Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.1 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Utilizador:Erick Soares3 2 184902 552187 552078 2026-05-11T18:42:11Z Erick Soares3 19404 552187 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |Pt |{{livro digitalizado|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado}} | |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Darwin e Graham]] | |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Wireless_Telegraph_(LM-0063).pdf Wireless] | |- |pt |[[Galeria:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|Previsão]] | |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Landelphone_(LM-0018).pdf Landelphone] | |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] | |- |en |[[:commons:File:Translation of Preamble to Institutional Act.pdf|Preamble]] | |- |en |[[:commons:File:Translation of the Institutional Act.pdf|TIA]] | |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] | |- |en |[[:commons:File:Preamble to Institutional Act 5.pdf|TIA5]] | |- |en |[[:commons:File:Institutional Act Number Five.pdf|TIA5]] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 2]] | |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/hnUlAQAAMAAJ América] | |- |pt |[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/4926 Revo] | |- |pt |[https://www.google.com.br/books/edition/O_minotauro/4N3uAAAAMAAJ?hl=pt-BR&gbpv=0&bsq=%22Monteiro%20Lobato%22 Minotauro] | |- |en |[https://en.wikisource.org/wiki/Author:Maria_Callcott Journey to Brasil] | |- |pt/en |[http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1678-765X2023000100321&lang=pt Swartz] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 3]] | |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf]] | |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] | |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] | |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos 1]] | |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont]] |11 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 4]] | |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] | |- |en |[https://books.google.com/books?id=WLBCAQAAMAAJ&newbks=1&newbks_redir=0&dq=Monteiro%20Lobato%20children%27s&hl=pt-BR&pg=RA26-PP125 Thimoty] | |- | |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] | |} {| class="wikitable mw-collapsible mw-collapsed" |+ class="nowrap" | Lista |- |{{tabela-começo}} *[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] *[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] *[https://acervo.bn.gov.br/Sophia_web/acervo/detalhe/1225052 direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) *[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Tradução] * [https://literaturabrasileira.ufsc.br/autores/?id=8065 ernani] *[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1]] - IV *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 6]] * [[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Stars]] *[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] * [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] *[[Lincoln: narração de sua vida pessoal]] *[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros]] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] *[https://www.jstor.org/stable/community.38767768 Pasteur] - 23 * [[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] * [[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] * [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 8]] * [[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] *[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] - 50 *[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] * [[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] *[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] *[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] * [[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf]] * [[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] * [https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] - 33 *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] * [[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] - 96 * [[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] - 56 {{tabela-meio}} *[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] - 53 *[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] *[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] - 117 *{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} - 162 *{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} - 173 páginas *{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} - 176 páginas * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 122] *{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} - 189 *{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} - 206 * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 178] *[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] - 242 *[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature]] 303 *[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] {{tabela-fim}} |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. 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Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> nd61k4adftu6ry3hyjeta9jnibb8qbt 552194 552187 2026-05-11T21:33:53Z Erick Soares3 19404 552194 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |Pt |{{livro digitalizado|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado}} | |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Darwin e Graham]] | |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Wireless_Telegraph_(LM-0063).pdf Wireless] | |- |pt |[[Galeria:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|Previsão]] | |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Landelphone_(LM-0018).pdf Landelphone] | |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. 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Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 3]] | |- |pt |[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 1).pdf]] | |- |pt |[https://www.google.com/books/edition/_/2Qu6Ve1nPdwC Memorias] | |- |pt |[https://web.archive.org/web/20240305091556/https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/wp-content/uploads/tainacan-items/2868/8629/mml_obr0025.pdf Viagem ao Céu] | |- |pt |[[Galeria:Os noivos (v.1).pdf|Os Noivos 1]] | |- |pt |[[A Maravilhosa Vida de Santos=Dumont]] |11 |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 4]] | |- |pt |[[Galeria:Jean de Léry - História de uma Viagem Feita à Terra do Brasil (trad. 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Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] *[https://acervo.bn.gov.br/Sophia_web/acervo/detalhe/1225052 direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) *[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Tradução] * [https://literaturabrasileira.ufsc.br/autores/?id=8065 ernani] *[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1]] - IV *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 6]] * [[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Stars]] *[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] * [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] *[[Lincoln: narração de sua vida pessoal]] *[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros]] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] *[https://www.jstor.org/stable/community.38767768 Pasteur] - 23 * [[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] * [[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] * [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 8]] * [[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] *[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] - 50 *[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] * [[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] *[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] *[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] * [[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf]] * [[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] * [https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] - 33 *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] * [[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] - 96 * [[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] - 56 {{tabela-meio}} *[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] - 53 *[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] *[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] - 117 *{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} - 162 *{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} - 173 páginas *{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} - 176 páginas * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 122] *{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} - 189 *{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} - 206 * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 178] *[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] - 242 *[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature]] 303 *[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] {{tabela-fim}} |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. 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Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. 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Paulo/Volume 9/Restauração historica|Restauração histórica]]''' File:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|thumb|link=Galeria:Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido.pdf|page=5|'''[[Adeoses da Imperatriz Amelia ao menino-imperador adormecido]]''' File:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|thumb|link=Galeria:Sonetos do Exilio, recolhidos por Um Brasileiro.pdf|page=11|'''[[Sonetos do Exilio]]''' File:Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|thumb|link=Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal em 1832..pdf|page=3|'''[[Testamento de D. Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. 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Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> husym25zq5wzgq6mcjw1d4dveu93s9c 552195 552194 2026-05-11T21:37:48Z Erick Soares3 19404 552195 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |Pt |{{livro digitalizado|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado}} | |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Darwin e Graham]] | |- |pt |[[Galeria:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|Previsão]] | |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Landelphone_(LM-0018).pdf Landelphone] | |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] | |- |en |[[:commons:File:Translation of Preamble to Institutional Act.pdf|Preamble]] | |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] | |- |en |[[:commons:File:Translation of the Institutional Act.pdf|TIA]] | |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. 