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<noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{c|— 256 —}}</noinclude><section begin="127"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXVII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|392|201|{{#section:Página:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf/392|201}}{{#section:Página:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf/393|201}}}}}}
{{c|''Que trata dos homens marinhos.''|lh=2}}
Não ha duvida senão que se encontram na Bahia e nos
reconcavos d’ella, muitos homens marinhos, a que os indios
chamam pela sua lingua upupiara, os quaes andam pelo
rio d’agua doce pelo tempo do verão, onde fazem muito
damno aos indios pescadores e mariscadores que andam em
jangadas, onde os tomam, e aos que andam pela borda da
agua, mettidos n’ella; a uns e outros apanham, e mettemn’os
debaixo d’agua onde os afogam: os quaes sahem á terra
com a maré vazia afogados e mordidos na boca, narizes’e
na sua natura; e dizem outros indios pescadores que viram
tomar a estes mortos que viram sobre agua uma cabeça
de homem lançar um braço fóra d’ella e levar o morto; é
os que isso viram se recolheram fugindo á terra assombrados,
do que ficaram tão atemorizados que não quizeram
tornar a pescar d’ahi a muitos dias; o que também aconteceu
a alguns negros de Guiné; as quaes fantasmas ou
homens marinhos mataram por vezes cinco indios meus;
e já aconteceu tomar um monstro d’estes dous indios pescadores
de uma jangada e levarem um; e salvar-se outro tão
assombrado que esteve para morrer; e alguns morrem
d’isto. E um mestre le assucar do meu engenho affirmou
que olhando da janella do engenho que está sobro o rio, e
que gritavam umas negras, uma noite, que estavam lavando
umas formas de assucar, viu um vulto maior que um
homem à borda d’agua, mas que se lançou logo n’ella; ao
qual mestre de assucar as negras disseram que aquella fantasma
vinha para pegar n’ellas, e que aquelle era o homem
marinho, as quaes estiveram assombradas muitos dias; e
d’estes acontecimentos acontecem muitos no verão, que no
inverno não falta nunca nenhum negro.
<section end="127"/>
<section begin="128"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXVIII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|393|202}}}}
{{c|''Que trata do peixe serra, tubarões, toninhas, e lixas.''|lh=2}}
Aragoagoay é chamado pelos indios o peixe a que os
Portuguezes chamam peixe serra; os quaes tem o couro e
feição dos tubarões, mas tem no focinho uma espinha de
osso muito dura, com dentes de ambas as bandas mui grandes,
uns de meio palmo, e outros de mais, e de menos; {{pt|se|segundo }}
<section end="128"/><noinclude></noinclude>
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Strudel45
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="3" user="Strudel45" /></noinclude> <big>{{block center|'''PROLOGO'''<br/>}}</big>
<big>{{block center|FEITO DEPOIS DESTA OBRA<br/>}}</big>
<big>{{block center|Impreſſa.<br/>}}</big>
<big>{{block center|AO MUI ALTO, E PODEROSO REI<br/>}}</big>
<big>{{block center|'''D. J O A Õ III.'''<br/>}}</big>
<big>{{block center|DESTE NOME<br/>}}</big>
<big>{{block center|''POR''<br/>}}</big>
<big>{{block center|'''JOAÕ DE BARROS'''<br/>}}</big>
<big>{{block center|SEU C R I A DO.<br/>}}</big>
<big>'''A'''</big>MOR, Favor , e Temor ; Rei mui poderoſo, Príncipe de juſtiça, tem tanta força em todalas couſas , que nenhuma fe póde fazer
ſem algum delles , e ás vezes huma com
todos. E aſſim como o primeiro ha de
permanecer com noſſa alma , aſſi antecede aos dois nas obras que neſte mundo faz; que logo leva huma ordem firme, hum concerto ſeguro, huma liberalidade franca, que os outros naõ tem. E
ele me fez diſpôr os dias paſſados pera
ſervir V. Alteza na trasladaçaõ deſta Chronica. E ſabendo iſto de mim, uſaſtes taõ liberalmente commigo, dando-me a iſſo
* ii
fa-<noinclude></noinclude>
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Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/51
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Ruiaraujo1972
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|'''3.º (conforme a recomposição)'''<ref>«Voz de Coura», ano de 1904 n.ºs 26 e 27.</ref>}}
{{c|IMP.CAES.DIV.SEVERI.PII.FIL}}
{{c|DIV.MARCI.ANTONINI.PII.NEP}}
{{c|DIV.ANTONINI.PII.PRONEP}}
{{c|DIV HADRIANI ABNEP}}
{{c|DIV TRAIANI.PAR.ET}}
{{c|DIV NERVAE ADNEP.}}
{{c|M.AVRELIO ANTONINO PIO FEL.AVG.}}
{{c|PART.MAX.}}
{{c|BRIT.MAX.}}
{{c|GERM.MAX.}}
{{c|PONTIFICI MAX.}}
{{c|TRIBVNI.POT.IMP.III}}
{{c|COS.IIII P.P.PROCONS.}}
{{c|A BRACARA AVG.M.}}
{{c|?}}
{{c|---}}
Este miliário foi encontrado e posto a descoberto, há cerca de 15 anos, no adro de Rubiães, quando aí se fazia um rebaixe, para o regularizar. Servia de sarcófago, e estava entre outras sepulturas. Ao cavar-se, longitudinalmente, o carneiro, foram-lhe cortados os caracteres da direita, em algumas linhas<ref>Em um miliário do Antepaço, em Ponte do Lima, Argote e Pinho Leal leram uma inscrição quasi igual a esta.</ref>.
'''{{c|4.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}'''
{{c|IMP.CAES.G.IVL.VER.MAXIM}}
{{c|P.F.AVG.GERM.MAX.DAC 238 de J. C.}}
{{c|MAX.SARM.MAX.PONT}}
{{c|MAX.TRIB.POT.V.IMP.VII}}
{{c|PAT.PAT.CONS.PROCONS.ET}}
{{c|C.IVL.VER.MAX.NOB.CAES}}
{{c|GERM.MAX.DAC.MAX}}
{{c|SARM.MAX.PRINCEPS}}
{{c|IVENT.F.D.N||||||||| ||||}}
Refere-se aos dois imperadores Caio Júlio Vero ''Maximino'' e Caio Júlio Vero ''Máximo''.
Ignora-se a data do nascimento e a naturalidade de ''Maximino'', sabendo-se, contudo, que era oriundo da Trácia, filho de um godo, chamado Micca e de uma alana, de nome — Ababa.
De enorme corpulência, foi apenas esta circunstância e força muscular que da sua condição de pegureiro o trouxeram às fileiras da guarda pretoriana.
Derrubou, na presença do imperador, 16 legionários robustos, um após outro, sem dificuldade de maior.
Comia, diariamente, 40 libras de carne e bebia 26 litros!
