Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.26 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Predefinição:Progressos recentes 10 220893 551414 551392 2026-05-04T12:00:08Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 551414 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|96|1|3|0}} | [[Index:A wikimedia no Brasil - o poder e os desafios do conhecimento livre.pdf|A Wikimedia no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|100|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Cinco.pdf|Ato Institucional Número Cinco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Dois (AI-2).pdf|Ato Institucional Número Dois]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf|Chronica do Emperador Clarimundo]] |- | {{Barra de progresso|0|0|38|48|14|0}} | [[Index:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|Fabulas de Narizinho]] |- | {{Barra de progresso|1|0|0|0|1|98}} | [[Index:Fabulas de Narizinho.pdf|Fabulas de Narizinho]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|3|97}} | [[Index:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado]] |- | {{Barra de progresso|17|0|0|0|0|83}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. 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Paredes de Coura]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|3|97}} | [[Index:O Atheneu (Chronica de saudades).pdf|O Atheneu]] |- | {{Barra de progresso|40|0|1|25|6|28}} | [[Index:Sebastião Rodolfo Dalgado - Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas (1913).pdf|Influência do Vocabulário Português em Línguas Asiáticas]] |}<noinclude>{{documentação}}</noinclude> jme3nhln550e72zval0vu7ec02sg76t 551432 551421 2026-05-04T15:00:08Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 551432 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|0|0|96|1|3|0}} | [[Index:A wikimedia no Brasil - o poder e os desafios do conhecimento livre.pdf|A Wikimedia no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|100|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Cinco.pdf|Ato Institucional Número Cinco]] |- | {{Barra de progresso|0|0|100|0|0|0}} | [[Index:Ato Institucional Número Dois (AI-2).pdf|Ato Institucional Número Dois]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|0|100}} | [[Index:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf|Chronica do Emperador Clarimundo]] |- | {{Barra de progresso|0|0|38|48|14|0}} | [[Index:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|Fabulas de Narizinho]] |- | {{Barra de progresso|1|0|0|0|1|98}} | [[Index:Fabulas de Narizinho.pdf|Fabulas de Narizinho]] |- | {{Barra de progresso|0|0|0|0|3|97}} | [[Index:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado]] |- | {{Barra de progresso|20|0|0|0|0|80}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. 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E um mestre le assucar do meu engenho affirmou que olhando da janella do engenho que está sobro o rio, e que gritavam umas negras, uma noite, que estavam lavando umas formas de assucar, viu um vulto maior que um homem à borda d’agua, mas que se lançou logo n’ella; ao qual mestre de assucar as negras disseram que aquella fantasma vinha para pegar n’ellas, e que aquelle era o homem marinho, as quaes estiveram assombradas muitos dias; e d’estes acontecimentos acontecem muitos no verão, que no inverno não falta nunca nenhum negro. <section end="127"/> <section begin="128"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXVIII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|393|202}}}} {{c|''Que trata do peixe serra, tubarões, toninhas, e lixas.''|lh=2}} Aragoagoay é chamado pelos indios o peixe a que os Portuguezes chamam peixe serra; os quaes tem o couro e feição dos tubarões, mas tem no focinho uma espinha de osso muito dura, com dentes de ambas as bandas mui grandes, uns de meio palmo, e outros de mais, e de menos; {{pt|se|segundo }} <section end="128"/><noinclude></noinclude> 0kowv12ouk9hrf7rlj6kixbaqn03gi8 Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/9 106 253162 551456 551391 2026-05-05T11:58:58Z Strudel45 38659 551456 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Strudel45" /></noinclude> <big>{{block center|'''PROLOGO'''<br/>}}</big> <big>{{block center|FEITO DEPOIS DESTA OBRA<br/>}}</big> <big>{{block center|Impreſſa.<br/>}}</big> <big>{{block center|AO MUI ALTO, E PODEROSO REI<br/>}}</big> <big>{{block center|'''D. J O A Õ III.'''<br/>}}</big> <big>{{block center|DESTE NOME<br/>}}</big> <big>{{block center|''POR''<br/>}}</big> <big>{{block center|'''JOAÕ DE BARROS'''<br/>}}</big> <big>{{block center|SEU C R I A DO.<br/>}}</big> <big>'''A'''</big>MOR, Favor , e Temor ; Rei mui poderoſo, Príncipe de juſtiça, tem tanta força em todalas couſas , que nenhuma fe póde fazer ſem algum delles , e ás vezes huma com todos. E aſſim como o primeiro ha de permanecer com noſſa alma , aſſi antecede aos dois nas obras que neſte mundo faz; que logo leva huma ordem firme, hum concerto ſeguro, huma liberalidade franca, que os outros naõ tem. E ele me fez diſpôr os dias paſſados pera ſervir V. Alteza na trasladaçaõ deſta Chronica. E ſabendo iſto de mim, uſaſtes taõ liberalmente commigo, dando-me a iſſo * ii fa-<noinclude></noinclude> acs3v935kbxnsz99tcf1tl6oa88bb0t Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/51 106 253164 551413 551411 2026-05-04T11:59:14Z Ruiaraujo1972 38032 551413 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|'''3.º (conforme a recomposição)'''<ref>«Voz de Coura», ano de 1904 n.ºs 26 e 27.</ref>}} {{c|IMP.CAES.DIV.SEVERI.PII.FIL}} {{c|DIV.MARCI.ANTONINI.PII.NEP}} {{c|DIV.ANTONINI.PII.PRONEP}} {{c|DIV HADRIANI ABNEP}} {{c|DIV TRAIANI.PAR.ET}} {{c|DIV NERVAE ADNEP.}} {{c|M.AVRELIO ANTONINO PIO FEL.AVG.}} {{c|PART.MAX.}} {{c|BRIT.MAX.}} {{c|GERM.MAX.}} {{c|PONTIFICI MAX.}} {{c|TRIBVNI.POT.IMP.III}} {{c|COS.IIII P.P.PROCONS.}} {{c|A BRACARA AVG.M.}} {{c|?}} {{c|---}} Este miliário foi encontrado e posto a descoberto, há cerca de 15 anos, no adro de Rubiães, quando aí se fazia um rebaixe, para o regularizar. Servia de sarcófago, e estava entre outras sepulturas. Ao cavar-se, longitudinalmente, o carneiro, foram-lhe cortados os caracteres da direita, em algumas linhas<ref>Em um miliário do Antepaço, em Ponte do Lima, Argote e Pinho Leal leram uma inscrição quasi igual a esta.</ref>. '''{{c|4.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}''' {{c|IMP.CAES.G.IVL.VER.MAXIM}} {{c|P.F.AVG.GERM.MAX.DAC 238 de J. C.}} {{c|MAX.SARM.MAX.PONT}} {{c|MAX.TRIB.POT.V.IMP.VII}} {{c|PAT.PAT.CONS.PROCONS.ET}} {{c|C.IVL.VER.MAX.NOB.CAES}} {{c|GERM.MAX.DAC.MAX}} {{c|SARM.MAX.PRINCEPS}} {{c|IVENT.F.D.N||||||||| ||||}} Refere-se aos dois imperadores Caio Júlio Vero ''Maximino'' e Caio Júlio Vero ''Máximo''. Ignora-se a data do nascimento e a naturalidade de ''Maximino'', sabendo-se, contudo, que era oriundo da Trácia, filho de um godo, chamado Micca e de uma alana, de nome — Ababa. De enorme corpulência, foi apenas esta circunstância e força muscular que da sua condição de pegureiro o trouxeram às fileiras da guarda pretoriana. Derrubou, na presença do imperador, 16 legionários robustos, um após outro, sem dificuldade de maior. Comia, diariamente, 40 libras de carne e bebia 26 litros! Feroz e sanguinário, desatou a sua sanha sobretudo contra os cristãos, contra os parentes e contra todos que foram testemunhas da sua condição humilde. Os Papas Ponciano e o seu sucessor Antero, muitos clérigos, S.