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Monteiro Lobato, 1926).pdf|Terra do Brasil]] | |- |en |[https://books.google.com/books?id=WLBCAQAAMAAJ&newbks=1&newbks_redir=0&dq=Monteiro%20Lobato%20children%27s&hl=pt-BR&pg=RA26-PP125 Thimoty] | |- | |[https://www.google.com/books/edition/_/QiA_AAAAIAAJ Pommery] | |} {| class="wikitable mw-collapsible mw-collapsed" |+ class="nowrap" | Lista |- |{{tabela-começo}} *[https://www.jstor.org/stable/community.38768246 Constituição paulista] *[https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8872 estrella] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] *[https://acervo.bn.gov.br/Sophia_web/acervo/detalhe/1225052 direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) *[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Tradução] * [https://literaturabrasileira.ufsc.br/autores/?id=8065 ernani] *[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1]] - IV *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 6]] * [[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Stars]] *[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] * [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] *[[Lincoln: narração de sua vida pessoal]] *[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros]] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] *[https://www.jstor.org/stable/community.38767768 Pasteur] - 23 * [[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] * [[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] * [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 8]] * [[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] *[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] - 50 *[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] * [[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] *[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] *[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] * [[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf]] * [[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] * [https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] - 33 *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] * [[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] - 96 * [[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] - 56 {{tabela-meio}} *[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] - 53 *[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] *[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] - 117 *{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} - 162 *{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} - 173 páginas *{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} - 176 páginas * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 122] *{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} - 189 *{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} - 206 * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 178] *[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] - 242 *[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature]] 303 *[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] {{tabela-fim}} |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. Roosevelt]]''' File:Discurso de Pearl Harbor.pdf|thumb|link=Galeria:Discurso de Pearl Harbor.pdf|page=2|'''[[Discurso de Pearl Harbor]]''' File:Pushkin-Semtitulo.pdf|thumb|link=Galeria:Pushkin-Semtitulo.pdf|page=2|'''[[Sem titulo]]''' File:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|thumb|link=Galeria:Ultimo adeos de J. Washington.pdf|page=14|'''[[Ultimo adeos de J. Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|link=Galeria:O descobrimento do Brasil (J. C. Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. 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Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. 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Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> 4tx35hhpt8mr0jvnhdkiutcmldf5fsz Predefinição:Progressos recentes 10 220893 552139 552133 2026-05-11T15:00:08Z AlbeROBOT 35938 bot: Atualizando progressos 552139 wikitext text/x-wiki <templatestyles src='Progressos recentes/styles.css' /> {| |- | {{Barra de progresso|4|0|0|0|1|95}} | [[Index:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf|Chronica do Emperador Clarimundo]] |- | {{Barra de progresso|0|0|10|7|0|83}} | [[Index:Da Terra á Lua.pdf|Da Terra á Lua]] |- | {{Barra de progresso|55|0|38|2|5|-7.105427357601E-15}} | [[Index:Dom João VI no Brazil, vol 1.djvu|Dom João VI no Brasil]] |- | {{Barra de progresso|0|0|30|2|4|64}} | [[Index:Euclides da Cunha - Os Sertões (1902).pdf|Os Sertões]] |- | {{Barra de progresso|65|0|10|8|7|10}} | [[Index:Historias da meia noite.djvu|Historias da meia noite]] |- | {{Barra de progresso|0|0|6|0|3|91}} | [[Index:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado]] |- | {{Barra de progresso|27|0|0|0|0|73}} | [[Index:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf|No Alto Minho. 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Lʼentant sait bien que la vie nʼa point de ces apparitions charmantes. Cʼest votre science amusante qui les trompe ; cʼest elle qui sème les erreurs difficiles à corriger...... Quel profit tirent les enfants dʼune science sans methode, dʼune litterature faussement pratique qui ni parle ni à lʼintelligence ni au sentiment? Il faudrait revenir aux belles légendes, à la poésie des poètes et des peuples, à tout ce qui donne le frisson du beau.'' ''Helas! notre societé est pleine de pharmaciens qui craignent lʼimagination. Et ils ont bien tort. Cʼest elle, avec ses mensonges, qui sème toute beauté et toute vertu dans le monde. On nʼest grand que par elle. O mères ! nʼayez pas peur quʼelle perde vos enfants : elle les gardera, au contraire, des fautes vulgaires et des erreurs faciles.''}} {{right|'''ANATOLE FRANCE''' - '''Le livre de mon ami'''|offset=10em}} {{dhr|6em}} {{c|MONTEIRO LOBATO & C.}} {{C|{{Smaller|EDITORES - S. 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Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/387 106 253285 552200 552081 2026-05-11T23:59:41Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552200 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{c|'''INDICE'''}} {{dhr|3}} {{c|{{smaller|DAS MATERIAS CONTIDAS NA PRIMEIRA PARTE.}}}} {{dhr|3}} {{rule|3em}} {{dhr|3}} {{c|'''TOMO PRIMEIRO.'''}} {{dhr|3}} {{rule|3em}} {{dhr|3}} {{c|'''LIVRO PRIMEIRO.'''}} {{dhr|2}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/I|'''I''']] | título = {{gap}}O senr. Myriel | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/9|5]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/II|'''II''']] | título = {{gap}}Myriel torna-se o revm. Bemvindo | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/13|9]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/III|'''III''']] | título = {{gap}}A bom bispo duro bispado | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/19|15]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/IV|'''IV''']] | título = {{gap}}Taes palavras taes obras | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/22|18]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/V|'''V''']] | título = {{gap}}O exm. revm. Bemvindo fazia aturar muito tempo as suas sotainas | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/30|26]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/VI|'''VI''']] | título = {{gap}}Quem lhe guarda a casa | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/34|30]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/VII|'''VII''']] | título = {{gap}}Gravata | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/40|36]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/VIII|'''VIII''']] | título = {{gap}}Philosophia depois de beber | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/44|40]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/IX|'''IX''']] | título = {{gap}}O irmão descripto pela irman | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/49|45]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/X|'''X''']] | título = {{gap}}O bispo deante de uma luz desconhecida | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/53|49]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/XI|'''XI''']] | título = {{gap}}Uma restricção | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/66|62]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/XII|'''XII''']] | título = {{gap}}Solidão do bispo Bemvindo | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/71|67]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/XIII|'''XIII''']] | título = {{gap}}Qual era a sua crença | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/75|71]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/XIV|'''XIV''']] | título = {{gap}}O que elle pensava | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/80|76]] }} {{dhr|2}} {{c|'''LIVRO SEGUNDO.'''}} {{dhr|2}} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/I|'''I''']] | título = {{gap}}No cabo de um dia de jornada | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/83|79]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/II|'''II''']] | título = {{gap}}Prudencia aconselhada á virtude | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/95|91]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/III|'''III''']] | título = {{gap}}Heroismo da obediencia passiva | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/100|96]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/IV|'''IV''']] | título = {{gap}}Pormenores sobre as queijarias de Pontarlier | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/106|102]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/V|'''V''']] | título = {{gap}}Tranquilidade | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/110|106]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/VI|'''VI''']] | título = {{gap}}João Valjean | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/112|108]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/VII|'''VII''']] | título = {{gap}}O desespero visto por dentro | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/118|114]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/VIII|'''VIII''']] | título = {{gap}}O mar e as trevas | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/127|123]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/IX|'''IX''']] | título = {{gap}}Novos aggravos | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/130|126]] }} {{tabela|indentation=-1| largura = 36em | largura-s = 80 |largura-p=20 | seção = [[Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro segundo/X|'''X''']] | título = {{gap}}O homem acordado | página = [[Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/132|128]] }} {{nop}}<noinclude></noinclude> axj6ivgp7lpriinyry3cbw6d8djz7ng Primeiro Calendário Romano Começava em Março e terminava em Dezembro 0 253308 552135 2026-05-11T13:01:59Z ~2026-28398-83 42888 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: apenas 10 meses e cerca de 304 dias: 4 meses 31 dias 6 meses 30 dias março 31 dias abril 30 dias maio 31 dias junho 30 dias Quintilis 31 dias Sextilis 30 dias setembro 30 dias outubro 31 dias novembro 30 dias dezembro 30 dias 552135 wikitext text/x-wiki apenas 10 meses e cerca de 304 dias: 4 meses 31 dias 6 meses 30 dias março 31 dias abril 30 dias maio 31 dias junho 30 dias Quintilis 31 dias Sextilis 30 dias setembro 30 dias outubro 31 dias novembro 30 dias dezembro 30 dias 38xw9jlwe8omoxknrnbizeb5jkot928 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/82 106 253309 552136 2026-05-11T14:49:09Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: --imagem-- Tarifa dos géneros, no ano de 1838, para efeito das côngruas paroquiais Ponho ponto neste capítulo, dando à estampa uma curiosa produção poética do tempo da Patuleia. É uma quadra que, lidos os versos ao inteiro, são uma apologia dos Cartistas; e, lidos somente até à linha plicada, decompõe-se em duas quadras, a primeira das quais é um testemunho de adesão aos setembristas e a segunda aos cartistas. Segue a poesia: {{c... 552136 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>--imagem-- Tarifa dos géneros, no ano de 1838, para efeito das côngruas paroquiais Ponho ponto neste capítulo, dando à estampa uma curiosa produção poética do tempo da Patuleia. É uma quadra que, lidos os versos ao inteiro, são uma apologia dos Cartistas; e, lidos somente até à linha plicada, decompõe-se em duas quadras, a primeira das quais é um testemunho de adesão aos setembristas e a segunda aos cartistas. Segue a poesia: {{c|"''Nunca gostei | da Junta do Porto''}} {{c|''De quem é Carlista | sempre gostei'';}} {{c|''Sempre servi | leal ao throno''}} {{c|''Um Setembrista | nunca serei''.,,}}<ref>Ao meu bom amigo Júlio de Lemos, inteligente e ilustrado secretário da Câmara Municipal deste concelho, autor das «Campesinas», abalizado publicista e bonestissimo funcionário, devo a leitura do arquivo daquela corporação, por ele organizado, assim como lhe devo valiosa cooperação e estímulo. Aqui lhe deixo, afectuosamente, o protesto da minha gratidão.</ref> '''{{c|CAPÍTULO XI}}''' '''{{c|O cisma religioso de 1838, em Coura}}''' TALVEZ vá alguém sorrir-se da epígrafe que encima este capítulo, supondo que se trata de condimentar alguma arama, de sabor americano. Não trata. O facto é, absolutamente, verdadeiro e traduz, apenas, a repercussão do cisma que irrompeu no país e principalmente na arquidiocese de Braga, depois de 1834. As autoridades locais - administrativas, judiciais e eclesiásticas - andaram em papos de aranha por causa desta pavorosa, conhecida, aqui, pela designação de - Egrejinha. O singular acontecimento consta de um processo, cujo original está em meu poder, e que teve por base este ofício: «Ill.<sup>mo</sup> e Rev.<sup>mo</sup> Snr.<ref>Vigário Geral da comarca eclesiástica de Valença, que, ao tempo, era o abade de Gandra - R. João Marques da Costa.