Feroz e sanguinário, desatou a sua sanha sobretudo contra os cristãos, contra os parentes e contra todos que foram testemunhas da sua condição humilde.
Os Papas Ponciano e o seu sucessor Antero, muitos clérigos, S.<sup>ta</sup> Bárbara, etc., foram vítimas do seu furor sanguinário.
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Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/52
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Ruiaraujo1972
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Foi decapitadoem Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda. ''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''. Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento. '''{{c|5.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}''' {{c|D.N. 350/352 de J. C.}} {{c|MAGNO}} {{c|MAGNENTIO}} {{c|IMPERATORI}} {{c|AVG}} {{c|P.F}} {{c|B.N.R.P.N.}} {{c|XXXI}} {{c|---...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Foi decapitadoem Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda.
''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''.
Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento.
'''{{c|5.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}'''
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Diz respeito ao imperador Flávio Magnencio, sucessor de Constante, a quem usurpou a púrpura imperial em 350, tendo cerca de 47 anos de idade.
Era franco de origem. Suicidou-se nas Galias (Lyon), atravessando-se com a própria espada.
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Refere-se ao imperador Flávio Valentiniano, a quem o cristianismo é devedor de relevantes serviços, e governou o império desde 364 a 375.
'''{{c|6.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(Em S. Martinho de Coura, lugar de Fonte d'Olho)}}'''
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Este miliário serve de suporte a uma ramada.
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Era natural de ''Cibalis'', na Pannonia, filho mais velho de Graciano, conde de África, e nasceu no ano de 321.
Era cristão, e por este motivo foi deposto do lugar de tribuno dos ''scutarios'', que desempenhava, antes de ser imperador.
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Ruiaraujo1972
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Foi decapitado em Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda.
''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''.
Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento.
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Diz respeito ao imperador Flávio Magnencio, sucessor de Constante, a quem usurpou a púrpura imperial em 350, tendo cerca de 47 anos de idade.
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Refere-se ao imperador Flávio Valentiniano, a quem o cristianismo é devedor de relevantes serviços, e governou o império desde 364 a 375.
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Era natural de ''Cibalis'', na Pannonia, filho mais velho de Graciano, conde de África, e nasceu no ano de 321.
Era cristão, e por este motivo foi deposto do lugar de tribuno dos ''scutarios'', que desempenhava, antes de ser imperador.
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Ruiaraujo1972
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Foi decapitado em Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda.
''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''.
Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento.
'''{{c|5.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}'''
{{c|D.N. 350/352 de J. C.}}
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Diz respeito ao imperador Flávio Magnencio, sucessor de Constante, a quem usurpou a púrpura imperial em 350, tendo cerca de 47 anos de idade.
Era franco de origem. Suicidou-se nas Galias (Lyon), atravessando-se com a própria espada.
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Refere-se ao imperador Flávio Valentiniano, a quem o cristianismo é devedor de relevantes serviços, e governou o império desde 364 a 375.
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Este miliário serve de suporte a uma ramada.
'''{{c|7.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(No lugar do Crasto, dentro do quinteiro do sr. Gaspar Teixeira)}}'''
{{C|D N.}}
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Era natural de ''Cibalis'', na Pannonia, filho mais velho de Graciano, conde de África, e nasceu no ano de 321.
Era cristão, e por este motivo foi deposto do lugar de tribuno dos ''scutarios'', que desempenhava, antes de ser imperador.
Em 375 fazia ''Valentiniano'' a guerra aos ''sarmatas'', na Pannonia, quando, numa conferência com os bárbaros, foi fulminado por uma apoplexia, provocada por um acesso de cólera.<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc. '''{{c|8.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}''' {{c|DN}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.......}} 0 Itenerario do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24. Dos oito miliários, só em três é que se...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc.
'''{{c|8.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}'''
{{c|DN}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.......}}
0 Itenerario do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24.
Dos oito miliários, só em três é que se lê o número de milhas: o de ''Júlio César'', no Crasto - XXX milhas; de ''Magnencio'', em S. Bartomeu - XXXI; e o de ''Nerva'', também na mesma capela, - XXXVI.
Supondo que o 1.º se encontra, aproximadamente, no sítio em que primitivamente foi colocado à margem da ''via'', isto é, a pequena distância da ''ponte romana'', o 2.º devia estar, mais para o norte, mil passos - (1.500 metros) e o 3.º, ainda mais para o norte, cinco milhas - (7,5 kilometros).
E esta suposição tem todo o fundamento, porque desta ponte à cidade de Braga, são, muito aproximadamente, 45 kilómetros - 9 léguas - isto é, 30 milhas, ou 30×1.500 metros.
'''{{c|CAPÍTULO V}}'''
'''{{c|Dolmens ou antas}}'''
QUEM escreve estas linhas não tem competência para dizer, de sua conta, destes arcaicos monumentos funerários, megalíticos.
Por isso, a espontaneidade da confissão merece a indulgência dos eruditos.
«O dolmen ou anta consta de uma câmara circular, ou poligonal, formada por grandes pedras aprumadas, servindo de esteios, nos quais se apoia uma outra pedra ainda de maiores dimensões, que forma a tampa ou cobertura desta
espécie de templo rústico.»<ref>O «dolmen da Barrosa» pelo sr. general Mesquita Carvalho, pag. 90. O falecido arqueólogo dr. Martins Sarmento definiu-o por outra forma. Cfr. «Pero Gallego», ano de 1882, n.º 11, mês de Abril.</ref>
Afirmam os entendidos que estas construções atestam uma civilização rudimentar - ''pré-histórica''.
Seja como for, o fim desta notícia é, apenas, chamar a atenção dos estudiosos para as numerosas antas, que, mais
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc.
'''{{c|8.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}'''
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O «Itenerario» do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24.
Dos oito miliários, só em três é que se lê o número de milhas: o de ''Júlio César'', no Crasto - XXX milhas; de ''Magnencio'', em S. Bartomeu - XXXI; e o de ''Nerva'', também na mesma capela, - XXXVI.
Supondo que o 1.º se encontra, aproximadamente, no sítio em que primitivamente foi colocado à margem da ''via'', isto é, a pequena distância da ''ponte romana'', o 2.º devia estar, mais para o norte, mil passos - (1.500 metros) e o 3.º, ainda mais para o norte, cinco milhas - (7,5 kilometros).
E esta suposição tem todo o fundamento, porque desta ponte à cidade de Braga, são, muito aproximadamente, 45 kilómetros - 9 léguas - isto é, 30 milhas, ou 30×1.500 metros.
'''{{c|CAPÍTULO V}}'''
'''{{c|Dolmens ou antas}}'''
QUEM escreve estas linhas não tem competência para dizer, de sua conta, destes arcaicos monumentos funerários, megalíticos.
Por isso, a espontaneidade da confissão merece a indulgência dos eruditos.