<sup>ta</sup> Bárbara, etc., foram vítimas do seu furor sanguinário. {{rule}}<noinclude></noinclude> m0zwjqzyn1ye1j4tbp5b4nx9c5nn75v Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/52 106 253165 551415 2026-05-04T12:43:17Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Foi decapitadoem Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda. ''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''. Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento. '''{{c|5.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}''' {{c|D.N. 350/352 de J. C.}} {{c|MAGNO}} {{c|MAGNENTIO}} {{c|IMPERATORI}} {{c|AVG}} {{c|P.F}} {{c|B.N.R.P.N.}} {{c|XXXI}} {{c|---... 551415 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Foi decapitadoem Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda. ''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''. Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento. '''{{c|5.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}''' {{c|D.N. 350/352 de J. C.}} {{c|MAGNO}} {{c|MAGNENTIO}} {{c|IMPERATORI}} {{c|AVG}} {{c|P.F}} {{c|B.N.R.P.N.}} {{c|XXXI}} {{c|---}} Diz respeito ao imperador Flávio Magnencio, sucessor de Constante, a quem usurpou a púrpura imperial em 350, tendo cerca de 47 anos de idade. Era franco de origem. Suicidou-se nas Galias (Lyon), atravessando-se com a própria espada. {{c|---}} Refere-se ao imperador Flávio Valentiniano, a quem o cristianismo é devedor de relevantes serviços, e governou o império desde 364 a 375. '''{{c|6.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Martinho de Coura, lugar de Fonte d'Olho)}}''' {{c|D N}} {{c|MAGNO}} {{c||||NEN||O}} {{c|.......}} Este miliário serve de suporte a uma ramada. '''{{c|7.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No lugar do Crasto, dentro do quinteiro do sr. Gaspar Teixeira)}}''' {{C|D N.}} {{c|VALENTINIANO}} {{c|VICTORI HAC}} {{c|TRIVMPHA 364/375 de J. C.}} {{c|TORI PERPET ||}} {{c|SEMPER}} {{c|AVGVSTO}} Era natural de ''Cibalis'', na Pannonia, filho mais velho de Graciano, conde de África, e nasceu no ano de 321. Era cristão, e por este motivo foi deposto do lugar de tribuno dos ''scutarios'', que desempenhava, antes de ser imperador. Em 375 fazia ''Valentiniano'' a guerra aos ''sarmatas'', na Pannonia, quando, numa conferência com os bárbaros, foi fulminado por uma apoplexia, provocada por um acesso de cólera. {{rule}}<noinclude></noinclude> 5e9sa2cwswmhdj3w4w4dvdxwukk2t71 551416 551415 2026-05-04T12:43:26Z Ruiaraujo1972 38032 551416 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Foi decapitado em Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda. ''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''. Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento. '''{{c|5.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}''' {{c|D.N. 350/352 de J. C.}} {{c|MAGNO}} {{c|MAGNENTIO}} {{c|IMPERATORI}} {{c|AVG}} {{c|P.F}} {{c|B.N.R.P.N.}} {{c|XXXI}} {{c|---}} Diz respeito ao imperador Flávio Magnencio, sucessor de Constante, a quem usurpou a púrpura imperial em 350, tendo cerca de 47 anos de idade. Era franco de origem. Suicidou-se nas Galias (Lyon), atravessando-se com a própria espada. {{c|---}} Refere-se ao imperador Flávio Valentiniano, a quem o cristianismo é devedor de relevantes serviços, e governou o império desde 364 a 375. '''{{c|6.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Martinho de Coura, lugar de Fonte d'Olho)}}''' {{c|D N}} {{c|MAGNO}} {{c||||NEN||O}} {{c|.......}} Este miliário serve de suporte a uma ramada. '''{{c|7.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No lugar do Crasto, dentro do quinteiro do sr. Gaspar Teixeira)}}''' {{C|D N.}} {{c|VALENTINIANO}} {{c|VICTORI HAC}} {{c|TRIVMPHA 364/375 de J. C.}} {{c|TORI PERPET ||}} {{c|SEMPER}} {{c|AVGVSTO}} Era natural de ''Cibalis'', na Pannonia, filho mais velho de Graciano, conde de África, e nasceu no ano de 321. Era cristão, e por este motivo foi deposto do lugar de tribuno dos ''scutarios'', que desempenhava, antes de ser imperador. Em 375 fazia ''Valentiniano'' a guerra aos ''sarmatas'', na Pannonia, quando, numa conferência com os bárbaros, foi fulminado por uma apoplexia, provocada por um acesso de cólera. {{rule}}<noinclude></noinclude> dugl27ursk1bji4qupbsivkzfxtl4w1 551417 551416 2026-05-04T12:44:26Z Ruiaraujo1972 38032 551417 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Foi decapitado em Aquilea, pelos soldados, dentro da sua tenda. ''Máximo'' era filho de Maximino, e por ele foi feito - ''César e príncipe da juventude''. Sua mãe é desconhecida, assim como a sua naturalidade e data do nascimento. '''{{c|5.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Bartolomeu, de Antas)}}''' {{c|D.N. 350/352 de J. C.}} {{c|MAGNO}} {{c|MAGNENTIO}} {{c|IMPERATORI}} {{c|AVG}} {{c|P.F}} {{c|B.N.R.P.N.}} {{c|XXXI}} {{c|---}} Diz respeito ao imperador Flávio Magnencio, sucessor de Constante, a quem usurpou a púrpura imperial em 350, tendo cerca de 47 anos de idade. Era franco de origem. Suicidou-se nas Galias (Lyon), atravessando-se com a própria espada. {{c|---}} Refere-se ao imperador Flávio Valentiniano, a quem o cristianismo é devedor de relevantes serviços, e governou o império desde 364 a 375. '''{{c|6.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(Em S. Martinho de Coura, lugar de Fonte d'Olho)}}''' {{c|D N}} {{c|MAGNO}} {{c||||NEN||O}} {{c|.......}} Este miliário serve de suporte a uma ramada. '''{{c|7.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No lugar do Crasto, dentro do quinteiro do sr. Gaspar Teixeira)}}''' {{C|D N.}} {{c|VALENTINIANO}} {{c|VICTORI HAC}} {{c|TRIVMPHA 364/375 de J. C.}} {{c|TORI PERPET ||}} {{c|SEMPER}} {{c|AVGVSTO}} Era natural de ''Cibalis'', na Pannonia, filho mais velho de Graciano, conde de África, e nasceu no ano de 321. Era cristão, e por este motivo foi deposto do lugar de tribuno dos ''scutarios'', que desempenhava, antes de ser imperador. Em 375 fazia ''Valentiniano'' a guerra aos ''sarmatas'', na Pannonia, quando, numa conferência com os bárbaros, foi fulminado por uma apoplexia, provocada por um acesso de cólera.<noinclude></noinclude> tn74t4vaps5r4bxnw4k8fshgwaoplu2 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/53 106 253166 551418 2026-05-04T12:58:25Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc. '''{{c|8.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}''' {{c|DN}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.......}} 0 Itenerario do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24. Dos oito miliários, só em três é que se... 551418 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc. '''{{c|8.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}''' {{c|DN}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.......}} 0 Itenerario do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24. Dos oito miliários, só em três é que se lê o número de milhas: o de ''Júlio César'', no Crasto - XXX milhas; de ''Magnencio'', em S. Bartomeu - XXXI; e o de ''Nerva'', também na mesma capela, - XXXVI. Supondo que o 1.º se encontra, aproximadamente, no sítio em que primitivamente foi colocado à margem da ''via'', isto é, a pequena distância da ''ponte romana'', o 2.º devia estar, mais para o norte, mil passos - (1.500 metros) e o 3.