</ref> Tenho o dissabor de levar ao conhecimento de V. S.a que, a alguns dias esta parte se. tem desenvolvido o scisma religioso nas freguezias de Insalde, Porreiras e Ferreira, d'este concelho, chegando no {{rule}}<noinclude></noinclude> e9ncb1t1kl85dad0g0jxrffpw7x51f3 552137 552136 2026-05-11T14:50:26Z Ruiaraujo1972 38032 552137 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>--imagem-- Tarifa dos géneros, no ano de 1838, para efeito das côngruas paroquiais Ponho ponto neste capítulo, dando à estampa uma curiosa produção poética do tempo da Patuleia. É uma quadra que, lidos os versos ao inteiro, são uma apologia dos Cartistas; e, lidos somente até à linha plicada, decompõe-se em duas quadras, a primeira das quais é um testemunho de adesão aos setembristas e a segunda aos cartistas. Segue a poesia: {{c|"''Nunca gostei ‡ da Junta do Porto''}} {{c|''De quem é Carlista ‡ sempre gostei'';}} {{c|''Sempre servi ‡ leal ao throno''}} {{c|''Um Setembrista ‡ nunca serei''.,,}}<ref>Ao meu bom amigo Júlio de Lemos, inteligente e ilustrado secretário da Câmara Municipal deste concelho, autor das «Campesinas», abalizado publicista e bonestissimo funcionário, devo a leitura do arquivo daquela corporação, por ele organizado, assim como lhe devo valiosa cooperação e estímulo. Aqui lhe deixo, afectuosamente, o protesto da minha gratidão.</ref> '''{{c|CAPÍTULO XI}}''' '''{{c|O cisma religioso de 1838, em Coura}}''' TALVEZ vá alguém sorrir-se da epígrafe que encima este capítulo, supondo que se trata de condimentar alguma arama, de sabor americano. Não trata. O facto é, absolutamente, verdadeiro e traduz, apenas, a repercussão do cisma que irrompeu no país e principalmente na arquidiocese de Braga, depois de 1834. As autoridades locais - administrativas, judiciais e eclesiásticas - andaram em papos de aranha por causa desta pavorosa, conhecida, aqui, pela designação de - Egrejinha. O singular acontecimento consta de um processo, cujo original está em meu poder, e que teve por base este ofício: «Ill.<sup>mo</sup> e Rev.<sup>mo</sup> Snr.<ref>Vigário Geral da comarca eclesiástica de Valença, que, ao tempo, era o abade de Gandra - R. João Marques da Costa.</ref> Tenho o dissabor de levar ao conhecimento de V. 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Segue a poesia: {{c|"''Nunca gostei ‡ da Junta do Porto''}} {{c|''De quem é Carlista ‡ sempre gostei'';}} {{c|''Sempre servi ‡ leal ao throno''}} {{c|''Um Setembrista ‡ nunca serei''.,,}}<ref>Ao meu bom amigo Júlio de Lemos, inteligente e ilustrado secretário da Câmara Municipal deste concelho, autor das «Campesinas», abalizado publicista e bonestissimo funcionário, devo a leitura do arquivo daquela corporação, por ele organizado, assim como lhe devo valiosa cooperação e estímulo. Aqui lhe deixo, afectuosamente, o protesto da minha gratidão.</ref> '''{{c|CAPÍTULO XI}}''' '''{{c|O cisma religioso de 1838, em Coura}}''' TALVEZ vá alguém sorrir-se da epígrafe que encima este capítulo, supondo que se trata de condimentar alguma arama, de sabor americano. Não trata. O facto é, absolutamente, verdadeiro e traduz, apenas, a repercussão do cisma que irrompeu no país e principalmente na arquidiocese de Braga, depois de 1834. As autoridades locais - administrativas, judiciais e eclesiásticas - andaram em papos de aranha por causa desta pavorosa, conhecida, aqui, pela designação de - Egrejinha. O singular acontecimento consta de um processo, cujo original está em meu poder, e que teve por base este ofício: «''Ill.<sup>mo</sup> e Rev.<sup>mo</sup> Snr.<ref>Vigário Geral da comarca eclesiástica de Valença, que, ao tempo, era o abade de Gandra - R. João Marques da Costa.</ref> Tenho o dissabor de levar ao conhecimento de V. S.a que, a alguns dias esta parte se. tem desenvolvido o scisma religioso nas freguezias de Insalde, Porreiras e Ferreira, d'este concelho, chegando no'' {{rule}}<noinclude></noinclude> 9lfs84dtb8s6shooeuo0wl6cn9r5f8x Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/83 106 253310 552140 2026-05-11T15:20:09Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: dia 14 do corrente o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, da freguesia de Insalde<ref>Era geralmente, conhecido por Reitor de Insalde, ou do Casal. Estava suspenso do seu benefício - a Lixa.</ref>, a fazer na egreja uma pratica, dizendo que todas as dispensas matrimoniaes estavam nullas... Outrosim lembro a V. Sª que consta que n'este concelho há clerigos que celebram sém legitima jurisdicção... D. G. Coura 22 de outubro de 1838. O adm... 552140 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>dia 14 do corrente o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, da freguesia de Insalde<ref>Era geralmente, conhecido por Reitor de Insalde, ou do Casal. Estava suspenso do seu benefício - a Lixa.</ref>, a fazer na egreja uma pratica, dizendo que todas as dispensas matrimoniaes estavam nullas... Outrosim lembro a V. Sª que consta que n'este concelho há clerigos que celebram sém legitima jurisdicção... D. G. Coura 22 de outubro de 1838. O administrador do concelho, (a) Miguel d'Antas Bacellar Barbosa.» O caso foi este: no dia 13 de Outubro, daquele ano, apareceu em casa do P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, do lugar do Souto, freguesia de Insalde, o P.<sup>e</sup> Joaquim José Meireles, do Pico de Regalados, abade de S. Paio de Vilela, em Bouro, suspenso do benefício. Apresentou-se como ''«Sub-Delegado»'' de fr. António da Falperra<ref>Logo veremos quem era.</ref>, o qual, dizia o P.<sup>e</sup> Meireles, era ''«Vigário Apostólico»'' de S. Santidade. Com o P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, morava seu sobrinho P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha. Ambos, pois, receberam o Pe Meireles e por este lhes foi apresentada uma ''«papelada»'' (textual), tendente a mostrar que ele vinha dar ''«legitima jurisdição»'' ao clero, ''«absolver»'' o povo das ''censuras'' em que tinha incorrido e ''«validar»'' os casamentos feitos com dispensa, porque, dizia, estavam nulos. Os sacerdotes de Insalde, de tímida consciência, facilmente aderiram às sugestões daquele emissário, que os predispôs para o cisma, principalmente ao P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, que, decerto, não veria com bons olhos quem o havia suspendido. Foi, pois, facil a tarefa, e tanto que, no dia seguinte (domingo), já os três foram para e[sic.] igreja paroquial evangelizar a ''nova doutrina''<ref>O P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço estava encarregado de paroquiar Insalde.</ref>. O P.<sup>e</sup> Meireles fez ali uma prática ao povo, ''levantou-lhe a excomunhão'', ''absolveu'' os Padres e deu-lhes nova jurisdição<ref>Fr. António Fernandes, desta freguesia, não quis ser absolvido nem ''nova jurisdição''.</ref>. No dia 20 (sábado) o mesmo sacerdote, com o Reitor do Casal, dirigiram-se, de manhã, para a residência paroquial da freguesia das Porreiras, que confina com aquela, afim de aliciar o abade, Rev.<sup>do</sup> José António Pereira. Este, porém, recalcitrou, não se prestando a submeter-se à doutrina pregada pelo P.<sup>e</sup> do Pico de Regalados. Ameaçado de suspensão, ou melhor suspenso imediatamente pelo Meireles, o pobre abade sertanejo conformou-se, e lá foi, no outro dia (domingo), para a sua igreja com o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, onde este, depois da prática preparatória, absolveu o pároco e o P. José Manuel Barbosa<ref>Foi tal o escrúpulo deste Padre, que não tomou a celebrar, enquanto não mostrou os seus documentos ao mencionado ''Sub-Delegado''.</ref>, capelão na capela de S. João de Reirigo<ref>É uma povoação serrana, pertencente à freguesia de Formariz e vizinha da de Porreiras.</ref>. Entretanto, o Sub-Delegado andava missionando por outras localidades do concelho, e chegou à freguesia de Ferreira, onde havia bastantes sacerdotes. Preparado de véspera o terreno, subiu ao púlpito desta igreja e pregou a doutrina sabida, aconselhando, demais a mais, que, no temporal, se devia obedecer à Rainha, e no espiritual, - «a uma só cabeça»; e, por último, abordou o {{rule}}<noinclude></noinclude> k7nunhi3d6dngha82jtxx40fgpoh3qc 552141 552140 2026-05-11T15:20:36Z Ruiaraujo1972 38032 552141 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>''dia 14 do corrente o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, da freguesia de Insalde<ref>Era geralmente, conhecido por Reitor de Insalde, ou do Casal. Estava suspenso do seu benefício - a Lixa.</ref>, a fazer na egreja uma pratica, dizendo que todas as dispensas matrimoniaes estavam nullas... Outrosim lembro a V. Sª que consta que n'este concelho há clerigos que celebram sém legitima jurisdicção... D. G. Coura 22 de outubro de 1838. O administrador do concelho, (a) Miguel d'Antas Bacellar Barbosa.»'' O caso foi este: no dia 13 de Outubro, daquele ano, apareceu em casa do P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, do lugar do Souto, freguesia de Insalde, o P.<sup>e</sup> Joaquim José Meireles, do Pico de Regalados, abade de S. Paio de Vilela, em Bouro, suspenso do benefício. Apresentou-se como ''«Sub-Delegado»'' de fr. António da Falperra<ref>Logo veremos quem era.</ref>, o qual, dizia o P.<sup>e</sup> Meireles, era ''«Vigário Apostólico»'' de S. Santidade. Com o P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, morava seu sobrinho P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha. Ambos, pois, receberam o Pe Meireles e por este lhes foi apresentada uma ''«papelada»'' (textual), tendente a mostrar que ele vinha dar ''«legitima jurisdição»'' ao clero, ''«absolver»'' o povo das ''censuras'' em que tinha incorrido e ''«validar»'' os casamentos feitos com dispensa, porque, dizia, estavam nulos. Os sacerdotes de Insalde, de tímida consciência, facilmente aderiram às sugestões daquele emissário, que os predispôs para o cisma, principalmente ao P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, que, decerto, não veria com bons olhos quem o havia suspendido. Foi, pois, facil a tarefa, e tanto que, no dia seguinte (domingo), já os três foram para e[sic.] igreja paroquial evangelizar a ''nova doutrina''<ref>O P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço estava encarregado de paroquiar Insalde.</ref>. O P.<sup>e</sup> Meireles fez ali uma prática ao povo, ''levantou-lhe a excomunhão'', ''absolveu'' os Padres e deu-lhes nova jurisdição<ref>Fr. António Fernandes, desta freguesia, não quis ser absolvido nem ''nova jurisdição''.</ref>. No dia 20 (sábado) o mesmo sacerdote, com o Reitor do Casal, dirigiram-se, de manhã, para a residência paroquial da freguesia das Porreiras, que confina com aquela, afim de aliciar o abade, Rev.<sup>do</sup> José António Pereira. Este, porém, recalcitrou, não se prestando a submeter-se à doutrina pregada pelo P.<sup>e</sup> do Pico de Regalados. Ameaçado de suspensão, ou melhor suspenso imediatamente pelo Meireles, o pobre abade sertanejo conformou-se, e lá foi, no outro dia (domingo), para a sua igreja com o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, onde este, depois da prática preparatória, absolveu o pároco e o P. José Manuel Barbosa<ref>Foi tal o escrúpulo deste Padre, que não tomou a celebrar, enquanto não mostrou os seus documentos ao mencionado ''Sub-Delegado''.</ref>, capelão na capela de S. João de Reirigo<ref>É uma povoação serrana, pertencente à freguesia de Formariz e vizinha da de Porreiras.</ref>. Entretanto, o Sub-Delegado andava missionando por outras localidades do concelho, e chegou à freguesia de Ferreira, onde havia bastantes sacerdotes. Preparado de véspera o terreno, subiu ao púlpito desta igreja e pregou a doutrina sabida, aconselhando, demais a mais, que, no temporal, se devia obedecer à Rainha, e no espiritual, - «a uma só cabeça»; e, por último, abordou o {{rule}}<noinclude></noinclude> 52yb50o0d5owg69uinwej8ju3n3304p 552142 552141 2026-05-11T15:21:12Z Ruiaraujo1972 38032 552142 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>''dia 14 do corrente o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, da freguesia de Insalde<ref>Era geralmente, conhecido por Reitor de Insalde, ou do Casal. Estava suspenso do seu benefício - a Lixa.</ref>, a fazer na egreja uma pratica, dizendo que todas as dispensas matrimoniaes estavam nullas... Outrosim lembro a V. Sª que consta que n'este concelho há clerigos que celebram sém legitima jurisdicção... D. G. Coura 22 de outubro de 1838. O administrador do concelho, (a) Miguel d'Antas Bacellar Barbosa.»'' O caso foi este: no dia 13 de Outubro, daquele ano, apareceu em casa do P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, do lugar do Souto, freguesia de Insalde, o P.<sup>e</sup> Joaquim José Meireles, do Pico de Regalados, abade de S. Paio de Vilela, em Bouro, suspenso do benefício. Apresentou-se como ''«Sub-Delegado»'' de fr. António da Falperra<ref>Logo veremos quem era.</ref>, o qual, dizia o P.<sup>e</sup> Meireles, era ''«Vigário Apostólico»'' de S. Santidade. Com o P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, morava seu sobrinho P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha. Ambos, pois, receberam o P.