«O dolmen ou anta consta de uma câmara circular, ou poligonal, formada por grandes pedras aprumadas, servindo de esteios, nos quais se apoia uma outra pedra ainda de maiores dimensões, que forma a tampa ou cobertura desta
espécie de templo rústico.»<ref>O «dolmen da Barrosa» pelo sr. general Mesquita Carvalho, pag. 90. O falecido arqueólogo dr. Martins Sarmento definiu-o por outra forma. Cfr. «Pero Gallego», ano de 1882, n.º 11, mês de Abril.</ref>
Afirmam os entendidos que estas construções atestam uma civilização rudimentar - ''pré-histórica''.
Seja como for, o fim desta notícia é, apenas, chamar a atenção dos estudiosos para as numerosas antas, que, mais
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Ruiaraujo1972
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc.
'''{{c|8.º MILIÁRIO}}'''
'''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}'''
{{c|DN}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.........}}
{{c|.......}}
O «Itenerario» do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24.
Dos oito miliários, só em três é que se lê o número de milhas: o de ''Júlio César'', no Crasto - XXX milhas; de ''Magnencio'', em S. Bartomeu - XXXI; e o de ''Nerva'', também na mesma capela, - XXXVI.
Supondo que o 1.º se encontra, aproximadamente, no sítio em que primitivamente foi colocado à margem da ''via'', isto é, a pequena distância da ''ponte romana'', o 2.º devia estar, mais para o norte, mil passos - (1.500 metros) e o 3.º, ainda mais para o norte, cinco milhas - (7,5 kilometros).
E esta suposição tem todo o fundamento, porque desta ponte à cidade de Braga, são, muito aproximadamente, 45 kilómetros - 9 léguas - isto é, 30 milhas, ou 30×1.500 metros.
'''{{c|CAPÍTULO V}}'''
'''{{c|Dolmens ou antas}}'''
QUEM escreve estas linhas não tem competência para dizer, de sua conta, destes arcaicos monumentos funerários, megalíticos.
Por isso, a espontaneidade da confissão merece a indulgência dos eruditos.
«O dolmen ou anta consta de uma câmara circular, ou poligonal, formada por grandes pedras aprumadas, servindo de esteios, nos quais se apoia uma outra pedra ainda de maiores dimensões, que forma a tampa ou cobertura desta
espécie de templo rústico.»<ref>O «dolmen da Barrosa» pelo sr. general Mesquita Carvalho, pag. 90. O falecido arqueólogo dr. Martins Sarmento definiu-o por outra forma. Cfr. «Pero Gallego», ano de 1882, n.º 11, mês de Abril.</ref>
Afirmam os entendidos que estas construções atestam uma civilização rudimentar - ''pré-histórica''.
Seja como for, o fim desta notícia é, apenas, chamar a atenção dos estudiosos para as numerosas antas, que, mais
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: ou menos conservadas, existem esparsas pela área deste concelho, sobretudo na montanhosa. Em 1881 relacionei-me com elas em circunstâncias que evoco com saudade, por acordarem no meu espírito a memória de um amigo, que pôs ao serviço da arqueologia pátria a sua lúcida inteligência, com os meios da sua fortuna - o sr. F. Martins Sarmento, de Guimarães; e, ainda, por me fazerem lembrado outro amigo - o sr. dr. José M. Pestana de Vasconc...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>ou menos conservadas, existem esparsas pela área deste concelho, sobretudo na montanhosa.
Em 1881 relacionei-me com elas em circunstâncias que evoco com saudade, por acordarem no meu espírito a memória de um amigo, que pôs ao serviço da arqueologia pátria a sua lúcida inteligência, com os meios da sua fortuna
- o sr. F. Martins Sarmento, de Guimarães; e, ainda, por me fazerem lembrado outro amigo - o sr. dr. José M. Pestana de Vasconcelos, desembargador da Relação do Porto, que me abriu, com mão carinhosa, as portas dos - Provarás-, no tribunal desta comarca, quando aqui foi juiz de direito.
O dr. Martins Sarmento resolvera fazer uma visita àquele douto magistrado, e aproveitar o ensejo no interesse dos seus estudos especiais - a arqueologia<ref>O sábio Cartaillac escreveu de Martins Sarmento: «Il y a dans le nord du Portugal, á Guimarães, un home instruit et fortuné, enthusiaste et genereux, qui s'est devoué à l'histoire de son pays...» - Les Ages Prehistoriques d'Espagne et du Portugal - pag. 272.</ref>.
Sabido o dia da sua chegada, lá fomos eu e o sr. dr. Pestana - esperar a S. Bento da Porta-Aberta, limites deste concelho e Valença, o reconstrutor da - Citânia de Briteiros.
Havia no meu espírito uma predisposição amiga para com o ilustre vimaranense, já antes das nossas relações pessoais. É que eu sabia-o apaixonado ''pescador de trutas'', pelo sistema definido pelo brilhante poeta sr. Guerra Junqueiro:
- à cana.
E, porque eu, também pelo mesmo processo, fazia a possível guerra ao saboroso e sarapintado peixe, veio desta identidade de ''sport'' a minha ''anterior'' simpatia pelo sábio.
Foi, pois, em S. Bento, freguesia de Cossourado, o nosso encontro e a minha ''apresentação''.
Ingerido o almoço de ''guerra''<ref>Era assim que o dr. Sarmento classificava os bolos de bacalhau e mais viandas do dito, de que se fizera acompanhar.</ref>, fomos visitar o monte da ''Cividade'', que fica a cavaleiro da igreja paroquial daquela freguesia, e depois seguimos para o lugar de ''Antas'', em Rubiães, onde estavam e estão acantonados ''quatro miliários'', cujas epígrafes o arqueólogo pretendia recolher, como fez.
Em Antas foi ele informado, por um ''cicerone'' local, de que, perto, servindo de tranqueiro a uma porteleira, havia uma pedra com - ''letras''.
Fomos em cata da desconhecida ''preciosidade''.
Não apareceu, porém, a inscrição nem a pedra.
O ''cicerone'', talvez para se resgatar do desapontamento em que nos deixara, veio com outra ''informação'', dizendo que, no pinhal próximo, houve, em tempos passados, ''«fornos de telha»'', dos quais ainda se viam restos.
Então, enveredamos para o ponto indicado.
O dr. Martins Sarmento viu, observou, andou em redor dos pretensos ''Fornos de telha'', e depois disse: «são ''mamoas''; é a parte externa das ''antas''». E continuou a dar uma prelecção sobre estes monumentos megalíticos, acrescentando, que, talvez, a denominação - Antas -, dada à povoação próxima, viesse de ter sido edificada quasi junto deles.
Por fácil associação de ideias, já ali notifiquei ao dr. Sarmento a existência de mais ''antas'' no monte da ''Chã de Lamas'', junto da lagoa deste nome, também conhecida por - lagoa da ''Salgueirinha'' -, na freguesia de Vascões.
