso Nacional|sede do Congresso Nacional]], invadiram a [[w:Palácio do Supremo Tribunal Federal|Suprema Corte]], como verdadeiros vândalos, destruindo o que encontravam pela frente.
Nós achamos que houve falta de segurança e eu queria dizer para vocês que todas essas pessoas que fizeram isso serão encontradas e serão punidas. Eles vão perceber que a democracia garante o direito da liberdade, ela garante o direito de livre comunicação, de livre expressão, mas ela também exige que as pessoas respeitem as instituições que foram criadas para fortalecer a democracia. E essas pessoas, esses vândalos, que a gente poderia chamar de nazistas fanáticos, de stalinistas fanáticos, ou melhor, de stalinista não, de fascistas fanáticos, fizeram o que nunca foi feito na história desse país.
É importante lembrar que a esquerda brasileira já teve gente torturada, já teve gente morta, já teve gente desaparecida. E nunca, nunca, vocês viram alguma notícia de algum partido de esquerda, de algum movimento da esquerda que invadisse o Congresso Nacional, a Suprema Corte e o Palácio do Planalto.
Não tem precedente na história do nosso país. Não existe precedente o que essa gente fez e por isso essa gente terá que ser punida. E nós, inclusive, vamos descobrir quem são os financiadores desses vândalos que foram à Brasília. Nós vamos descobrir os financiadores e todos eles pagarão com a força da lei esse gesto de irresponsabilidade, esse gesto antidemocrático e esse gesto de vândalos e de fascistas. Eu vou ler para vocês o decreto que eu vou assinar agora:
{{quote
| Decreto a [[w:Intervenção federal no Distrito Federal em 2023|intervenção federal no Distrito Federal]] com o objetivo de pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública, nos termos em que especifica.
O presidente da República, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, caput, inciso X, e no art. 34, caput, inciso III, da Constituição, decreta:
'''Art. 1º''' Fica decretada intervenção federal no Distrito Federal até 31 de janeiro de 2023.
'''§ 1º''' A intervenção de que trata o caput se limita à área de segurança pública, conforme o disposto no art. 117-A da Lei Orgânica do Distrito Federal.
'''§ 2º''' O objetivo da intervenção é pôr termo ao grave comprometimento da ordem pública no Distrito Federal, marcado por atos de violência e invasão de prédios públicos.
'''Art. 2º''' Fica nomeado para o cargo de Interventor Ricardo Garcia Cappelli.
'''Art. 3º''' As atribuições do Interventor são aquelas necessárias às ações de segurança pública, em conformidade com os princípios e objetivos previstos no art. 117-A da Lei Orgânica do Distrito Federal.
'''§ 1º''' O Interventor fica subordinado ao Presidente da República e não está sujeito às normas distritais que conflitarem com as medidas necessárias à execução da intervenção.
'''§ 2º''' O Interventor poderá requisitar, se necessário, os recursos financeiros, tecnológicos, estruturais e humanos do Distrito Federal afetos ao objeto e necessários à consecução do objetivo da intervenção.
'''§ 3º''' O Interventor poderá requisitar a quaisquer órgãos, civis e militares, da administração pública federal, os meios necessários para consecução do objetivo da intervenção.
'''§ 4º''' As atribuições previstas no art. 117-A da Lei Orgânica do Distrito Federal que não tiverem relação direta ou indireta com a segurança pública permanecerão sob a titularidade do Governador do Distrito Federal.
'''§ 5º''' O Interventor, no âmbito do Distrito Federal, exercerá o controle operacional de todos os órgãos distritais de segurança pública previstos no art. 144 da Constituição Federal e no art. 117-A da Lei Orgânica do Distrito Federal.
'''Art. 4º''' Poderão ser requisitados, durante o período da intervenção, os bens, serviços e servidores afetos às áreas da Secretaria de Estado de Segurança do Distrito Federal, da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, para emprego nas ações de segurança pública determinadas pelo Interventor.
'''Art. 5º''' Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 1 de janeiro de 2023; 202º da Independência e 135º da República.
}}
Eu tinha vindo, eu tomei a decisão de vir a [[w:Araraquara|Araraquara]], porque eu estava em São Paulo e, antes de voltar a Brasília, eu queria prestar solidariedade ao companheiro [[w:Edinho Silva|Edinho]] e ao povo de Araraquara e, sobretudo, às vítimas, aos parentes da família que morreram todas as pessoas. Eu passei, aqui, junto com meu ministro da [[w:Ministério das Cidades|Cidade]], junto com o meu ministro do [[w:Ministério do Desenvolvimento Regional|Desenvolvimento Regional]], para que a gente possa discutir com o Edinho e saber o quanto vai custar a reposição das coisas que foram destruídas aqui na cidade de Araraquara.
