Wikisource ptwikisource https://pt.wikisource.org/wiki/Wikisource:P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.47.0-wmf.7 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikisource Wikisource Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão Portal Portal Discussão Autor Autor Discussão Galeria Galeria Discussão Página Página Discussão Em Tradução Discussão Em Tradução Anexo Anexo Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Translations Translations talk Evento Evento Discussão Utilizador:Erick Soares3 2 184902 554424 554367 2026-06-17T02:04:40Z Erick Soares3 19404 554424 wikitext text/x-wiki {{página de usuário}} {{#babel:pt-br|en-3}} {{Userbox/Idade|dia=24|mes=12|ano=1999}} [[W:Usuário:Erick Soares3|Página na Wikipédia]]. [https://xtools.wmflabs.org/pages/pt.wikisource.org/Erick%20Soares3/all#106 Meu trabalho feito aqui] ;Trabalhos que desejo adicionar {| class="wikitable" |- ! WS !! Livro !! Páginas |- |Pt |{{livro digitalizado|Narizinho Arrebitado (1ª edição)|Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf|Narizinho Arrebitado}} | |- |pt |[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11|Graham]] | |- |en |[[:en:Index:Machado of Brazil (Machado).djvu|Machado of Brazil]] | |- |en |[[:s:en:Page:Brazilian American (vol. 6).pdf/1385|Timoty]] | |- |pt |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_nas_cataratas.pdf 1] | |- |en |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_at_the_falls.pdf 2] | |- |es |[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Santos_Dumont_en_las_cataratas.pdf 3] | |- |pt |[https://acervo.bn.gov.br/Sophia_web/acervo/detalhe/1225052 direitos] ([https://piaui.folha.uol.com.br/travessura-revolucionaria/ ler também]) | |- |pt |[https://www.scielo.br/j/archai/a/mdx8X6YR5s5pZZqtbjpvNwd/?lang=pt fedro] | |- |en |[https://www.scielo.br/j/bjr/a/9H85ZdP37xWMh6QPcCgDzSy/?lang=en scandal] | |- |pt |[[Galeria:O Saneamento do Brasil (Vol. 1).pdf|Problema]] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 1]] | |- |en |[[:commons:File:Translation of Preamble to Institutional Act.pdf|Preamble]] | |- |pt |[https://www.jstor.org/stable/community.38768877 Evolução] | |- |en |[[:commons:File:Translation of the Institutional Act.pdf|TIA]] | |- |pt |[[Galeria:Lara, tr. T. A. Craveiro (1837).pdf|Lara]] | |- |en |[[:commons:File:Preamble to Institutional Act 5.pdf|TIA5]] | |- |en |[[:commons:File:Institutional Act Number Five.pdf|TIA5]] | |- |pt |[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. 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Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 5]] | |} {| class="wikitable mw-collapsible mw-collapsed" |+ class="nowrap" | Lista |- |{{tabela-começo}} *[https://books.google.ch/books?id=p8BLAQAAIAAJ&hl=pt-BR&source=gbs_navlinks_s Exilio] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/242552 Tradução] * [https://literaturabrasileira.ufsc.br/autores/?id=8065 ernani] *[[Galeria:História de Napoleão Bonaparte (I).pdf|Napoleão 1]] - IV *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 6]] * [[:en:Index:The Path to the Stars, by K. E. Tsiolkovsky, English transl., AD0644808.pdf|Stars]] * [[:File:Diretas já (Pedro Simon, 1984).pdf|Diretas já]] *[[Lincoln: narração de sua vida pessoal]] *[[Galeria:Futuros Imaginarios.pdf|Futuros]] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 7]] *[https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/768199 Mon to Rep] *[https://www.jstor.org/stable/community.38767768 Pasteur] - 23 * [[Galeria:Efêmero Revisitado.pdf]] * [[Galeria:Revista da Exposição Anthropologica Brazileira (1882).pdf|Revista da exposição]] * [https://digital.bbm.usp.br/handle/bbm/8913 Barão] *[[Galeria:Victor Hugo - Os Miseráveis, trad. Justiniano José da Rocha, Vol. 1 (1862).pdf|Miseraveis 8]] * [[Galeria:Os Noivos (v.2).pdf]] *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 2).pdf|Federalista 2]] *[https://www.jstor.org/stable/community.38769569 O cerco do corintho] - 50 *[[Galeria:Cronicas-de-um-Tetranacional-do-Software-Livre.pdf]] * [[Galeria:Idéas de Géca Tatú.pdf|Géca]] *[[Galeria:Contos Escolhidos.pdf|Contos]] *[[Galeria:A Cultura é Livre.pdf]] * [[Galeria:A Onda Verde (1922).pdf]] * [[:File:Preito a Camões.pdf|Camões]] * [https://www.jstor.org/stable/community.38767573 Minor Camões] - 33 *[[Galeria:O Federalista, 1840 (Vol. 3).pdf]] * [[Galeria:O Senhor D. Pedro II, imperador do Brasil, biographia, por Joaquim Pinto de Campos ; e com uma advertencia por Camillo Castello Branco.pdf|Biografia do Senhor D. Pedro II]] - 96 * [[:File:Statira e Zoroastes.pdf|Statira]] - 56 {{tabela-meio}} *[https://www.jstor.org/stable/community.38769995 Portugal, Brasil e Grã-Bretanha] - 53 *[https://www.jstor.org/stable/community.38768623 Portugal, Brazil and United Kingdon] *[[:File:Da vida e feitos de Alexandre de Gusmão e de Bartholomeu Lourenço de Gusmão.pdf|Da vida]] - 117 *{{livro digitalizado|Os Sabios Illustres|Os Sabios Illustres.pdf}} - 162 *{{livro digitalizado|Galeria Illustre (Mulheres Célebres)|Galeria Illustre (Mulheres Célebres).pdf|Galeria Illustre}} - 173 páginas *{{livro digitalizado|A Genealogia da Moral|A genealogia da moral.pdf}} - 176 páginas * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/memorias-da-emilia/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&search=Mem%C3%B3rias&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 122] *{{livro digitalizado|Diario de um Soldado (Vol. 1)|Diario de um Soldado Vol. 1.pdf|Diário de um soldado}} - 189 *{{livro digitalizado|Vida e viagens de Fernão de Magalhães|Vida e viagens de Fernão de Magalhães, por Diego de Barros Arana; traducção do hespanhol de Fernando de Magalhães Villas-Boas. Com um appendice original.pdf}} - 206 * [https://taubate.sp.gov.br/museumonteirolobato/acervo/obras-completas/o-picapau-amarelo/?order=ASC&orderby=meta_value&metakey=19&perpage=12&paged=1&search=picapau%20amarelo&pos=0&source_list=collection&ref=%2Fmuseumonteirolobato%2Facervo%2Fobras-completas%2F 178] *[[Galeria:Quem trabalha tem alfaia.pdf|Quem trabalha tem alfaia]] - 242 *[[:File:Brazilian Literature (IA brazilianliterat00gold).pdf|Brazilian literature]] 303 *[https://permalinkbnd.bnportugal.gov.pt/records/item/92629-resumo-do-systema-de-medicina-e-traduccao-da-materia-medica-do-doutor-erasmo-darwin Erasmo] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/603 justiniano] *[https://bibliotecadigital.stf.jus.br/xmlui/handle/123456789/497 Ferdinand] {{tabela-fim}} |} <div style="clear:both;"></div> <div style="box-shadow: 0 0 .3em #999; border-radius: .2em; margin: 1em 0 2em 0; padding: 1px;"> <div style="background: #ffe6a7; border-radius: .2em; color: #282828; font-size:125%; padding: .4em .8em .5em;"><span style="opacity: .7;">[[File:Icons8 flat approval.svg|25px|link=|alt=]]</span> &nbsp; '''Projetos Finalizados''' </div> <div title="Projets en chantier" style="padding: 1em;font-size:80%"> <gallery heights="240px" widths="180px" mode="packed" class="center"> <!--2026--> Ficheiro:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf|page=214|thumb|'''[[Revista do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano/11/O Recife de Grês do Porto de Pernambuco|O Recife de Grês do Porto de Pernambuco]]''' Ficheiro:O Cruzeiro (1928 - N001).pdf|page=29|thumb|'''[[O Cruzeiro (Revista)/Ano I/Nº I/10 de novembro de 1928/A Éra das Forças Hydraulicas|A Éra das Forças Hydraulicas]]''' <!--2025--> Ficheiro:Historia das invenções.pdf|page=7|thumb|'''[[Historia das invenções (4ª edição)]]''' File:Franklin - A Sciencia do bom homem (1864).pdf|page=3|thumb|'''[[A Sciencia do Bom Homem Ricardo]]''' File:Apontamentos de Psychologia.pdf|page=1|thumb|'''[[Apontamentos de Psychologia]]''' File:Vida Ociosa Capa (Restored).jpg|thumb|link=Galeria:Vida Ociosa (2ª edição).pdf|'''[[Vida Ociosa (2ª edição)]]''' File:Byron-Giaurpoema.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Byron-Giaurpoema.pdf|'''[[O Giaur]]''' File:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|thumb|link=Galeria:Representação à Assembléia Geral Constituinte e Legislativa do Império do Brasil sobre a escravatura.pdf|'''[[Representação de José Bonifácio sobre a escravatura]]''' File:Byron, Parisina (1905).pdf|link=Galeria:Byron, Parisina (1905).pdf|thumb|page=2|'''[[Parisina (1905)|Parisina]]''' File:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|link=Galeria:A Verdade (Honorio Lima, 1900).pdf|page=2|thumb|'''[[A Verdade]]''' File:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|thumb|link=Galeria:Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China.pdf|'''[[Tratado de amizade e commercio entre Portugal e o Império da China]]''' File:Lisboa no anno três mil.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Lisboa no anno três mil.pdf|'''[[Lisboa no anno três mil]]''' File:A Nova Aurora.pdf|thumb|link=Galeria:A Nova Aurora.pdf|'''[[A Nova Aurora]]''' File:Em direção à paz.pdf|thumb|link=Galeria:Em direção à paz.pdf|'''[[Em direção à paz]]''' File:Credo de Liberdade.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Credo de Liberdade.pdf|'''[[Credo de Liberdade]]''' File:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|thumb|link=Galeria:Dois Discursos (Vargas, 1940).pdf|page=2|'''[[Dois discursos]]''' File:Poesias de Dom Pedro II.pdf|thumb|link=:oldwikisource:Index:Poesias de Dom Pedro II.pdf|page=6|'''[[:oldwikisource:Poesias de Dom Pedro II|Poesias de D. Pedro II]]''' File:Dialogo entre dous mortos.pdf|page=3|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous mortos.pdf|'''[[Dialogo entre dous mortos]]''' File:Os Noivos (filme de 1913).pdf|thumb|link=Galeria:Os Noivos (filme de 1913).pdf|page=2|'''[[Os Noivos (filme de 1913)]]''' File:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|link=Galeria:Os ultimos dias de Pompeia (filme de 1913).pdf|thumb|page=2|'''[[Os ultimos dias de Pompeia]]''' File:Combate de Oscar e Dermid.pdf|thumb|link=Galeria:Combate de Oscar e Dermid.pdf|page=2|'''[[Combate de Oscar e Dermid]]''' File:Congratulação brasileira pela independência.pdf|thumb|link=Galeria:Congratulação brasileira pela independência.pdf|page=2|'''[[Congratulação brasileira pela ratificação do tratado da independencia do Brasil]]''' File:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|thumb|link=Galeria:A Constituição Americana (Luiz Vossion).pdf|page=2|'''[[A Constituição Americana]]''' File:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico.pdf|'''[[Declaração das Nações Unidas e Carta do Atlântico]]''' File:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|thumb|page=2|link=Galeria:Terceiro discurso de inauguração (FDR).pdf|'''[[Terceiro Discurso de Investidura do Senhor Franklin D. 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Washington à nação americana]]''' File:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 8, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 8|O Beija-Flor, N° 8]]''' File:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 7, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 7|O Beija-Flor, N° 7]]''' File:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 6, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 6|O Beija-Flor, N° 6]]''' File:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 5, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 5|O Beija-Flor, N° 5]]''' File:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 4, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 4|O Beija-Flor, N° 4]]''' File:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 3, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 3|O Beija-Flor, N° 3]]''' File:Byron-MazeppaLord.pdf|thumb|link=Galeria:Byron-MazeppaLord.pdf|page=2|'''[[Mazeppa]]''' File:O descobrimento do Brasil (J. 