Eram uns montículos de terra, forma alaranjada, ou
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Ruiaraujo1972
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>ou menos conservadas, existem esparsas pela área deste concelho, sobretudo na montanhosa.
Em 1881 relacionei-me com elas em circunstâncias que evoco com saudade, por acordarem no meu espírito a memória de um amigo, que pôs ao serviço da arqueologia pátria a sua lúcida inteligência, com os meios da sua fortuna
- o sr. F. Martins Sarmento, de Guimarães; e, ainda, por me fazerem lembrado outro amigo - o sr. dr. José M. Pestana de Vasconcelos, desembargador da Relação do Porto, que me abriu, com mão carinhosa, as portas dos - ''Provarás'' -, no tribunal desta comarca, quando aqui foi juiz de direito.
O dr. Martins Sarmento resolvera fazer uma visita àquele douto magistrado, e aproveitar o ensejo no interesse dos seus estudos especiais - a arqueologia<ref>O sábio Cartaillac escreveu de Martins Sarmento: «Il y a dans le nord du Portugal, á Guimarães, un home instruit et fortuné, enthusiaste et genereux, qui s'est devoué à l'histoire de son pays...» - Les Ages Prehistoriques d'Espagne et du Portugal - pag. 272.</ref>.
Sabido o dia da sua chegada, lá fomos eu e o sr. dr. Pestana - esperar a S. Bento da Porta-Aberta, limites deste concelho e Valença, o reconstrutor da - ''Citânia de Briteiros''.
Havia no meu espírito uma predisposição amiga para com o ilustre vimaranense, já antes das nossas relações pessoais. É que eu sabia-o apaixonado ''pescador de trutas'', pelo sistema definido pelo brilhante poeta sr. Guerra Junqueiro:
- à cana.
E, porque eu, também pelo mesmo processo, fazia a possível guerra ao saboroso e sarapintado peixe, veio desta identidade de ''sport'' a minha ''anterior'' simpatia pelo sábio.
Foi, pois, em S. Bento, freguesia de Cossourado, o nosso encontro e a minha ''apresentação''.
Ingerido o almoço de ''guerra''<ref>Era assim que o dr. Sarmento classificava os bolos de bacalhau e mais viandas do dito, de que se fizera acompanhar.</ref>, fomos visitar o monte da ''Cividade'', que fica a cavaleiro da igreja paroquial daquela freguesia, e depois seguimos para o lugar de ''Antas'', em Rubiães, onde estavam e estão acantonados ''quatro miliários'', cujas epígrafes o arqueólogo pretendia recolher, como fez.
Em Antas foi ele informado, por um ''cicerone'' local, de que, perto, servindo de tranqueiro a uma porteleira, havia uma pedra com - ''letras''.
Fomos em cata da desconhecida ''preciosidade''.
Não apareceu, porém, a inscrição nem a pedra.
O ''cicerone'', talvez para se resgatar do desapontamento em que nos deixara, veio com outra ''informação'', dizendo que, no pinhal próximo, houve, em tempos passados, ''«fornos de telha»'', dos quais ainda se viam restos.
Então, enveredamos para o ponto indicado.
O dr. Martins Sarmento viu, observou, andou em redor dos pretensos ''Fornos de telha'', e depois disse: «são ''mamoas''; é a parte externa das ''antas''». E continuou a dar uma prelecção sobre estes monumentos megalíticos, acrescentando, que, talvez, a denominação - Antas -, dada à povoação próxima, viesse de ter sido edificada quasi junto deles.
Por fácil associação de ideias, já ali notifiquei ao dr. Sarmento a existência de mais ''antas'' no monte da ''Chã de Lamas'', junto da lagoa deste nome, também conhecida por - lagoa da ''Salgueirinha'' -, na freguesia de Vascões.
Eram uns montículos de terra, forma alaranjada, ou
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: cónica, destacando-se acima do nível do terreno circunjacente, a que o povo chamava - ''«Fornos da Telha»''. Tinham despertado a minha atenção uma vez que por ali fiz um passeio à caça: notei que eram bastantes e muito próximos uns dos outros. Foi, nestas circunstâncias, que me relacionei com os - ''dolmens''. {{c|***}} Não havia, pois, notícia destes monumentos nesta região, e por isso facilmente se explica o alvoroço e interesse q...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>cónica, destacando-se acima do nível do terreno circunjacente, a que o povo chamava - ''«Fornos da Telha»''.
Tinham despertado a minha atenção uma vez que por ali fiz um passeio à caça: notei que eram bastantes e muito próximos uns dos outros.
Foi, nestas circunstâncias, que me relacionei com os - ''dolmens''.
{{c|***}}
Não havia, pois, notícia destes monumentos nesta região, e por isso facilmente se explica o alvoroço e interesse que esta despertou no infatigável investigador dr. Sarmento <ref>Em carta sua, de 3-IX-1881, escrevia-me: «Desde que vim daí tenho sonhado, um milhão de vezes, com as antiguidades de Coura, com o que vi e com o que não vi... Mas as antiguidades de Coura parecem-me tão importantes que valem a vergonha de qualquer passar por pedinchão.» (Pedia-me para lhe averiguar certas inscrições).
Os ''castros'' também impressionaram, vivamente, o sábio vimaranense.</ref>.
Mas, porque a sua visita foi quasi de ''médico'', lembrou-se de entregar aos dois ''noviços'' - eu e o sr. dr. Pestana - a exploração das ''antas'' da Salgueirinha, cuja existência eu lhe havia notificado.
Seria caso para rir desta ''investidura'', com que nos honrava o distinto hóspede, se não houvesse a justificá-la a quasi carência de notícias da existência de ''dolmens'' no norte do nosso país, como então acontecia.
Aprestados, pois, convenientemente, lá fomos para a montanha da ''Chã de Lamas'', cuja topografia eu conhecia bem.
Dia claro, cheio de luz, sereno, quente, céu azul, verdadeiramente talhado para uma ''iniciação arqueológica'' no...sertão.
Chegados ao campo de operações, escolheu-se a ''mamoa'', localizada em ponto mais elevado, porque na sua extremidade superior afloravam as pontas de umas pedras, fazendo uma espécie de círculo.
Os trabalhadores<ref>Tínhamos levado dois, apenas munidos de enxadas e um alvião.</ref>, curiosos e intrigados, começaram o ataque e puseram a descoberto, ''casualmente'', uma entrada para a ''mamoa'', espécie de corredor, voltado ao nascente.
Era a ''galeria''.
Pouco e pouco, foi-se esvasiando a ''camara'', mas não até ao fundo, ficando à vista ''cinco'' enormes pedras.
Chegou-se à profundidade de quasi três metros, não se atingindo, porém, a raiz delas, que eram grandes lágeas, encostadas umas às outras, formando uma espécie de ''forno'' muito alto e relativamente estreito. A ''galeria'' devia ter 0,<sup>m</sup>66 centímetros, de largura.