Nós sabemos que no Brasil existem muitas cidades que estão com problemas de chuva, com problemas de destruição de estradas e, lamentavelmente, o genocida que deixou o poder, deixou apenas R$ 25 mil para que a gente pudesse cuidar do desastre. Ou seja, ele não deixou nada para a gente cuidar das cidades, cuidar dos estados e do próprio Governo Federal.
Por isso, eu vim aqui com muita tranquilidade, até imaginava que o Edinho iria me convidar para o almoço depois da visita, depois da conversa, quando começamos a assistir pela televisão, a caminhada dos vândalos em direção à Praça dos Três Poderes. Chegando lá, vocês acompanharam, eles invadiram, quebraram muitas coisas e, lamentavelmente, quem tem que fazer a segurança do Distrito Federal é a [[w:Polícia Militar do Distrito Federal|Polícia Militar do Distrito Federal]], que não fez. Houve, eu diria, incompetência, má vontade ou má-fé das pessoas que cuidam da segurança pública do Distrito Federal.
Não é a primeira vez, vocês vão ver nas imagens que eles estão guiando as pessoas na caminhada até a Praça dos Três Poderes. No dia 30, quando houve a minha diplomação, vocês viram aquele quebra-quebra em Brasília à noite, a Polícia Militar de Brasília estava guiando eles e vendo eles tocarem fogo em ônibus e não fazia absolutamente nada.
Esses policiais que participaram disso não poderão ficar impunes e não poderão participar da corporação, porque não são de confiança da sociedade brasileira. Eu espero que, a partir desse decreto, a gente possa não só cuidar da segurança do Distrito Federal, mas garantir de uma vez por todas, que isso não se repetirá mais no Brasil. É preciso que essa gente seja punida de forma exemplar, que essas pessoas sejam punidas de forma a que ninguém nunca mais ouse — com a bandeira nacional nas costas ou com a camiseta da seleção da brasileira, para se fingir de nacionalistas, para se fingirem de brasileiros — faça o que eles fizeram hoje.
Isto nunca tinha acontecido. Nem no auge da chamada da [[w:Luta armada contra a ditadura militar brasileira|luta armada]] neste país nos anos setenta, houve tentativa de qualquer tentativa de qualquer grupo fazer qualquer quebra-quebra na Praça dos Três Poderes, no Palácio do presidente, no Palácio da Justiça e na Câmara dos Deputados.
Eu vou voltar para Brasília agora e vou visitar os três palácios que foram quebrados e pode ficar certo que isso não se repetirá, nós vamos tentar descobrir quem financiou isso, quem pagou os ônibus, quem pagava estadia, quem pagava churrasco todo dia e essa gente toda vai pagar. E também da parte do Governo Federal, se houve omissão de alguém no Governo Federal que facilitou isso, também será punido. Nós não vamos admitir.
Vocês sabem que eu perdi [[w:Eleição presidencial no Brasil em 1989|eleições em 89]], eu perdi as [[w:Eleição presidencial no Brasil em 1994|eleições em 94]], eu perdi a [[w:Eleição presidencial no Brasil em 1998|eleição em 98]] e nenhum momento vocês viram qualquer militante do [[w:Partido dos Trabalhadores|meu partido]] ou qualquer militante da esquerda fazer qualquer objeção ao presidente da República eleito. Esse genocida não só provocou isso, não só estimulou isso, como, quem sabe, está estimulando ainda pelas redes sociais, que a gente tá sabendo, lá de Miami de onde ele foi descansar.
Na verdade, ele fugiu para não me colocar a faixa. E é muito triste depois da festa democrática do dia primeiro. A festa mais importante da posse de um presidente da República na história do presidencialismo no mundo inteiro. Nunca o povo trabalhador, os catadores de papel, os índios e as pessoas negras desse país colocaram a faixa no pescoço de um presidente da República. Pois no dia primeiro, eles colocaram.
Essa gente já estava em Brasília e essa gente teve medo de descer a Brasília com medo da multidão que estava lá para a posse. E aproveitaram o silêncio de um domingo, quando a gente ainda está montando um governo, para fazer o que eles fizeram hoje. Todo mundo sabe que tem vários discursos do ex-presidente da República estimulando isso.