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Rodrigues., 1905).pdf|thumb|page=2|'''[[O descobrimento do Brasil]]''' File:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|thumb|link=Galeria:Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre dous cidadãos do reino de Zilbra]]''' File:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 2, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 2|O Beija-Flor, N° 2]]''' File:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|thumb|link=Galeria:Cabral-DialogoentreBonaparte.pdf|page=2|'''[[Dialogo entre Bonaparte, seu irmão José, Berthier e Lasnnes]]''' File:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|link=Galeria:O Beija-Flor, No. 1, 1830.pdf|thumb|'''[[O Beija-Flor (1830)/Número 1|O Beija-Flor, N° 1]]''' File:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|thumb|link=Galeria:Nosso primo americano, Machado de Assis.pdf|'''[[Machado de Assis em linha/Volume 6/Número 11/Nosso primo americano, Machado de Assis|Nosso primo americano, Machado de Assis]]''' File:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|thumb|link=Galeria:José de Anchieta à luz da Historia Patria - compilação historica.pdf|'''[[José de Anchieta à Luz da Historia Patria]]''' File:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|thumb|link=Galeria:A Historia do Fantasma Inexperiente (Wells, 1923).pdf|'''[[A Historia do Fantasma Inexperiente]]''' File:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|thumb|link=Galeria:Descripçaõ do novo invento aerostatico.pdf|'''[[Descripçaõ do novo invento aerostatico]]''' File:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|link=Galeria:Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d'America.pdf|thumb|page=2|'''[[Manifesto da Independencia dos Estados Unidos d՚America]]''' File:Poesias.pdf|page=3|link=Galeria:Poesias.pdf|thumb|'''[[Poesias (Zaluar)|Poesias]]''' File:Patente brasileira n.3279.pdf|thumb|link=Galeria:Patente brasileira n.3279.pdf|'''[[Patente brasileira 3279]]''' File:Democracia (Wells).pdf|link=Galeria:Democracia (Wells).pdf|thumb|'''[[Correio da Manhã/19 de fevereiro de 1928/Democracia|Democracia]]''' File:O Teleforo.pdf|link=Galeria:O Teleforo.pdf|thumb|'''[[Jornal do Commercio/1899/O Teleforo|O Teleforo]]''' File:Pau Brasil (Andrade, 1925) (page 7 crop).jpg|link=Galeria:Pau Brasil (Andrade, 1925).pdf|thumb|'''[[Pau Brasil]]''' <!--2024--> File:O escândalo do petroleo.pdf|thumb|link=Galeria:O escândalo do petroleo.pdf|page=7|'''[[O Escandalo do Petroleo]]''' File:Cartas tupis dos Camarões.pdf|thumb|page=2|link=:oldwikisource:Index:Cartas tupis dos Camarões.pdf|'''[[: oldwikisource:Cartas tupis dos Camarões|Cartas tupis dos Camarões]] File:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Restauração historica da Villa de Santo André da Borda do Campo.pdf|'''[[Revista do Instituto Historico e Geographico de S. 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Pedro I do Brasil e IV de Portugal]]''' File:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|thumb|link=Galeria:Retrato do Imperador Marco Aurélio (livro 1 das Reflexões).pdf|page=11|'''[[:oldwikisource:Retrato do Imperador Marco Aurélio|Retrato do Imperador Marco Aurélio]]''' File:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|thumb|link=Galeria:Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865.pdf|page=5|'''[[Os heróes brazileiros na campanha do sul em 1865]]''' File:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Ballada do Enforcado.pdf|thumb|'''[[Ballada do Enforcado]]''' File:Fabulas (9ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Fabulas (9ª edição).pdf|'''[[Fabulas (9ª edição)]]''' File:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|thumb|link=Galeria:A Sensibilidade nacional e estrangeira.pdf|page=5|'''[[A Sensibilidade nacional e estrangeira]]''' File:Vidas seccas.pdf|link=Galeria:Vidas seccas.pdf|thumb|page=5|'''[[Vidas seccas]]''' File:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|thumb|link=Galeria:Tudo-o-que-voce-sempre-quis-saber-sobre-a-urna-eletronica-brasileira.pdf|'''[[Tudo o que você sempre quis saber sobre a urna eletrônica brasileira]]''' File:As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|thumb|link=As Caçadas de Pedrinho (1ª edição).pdf|'''[[As Caçadas de Pedrinho]]''' File:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|link=Galeria:O precursor do abolicionismo no Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[O precursor do abolicionismo no Brasil]]''' File:Memórias de um Negro (1940).pdf|thumb|page=1|'''[[Memorias de um Negro]]''' File:Exaltação (1916).pdf|thumb|link=Galeria:Exaltação (1916).pdf|page=5|'''[[Exaltação (1916)|Exaltação]]''' File:O Saci (8ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:O Saci (8ª edição).pdf|'''[[O Saci (8ª edição)]]''' File:Alice no País das Maravilhas (Trad. 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Lobato, 2ª edição)]]''' File:Histórias diversas (Mml obr0050).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Histórias diversas (Mml obr0050).pdf|'''[[Histórias diversas (anos 70)]]''' <!--2023--> File:Einstein e sua famosa fórmula E = mc².pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Einstein e sua famosa fórmula E = mc².pdf|'''[[Cadernos de Astronomia/Vol. 3/Nº 2/Einstein e sua famosa fórmula E = mc²|Einstein e sua famosa fórmula E = mc²]]''' File:Aventuras de Hans Staden (6ª edição).pdf|thumb|link=Galeria:Aventuras de Hans Staden (6ª edição).pdf|page=11|'''[[Aventuras de Hans Staden (6ª edição)]]''' File:O macaco que se fez homem (page 5 crop).jpg|link=Galeria:O macaco que se fez homem.pdf|thumb|'''[[O macaco que se fez homem]]''' File:Cidades Mortas (1921) - Capa.jpg|link=Galeria:Cidades Mortas (contos e impressões) - 1921.pdf|'''[[Cidades Mortas (3ª edição)]]''' File:A Reforma da Natureza (12ª edição).pdf|thumb|link=A Reforma da Natureza (12ª edição).pdf|'''[[A Reforma da Natureza (12ª edição)]]''' File:A História do Rei Vesgo.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A História do Rei Vesgo.pdf|'''[[Fundamentos/1948/Edições 4-5/A história do Rei Vesgo|A história do Rei Vesgo]]''' File:Mister Slang e o Brasil.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Mister Slang e o Brasil.pdf|'''[[Mister Slang e o Brasil]]''' File:O Garimpeiro do Rio das Garças.pdf|link=Galeria:O Garimpeiro do Rio das Garças.pdf|page=1|thumb|'''[[O Garimpeiro do Rio das Garças (4ª edição)]]''' File:Capa Peter Pan (Colorida).jpg|link=Galeria:Peter Pan (Lobato, 1935).pdf|thumb|'''[[Peter Pan (Lobato, 1935)]]''' File:Georgismo e Comunismo.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Georgismo e Comunismo|'''[[Georgismo e Comunismo]]''' File:Urupês (1919).pdf|thumb|link=Galeria:Urupês (1919).pdf|page=4|'''[[Urupês (5ª edição)]]''' File:O choque das raças.pdf|thumb|link=Galeria:O choque das raças.pdf|page=5|'''[[O Choque das Raças]]''' File:O Drama do Pax.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:O Drama do Pax.pdf|'''[[O Drama do Pax]]''' File:As Reinações de Narizinho.pdf|link=Galeria:As Reinações de Narizinho.pdf|thumb|page=8|'''[[As Reinações de Narizinho]]''' File:Zé Brasil.pdf|link=Galeria:Zé Brasil.pdf|page=5|thumb|'''[[Zé Brasil]]''' File:Nenê (transcrito).pdf|link=Galeria:Nenê (transcrito).pdf|thumb|page=2|'''[[Nenê (rascunho)|Nenê]]''' File:Mundo da Lua.pdf|link=Galeria:Mundo da Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[Mundo da Lua]]''' File:Emília, a cidadã-modelo soviética.pdf|link=Galeria:Emília, a cidadã-modelo soviética.pdf|thumb|page=1|'''[[DELTA/Volume 35/Número 1/Emília, a cidadã-modelo soviética|Emília, a cidadã-modelo soviética]]''' File:A Chave do Tamanho (Lajolo).pdf|link=A Chave do Tamanho (Lajolo).pdf|page=1|thumb|'''[[Projeto História/Volume 32/A Chave do Tamanho|A Chave do Tamanho]]''' File:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|link=Galeria:Meu captiveiro entre os selvagens do Brasil.pdf|thumb|page=7|'''[[Meu Captiveiro entre os Selvagens do Brasil (2ª edição)]]''' File:MML Em Tigelópolis.pdf|thumb|link=Galeria:MML Em Tigelópolis.pdf|'''[[Em Tigellópolis]]''' File:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|link=Galeria:Fabulas de Narizinho (Brasiliana).pdf|page=1|thumb|'''[[Fabulas de Narizinho]]''' File:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|thumb|link=Galeria:O Dia (SC) - 1916-12-15.pdf|page=1|'''[[O Dia (Santa Catarina)/Ano XVI/Número 8453/Os sub-productos do café|Os sub-productos do café]]''' File:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|page=7|link=Galeria:A Sempre Viva (Paraná) - 1925-01-15.pdf|'''[[A Sempre Viva (Paraná)/Ano 1/Número 9/A suprema viagem|A suprema viagem]]''' File:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|link=Galeria:O Dia (Paraná) - 1924-04-25.pdf|page=5|thumb|'''[[O Dia (Paraná)/1924/Número 256/Página 5/Os Felizes|Os Felizes]]''' File:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|thumb|page=5|link=Galeria:Biographia do senador Diogo Antonio Feijó.pdf|'''[[Biographia do senador Diogo Antonio Feijó]]''' File:Cypherpunks-manifestos WEB.pdf|thumb|page=1|'''[[Manifestos Cypherpunks]]''' File:Ideologia-californiana revisado1.pdf|thumb|link=Galeria:Ideologia-californiana revisado1.pdf|page=1|'''[[A Ideologia Californiana]]''' File:Páginas Tímidas.pdf|link=Galeria=Páginas Tímidas.pdf|page=3|thumb|'''[[Paginas Timidas]]''' File:O Reino de Kiato.pdf|link=Galeria:O Reino de Kiato.pdf|thumb|'''[[O Reino de Kiato]]''' <!--2022--> File:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|link=Galeria:O homem que subiu de aeroplano até a Lua.pdf|thumb|page=1|'''[[O Homem que Subiu em Aeroplano até a Lua]]''' File:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|thumb|link:Galeria:Os Esquecidos no Processo de Independência.pdf|page=1|'''[[Almanack/Número 25/Os Esquecidos no Processo de Independência|Os Esquecidos no Processo de Independência]]''' File:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|page=7|link=Galeria:Traços biographicos da heroina brasileira Jovita Alves Feitosa.pdf|thumb|'''[[Traços Biographicos da Heroina Brasileira Jovita Alves Feitosa]]''' File:40 anos no interior do Brasil.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:40 anos no interior do Brasil.pdf|'''[[40 anos no interior do Brasil]]''' File:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|link=Galeria:Benjamin Constant, fundador da Republica brasileira.pdf|thumb|page=1|'''[[Benjamin Constant]]''' File:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|link=Galeria:Deodoro da Fonseca (jornal).pdf|thumb|page=1|'''[[Deodoro da Fonseca (número único)|Deodoro da Fonseca]]''' File:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Carta posthuma de D. Pedro Duque de Bragança.pdf|'''[[Carta posthuma de D. Pedro, Duque de Bragança aos Brasileiros]]''' File:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|thumb|link=Galeria:Decreto. Tendo de ausentar-Me desta Capital por mais de uma semana, para ir visitar a Provincia de S. Paulo, e cumprindo, (.).pdf|'''[[Decreto de 13 de agosto de 1822]]''' File:O Ganso das Neves.pdf|link=Galeria:O Ganso das Neves.pdf|thumb|page=2|'''[[O Ganso das Neves]]''' File:A Estrella do Sul.pdf|page=9|link=Galeria:A Estrella do Sul.pdf|thumb|'''[[A Estrella do Sul]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|page=483|link=Galeria=Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 20/Volume 5/Cavalleria rusticana|Cavalleria rusticana]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=204|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|'''[[Revista do Brasil/Número 18/Volume 5/Pollice Verso|Pollice Verso]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|page=135|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Sambinha|Sambinha]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=27|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Duas Figuras|Duas figuras]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=16|thumb|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|'''[[A Revista/Ano 1/Número 1/Capitulo|Capitulo]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|page=151|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 3/Os Caprichos da Sorte|Os Caprichos da Sorte]]''' File:A Revista (1925-1926).pdf|link=Galeria:A Revista (1925-1926).pdf|page=95|thumb|'''[[A Revista/Ano 1/Número 2/O Carteiro|O Carteiro]]''' File:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A saga de Apsû no Enūma eliš.pdf|'''[[A saga de Apsû no Enūma eliš]]''' File:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|link=Galeria:Descobrimento prodigioso e suas incalculaveis consequências para o futuro da humanidade.pdf|page=7|thumb|'''[[Descobrimento Prodigioso e suas Incalculaveis Consequências para o Futuro da Humanidade]]''' File:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|page=9|thumb|link=Galeria:Invenção dos aeróstatos reivindicada.pdf|'''[[Invenção dos Aeróstatos Reivindicada]]''' File:Os Ovos de Paschoa.pdf|page=7|thumb|link=Galeria:Os Ovos de Paschoa.pdf|'''[[Os Ovos de Paschoa]]''' File:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|link=Galeria:Cinco de Maio - ode heroica.pdf|page=5|thumb|'''[[Cinco de Maio (1885)|Cinco de Maio]]''' File:Os Negros (1921).pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Os Negros (1921).pdf|'''[[Os Negros]]''' File:Meu amor! adoro-te!.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Meu amor! adoro-te!.pdf|'''[[Meu amor! adoro-te!]