Não apareceram ''silex'', nem ''machados'' de pedra, nem qualquer outro objecto, dos recomendados à nossa... ''imperícia'' por M. Sarmento.
Ou a ''anta'' estava profanada, ou os noviços... a profanaram.
A ''meza'' tinha desaparecido.
O sr. dr. J. Leite de Vasconcelos, no seu «Portugal Pré-histórico», refere que, na lenda popular, são conhecidas estas edificações por - ''«Casa da Moura»''<ref>Biblioteca do Povo, 5.º vol.</ref>.
Neste concelho, como vimos, chamam-se - «Fornos da telha».
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{c|***}} Este simulacro de ''exploração'' dolmenica proporcionou-me o ensejo de recolher uma ''lenda'' popular, local, com saibos de realidade, pelo facto que ela concretiza. É esta: ia correndo o trabalho da exploração, quando se abeira de nós um homem, da freguesia de Vascões, que, pelo ar e modos, devia ser um lavrador, ladino e finório. Vestia domingueiramente e era cortez. Saudou-nos respeitosamente, mas com afabilidade, brinca...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|***}}
Este simulacro de ''exploração'' dolmenica proporcionou-me o ensejo de recolher uma ''lenda'' popular, local, com saibos de realidade, pelo facto que ela concretiza.
É esta: ia correndo o trabalho da exploração, quando se abeira de nós um homem, da freguesia de Vascões, que, pelo ar e modos, devia ser um lavrador, ladino e finório.
Vestia domingueiramente e era cortez. Saudou-nos respeitosamente, mas com afabilidade, brincando-lhe nos lábios um sorriso, que lhe ficava bem.
Dirigiu a vista, perscrutadora e curiosa, para a escavação e, pouco depois, interpela-nos assim: «então os senhores andam a procurar a ''Moura''? Efectivamente, continuou, aqui há um tesouro encantado.»
- Onde? pergunta o dr. Pestana de Vasconcelos.
- «Ali, na lagoa. Todas as noites de S. João, à meia noite, mão desconhecida faz tocar no meio dela um... sino de ouro»<ref>É tradição local que nesta lagoa existiu uma cidade.</ref>.
O sr. dr. Pestana fez-lhe ver que na lagoa não havia sino algum de ouro, mas que ela representava muito ouro, porque era a origem do rio Coura, fertilizador das terras da maior parte do concelho.
Pouco depois, passava outro indivíduo, que, segundo parecia, andava em procura das suas vacas. Aproximou-se, cortejou e repetiu, sem grande solicitação, a mesma ''historia'' do sino.
Ainda vieram mais, todos daquela freguesia, e ''todos'' afinavam pelo mesmo diapasão, afirmando, muito peremptoriamente, «que toda a gente de Vascões tinha ouvido tocar o sino de ouro».
Mas, interrogados individualmente pelo sr. dr. Pestana, sobre se algum deles tinha ouvido o som fascinador, o badalar aurífero, do misterioso sino, também ''todos'' responderam negativamente.
Creio, porém, que a lenda continua arreigada, porque, tendo eu acompanhado o sr. dr. José Leite de Vasconcelos numa exploração, que ele fez, muito de fugida, em Setembro de 1905, às ''Antas'' de Lamas ou da Salgueirinha, soube,
passados dias, que os ''ciprianistas'' deram lá, investiram com um ''dolmen'', fizeram profundas escavações e puseram tudo em ''palha-velha''.
{{c|***}}
Determinar, principalmente, a situação das ''antas'' deste concelho e fazer o seu inventário, embora incompleto, é o meu fito.
Não se trata, pois, da sua exploração e estudo.
'''{{|No Corno de Bico}}'''
O «Corno de Bico» é uma montanha a leste deste concelho, que corre de norte a sul.
Altitude máxima - 889 metros. O seu prolongamento meridional dá origem a outros montes, um dos quais tem um sítio chamado - ''Cruz Vermelha'', que delimita os três concelhos de Paredes de Coura, Arcos de Valdevez e Ponte do Lima.
Aí encontra-se um grupo de cinco antas, com as suas,
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|***}}
Este simulacro de ''exploração'' dolmenica proporcionou-me o ensejo de recolher uma ''lenda'' popular, local, com saibos de realidade, pelo facto que ela concretiza.
É esta: ia correndo o trabalho da exploração, quando se abeira de nós um homem, da freguesia de Vascões, que, pelo ar e modos, devia ser um lavrador, ladino e finório.
Vestia domingueiramente e era cortez. Saudou-nos respeitosamente, mas com afabilidade, brincando-lhe nos lábios um sorriso, que lhe ficava bem.
Dirigiu a vista, perscrutadora e curiosa, para a escavação e, pouco depois, interpela-nos assim: «então os senhores andam a procurar a ''Moura''? Efectivamente, continuou, aqui há um tesouro encantado.»
- Onde? pergunta o dr. Pestana de Vasconcelos.
- «Ali, na lagoa. Todas as noites de S. João, à meia noite, mão desconhecida faz tocar no meio dela um... sino de ouro»<ref>É tradição local que nesta lagoa existiu uma cidade.</ref>.
O sr. dr. Pestana fez-lhe ver que na lagoa não havia sino algum de ouro, mas que ela representava muito ouro, porque era a origem do rio Coura, fertilizador das terras da maior parte do concelho.
Pouco depois, passava outro indivíduo, que, segundo parecia, andava em procura das suas vacas. Aproximou-se, cortejou e repetiu, sem grande solicitação, a mesma ''historia'' do sino.
Ainda vieram mais, todos daquela freguesia, e ''todos'' afinavam pelo mesmo diapasão, afirmando, muito peremptoriamente, «que toda a gente de Vascões tinha ouvido tocar o sino de ouro».
Mas, interrogados individualmente pelo sr. dr. Pestana, sobre se algum deles tinha ouvido o som fascinador, o badalar aurífero, do misterioso sino, também ''todos'' responderam negativamente.
Creio, porém, que a lenda continua arreigada, porque, tendo eu acompanhado o sr. dr. José Leite de Vasconcelos numa exploração, que ele fez, muito de fugida, em Setembro de 1905, às ''Antas'' de Lamas ou da Salgueirinha, soube,
passados dias, que os ''ciprianistas'' deram lá, investiram com um ''dolmen'', fizeram profundas escavações e puseram tudo em ''palha-velha''.
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Determinar, principalmente, a situação das ''antas'' deste concelho e fazer o seu inventário, embora incompleto, é o meu fito.
Não se trata, pois, da sua exploração e estudo.
'''{{c|No Corno de Bico}}'''
O «Corno de Bico» é uma montanha a leste deste concelho, que corre de norte a sul.
Altitude máxima - 889 metros. O seu prolongamento meridional dá origem a outros montes, um dos quais tem um sítio chamado - ''Cruz Vermelha'', que delimita os três concelhos de Paredes de Coura, Arcos de Valdevez e Ponte do Lima.