º, ainda mais para o norte, cinco milhas - (7,5 kilometros). E esta suposição tem todo o fundamento, porque desta ponte à cidade de Braga, são, muito aproximadamente, 45 kilómetros - 9 léguas - isto é, 30 milhas, ou 30×1.500 metros. '''{{c|CAPÍTULO V}}''' '''{{c|Dolmens ou antas}}''' QUEM escreve estas linhas não tem competência para dizer, de sua conta, destes arcaicos monumentos funerários, megalíticos. Por isso, a espontaneidade da confissão merece a indulgência dos eruditos. «O dolmen ou anta consta de uma câmara circular, ou poligonal, formada por grandes pedras aprumadas, servindo de esteios, nos quais se apoia uma outra pedra ainda de maiores dimensões, que forma a tampa ou cobertura desta espécie de templo rústico.»<ref>O «dolmen da Barrosa» pelo sr. general Mesquita Carvalho, pag. 90. O falecido arqueólogo dr. Martins Sarmento definiu-o por outra forma. Cfr. «Pero Gallego», ano de 1882, n.º 11, mês de Abril.</ref> Afirmam os entendidos que estas construções atestam uma civilização rudimentar - ''pré-histórica''. Seja como for, o fim desta notícia é, apenas, chamar a atenção dos estudiosos para as numerosas antas, que, mais {{rule}}<noinclude></noinclude> 4qvsctcwqwhmkuk94vjdogzr04ojp81 551419 551418 2026-05-04T12:59:21Z Ruiaraujo1972 38032 551419 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc. '''{{c|8.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}''' {{c|DN}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.......}} O «Itenerario» do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24. Dos oito miliários, só em três é que se lê o número de milhas: o de ''Júlio César'', no Crasto - XXX milhas; de ''Magnencio'', em S. Bartomeu - XXXI; e o de ''Nerva'', também na mesma capela, - XXXVI. Supondo que o 1.º se encontra, aproximadamente, no sítio em que primitivamente foi colocado à margem da ''via'', isto é, a pequena distância da ''ponte romana'', o 2.º devia estar, mais para o norte, mil passos - (1.500 metros) e o 3.º, ainda mais para o norte, cinco milhas - (7,5 kilometros). E esta suposição tem todo o fundamento, porque desta ponte à cidade de Braga, são, muito aproximadamente, 45 kilómetros - 9 léguas - isto é, 30 milhas, ou 30×1.500 metros. '''{{c|CAPÍTULO V}}''' '''{{c|Dolmens ou antas}}''' QUEM escreve estas linhas não tem competência para dizer, de sua conta, destes arcaicos monumentos funerários, megalíticos. Por isso, a espontaneidade da confissão merece a indulgência dos eruditos. «O dolmen ou anta consta de uma câmara circular, ou poligonal, formada por grandes pedras aprumadas, servindo de esteios, nos quais se apoia uma outra pedra ainda de maiores dimensões, que forma a tampa ou cobertura desta espécie de templo rústico.»<ref>O «dolmen da Barrosa» pelo sr. general Mesquita Carvalho, pag. 90. O falecido arqueólogo dr. Martins Sarmento definiu-o por outra forma. Cfr. «Pero Gallego», ano de 1882, n.º 11, mês de Abril.</ref> Afirmam os entendidos que estas construções atestam uma civilização rudimentar - ''pré-histórica''. Seja como for, o fim desta notícia é, apenas, chamar a atenção dos estudiosos para as numerosas antas, que, mais {{rule}}<noinclude></noinclude> t4gz3s2iwe13b3w10ukmd3r7b5v4w5u 551420 551419 2026-05-04T12:59:39Z Ruiaraujo1972 38032 551420 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Pintava com talento, era dotado de muita memória, hábil em modelar em cera, etc. '''{{c|8.º MILIÁRIO}}''' '''{{c|(No alpendre da capela de S. Bartolomeu)}}''' {{c|DN}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.........}} {{c|.......}} O «Itenerario» do imperador Antonino Pio marcava 299 milhas de Braga a Astorga; de Braga ao rio Lima - 18; e do Lima a Tuy — 24. Dos oito miliários, só em três é que se lê o número de milhas: o de ''Júlio César'', no Crasto - XXX milhas; de ''Magnencio'', em S. Bartomeu - XXXI; e o de ''Nerva'', também na mesma capela, - XXXVI. Supondo que o 1.º se encontra, aproximadamente, no sítio em que primitivamente foi colocado à margem da ''via'', isto é, a pequena distância da ''ponte romana'', o 2.º devia estar, mais para o norte, mil passos - (1.500 metros) e o 3.º, ainda mais para o norte, cinco milhas - (7,5 kilometros). E esta suposição tem todo o fundamento, porque desta ponte à cidade de Braga, são, muito aproximadamente, 45 kilómetros - 9 léguas - isto é, 30 milhas, ou 30×1.500 metros. '''{{c|CAPÍTULO V}}''' '''{{c|Dolmens ou antas}}''' QUEM escreve estas linhas não tem competência para dizer, de sua conta, destes arcaicos monumentos funerários, megalíticos. Por isso, a espontaneidade da confissão merece a indulgência dos eruditos. «O dolmen ou anta consta de uma câmara circular, ou poligonal, formada por grandes pedras aprumadas, servindo de esteios, nos quais se apoia uma outra pedra ainda de maiores dimensões, que forma a tampa ou cobertura desta espécie de templo rústico.»<ref>O «dolmen da Barrosa» pelo sr. general Mesquita Carvalho, pag. 90. O falecido arqueólogo dr. Martins Sarmento definiu-o por outra forma. Cfr. «Pero Gallego», ano de 1882, n.º 11, mês de Abril.</ref> Afirmam os entendidos que estas construções atestam uma civilização rudimentar - ''pré-histórica''. Seja como for, o fim desta notícia é, apenas, chamar a atenção dos estudiosos para as numerosas antas, que, mais {{rule}}<noinclude></noinclude> mlv3dvhvfak015tfgqu1fdtq3y8ajm3 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/54 106 253167 551422 2026-05-04T13:14:30Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: ou menos conservadas, existem esparsas pela área deste concelho, sobretudo na montanhosa. Em 1881 relacionei-me com elas em circunstâncias que evoco com saudade, por acordarem no meu espírito a memória de um amigo, que pôs ao serviço da arqueologia pátria a sua lúcida inteligência, com os meios da sua fortuna - o sr. F. Martins Sarmento, de Guimarães; e, ainda, por me fazerem lembrado outro amigo - o sr. dr. José M. Pestana de Vasconc... 551422 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>ou menos conservadas, existem esparsas pela área deste concelho, sobretudo na montanhosa. Em 1881 relacionei-me com elas em circunstâncias que evoco com saudade, por acordarem no meu espírito a memória de um amigo, que pôs ao serviço da arqueologia pátria a sua lúcida inteligência, com os meios da sua fortuna - o sr. F. Martins Sarmento, de Guimarães; e, ainda, por me fazerem lembrado outro amigo - o sr. dr. José M. Pestana de Vasconcelos, desembargador da Relação do Porto, que me abriu, com mão carinhosa, as portas dos - Provarás-, no tribunal desta comarca, quando aqui foi juiz de direito. O dr. Martins Sarmento resolvera fazer uma visita àquele douto magistrado, e aproveitar o ensejo no interesse dos seus estudos especiais - a arqueologia<ref>O sábio Cartaillac escreveu de Martins Sarmento: «Il y a dans le nord du Portugal, á Guimarães, un home instruit et fortuné, enthusiaste et genereux, qui s'est devoué à l'histoire de son pays...» - Les Ages Prehistoriques d'Espagne et du Portugal - pag. 272.</ref>. Sabido o dia da sua chegada, lá fomos eu e o sr. dr. Pestana - esperar a S. Bento da Porta-Aberta, limites deste concelho e Valença, o reconstrutor da - Citânia de Briteiros. Havia no meu espírito uma predisposição amiga para com o ilustre vimaranense, já antes das nossas relações pessoais. É que eu sabia-o apaixonado ''pescador de trutas'', pelo sistema definido pelo brilhante poeta sr. Guerra Junqueiro: - à cana. E, porque eu, também pelo mesmo processo, fazia a possível guerra ao saboroso e sarapintado peixe, veio desta identidade de ''sport'' a minha ''anterior'' simpatia pelo sábio. Foi, pois, em S. Bento, freguesia de Cossourado, o nosso encontro e a minha ''apresentação''. Ingerido o almoço de ''guerra''<ref>Era assim que o dr. Sarmento classificava os bolos de bacalhau e mais viandas do dito, de que se fizera acompanhar.