<sup>e</sup> Meireles e por este lhes foi apresentada uma ''«papelada»'' (textual), tendente a mostrar que ele vinha dar ''«legitima jurisdição»'' ao clero, ''«absolver»'' o povo das ''censuras'' em que tinha incorrido e ''«validar»'' os casamentos feitos com dispensa, porque, dizia, estavam nulos. Os sacerdotes de Insalde, de tímida consciência, facilmente aderiram às sugestões daquele emissário, que os predispôs para o cisma, principalmente ao P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, que, decerto, não veria com bons olhos quem o havia suspendido. Foi, pois, facil a tarefa, e tanto que, no dia seguinte (domingo), já os três foram para e[sic.] igreja paroquial evangelizar a ''nova doutrina''<ref>O P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço estava encarregado de paroquiar Insalde.</ref>. O P.<sup>e</sup> Meireles fez ali uma prática ao povo, ''levantou-lhe a excomunhão'', ''absolveu'' os Padres e deu-lhes nova jurisdição<ref>Fr. António Fernandes, desta freguesia, não quis ser absolvido nem ''nova jurisdição''.</ref>. No dia 20 (sábado) o mesmo sacerdote, com o Reitor do Casal, dirigiram-se, de manhã, para a residência paroquial da freguesia das Porreiras, que confina com aquela, afim de aliciar o abade, Rev.<sup>do</sup> José António Pereira. Este, porém, recalcitrou, não se prestando a submeter-se à doutrina pregada pelo P.<sup>e</sup> do Pico de Regalados. Ameaçado de suspensão, ou melhor suspenso imediatamente pelo Meireles, o pobre abade sertanejo conformou-se, e lá foi, no outro dia (domingo), para a sua igreja com o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, onde este, depois da prática preparatória, absolveu o pároco e o P. José Manuel Barbosa<ref>Foi tal o escrúpulo deste Padre, que não tomou a celebrar, enquanto não mostrou os seus documentos ao mencionado ''Sub-Delegado''.</ref>, capelão na capela de S. João de Reirigo<ref>É uma povoação serrana, pertencente à freguesia de Formariz e vizinha da de Porreiras.</ref>. Entretanto, o Sub-Delegado andava missionando por outras localidades do concelho, e chegou à freguesia de Ferreira, onde havia bastantes sacerdotes. Preparado de véspera o terreno, subiu ao púlpito desta igreja e pregou a doutrina sabida, aconselhando, demais a mais, que, no temporal, se devia obedecer à Rainha, e no espiritual, - «a uma só cabeça»; e, por último, abordou o {{rule}}<noinclude></noinclude> h2jjjm5g29j4tagcggm76men1ornikc 552143 552142 2026-05-11T15:23:15Z Ruiaraujo1972 38032 552143 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>''dia 14 do corrente o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, da freguesia de Insalde<ref>Era geralmente, conhecido por Reitor de Insalde, ou do Casal. Estava suspenso do seu benefício - a Lixa.</ref>, a fazer na egreja uma pratica, dizendo que todas as dispensas matrimoniaes estavam nullas... Outrosim lembro a V. Sª que consta que n'este concelho há clerigos que celebram sém legitima jurisdicção... D. G. Coura 22 de outubro de 1838. O administrador do concelho, (a) Miguel d'Antas Bacellar Barbosa.»'' O caso foi este: no dia 13 de Outubro, daquele ano, apareceu em casa do P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, do lugar do Souto, freguesia de Insalde, o P.<sup>e</sup> Joaquim José Meireles, do Pico de Regalados, abade de S. Paio de Vilela, em Bouro, suspenso do benefício. Apresentou-se como ''«Sub-Delegado»'' de fr. António da Falperra<ref>Logo veremos quem era.</ref>, o qual, dizia o P.<sup>e</sup> Meireles, era ''«Vigário Apostólico»'' de S. Santidade. Com o P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço, morava seu sobrinho P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha. Ambos, pois, receberam o P.<sup>e</sup> Meireles e por este lhes foi apresentada uma ''«papelada»'' (textual), tendente a mostrar que ele vinha dar ''«legitima jurisdição»'' ao clero, ''«absolver»'' o povo das ''censuras'' em que tinha incorrido e ''«validar»'' os casamentos feitos com dispensa, porque, dizia, estavam nulos. Os sacerdotes de Insalde, de tímida consciência, facilmente aderiram às sugestões daquele emissário, que os predispôs para o cisma, principalmente ao P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, que, decerto, não veria com bons olhos quem o havia suspendido. Foi, pois, facil a tarefa, e tanto que, no dia seguinte (domingo), já os três foram para e[sic.] igreja paroquial evangelizar a ''nova doutrina''<ref>O P.<sup>e</sup> Manuel Luiz Lourenço estava encarregado de paroquiar Insalde.</ref>. O P.<sup>e</sup> Meireles fez ali uma prática ao povo, ''levantou-lhe a excomunhão'', ''absolveu'' os Padres e deu-lhes nova jurisdição<ref>Fr. António Fernandes, desta freguesia, não quis ser absolvido nem ''nova jurisdição''.</ref>. No dia 20 (sábado) o mesmo sacerdote, com o Reitor do Casal, dirigiram-se, de manhã, para a residência paroquial da freguesia das Porreiras, que confina com aquela, afim de aliciar o abade, Rev.<sup>do</sup> José António Pereira. Este, porém, recalcitrou, não se prestando a submeter-se à doutrina pregada pelo P.<sup>e</sup> do Pico de Regalados. Ameaçado de ''suspensão'', ou melhor ''suspenso imediatamente'' pelo Meireles, o pobre abade sertanejo conformou-se, e lá foi, no outro dia (domingo), para a sua igreja com o P.<sup>e</sup> Manuel José da Cunha, onde este, depois da ''prática'' preparatória, ''absolveu'' o pároco e o P. José Manuel Barbosa<ref>Foi tal o escrúpulo deste Padre, que não tomou a celebrar, enquanto não mostrou os seus documentos ao mencionado ''Sub-Delegado''.</ref>, capelão na capela de S. João de Reirigo<ref>É uma povoação serrana, pertencente à freguesia de Formariz e vizinha da de Porreiras.</ref>. Entretanto, o ''Sub-Delegado'' andava missionando por outras localidades do concelho, e chegou à freguesia de Ferreira, onde havia bastantes sacerdotes. Preparado de véspera o terreno, subiu ao púlpito desta igreja e pregou a doutrina sabida, aconselhando, demais a mais, que, no temporal, se devia obedecer à Rainha, e no espiritual, - «a uma só cabeça»; e, por último, abordou o {{rule}}<noinclude></noinclude> scbjzhir0fpltqfkns7ws6fokzv8wu7 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/84 106 253311 552144 2026-05-11T15:34:32Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: ''patético'', clamando ao auditório, que andava foragido havia quatro anos (desde 1834), «dormindo por matos, tojais e devezas». Mas o pároco não transigia: ouviu, mas não se ''converteu''. Resultado: ''suspensão imediata'' e nomeado para o seu lugar o Rev.<sup>do</sup> Manuel de Brito Galvão. Vê-se que o P.<sup>e</sup> Meireles era de um radicalismo feroz: «''ou crês ou morres''». {{c|***}} Interveio, então, o Vigário Geral, soli... 552144 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>''patético'', clamando ao auditório, que andava foragido havia quatro anos (desde 1834), «dormindo por matos, tojais e devezas». Mas o pároco não transigia: ouviu, mas não se ''converteu''. Resultado: ''suspensão imediata'' e nomeado para o seu lugar o Rev.<sup>do</sup> Manuel de Brito Galvão. Vê-se que o P.<sup>e</sup> Meireles era de um radicalismo feroz: «''ou crês ou morres''». {{c|***}} Interveio, então, o Vigário Geral, solicitado pelo ofício, que já vimos, da autoridade administrativa: Foi «''devassar''» à freguesia das Porreiras; e, organizado o processo, deu-se vista ao Promotor eclesiástico. Depois foi submetido o caso à apreciação do Ordinário. No entrementes, a autoridade administrativa denunciara mais o abade da freguesia de Mozelos - Rev.<sup>do</sup> José Francisco Alves da Cunha, seguindo-se também ''devassa'' contra ele. Em 24 de Novembro, do mesmo ano, o processo foi remetido ao Vigário-Capitular de Braga, que - ''sede vacante'' - estava governando o arcebispado; e, este, por sua vez, depois de aplicar aos denunciados penas canónicas, remeteu o ''feito'' ao juiz de direito dos Arcos de Valdevez, para ele proceder, em vista dos sumários<ref>Este juiz chamava-se Alexandre Fortunato Vilaça e tinha competência para fazer a ''correição'' no julgado de Coura, naquele tempo.</ref>. O magistrado judicial daquela comarca mandou o processo para o juiz de Coura, acompanhado de um ofício em que lhe fazia ver que era «''gravissima''» a culpa de fr. António da Falperra, assim como a dos outros sacerdotes, cujos nomes indicava, e que, por isso, os pronunciasse, «se ainda não estavam pronunciados». Não me foi possível averiguar o resultado final do processo, contra os ''cismáticos'', mas creio que, no temporal, não teve mais andamento, a julgar pelo original, em meu poder. {{c|***}} '''{{c|Fr. António da Falperra}}''' Vimos que fr. António, egresso do convento da Falperra, estava na cabeceira do rol, pois era ele o «''Delegado Apostólico''», e fora ele a origem do cisma, dizia-se. Mas quem era fr. António da Falperra? Era um ''courense'' ilustrado, caritativo e humilde. Vinha do convento. Virtuoso e dedicado às coisas de Deus, morreu em cheiro de ''santidade''. Nasceu no lugar da ''Lama'', freguesia de Parada, deste concelho, sendo filho legítimo de Francisco Fernandes e de sua mulher Maria Josefa d'Araújo, modestos, mas honrados lavradores. Desde tenros anos, mostrou vocação para o sacerdócio, mas seus pais, por falta de meios, não o deixavam estudar. A custo consentiram que ele frequentasse gramática latina, com o professor régio António Pereira, no lugar da Marnóta, freguesia de Formariz<ref>Este professor veio transferido de Valença, seguindo-se-lhe, na regência da cadeira, seu filho João Bento Pereira.</ref>, onde funcionava esta cadeira. {{rule}}<noinclude></noinclude> mlbao078lyoza3l0rifo83oip8e2lfg Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/85 106 253312 552145 2026-05-11T15:44:38Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Tendo vindo a missionar a Parada os frades franciscanos de ''Vinhaes''<ref>Eram varatejanas.</ref>, o mancebo pediu-lhes que o aceitassem na sua Ordem, ao que eles anuiram. Entrou, pois, para o convento, contando apenas 15 anos de idade e professou no Seminário franciscano daquela vila, em 1789, tomando o nome de fr. António de Jesus. Durante a sua vida monástica apenas veio uma vez à casa paterna, e essa a pedido de sua mãe. Estudan... 552145 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Tendo vindo a missionar a Parada os frades franciscanos de ''Vinhaes''<ref>Eram varatejanas.</ref>, o mancebo pediu-lhes que o aceitassem na sua Ordem, ao que eles anuiram. Entrou, pois, para o convento, contando apenas 15 anos de idade e professou no Seminário franciscano daquela vila, em 1789, tomando o nome de fr. António de Jesus. Durante a sua vida monástica apenas veio uma vez à casa paterna, e essa a pedido de sua mãe. Estudante distinto, era versado em diferentes línguas: - ''portuguesa'', ''francesa'', ''inglesa'', ''italiana'', ''castelhana'', ''hebraica'' e ''latina'', - e cultivou, vantajosamente, as ciências divinas e humanas: Muito temente a Deus, era estimado pelos homens piedosos, mas foi caluniado e até perseguido pelos impios e, sobretudo, pelos ''jansenistas''. No convento tinha a seu cargo a educação dos ''noviços'', de quem era guardião. Em 1826, depois de obter um Breve de Leão XII e de lutar com grandes dificuldades, deu começo à edificação do convento de missionários da ''Falperra'', para o qual entrou em 1833, padecendo, desde então, trabalhos e perseguições injustificáveis. Depois da extinção das Ordens religiosas (1834), foi constituído por Gregório XVI ''«Vigário Apostólico»'' em todo o reino de Portugal e Administrador provisório do arcebispado de Braga. Simples, e austero para consigo, era afável para com todos. Com risco da própria vida e admirável abnegação, prestou relevantíssimos serviços aos ''liberais'' que estavam encerrados na Torre de S. Julião da Barra, em Lisboa, indo, espontaneamente, viver com eles, para lhes suavizar o rigor da prisão, chegando a obter a transferência de muitos para fora daqueles antros infectos, sendo-lhes dados compartimentos, que, ao menos, tinham ar e luz. Fez mais: levou os extremos da sua caridade e da sua comiseração até ao ponto não só de repartir, com os ''liberais'' presos, os parcos recursos próprios, mas de ir ''esmolar'', pelas ruas de Lisboa e casas das suas relações pessoais, para mitigar a penúria daqueles encarcerados, procurando sempre dulcificar-lhes o desconforto e agruras da masmorra. É ele próprio que o relata, na sua obra - «''Narração abreviada dos padecimentos que viu e como pôde alliviou fr. Antonio de Jezus, nas prisões da Torre de S. Julião da Barra, em dezembro de 1832, janeiro, fevereiro e março de 1833''»<ref>Esta obra é inédita. Encontrava-se em poder de Fr. José da SS. Trindade, egresso da Falperra, e residente em Vila Flor.</ref>. Não obstante estes desinteressados serviços, os ''liberais'' de tudo se esqueceram, para fazerem coro com os perseguidores de fr. António, dos seus seminaristas e do seu convento! Muitos desses a quem o humilde frade tanto beneficiara no cárcere, podendo obstar àquelas perseguições, como era sacratíssimo dever de gratidão, não quiseram saber dele, desprezaram-no, e alguns até se aliaram, na perseguição, com os seus inimigos!