Ele estimulou a invasão na Suprema Corte, estimulou invasão, só não estimulou a invasão do Palácio porque ele estava lá dentro. Ele estimulou invasão nos Três Poderes sempre que ele pôde e isso também é da responsabilidade dele, isso é de responsabilidade dos partidos que sustentam ele e tudo isso vai ser apurado com muita força e com muita rapidez.
Eu quero agradecer a vocês porque eu vim aqui para outra coisa e vou deixar aqui, depois, os meus ministros para falar com vocês — já conversaram com o Edinho o que o Governo Federal pode fazer para que a gente possa recuperar essa cidade maravilhosa chamada Morada do Sol.
Eu quero, Edinho, dizer para você que eu vou quarta-feira receber o governador do estado em Brasília e eu vou falar com ele que agora é a hora da gente provar que o ente federativo precisa funcionar. A Prefeitura vai utilizar o dinheiro que ela pode utilizar, o Estado precisa colocar dinheiro e o Governo Federal colocar dinheiro, porque o povo de Araraquara paga imposto e esse imposto vai para São Paulo, vai para o Brasil e a gente deve devolvê-lo em forma de benefício, para recuperar os prejuízos que a natureza causou.
É importante lembrar que, quando alguém hoje achar que a questão climática é uma coisa menor, que a questão climática é uma coisa de estudante, que é uma coisa de esquerdista, que é uma coisa de Partido Verde, não. A questão climática é uma coisa que está mudando por causa da irresponsabilidade do ser humano. O ser humano é o único animal capaz de destruir as coisas que prejudicam ele mesmo.
É por isso que muita gente que estava em Brasília hoje, quem sabe eram garimpeiros, garimpeiros ilegais, quem sabe sejam madeireiros ilegais. O cidadão não tem direito de cortar uma árvore que tem 300 anos na Amazônia, que é de todos os 215 milhões de brasileiros, cortar para ele ganhar dinheiro. Se ele quer utilizar a madeira para ganhar dinheiro, ele que plante e espere crescer, aí ele corte quantas madeiras ele quiser, mas ele não pode cortar aquilo que é patrimônio de toda humanidade e, sobretudo, patrimônio do povo brasileiro.
Essa gente estava hoje lá, o agronegócio maldoso, aquele agronegócio que quer utilizar agrotóxico sem nenhum respeito à saúde humana, possivelmente, também estava lá. E essa gente toda vai ser investigada, vai ser apurada e será punida.
Por isso, Edinho, eu peço desculpas de não ter podido fazer o que eu vim fazer aqui, mas meus dois ministros vão falar com vocês agora e nós vamos distribuir cópias do decreto para vocês, eu não sei se já está na internet e vocês podem pegar a cópia do decreto. No mais, gente, muito obrigado e eu espero voltar a Araraquara, o Edinho está me devendo há muito tempo um almoço e eu virei cobrar dele esse almoço.
Obrigado, gente.
{| style="margin-left: 2em;"
|-
| style="width: 7em;" | JORNALISTA:
| O senhor falou com o governador [[w:Ibaneis Rocha|Ibaneis]]?
|}
Ele não estava lá. O [[w:Anderson Torres|secretário de Segurança]] dele, todo mundo sabe a fama dele, de ser conivente com as manifestações, então a intervenção vai cuidar disso. Obrigado.
[[Categoria:Documentos históricos brasileiros]]
[[Categoria:Discursos]]
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Refere-se ao primeiro imperador romano- Caio Júlio César Octaviano, que, antes de aparecer na via pública, era conhecido por C. Octávio<ref>Para este e seguintes excertos cfr. «Milliarios», do sr. P.<sup>e</sup> Capela, de que me servi, bem como para a reprodução das epígrafes.</ref>.
Este homem, ao expirar, com 76 anos de idade e 38 de império, perguntou aos circunstantes: «se porventura tinha representado bem a comédia da vida?» «Então batei palmas e aplaudi-me», concluiu ele.
Nestas palavras está definido o seu carácter.
Foi no tempo do seu governo que nasceu J. Cristo.
Em Junho do ano 764, da fundação de Roma, começou o 34.º do poder tribunício de Augusto; e correspondendo este ano ao 11.º do nascimento de J. C., vê-se que esta estrada foi construída ou reedificada então<ref>Port. Antigo e Moderno, vol. 7.º, pag. 178, col. 2.ª e 179, col. 1.ª.</ref>.