</ref>, fomos visitar o monte da ''Cividade'', que fica a cavaleiro da igreja paroquial daquela freguesia, e depois seguimos para o lugar de ''Antas'', em Rubiães, onde estavam e estão acantonados ''quatro miliários'', cujas epígrafes o arqueólogo pretendia recolher, como fez. Em Antas foi ele informado, por um ''cicerone'' local, de que, perto, servindo de tranqueiro a uma porteleira, havia uma pedra com - ''letras''. Fomos em cata da desconhecida ''preciosidade''. Não apareceu, porém, a inscrição nem a pedra. O ''cicerone'', talvez para se resgatar do desapontamento em que nos deixara, veio com outra ''informação'', dizendo que, no pinhal próximo, houve, em tempos passados, ''«fornos de telha»'', dos quais ainda se viam restos. Então, enveredamos para o ponto indicado. O dr. Martins Sarmento viu, observou, andou em redor dos pretensos ''Fornos de telha'', e depois disse: «são ''mamoas''; é a parte externa das ''antas''». E continuou a dar uma prelecção sobre estes monumentos megalíticos, acrescentando, que, talvez, a denominação - Antas -, dada à povoação próxima, viesse de ter sido edificada quasi junto deles. Por fácil associação de ideias, já ali notifiquei ao dr. Sarmento a existência de mais ''antas'' no monte da ''Chã de Lamas'', junto da lagoa deste nome, também conhecida por - lagoa da ''Salgueirinha'' -, na freguesia de Vascões. Eram uns montículos de terra, forma alaranjada, ou {{rule}}<noinclude></noinclude> r5xqq5ga80ivjs0mzlkr4t0t7sxfij8 551423 551422 2026-05-04T13:15:04Z Ruiaraujo1972 38032 551423 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>ou menos conservadas, existem esparsas pela área deste concelho, sobretudo na montanhosa. Em 1881 relacionei-me com elas em circunstâncias que evoco com saudade, por acordarem no meu espírito a memória de um amigo, que pôs ao serviço da arqueologia pátria a sua lúcida inteligência, com os meios da sua fortuna - o sr. F. Martins Sarmento, de Guimarães; e, ainda, por me fazerem lembrado outro amigo - o sr. dr. José M. Pestana de Vasconcelos, desembargador da Relação do Porto, que me abriu, com mão carinhosa, as portas dos - ''Provarás'' -, no tribunal desta comarca, quando aqui foi juiz de direito. O dr. Martins Sarmento resolvera fazer uma visita àquele douto magistrado, e aproveitar o ensejo no interesse dos seus estudos especiais - a arqueologia<ref>O sábio Cartaillac escreveu de Martins Sarmento: «Il y a dans le nord du Portugal, á Guimarães, un home instruit et fortuné, enthusiaste et genereux, qui s'est devoué à l'histoire de son pays...» - Les Ages Prehistoriques d'Espagne et du Portugal - pag. 272.</ref>. Sabido o dia da sua chegada, lá fomos eu e o sr. dr. Pestana - esperar a S. Bento da Porta-Aberta, limites deste concelho e Valença, o reconstrutor da - ''Citânia de Briteiros''. Havia no meu espírito uma predisposição amiga para com o ilustre vimaranense, já antes das nossas relações pessoais. É que eu sabia-o apaixonado ''pescador de trutas'', pelo sistema definido pelo brilhante poeta sr. Guerra Junqueiro: - à cana. E, porque eu, também pelo mesmo processo, fazia a possível guerra ao saboroso e sarapintado peixe, veio desta identidade de ''sport'' a minha ''anterior'' simpatia pelo sábio. Foi, pois, em S. Bento, freguesia de Cossourado, o nosso encontro e a minha ''apresentação''. Ingerido o almoço de ''guerra''<ref>Era assim que o dr. Sarmento classificava os bolos de bacalhau e mais viandas do dito, de que se fizera acompanhar.</ref>, fomos visitar o monte da ''Cividade'', que fica a cavaleiro da igreja paroquial daquela freguesia, e depois seguimos para o lugar de ''Antas'', em Rubiães, onde estavam e estão acantonados ''quatro miliários'', cujas epígrafes o arqueólogo pretendia recolher, como fez. Em Antas foi ele informado, por um ''cicerone'' local, de que, perto, servindo de tranqueiro a uma porteleira, havia uma pedra com - ''letras''. Fomos em cata da desconhecida ''preciosidade''. Não apareceu, porém, a inscrição nem a pedra. O ''cicerone'', talvez para se resgatar do desapontamento em que nos deixara, veio com outra ''informação'', dizendo que, no pinhal próximo, houve, em tempos passados, ''«fornos de telha»'', dos quais ainda se viam restos. Então, enveredamos para o ponto indicado. O dr. Martins Sarmento viu, observou, andou em redor dos pretensos ''Fornos de telha'', e depois disse: «são ''mamoas''; é a parte externa das ''antas''». E continuou a dar uma prelecção sobre estes monumentos megalíticos, acrescentando, que, talvez, a denominação - Antas -, dada à povoação próxima, viesse de ter sido edificada quasi junto deles. Por fácil associação de ideias, já ali notifiquei ao dr. Sarmento a existência de mais ''antas'' no monte da ''Chã de Lamas'', junto da lagoa deste nome, também conhecida por - lagoa da ''Salgueirinha'' -, na freguesia de Vascões. Eram uns montículos de terra, forma alaranjada, ou {{rule}}<noinclude></noinclude> psme8w5mqf1hk37slym6g41j4u9qygi Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/55 106 253168 551424 2026-05-04T14:17:22Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: cónica, destacando-se acima do nível do terreno circunjacente, a que o povo chamava - ''«Fornos da Telha»''. Tinham despertado a minha atenção uma vez que por ali fiz um passeio à caça: notei que eram bastantes e muito próximos uns dos outros. Foi, nestas circunstâncias, que me relacionei com os - ''dolmens''. {{c|***}} Não havia, pois, notícia destes monumentos nesta região, e por isso facilmente se explica o alvoroço e interesse q... 551424 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>cónica, destacando-se acima do nível do terreno circunjacente, a que o povo chamava - ''«Fornos da Telha»''. Tinham despertado a minha atenção uma vez que por ali fiz um passeio à caça: notei que eram bastantes e muito próximos uns dos outros. Foi, nestas circunstâncias, que me relacionei com os - ''dolmens''. {{c|***}} Não havia, pois, notícia destes monumentos nesta região, e por isso facilmente se explica o alvoroço e interesse que esta despertou no infatigável investigador dr. Sarmento <ref>Em carta sua, de 3-IX-1881, escrevia-me: «Desde que vim daí tenho sonhado, um milhão de vezes, com as antiguidades de Coura, com o que vi e com o que não vi... Mas as antiguidades de Coura parecem-me tão importantes que valem a vergonha de qualquer passar por pedinchão.» (Pedia-me para lhe averiguar certas inscrições). Os ''castros'' também impressionaram, vivamente, o sábio vimaranense.</ref>. Mas, porque a sua visita foi quasi de ''médico'', lembrou-se de entregar aos dois ''noviços'' - eu e o sr. dr. Pestana - a exploração das ''antas'' da Salgueirinha, cuja existência eu lhe havia notificado. Seria caso para rir desta ''investidura'', com que nos honrava o distinto hóspede, se não houvesse a justificá-la a quasi carência de notícias da existência de ''dolmens'' no norte do nosso país, como então acontecia. Aprestados, pois, convenientemente, lá fomos para a montanha da ''Chã de Lamas'', cuja topografia eu conhecia bem. Dia claro, cheio de luz, sereno, quente, céu azul, verdadeiramente talhado para uma ''iniciação arqueológica'' no...sertão. Chegados ao campo de operações, escolheu-se a ''mamoa'', localizada em ponto mais elevado, porque na sua extremidade superior afloravam as pontas de umas pedras, fazendo uma espécie de círculo. Os trabalhadores<ref>Tínhamos levado dois, apenas munidos de enxadas e um alvião.