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Introdução ao Jornalismo Científico/MoocIndex
0
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181274
2026-03-29T14:54:28Z
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181583
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
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Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
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'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
06cndyvbdyoim5l95cb1g8q81t8vr4x
181585
181583
2026-03-29T14:58:37Z
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181585
wikitext
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
#
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
#
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
qhz3s1kpji5xd1hjphjurpqwwmjc8w2
181587
181585
2026-03-29T15:00:04Z
Mayllon.lyggon
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new thread in item discussion
181587
wikitext
text/x-wiki
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--MoocIndex for MOOC @ Introdução ao Jornalismo Científico
=lesson|Metodologia e Filosofia da Ciência=
*furtherReading=
Esta seção apresenta a tarefa principal do Módulo 1 do curso de "Introdução ao Jornalismo Científico". A realização da tarefa é indispensável para o reconhecimento de participação no curso. Seu trabalho estará acessível, publicado no ambiente wiki, e será anexado ao certificado de realização do curso, quando finalizar todas as atividades.
#
'''Antes de começar'''
#
Você precisa estar logado na Wikiversidade e cadastrado no painel de controle do curso. Se tiver dúvidas, consulte as instruções disponíveis na própria página do módulo. Sem esse cadastro, não há como validar sua atividade.
#
Você pode consultar atividades de alunos das edições anteriores para visualizar o formato esperado das respostas e o padrão de organização do exercício.
#
A expectativa de tempo para esta tarefa é: 5 horas
#
'''1. Escolha da matéria.''' Selecione uma matéria da revista Pesquisa FAPESP. Ela deve tratar de um tema de pesquisa, isto é, baseada em pelo menos uma publicação científica. Os artigos estão disponíveis na página principal da revista. Coloque o título, autoria, data de publicação, link da matéria.
#
'''2. Resumo.''' Elabore um resumo objetivo da matéria, com até 300 caracteres.
#
'''3. Identificação do objeto e da metodologia.''' A partir da reportagem, identifique e analise: O objeto de pesquisa; A metodologia científica utilizada (observação, hipótese, experimentação, análise e/ou publicação).
#
'''4. Consulta às pesquisas originais.''' Acesse as pesquisas que embasam o artigo. ''Analise especialmente a seção metodológica'': analise se o artigo da Pesquisa FAPESP documenta bem o processo de pesquisa; analise o que está claro e o que ficou de fora.
#
'''5. Metáforas e estratégias de comunicação.''' Releia o conteúdo da aula sobre metáforas e estratégias do jornalismo científico. ''No artigo da Pesquisa FAPESP, identifique'': Quais metáforas científicas ou inspiradas na ciência foram usadas; Por que elas aparecem; Como ajudam (ou atrapalham) a compreensão da informação científica.
#
'''6. O que é ciência e mediação crítica.''' Com base na aula [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia|"Ciência e Filosofia"]], analise: Em que medida a matéria funciona como um mediador crítico; Apresente exemplos concretos extraídos do texto.
#
'''7. Como publicar.''' Digite seu nome de usuário no campo indicado na página do módulo e clique em "Registrar atividade". Escreva suas respostas, salve e publique.
#
'''8. Aviso IMPORTANTE: fontes.''' Todas as fontes consultadas, especialmente a matéria e as pesquisas originais, devem ser registradas corretamente na caixa de informações que aparecerá ao final do exercício. Sem essa indicação, sua atividade não poderá ser validada.
#
'''9. Inclua também as palavras-chave presentes na matéria escolhida.''' Se a matéria não apresentar palavras-chave, você deve criar de 2 a 5 termos que representem os principais assuntos abordados, como por exemplo: "meio ambiente", "saúde", "educação científica", "tecnologia", etc.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo você irá saber:
# Alguns dos critérios que diferenciam ciência e filosofia
# O que caracteriza a ciência
# Como é construído o conhecimento científico
# Quais os elementos que norteiam a metodologia científica
# Filósofos da ciência e suas respectivas linhas de pensamento
# O método específico adotado pelas pesquisas na área da comunicação
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|Ciência e Filosofia==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Ciência e Filosofia/]]
*learningGoals=Esta unidade, intitulada “Ciência e Filosofia”, convida a pensar as bases conceituais que sustentam a própria ideia de ciência. Antes de abordar o jornalismo científico, é necessário compreender como diferentes tradições filosóficas moldaram o modo de pensar o conhecimento e a verdade. É a partir dessa reflexão que se entende por que o jornalismo não pode tratar a ciência como um catálogo de certezas, mas como uma prática histórica, social e em constante revisão.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Níveis de entendimento==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Níveis de entendimento/]]
*learningGoals=Falar em “níveis de entendimento” é reconhecer que a ciência pode ser compreendida em múltiplas camadas, que vão do método à cultura, do dado à interpretação. Esta unidade propõe justamente percorrer esses níveis, mostrando que o conhecimento científico não nasce de um único método, mas de tradições e estratégias diversas que se articulam historicamente. E entender essas diferenças é preciso para comunicar ciência de forma crítica e contextualizada.
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
*video=
==unit|A metáfora científica==
*furtherReading=https://www.scielo.br/j/rbef/a/D6PZ4gRrDXtWvRsVpd5dwSQ/?format=pdf&lang=pt
*image=[[File:Módulo 1 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/A Metáfora Científica/]]
*learningGoals=A expressão “metáfora científica” sintetiza um dos aspectos mais fascinantes e complexos da comunicação da ciência: o poder da linguagem. Nesta unidade, o foco se amplia para pensar como as metáforas, analogias e escolhas discursivas moldam o modo como o público entende o conhecimento científico. Entender as metáforas é, portanto, entender como o jornalismo constrói sentidos e traduz o pensamento científico para diferentes audiências.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 2.mp3|500px]] Podcast NeuroMat
==unit|Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação==
*furtherReading=
*image=[[File:Módulo 1 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Os elementos da metodologia científica: observação, hipótese, experimentação, análise e publicação/]]
*learningGoals=Esta unidade, dedicada aos elementos da metodologia científica (observação, hipótese, experimentação, análise e publicação), revisita essas etapas para compreender como elas se articulam na prática e como chegam até o público por meio do jornalismo. Ao acompanhar esse percurso, veremos que o chamado “método científico” não é linear nem uniforme, mas um processo vivo, revisável e profundamente humano.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=[[Arquivo:Faísca NeuroMat - A importância de ensaios clínicos na medicina-iiGzHnOQd8o.webm|500px]]
==unit|Metodologia e comunicação==
*image=[[File:Módulo 1 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Metodologia e comunicação/]]
*learningGoals=Ao tratar de Metodologia e Comunicação, esta unidade amplia a reflexão sobre como o conhecimento científico é construído e compartilhado. Hoje, comunicar ciência envolve não apenas relatar métodos e resultados, mas também lidar com a confiança pública, as redes digitais e os desafios de um ecossistema informacional fragmentado. Discutir metodologia é, portanto, discutir também as condições contemporâneas da comunicação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
=lesson|História da Ciência e da Tecnologia=
*furtherReading=
Neste módulo, você viu que o conhecimento se constrói em rede por meio de trocas, revisões e interpretações. Agora é hora de colocar isso em prática. A tarefa final convida você a contribuir com verbetes da Wikipédia, participando ativamente da produção e difusão do conhecimento aberto.
#
A proposta é simples. Primeiro, realize o [https://outreachdashboard.wmflabs.org/training/editing-wikipedia/editing-basics/ treinamento básico de edição] e certifique-se de entrar na sua conta wiki para que suas edições sejam registradas. Depois, leia a [https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a4/Wikip%C3%A9dia_de_A_a_Z.pdf brochura de orientação da Wikimedia Brasil], que explica como a comunidade funciona e quais são as principais regras de edição.
#
'''Antes de avançar, esteja ciente de que toda edição feita por você na Wikipédia é pública, fica registrada no histórico dos verbetes e poderá ser vista, acompanhada e revisada por qualquer usuário da plataforma. Suas contribuições têm impacto real e responsabilidade direta na circulação de conhecimento.'''
#
Você também pode assistir a um [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Como_usar_a_p%C3%A1gina_de_testes.webm vídeo de demonstração] e praticar na sua página de testes, um espaço seguro para experimentar antes de editar de fato.
#
Em seguida, acesse a [[w:Categoria:História da ciência|lista de artigos sobre História da Ciência]] e escolha um ou mais verbetes que possam ser aprimorados, '''especialmente os que estão curtos, desatualizados ou mal referenciados'''. Você pode acrescentar novas informações, revisar textos, incluir fontes confiáveis ou traduzir trechos de outras Wikipedias para o português.
#
O objetivo é contribuir com '''pelo menos 15 mil caracteres''' no total.
#
A plataforma do curso, o [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] realiza a contagem automática das edições e pode ser usado para verificação. Faça o login nessa plataforma e, estando logado, acesse [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|essa página]] para verificar suas edições.
#
Ao editar, siga sempre as regras básicas da Wikipédia: [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Verificabilidade/ verificabilidade], [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Princ%C3%ADpio_da_imparcialidade/ princípio da imparcialidade] e [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Nada_de_pesquisa_in%C3%A9dita/ nada de pesquisa inédita]. Ou seja,
#
1. Toda informação precisa ter fonte verificável.
#
2. O texto deve manter imparcialidade e clareza.
#
3. Não inclua pesquisa inédita.
#
'''ATENÇÃO: o plágio é terminantemente proibido. Não copie trechos de nenhum lugar sem citação apropriada. Violações de direitos autorais levam à remoção imediata do conteúdo pela comunidade e podem resultar na exclusão da sua participação no curso. As regras de verificação, imparcialidade e respeito às fontes são rigorosamente aplicadas na Wikipédia. Siga-as com cuidado.'''
#
Essa atividade é um convite para viver, na prática, o espírito da ciência aberta. Contribuir com a Wikipedia é participar de uma rede global de produção e circulação do saber, a mesma rede que o jornalismo científico ajuda a manter viva, ao adaptar o conhecimento de forma ética, acessível e pública.
#
Quando concluir suas edições, [[toolforge:ijc/wikipedia_edit_count|verifique na plataforma, estando logado, se atingiu o número de caracteres]], volte à área do curso e clique em [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia#nextStep|Próximos passos]] para seguir para o próximo módulo.