<ref>Os religiosos de Vinhais tiveram, em 1834, a sorte de todos os</ref> Faleceu na freguesia de ''Mofreita'', concelho de Vinhais, a 20 de Outubro, de 1841, contando 67 anos de idade. {{rule}}<noinclude></noinclude> rapwanxg0eiz83r0hs3deszrtu582su 552146 552145 2026-05-11T15:45:38Z Ruiaraujo1972 38032 552146 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Tendo vindo a missionar a Parada os frades franciscanos de ''Vinhaes''<ref>Eram varatejanas.</ref>, o mancebo pediu-lhes que o aceitassem na sua Ordem, ao que eles anuiram. Entrou, pois, para o convento, contando apenas 15 anos de idade e professou no Seminário franciscano daquela vila, em 1789, tomando o nome de fr. António de Jesus. Durante a sua vida monástica apenas veio uma vez à casa paterna, e essa a pedido de sua mãe. Estudante distinto, era versado em diferentes línguas: - ''portuguesa'', ''francesa'', ''inglesa'', ''italiana'', ''castelhana'', ''hebraica'' e ''latina'', - e cultivou, vantajosamente, as ciências divinas e humanas: Muito temente a Deus, era estimado pelos homens piedosos, mas foi caluniado e até perseguido pelos impios e, sobretudo, pelos ''jansenistas''. No convento tinha a seu cargo a educação dos ''noviços'', de quem era guardião. Em 1826, depois de obter um Breve de Leão XII e de lutar com grandes dificuldades, deu começo à edificação do convento de missionários da ''Falperra'', para o qual entrou em 1833, padecendo, desde então, trabalhos e perseguições injustificáveis. Depois da extinção das Ordens religiosas (1834), foi constituído por Gregório XVI ''«Vigário Apostólico»'' em todo o reino de Portugal e Administrador provisório do arcebispado de Braga. Simples, e austero para consigo, era afável para com todos. Com risco da própria vida e admirável abnegação, prestou relevantíssimos serviços aos ''liberais'' que estavam encerrados na Torre de S. Julião da Barra, em Lisboa, indo, espontaneamente, viver com eles, para lhes suavizar o rigor da prisão, chegando a obter a transferência de muitos para fora daqueles antros infectos, sendo-lhes dados compartimentos, que, ao menos, tinham ar e luz. Fez mais: levou os extremos da sua caridade e da sua comiseração até ao ponto não só de repartir, com os ''liberais'' presos, os parcos recursos próprios, mas de ir ''esmolar'', pelas ruas de Lisboa e casas das suas relações pessoais, para mitigar a penúria daqueles encarcerados, procurando sempre dulcificar-lhes o desconforto e agruras da masmorra. É ele próprio que o relata, na sua obra - «''Narração abreviada dos padecimentos que viu e como pôde alliviou fr. Antonio de Jezus, nas prisões da Torre de S. Julião da Barra, em dezembro de 1832, janeiro, fevereiro e março de 1833''»<ref>Esta obra é inédita. Encontrava-se em poder de Fr. José da SS. Trindade, egresso da Falperra, e residente em Vila Flor.</ref>. Não obstante estes desinteressados serviços, os ''liberais'' de tudo se esqueceram, para fazerem coro com os perseguidores de fr. António, dos seus seminaristas e do seu convento! Muitos desses a quem o humilde frade tanto beneficiara no cárcere, podendo obstar àquelas perseguições, como era sacratíssimo dever de gratidão, não quiseram saber dele, desprezaram-no, e alguns até se aliaram, na perseguição, com os seus inimigos!<ref>Os religiosos de Vinhais tiveram, em 1834, a sorte de todos os conventos, mais agravada, dura e cruel, porque os outros foram simplesmente expulsos das suas celas, enquanto que aqueles foram presos e conduzidos para as cadeias da Relação do Porto, não lhes sendo permi- tido levar consigo mantimento sequer para o primeiro dia de jornada. Tiveram, por isso, de sofrer muitas privações, além de vaias e apupos dos guerrilhas, que os conduziam!</ref> Faleceu na freguesia de ''Mofreita'', concelho de Vinhais, a 20 de Outubro, de 1841, contando 67 anos de idade. {{rule}}<noinclude></noinclude> 32wmtmnjst0fzdxidroljcn50eny7jk Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/86 106 253313 552147 2026-05-11T15:52:27Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: As suas obras, publicadas pela imprensa, mostram que fr. António era um erudito e escritor distinto. Lembrarei: «Tratado de Direito Público», «História Breve e Clara das Leis Humanas», «Análise dos erros contra a religião que contém a Carta Constitucional», «Voz da Igreja», «Doutrina da Igreja Galicana sobre o cisma», «Clamor do povo fiel», e «Exposição da fé que professam os párocos e presbíteros de Portugal». Esta última é dedic... 552147 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>As suas obras, publicadas pela imprensa, mostram que fr. António era um erudito e escritor distinto. Lembrarei: «Tratado de Direito Público», «História Breve e Clara das Leis Humanas», «Análise dos erros contra a religião que contém a Carta Constitucional», «Voz da Igreja», «Doutrina da Igreja Galicana sobre o cisma», «Clamor do povo fiel», e «Exposição da fé que professam os párocos e presbíteros de Portugal». Esta última é dedicada «à, memória e ortodoxia do Ex.<sup>mo</sup> e Rev.<sup>mo</sup> Sr. D. António da Veiga, Bispo de Bragança», de quem fr. António foi discípulo e amigo dedicado<ref>«Progresso Catholico», de Guimarães, n.° 8, ano de 1887; e «Portugal Antigo e Moderno», vol. 12, pág. 1496, e 1509.</ref>. O Papa Pio VII deu-lhe um Breve para residir em qualquer parte da cristandade, apenas com a obrigação de o participar ao seu Geral. '''{{c|CAPÍTULO XII}}''' '''{{c|Criação da Comarca}}''' A CRIAÇÃO da comarca de Paredes de Coura deve considerar-se como ''marco miliário'', que delimita dois períodos, bem diferenciados, na vida do concelho. O primeiro, até 1875, denuncia-se pelo ostracismo a que tinha sido votado pelo poder central; o segundo, que é uma redenção, assinala-se pelo seu ressurgimento para a comunhão dos benefícios públicos, de que, sistematicamente, andava alheado. Judicialmente, estava o concelho integrado na comarca de Valença, cuja sede dista 20 kilómetros daqui. «Paredes de Coura teve também a sua época de decadência. Há trinta anos estava reduzida às mais humildes condições, sem edifícios aparatosos, pouco povoada, enfim em uma quase pobreza franciscana. Desse estado conseguiu levantar-se, mercê da dedicação do Sr. Miguel Dantas e outros cavalheiros, a quem muito deve a vila. Paredes de Coura, mercê dessa benemérita protecção, tornou-se uma {{rule}}<noinclude></noinclude> rd9fcfo7c0py9m5ykck53dbwcihxmd0 552148 552147 2026-05-11T15:53:40Z Ruiaraujo1972 38032 552148 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>As suas obras, publicadas pela imprensa, mostram que fr. António era um erudito e escritor distinto. Lembrarei: «''Tratado de Direito Público''», «''História Breve e Clara das Leis Humanas''», «''Análise dos erros contra a religião que contém a Carta Constitucional''», «''Voz da Igreja''», «''Doutrina da Igreja Galicana sobre o cisma''», «''Clamor do povo fiel''», e «''Exposição da fé que professam os párocos e presbíteros de Portugal''». Esta última é dedicada «à, memória e ortodoxia do Ex.<sup>mo</sup> e Rev.<sup>mo</sup> Sr. D. António da Veiga, Bispo de Bragança», de quem fr. António foi discípulo e amigo dedicado<ref>«Progresso Catholico», de Guimarães, n.° 8, ano de 1887; e «Portugal Antigo e Moderno», vol. 12, pág. 1496, e 1509.</ref>. O Papa Pio VII deu-lhe um Breve para residir em qualquer parte da cristandade, apenas com a obrigação de o participar ao seu Geral. '''{{c|CAPÍTULO XII}}''' '''{{c|Criação da Comarca}}''' A CRIAÇÃO da comarca de Paredes de Coura deve considerar-se como ''marco miliário'', que delimita dois períodos, bem diferenciados, na vida do concelho. O primeiro, até 1875, denuncia-se pelo ostracismo a que tinha sido votado pelo poder central; o segundo, que é uma redenção, assinala-se pelo seu ressurgimento para a comunhão dos benefícios públicos, de que, sistematicamente, andava alheado. Judicialmente, estava o concelho integrado na comarca de Valença, cuja sede dista 20 kilómetros daqui. «Paredes de Coura teve também a sua época de decadência. Há trinta anos estava reduzida às mais humildes condições, sem edifícios aparatosos, pouco povoada, enfim em uma quase pobreza franciscana. Desse estado conseguiu levantar-se, mercê da dedicação do Sr. Miguel Dantas e outros cavalheiros, a quem muito deve a vila. Paredes de Coura, mercê dessa benemérita protecção, tornou-se uma {{rule}}<noinclude></noinclude> hpl9m8i3jkcufvrwo8ua1ps9rbjvbln Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/87 106 253314 552150 2026-05-11T16:01:02Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: linda povoação, dotada de todos os melhoramentos modernos»<ref>«Domingo Illustrado», n.º 146, pag. 617.</ref>. Até 1875, pode afirmar-se, este concelho só entrava na equação das povoações nacionais, quando o Erário Público dava o periódico rebate, para abastecer as suas arcas depauperadas. Afora estas ''sangrias'', para o acordar, ele cá continuava a dormir o sono do abandono público, no seu ninho de montanhas. Andava-se na faina da... 552150 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>linda povoação, dotada de todos os melhoramentos modernos»<ref>«Domingo Illustrado», n.º 146, pag. 617.</ref>. Até 1875, pode afirmar-se, este concelho só entrava na equação das povoações nacionais, quando o Erário Público dava o periódico rebate, para abastecer as suas arcas depauperadas. Afora estas ''sangrias'', para o acordar, ele cá continuava a dormir o sono do abandono público, no seu ninho de montanhas. Andava-se na faina da cultura do cereal - Abril e Maio - e lá entrava pelo campo, onde corria a lavrada, o esbirro, de sobrecenho carregado, com ares de ''grand seigneur'', a fim de intimar o agricultor para, no dia seguinte ou dia tantos, se apresentar no tribunal da comarca de Valença, como jurado ou testemunha. E, como então as audiências gerais se prolongavam, naquela comarca, por 8, 10 e 15 dias, jurados e testemunhas, viam-se obrigados a ''mudar de residência'' para aquela vila. Ora isto, que pode afigurar-se de somenos importância, representava ónus pesadíssimo e gravame intolerável para a população rural, que era a mais sacrificada. Depois, entre os dois concelhos, não havia um metro de estrada a ''macadam'', e o trajecto tinha de fazer-se pelos ínvios ''carreiros'' da desabrigada serra do ''Carvalho''. A casa, os negócios, os trabalhos, o amanho das terras e até a família, eram sacrificadas a este desterro forçado, tornando-se, assim, mais incomportável esta situação descaroável. O lavrador, habituado à parcimónia e economia domésticas, era obrigado, pela força das circunstâncias, a ir instalar-se, durante aquele tempo, numa hospedaria, onde, quando se retirava, lhe apresentavam contas... ''de ocasião''. Enfim, a população via, com animosa aversão, este estado de coisas, e as vereações, por sua parte, não perdiam o ensejo de pedir a criação de uma comarca. Justas eram as queixas, atendíveis e fundamentadas as reclamações, enorme o sacrifício, mas ninguém as ouvia e ninguém tomava a defesa dos nossos direitos. {{c|***}} Em 16 de Março, de 1860, a Câmara Municipal pediu a criação de uma comarca para este concelho. Não foi atendida. Em 10 de Junho, de 1862, requereu um ''círculo de jurados'', para serem aqui julgadas as causas cíveis e crimes, em que eles tivessem de intervir, segundo a lei. Era um paliativo, porque o mal continuava a subsistir. Pelo decreto de 28 de Maio, de 1863, foi, com efeito, criado este círculo. A sua existência foi efémera: a lei de 15 de Janeiro, de 1868, extinguiu-o. Entretanto, a edilidade deste concelho não abriu mão do momentoso assunto e oficiou ao deputado Carlos Brandão Pereira de Castro, nosso representante em Cortes, pedindo-lhe os seus bons ofícios, visto que em uma das sessões da Câmara dos Deputados, em 1860, fora ele quem tinha apresentado o ''projecto de lei'', para a criação desta comarca, o qual chegou a ser aprovado pela respectiva comissão daquela Câmara. Ainda, em 1866, quando se discutia o projecto de lei {{rule}}<noinclude></noinclude> pvyzpkkiw16mlbbp3sw9xqfbq86cp7m Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/16 106 253315 552151 2026-05-11T16:06:56Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552151 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|AGUAS CLARAS|IV}} {{dhr|3}} O peixinho, porem, era um guarú valente que nunca teve medo de cucas, e porisso alli continuou firme, cada vez mais interessado em decifrar o enigma. Pensou, pensou muito tempo, de mãosinha no queixo, e de repente, vendo a boneca ao lado da menina, bateu na testa, numa grande alegria: — E esta ! Pois não é que é Narizinho