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=94|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Vida ociosa|Vida ociosa]] File:Petição.pdf|link=Galeria:Petição.pdf|thumb|page=5|'''[[Petição do Pe. Bartholomeu de Gusmão]]''' File:A lavoura e a guerra.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:A lavoura e a guerra.pdf|'''[[A lavoura e a guerra]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|thumb|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=113|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/Cartas Inéditas|Cartas Inéditas]]''' File:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|link=Galeria:Revista do Brasil, 1917, anno II, v V, n 17.pdf|page=60|thumb|'''[[Revista do Brasil/Volume 5/Número 17/O Corvo|O Corvo]]''' File:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|link=Galeria:As biografias históricas de Santos Dumont.pdf|thumb|page=1|'''[[Scientiae Studia/Volume 11/Número 3/As biografias históricas de Santos Dumont|As biografias históricas de Santos Dumont]]''' File:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|link=Galeria:A toponímia indígena artificial no Brasil.pdf|thumb|page=1|'''[[A toponímia indígena artificial no Brasil]]''' File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=264|thumb|'''[[A Novella Semanal/O Avô|O Avô]]''' <!--2021--> File:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|link=Galeria:Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro.pdf|thumb|page=1|'''[[Os topônimos com a posposição tupi -pe no território brasileiro]]''' File:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|link=Galeria:Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu (Série de Gilgámesh 1).pdf|thumb|page=1|'''[[Sîn-lēqi-unninni, Ele o abismo viu]]''' File:Como se faz um Herói.pdf|thumb|page=1|link=Galeria:Como se faz um Herói.pdf|'''[[Como se faz um Herói]]''' File:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Santos Dumont - o vôo que mudou a história da aviação.pdf|'''[[Santos Dumont: o vôo que mudou a história da aviação]]''' File:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|link=Galeria:Primeiras trovas burlescas de Getulino (1904).djvu|thumb|page=1|'''[[Primeiras Trovas Burlescas de Getulino]]''' File:Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|link=Galeria=Certidão de óbito de Alberto Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Certidão de Óbito de Alberto Santos Dumont]]''' Ficheiro:Cadu_Simões.jpg|thumb|'''[[Sobre Domínio Público e Cultura Livre]]''' File:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|link=Galeria:Concedendo um conto de réis à Santos Dumont.pdf|thumb|'''[[Concedendo um conto de réis a Santos Dumont]]''' <!--2020--> <!--[[Discurso do Presidente da República, Jair Bolsonaro, durante Cerimônia de Posse no Congresso Nacional (1 de janeiro de 2019)|Discruso]]--> File:A Novella Semanal.pdf|link=Galeria:A Novella Semanal.pdf|page=9|thumb|'''[[A Novella Semanal/O 22 da "Marajó"|O 22 da Marajó]]''' File:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|page=1|thumb|link=Galeria:Machado de Assis @ A Nação (Rio de Janeiro, 13 de agosto de 1874).pdf|'''[[A Nação (Rio de Janeiro)/1874/08-13/«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos|«Jerusalém» por monsenhor Pinto de Campos]]''' File:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|link=Galeria:Revista Luso-Brasileira (1860), n2.pdf|thumb|page=25|'''[[Revista Luso-Brasileira/1860/2/Lembranças de minha mãi|Lembranças de minha mãi]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1877).pdf|thumb|page=309|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1877/Charitas|Charitas]]''' File:Marmota Fluminense n830.pdf|link=Galeria:Marmota Fluminense n830.pdf|thumb|page=4|'''[[Marmota Fluminense/830/Beijos|Beijos]]''' File:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|link=Galeria:Almanach Brazileiro Illustrado (1878).pdf|thumb|page=394|'''[[Almanach brazileiro illustrado/1878/Job|Job]]''' File:O Jequitinhonha (1862).pdf|link=Galeria:O Jequitinhonha (1862).pdf|thumb|'''[[A historia do Brasil escripta pelo Dr. Jeremias no anno de 2862]]''' File:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|link=Galeria:Fantina- (scenas da escravidão).pdf|thumb|page=7|'''[[Fantina]]''' <!--2019--> File:A propósito da exposição Malfatti.jpg|link=Galeria:A propósito da exposição Malfatti.jpg|thumb|'''[[O Estado de S. Paulo/A propósito da exposição Malfatti|A propósito da exposição Malfatti]]''' File:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|link=Galeria:86311283-Original-Version-of-Alice-s-Adventures-in-Wonderland-by-Lewis-Carroll.djvu|thumb|'''[[Aventuras de Alice em Baixo da Terra]]''' File:畫麗珠萃秀 Gathering Gems of Beauty (梁木蘭) 2.jpg|link=A Balada de Mulan|thumb|'''[[A Balada de Mulan]]''' Ficheiro%3AA_Menina_do_Narizinho_Arrebitado_(Capa).png|link=Galeria:A Menina do Narizinho Arrebitado (1920).pdf|thumb|'''[[A Menina do Narizinho Arrebitado]]''' File:Machado de Assis aos 57 anos.jpg|link=Hynno Nacional|thumb|'''[[Hynno Nacional]]''' File:Negrinha- Contos (1920).pdf|link=Galeria:Negrinha- Contos (1920).pdf|thumb|page=3|'''[[Negrinha (4º milheiro)]]''' File:Monteiro Lobato.jpg|link=Rabiscando|thumb|'''[[Rabiscando]]''' File:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|link=Galeria:Meteorito de Bendegó - relatório apresentado ao ministerio da agricultura, commercio e obras publicas (...) sobre a remoção do meteorito de Bendengó do sertão da provincia da Bahia para o Museu Nacional.pdf|thumb|'''[[Meteorito de Bendegó: relatorio (1888)]]''' File:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|link=Galeria:Jéca Tatuzinho (1924).pdf|thumb|page=1|'''[[Jéca Tatuzinho]]''' <!--2018--> File:Aaron Swartz at Boston Wikipedia Meetup, 2009-08-18.jpg|link=Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso|thumb|'''[[Manifesto da Guerrilha do Livre Acesso]]''' </gallery> </div> </div> 01c2q85lzzxhpzeclhal0dsrb2d3rry Página:Da Terra á Lua.pdf/162 106 254206 554401 554298 2026-06-16T14:32:13Z Erick Soares3 19404 554401 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|163|borda_inferior=sim}}</noinclude>mindo-se, com extrema correcção de linguagem, nos seguintes termos: «Meus senhores, apesar do grande calor que faz, tomarei a liberdade de abusar dos vossos momentos para dar algumas explicações ácerca de projectos que, segundo parece, vos interessam. «Não sou orador nem homem de sciencia, e não contava fallar em publico; disse-me porém o meu amigo Barbicane que isso vos seria agradavel, e tanto bastou para me decidir a esse sacrificio. Consequentemente, escutae-me com os vossos seiscentos mil ouvidos, e tende a bondade de desculpar os erros do auctor.» Mereceu grande apreço aos circumstantes aquelle exordio sem ceremonia; um immenso murmurio de satisfação deu prova do contentamento da multidão. «Meus senhores, proseguiu Ardan, todos e quaesquer signaes de approvação ou desapprovação são permittidos. Isto posto, começarei Em primeiro logar, não deveis esquecer que estaes tratando com um ignorante, e tão longe vae sua ignorancia, que até as difficuldades ignora. Pareceu-lhe portanto cousa simples, natural e facil tomar passagem dentro de um projectil, e partir para a Lua. Era viagem que mais tarde ou mais cedo se havia de vir a fazer, e pelo que diz respeito ao modo de locomoção adoptado, esse não era mais do que simples consequencia da lei do progresso. O homem começou por viajar com as mãos pelo chão, depois, um bello dia, só nos dois pés, depois nʼuma carroça, depois em caleça, depois em carroção, depois em diligencia, depois em caminho de ferro; pois bem! o projectil é a viatura do futuro; que, a fallar a verdade, os planetas não são senão outros tantos projecteis, simples balas de canhão arremessadas pela mão do Creador. «Mas voltemos ao nosso vehiculo. Algum de vós, senhores, po{{pt||derá ter pensado que a velocidade que tem de imprimir-se-lhe, é excessiva; pois não é assim; todos os astros têem superior rapidez, e a propria Terra, em seu movimento de translação em {{pt||volta do Sol, nos leva comsigo com triplicada velocidade. Vou apresentar-vos alguns exemplos, e pedirei permissão para me exprimir contando por leguas, porque não estou muito familiarisado {{pt||com as medidas americanas e tenho receio de me embarulhar nos calculos.»}}}}}} {{nop}}<noinclude></noinclude> l5q1lk86irsdd9dlpufevouzgidcyin Página:Da Terra á Lua.pdf/163 106 254207 554400 554297 2026-06-16T14:32:00Z Erick Soares3 19404 554400 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|164|VIAGENS MARAVILHOSAS|borda_inferior=sim}}</noinclude>[[File:Delaterrelalun00vern 0123 1.png|centro|400px]] {{c|Os comboios de projecteis para a Lua ([[Página:Da Terra á Lua.pdf/162|pag. 163]]).}} {{pt|derá ter pensado que a velocidade que tem de imprimir-se-lhe, é excessiva; pois não é assim; todos os astros têem superior rapidez, e a propria Terra, em seu movimento de translação em {{pt||volta do Sol, nos leva comsigo com triplicada velocidade. Vou apresentar-vos alguns exemplos, e pedirei permissão para me exprimir contando por leguas, porque não estou muito familiarisado {{pt||com as medidas americanas e tenho receio de me embarulhar nos calculos.»}}}}}} {{nop}}<noinclude></noinclude> pxw2qvzhbva9m7tk00poh13jmdyaeiq Página:Da Terra á Lua.pdf/164 106 254208 554402 554295 2026-06-16T14:32:53Z Erick Soares3 19404 554402 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|165|borda_inferior=sim}}</noinclude>[[File:Delaterrelalun00vern 0130 1.png|centro|400px]] {{pt|volta do Sol, nos leva comsigo com triplicada velocidade. Vou apresentar-vos alguns exemplos, e pedirei permissão para me exprimir contando por leguas, porque não estou muito familiarisado {{pt||com as medidas americanas e tenho receio de me embarulhar nos calculos.»}}}} {{nop}}<noinclude></noinclude> dhtl95kgx96iyqkxn9t6z8i7r6u97fk Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/137 106 254257 554391 2026-06-16T14:04:18Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554391 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>{{t2|NO REINO DAS ABELHAS|'''TERCEIRA PARTE'''}} {{dhr|2}} Estava Lucia, uma noite, no melhor do somno, quando ouviu umas pancadinhas de chicote na vidraça — ''pen, pen, pen...'' E logo em seguida a voz do Marquez de Rabicó, que dizia: {{Imagem float-p |file=Narizinho Arrebitado (1° ed.) (page 137 crop).jpg |align=left |width=200px |padt=2em }} — O sol não tarda, senhora Princeza ! Pule da cama que são horas de partir! A menina foi á janella e viu o Marquez montado num cavallinho de páo. — E a Condessa ? Já está prompta ? perguntou ella. — A senhora Condessa já está lá embaixo, corcoveando no pampa. — Pois então que me arreiem o pangaré, que em tres tempos me arrumo. E emquanto o Marquez sellava o pangaré a menina vestiu-se ás carreiras, com<noinclude>{{c|☉{{gap}}133{{gap}}☉}}</noinclude> d4f57pgurm10mvsuz6452czmdpxr08b Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/138 106 254258 554392 2026-06-16T14:06:17Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554392 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>o vestidinho vermelho de pintas que tinha bolso. Precisava de bolso para levar os bolinhos que a Anastacia fizera na vespera e tambem para trazer coisas do reino das Abelhas. Porque era para o reino das Abelhas que iam, de passeio, á convite da Rainha. Na vespera havia chegado de lá um maribondo mensageiro com este convite: {{dhr}} {{right|''S. Majestade, a Rainha das Abelhas, tem a honra de convidar a Vs. Exas. para uma festa, hoje, ás 3 horas, no palacio real.''}} {{dhr}} Lucia respondeu a este convite por meio dʼum gentil borboletogramma. Não sabem o que é ? Invenção da Emilia. Como não havia telegrapho, a boneca teve a idéa de mandar recados e bilhetes escriptos nas asas das borboletas. E assim fez com a Rainha. Apanhando uma linda borboleta azul, escreveu-lhe na asa: {{dhr}} {{right|''Narizinho, a Condessa e o Marquez agradecem a honra do convite e promettem não faltar.''