*learningGoals=
# Compreender a definição de ciência e sua construção histórica a partir de diferentes perspectivas
# Identificar técnicas da pré-história que abriram caminho para o desenvolvimento científico
# Conhecer noções científicas presentes nas civilizações antigas da Mesopotâmia, Egito, China e Índia
# Relacionar filosofia e ciência no contexto da Grécia antiga e do Império Romano
# Verificar a orientação da ciência praticada por muçulmanos e em que medida se diferenciava de outras ciências
# Perceber o papel inquisidor da Igreja católica nas produções científicas da Idade Média
# Analisar criticamente o Renascimento Científico e alguns de seus componentes, como as grandes navegações e a corrente filosófica do humanismo
*numThreads=9
*numThreadsOpen=9
==unit|Introdução==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Nesta unidade, o aluno é convidado a compreender o que significa estudar a história da ciência e da tecnologia. Mais do que uma linha do tempo de invenções, trata-se de reconhecer que o conhecimento é uma construção social, atravessada por disputas, contextos e transformações técnicas. O comunicador científico aprende aqui a olhar para a ciência como uma narrativa histórica que é feita de vozes, interesses e modos de traduzir o mundo.
*numThreads=5
*numThreadsOpen=5
*video=
==unit|Antes da Ciência, veio a Técnica==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Antes da ciência se tornar método e instituição, ela foi prática e necessidade. Esta unidade mostra como a técnica é a base do pensamento científico. A partir de autores que discutem o tema, o aluno é levado a perceber que toda ciência nasce da experiência material e que o jornalismo científico, ao narrar descobertas, também revela o elo entre o trabalho, a invenção e o conhecimento.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Egito, Mesopotâmia e China foram sociedades que transformaram a técnica em saber organizado e em instrumento de poder. Nesta unidade, o estudante analisa como práticas de observação e registro deram origem às primeiras formas de ciência e como o domínio técnico moldava hierarquias e legitimidades. O paralelo com o jornalismo científico aparece na ideia de mediação, onde traduzir e registrar o conhecimento é, desde então, uma forma de construir autoridade.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=
==unit|Grécia Antiga e Império Romano: a Ciência como a conhecemos==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O pensamento grego introduziu a razão como caminho para compreender o mundo, e Roma transformou esse saber em ferramenta de organização e poder. Esta unidade apresenta a origem da ideia de método, argumento e prova, elementos que ainda sustentam o discurso científico. Para o jornalismo científico, entender essa herança é entender que comunicar ciência é também praticar retórica, isto é, construir sentido e credibilidade por meio da linguagem.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|O Islã e a Ciência grega==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=Durante os séculos VIII a XIII, o mundo islâmico foi o principal elo na transmissão e reinvenção do saber grego. Ao traduzir e reinterpretar obras antigas, estudiosos árabes criaram novas formas de compreender a natureza e fundaram uma tradição científica própria. A unidade propõe ao aluno refletir sobre a tradução como prática criativa. Tanto no Islã medieval quanto no jornalismo científico, traduzir é recriar e tornar o conhecimento acessível a novos públicos.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
==unit|Idade Média e o caminho para o Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=A Idade Média foi marcada pelo controle do conhecimento e pela centralização da autoridade intelectual nas instituições religiosas. Poucos avanços científicos ocorreram, mas a técnica e a curiosidade prática resistiram nas margens do poder. Esta unidade propõe pensar como o isolamento do saber pode gerar estagnação e como o jornalismo científico, ao democratizar o acesso à informação, cumpre o papel de romper o silêncio e manter viva a circulação das ideias.
*video=
==unit|O Renascimento Científico==
*image=[[File:Módulo 2 Aula 7.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/]]
*learningGoals=O Renascimento reabriu o mundo à curiosidade e à experimentação. A observação, a técnica e a imprensa criaram as bases da ciência moderna e da comunicação pública do conhecimento. Nesta unidade, o aluno reflete sobre o nascimento da ciência como empreendimento coletivo e da comunicação como parte essencial desse processo. O jornalismo científico é apresentado aqui como herdeiro direto desse espírito renascentista de investigar, questionar e compartilhar o saber como forma de emancipação.
*numThreads=2
*numThreadsOpen=2
*video=
=lesson|Ética da Ciência=
*furtherReading=
'''Entrevista sobre Ética na Ciência'''
#
Entrevistar pesquisadores faz parte do cotidiano do jornalismo científico e costuma exigir preparo. Quem entrevista precisa compreender minimamente o tema estudado pelo cientista e, ao mesmo tempo, apresentar esse conteúdo de forma clara para o público. Nesta tarefa, você vai conversar com um pesquisador ou pesquisadora sobre ética na ciência, tomando como ponto de partida o próprio trabalho da pessoa entrevistada. O objetivo é perceber como as questões éticas aparecem na prática científica e como cada pesquisador lida com elas no dia a dia.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Compreender as regras, escritas ou consensuais, respeitadas pelos cientistas e que garantem o avanço do conhecimento científico
# Conhecer e entender as Normas de Merton
# Entender alguns dos mecanismos usados por "cientistas" para burlar essas regras e suas consequências
#* Publicações em nichos
#* Periódicos predatórios
# Ethos científico: cientistas e jornalistas na divulgação científica
*numThreads=4
*numThreadsOpen=4
==unit|Protocolos éticos em pesquisas experimentais==
*furtherReading=Recomendamos a leitura da página [https://pt.wikipedia.org/wiki/Vacina_contra_a_COVID-19 Vacina contra a COVID-19] para a compreensão do processo que orienta o desenvolvimento de uma vacina.
*image=[[File:Módulo 3 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Protocolos éticos em pesquisas experimentais/]]
*learningGoals=Este conteúdo apresenta como funcionam pesquisas experimentais com humanos e animais, o que os comitês de ética avaliam e por que esses cuidados importam para quem escreve sobre ciência. Mostra problemas recorrentes em protocolos, explica direitos de participantes e indica pontos que o comunicador deve observar antes de transformar um estudo em notícia. Também aborda riscos de divulgação apressada e como isso afeta a confiança do público.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=
==unit|Reprodutibilidade==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Reprodutibilidade/]]
*learningGoals=Aqui se explica por que a possibilidade de repetir um estudo com resultados próximos reforça a consistência de uma pesquisa. O conteúdo discute fatores que dificultam essa verificação, como métodos incompletos e ausência de dados, e mostra o papel da ciência aberta na descrição clara de procedimentos. A unidade ajuda o comunicador científico a identificar limites, lacunas e sinais de que um achado ainda precisa de novos testes antes de ganhar destaque na imprensa.
*video=
==unit|Revisão por pares==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Revisão por pares/]]
*learningGoals=Esta unidade apresenta o que acontece no processo de revisão por pares, como avaliadores analisam métodos e interpretações e por que pareceres divergem. O texto discute formatos tradicionais e abertos de avaliação, apontando vantagens e limites de cada prática. Também orienta o comunicador científico a diferenciar estudos revisados de materiais preliminares, como preprints, e a ajustar o tom da cobertura conforme o estágio em que a pesquisa se encontra.
*video=
==unit|Práticas anticientíficas==
*image=[[File:Módulo 3 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Prática anticientíficas/]]
*learningGoals=Este conteúdo mostra como surgem ações que imitam ciência sem seguir seus procedimentos básicos e como elas circulam em ambientes digitais. A unidade diferencia ciência, pseudociência e práticas que distorcem resultados ou ampliam conclusões de forma indevida. Também apresenta sinais de alerta para o comunicador cientifico, como ausência de método, apelos emotivos e comparações inadequadas entre estudos. O objetivo é ajudar o leitor a reconhecer quando um argumento se apoia em dados reais e quando apenas assume aparência de rigor.
*video=
*quiz=sim
=lesson|Temas Centrais da Ciência Contemporânea=
*furtherReading=
Selecione uma notícia sobre um tema científico publicada em qualquer veículo jornalístico. Pode ser de jornal impresso, revista, portal de notícias, blog jornalístico ou site especializado. Depois disso, localize outra matéria sobre o mesmo tema em um segundo veículo e compare como cada um tratou o assunto.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
# Conhecer a conjectura do cérebro estatístico bem como os conceitos de construção de memórias, predições e modelos
# Entender como a modelagem de neurônios é baseada pelas noções de tradução matemática e estocasticidade
# Perceber como o comportamento de usuários nas redes sociais afetam decisões da esfera pública e como esse comportamento pode ser analisado por um modelo matemático
# Identificar as múltiplas abordagens de ciência aberta, preceitos do ethos científico e de código aberto
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
==unit|Cérebro estatístico==
*furtherReading=
O Cérebro Estatístico
#
[[Arquivo:O Cérebro Estatístico - NeuroMat.webm|500px]]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico/]]
*learningGoals=Nesta aula, a pesquisadora Claudia Vargas explica a conjectura do cérebro estatístico, que vem sendo estudada pelo CEPID NeuroMat. A construção de memórias, as predições feitas por esse órgão e a construção de modelos são alguns dos tópicos abordados.
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
*video=Podcast A Matemática do Cérebro - Ep. Cérebro, predições e mágica [[File:Cérebro, predições e mágica.wav]]
==unit|Modelagem de neurônios==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Modelagem de neurônios/]]
*learningGoals=A pesquisadora Aline Duarte cita a tradução matemática, comportamentos estocásticos e o modelo Galves-Löcherbach como aspectos fundamentais para compreender o que é modelagem de neurônios. Nesta aula, esses conceitos são aprofundados.
*furtherReading=Fla-Flu no Cérebro [[File:Fla-Flu no Cérebro.webm|500px]]
*video=Faísca Neuromat: A Matemática do Contágio - Modelo Matemático [[File:Faísca Neuromat A Matemática do Contágio - Modelo Matemático.webm| 500 px]]
==unit|Redes sociais==
*image=[[File:Módulo 4 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Redes sociais/]]
*learningGoals=Esta aula é baseada na apresentação de Antonio Galves no Faísca NeuroMat. A partir de estudos de caso das eleições de 2018, é proposto um modelo que define o comportamento das pessoas nas redes sociais.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Redes sociais e a influencia da imprensa - um modelo matematico.webm|500 px]]
==unit|Ciência aberta==
*furtherReading=
#HEINZ, Michele; MIRANDA, Angélica. Ciência Aberta: argumentos e desafios para sua legitimação científica. Em Questão, Porto Alegre, v. 30, e-135618, 2024. DOI: [https://doi.org/10.1590/1808-5245.30.135618]
#SILVEIRA, Lúcia da et al. Taxonomia da Ciência Aberta: revisada e ampliada. Encontros Bibli, v. 28, p. e91712, 2023. DOI: [https://doi.org/10.5007/1518-2924.2023.e91712]
#Silva, F.C.C.; Silveira, L. O ecossistema da Ciência Aberta. Transinformação, v.31, e190001, 2019. DOI: [http://dx.doi.org/10.1590/2318-0889201931e190001]
*image=[[File:Módulo 4 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Ciência Aberta/]]
*learningGoals=A tese de Jean Carlos Ferreira dos Santos é o ponto de partida para esta aula que trata sobre as múltiplas abordagens da ciência aberta. O conteúdo ainda desenvolve os tópicos de ethos científico, privatização do conhecimento e código aberto.