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Nerva, a quem este miliário é dedicado, nasceu no ano 22 e morreu no de 98, tendo apenas exercido a sua alta magistratura desde o ano 96 até ao do seu falecimento.
Foi cidadão honesto, pacífico e muito moderado, mesmo no fastígio do poder.
Fez voltar à pátria os proscritos, restituiu os bens confiscados e suspendeu as perseguições contra os cristãos.
Foi neste tempo que voltou do seu desterro à sua igreja de Efeso S. João Evangelista.
Marcus Coecius Nerva pertencia a uma família de notáveis jurisconsultos.
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Marco miliário no adro de Rubiães
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Este homem, ao expirar, com 76 anos de idade e 38 de império, perguntou aos circunstantes: «se porventura tinha representado bem a comédia da vida?» «Então batei palmas e aplaudi-me», concluiu ele.
Nestas palavras está definido o seu carácter.
Foi no tempo do seu governo que nasceu J. Cristo.
Em Junho do ano 764, da fundação de Roma, começou o 34.º do poder tribunício de Augusto; e correspondendo este ano ao 11.º do nascimento de J. C., vê-se que esta estrada foi construída ou reedificada então<ref>Port. Antigo e Moderno, vol. 7.º, pag. 178, col. 2.ª e 179, col. 1.ª.</ref>.
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Foi cidadão honesto, pacífico e muito moderado, mesmo no fastígio do poder.
Fez voltar à pátria os proscritos, restituiu os bens confiscados e suspendeu as perseguições contra os cristãos.
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Marco miliário no adro de Rubiães
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Refere-se ao primeiro imperador romano- Caio Júlio César Octaviano, que, antes de aparecer na via pública, era conhecido por C. Octávio<ref>Para este e seguintes excertos cfr. «Milliarios», do sr. P.<sup>e</sup> Capela, de que me servi, bem como para a reprodução das epígrafes.</ref>.
Este homem, ao expirar, com 76 anos de idade e 38 de império, perguntou aos circunstantes: «se porventura tinha representado bem a comédia da vida?» «Então batei palmas e aplaudi-me», concluiu ele.
Nestas palavras está definido o seu carácter.
Foi no tempo do seu governo que nasceu J. Cristo.
Em Junho do ano 764, da fundação de Roma, começou o 34.º do poder tribunício de Augusto; e correspondendo este ano ao 11.º do nascimento de J. C., vê-se que esta estrada foi construída ou reedificada então<ref>Port. Antigo e Moderno, vol. 7.º, pag. 178, col. 2.ª e 179, col. 1.ª.</ref>.
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Nerva, a quem este miliário é dedicado, nasceu no ano 22 e morreu no de 98, tendo apenas exercido a sua alta magistratura desde o ano 96 até ao do seu falecimento.
Foi cidadão honesto, pacífico e muito moderado, mesmo no fastígio do poder.
Fez voltar à pátria os proscritos, restituiu os bens confiscados e suspendeu as perseguições contra os cristãos.
Foi neste tempo que voltou do seu desterro à sua igreja de Efeso S. João Evangelista.
Marcus Coecius Nerva pertencia a uma família de notáveis jurisconsultos.
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Marco miliário no adro de Rubiães
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{c|3.º (conforme a recomposição)}}<ref>«Voz de Coura», ano de 1904 n.ºs 26 e 27.</ref> {{c|IMP.CAES.DIV.SEVERI.PII.FIL}} {{c|DIV.MARCI.ANTONINI.PII.NEP}} {{c|DIV.ANTONINI.PII.PRONEP}} {{c|DIV HADRIANI ABNEP}} {{c|DIV TRAIANI.PAR.ET}} {{c|DIV NERVAE ADNEP.}} {{c|M.AVRELIO ANTONINO PIO FEL.AVG.}} {{c|PART.MAX.}} {{c|BRIT.MAX.}} {{c|GERM.MAX.}} {{c|PONTIFICI MAX.}} {{c|TRIBVNI.POT.IMP.III}} {{c|COS.IIII P.P.PROCONS.}} {{c|A...
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{{c|---}}
Este miliário foi encontrado e posto a descoberto, há cerca de 15 anos, no adro de Rubiães, quando aí se fazia um rebaixe, para o regularizar. Servia de sarcófago, e estava entre outras sepulturas. Ao cavar-se, longitudinalmente, o carneiro, foram-lhe cortados os caracteres da direita, em algumas linhas<ref>Em um miliário do Antepaço, em Ponte do Lima, Argote e Pinho Leal leram uma inscrição quasi igual a esta.</ref>.