}} {{dhr}} {{nop}}<noinclude>{{c|☉{{gap}}134{{gap}}☉}}</noinclude> i7canirhdpuysxbdfbi42v3c71d4oc8 Página:Narizinho Arrebitado (1° ed.).pdf/139 106 254259 554393 2026-06-16T14:08:32Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554393 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" /></noinclude>Enfeitou-a, depois, com um lacinho de fita e soltou-a, exclamando: — Vae em paz, e direitinha, hein ? E agora lá se iam elles, a boneca no pingo pampa, a menina no pangaré e o Marquez num cavallinho de páo feito pelo Pichochó. Bem montados que foram, deram redeas e partiram, estrada afóra, — ''pác, pác,'' ''pác, pác''... Em certo ponto a menina disse á boneca: — Vamos apostar corrida ? A condessa topou, muito assanhada. — Pois tóque, então ! [[File:Narizinho Arrebitado (1° ed.) (page 139 crop).jpg|centro|350px]] {{nop}}<noinclude>{{c|☉{{gap}}135{{gap}}☉}}</noinclude> fyg8sqcl3yw4h59cul3cg9ibim7aege Página:Da Terra á Lua.pdf/169 106 254260 554394 2026-06-16T14:21:30Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: tarco, Swedenborg, Bernardin de Saint-Pierre e muitos outros pronunciaram-se pela affirmativa. Olhando a questão pelo lado da philosophia natural, sou levado a pensar em harmonia com a opinião dʼelles; a mim proprio digo que cousa alguma inutil existe no mundo, e respondendo á tua pergunta, com outra pergunta, affirmarei que se os mundos são habitaveis, é porque são habitados, porque o foram, ou porque ainda o hão de ser. Muito bem! clama... 554394 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|170|VIAGENS MARAVILHOSAS|borda_inferior=sim}}</noinclude>tarco, Swedenborg, Bernardin de Saint-Pierre e muitos outros pronunciaram-se pela affirmativa. Olhando a questão pelo lado da philosophia natural, sou levado a pensar em harmonia com a opinião dʼelles; a mim proprio digo que cousa alguma inutil existe no mundo, e respondendo á tua pergunta, com outra pergunta, affirmarei que se os mundos são habitaveis, é porque são habitados, porque o foram, ou porque ainda o hão de ser. Muito bem! clamaram as primeiras linhas de espectadores, cuja opinião tinha força de lei para com as ultimas. — Com mais logica e a proposito é que não ha responder, disse o presidente do Gun-Club. A minha pergunta transforma-se portanto na seguinte: «Serão porventura os mundos habitaveis?» — Pela minha parte parece-me que o são. E eu cá por mim, estou seguro dʼisso, respondeu Miguel Ardan. — Todavia, replicou um dos circumstantes, argumentos ha que vão de encontro á theoria da habitabilidade dos mundos. Para que estes podessem ser habitaveis, era evidentemente necessario, que na maior parte dʼelles, fossem modificados os principios da vida. Nʼestes termos, e não me referindo já senão a planetas, nʼuns dʼelles seria o homem queimado e nʼoutros gelado, segundo a respectiva distancia solar. — Sinto, respondeu Miguel Ardan, não conhecer pessoalmente o meu honrado contradictor. A objecção que apresenta tem seu valor, mas creio que póde ser combatida com bom exito, assim como todas as que se oppõe á habitabilidade dos mundos. Se eu fôra um physico, havia de dizer-lhe que, se ha menos calorico em movimento nos planetas proximos do sol, e pelo contrario mais, nos planetas mais afastados, esse mesmo phenomeno é bastante para equilibrar o calor e tornar a temperatura de todos os mundos supportavel para seres organisados como nós outros. Se fôra naturalista havia de repetir-lhe, depois de o terem dito muitos sabios illustres, que a natureza mesmo cá na Terra nos for-<noinclude></noinclude> 5p67cquwp9x06739xo09653ne0t1f7m Página:Da Terra á Lua.pdf/170 106 254261 554395 2026-06-16T14:22:35Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: nece exemplos de animaes que vivem em condições bem diversas de habitabilidade; que os peixes respiram nʼum ambiente que é mortal para os outros animaes; que os amphibios têem uma existencia dupla bastante difficil de explicar; que ha certos habitantes dos mares que se mantem nas camadas de grande profundidade, onde aguentam, sem serem esmagados, pressões de cincoenta ou sessenta atmospheras; que ha diversos insectos aquaticos insensiveis... 554395 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|171|borda_inferior=sim}}</noinclude>nece exemplos de animaes que vivem em condições bem diversas de habitabilidade; que os peixes respiram nʼum ambiente que é mortal para os outros animaes; que os amphibios têem uma existencia dupla bastante difficil de explicar; que ha certos habitantes dos mares que se mantem nas camadas de grande profundidade, onde aguentam, sem serem esmagados, pressões de cincoenta ou sessenta atmospheras; que ha diversos insectos aquaticos insensiveis á acção da temperatura, que se encontram tanto nas nascentes de agua a ferver como nos plainos gelados do oceano polar; e finalmente que é força reconhecer na natureza uma diversidade de meios de acção por vezes incomprehensivel, mas que nem por isso é menos real, e que chega até á omnipotencia. Se eu fôra chimico, havia de dizer-lhe que os aerolithos, corpos evidentemente formados fóra do mundo terrestre, tem revelado pela analyse vestigios indiscutiveis de carbonio, e que esta substancia só tem origem nos seres organisados, e que, em virtude das experiencias de Reichenbach, deve necessariamente ter estado «animalisada». Emfim, se fôra theologo, dir-lhe-ía que, segundo S. Paulo, parece que a redempção divina se applicára, não sómente á Terra, mas a todos os mundos celestes. Mas não sou theologo, nem chimico, nem naturalista, nem physico. E portanto, na minha perfeita ignorancia das grandes leis que regem o universo, limitar-me-hei a responder: — Não sei se os mundos são ou não habitados, e por isso mesmo que não sei, vou lá ver!» Se o adversario de Miguel se abalançou ou não a apresentar outros argumentos é que nós não podemos dizer, porque os gritos freneticos da multidão tornaram-se então capazes de impedir que qualquer opinião fosse sequer ouvida. Logoque se restabeleceu o silencio, ainda nos mais afastados grupos, o triumphante orador terminou, contentando-se em acrescentar as seguintes considerações: {{nop}}<noinclude></noinclude> cavizhrux0jb12wv9vsq5jqm2loihkg Página:Da Terra á Lua.pdf/172 106 254262 554396 2026-06-16T14:26:04Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: superiores; que ali os sabios são mais sabios, os artistas mais artistas, os maus peiores, e os bons melhores. Ai! e que nos falta a nós, pobre espheroide, para chegar a tal perfeição? Bem pouca cousa. Um eixo de rotação, com menos inclinação sobre o plano da orbita! — Pois bem! clamou uma voz impetuosa, unâmos os nossos esforços, inventemos machinas e indireitemos o eixo da Terra! Rebentou ao ouvir-se tal proposta uma trovoada de appla... 554396 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|173|borda_inferior=sim}}</noinclude>superiores; que ali os sabios são mais sabios, os artistas mais artistas, os maus peiores, e os bons melhores. Ai! e que nos falta a nós, pobre espheroide, para chegar a tal perfeição? Bem pouca cousa. Um eixo de rotação, com menos inclinação sobre o plano da orbita! — Pois bem! clamou uma voz impetuosa, unâmos os nossos esforços, inventemos machinas e indireitemos o eixo da Terra! Rebentou ao ouvir-se tal proposta uma trovoada de applausos; o auctor da proposta fôra, e nem outro podia ser, J.-T. Maston. É provavel que o fogoso secretario se deixasse arrastar a aventar tão ousada idéa pelos seus instinctos de engenheiro. Força é dize-lo porém, porque é a verdade, muitos o applaudiram com enthusiasmo, e por certo se tivessem o ponto de apoio que Archimedes reclamava, os americanos teriam construido uma alavanca capaz de levantar o mundo e de endireitar-lhe o eixo. Mas o que lhes faltava, áquelles temerarios constructores, era exactamente o ponto de apoio. Entretanto aquella idéa «eminentemente pratica» teve um exito enorme; suspendeu-se a discussão por um bom quarto de hora, e por muito tempo, por muito tempo ainda, se fallou nos Estados Unidos da America da proposta formulada, com tanta energia pelo secretario perpetuo do Gun-Club. {{nop}}<noinclude></noinclude> 7uvi9h5ynbxfosh45va7ky9nn6wue7z 554397 554396 2026-06-16T14:26:50Z Erick Soares3 19404 554397 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||DA TERRA Á LUA|173|borda_inferior=sim}}</noinclude>superiores; que ali os sabios são mais sabios, os artistas mais artistas, os maus peiores, e os bons melhores. Ai! e que nos falta a nós, pobre espheroide, para chegar a tal perfeição? Bem pouca cousa. Um eixo de rotação, com menos inclinação sobre o plano da orbita! — Pois bem! clamou uma voz impetuosa, unâmos os nossos esforços, inventemos machinas e indireitemos o eixo da Terra! Rebentou ao ouvir-se tal proposta uma trovoada de applausos; o auctor da proposta fôra, e nem outro podia ser, J.-T. Maston. É provavel que o fogoso secretario se deixasse arrastar a aventar tão ousada idéa pelos seus instinctos de engenheiro. Força é dize-lo porém, porque é a verdade, muitos o applaudiram com enthusiasmo, e por certo se tivessem o ponto de apoio que Archimedes reclamava, os americanos teriam construido uma alavanca capaz de levantar o mundo e de endireitar-lhe o eixo. Mas o que lhes faltava, áquelles temerarios constructores, era exactamente o ponto de apoio. Entretanto aquella idéa «eminentemente pratica» teve um exito enorme; suspendeu-se a discussão por um bom quarto de hora, e por muito tempo, por muito tempo ainda, se fallou nos Estados Unidos da America da proposta formulada, com tanta energia pelo secretario perpetuo do Gun-Club. {{nop}}<noinclude></noinclude> 6u8sfwoyk5390dzojpg3if46pkmvmup Página:Da Terra á Lua.pdf/171 106 254263 554398 2026-06-16T14:30:25Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554398 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|172|VIAGENS MARAVILHOSAS|borda_inferior=sim}}</noinclude>«Bem deveis pensar, estimaveis Yankees, que apenas toquei de leve tão momentosa questão; eu não vim aqui para fazer um curso publico e defender theses ácerca de tão vasto assumpto. Ha ainda uma collecção completa de argumentos de natureza inteiramente differente a favor da habitabilidade dos mundos. Pô-los-hei de parte. Dêem-me entretanto licença que insista ácerca de um unico ponto. Áquelles que sustentam que os planetas não são habitados, deve responder-se: — Póde ser que tenhaes rasão, se é que está demonstrado que a Terra é o melhor dos mundos possiveis; mas isso é que não é assim, apesar do que Voltaire disse a tal respeito. A Terra tem um só satellite, emquanto Jupiter, Urano, Saturno e Neptuno têem muitos ao seu serviço, vantagem que não é para desdenhar. Mas o que, mais que tudo, torna o nosso globo pouco ''confortable'', é a inclinação do eixo sobre a orbita. Dʼesta vem a desigualdade dos dias e das noites; dʼesta a incommoda diversidade das estações. No nosso desgraçado espheroide faz sempre frio ou calor demasiado; gela-se por cá no inverno, e arde-se no estio; é o planeta dos defluxos, dos coryzas e das constipações, emquanto na superficie de Jupiter, por exemplo, cujo eixo tem pequena inclinação<ref>A inclinação do eixo de Jupiter, sobre a sua orbita, é apenas de 3° 6'.</ref>, os habitantes, se é que existem, podem gosar temperaturas invariaveis; ali ha uma zona das primaveras, uma zona dos estios, uma zona dos outonos e uma zona de invernos perpetuos; cada habitante de Jupiter póde escolher o clima que mais lhe convier, e pôr-se para toda a vida ao abrigo das variações de temperatura. Haveis portanto de conceder-me sem difficuldade a superioridade de Jupiter em relação ao nosso planeta, sem fallar já das revoluções annuas dʼaquelle astro, que duram cada uma doze annos dos nossos! Ainda mais, é para mim evidente, que com taes auspicios e em tão maravilhosas condições de existencia, os habitantes dʼesse mundo afortunado são entes<noinclude> {{smallrefs}}</noinclude> rmwop2av2zdm88zheq2v81avwpac4h9 Da Terra á Lua/XIX 0 254264 554399 2026-06-16T14:31:31Z Erick Soares3 19404 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: <pages index="Da Terra á Lua.pdf" from=160 to=172 fromsection="Cap. 19" header=1/> {{rule|5em|align=left}} {{Smallrefs}} {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:From the Earth to the Moon/Chapter XIX]] [[be:З пушкі на Луну/Ад Зямлі да Луны/XIX]] [[it:Dalla Terra alla Luna/Capitolo XIX]] 554399 wikitext text/x-wiki <pages index="Da Terra á Lua.pdf" from=160 to=172 fromsection="Cap. 19" header=1/> {{rule|5em|align=left}} {{Smallrefs}} {{Modernização}} {{DP-3}} [[en:From the Earth to the Moon/Chapter XIX]] [[be:З пушкі на Луну/Ад Зямлі да Луны/XIX]] [[it:Dalla Terra alla Luna/Capitolo XIX]] 4tvlpwkicul42aoqr16y7b6rb607x5f Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/258 106 254265 554403 2026-06-16T15:35:44Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Brandão, que moraram nesta casa, e pela materna, de D. Maria Barbosa Mendes e seu marido António de Sousa de Andrade. Henrique Bacelar casou na casa de Santa Ana da Seara de Quintão, freguesia de Ferreira, com D. Prudência da Cunha de Amorim. Além de outros filhos, tiveram Manuel da Cunha Andrade e Sousa, formado em direito e Juiz de Fora, no Brasil<ref>É este o dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa, tantas vezes citado neste livro.