*video=[[File:NeuroMat - Ciência Aberta (completo)-kNfkSUcedoY.webm| 500 px]]
=lesson|Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior=
*furtherReading=
A atividade final deste módulo envolve realizar uma contribuição individual baseada em uma informação atualizada ou complementar sobre algum dos temas abordados nas unidades do módulo. Essa contribuição será publicada em uma seção específica ao final da página principal do módulo, intitulada “Contribuições de atualização”.
#
'''Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa, reajustes de valores, políticas de financiamento, atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs, desigualdades de acesso à ciência, entre outros.
#
'''Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': localize uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs), agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori), comunicados de entidades como SBPC, ANPG, entre outros.
#
'''Produção de síntese informativa''': redija um texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada; a relação com o conteúdo do módulo; a fonte citada com hiperlink; e assinatura com nome ou nome de usuário na Wikiversidade.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
Ao término desse módulo, você irá saber:
# O que é pesquisa e desenvolvimento
# O investimento no Brasil: as origens e os destinos do dinheiro
# O panorama mundial de investimento em pesquisa e desenvolvimento
# Como e quando começou o investimento em pesquisa científica
# As instituições responsáveis pela pesquisa e pela distribuição da verba
# Quem são, onde estão e em que área atuam os pesquisadores do Brasil
==unit|Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Panorama mundial dos investimentos em pesquisa e desenvolvimentos/]]
*learningGoals=É traçado um comparativo entre o investimento em Pesquisa & Desenvolvimento em diversos países e a origem desses recursos (privada ou pública). Para esta análise, considera-se o PIB de cada nação e a percentagem destinada a esse setor.
*video=[[File:Pesquisa e desenvolvimento.webm|500px]]
==unit|Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Os primeiros financiamentos de P&D e sua chegada ao Brasil/]]
*learningGoals=A partir de uma recuperação histórica, são comentadas iniciativas que direcionaram investimentos à pesquisa. A começar pelo exemplo de Johannes Kepler e Tycho Brahe até a criação de periódicos científicos durante o século XIX.
*video=[[File:Tycho Brahe, Johannes Kepler e a questão da Ciência Aberta-wyh9lkYLyOU.webm| 500 px]]
==unit|O estabelecimento da pesquisa no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/O estabelecimento da pesquisa no Brasil/]]
*learningGoals=Seguindo a cronologia dos investimentos no setor científico, esta aula dedica-se ao estudo da criação das agências e institutos de pesquisa. Tais como: Instituto Oswaldo Cruz, Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP).
*video=
==unit|A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/A estrutura de financiamento para a ciência no Brasil/]]
*learningGoals=O sistema de financiamento de pesquisa brasileiro opera em nível nacional e estadual. Neste tópico, são indicados centros e agências de financiamento de pesquisa e a forma como atuam.
*video=
==unit|Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Pesquisadores: quem são, onde trabalham e quais as áreas de atuação/]]
*learningGoals=Nesta aula, é apresentada a distribuição de pesquisadores no Brasil em relação a gênero, área de conhecimento e região do país
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=.
==unit|As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas==
*image=[[File:Módulo 5 Aula 6.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/As bolsas de pesquisa e os caminhos até elas/]]
*learningGoals=Por meio de uma abordagem bem objetiva, são descritas as diversas bolsas oferecidas em âmbito nacional. São incluídos níveis de aprofundamento, duração e valores.
*video=
=lesson|Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico=
*furtherReading=
Nesta atividade, você irá produzir seu próprio episódio de podcast científico, colocando em prática os conceitos discutidos ao longo do módulo. A proposta é experimentar o podcast como formato de comunicação da ciência, pensando tanto no conteúdo quanto na forma como ele é apresentado ao público.
#
'''[[/Atividade|Clique aqui para realizar a atividade]]'''
*learningGoals=
#Conhecer como o jornalismo científico se constituiu e como é praticado
#Entender estratégias de difusão científica digital
#Verificar como a desinformação científica se perpetua e como pode ser combatida
#Compreender o uso da imagem como recurso explicativo no jornalismo científico
#Traçar um panorama histórico sobre ''podcasts'' e entender como o formato tem sido usado para divulgação científica
*numThreads=3
*numThreadsOpen=3
==unit|O jornalismo e a Ciência==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 1.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O jornalismo e a Ciência]]
*learningGoals=Será apresentado o percurso histórico do jornalismo científico, considerando a relação com o público e com a comunidade científica. Retirar o público de uma posição de passividade e envolvê-lo em uma ideia de compartilhamento de conhecimento exprime um dos pontos principais de análise.
*video=[[File:Ernst W. Hamburger - uma vida dedicada à ciência 3.webm|500px]]
==unit|Difusão digital==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 2.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Difusão digital]]
*learningGoals=A intersecção entre ciências da computação e jornalismo, o uso da Wikipédia e do YouTube como ferramentas de divulgação científica e as problemáticas e oportunidades de uma difusão sincrônica são temas desta aula.
*video=[[File:Podcast NeuroMat - A matemática do cérebro - Episódio 3.mp3]]
==unit|Desinformação científica==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 3.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Desinformação científica]]
*learningGoals=A disseminação de fake news, movimento antivacina e abordagens ambíguas são discutidos neste tópico como exemplos de desinformação científica. Além disso, são indicadas algumas alternativas que podem ser adotadas pelo jornalismo científico para conter esse fluxo.
*video=
==unit|O uso da imagem no jornalismo científico==
*image=[[File:Módulo 6 Aula 4.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/O uso da imagem no jornalismo científico]]
*learningGoals=A imagem como um recurso complexo e explicativo e não apenas ilustrativo pode ser um aliado para o jornalismo científico. Conhecer as bases teóricas dessa ideia e as aplicações práticas dela são objetos de interesse desta aula.
*video=[[File:Faisca NeuroMat- Ecologias digitais e divulgacao cientifica.webm|500px]]
==unit|Podcasts e ciência==
*furtherReading=
# MARQUES, F. Microfones abertos para a ciência. Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.brRede/microfones-abertos-para-a-ciencia/>. Acesso em: 13 jan. 2023.
# Rede Ressoa. Maré favorável para podcasts que comunicam o oceano. Disponível em: <https://oeco.org.br/colunas/mare-favoravel-para-podcasts-que-comunicam-o-oceano/>. Acesso em 26 de janeiro de 2026.
*image=[[File:Módulo 6 Aula 5.png|310px|link=Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Podcasts e ciência]]
*learningGoals=Será explicada a origem do formato podcast, passando por uma contextualização do mercado na atualidade até uma interpretação crítica de programas especificamente voltados à divulgação científica.
*numThreads=1
*numThreadsOpen=1
*video=Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica [[File:Podcast NeuroMat curso Wikiversidade.wav|Podcast sobre a produção de podcasts de divulgação científica]]
7rvroxx76lu01pn1pfyv7y60bu6znmi
Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico
1
23096
181588
181347
2026-03-29T15:03:31Z
Mayllon.lyggon
42460
/* Atividade Final do Módulo 2 */ nova secção
181588
wikitext
text/x-wiki
{{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}}
'''Envie sua dúvida por meio do botão abaixo.'''
{{arquivo-índice|hlist=sim|
* '''[[/Arquivo 1|1]]'''
}}
{{IJC/DúvidaBotão}}
== Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Ciência e Filosofia
|}
Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| A metáfora científica
|}
No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos?
Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC)
== sobre tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC)
== Não estou conseguindo finalizar o curso ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Peters (2013) ==
{| class="wikitable"
! Módulo
! Aula
|-
| Metodologia e Filosofia da Ciência
| Metodologia e comunicação
|}
Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC)
== Acompanhamento tarefa final ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC)
== Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC)
== Cumprir tarefa ==
{| class="wikitable"
! Módulo
|-
| História da Ciência e da Tecnologia
|}
para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC)
:Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC)
== CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno..
[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC)
:Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC)
== Atividade Final do Módulo 2 ==
{| class="wikitable"
! Dúvida geral
|-
|}
Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? .
[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC)
i4itlhd9ei60sx0cpvxvotcuud0j8dl
Sociologia e Comunicação Cásper/Campos Sociais
0
24948
181597
181391
2026-03-30T11:53:58Z
Lgjunior
21602
181597
wikitext
text/x-wiki
[[File:Propriedades dos Campos Sociais.ogg|thumb|Propriedades dos Campos Sociais]]
Gênese de um Campo
Espaço de posições e lutas por lugares
Discurso
A "illusio"
O "habitus" nos Campos
{{collapse top|title=Campos Sociais}}
A ideia dos [[campos sociais]] aparece com [[Kurt Lewin]]. Ela representa uma espécie de campo de forças que tem um poder de atração sobre quem se submete a ele e que funciona segundo determinada lógica.
O sentido de uma ação individual depende das relações de sentido estabelecidas entre os agentes de um campo.Podemos falar de um campo político, literário, acadêmico, religioso e seus sub-campos. No campo da Comunicação, temos sub-campos do Jornalismo, Relações Públicas, Audiovisual, Publicidade etc.
<big>'''Algumas propriedades dos campos'''</big>
'''Definição''': O campo é universo relativamente autônomo (tem regras próprias e muito particulares) e objetivado (no campo da moda, por exemplo, se materializa em revistas, nas ''maisons, nos desfiles etc.).
'''1.''' Todo campo tem uma história. Ele é o resultado de um lento (e, às vezes, tenso) processo de depuração por meio do qual vai definindo suas regras, seus limites e as condições necessárias para ingressar nele.
'''2.''' A formação de um campo cria uma espécie de espaço no qual encontramos as pessoas ocupando determinadas posições ou lutando para ocupar determinadas posições. Existem lutas no interior de um campo para mudar as próprias regras do campo. Existem estratégias de alianças entre membros antigos e membros novos de um campo. As pessoas sempre sofrem um processo de envelhecimento nesse espaço. Esse envelhecimento pode levar a um esquecimento dessas pessoas ou pode transformá-las em “clássicos”, isto é, pessoas que são sempre lembradas quando se fala de um campo.
'''3.'''Um campo social é composto por diversos agentes que interagem e competem entre si. O mapeamento desses agentes é muito importante para entender a dinâmica do campo. No caso da moda, por exemplo, diversos agentes exercem funções específicas. Designers e criadores de moda, modelos, editores de moda e jornalistas, fotógrafos , influenciadores e bloggers de moda, empresários e executivos, Lojas e consumidores, instituições de ensino, eventos, críticos de moda que analisam e avaliam as criações, sendo importantes para a legitimação e crítica dentro do campo.