Arrebitado, a nossa amiguinha de todos os dias ? Bello encontro ! Vou convidal-a a visitar o Reino das Aguas Claras. Empertigou-se todo, arrumou a gravata e gritou no ouvido della: — Oʼ de casa ! — Quem fala ? respondeu Lucia, fingindo não saber de nada. — Sou eu, o principe Escamado, guarú de prata para a servir. — E que quer você, peixinho ? — Quero convidar a menina para conhecer os meus dominios, lá na cidade das<noinclude>{{c|☉{{gap}}12{{gap}}☉}}</noinclude> d1ukrx5i9ujz42vqkxb800vkq7v2guz Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/17 106 253316 552152 2026-05-11T16:09:24Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552152 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>Pedras Redondas, capital do Reino das Aguas Claras. Narizinho, que não desejava outra coisa, bateu palmas de alegria e exclamou: — Com todo o prazer ! Estou ás ordens do amavel principe das Escamas de Prata... O peixinho fez uma mesura e deu-lhe o braço; e lá se foram os dois, como um casal de namorados, em direcção ao Reino das Aguas Claras, com Emilia, muito têzinha, atrás. Depois de muito caminhar, chegaram a uma grande pedreira, numa curva do ribeirão. — A entrada do meu reino é por aqui, disse Escamado, apontando uma furna entre as pedras e dando a mão á menina para ajudal-a a subir. Entraram. Mas a escuridão era peior que a de uma noite sem estrellas, e Lucia parou, cheia de medo. O peixinho sorriu e disse: — Os filhos dos homens só enxergam quando ha luz, mas os filhos das aguas são como as corujas: — tanto enxergam no claro como no escuro. E puxou do bolso um va-<noinclude>{{c|☉{{gap}}13{{gap}}☉}}</noinclude> 9cjn3yoshvmbe3bd6eldbngbwji7y5i Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/18 106 253317 552153 2026-05-11T16:14:46Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552153 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>galume de olhos accesos, pendurado num cabinho de arame retorcido. A caverna clareou um bocadinho, illuminada pela luz fraca da lanterna viva. Essa caverna ficava justamente debaixo do ribeirão, e Narizinho, que no começo não enxergava coisa nenhuma foi acostumando os olhos e, depois de muito esfregal-os, com facilidade poude ver que se achava nʼum corredor comprido, especie de tunnel, com uma porta ao fundo, fechada. Encostado a essa porta viu um sapo rajado, de espada á cinta e lança na mão. Era o guarda do palacio. {{Imagem float-p |file=Narizinho Arrebitado (1° ed.) (page 18 crop).jpg |align=left |width=200px |padt=2em }} Mas dormia a somno solto, num regalo ! — Eʼ isto exclamou o principe, furioso. Pago ao major ''Agarra-e-Não-Larga-Mais'', cincoenta moscas por dia para me tomar<noinclude>{{c|☉{{gap}}N{{gap}}☉}}</noinclude> rbqez33j6zq9chtmwv1oqo9oxqhcye9 552154 552153 2026-05-11T16:14:58Z Erick Soares3 19404 552154 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>galume de olhos accesos, pendurado num cabinho de arame retorcido. A caverna clareou um bocadinho, illuminada pela luz fraca da lanterna viva. Essa caverna ficava justamente debaixo do ribeirão, e Narizinho, que no começo não enxergava coisa nenhuma foi acostumando os olhos e, depois de muito esfregal-os, com facilidade poude ver que se achava nʼum corredor comprido, especie de tunnel, com uma porta ao fundo, fechada. Encostado a essa porta viu um sapo rajado, de espada á cinta e lança na mão. Era o guarda do palacio. {{Imagem float-p |file=Narizinho Arrebitado (1° ed.) (page 18 crop).jpg |align=left |width=200px |padt=2em }} Mas dormia a somno solto, num regalo ! — Eʼ isto exclamou o principe, furioso. Pago ao major ''Agarra-e-Não-Larga-Mais'', cincoenta moscas por dia para me tomar<noinclude>{{c|☉{{gap}}14{{gap}}☉}}</noinclude> 5se4i9x66jyhhrv64mwvn8idahtht6h Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/19 106 253318 552155 2026-05-11T16:20:52Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552155 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude><section begin="Cap. 4"/>conta desta porta e assim que sáio o ladrão ferra no somno ! Veja o desaforo! Mas desta [[File:Narizinho Arrebitado (1° ed.) (page 19 crop).jpg|centro|300px]] vez me paga, vae ver... disse preparando-se para acordal-o com uma duzia de ponta-pés. — Não ! Não ! interveiu Narizinho. Vamos antes pregar-lhe uma boa peça. Tiramos as armas desse dorminhoco e o vestimos com a saia da Emilia. Imagine o espanto delle quando acordar! {{dhr}} {{t2|O CASTIGO DO SAPO|V}} {{dhr}} Escamado achou optima a idéa. E pulando os dois de contentes puzeram-se a des-<section end="Cap. 4"/><noinclude>{{c|☉{{gap}}15{{gap}}☉}}</noinclude> h8vs33u2tr2j8mbw6o3wg1yub62ttw2 552157 552155 2026-05-11T16:25:14Z Erick Soares3 19404 552157 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude><section begin="Cap. 4"/>conta desta porta e assim que sáio o ladrão ferra no somno ! Veja o desaforo! Mas desta [[File:Narizinho Arrebitado (1° ed.) (page 19 crop).jpg|centro|300px]] vez me paga, vae ver... disse preparando-se para acordal-o com uma duzia de ponta-pés. — Não ! Não ! interveiu Narizinho. Vamos antes pregar-lhe uma boa peça. Tiramos as armas desse dorminhoco e o vestimos com a saia da Emilia. Imagine o espanto delle quando acordar! {{dhr}}<section end="Cap. 4"/> <section begin="Cap. 5"/>{{t2|O CASTIGO DO SAPO|V}} {{dhr}} Escamado achou optima a idéa. E pulando os dois de contentes puzeram-se a des-<section end="Cap. 5"/><noinclude>{{c|☉{{gap}}15{{gap}}☉}}</noinclude> 6grg2ya2p8qiutb81y621mm94hzkgb6 Narizinho Arrebitado (1ª edição)/Primeira parte/IV 0 253319 552156 2026-05-11T16:23:47Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf" from=16 to=19 tosection="Cap. 4" header=1/> {{PD-old-70-BR}} {{Modernização}} 552156 wikitext text/x-wiki <pages index="Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf" from=16 to=19 tosection="Cap. 4" header=1/> {{PD-old-70-BR}} {{Modernização}} 3o56aofa4gyj268wl2ges1v9g77dmmq Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/88 106 253320 552158 2026-05-11T16:30:35Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: que extinguia os juizes ordinários, a vereação daquele tempo peticionou, junto dos altos poderes do Estado, este melhoramento, alegando, além de outras razões, que este concelho era o ''terceiro'', ''do distrito'', ''em rendimento colectável''. No ano seguinte, 13 de Julho, vieram as Juntas de Paróquia em reforço da petição camarária, visto que a lei de 27 de Junho, deste ano (1867), autorizava a criação de comarcas nos julgados que t... 552158 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>que extinguia os juizes ordinários, a vereação daquele tempo peticionou, junto dos altos poderes do Estado, este melhoramento, alegando, além de outras razões, que este concelho era o ''terceiro'', ''do distrito'', ''em rendimento colectável''. No ano seguinte, 13 de Julho, vieram as Juntas de Paróquia em reforço da petição camarária, visto que a lei de 27 de Junho, deste ano (1867), autorizava a criação de comarcas nos julgados que tivessem ''9.000 fogos'', e uma quarta parte da sua população ficasse ''a mais de 15 kilómetros da cabeça da comarca''. Parece que esta lei fora, intencionalmente, promulgada, para atender as nossas reiteradas reclamações. É, até, natural que alguém acariciasse, então, uma risonha esperança. Mas... «quartel em Abrantes...» e o sonho doirado foi...fumo, que se perdeu no espaço. Um melhoramento a menos, e uma decepção a mais, para este povo. {{c|***}} Mais tarde, em 1874, aparecia a lei de 16 de Abril, modelada pela de 27 de Junho, de 1867, já citada, que autorizava a criação de - ''trinta comarcas'', no país. Era deputado por aqui o conselheiro Manuel Bento da Rocha Peixoto, ''natural'' da Ponte da Barca, e estava na pasta da justiça o conselheiro Augusto César Barjona de Freitas. Aquele, fácil em promessas, foi abordado por alguns filhos de Coura, ao tempo em evidência, os quais solicitaram do seu representante em Cortes o patrocínio da nossa sempre protelada pretensão. Dizer que a ''promessa'' do deputado, enfeitada de graciosos protestos de bons serviços, não se fez esperar, seria uma redundância: ''era escola''. Mas o deputado..., ''natural'' da Barca, também pretendia uma comarca para a sua terra. Ele - o conselheiro Rocha Peixoto - chegou a afirmar que o ministro lhe tinha prometido ''duas'' comarcas; mas, optava pela de... Paredes de Coura! Era caso para lhe observar: ''timeo Danaos''. Mas foi contemporizando com a ''Comissão japonesa''<ref>Era assim que este deputado cognominava o grupo de dedicados courenses, que se empenhavam pela realização da criação da comarca.</ref>, à espera de ser consumado o logro de ser criada, apenas, a comarca da Ponte da Barca, e não a de Paredes de Coura. Felizmente, para nós, o ''jogo'' foi-lhe descoberto a tempo. {{c|***}} É precisamente, nesta altura que se destacam e evidenciam os três ''beneméritos'' - José Luiz Nogueira, depois Visconde de Mozelos, dr. Albano A. Barreiros de Oliveira e José Joaquim Gomes, pois foram eles que constituiram o dedicado triunvirato, a quem o povo deu credenciais, não só para lhe fazer valer os seus direitos, mas para defrontar-se com a - ''velha raposa''<ref>Por este ''nome de guerra'', é que o deputado Rocha Peixoto era conhecido.</ref>. O Visconde de Moselos mantinha boas relações de amizade com um cavalheiro, do Porto, cujo nome me não ocorre; e este, por sua parte, estava nas boas graças do {{rule}}<noinclude></noinclude> nti2xi7wvt70norj2lzn17rkfjvz9cp Página:Da Terra á Lua.pdf/39 106 253321 552159 2026-05-11T16:31:55Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{t2|{{smaller|{{lsp||O ROMANCE DA LUA}}}}|CAPITULO V}} {{dhr|2}} Um observador dotado de vista infinitamente penetrante e collocado no centro, nʼaquelle centro ignoto, em torno do qual gravita o mundo, teria visto, na epocha cahotica do universo, o espaço cheio de myriades de atomos. Mas pouco e pouco, com o volver dos seculos produziu-se uma mudança; manifestou-se uma lei de attracção, á qual obedeceram os atomos outr'ora errantes; combi... 552159 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{cabeçalho|40|VIAGENS MARAVILHOSAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>{{t2|{{smaller|{{lsp||O ROMANCE DA LUA}}}}|CAPITULO V}} {{dhr|2}} Um observador dotado de vista infinitamente penetrante e collocado no centro, nʼaquelle centro ignoto, em torno do qual gravita o mundo, teria visto, na epocha cahotica do universo, o espaço cheio de myriades de atomos. Mas pouco e pouco, com o volver dos seculos produziu-se uma mudança; manifestou-se uma lei de attracção, á qual obedeceram os atomos outr'ora errantes; combinaram-se estes atomos chimicamente, segundo suas affinidades, fizeram-se moleculas e formaram esses aggregados nebulosos de que estão semeadas as profundezas do céu. Animaram-se então estes aggregados de um movimento de rotação em volta do seu ponto central, e este centro formado de moleculas vagas poz-se tambem a girar sobre si mesmo, ao passo que se ia progressivamente condensando. Segundo as leis immutaveis da mechanica, á medida que se lhe minguava o volume pela condensação, ia-se-lhe accelerando o movimento de rotação e, persistindo estes dois effeitos, de cada centro, resultou uma estrella principal, novo centro do aggregado nebuloso. Se o observador olhasse então attentamente, teria visto succeder com as outras moleculas do aggregado, o mesmo que succedêra com a estrella central: condensaram-se adquirindo simultaneamente um movimento de rotação progressivamente accelerado, e gravitaram em torno da central, transformadas em outras tantas estrellas. E assim ficava formada uma nebulosa<ref name=p40>A nebulosa é, como se deprehende do texto, um aggregado de alguns milhões de soes ou estrellas que estão entre si a grandissimas distancias. Estes</ref>. Não menos<noinclude>{{smallrefs}}</noinclude> e8gdhk21m6hxnau2vyycha4nhlr85ft Página:Da Terra á Lua.pdf/40 106 253322 552160 2026-05-11T16:38:25Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: de cinco mil nebulosas conhecem, na actualidade, os astronomos. Ha uma, entre estas cinco mil nebulosas, a que os homens chamaram via lactea<ref>Da palavra grega γαλαχτος, que significa leite. É conhecida vulgarmente pelo nome de estrada de S. Thiago.</ref>, e que contém dezoito milhões de estrellas, cada uma das quaes se transformou em centro de um mundo solar. Se o observador, rodeado por estes dezoito milhões de astros, volvesse espe... 552160 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{cabeçalho||DA TERRA Á LUA|41|borda_inferior=sim}}</noinclude>de cinco mil nebulosas conhecem, na actualidade, os astronomos. Ha uma, entre estas cinco mil nebulosas, a que os homens chamaram via lactea<ref>Da palavra grega γαλαχτος, que significa leite. É conhecida vulgarmente pelo nome de estrada de S. Thiago.