</r... 554403 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Brandão, que moraram nesta casa, e pela materna, de D. Maria Barbosa Mendes e seu marido António de Sousa de Andrade. Henrique Bacelar casou na casa de Santa Ana da Seara de Quintão, freguesia de Ferreira, com D. Prudência da Cunha de Amorim. Além de outros filhos, tiveram Manuel da Cunha Andrade e Sousa, formado em direito e Juiz de Fora, no Brasil<ref>É este o dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa, tantas vezes citado neste livro.</ref> (''Cfr. freguesia de Ferreira''). D. João V mandou passar carta de Nobreza a Henrique Bacelar<ref>Acha-se registada no livro 9.0, fl. 464, dos Brasões da Nobreza. Vi-a, e encontra-se, actualmente, em poder do snr. António José da Silva Júnior, casado com uma terceira neta do dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa.</ref>. Procedem desta casa da Igreja os dois esforçados e valorosos irmãos, João Freire de Andrade e Francisco de Sousa, filhos de João de Barros Bacelar, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Fidalgo da Casa Real e de sua mulher D. Isabel de Faria Brandão, avós daquele Henrique Bacelar. Os dois irmãos, tendo servido o Rei, no continente, passaram à Índia, em 1638, na companhia de seu primo Diogo Borges, onde tiveram postos elevados e honrosos. Outro seu irmão, de nome António de Barros Freire, casou, como fica dito, com D. Ana Soares de Lençóis, que era da casa do Fôjo, em Cerdal (Valença). Também foi natural desta freguesia fr. António de Jesus, fundador do convento da Falperra, para o qual entrou em 1833 (''Cfr. cap. XI''). Com quanto nas «''Inquirições''», de D. Afonso III, se designe esta «''collatio''» (paróquia) por «''Varzea''», como já se notou, é contudo certo que no mesmo diploma se faz alusão a casais de «''Parada''», e parece que estes casais estavam acima do sítio das ''Eiras'', também mencionado nelas. O lugar de «''Cenoy''», de «''Porto de Val-Mourinho''», a «''lagoa de Lamas''», as poldras de «''Porto de Mórga''», etc., são indicados nas ditas «''Inquirições''», e por isso conhecidos há bastantes séculos. Alguns casais pagavam «''fossadeira''» ao Rei, em dinheiro, pelo mês de Janeiro. Iam à «''anuduva''», à «''entroviscada''», pagavam «''luctuosa''» davam de comer (''vida'') ao Mordomo. O mosteiro de Ganfei tinha aqui dois casais, e a herdade de Aldonsa Cristóval era foreira ao «''Hospital''» (Ordem de Malta). Segundo o «''Foral''» de D. Manuel, eram obrigados os moradores desta freguesia a pagar, de «''fossadeira''», 21 reais, por meio de repartição. {{c|---}} Foi daqui natural Brás Rodrigues de Magalhães, juíz de Fora em Melgaço e Desembargador da Suplicação, na Índia. {{rule}} 1 2 518 519<noinclude></noinclude> rf9ymhr2niqh2rwy4qyx4wzbn566cgm 554404 554403 2026-06-16T15:36:35Z Ruiaraujo1972 38032 554404 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Brandão, que moraram nesta casa, e pela materna, de D. Maria Barbosa Mendes e seu marido António de Sousa de Andrade. Henrique Bacelar casou na casa de Santa Ana da Seara de Quintão, freguesia de Ferreira, com D. Prudência da Cunha de Amorim. Além de outros filhos, tiveram Manuel da Cunha Andrade e Sousa, formado em direito e Juiz de Fora, no Brasil<ref>É este o dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa, tantas vezes citado neste livro.</ref> (''Cfr. freguesia de Ferreira''). D. João V mandou passar carta de Nobreza a Henrique Bacelar<ref>Acha-se registada no livro 9.0, fl. 464, dos Brasões da Nobreza. Vi-a, e encontra-se, actualmente, em poder do snr. António José da Silva Júnior, casado com uma terceira neta do dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa.</ref>. Procedem desta casa da Igreja os dois esforçados e valorosos irmãos, João Freire de Andrade e Francisco de Sousa, filhos de João de Barros Bacelar, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Fidalgo da Casa Real e de sua mulher D. Isabel de Faria Brandão, avós daquele Henrique Bacelar. Os dois irmãos, tendo servido o Rei, no continente, passaram à Índia, em 1638, na companhia de seu primo Diogo Borges, onde tiveram postos elevados e honrosos. Outro seu irmão, de nome António de Barros Freire, casou, como fica dito, com D. Ana Soares de Lençóis, que era da casa do Fôjo, em Cerdal (Valença). Também foi natural desta freguesia fr. António de Jesus, fundador do convento da Falperra, para o qual entrou em 1833 (''Cfr. cap. XI''). Com quanto nas «''Inquirições''», de D. Afonso III, se designe esta «''collatio''» (paróquia) por «''Varzea''», como já se notou, é contudo certo que no mesmo diploma se faz alusão a casais de «''Parada''», e parece que estes casais estavam acima do sítio das ''Eiras'', também mencionado nelas. O lugar de «''Cenoy''», de «''Porto de Val-Mourinho''», a «''lagoa de Lamas''», as poldras de «''Porto de Mórga''», etc., são indicados nas ditas «''Inquirições''», e por isso conhecidos há bastantes séculos. Alguns casais pagavam «''fossadeira''» ao Rei, em dinheiro, pelo mês de Janeiro. Iam à «''anuduva''», à «''entroviscada''», pagavam «''luctuosa''» davam de comer (''vida'') ao Mordomo. O mosteiro de Ganfei tinha aqui dois casais, e a herdade de Aldonsa Cristóval era foreira ao «''Hospital''» (Ordem de Malta). Segundo o «''Foral''» de D. Manuel, eram obrigados os moradores desta freguesia a pagar, de «''fossadeira''», 21 reais, por meio de repartição. {{c|---}} Foi daqui natural Brás Rodrigues de Magalhães, juíz de Fora em Melgaço e Desembargador da Suplicação, na Índia. {{rule}}<noinclude></noinclude> cyy4cjz8pvqnpuvukom1xaxhfsi32gs 554405 554404 2026-06-16T15:36:56Z Ruiaraujo1972 38032 554405 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Brandão, que moraram nesta casa, e pela materna, de D. Maria Barbosa Mendes e seu marido António de Sousa de Andrade. Henrique Bacelar casou na casa de Santa Ana da Seara de Quintão, freguesia de Ferreira, com D. Prudência da Cunha de Amorim. Além de outros filhos, tiveram Manuel da Cunha Andrade e Sousa, formado em direito e Juiz de Fora, no Brasil<ref>É este o dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa, tantas vezes citado neste livro.</ref> (''Cfr. freguesia de Ferreira''). D. João V mandou passar carta de Nobreza a Henrique Bacelar<ref>Acha-se registada no livro 9.º, fl. 464, dos Brasões da Nobreza. Vi-a, e encontra-se, actualmente, em poder do snr. António José da Silva Júnior, casado com uma terceira neta do dr. Manuel da Cunha Andrade e Sousa.</ref>. Procedem desta casa da Igreja os dois esforçados e valorosos irmãos, João Freire de Andrade e Francisco de Sousa, filhos de João de Barros Bacelar, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Fidalgo da Casa Real e de sua mulher D. Isabel de Faria Brandão, avós daquele Henrique Bacelar. Os dois irmãos, tendo servido o Rei, no continente, passaram à Índia, em 1638, na companhia de seu primo Diogo Borges, onde tiveram postos elevados e honrosos. Outro seu irmão, de nome António de Barros Freire, casou, como fica dito, com D. Ana Soares de Lençóis, que era da casa do Fôjo, em Cerdal (Valença). Também foi natural desta freguesia fr. António de Jesus, fundador do convento da Falperra, para o qual entrou em 1833 (''Cfr. cap. XI''). Com quanto nas «''Inquirições''», de D. Afonso III, se designe esta «''collatio''» (paróquia) por «''Varzea''», como já se notou, é contudo certo que no mesmo diploma se faz alusão a casais de «''Parada''», e parece que estes casais estavam acima do sítio das ''Eiras'', também mencionado nelas. O lugar de «''Cenoy''», de «''Porto de Val-Mourinho''», a «''lagoa de Lamas''», as poldras de «''Porto de Mórga''», etc., são indicados nas ditas «''Inquirições''», e por isso conhecidos há bastantes séculos. Alguns casais pagavam «''fossadeira''» ao Rei, em dinheiro, pelo mês de Janeiro. Iam à «''anuduva''», à «''entroviscada''», pagavam «''luctuosa''» davam de comer (''vida'') ao Mordomo. O mosteiro de Ganfei tinha aqui dois casais, e a herdade de Aldonsa Cristóval era foreira ao «''Hospital''» (Ordem de Malta). Segundo o «''Foral''» de D. Manuel, eram obrigados os moradores desta freguesia a pagar, de «''fossadeira''», 21 reais, por meio de repartição. {{c|---}} Foi daqui natural Brás Rodrigues de Magalhães, juíz de Fora em Melgaço e Desembargador da Suplicação, na Índia. {{rule}}<noinclude></noinclude> i8y7g04yont1slc00r0puft5jlqpgsw Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/259 106 254266 554406 2026-06-16T15:48:27Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{c|'''PAREDES'''}} {{c|'''<small>O seu orago é Santa Maria. População 1160 habitantes, 501 do sexo masculino e 659 do feminino</small>'''}} Segundo se lê nas «''Inquirições''» de D. Afonso III, chamava-se, naquele tempo, ''Santa Maria de Doadi''. O snr. tenente-coronel Cunha Brandão, escreveu, na «Voz de Coura», diversos artigos, que constituem interessante trabalho de investigação, tendentes a mostrar quando se operou a transição... 554406 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>{{c|'''PAREDES'''}} {{c|'''<small>O seu orago é Santa Maria. População 1160 habitantes, 501 do sexo masculino e 659 do feminino</small>'''}} Segundo se lê nas «''Inquirições''» de D. Afonso III, chamava-se, naquele tempo, ''Santa Maria de Doadi''. O snr. tenente-coronel Cunha Brandão, escreveu, na «Voz de Coura», diversos artigos, que constituem interessante trabalho de investigação, tendentes a mostrar quando se operou a transição de - ''Doadi'' - para ''Paredes''. -- imagem -- Trecho da vila de Paredes de Coura O paciente investigador, demonstra que nas «''Inquirições''» ''de D. Dinis''<ref>''Códice n.º 50, de leitura nova'', na Torre do Tombo.</ref>, tratando-se do julgado de Fraião, se enumera entre as freguesias que então o constituiam, a de Santa Maria de ''Doadi'', mas que, no Códice n.º 48, do mesmo Corpo, intitulado - «Primeiro das honras e devassas dalemdoyro», já se fala da freguesia de - «''Paredes''». E, continua o nosso patrício, tendo D. Dinis ordenado as inquirições da Beira e Além-Douro (materia do Códice n.º 50) por carta de 15 de Janeiro, de 1290 (de J. C.), e as de Além-Douro (materia do Códice n.º 48) e 2 de Outubro, de 1307 (de J. C.), é evidente que foi no período que mediou entre 1290 e 1307, que se operou aquela transicção. Quanto à etimologia de ''Paredes'', vai o mesmo douto escritor filiá-la no facto da granja, herdade ou quinta, que -- imagem -- Rua Conselheiro Miguel Dantas {{rule}}<noinclude></noinclude> ittan692k4i304o80vncx6t50u9ueur Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/260 106 254267 554407 2026-06-16T15:55:49Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: aqui havia, ser cercada de muros ou paredes, em volta da qual se foram construindo algumas casas, sendo o lugar, já então conhecido por «''Quinta de Paredes''», o preferido no tempo do rei «Lavrador» para dar o nome à freguesia, que conserva desde o reinado deste príncipe. A sua paroquial ressente-se da exiguidade de dimensões para o serviço do culto e densidade da população. Diz-se que, primitivamente, fora edificada no lugar de San... 554407 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>aqui havia, ser cercada de muros ou paredes, em volta da qual se foram construindo algumas casas, sendo o lugar, já então conhecido por «''Quinta de Paredes''», o preferido no tempo do rei «Lavrador» para dar o nome à freguesia, que conserva desde o reinado deste príncipe. A sua paroquial ressente-se da exiguidade de dimensões para o serviço do culto e densidade da população. Diz-se que, primitivamente, fora edificada no lugar de Santa, sendo depois mudada para o sítio de S. Sebastião, onde agora está a capela desta invocação; e que no princípio do século XVIII<ref>Devo esta informação ao snr. Dr. Figueiredo da Guerra, conhecido arqueólogo e meu estimado amigo.</ref> foi removida para o local que ocupa hoje. Da sua erecção em S. Sebastião penso que não pode duvidar-se, não só por ser essa, a tradição muito persistente, mas porque, quando o falecido possuidor<ref>Alexandre J. Soares d'Oliveira.