'''4.''' Esses espaços costumam exigir das pessoas que ingressam neles (ou que pretendem ingressar neles) certos [https://pt.wikiversity.org/wiki/Sociologia_e_Comunica%C3%A7%C3%A3o_C%C3%A1sper/Espa%C3%A7o_Social tipos de capitais]. Para os que aceitam pagar um certo “preço de entrada” no campo, essa experiência acaba por produzir o que Bourdieu chama de uma ''Illusio'', um certo encantamento pelo jogo que se joga nesse campo específico. Mas, para jogar bem esse jogo, faz-se necessário, também, a aquisição de um [[Sociologia e Comunicação/Espaço Social, Estilos de Vida e "habitus"#Habitus|''habitus'']] profissional muito particular. É como se essas pessoas tivessem de incorporar um certo jeito de jogar esse jogo. Interiorizar suas regras e lógicas. Aprender a entender o que está em jogo nesse campo. (Ver: [https://www.instagram.com/p/BqiX60ZA8Qm/ meme])
'''5.''' Os campos produzem e reconhecem certas práticas, objetos e rituais de reconhecimento e de consagração próprios. Podemos ver isso nos Congressos, Encontros e premiações dos mais variados tipos que visam promover o encontro e a promoção dos principais destaques de um campo. Eles servem, além disso, para renovar a fé e a crença na continuidade do campo.
'''6.''' Ele produz e reconhece, também, um campo discursivo próprio (ver: [https://www.facebook.com/tiozinhodomeme/photos/pb.100066676962282.-2207520000./1493828044030516/?type=3&locale=pt_BR meme]). Trata-se de um código ou uma linguagem particular que se torna mais ou menos especializada e que só os seus detentores parecem entender o que significam e como usá-las (ver: [https://www.instagram.com/tiozinho_do_meme_sociologico/reel/DLlk6VpsvU-/ meme]). O Direito, por exemplo, é um caso extremo em que esse código, essa linguagem, tem uma força impressionante. Dominá-la é desenvolver um tipo particular de capital.
Vamos desenvolver um pouco melhor algumas dessas ideias sobre os campos sociais.
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=''Illusio''}}
== ''Illusio'' ==
Em primeiro lugar é preciso resgatar a metáfora do ''jogo'' para pensarmos os campos sociais. A palavra ''jogo'', etimologicamente, vem da palavra-raiz latina ''ludus,'' a mesma que dá origem a palavra ''Illusio.''
A ''Illusio'', uma espécie de encantamento pelo jogo que se joga neste campo social, é fundamental para que ele faça sentido, ou seja, para que os agentes desse campo sintam interesse e motivação para jogá-lo.
A ''illusio'' significa, portanto, estar preso ao jogo, preso pelo jogo, acreditar que o jogo vale a pena'''.''' Nos respectivos campos sociais, os jogos sociais tendem a se fazer esquecer como jogos porque seus agentes estão envolvidos com ele. Por isso, o que é vivido como ''algo normal'' para as pessoas de um determinado campo pode parecer sem sentido para quem não participa dele.
Aqueles que estão bem ajustados aos seus campos, ao jogo que se joga neles, dominam a sua lógica e atuam em vantagem por melhor compreender como funcionam. Para jogar esse jogo é preciso incorporá-lo de alguma forma.
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=''habitus'' em um campo}}
Existe um ''habitus'' ajustado ao funcionamento dos campos, um certo modo de perceber e de jogar o jogo; um certo modo de "ter a lógica do jogo dentro de si", um modo incorporá-lo.
Portanto, quando nos envolvemos por um determinado campo e aprendemos a jogá-lo, a lógica do que fazemos não precisa ser destacada explicitamente. Ela se torna uma parte de nós.
A maior parte do que aprendemos é adquirida de forma implícita. Isso permite que nossas ações não pareçam calculadas o tempo todo. O bom jogador – como o jogador de tênis, por exemplo – não somente sabe onde a bola está, mas onde ela vai cair. Isso permite que ele/ela antecipe as suas jogadas e a dos outros agentes do campo.
Será possível perceber a incorporação do ''habitus'' de um campo quando você sentir que o Campo está dentro de você. (Ver: [https://www.instagram.com/p/B5q-Lgwglo1/ meme])
Isto significa que você, sem perceber, vai enxergar o mundo pelo viés ou pelos ângulos considerados relevantes para quem vive no seu Campo. Um sociólogo, por exemplo, passa a ver "sociologia" no seu cotidiano, nas animações, nos filmes que assiste, nos dados que vê e nas músicas que ouve.<br />
{{collapse bottom}}
<center>[[Sociologia e Comunicação Cásper/Campos Sociais/Atividade I|ATIVIDADE]]</center>
{{collapse top|title=Referências}}
BOURDIEU, Pierre. Algumas propriedades dos campos (Exposição feita na Ecole Normale Supérieure, em novembro de 1976, para um grupo de filólogos e historiadores da literatura)
CATANI, Afrânio Mendes. As possibilidade analíticas da noção de campo social. Educ. Soc. , Campinas, v. 32, n. 114, p. 189-202, jan.-mar. 2011
FERREIRA, Jairo. Mídia, jornalismo e sociedade: a herança normalizada de Bourdieu. Estudos em Jornalismo e Mídia. Vol.II Nº 1 - 1º Semestre de 2005
JANOTTI Jr, Jeder (org.) Cenas Musicais. Guararema, SP : Anadarco, 2013. (Coleção comunicações e cultura)
LOPES, Ana C. L. Origens, Deslocamentos e possíveis rumos da intermediação cultural em arranjos contemporâneos da Cultura. Ponta de Lança: Revista Eletrônica de História, Memória & Cultura, São Cristóvão, v. 14, n. 27, jul. - dez. 2020
MARTIN, Monique de Saint. A noção de Campo em Pierre Bourdieu. Revista Brasileira de Sociologia. | Vol 10, No. 26| Set-Dez/2022 | p. 222-235. https://doi.org/10.20336/rbs.910
MICELI, Sérgio. Bourdieu e a renovação da sociologia contemporânea da cultura. Tempo soc. vol.15 no.1 São Paulo Apr. 2003
PIMENTA, Ricardo Medeiros. Da aestheticainformacional e do capital simbólico na contemporaneidade: a internete suas redes sociais enquanto campo. In:LUCAS, Elaine Rosangela de Oliveira; SILVEIRA, Murilo Artur Araújo da. (orgs.) A Ciência da informação encontra Pierre Bourdieu[e-book] Recife: Ed. Universitária da UFPE, 2017
SENNA, João. Formação dos Subcampos dos Comics Norte Americanos. In: BARRETO, Rodrigo Ribeiro, SOUZA, Maria Carmem Jacob de. Bourdieu e os Estudos de Mídia Salvador: Edufba, 2014.
35 Office Lessons “The Devil Wears Prada” Taught Us – Survival lessons for your first office job. That’s all. by Andrew Villagomez . BuzzFeed Posted on July 25, 2013, at 7:29 p.m.
[https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/understanding-young-news-audiences-time-rapid-change Understanding young news audiences at a time of rapid change]. Por: r Craig T. Robertson/Dr Amy Ross Arguedas/Mitali Mukherjee/Dr Richard Fletcher,REUTERS, 24 March 2026
DOI: 10.60625/risj-r08r-mt26
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{{collapse top|title=Filmes}}
[https://pt.wikipedia.org/wiki/O_Diabo_Veste_Prada_(filme) O Diabo Veste Prada] - David Frankel
[https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Truman_Show O Show de Truman] - Peter Weir
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Nascido_para_Matar Full Metal Jacket] - Stanley Kubric
Dying to Tell the Story - Kyra Thompson
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Sociologia e Comunicação Cásper/Mercados Linguísticos e Poder Simbólico
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[[File:Economia das trocas linguísticas - Bourdieu - parte I.ogg|thumb|Economia das trocas linguísticas - Bourdieu - parte I]]
[[File:Aula 5 - Bourdieu - Economia das Trocas Linguísticas - parte II.ogg|thumb|Aula 5 - Bourdieu - Economia das Trocas Linguísticas - parte II]]
[[File:Aula 5 pequeno complemento sobre lutas simbólicas.ogg|thumb|Aula 5 pequeno complemento sobre lutas simbólicas]]
'''Temas da aula'''
'''Parte I
'''
Rituais de fala/jogos de linguagem
Senso de oportunidade/Senso de aceitabilidade
'''Parte II'''
Mercados Linguísticos
Poder Simbólico
Enquadramento
''Porque quem entende desorganiza. Há alguma coisa em nós que desorganiza tudo - uma coisa que entende
'' ''(Clarice Lispector. Mineirinho)''
{{collapse top|title=A ''doxa''}}
Vamos refletir, agora, sobre os atos de fala, os discursos, as narrativas que são fundamentais para a nossa existência como seres humanos. A eficácia de um discurso está no fato de funcionar como ''[[Doxa]]'', isto é, como uma verdade “evidente” sobre a qual nunca pensamos.
É o que [[Ludwig Wittgenstein]], em ''Investigações filosóficas'', quis dizer:
''Aquilo que se sabe quando ninguém nos interroga, mas que não se sabe mais quando devemos explicar, é algo sobre o que se deve refletir. (E evidentemente algo sobre o que, por alguma razão, dificilmente se reflete)''
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=Competência técnica e social}}
Em primeiro lugar, é preciso destacar que a nossa capacidade para falar depende de algumas competências específicas que desenvolvemos: uma Competência Técnica e uma Competência Social.
Nossa competência técnica aparece pela nossa própria condição humana: seres humanos podem falar, ou seja, tem em seu corpo os meios físicos (anatômicos e neurológicos) necessários para produzir a fala.
No caso da competência social. como o próprio nome diz, ela é adquirida socialmente, uma vez que, a fala precisa ser aprendida.
Falar não consiste apenas em emitir palavras organizadas em um certo [[código linguístico]], mas também é preciso saber ''o que'' falar, ''com quem'', ''quando'' e ''de que modo''.
Se ''não falamos com qualquer um, de qualquer modo, sobre qualquer coisa, a qualquer momento'', isso significa que a nossa fala pressupõe alguns [[rituais]] sociais ou [[Sociologia e Comunicação/As representações - linguagem e sociedade#Linguagem e Sociedade|jogos de linguagem]]. Esses jogos ou rituais dependem do desenvolvimento de certos tipos de sensibilidade.
Vamos chamar essa sensibilidade de ''senso de oportunidade'' e ''senso de aceitabilidade''.
O [[Senso de Oportunidade|'''Senso de Oportunidade''']] (''Kairós'')
Diziam os sofistas que, no aprendizado da arte de falar bem, é preciso estar atento para a percepção do momento oportuno da fala (''[[Kairós]]'').
Pouco importa o que dissermos se não for dito de maneira oportuna, no momento certo. Essa competência está relacionada como o (re) conhecimento da situação e do momento da fala.