</ref>, curiosos e intrigados, começaram o ataque e puseram a descoberto, ''casualmente'', uma entrada para a ''mamoa'', espécie de corredor, voltado ao nascente. Era a ''galeria''. Pouco e pouco, foi-se esvasiando a ''camara'', mas não até ao fundo, ficando à vista ''cinco'' enormes pedras. Chegou-se à profundidade de quasi três metros, não se atingindo, porém, a raiz delas, que eram grandes lágeas, encostadas umas às outras, formando uma espécie de ''forno'' muito alto e relativamente estreito. A ''galeria'' devia ter 0,<sup>m</sup>66 centímetros, de largura. Não apareceram ''silex'', nem ''machados'' de pedra, nem qualquer outro objecto, dos recomendados à nossa... ''imperícia'' por M. Sarmento. Ou a ''anta'' estava profanada, ou os noviços... a profanaram. A ''meza'' tinha desaparecido. O sr. dr. J. Leite de Vasconcelos, no seu «Portugal Pré-histórico», refere que, na lenda popular, são conhecidas estas edificações por - ''«Casa da Moura»''<ref>Biblioteca do Povo, 5.º vol.</ref>. Neste concelho, como vimos, chamam-se - «Fornos da telha». {{rule}}<noinclude></noinclude> 69kxdufi38nlndp6ks0ir97mh1ptiu2 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/56 106 253169 551425 2026-05-04T14:30:38Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{c|***}} Este simulacro de ''exploração'' dolmenica proporcionou-me o ensejo de recolher uma ''lenda'' popular, local, com saibos de realidade, pelo facto que ela concretiza. É esta: ia correndo o trabalho da exploração, quando se abeira de nós um homem, da freguesia de Vascões, que, pelo ar e modos, devia ser um lavrador, ladino e finório. Vestia domingueiramente e era cortez. Saudou-nos respeitosamente, mas com afabilidade, brinca... 551425 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|***}} Este simulacro de ''exploração'' dolmenica proporcionou-me o ensejo de recolher uma ''lenda'' popular, local, com saibos de realidade, pelo facto que ela concretiza. É esta: ia correndo o trabalho da exploração, quando se abeira de nós um homem, da freguesia de Vascões, que, pelo ar e modos, devia ser um lavrador, ladino e finório. Vestia domingueiramente e era cortez. Saudou-nos respeitosamente, mas com afabilidade, brincando-lhe nos lábios um sorriso, que lhe ficava bem. Dirigiu a vista, perscrutadora e curiosa, para a escavação e, pouco depois, interpela-nos assim: «então os senhores andam a procurar a ''Moura''? Efectivamente, continuou, aqui há um tesouro encantado.» - Onde? pergunta o dr. Pestana de Vasconcelos. - «Ali, na lagoa. Todas as noites de S. João, à meia noite, mão desconhecida faz tocar no meio dela um... sino de ouro»<ref>É tradição local que nesta lagoa existiu uma cidade.</ref>. O sr. dr. Pestana fez-lhe ver que na lagoa não havia sino algum de ouro, mas que ela representava muito ouro, porque era a origem do rio Coura, fertilizador das terras da maior parte do concelho. Pouco depois, passava outro indivíduo, que, segundo parecia, andava em procura das suas vacas. Aproximou-se, cortejou e repetiu, sem grande solicitação, a mesma ''historia'' do sino. Ainda vieram mais, todos daquela freguesia, e ''todos'' afinavam pelo mesmo diapasão, afirmando, muito peremptoriamente, «que toda a gente de Vascões tinha ouvido tocar o sino de ouro». Mas, interrogados individualmente pelo sr. dr. Pestana, sobre se algum deles tinha ouvido o som fascinador, o badalar aurífero, do misterioso sino, também ''todos'' responderam negativamente. Creio, porém, que a lenda continua arreigada, porque, tendo eu acompanhado o sr. dr. José Leite de Vasconcelos numa exploração, que ele fez, muito de fugida, em Setembro de 1905, às ''Antas'' de Lamas ou da Salgueirinha, soube, passados dias, que os ''ciprianistas'' deram lá, investiram com um ''dolmen'', fizeram profundas escavações e puseram tudo em ''palha-velha''. {{c|***}} Determinar, principalmente, a situação das ''antas'' deste concelho e fazer o seu inventário, embora incompleto, é o meu fito. Não se trata, pois, da sua exploração e estudo. '''{{|No Corno de Bico}}''' O «Corno de Bico» é uma montanha a leste deste concelho, que corre de norte a sul. Altitude máxima - 889 metros. O seu prolongamento meridional dá origem a outros montes, um dos quais tem um sítio chamado - ''Cruz Vermelha'', que delimita os três concelhos de Paredes de Coura, Arcos de Valdevez e Ponte do Lima. Aí encontra-se um grupo de cinco antas, com as suas, {{rule}}<noinclude></noinclude> 4b0xhz4w2qd2sbwwepglior3guuxexd 551426 551425 2026-05-04T14:31:35Z Ruiaraujo1972 38032 551426 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|***}} Este simulacro de ''exploração'' dolmenica proporcionou-me o ensejo de recolher uma ''lenda'' popular, local, com saibos de realidade, pelo facto que ela concretiza. É esta: ia correndo o trabalho da exploração, quando se abeira de nós um homem, da freguesia de Vascões, que, pelo ar e modos, devia ser um lavrador, ladino e finório. Vestia domingueiramente e era cortez. Saudou-nos respeitosamente, mas com afabilidade, brincando-lhe nos lábios um sorriso, que lhe ficava bem. Dirigiu a vista, perscrutadora e curiosa, para a escavação e, pouco depois, interpela-nos assim: «então os senhores andam a procurar a ''Moura''? Efectivamente, continuou, aqui há um tesouro encantado.» - Onde? pergunta o dr. Pestana de Vasconcelos. - «Ali, na lagoa. Todas as noites de S. João, à meia noite, mão desconhecida faz tocar no meio dela um... sino de ouro»<ref>É tradição local que nesta lagoa existiu uma cidade.</ref>. O sr. dr. Pestana fez-lhe ver que na lagoa não havia sino algum de ouro, mas que ela representava muito ouro, porque era a origem do rio Coura, fertilizador das terras da maior parte do concelho. Pouco depois, passava outro indivíduo, que, segundo parecia, andava em procura das suas vacas. Aproximou-se, cortejou e repetiu, sem grande solicitação, a mesma ''historia'' do sino. Ainda vieram mais, todos daquela freguesia, e ''todos'' afinavam pelo mesmo diapasão, afirmando, muito peremptoriamente, «que toda a gente de Vascões tinha ouvido tocar o sino de ouro». Mas, interrogados individualmente pelo sr. dr. Pestana, sobre se algum deles tinha ouvido o som fascinador, o badalar aurífero, do misterioso sino, também ''todos'' responderam negativamente. Creio, porém, que a lenda continua arreigada, porque, tendo eu acompanhado o sr. dr. José Leite de Vasconcelos numa exploração, que ele fez, muito de fugida, em Setembro de 1905, às ''Antas'' de Lamas ou da Salgueirinha, soube, passados dias, que os ''ciprianistas'' deram lá, investiram com um ''dolmen'', fizeram profundas escavações e puseram tudo em ''palha-velha''. {{c|***}} Determinar, principalmente, a situação das ''antas'' deste concelho e fazer o seu inventário, embora incompleto, é o meu fito. Não se trata, pois, da sua exploração e estudo. '''{{c|No Corno de Bico}}''' O «Corno de Bico» é uma montanha a leste deste concelho, que corre de norte a sul. Altitude máxima - 889 metros. O seu prolongamento meridional dá origem a outros montes, um dos quais tem um sítio chamado - ''Cruz Vermelha'', que delimita os três concelhos de Paredes de Coura, Arcos de Valdevez e Ponte do Lima. Aí encontra-se um grupo de cinco antas, com as suas, {{rule}}<noinclude></noinclude> doiabky56lpdaw98e20pxi721ezsxp8 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/57 106 253170 551427 2026-05-04T14:41:27Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: mamoas, formando arco de círculo com a abertura para leste. A 1.ª, que penso estar situada nos limites de Ponte do Lima, é a maior deste grupo e dista da 2.