</ref>, e que contém dezoito milhões de estrellas, cada uma das quaes se transformou em centro de um mundo solar. Se o observador, rodeado por estes dezoito milhões de astros, volvesse especialmente a attenção para um dos mais modestos e menos brilhantes<ref>O diametro de Sirius é, segundo Wolaston, doze vezes maior que o do Sol, isto é, igual a 4.300:000 leguas.</ref>, para uma estrella de quarta ordem, que orgulhosamente appellidâmos ''o Sol'', debaixo dos olhos lhe teriam succedido todos os phenomenos a que é devida a formação do universo. Effectivamente havia de ver esse Sol, ainda no estado gazoso e composto de moleculas moveis, a girar em torno do proprio eixo para concluir o trabalho de concentração, e este movimento, subordinado ás leis da mechanica, havia accelerar-se com a diminuição do volume, e um instante havia de chegar em que a força centrifuga venceria a força centripeta, que attrahe as moleculas para o centro. Outro phenomeno então havia de realisar-se diante dos olhos do observador, as moleculas situadas no plano do equador, soltando-se como a pedra da funda de que subito rebenta a corda, haviam de ir formar, em volta do Sol, anneis concentricos como <ref follow=p40>aggregados, por virtude da enorme distancia de cada uma das suas partes á terra, apparecem-nos á vista simples, como se fossem corpos continuos, nuvens, dʼahi lhes vem a denominação. Exemplo notavel de nebulosa é a via lactea ou estrada de S. Thiago, da qual o nosso sol é estrella componente. {{right|''(Nota do traductor.)''{{gap}}}}</ref><noinclude>{{smallrefs}} {{right|6}}</noinclude> gwoau153zqq4r3uzlzxi55dkzxmgst2 Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/89 106 253323 552161 2026-05-11T16:40:36Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: dr. Custódio José Vieira, distinto advogado e considerado homem político. Que pretendia o Visconde do dr. Custódio José Vieira? --imagens-- Visconde de Mozelos Dr. Albano A. Barreiros d'Oliveira José Joaquim Gomes Fazê-lo interessar, a nosso favor, na solução do pleito - a criação da comarca. Assim aconteceu. E o dr. Custódio José Vieira, que, a princípio, era, apenas, procurador estipendiado, tomou calor, fez sua a nossa prete... 552161 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>dr. Custódio José Vieira, distinto advogado e considerado homem político. Que pretendia o Visconde do dr. Custódio José Vieira? --imagens-- Visconde de Mozelos Dr. Albano A. Barreiros d'Oliveira José Joaquim Gomes Fazê-lo interessar, a nosso favor, na solução do pleito - a criação da comarca. Assim aconteceu. E o dr. Custódio José Vieira, que, a princípio, era, apenas, procurador estipendiado, tomou calor, fez sua a nossa pretensão e defendeu-a à autrance. A sua solicitude e dedicação na remoção das dificuldades e atritos, que surgiam, de toda a parte, merece registo distinto. O seu prestígio pessoal, que era muito, e a sua cotação política, que era indiscutível, tudo ele pôs ao serviço da nossa causa. As comarcas, a criar, eram poucas, e as reclamações locais eram muitas, e multiplicavam-se dia a dia. O ministro via-se assoberbado. Era indispensável jogar o último bote. Então, o eminente causídico, numa intransigência, que só pode permitir-se quem tem verdadeiro mérito e autoridade, formulou ao titular da justiça este dilema: ou a comarca para Coura, ou - a rejeição do lugar de Director Geral das Contribuições Directas, para que querem nomear-me<ref>«Jornal de Coura», n.º 21, de 19 de Abril, de 1896, de que eram redactores o P.<sup>e</sup> Manuel J. de Figueiredo e Bernardo Chouzal. Houve outra edição, com o mesmo título, mas com outros redactores. Nesta, não vem o respectivo artigo.</ref>. Que isenção! Pôr em jogo o cargo de Director Geral, para fazer valer a causa, que perfilhara! {{c|***}} Custódio José Vieira vence, e nós com ele. O Decreto de 15 de Setembro, de 1875, criando a comarca de Paredes de Coura, é, pois, o título bem querido da nossa autonomia judicial. A comarca foi inaugurada no dia 4 de Dezembro, de 1875, instalando-se no antigo Paço do Concelho, onde funcionará, até ali, o tribunal do extinto julgado. {{rule}}<noinclude></noinclude> o03mmv3d43hicn39m9essinn7nji9qe 552162 552161 2026-05-11T16:41:30Z Ruiaraujo1972 38032 552162 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>dr. Custódio José Vieira, distinto advogado e considerado homem político. Que pretendia o Visconde do dr. Custódio José Vieira? --imagens-- Visconde de Mozelos Dr. Albano A. Barreiros d'Oliveira José Joaquim Gomes Fazê-lo interessar, a nosso favor, na solução do pleito - a criação da comarca. Assim aconteceu. E o dr. Custódio José Vieira, que, a princípio, era, apenas, procurador estipendiado, tomou calor, fez sua a nossa pretensão e defendeu-a ''à autrance''. A sua solicitude e dedicação na remoção das dificuldades e atritos, que surgiam, de toda a parte, merece registo distinto. O seu prestígio pessoal, que era muito, e a sua cotação política, que era indiscutível, tudo ele pôs ao serviço da nossa causa. As comarcas, a criar, eram poucas, e as reclamações locais eram muitas, e multiplicavam-se dia a dia. O ministro via-se assoberbado. Era indispensável jogar o último ''bote''. Então, o eminente causídico, numa intransigência, que só pode permitir-se quem tem verdadeiro mérito e autoridade, formulou ao titular da justiça este dilema: ou a comarca para Coura, ou - ''a rejeição do lugar de Director Geral das Contribuições Directas, para que querem nomear-me''<ref>«Jornal de Coura», n.º 21, de 19 de Abril, de 1896, de que eram redactores o P.<sup>e</sup> Manuel J. de Figueiredo e Bernardo Chouzal. Houve outra edição, com o mesmo título, mas com outros redactores. Nesta, não vem o respectivo artigo.</ref>. Que isenção! Pôr em jogo o cargo de Director Geral, para fazer valer a causa, que perfilhara! {{c|***}} Custódio José Vieira vence, e nós com ele. O Decreto de 15 de Setembro, de 1875, criando a comarca de Paredes de Coura, é, pois, o título bem querido da nossa autonomia judicial. A comarca foi inaugurada no dia 4 de Dezembro, de 1875, instalando-se no antigo Paço do Concelho, onde funcionará, até ali, o tribunal do extinto julgado. {{rule}}<noinclude></noinclude> myvjo5dan4ps9wa5d7nr96cz2tp0nnh 552163 552162 2026-05-11T16:41:41Z Ruiaraujo1972 38032 552163 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>dr. Custódio José Vieira, distinto advogado e considerado homem político. Que pretendia o Visconde do dr. Custódio José Vieira? --imagens-- Visconde de Mozelos Dr. Albano A. Barreiros d'Oliveira José Joaquim Gomes Fazê-lo interessar, a nosso favor, na solução do pleito - a criação da comarca. Assim aconteceu. E o dr. Custódio José Vieira, que, a princípio, era, apenas, procurador estipendiado, tomou calor, fez sua a nossa pretensão e defendeu-a ''à autrance''. A sua solicitude e dedicação na remoção das dificuldades e atritos, que surgiam, de toda a parte, merece registo distinto. O seu prestígio pessoal, que era muito, e a sua cotação política, que era indiscutível, tudo ele pôs ao serviço da nossa causa. As comarcas, a criar, eram poucas, e as reclamações locais eram muitas, e multiplicavam-se dia a dia. O ministro via-se assoberbado. Era indispensável jogar o último ''bote''. Então, o eminente causídico, numa intransigência, que só pode permitir-se quem tem verdadeiro mérito e autoridade, formulou ao titular da justiça este dilema: ou a comarca para Coura, ou - ''a rejeição do lugar de Director Geral das Contribuições Directas, para que querem nomear-me''<ref>«Jornal de Coura», n.º 21, de 19 de Abril, de 1896, de que eram redactores o P.<sup>e</sup> Manuel J. de Figueiredo e Bernardo Chouzal. Houve outra edição, com o mesmo título, mas com outros redactores. Nesta, não vem o respectivo artigo.</ref>. Que isenção! Pôr em jogo o cargo de Director Geral, para fazer valer a causa, que perfilhara! {{c|***}} Custódio José Vieira vence, e nós com ele. O Decreto de 15 de Setembro, de 1875, criando a comarca de Paredes de Coura, é, pois, o título bem querido da nossa autonomia judicial. A comarca foi inaugurada no dia 4 de Dezembro, de 1875, instalando-se no antigo Paço do Concelho, onde funcionará, até ali, o tribunal do extinto julgado. {{rule}}<noinclude></noinclude> g7sbabcz2y86vcojdntetuq5mhwschf Página:Da Terra á Lua.pdf/41 106 253324 552164 2026-05-11T16:43:53Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: como o de Saturno. A estes anneis de materia cosmica, animados de movimento de rotação em volta da massa central, chegaria depois a vez de partir-se e decompor-se em nebulosidades secundarias, o que vale o mesmo que dizer, em planetas. Concentrada então toda a attenção do observador sobre os planetas havia de ver realisarem-se nʼelles os mesmos phenomenos que observára no Sol. De cada um dʼelles dimana um ou mais anneis cosmicos, origens... 552164 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{cabeçalho|42|VIAGENS MARAVILHOSAS||borda_inferior=sim}}</noinclude>como o de Saturno. A estes anneis de materia cosmica, animados de movimento de rotação em volta da massa central, chegaria depois a vez de partir-se e decompor-se em nebulosidades secundarias, o que vale o mesmo que dizer, em planetas. Concentrada então toda a attenção do observador sobre os planetas havia de ver realisarem-se nʼelles os mesmos phenomenos que observára no Sol. De cada um dʼelles dimana um ou mais anneis cosmicos, origens dos astros de ordem inferior a que chamâmos satellites. Subindo assim do atomo á molecula, da molecula ao aggregado nebuloso, do aggregado nebuloso á nebulosa, da nebulosa á estrella principal, da estrella principal ao Sol, do Sol ao planeta, do planeta ao satellite, examinâmos a serie inteira de transformações por que passaram os corpos celestes desde os primeiros dias do mundo. O Sol, que parece perdido na immensidade do mundo estellar, está todavia ligado pelas ultimas theorias da sciencia á nebulosa chamada via lactea. Ainda que no meio das regiões ethereas nos pareça pequeno, é todavia o centro de um mundo, e é enorme, poisque o seu volume é igual a mil e quatrocentas vezes o volume da Terra. Em torno dʼella gravitam oito planetas, que nos primeiros tempos da creação lhe sairam das proprias entranhas. São estes planetas, progredindo do mais proximo até ao mais remoto, Mercurio, Venus, a Terra, Marte, Jupiter, Saturno, Urano e Neptuno. Alem dʼestes circulam, regularmente entre Marte e Jupiter, outros corpos de volume menos consideravel, talvez restos errantes de algum astro quebrado em milhares de pedaços; d'estes conta o telescopio não menos de noventa e sete<ref>Alguns dʼestes astros são tão pequenos, que se poderia fazer n'um dia a passo gymnastico uma volta completa em volta d'elles.</ref>. Alguns d'estes servidores que o Sol mantém nas respectivas orbitas ellipticas por<noinclude></noinclude> ay5rl98ejyi6obgrhgl76kq0f5fyzps Página:Historias da meia noite.djvu/240 106 253325 552165 2026-05-11T16:44:52Z JppBr98 28173 /* Sem texto */ 552165 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="JppBr98" /></noinclude><noinclude></noinclude> rldsui2aafkmkayqcjgir6gixvbaoys Página:Historias da meia noite.djvu/238 106 253326 552166 2026-05-11T16:45:06Z JppBr98 28173 /* Sem texto */ 552166 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="JppBr98" /></noinclude><noinclude></noinclude> rldsui2aafkmkayqcjgir6gixvbaoys Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/25 106 253327 552167 2026-05-11T16:49:54Z Strudel45 38659 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{block center|'''DE'''<big>'''BARROS'''</big><br/>}} iii {{block center|Barros, trabalhando elle toda a vida por<br/>}} {{block center|illuſtrar a patria, e deixar de ſeus natu-<br/>}} {{block center|raes glorioſa memoria. 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Hier. de Ciguença p. 3. lib.1.c.42.<noinclude></noinclude> 59g4gk5qx9ts6r9iq7vcerqll01xkar 552178 552177 2026-05-11T18:08:34Z Strudel45 38659 552178 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Strudel45" /></noinclude>{{block center|'''DE''' <big>'''BARROS'''</big><br/>}} v {{block center|de Caſtro d'Airo, de juro, e herdade.<br/>}} {{block center|E ainda que eſta linhagem tenha eſtas,<br/>}} {{block center|e outras ſemelhantes memorias, de que<br/>}} {{block center|ſe póde gloriar, naõ a honráraõ menos<br/>}} {{block center|os Varoens que nella ſe dedicáraõ ás le-<br/>}} {{block center|tras, entre os quaes (álem do noſſo<br/>}} {{block center|Joaõ de Barros, baſtante por ſeu enge-<br/>}} {{block center|nho pera illuſtrar muitas familias) ſe<br/>}} {{block center|deve perpetuo louvor a D. Fr. Brás de<br/>}} {{block center|Barros (primeiro irmaõ do meſmo Joaõ<br/>}} {{block center|de Barros) Religioſo que foi de S. 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Hier. de Ciguença p. 3. lib.1.c.42.