O [[Senso de Aceitabilidade|'''Senso de Aceitabilidade''']]
Também é importante lembrar que quando falamos, produzimos um produto muito especial que não está sujeito apenas a interpretação, mas, também, a avaliação.[ver:[https://www.instagram.com/p/BqQOeuMDk17/ meme]]
Muitas vezes, a condição necessária para que o discurso seja aceito não está no entendimento que temos dele, mas do valor que damos a quem o pronuncia (ver: [https://www.instagram.com/p/BwyNECJAMTq/ meme]).
Portanto, qualquer discurso produz signos a serem interpretados, certamente. Mas, ao mesmo tempo, eles apresentam-se como signos de riqueza (esses discursos são valorizados ou desvalorizados) e signos de autoridade (eles tem o poder de realizar coisas no mundo)
{{collapse bottom}}
<center> [[Sociologia e Comunicação Cásper/Mercados Linguísticos e Poder Simbólico/ Atividade I| ATIVIDADE I]]</center>
{{collapse top|title=O Mercado Linguístico}}
Vamos analisar, agora, o conceito de mercado linguístico:
Carregamos conosco esse conjunto de disposições – uma espécie de “memória” – das nossas experiências com a fala em determinadas situações (falando com os pais, amigos, vendedores, professores, clérigos).
Esse conjunto de disposições é o que chamamos de nosso [[Sociologia e Comunicação/Espaço Social, Estilos de Vida e "habitus"#Habitus|''habitus'' linguístico]] – um certo modo de falar. Ele faz com que tenhamos condições de antecipar algumas reações das pessoas a quem nos dirigimos e que sejamos capazes de reconhecer determinadas situações sociais.
Essas situações que aprendemos a reconhecer são os chamados [[mercados linguístico]]<nowiki/>s, uma vez que, neles, a nossa fala pode ser valorizada ou não, pode sofrer concorrência, pode ser monopolizada etc.<blockquote>“[Uma ciência do discurso](...) deve levar em conta as leis de formação de preços características do mercado em questão (...) as condições de recepção antecipadas fazem parte das condições de produção, e a antecipação das sanções do mercado contribui para determinar a produção do discurso. (...) Tal sentido (...), acaba determinando as correções e todas as formas de autocensura, concessões que se outorgam a um universo social pelo fato de aceitar tornar-se aí aceitável.” (Pierre Bourdieu. ''Economia das Trocas Linguísticas'')</blockquote>
Quando produzimos um discurso, desenvolvemos também uma antecipação das condições em que aquele discurso será recebido. Essa antecipação, quando negativa, pode levar-nos a um conjunto de medidas de autocensura (ver: [https://i0.wp.com/sayingimages.com/wp-content/uploads/i-know-his-hermione-meme-e1550971391186.jpg?resize=223%2C328&ssl=1 meme]).
Por outro lado, algumas pessoas acabam agindo como [[porta-vozes]] da opinião de uma série de outras pessoas em um mercado linguístico.
Eles ou elas são capazes de falar como representantes de um grupo, colocam-se como um grupo falando e, assim, fazem com que determinados interesses e motivações ganham um lugar em meio às palavras e transforme-se em discurso que merece ser ouvido.
Será que isso que ocorre no chamado [[Mansplaining]] ou [[Manterrupting]]? Será que o [[movimento feminista]], por exemplo, precisa enfrentar este tipo de questão?
No caso dos povos colonizados, existe sempre a questão levantada por [[Gayatri Spivak]]: Pode o subalterno falar?
{{collapse bottom}}
{{collapse top|title=O Poder Simbólico}}
O [[poder simbólico]] é um poder (econômico, político, cultural ou outro) que consegue ser alvo de reconhecimento, por isso, é preciso entender que se trata de um tipo de poder que não é físico (embora possa ter consequências reais). Ele é exercido no plano do sentido, na sua capacidade de gerar conhecimento e reconhecimento.
Ele está relacionado com a questão do [[enquadramento]] (''[[framing]]'').
O enquadramento é um dispositivo interpretativo, um padrão de organização do discurso, que estabelece alguns princípios de seleção de certas palavras e ângulos de abordagem na construção das notícias. São padrões de apresentação, cognição e interpretação; de seleção, ênfase e exclusão que organizam a narrativa escrita e audiovisual. A combinação de determinadas ações em determinados contextos são capazes de produzir certos enquadramento ou quadros de referência para os indivíduos como observa [[Erving Goffman]], que desenvolve amplamente o termo.
As palavras exercem, assim, um poder tipicamente mágico: ''fazem ver, fazem crer, fazem agir.''
Mas essa magia, como toda outra, não pode ser explicada apenas por esse poder do produtor do discurso. É preciso ir além e reconhecer as condições sociais que possibilitam essa eficácia mágica das palavras.
Quem fala? Quem está autorizado a falar? De que lugar falamos?
Para completar, é preciso observar que esse poder das palavras só pode ser exercido sobre aqueles que estão dispostos a ouvi-las, a crer nelas.
Vamos observar o que dizem as duas citações abaixo:<blockquote>“…os agentes sociais e os próprios dominados estão unidos ao mundo social (até mesmo ao mais repugnante e revoltante) por uma relação de cumplicidade padecida que faz com que certos aspectos deste mundo estejam sempre além ou aquém do questionamento crítico” (Pierre Bourdieu em ''O que falar quer dizer'')</blockquote>Vale a pena pensar em uma observação de outro intelectual francês:<blockquote>“O que faz com que o poder se mantenha e que seja aceito é simplesmente que ele não pesa como uma força que diz não, mas que de fato ele permeia, produz coisas, induz ao prazer, forma saber, produz discurso. Deve-se considerá-lo como uma rede produtiva que atravessa todo o corpo social muito mais do que uma instância negativa que tem por função reprimir”. (Michel Foucault em ''Microfísica do poder)''</blockquote>
{{collapse bottom}}
<center> [[Sociologia e Comunicação Cásper/Mercados Linguísticos e Poder Simbólico/Atividade I| ATIVIDADE II]] </center>
{{collapse top|title=Referências}}
BENTES, Anna; PINHEIRO, Beatriz Meirelles. Creator economy: qual é o futuro do marketing de influência?
Portal FGV, 3 out. 2023. Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/creator-economy-qual-e-futuro-marketing-influencia. Acesso em: 24 out. 2023.
COLLING, Leandro. Agenda-setting e framing: reafirmando os efeitos limitados.Revista FAMECOS • Porto Alegre • nº 14 • abril 2001
GIRARDI Jr, Liráucio. Pierre Bourdieu: Mercados Linguísticos e Poder Simbólico. Famecos, Porto Alegre, v. 24, n. 3, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2017
KARHAWI, Issaaf . Influenciadores digitais: conceitos e práticas em discussão. Revista Communicare. Volume 17 – Edição especial de 70 anos da Faculdade Cásper Líbero
LEMOS, André. A nova esfera conversacional. ''in'' Dimas A. Künsch, D.A, da Silveira, S.A., ''et al'', Esfera pública, redes e jornalismo., Rio de Janeiro, Ed. E-Papers, 2009, pp. 9 – 30.
LINS, Daniel (org). Pierre Bourdieu: o campo econômico. Campinas (SP), Editora: Papirus, 2001 (''O que é falar''? e ''Fetichismo Político'')
O dia em que relatos do primeiro assédio tomaram conta do Twitter – El País – MARINA ROSSI – 23/10/2015
TV peruana agora tem um noticiário em quéchua. Por que isso é um gesto político e social -Rafael Iandoli – Nexo 17 Dez 2016
Exército de fact-checking combate notícias falsas – Bianca Fortis, MediaShift | 06/11/17
Claire Wardle: combater a desinformação é como varrer as ruas – Observatório da Imprensa – Por Angela Pimenta em 14/11/2017 na edição 966
[https://citap.unc.edu/research/critical-disinfo/ Critical Desinformation Studies] - Citap
[https://tab.uol.com.br/colunas/daniela-pinheiro/2022/08/27/o-app-que-altera-qualquer-sotaque-para-o-de-um-branco-norte-americano.htm?cmpid=copiaecola O app que altera qualquer sotaque para o de um branco norte-americano...] - Daniela Pinheiro
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{{collapse top|title=Filmes}}
FILMES
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Obrigado_por_Fumar Obrigado por Fumar]- Jason Reitman.
[https://pt.wikipedia.org/wiki/2_Filhos_de_Francisco Os Dois Filhos de Francisco] - Breno Silveira
[https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Vida_de_Brian A Vida de Brian] - Monty Phyton
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Monty_Python_and_the_Holy_Grail Em busca do Cálice Sagrado] - Monty Phyton
PERDIGOTO SHOW – Executivos - IRMÃO DO JOREL
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[[File:Economia das trocas linguísticas - Bourdieu - parte I.ogg|thumb|Economia das trocas linguísticas - Bourdieu - parte I]]
[[File:Aula 5 - Bourdieu - Economia das Trocas Linguísticas - parte II.ogg|thumb|Aula 5 - Bourdieu - Economia das Trocas Linguísticas - parte II]]
[[File:Aula 5 pequeno complemento sobre lutas simbólicas.ogg|thumb|Aula 5 pequeno complemento sobre lutas simbólicas]]
'''Temas da aula'''
'''Parte I
'''
Rituais de fala/jogos de linguagem
Senso de oportunidade/Senso de aceitabilidade
'''Parte II'''
Mercados Linguísticos
Poder Simbólico
Enquadramento
''Porque quem entende desorganiza. Há alguma coisa em nós que desorganiza tudo - uma coisa que entende
'' ''(Clarice Lispector. Mineirinho)''
{{collapse top|title=A ''doxa''}}
Vamos refletir, agora, sobre os atos de fala, os discursos, as narrativas que são fundamentais para a nossa existência como seres humanos. A eficácia de um discurso está no fato de funcionar como ''[https://pt.wikipedia.org/wiki/Doxa Doxa]'', isto é, como uma verdade “evidente” sobre a qual nunca pensamos.
É o que [https://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_WittgensteinLudwig Wittgenstein], em ''Investigações filosóficas'', quis dizer:
''Aquilo que se sabe quando ninguém nos interroga, mas que não se sabe mais quando devemos explicar, é algo sobre o que se deve refletir. (E evidentemente algo sobre o que, por alguma razão, dificilmente se reflete)''
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{{collapse top|title=Competência técnica e social}}
Em primeiro lugar, é preciso destacar que a nossa capacidade para falar depende de algumas competências específicas que desenvolvemos: uma Competência Técnica e uma Competência Social.
Nossa competência técnica aparece pela nossa própria condição humana: seres humanos podem falar, ou seja, tem em seu corpo os meios físicos (anatômicos e neurológicos) necessários para produzir a fala.
No caso da competência social. como o próprio nome diz, ela é adquirida socialmente, uma vez que, a fala precisa ser aprendida.
Falar não consiste apenas em emitir palavras organizadas em um certo [[código linguístico]], mas também é preciso saber ''o que'' falar, ''com quem'', ''quando'' e ''de que modo''.