ª uns cem passos. Tem à vista, no alto da mamoa, cerca de 0<sup>m</sup>,60 de um esteio. Tanto esta como as outras não tem ''meza''. Da 2.ª à 3.ª há uns 12 passos; desta à 4.ª, 14 e desta à 5.ª, 50 a 55. A mamoa da 3.a está muito desfeita, mas reconhecem-se os seus restos. As qu... 551427 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>mamoas, formando arco de círculo com a abertura para leste. A 1.ª, que penso estar situada nos limites de Ponte do Lima, é a maior deste grupo e dista da 2.ª uns cem passos. Tem à vista, no alto da mamoa, cerca de 0<sup>m</sup>,60 de um esteio. Tanto esta como as outras não tem ''meza''. Da 2.ª à 3.ª há uns 12 passos; desta à 4.ª, 14 e desta à 5.ª, 50 a 55. A mamoa da 3.a está muito desfeita, mas reconhecem-se os seus restos. As quatro últimas deixam ver as extremidades superiores de três esteios em cada uma. Nenhuma apresenta vestígios recentes de profanação. Seguindo para o norte, e andados uns 700 a 800 metros, em direcção ao ''«Corno de Bico»'', vêem-se uns restos de mamoa junto de uma nascente, que toma a direcção sudoeste, correndo depois para este concelho. Os ''ciprianistas'' fizerem, recentemente, profunda e larga escavação dentro dela. Um pouco mais para noroeste, a pequena distância e poente da ''«Poça dos Ramos»'', encontra-se outra anta, tendo à vista as pontas de três esteios. Não tem mesa. Na vertente leste do mesmo «Corno de Bico», próximo do caminho que segue de Bico para o lugar de Grijó (Arcos de Valdevez), a sudeste da «Chã do Galo», está a maior mamoa deste monte. Não se lhe vêem os esteios, mas atenta a sua altura e conservação, é possível que estejam soterrados. Também lhe falta a cobertura. Todas estas oito antas se encontram a leste de uma linha recta tirada das cótas 889 e 846, da carta topográfica n.º 1, da Comissão Geodesica. '''{{c|Chã de Lamas}}''' É um monte, com pequenas ondulações, ao norte da freguesia de Vascões e a leste deste concelho. Confina com as freguesias de Mei e Sinharei, pelo nascente (Arcos de Valdevez). É, relativamente, plano, como o seu nome indica. Há aqui uma extensa lagoa, chamada da «Salgueirinha», que dá origem ao rio Coura. De verão, é terreno pantanoso. A poente desta lagoa, numa pequena eminência que corre de norte a sul, encontra-se outro grupo de «''antas''» - oito, que conheço desde 1881, como já notei. No mês de Setembro de 1905 foram inspeccionadas pelo sr. dr. J. Leite de Vasconcelos, que dirigiu a exploração de duas. '''{{c|Monte do Carvalho}}''' É situado entre este concelho e o de Valença, e corre de norte a sul. Antigamente, era por ele a estrada deste último concelho para os Arcos, por Coura. A carta geodesica n.º 1, da Comissão Geodesica, marca o ''Facho'' (penedo do Facho) com a cóta 434 (ponto trignométrico) e mais ao sul a cóta 366; ora, entre estes dois pontos, mas um pouco para leste, encontram-se três ''mamoas'', sem esteios, bastante desfeitas. Quem seguir do lugar da Centeeira, da freguesía de Ferreira, pelo antigo caminho para Valença, e, depois de sair do lugar, tomar à direita (norte) em direcção ao mencionado penedo do Facho, facilmente as encontrará.<noinclude></noinclude> s3zild9yoor55qjxzbnspy9a2as89e4 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/58 106 253171 551428 2026-05-04T14:48:37Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: '''{{c|Boulhosa}}''' Esta serra, orientada de leste a oeste, separa, pelo norte, o concelho de Coura do de Monção. Quem caminha do alto do Extremo para o poente, pelo dorso da Boulhosa, encontrará, em frente das bouças (giestais) daquele nome, ao lado esquerdo do caminho, algumas mamoas, e ao direito, já limites da freguesia de Abedim (Monção) uma anta, de proporções abastadas, conhecida por - ''Forninho do ouro'' -, a qual foi explo... 551428 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>'''{{c|Boulhosa}}''' Esta serra, orientada de leste a oeste, separa, pelo norte, o concelho de Coura do de Monção. Quem caminha do alto do Extremo para o poente, pelo dorso da Boulhosa, encontrará, em frente das bouças (giestais) daquele nome, ao lado esquerdo do caminho, algumas mamoas, e ao direito, já limites da freguesia de Abedim (Monção) uma anta, de proporções abastadas, conhecida por - ''Forninho do ouro'' -, a qual foi explorada, em 1905, pelo sr. dr. J. L. de Vasconcelos. Os ciprianistas, porém, tinham investido com ela pouco tempo antes, chegando a quebrar, a fogo, algumas pedras no interior! Seguindo mais para o poente, sempre pelo mesmo caminho, até à ''Chã das Pipas'', aí deparam-se ao investigador restos de mamoas, onde já se não encontra nenhum dos esteios. '''{{c|Pinhais de Antas}}''' Na parte mais ocidental da freguesia de Rubiães, está o seu ''lugar'' de Antas, e nuns pinhais, ao poente deste lugar, encontram-se algumas ''antas''. ''Não posso, porém, indicar o seu número nem o seu estado''. '''{{c|Portela Pequena da Labruja}}''' É bem conhecido este ponto da cordilheira que separa este concelho do de Ponte do Lima, e por isso darei apenas esta indicação: caminhando-se para o nascente, encontra-se uma chã depois de se ter subido uma pequena encosta. Naquela estão os restos duma ''mamoa''. Não percorri a pequena parte deste monte até à Portela Grande. '''{{c|Chá de Cossourado}}''' Entre a capela de S. Bento da Porta Aberta e a igreja paroquial de Cossourado há uma extensão chã, de monte, onde se encontra um ponto, bastante elevado, chamado - Carritél -, a que me refiro noutro lugar, e bem assim cinco ''antas'', sem esteios, já muito danificadas. E à margem do caminho da mesma capela para a igreja, na mesma chã, encontram-se em diversas rochas naturais, que afloram um pouco acima do solo, umas insculturas circulares, desenhando circunferências com o diâmetro, aproximado, de 0,66 centímetros. Também se encontram umas escavações, abertas na rocha, ora isoladas, ora aos grupos, em forma de pias circulares, cujo diâmetro deve regular de 0,70 a 0,80 centímetros. Vi, pela primeira vez, estas insculturas no mês de Março, deste ano, por ocasião de acompanhar o sr. dr. F. Alves Pereira, ilustrado arqueólogo e 1.º oficial do Museu Etnológico, numa digressão de estudo que fez a este concelho.<noinclude></noinclude> 16inm047ej9q4heoaiofagvo8vjs989 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/59 106 253172 551429 2026-05-04T14:51:44Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: '''{{c|CAPÍTULO VI}}''' '''{{c|Moedas romanas}}''' TEM sido pobríssimo este ramo da ''numismática'' entre nós. Ou por não terem aparecido, ou por incúria em as conservar, poucas notícias há de ''moedas'' romanas. Apenas, pouco depois da construção do actual cemitério da freguesia de Ferreira e quando se procedia à abertura duma das primeiras sepulturas (3.ª ou 4.ª), é que apareceram, dentro dela, algumas moedas romanas, todas de... 551429 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>'''{{c|CAPÍTULO VI}}''' '''{{c|Moedas romanas}}''' TEM sido pobríssimo este ramo da ''numismática'' entre nós. Ou por não terem aparecido, ou por incúria em as conservar, poucas notícias há de ''moedas'' romanas. Apenas, pouco depois da construção do actual cemitério da freguesia de Ferreira e quando se procedia à abertura duma das primeiras sepulturas (3.ª ou 4.ª), é que apareceram, dentro dela, algumas moedas romanas, todas de cobre. Estavam juntas, em monte, cerca de um punhado, e apresentavam vestígios de terem sido soterradas dentro de um envólucro de tecido, porque parte delas tinham incrustada uma espécie de rede fina, como a de um estofo, representando uma gravura no metal. Obtive algumas na ocasião, e dessas cedi uns exemplares a um cavalheiro da cidade do Porto.