</ref> das propriedades conjuntas à capela, mandou proceder (1876) ao arroteamento duma delas, foram encontradas bastantes sepulturas, algumas das quais estavam abertas em pedras e outras eram formadas por tijolos, e ainda outras por pequenas lágeas. Tenho, porém, razões para crer que a transladação da igreja para o sítio actual, é anterior ao século XVIII. Com efeito: na primeira «visita» feita pelo arcebispo D. Rodrigo de Moura Teles, à igreja de Paredes, a 13 de Maio, de 1707, deixou ele escrito que «a capela de S. Sebastião precisava de ser retelhada e o retábulo de ser pintado; e os moradores da freguesia a mandariam reparar e retelhar ''por se não arruinar de todo''». Ora, tendo sido construída esta capela onde estava, dantes a igreja paroquial, era preciso que tivesse decorrido muito tempo, pelo menos dezenas de anos, para chegar ao estado de ruína de que fala o arcebispo. E na segunda visita (1714) do mesmo arcebispo, encontrando-a «''indecentissima''», ordenou por isso ao Pároco que retirasse logo dela a imagem de S. Sebastião e que, se o povo a não pusesse decente, «a demolisse e no seu lugar se levantasse um padrão com sua cruz». Este abandono e desprezo não se operava em poucos anos: e por isso sou levado à conclusão de que a sua edificação é muito anterior ao começo do século XVIII. Mas, como esta capela foi levantada no sítio ocupado pela igreja, segue-se que esta foi dali retirada muito antes daquele século, talvez na primeira meação do século XVII. Dar maiores proporções ao templo actual e aparência mais agradável, são ideias que vão germinando no espírito dos paroquianos, sendo de esperar que não fiquem sem realização. Está nela erecta, entre outras, a confraria do Sacramento, que desde alguns anos tem sido beneficiada com importantes legados. O cemitério, cuja construção tomou parte do adro, é pouco espaçoso para o movimento obituário da paróquia. Como todas as outras, esta freguesia produz cereais e algum vinho, mas ressente-se de falta de lenhas para combustível doméstico. Os seus montados também são escassos. Ao norte é banhada pelo rio Coura. Os seus principais lugares são: ''Sequeirô'', que é uma continuação da vila, ''Lamamá'', ''Santa'' e ''Codessal''. Antigamente pagavam os seus moradores um imposto, {{rule}}<noinclude></noinclude> 53hbzpyvdhjpc73x0q14rng70663k0b Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/261 106 254268 554408 2026-06-16T16:07:07Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: a que se dava o nome de «''bragal''», que D. Manuel substituiu por 500 reais<ref>«''Bragal''» era pano de linho grosso, atravessado por muitos cordões, e media cada um 7 ou 8 varas. Nos primeiros tempos da monarquia véndiam-se muitas terras por ''vacas'', ''poldras'', ''cavalos'', ''podengos'', e, como diz Viterbo, apareciam naquele tempo muitos documentos que falavam de «''bragais''», como se fosse moeda corrente e por isso é de crer... 554408 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>a que se dava o nome de «''bragal''», que D. Manuel substituiu por 500 reais<ref>«''Bragal''» era pano de linho grosso, atravessado por muitos cordões, e media cada um 7 ou 8 varas. Nos primeiros tempos da monarquia véndiam-se muitas terras por ''vacas'', ''poldras'', ''cavalos'', ''podengos'', e, como diz Viterbo, apareciam naquele tempo muitos documentos que falavam de «''bragais''», como se fosse moeda corrente e por isso é de crer que eles servissem também para estas transacções. (''Viterbo'', v. ''Bragal'').</ref>. Este tributo era pago por meio de repartição. {{c|---}} A freguesia tem «''Tombo''», que deve ser dos mais antigos do concelho, pois teve começo no ano de 1540, a 12 do mês de Dezembro. Foi requerido ao Vigário Geral de Entre Lima e Minho - o Dr. Fernão Martins -- pelo abade de Paredes António Neto. O seu primeiro termo foi escrito na aldeia do Codessal, onde se reuniram os louvados com o juiz e tabelião. O Vigário Geral concedeu a autorização requerida e fulminou com a pena de excomunhão todos aqueles que não informassem a verdade. É curioso o formulário empregado para isso por aquela autoridade eclesiástica, ex.: «malditos sejam eles e elas (informadores) com 366 conjunturas (decerto o ano era bissexto) que Deus em eles pôs, amen»; «malditos sejam eles, e suas mulheres fiquem viúvas, e seus filhos órfãos, e suas moradas desertas e ninguém queira viver em elas, amen»; «malditos sejam eles e as casas em que viverem e as camas em que se deitarem e a roupa que cobrirem e o calçado que calçarem e a roupa que vestirem, amen»; «malditos sejam eles e suas almas sejam perdidas e lançadas no fogo do inferno com Datan, Abiran e «Brazabu», príncipe dos Diabos, amen, etc., etc. Neste «''Tombo''» foi encorporada, a requerimento do enfiteuta do «prazo da Igreja», a respectiva escritura, feita na vila de Valença a 2 de Março, de 1444, cujo prazo pagava à igreja de Paredes 12 tostões brancos e 5 alqueires de pão meado. Esta escritura foi confirmada pelo Chantre e Vigário Geral do Bispado de Tuy, que ao tempo abrangia o território de Entre Lima e Minho. A carta de confirmação foi passada e assinada em Valença a 4 de Maio, de 1474. Esta paróquia pagava, naquele tempo<ref>Quando se organizou o «''Tombo''».</ref>, ao arcebispo de Braga, 9 «buzios»<ref>«''Buzio''» era uma medida de sólidos muito usada no norte do país e datava do princípio da monarquia. Correspondia a 4 alqueires. (''Viterbo'').</ref>, 1 alqueire de pão meado e 46 reis de leonezes em dinheiro; e ao Arcediago, 11 buzios de pão meado, e de visitação 180 reis, em dinheiro. O original do «Tombo», de onde foi extraída, a 17 de Setembro, de 1703, a cópia autêntica que existe no arquivo paroquial desta freguesia, encontrava-se na cidade de Braga no arquivo e administração de Valença<ref>Esta cópia foi requerida pelo abade de Paredes Bento de Barbosa Soares.</ref>. {{c|---}} É nesta freguesia que tem assento a vila de ''Paredes de Coura'', povoação antiquíssima, que, a contar de 1875 e {{rule}}<noinclude></noinclude> gyuupgxavqfxbufnduhyy0kie9h8dag Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/262 106 254269 554409 2026-06-16T16:15:36Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: sobretudo desde 1881, é que tem progredido consideravelmente. Ninguém queira ver nela uma povoação dilatada, com longas ruas e amplas praças. Não. É modesta, está a fazer-se; mas as suas feições novas dão-lhe um tom de graciosidade que impressiona bem. As estradas que a cortam, marginadas por edificações modernas, imprimem-lhe o aspecto de uma aranha, que repousasse no centro da sua teia. As ruas são espaçosas, tem largos bem arvor... 554409 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>sobretudo desde 1881, é que tem progredido consideravelmente. Ninguém queira ver nela uma povoação dilatada, com longas ruas e amplas praças. Não. É modesta, está a fazer-se; mas as suas feições novas dão-lhe um tom de graciosidade que impressiona bem. As estradas que a cortam, marginadas por edificações modernas, imprimem-lhe o aspecto de uma aranha, que repousasse no centro da sua teia. As ruas são espaçosas, tem largos bem arvorisados e frui todos os melhoramentos reclamados pela vida social do nosso tempo, como correio, telégrafo, posta-rural, alquilarias, cafés, hospedarias, casas de pasto, sapatarias, alfaiatarias, jardim público, iluminação, serralharias, etc. {{c|---}} Em 1758, o abade desta freguesia D. Francisco Xavier de Brito, citava, como pessoas notáveis dela, Sebastião da Cunha Barbosa, Governador de Vila Nova de Cerveira; António Pereira da Cunha, coronel e Governador de Caminha; Sebastião Pereira da Cunha e Castro, Mestre de Campo, governando um ''terço'' de infantaria auxiliar, e Bento Pereira de Castro, com patente de Sargento-mór de batalha (general) e Governador da praça de Valença<ref>«Voz de Coura», 2.º ano n.º 48.</ref>. {{c|---}} Muitas casas de distinta linhagem tem havido nesta freguesia, como as da ''Barrosa'', de ''Santa'', da ''Labadoura'', do ''Soutinho'' e dos ''Pereiras da Cunha'', algumas das quais, e entre elas à última, ainda conservam representação viva. {{c|CASA DA LABADOURA}} Trás a sua origem de Manuel Soares de Lençóis, que foi senhor dela e da quinta da Nogueira. Sucedeu-lhe D. Francisca Barbosa Sotto-Maior, que foi casada com Francisco Pitta Malheiro, fidalgo da Casa Real. Tiveram três filhos que faleceram meninos. Por falta de sucessão directa, legítima, passou para os senhores de Pias, que a venderam, em 1874, a Alexandre José Soares d'Oliveira, desta vila, onde foi Director do correio. {{c|CASA GRANDE}} Pertence ao snr. António Pereira da Cunha, e é situada na vila. (''Cfr. freguesia de Cunha'') Esta nobre família teve ligações de sangue com as casas de ''Mantelães'' e de ''Boi-a-Monte'', em Formariz, e com a do ''Paço d'Antas'', em Rubiães. {{c|---}} Há diferentes capelas na área desta freguesia, sendo umas públicas e outras particulares. Entre as últimas mencionarei a do snr. António Pereira da Cunha, junto do terreiro da Casa Grande, com frente para o largo das Oliveiras. Depois de estar bastantes anos em ruínas, foi mandada reparar pelo seu actual possuidor e exposta, depois, à veneração no ano de 1903, dia 1 de Agosto<ref>A pedra de armas, que está nesta capela, foi ali colocada por ocasião da sua último reparação, e veio da casa Lizouros em Cunha.</ref>. {{rule}}<noinclude></noinclude> 03s26ajb8l917gpg3khiwgmqfkp3exf Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/263 106 254270 554410 2026-06-16T16:27:46Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Neste dia foi benzida solenemente pelo snr. Dr. Júlio César Gomes Barbosa, sacerdote muito ilustrado e procurador do nobre fidalgo. Em seguida à bênção celebrou-se uma festividade religiosa, muito luzida, em honra do seu padroeiro S. Brás, à qual assistiram o dono da capela, sua avó D. Maria Ana Machado Castelo-Branco, seu irmão Sebastião e esposa, os srs. condes de Bertiandos e da Figueiroa, D. Miguel Vaz d'Almada e esposa, D. Maria... 554410 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Neste dia foi benzida solenemente pelo snr. Dr. Júlio César Gomes Barbosa, sacerdote muito ilustrado e procurador do nobre fidalgo. Em seguida à bênção celebrou-se uma festividade religiosa, muito luzida, em honra do seu padroeiro S. Brás, à qual assistiram o dono da capela, sua avó D. Maria Ana Machado Castelo-Branco, seu irmão Sebastião e esposa, os srs. condes de Bertiandos e da Figueiroa, D. Miguel Vaz d'Almada e esposa, D. Maria Francisca d'Almada, D. José de Pombal, Nicolau Marinho Gomes d'Abreu, notário; Bartolomeu Kopke S. de Sousa Lobo e esposa, Justino Guerra, escrivão de fazenda, dr. António Nogueira, presidente da Câmara e outras pessoas. Na festividade tomaram parte os seguintes sacerdotes: Dr. Júlio C. Gomes Barbosa, celebrante; Drs. Bernardo Chauzal e Manuel J. da Cunha Rivas, acólitos; Alfredo da S. Machado, abade José Bento Ribeiro, Narciso C. Alves da Cunha, que recitou o panegírico do padroeiro, e outros de Viana do Castelo. No fim foi oferecido aos convidados lauto banquete no palacete do snr. Pereira da Cunha, servido por criados seus com a farda da casa. {{c|---}} A capela do Asilo de ''N. Senhora da Conceição'' também é particular. O seu material veio de outra que havia em Castanheira. Está distintamente ornamentada. Tanto esta capela, como o edifício do Asilo são de construção recente, e este é destinado à recepção e educação de meninas órfãos e desamparadas. Apenas está construído metade, mas já se albergam nele algumas crianças, naquelas condições, desde alguns anos. Esta casa é administrada por Irmãs Hospitaleiras pelo que diz respeito à educação e instrução das asiladas e serviço doméstico. {{c|---}} Tem mais as capelas públicas de ''N. Senhora do Rosário'', no lugar de Lamamá, de ''S. Sebastião'' e de ''S. António'' na Nogueira. No mesmo lugar de Lamamá houve outra, sob a invocação de ''N. Senhora das Neves'', como consta da «visitação que lhe fez o «Visitador» Dr. Domingos Goês da Mota, a 9 de Dezembro, de 1705<ref>Livro das visitações, no arquivo paroquial da freguesia de Paredes.</ref> e outros. {{c|---}} Depreende-se da «visitação feita a 4 de Julho, de 1715, que, nesse ano, andava em construção a torre da igreja paroquial<ref>É certo, que no ano de 1822 o Visitador notou que ainda se não tinha cuidado de construir a torre, e na «visitação de 30 de Novembro», de 1824 ordenou-se que ela fosse edificada no praso dum ano, e que fosse desfeito o «''resto''» da velha.