Aí encontra-se um grupo de cinco antas, com as suas,
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: mamoas, formando arco de círculo com a abertura para leste. A 1.ª, que penso estar situada nos limites de Ponte do Lima, é a maior deste grupo e dista da 2.ª uns cem passos. Tem à vista, no alto da mamoa, cerca de 0<sup>m</sup>,60 de um esteio. Tanto esta como as outras não tem ''meza''. Da 2.ª à 3.ª há uns 12 passos; desta à 4.ª, 14 e desta à 5.ª, 50 a 55. A mamoa da 3.a está muito desfeita, mas reconhecem-se os seus restos. As qu...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>mamoas, formando arco de círculo com a abertura para leste.
A 1.ª, que penso estar situada nos limites de Ponte do Lima, é a maior deste grupo e dista da 2.ª uns cem passos. Tem à vista, no alto da mamoa, cerca de 0<sup>m</sup>,60 de um esteio. Tanto esta como as outras não tem ''meza''.
Da 2.ª à 3.ª há uns 12 passos; desta à 4.ª, 14 e desta à 5.ª, 50 a 55.
A mamoa da 3.a está muito desfeita, mas reconhecem-se os seus restos.
As quatro últimas deixam ver as extremidades superiores de três esteios em cada uma.
Nenhuma apresenta vestígios recentes de profanação.
Seguindo para o norte, e andados uns 700 a 800 metros, em direcção ao ''«Corno de Bico»'', vêem-se uns restos de mamoa junto de uma nascente, que toma a direcção sudoeste, correndo depois para este concelho. Os ''ciprianistas'' fizerem, recentemente, profunda e larga escavação dentro dela.
Um pouco mais para noroeste, a pequena distância e poente da ''«Poça dos Ramos»'', encontra-se outra anta, tendo à vista as pontas de três esteios. Não tem mesa.
Na vertente leste do mesmo «Corno de Bico», próximo do caminho que segue de Bico para o lugar de Grijó (Arcos de Valdevez), a sudeste da «Chã do Galo», está a maior mamoa deste monte.
Não se lhe vêem os esteios, mas atenta a sua altura e conservação, é possível que estejam soterrados. Também lhe falta a cobertura.
Todas estas oito antas se encontram a leste de uma linha recta tirada das cótas 889 e 846, da carta topográfica n.º 1, da Comissão Geodesica.
'''{{c|Chã de Lamas}}'''
É um monte, com pequenas ondulações, ao norte da freguesia de Vascões e a leste deste concelho. Confina com as freguesias de Mei e Sinharei, pelo nascente (Arcos de Valdevez). É, relativamente, plano, como o seu nome
indica.
Há aqui uma extensa lagoa, chamada da «Salgueirinha», que dá origem ao rio Coura. De verão, é terreno pantanoso.
A poente desta lagoa, numa pequena eminência que corre de norte a sul, encontra-se outro grupo de «''antas''» - oito, que conheço desde 1881, como já notei.
No mês de Setembro de 1905 foram inspeccionadas pelo sr. dr. J. Leite de Vasconcelos, que dirigiu a exploração de duas.
'''{{c|Monte do Carvalho}}'''
É situado entre este concelho e o de Valença, e corre de norte a sul. Antigamente, era por ele a estrada deste último concelho para os Arcos, por Coura.
A carta geodesica n.º 1, da Comissão Geodesica, marca o ''Facho'' (penedo do Facho) com a cóta 434 (ponto trignométrico) e mais ao sul a cóta 366; ora, entre estes dois pontos, mas um pouco para leste, encontram-se três ''mamoas'', sem esteios, bastante desfeitas. Quem seguir do lugar da Centeeira, da freguesía de Ferreira, pelo antigo caminho para Valença, e, depois de sair do lugar, tomar à direita (norte) em direcção ao mencionado penedo do Facho, facilmente as encontrará.<noinclude></noinclude>
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Ruiaraujo1972
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: '''{{c|Boulhosa}}''' Esta serra, orientada de leste a oeste, separa, pelo norte, o concelho de Coura do de Monção. Quem caminha do alto do Extremo para o poente, pelo dorso da Boulhosa, encontrará, em frente das bouças (giestais) daquele nome, ao lado esquerdo do caminho, algumas mamoas, e ao direito, já limites da freguesia de Abedim (Monção) uma anta, de proporções abastadas, conhecida por - ''Forninho do ouro'' -, a qual foi explo...
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text/x-wiki
<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>'''{{c|Boulhosa}}'''
Esta serra, orientada de leste a oeste, separa, pelo norte, o concelho de Coura do de Monção.
Quem caminha do alto do Extremo para o poente, pelo dorso da Boulhosa, encontrará, em frente das bouças (giestais) daquele nome, ao lado esquerdo do caminho, algumas mamoas, e ao direito, já limites da freguesia de Abedim (Monção) uma anta, de proporções abastadas, conhecida por - ''Forninho do ouro'' -, a qual foi explorada, em 1905, pelo sr. dr. J. L. de Vasconcelos.
Os ciprianistas, porém, tinham investido com ela pouco tempo antes, chegando a quebrar, a fogo, algumas pedras no interior!
Seguindo mais para o poente, sempre pelo mesmo caminho, até à ''Chã das Pipas'', aí deparam-se ao investigador restos de mamoas, onde já se não encontra nenhum dos esteios.
'''{{c|Pinhais de Antas}}'''
Na parte mais ocidental da freguesia de Rubiães, está o seu ''lugar'' de Antas, e nuns pinhais, ao poente deste lugar, encontram-se algumas ''antas''.
''Não posso, porém, indicar o seu número nem o seu estado''.
'''{{c|Portela Pequena da Labruja}}'''
É bem conhecido este ponto da cordilheira que separa este concelho do de Ponte do Lima, e por isso darei apenas esta indicação: caminhando-se para o nascente, encontra-se uma chã depois de se ter subido uma pequena encosta. Naquela estão os restos duma ''mamoa''.
Não percorri a pequena parte deste monte até à Portela Grande.
'''{{c|Chá de Cossourado}}'''
Entre a capela de S. Bento da Porta Aberta e a igreja paroquial de Cossourado há uma extensão chã, de monte, onde se encontra um ponto, bastante elevado, chamado - Carritél -, a que me refiro noutro lugar, e bem assim cinco ''antas'', sem esteios, já muito danificadas.
E à margem do caminho da mesma capela para a igreja, na mesma chã, encontram-se em diversas rochas naturais, que afloram um pouco acima do solo, umas
insculturas circulares, desenhando circunferências com o diâmetro, aproximado, de 0,66 centímetros.
Também se encontram umas escavações, abertas na rocha, ora isoladas, ora aos grupos, em forma de pias circulares, cujo diâmetro deve regular de 0,70 a 0,80 centímetros.