<noinclude></noinclude> 1mi6c70jrs3jww5dg9gamm8lim1q7l7 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/60 106 253173 551430 2026-05-04T14:56:06Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Uma amostra: {{c|1.ª}} {{c|Numisma, de Constantino Magno:}} {{c|''Anverso'': DV. CONSTANTINVS PT}} {{c|AVGG}} {{c|O busto de Constantino com o véu, à direita.}} {{c|''Reverso'': VN. MR.}} A piedade em pé, à direita, com o véu e as mãos debaixo do vestido. {{c|''Exergo'': SMSLB}} {{c|---}} 2.ª Numisma, de Contâncio II: 3.a Outro numisma, de Constâncio 2.º: Anv.: FL. IVL. CONSTANTINVS NOB. C. O... 551430 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Uma amostra: {{c|1.ª}} {{c|Numisma, de Constantino Magno:}} {{c|''Anverso'': DV. CONSTANTINVS PT}} {{c|AVGG}} {{c|O busto de Constantino com o véu, à direita.}} {{c|''Reverso'': VN. MR.}} A piedade em pé, à direita, com o véu e as mãos debaixo do vestido. {{c|''Exergo'': SMSLB}} {{c|---}} 2.ª Numisma, de Contâncio II: 3.a Outro numisma, de Constâncio 2.º: Anv.: FL. IVL. CONSTANTINVS NOB. C. O busto laureado de Constâncio com a coiraça à direita. Rev.: GLORIA EXERCITVS Dois soldados de capacetes e lanças e apoiando-se nos escudos, de pé voltados um para o outro; entre eles uma insígnia militar com um estandarte em cima. Exer.: S. CONST. 4.a Numisma, também de Constâncio II: Anv.: D. N. F. L. CONSTANTIVS AVG. Anv.: D. N. CONSTANTIVS. P. F. AVG. O busto de Constâncio com diadema e paludamento, à direita. Rev.: FEL. TEMP. REPARATIO. Soldado de capacete e escudo, ferindo com a lança um inimigo caído com o cavalo; no campo, uma estrela e uma coroa. Exer.: 122 Entre duas palmas AGT. Rev.: O seu busto com diadema e paludamento, à direita. SECVRITAS REIPVB. A segurança em pé, de face, olhando à direita, as pernas cruzadas, encostada a uma coluna e com o ceptro. Exerc.: R. V. S. 5.a Numisma, de Constante I: Anv.: CONSTAN. P. F. AVG. 123<noinclude></noinclude> 2pwb6inpvu27ug9c66rvr9kmti0f5j8 551431 551430 2026-05-04T14:56:27Z Ruiaraujo1972 38032 551431 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Uma amostra: {{c|1.ª}} {{c|Numisma, de Constantino Magno:}} {{c|''Anverso'': DV. CONSTANTINVS PT}} {{c|AVGG}} {{c|O busto de Constantino com o véu, à direita.}} {{c|''Reverso'': VN. MR.}} {{c|A piedade em pé, à direita, com o véu e as mãos debaixo do vestido.}} {{c|''Exergo'': SMSLB}} {{c|---}} 2.ª Numisma, de Contâncio II: 3.a Outro numisma, de Constâncio 2.º: Anv.: FL. IVL. CONSTANTINVS NOB. C. O busto laureado de Constâncio com a coiraça à direita. Rev.: GLORIA EXERCITVS Dois soldados de capacetes e lanças e apoiando-se nos escudos, de pé voltados um para o outro; entre eles uma insígnia militar com um estandarte em cima. Exer.: S. CONST. 4.a Numisma, também de Constâncio II: Anv.: D. N. F. L. CONSTANTIVS AVG. Anv.: D. N. CONSTANTIVS. P. F. AVG. O busto de Constâncio com diadema e paludamento, à direita. Rev.: FEL. TEMP. REPARATIO. Soldado de capacete e escudo, ferindo com a lança um inimigo caído com o cavalo; no campo, uma estrela e uma coroa. Exer.: 122 Entre duas palmas AGT. Rev.: O seu busto com diadema e paludamento, à direita. SECVRITAS REIPVB. A segurança em pé, de face, olhando à direita, as pernas cruzadas, encostada a uma coluna e com o ceptro. Exerc.: R. V. S. 5.a Numisma, de Constante I: Anv.: CONSTAN. P. F. AVG. 123<noinclude></noinclude> m0skdbsasfpfle11p3l1u2vwfyxsqul 551433 551431 2026-05-04T15:06:34Z Ruiaraujo1972 38032 551433 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Uma amostra: '''{{c|1.ª}}''' {{c|Numisma, de Constantino Magno:}} {{c|''Anverso'': DV. CONSTANTINVS PT}} {{c|AVGG}} {{c|O busto de Constantino com o véu, à direita.}} {{c|''Reverso'': VN. 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AVG.}} {{c|O busto de Constâncio com diadema e paludamento, à direita.}} {{c|''Rev''.: FEL. TEMP. REPARATIO.}} {{c|Soldado de capacete e escudo, ferindo com a lança um inimigo caído com o cavalo; no campo, uma estrela e uma coroa.}} {{c|''Exer''.: Entre duas palmas - AGT.}} {{c|---}} '''{{c|3.ª}}''' {{c|Outro numisma, de Constâncio 2.º:}} {{c|''Anv''.: FL. IVL. CONSTANTINVS NOB. C.}} {{c|O busto laureado de Constâncio com a coiraça à direita.}} {{c|''Rev''.: GLORIA EXERCITVS}} {{c|Dois soldados de capacetes e lanças e apoiando-se nos escudos, de pé voltados um para o outro; entre eles uma insígnia militar com um estandarte em cima.}} {{c|''Exer''.: S. CONST.}} {{c|---}} '''{{c|4.ª}}''' {{c|Numisma, também de Constâncio II:}} {{c|''Anv''.: D. N. F. L. CONSTANTIVS AVG.}} {{c|O seu busto com diadema e paludamento, à direita.}} {{c|''Rev''.: SECVRITAS REIPVB.}} {{c|A segurança em pé, de face, olhando à direita, as pernas cruzadas, encostada a uma coluna e com o ceptro.}} {{c|''Exerc''.: R. V. S.}} {{c|---}} '''{{c|5.ª}}''' {{c|Numisma, de Constante I:}} {{c|''Anv''.: CONSTAN. P. F. AVG.}} 123<noinclude></noinclude> 2he5345by4vedtoa018epemk7bqo6wz Página:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf/287 106 253174 551435 2026-05-04T16:23:21Z Trooper57 24584 /* Revista */ 551435 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{c|— 257 —}}</noinclude><noinclude>gundo</noinclude> o peixe, é a espinha de seis, sete palmos de comprido, os quaes se defende com ellas dos tubarões e de outros peixes. Estes se tomam com anzóes de cadêa com arpoeiras compridas, que lhe largam para quebrar a furia e se vazar do sangue. Este peixe naturalmente é secco, e fazemn’o em tassalhos para se seccar, que serve para a gente do serviço; e tem tamanhos, figados, que se tomam muitos de cujos figados, se tiram trinta a quarenta canadas de azeite, que serve para a candeia e para concertar o breu para os barcos. Uperu é o peixe a que os Portuguezes chamam tubarão, de que ha muita somma no mar da Bahia; estes comem gente, se lhe chegam a lanço, e andam sempré á caça do peixe miudo; aos quaes matam com anzóes de cadea com grandes arpoeiras, como o peixe serra, em os quaes acham pegados os peixes romeiros, como nos do mar largo; cuja carne comem os indios, e em tassalhos seccos se gasta com a gente dos engenhos, os quaés tem tamanhos figados que se tira d’elles vinte, e vinte quatro canadas de azeite; cujos déntes aproveitam os indios, que os engastam nas pontas das flexas; e os que os tein são muito estimados d’elles. Por tempo de calma apparecem no mar da Bahia toninhas, a que os indios chamam pojujî, das quaes tambem foge o peixe miudo para os reconcavos; mas não se faz conta d’ellas para as matarem em nenhum tempo. No mar da Bahia se criam muitas lixas maiores que as de Hespanha, que apparecem em certa monsão do anno, as quaes tem tamanhos figados que se tira d’elles quinze e vinte canadas de azeite, as quaes andam ao longo da arêa onde ha pouco fundo, e tomam-n’as com arpéos, o que esperam bem; e seccas e escaladas servem para a gente dos engenhos, e para matolotagem da gente que ha de passar o mar. <section begin="129"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXIX.}}}} {{c|''Que trata da propriedade do peixe boi.''