Se ''não falamos com qualquer um, de qualquer modo, sobre qualquer coisa, a qualquer momento'', isso significa que a nossa fala pressupõe alguns [[rituais]] sociais ou [[Sociologia e Comunicação/As representações - linguagem e sociedade#Linguagem e Sociedade|jogos de linguagem]]. Esses jogos ou rituais dependem do desenvolvimento de certos tipos de sensibilidade.
Vamos chamar essa sensibilidade de ''senso de oportunidade'' e ''senso de aceitabilidade''.
O [[Senso de Oportunidade|'''Senso de Oportunidade''']] (''Kairós'')
Diziam os sofistas que, no aprendizado da arte de falar bem, é preciso estar atento para a percepção do momento oportuno da fala (''[[Kairós]]'').
Pouco importa o que dissermos se não for dito de maneira oportuna, no momento certo. Essa competência está relacionada como o (re) conhecimento da situação e do momento da fala.
O [[Senso de Aceitabilidade|'''Senso de Aceitabilidade''']]
Também é importante lembrar que quando falamos, produzimos um produto muito especial que não está sujeito apenas a interpretação, mas, também, a avaliação.[ver:[https://www.instagram.com/p/BqQOeuMDk17/ meme]]
Muitas vezes, a condição necessária para que o discurso seja aceito não está no entendimento que temos dele, mas do valor que damos a quem o pronuncia (ver: [https://www.instagram.com/p/BwyNECJAMTq/ meme]).
Portanto, qualquer discurso produz signos a serem interpretados, certamente. Mas, ao mesmo tempo, eles apresentam-se como signos de riqueza (esses discursos são valorizados ou desvalorizados) e signos de autoridade (eles tem o poder de realizar coisas no mundo)
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<center> [[Sociologia e Comunicação Cásper/Mercados Linguísticos e Poder Simbólico/ Atividade I| ATIVIDADE I]]</center>
{{collapse top|title=O Mercado Linguístico}}
Vamos analisar, agora, o conceito de mercado linguístico:
Carregamos conosco esse conjunto de disposições – uma espécie de “memória” – das nossas experiências com a fala em determinadas situações (falando com os pais, amigos, vendedores, professores, clérigos).
Esse conjunto de disposições é o que chamamos de nosso [[Sociologia e Comunicação/Espaço Social, Estilos de Vida e "habitus"#Habitus|''habitus'' linguístico]] – um certo modo de falar. Ele faz com que tenhamos condições de antecipar algumas reações das pessoas a quem nos dirigimos e que sejamos capazes de reconhecer determinadas situações sociais.
Essas situações que aprendemos a reconhecer são os chamados [[mercados linguístico]]<nowiki/>s, uma vez que, neles, a nossa fala pode ser valorizada ou não, pode sofrer concorrência, pode ser monopolizada etc.<blockquote>“[Uma ciência do discurso](...) deve levar em conta as leis de formação de preços características do mercado em questão (...) as condições de recepção antecipadas fazem parte das condições de produção, e a antecipação das sanções do mercado contribui para determinar a produção do discurso. (...) Tal sentido (...), acaba determinando as correções e todas as formas de autocensura, concessões que se outorgam a um universo social pelo fato de aceitar tornar-se aí aceitável.” (Pierre Bourdieu. ''Economia das Trocas Linguísticas'')</blockquote>
Quando produzimos um discurso, desenvolvemos também uma antecipação das condições em que aquele discurso será recebido. Essa antecipação, quando negativa, pode levar-nos a um conjunto de medidas de autocensura (ver: [https://i0.wp.com/sayingimages.com/wp-content/uploads/i-know-his-hermione-meme-e1550971391186.jpg?resize=223%2C328&ssl=1 meme]).
Por outro lado, algumas pessoas acabam agindo como [[porta-vozes]] da opinião de uma série de outras pessoas em um mercado linguístico.
Eles ou elas são capazes de falar como representantes de um grupo, colocam-se como um grupo falando e, assim, fazem com que determinados interesses e motivações ganham um lugar em meio às palavras e transforme-se em discurso que merece ser ouvido.
Será que isso que ocorre no chamado [[Mansplaining]] ou [[Manterrupting]]? Será que o [[movimento feminista]], por exemplo, precisa enfrentar este tipo de questão?
No caso dos povos colonizados, existe sempre a questão levantada por [[Gayatri Spivak]]: Pode o subalterno falar?
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{{collapse top|title=O Poder Simbólico}}
O [[poder simbólico]] é um poder (econômico, político, cultural ou outro) que consegue ser alvo de reconhecimento, por isso, é preciso entender que se trata de um tipo de poder que não é físico (embora possa ter consequências reais). Ele é exercido no plano do sentido, na sua capacidade de gerar conhecimento e reconhecimento.
Ele está relacionado com a questão do [[enquadramento]] (''[[framing]]'').
O enquadramento é um dispositivo interpretativo, um padrão de organização do discurso, que estabelece alguns princípios de seleção de certas palavras e ângulos de abordagem na construção das notícias. São padrões de apresentação, cognição e interpretação; de seleção, ênfase e exclusão que organizam a narrativa escrita e audiovisual. A combinação de determinadas ações em determinados contextos são capazes de produzir certos enquadramento ou quadros de referência para os indivíduos como observa [[Erving Goffman]], que desenvolve amplamente o termo.
As palavras exercem, assim, um poder tipicamente mágico: ''fazem ver, fazem crer, fazem agir.''
Mas essa magia, como toda outra, não pode ser explicada apenas por esse poder do produtor do discurso. É preciso ir além e reconhecer as condições sociais que possibilitam essa eficácia mágica das palavras.
Quem fala? Quem está autorizado a falar? De que lugar falamos?
Para completar, é preciso observar que esse poder das palavras só pode ser exercido sobre aqueles que estão dispostos a ouvi-las, a crer nelas.
Vamos observar o que dizem as duas citações abaixo:<blockquote>“…os agentes sociais e os próprios dominados estão unidos ao mundo social (até mesmo ao mais repugnante e revoltante) por uma relação de cumplicidade padecida que faz com que certos aspectos deste mundo estejam sempre além ou aquém do questionamento crítico” (Pierre Bourdieu em ''O que falar quer dizer'')</blockquote>Vale a pena pensar em uma observação de outro intelectual francês:<blockquote>“O que faz com que o poder se mantenha e que seja aceito é simplesmente que ele não pesa como uma força que diz não, mas que de fato ele permeia, produz coisas, induz ao prazer, forma saber, produz discurso. Deve-se considerá-lo como uma rede produtiva que atravessa todo o corpo social muito mais do que uma instância negativa que tem por função reprimir”. (Michel Foucault em ''Microfísica do poder)''</blockquote>
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<center> [[Sociologia e Comunicação Cásper/Mercados Linguísticos e Poder Simbólico/Atividade I| ATIVIDADE II]] </center>
{{collapse top|title=Referências}}
BENTES, Anna; PINHEIRO, Beatriz Meirelles. Creator economy: qual é o futuro do marketing de influência?
Portal FGV, 3 out. 2023. Disponível em: https://portal.fgv.br/artigos/creator-economy-qual-e-futuro-marketing-influencia. Acesso em: 24 out. 2023.
COLLING, Leandro. Agenda-setting e framing: reafirmando os efeitos limitados.Revista FAMECOS • Porto Alegre • nº 14 • abril 2001
GIRARDI Jr, Liráucio. Pierre Bourdieu: Mercados Linguísticos e Poder Simbólico. Famecos, Porto Alegre, v. 24, n. 3, setembro, outubro, novembro e dezembro de 2017
KARHAWI, Issaaf . Influenciadores digitais: conceitos e práticas em discussão. Revista Communicare. Volume 17 – Edição especial de 70 anos da Faculdade Cásper Líbero
LEMOS, André. A nova esfera conversacional. ''in'' Dimas A. Künsch, D.A, da Silveira, S.A., ''et al'', Esfera pública, redes e jornalismo., Rio de Janeiro, Ed. E-Papers, 2009, pp. 9 – 30.
LINS, Daniel (org). Pierre Bourdieu: o campo econômico. Campinas (SP), Editora: Papirus, 2001 (''O que é falar''? e ''Fetichismo Político'')
O dia em que relatos do primeiro assédio tomaram conta do Twitter – El País – MARINA ROSSI – 23/10/2015
TV peruana agora tem um noticiário em quéchua. Por que isso é um gesto político e social -Rafael Iandoli – Nexo 17 Dez 2016
Exército de fact-checking combate notícias falsas – Bianca Fortis, MediaShift | 06/11/17
Claire Wardle: combater a desinformação é como varrer as ruas – Observatório da Imprensa – Por Angela Pimenta em 14/11/2017 na edição 966
[https://citap.unc.edu/research/critical-disinfo/ Critical Desinformation Studies] - Citap
[https://tab.uol.com.br/colunas/daniela-pinheiro/2022/08/27/o-app-que-altera-qualquer-sotaque-para-o-de-um-branco-norte-americano.htm?cmpid=copiaecola O app que altera qualquer sotaque para o de um branco norte-americano...] - Daniela Pinheiro
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FILMES
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Obrigado_por_Fumar Obrigado por Fumar]- Jason Reitman.
[https://pt.wikipedia.org/wiki/2_Filhos_de_Francisco Os Dois Filhos de Francisco] - Breno Silveira
[https://pt.wikipedia.org/wiki/A_Vida_de_Brian A Vida de Brian] - Monty Phyton
[https://pt.wikipedia.org/wiki/Monty_Python_and_the_Holy_Grail Em busca do Cálice Sagrado] - Monty Phyton
PERDIGOTO SHOW – Executivos - IRMÃO DO JOREL
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|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/História da Ciência e da Tecnologia|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 2: História da Ciência e da Tecnologia</span>]]
|style="width:160px;background:#fff;border:2px solid #4BACF3; border-bottom:none;padding:10px;"| [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 5: Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior</span>]]
|}
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A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
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* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
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|-
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|}
== Bolsas FAPESP no país e no exterior ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP — Bolsas no país
|-
! Usuário
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|-
! Data
| 21h34min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
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== Mayllon.lyggon ==
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! Fonte principal
| Capes: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais?utm_source=chatgpt.com
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! Usuário
| Mayllon.lyggon
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! Data
| 29 de março de 2026
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Lista de supercélulas em Piracicaba
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2026-03-29T16:34:39Z
A.O Mapping
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wikitext
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[[Ficheiro:Mesocyclone Piracicaba 28-01-2025.jpg|miniaturadaimagem|Supercélula no Centro de Piracicaba em 28 de janeiro de 2025]]
Este artigo lista supercélulas ocorridas em/próximas a Piracicaba desde 1995 até o presente, confirmadas pela Piracicaba Meteorológica. Na classificação local, essas formações sempre entram na categoria de "tempo severo", embora frequentemente sejam de intensidade fraca a moderada. Existem cinco classificações principais de supercélulas na Região de Piracicaba: alta precipitação (HP), clássica, baixa precipitação (LP), mini-supercélula e marginal.