Vi, pela primeira vez, estas insculturas no mês de Março, deste ano, por ocasião de acompanhar o sr. dr. F. Alves Pereira, ilustrado arqueólogo e 1.º oficial do Museu Etnológico, numa digressão de estudo que fez a
este concelho.<noinclude></noinclude>
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/* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: '''{{c|CAPÍTULO VI}}''' '''{{c|Moedas romanas}}''' TEM sido pobríssimo este ramo da ''numismática'' entre nós. Ou por não terem aparecido, ou por incúria em as conservar, poucas notícias há de ''moedas'' romanas. Apenas, pouco depois da construção do actual cemitério da freguesia de Ferreira e quando se procedia à abertura duma das primeiras sepulturas (3.ª ou 4.ª), é que apareceram, dentro dela, algumas moedas romanas, todas de...
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<noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>'''{{c|CAPÍTULO VI}}'''
'''{{c|Moedas romanas}}'''
TEM sido pobríssimo este ramo da ''numismática'' entre nós.
Ou por não terem aparecido, ou por incúria em as conservar, poucas notícias há de ''moedas'' romanas.
Apenas, pouco depois da construção do actual cemitério da freguesia de Ferreira e quando se procedia à abertura duma das primeiras sepulturas (3.ª ou 4.ª), é que apareceram, dentro dela, algumas moedas romanas, todas de cobre.
Estavam juntas, em monte, cerca de um punhado, e apresentavam vestígios de terem sido soterradas dentro de um envólucro de tecido, porque parte delas tinham incrustada uma espécie de rede fina, como a de um estofo, representando uma gravura no metal.
Obtive algumas na ocasião, e dessas cedi uns exemplares a um cavalheiro da cidade do Porto.<noinclude></noinclude>
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2.ª
Numisma, de Contâncio II:
3.a
Outro numisma, de Constâncio 2.º:
Anv.:
FL. IVL. CONSTANTINVS NOB. C.
O busto laureado de Constâncio com a coiraça à
direita.
Rev.:
GLORIA EXERCITVS
Dois soldados de capacetes e lanças e apoiando-se nos
escudos, de pé voltados um para o outro; entre eles uma
insígnia militar com um estandarte em cima.
Exer.:
S. CONST.
4.a
Numisma, também de Constâncio II:
Anv.:
D. N. F. L. CONSTANTIVS AVG.
Anv.:
D. N. CONSTANTIVS. P. F. AVG.
O busto de Constâncio com diadema e paludamento, à
direita.
Rev.:
FEL. TEMP. REPARATIO.
Soldado de capacete e escudo, ferindo com a lança um
inimigo caído com o cavalo; no campo, uma estrela e
uma coroa.
Exer.:
122
Entre duas palmas AGT.
Rev.:
O seu busto com diadema e paludamento, à direita.
SECVRITAS REIPVB.
A segurança em pé, de face, olhando à direita, as
pernas cruzadas, encostada a uma coluna e com o ceptro.
Exerc.:
R. V. S.
5.a
Numisma, de Constante I:
Anv.:
CONSTAN. P. F. AVG.
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3.a
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Anv.:
FL. IVL. CONSTANTINVS NOB. C.
O busto laureado de Constâncio com a coiraça à
direita.
Rev.:
GLORIA EXERCITVS
Dois soldados de capacetes e lanças e apoiando-se nos
escudos, de pé voltados um para o outro; entre eles uma
insígnia militar com um estandarte em cima.
Exer.:
S. CONST.
4.a
Numisma, também de Constâncio II:
Anv.:
D. N. F. L. CONSTANTIVS AVG.
Anv.:
D. N. CONSTANTIVS. P. F. AVG.
O busto de Constâncio com diadema e paludamento, à
direita.
Rev.:
FEL. TEMP. REPARATIO.
Soldado de capacete e escudo, ferindo com a lança um
inimigo caído com o cavalo; no campo, uma estrela e
uma coroa.
Exer.:
122
Entre duas palmas AGT.
Rev.:
O seu busto com diadema e paludamento, à direita.
SECVRITAS REIPVB.
A segurança em pé, de face, olhando à direita, as
pernas cruzadas, encostada a uma coluna e com o ceptro.
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R. V. S.
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Numisma, de Constante I:
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CONSTAN. P. F. AVG.
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os quaes se defende com ellas dos tubarões e de outros
peixes. Estes se tomam com anzóes de cadêa com arpoeiras
compridas, que lhe largam para quebrar a furia e se
vazar do sangue. Este peixe naturalmente é secco, e fazemn’o
em tassalhos para se seccar, que serve para a gente do
serviço; e tem tamanhos, figados, que se tomam muitos de
cujos figados, se tiram trinta a quarenta canadas de azeite,
que serve para a candeia e para concertar o breu para os
barcos.
Uperu é o peixe a que os Portuguezes chamam tubarão,
de que ha muita somma no mar da Bahia; estes comem
gente, se lhe chegam a lanço, e andam sempré á caça do
peixe miudo; aos quaes matam com anzóes de cadea com
grandes arpoeiras, como o peixe serra, em os quaes acham
pegados os peixes romeiros, como nos do mar largo; cuja
carne comem os indios, e em tassalhos seccos se gasta com
a gente dos engenhos, os quaés tem tamanhos figados que
se tira d’elles vinte, e vinte quatro canadas de azeite; cujos
déntes aproveitam os indios, que os engastam nas pontas
das flexas; e os que os tein são muito estimados d’elles.
Por tempo de calma apparecem no mar da Bahia toninhas,
a que os indios chamam pojujî, das quaes tambem
foge o peixe miudo para os reconcavos; mas não se faz
conta d’ellas para as matarem em nenhum tempo.
No mar da Bahia se criam muitas lixas maiores que as
de Hespanha, que apparecem em certa monsão do anno, as
quaes tem tamanhos figados que se tira d’elles quinze e
vinte canadas de azeite, as quaes andam ao longo da arêa
onde ha pouco fundo, e tomam-n’as com arpéos, o que esperam
bem; e seccas e escaladas servem para a gente dos
engenhos, e para matolotagem da gente que ha de passar
o mar.
<section begin="129"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXIX.}}}}
{{c|''Que trata da propriedade do peixe boi.''}}
Goarágoá é o peixe a que os Portuguezes chamam boi,
que anda na agua salgada e nos rios junto da agua doce,
de que elles bebem; e comem de uma herva miuda como
milhã que se dá ao longo da agua; o qual peixe tem o corpo
tamanho como um novilho de dous annos, e tem dous cotos
como braços, e n’elles umas mãos sem dedos; não tem pés,
<section end="129"/><noinclude></noinclude>
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os quaes se defende com ellas dos tubarões e de outros
peixes. Estes se tomam com anzóes de cadêa com arpoeiras
compridas, que lhe largam para quebrar a furia e se
vazar do sangue. Este peixe naturalmente é secco, e fazemn’o
em tassalhos para se seccar, que serve para a gente do
serviço; e tem tamanhos, figados, que se tomam muitos de
cujos figados, se tiram trinta a quarenta canadas de azeite,
que serve para a candeia e para concertar o breu para os
barcos.