}} Goarágoá é o peixe a que os Portuguezes chamam boi, que anda na agua salgada e nos rios junto da agua doce, de que elles bebem; e comem de uma herva miuda como milhã que se dá ao longo da agua; o qual peixe tem o corpo tamanho como um novilho de dous annos, e tem dous cotos como braços, e n’elles umas mãos sem dedos; não tem pés, <section end="129"/><noinclude></noinclude> 1ovx7fbbojmck3n1gadbc1zldlgwg96 551436 551435 2026-05-04T16:24:28Z Trooper57 24584 551436 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{c|— 257 —}}</noinclude><section begin="128"/><noinclude>gundo</noinclude> o peixe, é a espinha de seis, sete palmos de comprido, os quaes se defende com ellas dos tubarões e de outros peixes. Estes se tomam com anzóes de cadêa com arpoeiras compridas, que lhe largam para quebrar a furia e se vazar do sangue. Este peixe naturalmente é secco, e fazemn’o em tassalhos para se seccar, que serve para a gente do serviço; e tem tamanhos, figados, que se tomam muitos de cujos figados, se tiram trinta a quarenta canadas de azeite, que serve para a candeia e para concertar o breu para os barcos. Uperu é o peixe a que os Portuguezes chamam tubarão, de que ha muita somma no mar da Bahia; estes comem gente, se lhe chegam a lanço, e andam sempré á caça do peixe miudo; aos quaes matam com anzóes de cadea com grandes arpoeiras, como o peixe serra, em os quaes acham pegados os peixes romeiros, como nos do mar largo; cuja carne comem os indios, e em tassalhos seccos se gasta com a gente dos engenhos, os quaés tem tamanhos figados que se tira d’elles vinte, e vinte quatro canadas de azeite; cujos déntes aproveitam os indios, que os engastam nas pontas das flexas; e os que os tein são muito estimados d’elles. Por tempo de calma apparecem no mar da Bahia toninhas, a que os indios chamam pojujî, das quaes tambem foge o peixe miudo para os reconcavos; mas não se faz conta d’ellas para as matarem em nenhum tempo. No mar da Bahia se criam muitas lixas maiores que as de Hespanha, que apparecem em certa monsão do anno, as quaes tem tamanhos figados que se tira d’elles quinze e vinte canadas de azeite, as quaes andam ao longo da arêa onde ha pouco fundo, e tomam-n’as com arpéos, o que esperam bem; e seccas e escaladas servem para a gente dos engenhos, e para matolotagem da gente que ha de passar o mar. <section end="128"/> <section begin="129"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXIX.}}}} {{c|''Que trata da propriedade do peixe boi.''}} Goarágoá é o peixe a que os Portuguezes chamam boi, que anda na agua salgada e nos rios junto da agua doce, de que elles bebem; e comem de uma herva miuda como milhã que se dá ao longo da agua; o qual peixe tem o corpo tamanho como um novilho de dous annos, e tem dous cotos como braços, e n’elles umas mãos sem dedos; não tem pés, <section end="129"/><noinclude></noinclude> qkjwsreyhanos74s6381z8mbojsm7gq Tratado descritivo do Brasil em 1587/2/128 0 253175 551437 2026-05-04T16:25:56Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf" from=286 to=287 header=1 onlysection=128 /> {{Notas}} [[Categoria:Tratado descritivo do Brasil em 1587]] 551437 wikitext text/x-wiki <pages index="Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf" from=286 to=287 header=1 onlysection=128 /> {{Notas}} [[Categoria:Tratado descritivo do Brasil em 1587]] amtu16386tqx8ittq9nlgw4x2au24iu Hino do município de Nordestina (Bahia) 0 253176 551440 2026-05-04T21:26:36Z J. Kassio 40175 Página do Hino de Nordestina 551440 wikitext text/x-wiki {{hino |obra=Hino do município de [[w:Nordestina (Bahia)|Nordestina]] |letra por= H. Miranda |melodia por= Heloisa Ferreira }} <poem> Sobre campos verdejantes, nascentes, Sol brilhante colorindo o céu azul; Nordestina, de repente, florescestes, Banhada pelo Itapicuru. Nordestina, tua fibra, tua graça, Orgulho de um povo lutador; O sisal, tua coragem e tua raça, Nordestina, o teu nome emancipou. Refrão: Nordestina, expressão de amor, De um povo ordeiro e gentil; Consagramos o teu esplendor, Salve, salve, pedaço do Brasil. Nordestina, expressão de amor, De um povo ordeiro e gentil; Consagramos o teu esplendor, Salve, salve, pedaço do Brasil. Os teus filhos com esperança e amor, Te veneram com fé e devoção; Padroeiro, meu querido padroeiro, Salve, salve, ó! Meu São João. Minha gleba querida, és glória, Na batalha do teu triunfar; És uma página belíssima na história, De um país que aprendemos amar. Refrão: Nordestina, expressão de amor, De um povo ordeiro e gentil; Consagramos o teu esplendor, Salve, salve, pedaço do Brasil. Nordestina, expressão de amor, De um povo ordeiro e gentil; Consagramos o teu esplendor, Salve, salve, pedaço do Brasil. </poem> [[Categoria:Hinos da Bahia|Nordestina (Bahia)]] pn29op2gzpwqo0cnd7fz27vg58vrmth Hino do município de Cícero Dantas 0 253177 551441 2026-05-04T23:37:26Z ~2026-27225-41 42803 Hino Municipal de Cícero Dantas 551441 wikitext text/x-wiki O Hino do Município de Cícero Dantas, intitulado “Viva Cícero Dantas”, é o símbolo oficial que representa a identidade, a história e a cultura do povo cicerodantense. A obra tem letra e música de José Cleiton Deusdete dos Reis, destacando valores, tradições e o orgulho da população local. Por meio da Lei Municipal nº 516 de 2026, sancionada pelo Poder Executivo, o hino foi oficialmente instituído e reconhecido como símbolo do município. O projeto de lei nº 557/2026, de autoria do Executivo, foi aprovado pela Câmara Municipal em sessão ordinária, consolidando esse importante marco cultural para a cidade. O hino passa a ser executado em solenidades oficiais promovidas pela Prefeitura e pela Câmara Municipal, especialmente em datas cívicas e comemorativas, contribuindo para a valorização da história local e o respeito aos símbolos municipais. Além disso, há iniciativas no âmbito do Legislativo que visam ampliar a execução do hino em eventos públicos, instituições de ensino e demais espaços oficiais, reforçando sua importância como instrumento de educação cívica e cultural para as futuras gerações. 1lxwnn0aryabv23am5bmdcp7nkcnlx5 551442 551441 2026-05-04T23:47:27Z ~2026-27225-41 42803 Hino Municipal de Cícero Dantas 551442 wikitext text/x-wiki {{Hino | obra = Hino Municipal de Cícero Dantas | letra por = José Cleiton Deusdete dos Reis | melodia por = Filarmônica Nossa Senhora do Bom Conselho. }} }}O Hino do Município de Cícero Dantas, intitulado “Viva Cícero Dantas”, é o símbolo oficial que representa a identidade, a história e a cultura do povo cicerodantense. A obra tem letra e música de José Cleiton Deusdete dos Reis, destacando valores, tradições e o orgulho da população local. Por meio da Lei Municipal nº 516 de 2026, sancionada pelo Poder Executivo, o hino foi oficialmente instituído e reconhecido como símbolo do município. O projeto de lei nº 557/2026, de autoria do Executivo, foi aprovado pela Câmara Municipal em sessão ordinária, consolidando esse importante marco cultural para a cidade. O hino passa a ser executado em solenidades oficiais promovidas pela Prefeitura e pela Câmara Municipal, especialmente em datas cívicas e comemorativas, contribuindo para a valorização da história local e o respeito aos símbolos municipais. Além disso, há iniciativas no âmbito do Legislativo que visam ampliar a execução do hino em eventos públicos, instituições de ensino e demais espaços oficiais, reforçando sua importância como instrumento de educação cívica e cultural para as futuras gerações. r5wymdav1nva9tyq4th56dm983kp3x3 Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/1 106 253178 551443 2026-05-05T11:06:24Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 551443 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/2 106 253179 551444 2026-05-05T11:09:04Z Strudel45 38659 /* Problemática */ 551444 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="2" user="Strudel45" /></noinclude>J ,fb ,J fl tiA; r~ . ,1 . I I l;úi I .- · • z·, · ;~ ' .. '. 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