Segundo a literatura meteorológica, a classificação de uma tempestade como supercélula não é necessariamente rígida e depende principalmente da formação de um mesociclone, que pode também ser evidenciado por formações indiretas. Além disso, a própria organização da tempestade pode servir como evidência em alguns casos (ex: 12 de agosto de 2023, 28 de dezembro de 2024), embora a confirmação dependa de uma análise mais cautelosa nessas condições. Por isso, supercélulas como estrutura são relativamente comuns em Piracicaba, embora nem todas representem tempestades severas. Junto com Barra Bonita, está entre as cidades do estado de São Paulo que mais documentam essas estruturas, em grande parte tanto devido à origem comum (Serra de Botucatu e Rio Tietê) quanto à influência do stormchasing nas duas regiões.
Tempestades supercelulares capazes de causar destruição severa, como destelhamentos generalizados, queda de árvores e galhos em massa e várias árvores derrubadas em uma mesma via, ocorrem com baixa frequência, aproximadamente uma a duas vezes por década, com registros em 1995, 2006, 2013, 2024 e 2025. Desde 2023, o número de registros de supercélulas como estrutura aumentou, resultado da expansão do stormchasing e da meteorologia voluntária em Piracicaba. Apesar disso, estudos indicam que essas tempestades ainda são subestimadas na cidade, devido à tendência de análises rigorosas e à superestimação da intensidade de supercélulas.
De acordo com o banco de dados da Piracicaba Meteorológica, a cidade e suas adjacências (Limeira, Saltinho, Rio das Pedras, Rio Claro, Capivari, etc.) já tiveram 25 supercélulas confirmadas desde 1995, sendo que 17 ocorreram desde 2023. A época mais comum para sua formação é entre os meses de agosto e março, com pico em outubro, dezembro, na segunda quinzena de fevereiro e na primeira quinzena de março. Em contrapartida, a época mais rara é no outono meteorológico seco (15 de abril a 31 de maio - OBS: não confundir com o outono astronômico) e no mês de junho, com mínima na primeira quinzena de maio. Sua formação também dificilmente ocorre nos primeiros 20 dias de setembro, devido ao ápice de intensidade do anticiclone do Brasil Central, que limita a disponibilidade de umidade.
Multicélulas são as tempestades mais suscetíveis a serem confundidas com esses fenômenos, uma vez que também podem apresentar características de isolamento, longa duração e estrutura impactante. Além disso, as supercélulas da Região de Piracicaba também frequentemente se formam embutidas em tempestades multicelulares quando há combinação de helicidade + forçante frontal + CAPE adequado, principalmente no verão meteorológico (dezembro, janeiro, fevereiro). Um padrão curioso envolve o fato de que, embora multicélulas sejam mais comuns na Região como um todo, os municípios de Piracicaba e Anhembi distorcem esse padrão, com esses sistemas possuindo uma frequência bastante semelhante à das supercélulas em alguns meses.
== Década de 1990 ==
=== 20 de outubro de 1995 ===
* Tipo: Desconhecido
* Município de origem: ??
* Ápice: Possivelmente Piracicaba
* Dissipação: ??
* Causa: Frente fria de ciclone extratropical.
* Descrição: Supercélula que atingiu a cidade durante a manhã.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 2024. Indireta (severidade)
* Prejuízo: Valor desconhecido. Queda de várias árvores, queda do muro do Estádio Barão da Serra Negra.
* Áreas afetadas: Zona Norte, Zona Central.
* Fatalidades: 1
* Feridos: 35
* Velocidade máxima dos ventos: 126,0 km/h (ESALQ)
* Granizo: Tamanho desconhecido.
== Década de 2000 ==
=== 17 de março de 2005 ===
* Tipo: Desconhecido
* Município de origem: ??
* Ápice: Provavelmente Piracicaba (área rural)
* Dissipação: ??
* Causa: Desconhecido.
* Descrição: Supercélula que produziu um tornado em área agrícola.
* Confirmação: Direta (tornado)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Desconhecido.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Não registrado.
=== 29 de março de 2006, 11h25 ===
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Barra Bonita
* Ápice: entre Piracicaba (distrito de Tupi) e Santa Bárbara d'Oeste.
* Dissipação: ??
* Causa: Avanço de frente fria sobre massa de ar quente e úmido, linha de convergência entre ventos de oeste e leste.
* Descrição: Supercélula que se desenvolveu durante a manhã e atingiu a cidade por volta das 11h25, produzindo um tornado no bairro da Agronomia e múltiplos downbursts severos.
* Confirmação: Universidade de São Paulo, 2008. Direta (tornado)
* Prejuízo: >R$ 1,5 milhão. Queda em massa de árvores e postes, destelhamentos generalizados, destruição de canaviais.
* Áreas afetadas: Praticamente toda a cidade (exceto áreas mais ao sudoeste, ex: Novo Horizonte, Campestre, etc.).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 21
* Velocidade máxima dos ventos: 158,4 km/h (ESALQ).
* Granizo: Não registrado.
* Fatos notáveis: Primeira tempestade registrada em vídeo na história de Piracicaba, em dois clipes de, no máximo, cinco segundos por um estudante da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), dentro da universidade.
== Década de 2010 ==
=== 10 de abril de 2011 ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: ??
* Ápice: Piracicaba (Zona Norte)
* Dissipação: ??
* Causa: ??
* Descrição: Supercélula produziu granizo de médio porte superior na Zona Norte.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 2 de dezembro de 2025. Indireta (severidade)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Zona Norte
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido
* Granizo: 4,5 cm
=== 21 de julho de 2013, 16h ===
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: ??
* Ápice: Piracicaba (Zona Central)
* Dissipação: ??
* Causa: Avanço de frente fria sobre massa de ar quente e úmido.
* Descrição: Supercélula que se desenvolveu durante pré-frontal e produziu um macroburst severo.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 2023. Indireta (severidade, estrutura)
* Prejuízo: ~R$ 500 mil. Queda em massa de árvores e postes, destelhamentos, destruição de estruturas de madeira, queda do muro do Cemitério da Saudade.
* Áreas afetadas: Praticamente toda a área urbana, distrito de Ártemis, distrito de Tupi, distrito de Santa Teresinha.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 4
* Velocidade máxima dos ventos: 136,8 km/h (INMET)
* Granizo: >3 cm. Acúmulo.
* Fatos notáveis: Primeira supercélula em Piracicaba cuja estrutura foi filmada, não apenas a tempestade.
=== 10 de maio de 2015 ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: Saltinho
* Ápice: Capivari
* Dissipação: Campinas
* Causa: Entrada de umidade proveniente de frente fria.
* Descrição: Wall cloud foi fotografa próxima à SP-304 por moradora de Capivari, confundida com um tornado.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de outubro de 2025. Indireta (wall cloud, isolamento e duração)
* Prejuízo: Nulo.
* Áreas afetadas: Municípios de Saltinho, Rio das Pedras, Tietê, Mombuca, Rafard, Capivari, Santa Bárbara d'Oeste, Monte Mor e Campinas.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Fatos notáveis: Caso raro de supercélula ocorrida em pleno outono meteorológico seco (~15 de abril a 31 de maio)
=== 1º de junho de 2016, 19h ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: Araraquara
* Ápice: Rio Claro
* Dissipação: região de Americana
* Causa: Convergência entre ar frio e seco de frente fria e uma massa de ar quente e úmido predominante na região.
* Descrição: Supercélula que avançou sobre Rio Claro, Piracicaba e Limeira, produzindo granizo de grande porte em Rio Claro, e pequeno em grande quantidade em Piracicaba, além de ventos intensos.
* Confirmação: Indireta (estrutura, diâmetro do granizo, duração)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Desconhecido.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 97,2 km/h (ESALQ)
* Granizo: Diâmetro desconhecido.
== Década de 2020 ==
=== 28 de outubro de 2022, 14h ===
* Tipo: Supercélula marginal
* Município de origem: São Pedro
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Bragança Paulista
* Causa: CAPE de 1500 J/kg + CIN fraco, forçante termodinâmica.
* Descrição: Formação da célula foi filmada pela câmera de monitoramento da Clima ao Vivo. Foi identificado um inflow com tail cloud e rotação discreta (mesociclone), downbursts e granizo.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 15 de outubro de 2025. Direta (formação de mesociclone)
* Prejuízo: Quase nulo.
* Áreas afetadas: Toda a área urbana.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 95 km/h (loteamento Jardim Santo Antônio, bairro São Jorge)
* Granizo: ~1,5 cm.
=== 9 de agosto de 2023, 17h ===
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Cordeirópolis
* Ápice: Entre Cordeirópolis e Limeira
* Dissipação: ??
* Causa: Cavado em 500 hPa + máxima do JAN, alta disponibilidade de ar quente e úmido na troposfera.
* Descrição: Supercélula que provocou granizo de médio porte em grande quantidade na SP-310, entre Limeira e Cordeirópolis. Não afetou Piracicaba.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de agosto de 2025. Indireta (comportamento do granizo, duração)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: SP-310
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Diâmetro desconhecido. Grande acúmulo.
=== 9 de agosto de 2023, 17h ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: Saltinho
* Ápice: Rio das Pedras
* Dissipação: Campinas
* Causa: Cavado em 500 hPa + máxima do JAN, alta disponibilidade de ar quente e úmido na troposfera.
* Descrição: Supercélula que provocou granizo no município de Rio das Pedras. Não afetou Piracicaba.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de agosto de 2025. Indireta (duração, isolamento, organização)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Rio das Pedras
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Diâmetro desconhecido.
=== 12 de agosto de 2023, 16h17 ===
[[Ficheiro:Microexplosão Piracicaba 12-08-2023 1.jpg|centro|semmoldura|407x407px]]
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Guareí
* Ápice: Piracicaba (Zona Central)
* Dissipação: Cordeirópolis
* Causa: Cavado em 500 hPa + máxima do JAN, alta disponibilidade de ar quente e úmido na troposfera.
* Descrição: Supercélula que provocou granizo de médio porte na cidade e um microburst na Zona Central às 16h20. Alcançou a estratosfera, com o topo atingindo 17 km de altitude.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de agosto de 2025. Indireta (estrutura, organização, isolamento, comportamento do granizo, duração)
* Prejuízo: ~R$ 40 mil. Queda de 67 árvores, destelhamentos, vidraças quebradas, calhas entupidas e toldos perfurados.
* Áreas afetadas: Toda a área urbana (as zonas Central e Leste foram afetadas pelo granizo).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 93 km/h (região da Escola Estadual Doutor Prudente, Bairro Alto)
* Granizo: ~4 cm.