Uperu é o peixe a que os Portuguezes chamam tubarão,
de que ha muita somma no mar da Bahia; estes comem
gente, se lhe chegam a lanço, e andam sempré á caça do
peixe miudo; aos quaes matam com anzóes de cadea com
grandes arpoeiras, como o peixe serra, em os quaes acham
pegados os peixes romeiros, como nos do mar largo; cuja
carne comem os indios, e em tassalhos seccos se gasta com
a gente dos engenhos, os quaés tem tamanhos figados que
se tira d’elles vinte, e vinte quatro canadas de azeite; cujos
déntes aproveitam os indios, que os engastam nas pontas
das flexas; e os que os tein são muito estimados d’elles.
Por tempo de calma apparecem no mar da Bahia toninhas,
a que os indios chamam pojujî, das quaes tambem
foge o peixe miudo para os reconcavos; mas não se faz
conta d’ellas para as matarem em nenhum tempo.
No mar da Bahia se criam muitas lixas maiores que as
de Hespanha, que apparecem em certa monsão do anno, as
quaes tem tamanhos figados que se tira d’elles quinze e
vinte canadas de azeite, as quaes andam ao longo da arêa
onde ha pouco fundo, e tomam-n’as com arpéos, o que esperam
bem; e seccas e escaladas servem para a gente dos
engenhos, e para matolotagem da gente que ha de passar
o mar.
<section end="128"/>
<section begin="129"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXIX.}}}}
{{c|''Que trata da propriedade do peixe boi.''}}
Goarágoá é o peixe a que os Portuguezes chamam boi,
que anda na agua salgada e nos rios junto da agua doce,
de que elles bebem; e comem de uma herva miuda como
milhã que se dá ao longo da agua; o qual peixe tem o corpo
tamanho como um novilho de dous annos, e tem dous cotos
como braços, e n’elles umas mãos sem dedos; não tem pés,
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Tratado descritivo do Brasil em 1587/2/128
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf" from=286 to=287 header=1 onlysection=128 /> {{Notas}} [[Categoria:Tratado descritivo do Brasil em 1587]]
551437
wikitext
text/x-wiki
<pages index="Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf" from=286 to=287 header=1 onlysection=128 />
{{Notas}}
[[Categoria:Tratado descritivo do Brasil em 1587]]
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Hino do município de Nordestina (Bahia)
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2026-05-04T21:26:36Z
J. Kassio
40175
Página do Hino de Nordestina
551440
wikitext
text/x-wiki
{{hino
|obra=Hino do município de [[w:Nordestina (Bahia)|Nordestina]]
|letra por= H. Miranda
|melodia por= Heloisa Ferreira
}}
<poem>
Sobre campos verdejantes, nascentes,
Sol brilhante colorindo o céu azul;
Nordestina, de repente, florescestes,
Banhada pelo Itapicuru.
Nordestina, tua fibra, tua graça,
Orgulho de um povo lutador;
O sisal, tua coragem e tua raça,
Nordestina, o teu nome emancipou.
Refrão:
Nordestina, expressão de amor,
De um povo ordeiro e gentil;
Consagramos o teu esplendor,
Salve, salve, pedaço do Brasil.
Nordestina, expressão de amor,
De um povo ordeiro e gentil;
Consagramos o teu esplendor,
Salve, salve, pedaço do Brasil.
Os teus filhos com esperança e amor,
Te veneram com fé e devoção;
Padroeiro, meu querido padroeiro,
Salve, salve, ó! Meu São João.
Minha gleba querida, és glória,
Na batalha do teu triunfar;
És uma página belíssima na história,
De um país que aprendemos amar.
Refrão:
Nordestina, expressão de amor,
De um povo ordeiro e gentil;
Consagramos o teu esplendor,
Salve, salve, pedaço do Brasil.
Nordestina, expressão de amor,
De um povo ordeiro e gentil;
Consagramos o teu esplendor,
Salve, salve, pedaço do Brasil.
</poem>
[[Categoria:Hinos da Bahia|Nordestina (Bahia)]]
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Hino do município de Cícero Dantas
0
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~2026-27225-41
42803
Hino Municipal de Cícero Dantas
551441
wikitext
text/x-wiki
O Hino do Município de Cícero Dantas, intitulado “Viva Cícero Dantas”, é o símbolo oficial que representa a identidade, a história e a cultura do povo cicerodantense. A obra tem letra e música de José Cleiton Deusdete dos Reis, destacando valores, tradições e o orgulho da população local.
Por meio da Lei Municipal nº 516 de 2026, sancionada pelo Poder Executivo, o hino foi oficialmente instituído e reconhecido como símbolo do município. O projeto de lei nº 557/2026, de autoria do Executivo, foi aprovado pela Câmara Municipal em sessão ordinária, consolidando esse importante marco cultural para a cidade.
O hino passa a ser executado em solenidades oficiais promovidas pela Prefeitura e pela Câmara Municipal, especialmente em datas cívicas e comemorativas, contribuindo para a valorização da história local e o respeito aos símbolos municipais.
Além disso, há iniciativas no âmbito do Legislativo que visam ampliar a execução do hino em eventos públicos, instituições de ensino e demais espaços oficiais, reforçando sua importância como instrumento de educação cívica e cultural para as futuras gerações.
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Hino Municipal de Cícero Dantas
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{{Hino
| obra = Hino Municipal de Cícero Dantas
| letra por = José Cleiton Deusdete dos Reis
| melodia por = Filarmônica Nossa Senhora do Bom Conselho.
}}
}}O Hino do Município de Cícero Dantas, intitulado “Viva Cícero Dantas”, é o símbolo oficial que representa a identidade, a história e a cultura do povo cicerodantense. A obra tem letra e música de José Cleiton Deusdete dos Reis, destacando valores, tradições e o orgulho da população local.
Por meio da Lei Municipal nº 516 de 2026, sancionada pelo Poder Executivo, o hino foi oficialmente instituído e reconhecido como símbolo do município. O projeto de lei nº 557/2026, de autoria do Executivo, foi aprovado pela Câmara Municipal em sessão ordinária, consolidando esse importante marco cultural para a cidade.
O hino passa a ser executado em solenidades oficiais promovidas pela Prefeitura e pela Câmara Municipal, especialmente em datas cívicas e comemorativas, contribuindo para a valorização da história local e o respeito aos símbolos municipais.
Além disso, há iniciativas no âmbito do Legislativo que visam ampliar a execução do hino em eventos públicos, instituições de ensino e demais espaços oficiais, reforçando sua importância como instrumento de educação cívica e cultural para as futuras gerações.
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