</ref>, assim como se ''forou'' de novo a mesma igreja e se comprou um sino e custódia dourada. No ano de 1713 fizeram-se ''portas novas'', e no de 1709 o «Visitador» mandou assentar em cal o cume do telhado. {{rule}}<noinclude></noinclude> ekvpq17z0acjaoxn3c297c1ebc5cgcw Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/264 106 254271 554411 2026-06-16T16:28:36Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: -- duplicada -- Neste dia foi benzida solenemente pelo snr. Dr. Júlio César Gomes Barbosa, sacerdote muito ilustrado e procurador do nobre fidalgo. Em seguida à bênção celebrou-se uma festividade reli- giosa, muito luzida, em honra do seu padroeiro S. Brás, à qual assistiram o dono da capela, sua avó D. Maria Ana Machado Castelo-Branco, seu irmão Sebastião e esposa, os srs. condes de Bertiandos e da Figueiroa, D. Miguel Vaz d'Almada e... 554411 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>-- duplicada -- Neste dia foi benzida solenemente pelo snr. Dr. Júlio César Gomes Barbosa, sacerdote muito ilustrado e procurador do nobre fidalgo. Em seguida à bênção celebrou-se uma festividade reli- giosa, muito luzida, em honra do seu padroeiro S. Brás, à qual assistiram o dono da capela, sua avó D. Maria Ana Machado Castelo-Branco, seu irmão Sebastião e esposa, os srs. condes de Bertiandos e da Figueiroa, D. Miguel Vaz d'Almada e esposa, D. Maria Francisca d'Almada, D. José de Pombal, Nicolau Marinho Gomes d'Abreu, notário; Bartolomeu Kopke S. de Sousa Lobo e esposa, Justino Guerra, escrivão de fazenda, dr. António Nogueira, presi- dente da Câmara e outras pessoas. Na festividade tomaram parte os seguintes sacerdotes: Dr. Júlio C. Gomes Barbosa, celebrante; Drs. Bernardo Chauzal e Manuel J. da Cunha Rivas, acólitos; Alfredo da S. Machado, abade José Bento Ribeiro, Narciso C. Alves da Cunha, que recitou o panegírico do padroeiro, e outros de Viana do Castelo. No fim foi oferecido aos convidados lauto banquete no palacete do snr. Pereira da Cunha, servido por criados seus com a farda da casa. A capela do Asilo de N. Senhora da Conceição também é particular. O seu material veio de outra que havia em Castanheira. Está distintamente ornamentada. Tanto esta capela, como o edifício do Asilo são de construção recente, e este é destinado à recepção e educação de meninas órfãos e desamparadas. Apenas está construído metade, mas já se albergam nele algumas crianças, naquelas condições, desde alguns anos. Esta casa é administrada por Irmãs Hospitaleiras pelo que diz respeito à educação e instrução das asiladas e serviço doméstico. Tem mais as capelas públicas de N. Senhora do Rosário, no lugar de Lamamá, de S. Sebastião e de S. António na Nogueira. No mesmo lugar de Lamamá houve outra, sob a invocação de N. Senhora das Neves, como consta da «visitação que lhe fez o «Visitador» Dr. Domingos Goês da Mota, a 9 de Dezembro, de 1705 e outros. Depreende-se da visitação»> feita a 4 de Julho, de 1715, que, nesse ano, andava em construção a torre da igreja paroquial 2, assim como se forou de novo a mesma igreja e se comprou um sino e custódia dourada. No ano de 1713 fizeram-se portas novas, e no de 1709 o «Visitador» mandou assentar em cal o cume do telhado. Paredes. Livro das visitações », no arquivo paroquial da freguesia de 2 É certo, que no ano de 1822 o Visitador notou que ainda se não tinha cuidado de construir a torre, e na «visitação de 30 de Novembro, de 1824 ordenou-se que ela fosse edificada no praso dum ano, e que fosse desfeito o resto da velha. 528 34 529<noinclude></noinclude> eksu93h24ntxn2f100gjhhn1emi4car Página:No Alto Minho Paredes de Coura.pdf/265 106 254272 554412 2026-06-16T16:35:37Z Ruiaraujo1972 38032 /* !Páginas não revisadas */ [[Ajuda:SEA|←]] nova página: Segundo as ''Inquirições'' de D. Afonso III, os moradores desta paróquia pagavam de «''fossadeira''», pelo S. João, certo número de ''bragais'', como já notei; iam à «''anuduva''», à «''entruviscada''» e pagavam «''loitosa''» ao Rei. Lê-se no mesmo diploma que os filhos e netos de ''Gunsalvo Bobárra'' pagavam foro ao Rei por possuirem as «eiras» da Terra de Fraião; que os filhos e netos de ''Pedro Aguio'' e de ''Pedro Samniz'' também... 554412 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="1" user="Ruiaraujo1972" /></noinclude>Segundo as ''Inquirições'' de D. Afonso III, os moradores desta paróquia pagavam de «''fossadeira''», pelo S. João, certo número de ''bragais'', como já notei; iam à «''anuduva''», à «''entruviscada''» e pagavam «''loitosa''» ao Rei. Lê-se no mesmo diploma que os filhos e netos de ''Gunsalvo Bobárra'' pagavam foro ao Rei por possuirem as «eiras» da Terra de Fraião; que os filhos e netos de ''Pedro Aguio'' e de ''Pedro Samniz'' também eram foreiros por terem a Terra de Fraião, e que o casal ''d'Alvito Afonso'' foi doado por Dona Maior Soares, mulher de D. Paio Novais, aos Templários, por sua alma. {{c|---}} Na «visitação» de 25 de Novembro, de 1725, determinou-se que a Confraria do Sacramento mandasse fazer uma ''tribuna'', visto ter-lhe sido concedida, por Breve Apostólico, a faculdade de fazer o jubileu das Quarenta-Horas. {{c|---}} Foi natural desta vila e freguesia o Dr. Albano António Barreiros d'Oliveira, médico-cirurgião pela Escola do Porto. Era um bom. Tenho-lhe o nome escrito no coração. Espírito esclarecido e culto, alma aberta a todas as sugestões altruistas, morreu muito novo, na pujança da vida, mas a sua memória está viva e radicada na alma de todos os courenses, aureolada da veneração que o povo lhe consagra. Coração de oiro era o dele e excessiva a sua modéstia. Simples no trato e alheio às intumescencias da vaidade, havia a esperar dele os óptimos frutos da sua reflectida prudência e vigoroso talento. Para seguir na esteira luminosa das conquistas da ciência, que professava, lidava todos os dias com as suas melhores publicações, dedicando-lhes horas regulamentares de leitura, como se estivera na aprendizagem escolar, onde as lições e o estudo se fazem por períodos cronometricamente determinados. As suas horas de estudo eram «''canónicas''». E, assim, aditou o seu pecúlio de saber, que era muito. O meio, acanhado e extremamente restrito para a expansão das suas aptidões e faculdades, não se prestava à largueza dos voos da sua notável mentalidade. Mas a sua piedade filial - esmalte formosíssimo do seu coração - e o amor à sua terra, levaram-no a estabelecer aqui o seu consultório. Não teve os pergaminhos aristocráticos do nascimento, mas sobraram-lhe os literários e científicos, para atestar a cultura ordenada da sua inteligência e as cintilações da sua competência profissional. Nasceu a 4 de Setembro, de 1843, sendo seus pais António José Barreiros da Cunha, escrivão de fazenda e sua esposa D. Rosa Luísa d'Oliveira. Frequentou gramática latina nesta vila com muito aproveitamento e em 1859 foi matricular-se no liceu de Braga. Em 1861 era nomeado escrituário de fazenda para a respectiva repartição deste concelho, ficando a exercer, interinamente, este lugar seu irmão o snr. Bento Barreiros d'Oliveira, actual escrivão de fazenda em Viana do Castelo, a fim de que aquele não interrompesse a carreira das letras, auspiciosamente iniciada e brilhantemente concluida. No mês de Outubro, de 1863, matriculou-se, no 1.º ano da Academia Politécnica, do Porto, e fez exame a 30 de<noinclude></noinclude> j2rpcab1eiq3wn4yuem4vfwmstpn9x6 Página:Comédias Martins Pena - Livraria Garnier.pdf/322 106 254273 554413 2026-06-16T16:48:32Z JppBr98 28173 /* Revista */ 554413 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh|256|{{sc|o caixeiro da taverna}}}}</noinclude>{{sc|angelica}}. — Não estás casado? e quem é o marido da Deolinda? {{sc|francisco}}. — Não lhe posso dizer… mas juro-lhe que estou tão solteiro como quando nasci… Eis-me a seus pés… (''Ajoelha.'') Dê-me essa promessa… {{sc|angelica}}. — Levanta-te… (''Quintino apparece à porta do fundo e fica sorprendido vendo Francisco aos pés de Angélica.'') {{sc|francisco}}. — Não me levantarei emquanto não me der a sua palavra que me fará ditoso… {{sc|quintino}}. — O marido de minha irmã aos pés de outra mulher! {{sc|angelica}}. — Lá de fóra podem ver-nos… {{sc|francisco}}. — E que vejam!… não serei eu seu esposo?!… (''Manoel apparece á porta da direita e vendo Francisco de joelhos, fica estupefacto.'') {{sc|angelica}}. — Talvez!… mas levanta-te. {{sc|francisco}}. — Não!… {{sc|manoel}}.— Muito bem!… muito bem!… amigo falso! {{sc|francisco}}, ''levantando-se''. — Ah! {{sc|angelica}}. — Ah! {{sc|manoel}}. — Muito bem! {{sc|francisco}}. — Desculpa-me… ella me ama… e eu também a amo. {{sc|quintino}}, ''que nesse tempo tem-se approximado, segura a Francisco pela gola da jaqueta, dizendo''. — Ah! tu a amas?… e minha irmã, tua mulher? {{sc|francisco}}. — Ai! {{sc|quintino}}. — Assim a enganas, patife? {{sc|francisco}}. — Sua irmã não é minha mulher. {{sc|quintino}}. — Negas? {{sc|angelica}}, ''a Manoel''. — Quem é o marido? {{sc|manoel}}. — Não sei. (''Angelica toma a Manoel pelo braço. Quintino faz o mesmo a Francisco. Todos fallam ao mesmo tempo.'') {{sc|angelica}}, ''a Manoel''. — Quem é o marido?… para que me enganaste?… Dize já… quero saber… Ah! não dizes?… eu me vingarei!… não dizes, porque tens medo… ingrato… mal agradecido… eu me vingarei… me vingarei… {{sc|manoel}}, ''a Angelica''. — Não sei… posso lá saber<noinclude></noinclude> g0tdp07lsdj2wrgwt5mi4vohqk6tgwj Página:Comédias Martins Pena - Livraria Garnier.pdf/320 106 254274 554414 2026-06-16T17:12:55Z JppBr98 28173 /* Revista */ 554414 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh|254|{{sc|o caixeiro da taverna}}}}</noinclude>{{sc|deolinda}}. — Ah! está zangado?… {{sc|manoel}}. — Abraçando-o!… {{sc|deolinda}}. — Fiz muito bem; é para seu ensino… {{sc|francisco}}. — Pateta, não vês que era para melhor enganar tua ama! {{sc|manoel}}. — Ah! era por isso?… Perdôa-me, Deolinda… Chico, pega nestas garrafas. (''Dando-as a Francisco.'') Se soubesses, Deolinda, o que tenho soffrido hoje!… {{sc|francisco}}. — Agora abracem-se… {{sc|manoel}}. — Perdôa-me se te dei outro marido… era para nosso bem… dá cá um abraço. {{sc|deolinda}}, ''abraçando-o''. — Sou muito boa em perdoar-te!… (''Francisco, emquanto os dous se abraçam, desarrolha uma garrafa e bebe.'') {{sc|manoel}}. — Minha mulherzinha&nbsp;! aperta! {{dhr}} {{c|{{x-larger|SCENA XIV}}}} {{c|{{sc|os mesmos e ANGELICA.}}}} {{sc|angelica}}, ''á parte''. — Que escandalo!… que escandalo!… (''Francisco, Manoel e Deolinda ficam espantados.'') Assim deixa abraçar sua mulher!… e vê isso bebendo!… que immoralidade!… que escandalo!… {{sc|francisco}}. — Foi por distracção e sêde. {{sc|manoel}}. — E’ minha afilhada… sou padrinho, e bem vê… {{sc|angelica}}. — Sim… é afilhada!… (''A Francisco.'') O senhor, pelo que vejo, não é ciumento… e a menina!… Está bonito!… {{sc|francisco}}. — Entre amigos não deve haver ciumes, e quando ha confiança na amizade, bebe-se. {{sc|angelica}}. — E dorme-se… tem razão!… Mas olhe que ha muita gente que assim se perde pela confiança que tem nos amigos! (''A’ parte.'') Eu saberei como isto é… (''A Manoel.'') Vae acabar de arrumar as garrafas. {{sc|manoel}}, ''á parte a Francisco''. — Cuidado com a bicha! (''Vae-se.'') {{sc|angelica}}, ''a Francisco''. — Tinha que lhe dar uma palavra… mas ao senhor só. {{nop}}<noinclude></noinclude> 0t3bdvgfovf24g06hn3z99whcv7ozo1 Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/107 106 254275 554415 2026-06-16T20:42:37Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554415 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|93|borda_inferior=sim}}</noinclude>sitar em casa dos negociantes inglezes. Grande numero de pessôas residentes nos arrabaldes deixaram, com mulheres e familias, os seus lares, refugiando-se junto aos inglezes. Estes que, na maioria, dormem pelo menos nos arredores, em casas de campo chamadas ''sitios'', deixaram-nas e permanecem todo o tempo nos seus escriptorios no porto : tudo, emfim, é alarme e incerteza. {{dhr|1}} ''Domingo, 23 de Setembro.'' — A noite decorreu calma e tambem assim o dia ; trocamos repetidas communicações com a terra ; mas, não me foi possivel desembarcar ; temos excellentes laranjas e legumes toleraveis vindos da cidade, e muito nos divertimos observando os curiosos hetesinhos, canôas, catamarans e jangadas que têm vellejado, vogado e remado em torno do navio. A janguda não se parece com cousa alguma por mim vista anteriormente ; são seis ou oito troncos de arvore ligados entre si por duas vigas transverses; uma extremidade têm um banco elevado em que se assenta um homem para governal-as, porquanto são apparelhadas duma especie de leme ; por vezes as dimensões do banco permittem-no accommodar duas pessôas ; outro banco está situado ao pé do mastro, immenso em proporção á balsa, contem roupas e viveres, ou um poste, fincado num dos troncos, os supportam, e uma grande vela triangular de algodão completa a jangada, em que o intrepido marinheiro brasileiro, constantemente banhado pelas vagas, transporta com segurança carregamentos de algodão ou outras mercadorias a distancias de centenas de milhas. Pelas tres horas da tarde acostan-nos uma grande canôa conduzindo dous officines patriotas que vinham verificar se nós eramos realmente inglezes ; se, conforme constava, vinhamos