<noinclude></noinclude> p1iytohxu1vf3gtfjb6ab7x36su8e5k Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/445 106 253331 552179 2026-05-11T18:39:23Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552179 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/446 106 253332 552180 2026-05-11T18:39:32Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552180 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/447 106 253333 552181 2026-05-11T18:39:37Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552181 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/448 106 253334 552182 2026-05-11T18:39:43Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552182 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/449 106 253335 552183 2026-05-11T18:39:52Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552183 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/450 106 253336 552184 2026-05-11T18:40:02Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552184 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/451 106 253337 552185 2026-05-11T18:40:05Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552185 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Chronica do Emperador Clarimundo - Tomo I.pdf/452 106 253338 552186 2026-05-11T18:40:15Z Strudel45 38659 /* Sem texto */ 552186 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Strudel45" /></noinclude><noinclude></noinclude> 1dkefdvo3vfn22e3qa5q0ieaxhcngli Página:Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf/281 106 253339 552189 2026-05-11T19:08:50Z Trooper57 24584 /* Revista */ 552189 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{c|— 251 —}}</noinclude><section begin="122"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|392|196}}}} {{c|''Que trata de diversas castas de formigas.''}} Ubiraipú é outra-casta de formigas, que se criam nos pés das arvores; são pardas e pequenas, mas mordem muito; as quaes se mantem das folhas das arvores, e da podridão do concavo d’ellas. Ha outra casta, a que os indios chamam tacicema, que se eriam nos manges que estão com a maré cobertos de agua até o meio; as quaes são pequenas, e fazem ninho na terra n’estas arvores, obrados como favo de mel, onde criam; a qual terra vão buscar enxuta, quando a maré está vazia; e mantem-se dos olhos dos mangues e de ostrinhas que se n’elles criam, e de uns caramujos que se criam nas folhas d’estes mangues, e que são da faição e natureza dos caracóes. Tacibura e outra casta de formigas, que são pequenas do corpo e tem grande cabeça, tem dous corninhos n’ella; são pretas e mordem muito, e criam-se nos páos podres que estão no chão, e mantem-se d’elles e da humidade que estes paos têm em si. Tacipitanga é outra casta de formigas pequenas, as quaes não mordem, mas não ha quem possa defender d’ellas as cousas doces, nem outras de comer. Estas se criam pelas casas em lugares occultos que se não podem achar, mas como as cousas doces entram em casa, logo lhes dão assalto, com o que enfadam muito; e são muito certas em casas velhas, que tem as paredes de terra. Outras formigas chamam os indios taciahî, que são grandes e pretas, e criam-se debaixo do chão; tambem mordem muito, mas não se afastam muito do seu formi gueiro,<section end="122"/> <section begin="123"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXIII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|392|197}}}} {{c|''Em que se trata que cousa é o copî, que ha na Bahia, e dos carrapatos.''}} Copî são uns bichos que são tão prejudiciaes como as formigas, os quaes arremedam na feição ás formigas, mas são mais curtos, redondos e muito nojentos, e se lhe tocam com as mãos logo se esborracham, e ficam fedendo a percevejos e são brancacentos. Estes bichos se criam nas arvores e na madeira das casas, onde não ha quem se defenda d’elles;<section end="123"/><noinclude></noinclude> 35q2ngc0uv4b37sn29418et3nicgrzd 552191 552189 2026-05-11T19:11:25Z Trooper57 24584 552191 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Trooper57" />{{c|— 251 —}}</noinclude><section begin="122"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|392|196}}}} {{c|''Que trata de diversas castas de formigas.''}} Ubiraipú é outra-casta de formigas, que se criam nos pés das arvores; são pardas e pequenas, mas mordem muito; as quaes se mantem das folhas das arvores, e da podridão do concavo d’ellas. Ha outra casta, a que os indios chamam tacicema, que se eriam nos manges que estão com a maré cobertos de agua até o meio; as quaes são pequenas, e fazem ninho na terra n’estas arvores, obrados como favo de mel, onde criam; a qual terra vão buscar enxuta, quando a maré está vazia; e mantem-se dos olhos dos mangues e de ostrinhas que se n’elles criam, e de uns caramujos que se criam nas folhas d’estes mangues, e que são da faição e natureza dos caracóes. Tacibura e outra casta de formigas, que são pequenas do corpo e tem grande cabeça, tem dous corninhos n’ella; são pretas e mordem muito, e criam-se nos páos podres que estão no chão, e mantem-se d’elles e da humidade que estes páos têm em si. Tacipitanga é outra casta de formigas pequenas, as quaes não mordem, mas não ha quem possa defender d’ellas as cousas doces, nem outras de comer. Estas se criam pelas casas em lugares occultos que se não podem achar, mas como as cousas doces entram em casa, logo lhes dão assalto, com o que enfadam muito; e são muito certas em casas velhas, que tem as paredes de terra. Outras formigas chamam os indios taciahî, que são grandes e pretas, e criam-se debaixo do chão; tambem mordem muito, mas não se afastam muito do seu formigueiro.<section end="122"/> <section begin="123"/>{{c|{{sc2|CAPITULO CXXIII.}}{{Tratado descriptivo do Brasil em 1587 (1879) ref|392|197}}}} {{c|''Em que se trata que cousa é o copî, que ha na Bahia, e dos carrapatos.''}} Copî são uns bichos que são tão prejudiciaes como as formigas, os quaes arremedam na feição ás formigas, mas são mais curtos, redondos e muito nojentos, e se lhe tocam com as mãos logo se esborracham, e ficam fedendo a percevejos e são brancacentos. Estes bichos se criam nas arvores e na madeira das casas, onde não ha quem se defenda d’elles;<section end="123"/><noinclude></noinclude> eb7mn6x2vwdnv2ei90xykchn3pnon35 Tratado descritivo do Brasil em 1587/2/122 0 253340 552190 2026-05-11T19:09:25Z Trooper57 24584 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf" include=281 header=1 onlysection=122 /> {{notas}} [[Categoria:Tratado descritivo do Brasil em 1587]] 552190 wikitext text/x-wiki <pages index="Tratado descriptivo do Brasil em 1587.pdf" include=281 header=1 onlysection=122 /> {{notas}} [[Categoria:Tratado descritivo do Brasil em 1587]] g3ez77h83ytycekfhzzyp0yy3ij3sr9 Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/11 106 253341 552193 2026-05-11T20:54:58Z ~2026-28554-66 42890 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Ninguém o sabia: poucas famílias tinham conheci­ do a de Myriel antes da revolução. Myriel teve de sofrer a condição de todo o recém-chegado a uma pequena cidade, em que há muitas bocas que falam, e poucas cabeças que pensam. Devia sofrê-la, embora fosse bispo, ou por isso mes-­ mo que era bispo. Contudo, as conversas em que ia envolto o seu nome eram só conversas: ruido, sons, palavras, menos do que palavras—parolas, para me servir de... 552193 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="200.255.34.162" /></noinclude>Ninguém o sabia: poucas famílias tinham conheci­ do a de Myriel antes da revolução. Myriel teve de sofrer a condição de todo o recém-chegado a uma pequena cidade, em que há muitas bocas que falam, e poucas cabeças que pensam. Devia sofrê-la, embora fosse bispo, ou por isso mes-­ mo que era bispo. Contudo, as conversas em que ia envolto o seu nome eram só conversas: ruido, sons, palavras, menos do que palavras—parolas, para me servir desse termo de expressiva trivialidade. ^ Fosse como fosse, depois de nove anos de resi­- dência na diocese, todos esses falatórios, assumptos de palestra que a principio entretém a gentinha das pequenas cidades, tinham caído em profundo olvido: ninguém se teria afoutado a repeti-los, nem ainda a lembrar-se deles. Myriel viera para D . . . . acompanhado de uma sol­- teirona, a Sra. Baptistina, que era sua irmã, e tinha dez anos menos do que ele. Por únicos criados tinham uma mulher da mesma idade que a Sra.» Baptistina, e chamada Magloria, a qual, depois de ter sido criada do Sr. cura, tomava agora o duplicado titulo de camareira da senhora e de caseira de s. exc. rvm.» Baptistina era comprida, delgada, palida, meiga: realizava o ideal do que exprime a palavra — respei­ tável, —porquanto parece necessário que uma mulher seja mãe para tornar-se venerável. Nunca fora bonita; toda a sua vida, que fora uma serie de boas obras, tinha-a por derradeiro como que envolto em um véu de alvura e claridade; e ao envelhecer havia ganho o que se pode chamar a beleza da bondade. O que na mo­ cidade fora magreza tornou-se com os anos transpa­ rência, e essa diaphaneidade deixava enxergar o anjo. Era uma alma, ainda mais do que uma virgem; sua pes­ soa parecia feita de sombra; apenas de corpo quanto bastava para que houvesse um sexo; um pouco de matéria contendo uma luz, grandes olhos sempre baixos; um pretexto para uma alma ficar na terra. Magloria era uma velhinha alva, gorducha, cheia de corpo, sempre ocupada e cansada, não tanto pela atividade, como pela lástima de que padecia. Á sua chegada instalaram Myriel no palácio epis- ri •v<| SXi<noinclude></noinclude> t4m7p5d1iwgvy2kdfa9jztib88ntgzy 552197 552193 2026-05-11T23:33:19Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552197 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>Ninguém o sabia: poucas famílias tinham conheci­do a de Myriel antes da revolução. Myriel teve de sofrer a condição de todo o recém-chegado a uma pequena cidade, em que há muitas bocas que fallam, e poucas cabeças que pensam. Devia soffrel-a, embora fosse bispo, ou por isso mes-mo que era bispo. Contudo, as conversas em que ia envolto o seu nome eram só conversas: ruido, sons, palavras, menos do que palavras—''parolas'', para me servir desse termo de expressiva trivialidade. Fosse como fosse, depois de nove anos de resi­dência na diocese, todos esses falatórios, assumptos de palestra que a principio entretém a gentinha das pequenas cidades, tinham caído em profundo olvido: ninguém se teria afoutado a repeti-los, nem ainda a lembrar-se deles. Myriel viera para D . . . . acompanhado de uma sol­teirona, a Senr.ª Baptistina, que era sua irmã, e tinha dez anos menos do que ele. Por únicos criados tinham uma mulher da mesma idade que a senr.ª Baptistina, e chamada Magloria, a qual, depois de ter sido criada do senr. cura, tomava agora o duplicado titulo de camareira da senhora e de caseira de s. exc. rvm.ª Baptistina era comprida, delgada, palida, meiga: realizava o ideal do que exprime a palavra—respei­tável,—porquanto parece necessário que uma mulher seja mãe para tornar-se venerável. Nunca fôra bonita; toda a sua vida, que fora uma serie de boas obras, tinha-a por derradeiro como que envolto em um véo de alvura e claridade; e ao envelhecer havia ganho o que se póde chamar a beleza da bondade. O que na mo­cidade fôra magreza tornou-se com os anos transpa­rência, e essa diaphaneidade deixava enxergar o anjo. Era uma alma.ainda mais do que uma virgem; sua pes­soa parecia feita de sombra; apenas de corpo quanto bastava para que houvesse um sexo; um pouco de matéria contendo uma luz, grandes olhos sempre baixos; um pretexto para uma alma ficar na terra. Magloria era uma velhinha alva, gorducha, cheia de corpo, sempre ocupada e cansada, não tanto pela atividade, como pela lástima de que padecia. Á sua chegada instalaram Myriel no palácio epis-<noinclude></noinclude> l7rp40c1ph30tplfui4y1ywu0i9wn9b Página:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf/12 106 253342 552198 2026-05-11T23:37:01Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 552198 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{c|8}}</noinclude>copal com as honras marcadas nos decretos imperiaes que graduam o bispo logo em seguida aos maréchaes. O maire e o presidente lhe fizeram a primeira visita, e elle por sua vez foi o primeiro a visitar o general e o prefeito. Concluida a installação, a cidade aguardou as obras do seu bispo. {{nop}}<noinclude></noinclude> bq835t8wb7fp5znmi4q5nfb98y43nue Os Miseraveis (Vol. 1)/Tomo primeiro/Livro primeiro/I 0 253343 552199 2026-05-11T23:40:47Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf" from=9 to=12 header=1 /> {{Modernização}} {{DP-2}} 552199 wikitext text/x-wiki <pages index="Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. 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