'''{{c|4.º MILIÁRIO}}'''
{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}
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{{c|C.IVL.VER.MAX.NOB.CAES}}
{{c|GERM.MAX.DAC.MAX}}
{{c|SARM.MAX.PRINCEPS}}
{{c|IVENT.F.D.N||||||||| ||||}}
Refere-se aos dois imperadores Caio Júlio Vero ''Maximino'' e Caio Júlio Vero ''Máximo''.
Ignora-se a data do nascimento e a naturalidade de ''Maximino'', sabendo-se, contudo, que era oriundo da Trácia, filho de um godo, chamado Micca e de uma alana, de nome — Ababa.
De enorme corpulência, foi apenas esta circunstância e força muscular que da sua condição de pegureiro o trouxeram às fileiras da guarda pretoriana.
Derrubou, na presença do imperador, 16 legionários robustos, um após outro, sem dificuldade de maior.
Comia, diariamente, 40 libras de carne e bebia 26 litros!
Feroz e sanguinário, desatou a sua sanha sobretudo contra os cristãos, contra os parentes e contra todos que foram testemunhas da sua condição humilde.
Os Papas Ponciano e o seu sucessor Antero, muitos clérigos, S.<sup>ta</sup> Bárbara, etc., foram vítimas do seu furor sanguinário.
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|3.º (conforme a recomposição)<ref>«Voz de Coura», ano de 1904 n.ºs 26 e 27.</ref>}}
{{c|IMP.CAES.DIV.SEVERI.PII.FIL}}
{{c|DIV.MARCI.ANTONINI.PII.NEP}}
{{c|DIV.ANTONINI.PII.PRONEP}}
{{c|DIV HADRIANI ABNEP}}
{{c|DIV TRAIANI.PAR.ET}}
{{c|DIV NERVAE ADNEP.}}
{{c|M.AVRELIO ANTONINO PIO FEL.AVG.}}
{{c|PART.MAX.}}
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{{c|TRIBVNI.POT.IMP.III}}
{{c|COS.IIII P.P.PROCONS.}}
{{c|A BRACARA AVG.M.}}
{{c|?}}
{{c|---}}
Este miliário foi encontrado e posto a descoberto, há cerca de 15 anos, no adro de Rubiães, quando aí se fazia um rebaixe, para o regularizar. Servia de sarcófago, e estava entre outras sepulturas. Ao cavar-se, longitudinalmente, o carneiro, foram-lhe cortados os caracteres da direita, em algumas linhas<ref>Em um miliário do Antepaço, em Ponte do Lima, Argote e Pinho Leal leram uma inscrição quasi igual a esta.</ref>.
'''{{c|4.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}'''
{{c|IMP.CAES.G.IVL.VER.MAXIM}}
{{c|P.F.AVG.GERM.MAX.DAC 238 de J. C.}}
{{c|MAX.SARM.MAX.PONT}}
{{c|MAX.TRIB.POT.V.IMP.VII}}
{{c|PAT.PAT.CONS.PROCONS.ET}}
{{c|C.IVL.VER.MAX.NOB.CAES}}
{{c|GERM.MAX.DAC.MAX}}
{{c|SARM.MAX.PRINCEPS}}
{{c|IVENT.F.D.N||||||||| ||||}}
Refere-se aos dois imperadores Caio Júlio Vero ''Maximino'' e Caio Júlio Vero ''Máximo''.
Ignora-se a data do nascimento e a naturalidade de ''Maximino'', sabendo-se, contudo, que era oriundo da Trácia, filho de um godo, chamado Micca e de uma alana, de nome — Ababa.
De enorme corpulência, foi apenas esta circunstância e força muscular que da sua condição de pegureiro o trouxeram às fileiras da guarda pretoriana.
Derrubou, na presença do imperador, 16 legionários robustos, um após outro, sem dificuldade de maior.
Comia, diariamente, 40 libras de carne e bebia 26 litros!
Feroz e sanguinário, desatou a sua sanha sobretudo contra os cristãos, contra os parentes e contra todos que foram testemunhas da sua condição humilde.
Os Papas Ponciano e o seu sucessor Antero, muitos clérigos, S.<sup>ta</sup> Bárbara, etc., foram vítimas do seu furor sanguinário.
{{rule}}<noinclude></noinclude>
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