soccorrer os realistas ou emfin auxiliar a elles patriotas ; tão aptos são os homens, sob a influencia de fortes sensações, em duvidar da inteira indifferença de outrem, que eu suspeito muito houvessem elles crido na perfeita neutralidade que professamos. Deixaram-nos, entretanto, sem mostras de particular anciedade, e regressaram ao littoral fazendo um amplo desvio no designio de evitar o cruzeiro do Recife que espreitava attento o apparecimento de quaesquer embarcações pertencentes aos patriotas. {{nop}}<noinclude></noinclude> t993rjjke6q2rh8qn99d43pj9f5prnt Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/120 106 254276 554416 2026-06-16T20:43:55Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas sem texto */ Página em branco criada 554416 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Erick Soares3" /></noinclude><noinclude></noinclude> p96tgrpzl4nefzwt7mwopqvwq38wcfp Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/644 106 254277 554417 2026-06-16T20:44:53Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas sem texto */ Página em branco criada 554417 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Erick Soares3" /></noinclude><noinclude></noinclude> p96tgrpzl4nefzwt7mwopqvwq38wcfp Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/654 106 254278 554418 2026-06-16T20:45:08Z Erick Soares3 19404 /* !Páginas sem texto */ Página em branco criada 554418 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="0" user="Erick Soares3" /></noinclude><noinclude></noinclude> p96tgrpzl4nefzwt7mwopqvwq38wcfp Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/108 106 254279 554419 2026-06-16T20:51:17Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554419 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|94|REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|borda_inferior=sim}}</noinclude>{{dhr|2}} ''Segunda-feira, 24 de Setembro.'' — Cedo pela manhã veio á bordo o coronel Patronhe sollicitando fôsse permittido ao paquete inglez fazer de vela para Lisbôa conduzindo os officios do governo. Jubilei que as estrictas instrucções do nosso commandante não permittissem transmittir ao capitão do paquete semelhante ordem. Seria romper logo a neutralidade que professamos observar e, na minha opinião, auxiliar a peior causa. O coronel, advirtindo que a cidade estava em estado de sitio e que se não podia prever quando e em que lugar teria lugar o proximo ataque, recommendou-me a permanencia a bordo ; mas, eu, que nunca vi uma cidade sitiada, me resolvi a ir á terra. Em consequencia Mr. Dance, sendo o unico official a bordo que falla tanto o portuguez como o francez, foi commissionado para acompanhar-me; levei tambem dous guarda-marinhas, Grey e Langford, e a intenção de visitar Madame do Rego. O nome Pernambuco, que é o da capitania, é hoje geralmente applicado á capital que consiste de duas partes. Em primeiro lugar a cidade de Olinda, fundada pelos portuguezes de 1530 a 1540, e, como indica o seu nome, edificada num formoso sitio, onde collinas medianas mas abruptas, um bello rio e densos bosques se combinam para encanto do expectador : comtudo a sua approximação por mar deve sempre ter sido difficil senão perigosa. Vem em seguida a cidade do Recife de Pernambuco levantada pelos hollandezes, sob Mauricio de Nassau, e por elle cognominada cidade Mauricia. Eʼ una localidade singular, muito adequada ao commercio ; assenta em varios bancos de areia, separados por diversas angras dagua salgada e os estuarios de dous rios dagua doce, ligados por tres pontes e divide-se em igual numero de bairros : Recife, acertadamente assim chamado, onde se acham as principaes fortificações, o arsenal e o grosso commercio; Santo Antonio, onde se eleva o palacio do governo e as duas principaes igrejas — uma para a população branca, outra para a negra ( ''sic'' )—, e Bôa Vista, onde os negociantes mais opulentos ou os habitantes mais ociosos vivem em meio dos seus jardins, e onde, conventos, igrejas e o palacio episcopal dão um ar de importancia á mui linda cidade circumvisinha. Tudo isto sabia eu antes de desembarcar e me presumia<noinclude></noinclude> f1p4oezahb3biuks8in52yegrg0rlhl 554420 554419 2026-06-16T20:51:39Z Erick Soares3 19404 554420 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh|94|REV. DO INST. ARCH. 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O nome Pernambuco, que é o da capitania, é hoje geralmente applicado á capital que consiste de duas partes. Em primeiro lugar a cidade de Olinda, fundada pelos portuguezes de 1530 a 1540, e, como indica o seu nome, edificada num formoso sitio, onde collinas medianas mas abruptas, um bello rio e densos bosques se combinam para encanto do expectador : comtudo a sua approximação por mar deve sempre ter sido difficil senão perigosa. Vem em seguida a cidade do Recife de Pernambuco levantada pelos hollandezes, sob Mauricio de Nassau, e por elle cognominada cidade Mauricia. Eʼ uma localidade singular, muito adequada ao commercio ; assenta em varios bancos de areia, separados por diversas angras dagua salgada e os estuarios de dous rios dagua doce, ligados por tres pontes e divide-se em igual numero de bairros : Recife, acertadamente assim chamado, onde se acham as principaes fortificações, o arsenal e o grosso commercio; Santo Antonio, onde se eleva o palacio do governo e as duas principaes igrejas — uma para a população branca, outra para a negra ( ''sic'' )—, e Bôa Vista, onde os negociantes mais opulentos ou os habitantes mais ociosos vivem em meio dos seus jardins, e onde, conventos, igrejas e o palacio episcopal dão um ar de importancia á mui linda cidade circumvisinha. Tudo isto sabia eu antes de desembarcar e me presumia<noinclude></noinclude> ibmrxrmlzht3x85b202q1smaww7ujmx Página:Revista do Instituto Archeologico e Geographico Pernambucano, Tomo XI (1904).pdf/109 106 254280 554421 2026-06-16T20:58:20Z Erick Soares3 19404 /* Revistas e corrigidas */ 554421 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|93|borda_inferior=sim}}</noinclude>assáz conhecedora de Pernambuco. Mas, nenhuma sciencia prévia póde obstar o assombro com que se penetra neste porto tão extraordinario. Do navio, ancorado tres milhas distante da cidade, viamos embarcações ancoradas alem do recife, contra o qual as vagas se quebravam perpetuamente; mas, enquanto me não encontrei no seu ambito, dentro do recife, não tive a menor idéa da natureza do fundendouro : a agitação das vagas precipitando-se sobre a praia nos teria parecido temerosa, não nʼas houvéssem ellas para isto preparado e dilatado extraordinariamente a nossa travessia de tres milhas. Nos abeiramos tão de perto da praia arenosa entre o Recife e Olinda que cheguei a suppor fossemos ali desembarcar, quando, em face duma torre erecta sobre um escollio, que o mar batia com violencia, volvemos bruscamente e nos achamos ao abrigo dum maravilhoso quebra-mar natural ; ouviamos a ressaca bramindo além, viamos as espumas revoltas, mas navegavamos calma e serenamente como numa repreza de moinho Consta de coral a rocha de que é formado o recife ; mas, este se acha tão envolto e revistido de ostras e lepas que, na profundidade de muitos pés ou até onde penetram os nossos martellos, não percebi senão os residuos das suas conchas. Dilata-se desde o norte da Parahyha até Olinda, quando se anega para de subito reapparecer no Recife, e dahi se expande até esbarrar de encontro á avançada ponta granitica do Cabo de Santo Agostinho, que o vara até o mar ; mais além resurge e continúa interrupto, direcção ao sul. A largura do ancoradouro interno, entre o recife e o continente, varia de algumas braças a tres quartos de milha ; junto ao recife ha consideravel fundo permittindo alli fundearem embarcações de avultado porte. Ha uma barra da entrada do porto, na qual, das marés ordinarias, ha dezeseis pés dagua, de sorte que embarcações mesmo de grande tonelagem podem alli fundear <ref>Em 1816, sob o governador Montenegro o porto foi limpo e aprofundado, principalmente na barra.{{right|N. da A.}}</ref>. O brigue ''Alacrity'', de S. Magestade, permaneceu por algum tempo dentro do recife, e mais dous pés dagua na barra<noinclude> {{smallrefs}}</noinclude> nia5glvcvizrjaeljwk68ndx9dqjtj6 554422 554421 2026-06-16T20:58:46Z Erick Soares3 19404 554422 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="Erick Soares3" />{{rh||REV. DO INST. ARCH. E GEOG. PERN.|95|borda_inferior=sim}}</noinclude>assáz conhecedora de Pernambuco. Mas, nenhuma sciencia prévia póde obstar o assombro com que se penetra neste porto tão extraordinario. Do navio, ancorado tres milhas distante da cidade, viamos embarcações ancoradas alem do recife, contra o qual as vagas se quebravam perpetuamente; mas, enquanto me não encontrei no seu ambito, dentro do recife, não tive a menor idéa da natureza do fundendouro : a agitação das vagas precipitando-se sobre a praia nos teria parecido temerosa, não nʼas houvéssem ellas para isto preparado e dilatado extraordinariamente a nossa travessia de tres milhas. Nos abeiramos tão de perto da praia arenosa entre o Recife e Olinda que cheguei a suppor fossemos ali desembarcar, quando, em face duma torre erecta sobre um escollio, que o mar batia com violencia, volvemos bruscamente e nos achamos ao abrigo dum maravilhoso quebra-mar natural ; ouviamos a ressaca bramindo além, viamos as espumas revoltas, mas navegavamos calma e serenamente como numa repreza de moinho Consta de coral a rocha de que é formado o recife ; mas, este se acha tão envolto e revistido de ostras e lepas que, na profundidade de muitos pés ou até onde penetram os nossos martellos, não percebi senão os residuos das suas conchas. Dilata-se desde o norte da Parahyha até Olinda, quando se anega para de subito reapparecer no Recife, e dahi se expande até esbarrar de encontro á avançada ponta granitica do Cabo de Santo Agostinho, que o vara até o mar ; mais além resurge e continúa interrupto, direcção ao sul. A largura do ancoradouro interno, entre o recife e o continente, varia de algumas braças a tres quartos de milha ; junto ao recife ha consideravel fundo permittindo alli fundearem embarcações de avultado porte. Ha uma barra da entrada do porto, na qual, das marés ordinarias, ha dezeseis pés dagua, de sorte que embarcações mesmo de grande tonelagem podem alli fundear <ref>Em 1816, sob o governador Montenegro o porto foi limpo e aprofundado, principalmente na barra.{{right|N. da A.}}</ref>. O brigue ''Alacrity'', de S. Magestade, permaneceu por algum tempo dentro do recife, e mais dous pés dagua na barra<noinclude> {{smallrefs}}</noinclude> 2znh6vqytk1narqkkbrp751rmicsnab Página:Comédias Martins Pena - Livraria Garnier.pdf/318 106 254281 554423 2026-06-16T22:24:34Z JppBr98 28173 /* Revista */ 554423 proofread-page text/x-wiki <noinclude><pagequality level="3" user="JppBr98" />{{rh|252|{{sc|o caixeiro da taverna}}}}</noinclude>{{sc|francisco}}. — Mas se tu… {{sc|manoel}}.— Estás zangado porque fallei. (''A’ parte.'') Salva-me, Chico… {{sc|francisco}}, ''á parte''. —Tranquillisa-te… (''Alto.'') Emfim, como já se sabe… que remedio… Estou casado com a senhora… a senhora… é minha mulher… (''A’ parte.'') Já que assim quer o marido… {{sc|angelica}}, ''á parte''. — Aqui ha mysterio… {{sc|quintino}}. — O que está feito está leito… lograram-me… Cunhado, aperta aqui esta manopla… Quizera antes que a Deolinda se casasse com o alferes… mas, emfim, também és bom rapaz… Vou ao ''Gradil'' encommendar um jantar… ha de haver bebedeira grossa… com licença da companhia… volto. (''Sae.'') {{sc|manoel}}, ''á parte''. — Escapei de boas!… {{sc|angelica}}. — Com que, o Sr. Francisco é casado!… {{sc|francisco}}. — O homem sacrifica-se ás vezes… {{sc|angelica}}, ''a Manoel''. — E nunca me disseste nada… {{sc|manoel}}. — Segredo de um amigo… {{sc|deolinda}}, ''á parte.'' — Que papel faço eu aqui?… {{sc|angelica}}, ''á parte.'' — Estou desconfiada… aqui se engana a alguem… ah! se fór a mim… (''Alto.'') Manoel, vem commigo, o Sr. Francisco quererá ficar só com sua mulher… {{sc|manoel}}. — Só com ella? {{sc|angelica}}. — E que tem isso?… {{sc|manoel}}, ''á parte''. — Pergunta o que tem! (''Alto.'') Nada, nada !… {{sc|angelica}}. — Pois segue-me. (''A’ parte'') Ha mysterio!… {{sc|manoel}}. — Eu vou… (''A’ parte a Francisco.'') Chico!… (''Angelica sae. — Manoel acompanha Angelica fazendo signaes a Francisco.'') {{dhr}} {{c|{{x-larger|SCENA XII}}}} {{c|{{sc|FRANCISCO e DEOLINDA.}}}} {{sc|francisco}}. — Pobre Manoel, a quanto o obriga a ambição! {{sc|deolinda}} — Bello marido tenho eu, que me entrega a outro! {{nop}}<noinclude></noinclude> 9vq5lropcxsb64umb482lhvgnuvkbo3