=== 28 de dezembro de 2024, 20h25 ===
[[Ficheiro:Supercell Piracicaba 28-12-2024 2.jpg|centro|semmoldura|437x437px]]
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Laranjal Paulista
* Ápice: Piracicaba (Zona Norte)
* Dissipação: Rio Claro
* Causa: CAPE >2500 J/kg + rompimento da CIN, intensa massa de ar quente e úmida, JAN mais intenso que JMN.
* Descrição: Supercélula isolada que se formou em Laranjal Paulista, passou por Saltinho e avançou sobre Piracicaba, produzindo um macroburst úmido com natureza pulsante nas zonas norte e leste. Granizo relatado no Santa Rosa.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 23 de junho de 2025. Indireta (estrutura, alta atividade elétrica, isolamento, severidade).
** OBS: embora tivesse sido tratado desde o início como uma supercélula, o relatório da Piracicaba Meteorológica que o confirmou definitivamente só foi publicado em junho de 2025.
* Prejuízo: Valor desconhecido. Queda de mais de 50 árvores em diferentes pontos, havendo queda em massa de dezenas de árvores e galhos somente na Avenida Comendador Pedro Morganti, entre os bairros Agronomia e Monte Alegre. Destelhamentos. Danificação da ETA Capim Fino. Transbordamento do Rio Piracicaba.
* Áreas afetadas: Toda a área urbana (o macroburst afetou, no primeiro pulso, parte das zonas Sul e Oeste; no segundo, o mais severo, a zona Norte e o norte da Leste).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 120 km/h (bairro Santa Rosa)
* Granizo: 1 cm.
=== 28 de janeiro de 2025, 14h55 ===
[[Ficheiro:Mesocyclone Piracicaba 28-01-2025 2.jpg|centro|semmoldura|400x400px]]
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Piracicaba (Zona Central)
* Ápice: Piracicaba (Zona Leste)
* Dissipação: Monte Mor
* Causa: Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), cisalhamento vertical favorável.
* Descrição: Mesociclone foi observado na Zona Central da cidade por um caçador de tempestades. A supercélula não evoluiu para uma tempestade severa e resultou apenas em chuva intensa.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 28 de janeiro de 2025. Direta (mesociclone).
* Prejuízo: Valor desconhecido.
* Áreas afetadas: Zona Central, Zona Leste.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Não registrado.
=== 31 de janeiro de 2025, 19h00 ===
[[Ficheiro:Tornado Piracicaba 31-01-2025 1.jpg|centro|semmoldura|407x407px]]
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Piracicaba (zona rural central)
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Rio das Pedras
* Causa: Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), convergência entre ventos quentes do interior paulista, úmidos do Oceano Atlântico e secos do outflow.
* Descrição: Wall cloud foi observada por um caçador de tempestades. Produção de um tornado F1 de curta duração no Campestre político, às 19h04.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 23 de fevereiro de 2025. Direta (tornado).
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Zona rural central (precipitação intensa), Campestre (tornado).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >150 km/h (tornado)
* Granizo: Não registrado.
=== 27 de junho de 2025, 16h ===
[[Ficheiro:Supercell in Piracicaba 2025-06-27 3.jpg|centro|semmoldura|405x405px]]
* Tipo: Supercélula de baixa precipitação (LP)
* Município de origem: Botucatu
* Ápice: Piracicaba (zona rural central)
* Dissipação: Limeira
* Causa: Confronto entre frentes fria e quente, cisalhamento vertical >17 m/s, máxima do JAN + cavado em médios níveis, alta disponibilidade de ar quente e úmido.
* Descrição: Supercélula com mesociclone definido, alta organização entre correntes ascendentes e descendentes e tail cloud foi observada por caçador de tempestades. A célula se formou no município de Botucatu e perdurou por quatro horas, atingindo a área urbana de Piracicaba com chuva forte e granizo pequeno nas zonas Sul, Oeste e rural. Houve relatos de acúmulo de granizo no Serrote, na área rural.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 27 de junho de 2025 (preliminar) / 30 de agosto de 2025 (consolidação). Direta (mesociclone).
** OBS: o evento havia sido classificado como uma supercélula pela Piracicaba Meteorológica já no dia de sua ocorrência. No entanto, por razões de discrepância entre meteorologistas, o grupo acadêmico realizou um estudo para comprovar a ocorrência do fenômeno em agosto de 2025.
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Área urbana (chuva forte), Zona Oeste (granizo), Zona Sul (granizo), zona rural centro-sul (granizo), zona rural central (mesociclone).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 1 cm. Acúmulo no Serrote.
=== 22 de setembro de 2025, 13h20 (dois eventos) ===
[[Ficheiro:Shelf Cloud Piracicaba 2025-09-22 13.jpg|centro|semmoldura|401x401px]]
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP), ambas.
* Município de origem: Botucatu (1), Brotas (2)
* Ápice: entre Laranjal Paulista e Porto Feliz (1); São Pedro (2)
* Dissipação: Campinas (1); região de Mogi-Mirim (2)
* Causa: Linha de instabilidade, avanço de frente fria, JBN de forte intensidade (>80 km/h), CAPE >2000 J/kg, alto cisalhamento vertical do vento.
* Descrição: Duas supercélulas HP embutidas em uma linha de instabilidade passaram próximas a Piracicaba, causando efeitos indiretos na cidade a partir da intensificação de downbursts. Onda de downbursts registrada.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 5 de janeiro de 2026. Direta (mesociclone observado).
* Prejuízo: Valor desconhecido. Queda de árvores, destelhamentos, quebra de vidraças.
* Áreas afetadas: Toda a cidade (pelo downburst associado)
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 95,0 km/h (medido no bairro Agronomia pelo INMET); 104,5 km/h (valor compensado no Vale do Jaú, Monte Líbano).
* Granizo: Não registrado
* Fatos notáveis: A supercélula de Laranjal Paulista possuiu o maior mesociclone já registrado em Piracicaba (até 4 km de largura); primeira supercélula da cidade filmada em 4K.
=== 10 de outubro de 2025, 16h30 ===
* Tipo: Mini-supercélula.
* Município de origem: Piracicaba
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Socorro
* Causa: Convergência em baixos níveis entre ventos de sudeste e noroeste, CAPE de 1500 J/kg, cavado em 500 hPa e JAN, cisalhamento vertical do vento de 27,5 ± 2,5 m/s.
* Descrição: Núcleo de supercélula se formou sobre Piracicaba em meio a uma tempestade multicelular e alimentou uma unicélula já severa sobre a cidade, gerando um microburst com ventos de até 145 ± 5 km/h.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 12 de outubro de 2025 (preliminar). Indireta (severidade, imagens de satélite)
* Prejuízo: ~R$ 1 milhão.
* Áreas afetadas: distrito do Artemis e bairros de Santa Teresinha, Itaperu, Vale do Sol e Vila Sônia (pelo microburst associado)
* Fatalidades: 0
* Feridos: 1
* Velocidade máxima dos ventos: 150 km/h (bairro Itaperu, distrito do Artemis)
* Granizo: 2 cm. Acúmulo no Artemis.
=== 1º de novembro de 2025, 14h30 ===
* Tipo: Supercélula clássica.
* Município de origem: Rio Claro
* Ápice: Machado (MG)
* Dissipação: Congonhas (MG)
* Causa: CAPE elevado (>2500 J/kg), CVV alto (>20 m/s), máxima do JAN.
* Descrição: Supercélula se formou em meio a uma multicélula, causando um microburst com granizo de médio porte em Rio Claro. Posteriormente, avançou para o leste, atravessando a divisa SP-MG.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 10 de novembro de 2025. Indireta (estrutura, duração).
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Diversos municípios no eixo Rio Claro-Poços de Caldas-Lavras-Congonhas
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >70 km/h.
* Granizo: 2 cm.
=== 7 de dezembro de 2025, 19h00 ===
[[Ficheiro:Tornado Capivari 2025.webm|centro|436x436px|semmoldura]]
* Tipo: Supercélula clássica.
* Município de origem: Elias Fausto
* Ápice: Capivari
* Dissipação: Rio das Pedras
* Causa: Alta disponibilidade de ar quente e úmido, faixa de baixa pressão, convergência entre ventos quentes e secos do interior e uma frente de rajada do sudeste.
* Descrição: Supercélula semi-estacionária se desenvolveu enquanto um SCM avançava de sudeste, gerando grande convergência ao interagir com os ventos quentes e úmidos de noroeste. Dois tornados atingiram a zona rural de Rio das Pedras (pico de F1) e outro em Mombuca (F1), com um RFD bem definido com ventos acima de 150 km/h.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 10 de dezembro de 2025. Direta (tornado e base mesociclônica)
* Prejuízo: >R$ 20 mil (canavial destruído em Mombuca).
* Áreas afetadas: Rio das Pedras e Mombuca.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >150 km/h (RFD).
* Granizo: Não registrado.
=== 3 de janeiro de 2026, 19h40 ===
[[Ficheiro:Supercell Piracicaba 2026-01-03 8.jpg|centro|semmoldura|343x343px]]
* Tipo: Supercélula LP.
* Município de origem: Saltinho
* Ápice: Entre Saltinho, Rio das Pedras e Piracicaba
* Dissipação: Piracicaba
* Causa: CAPE >2000 J/kg, forçante da frente de rajada de um sistema multicelular, helicidade >150 m²/s².
* Descrição: Supercélula LP se formou em meio a uma multicélula que avançava do Rio Tietê, causando chuva moderada em vários pontos, além de núcleos isolados de granizo.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 4 de janeiro de 2026. Direta (mesociclone observado).
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Saltinho, Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 2,5 cm (Saltinho).
=== 10 de janeiro de 2026, 18h ===
* Tipo: Supercélula clássica.
* Município de origem: São Pedro
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Piracicaba
* Causa: Alta helicidade, forçante de um CCM ao sul.
* Descrição: Supercélula se desenvolveu em meio a alta helicidade e avanço de um CCM vindo de sul, resultando em uma nuvem-funil.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 20 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone e nuvem funil)
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 3,2 cm (povoado de Vicentado em São Pedro)
=== 30 de janeiro de 2026, 16h50 ===
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Anhembi
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: São José dos Campos
* Causa: Área de baixa pressão na costa paulista, forçante de multicélula, convergência intensa.
* Descrição: Apesar do MLCAPE moderado (~1000 J/kg), uma supercélula discreta aproveitou-se de forte convergência, causada pelo outflow de uma multicélula vinda de leste e uma frente fria vinda de sul, para adquirir helicidade e suporte ascendente. Resultou em uma densa scud cloud com formato de tornado ("scudnado") e duas nuvens funis. Não conseguiu se tornar uma supercélula tornádica, em decorrência do MLCAPE e cisalhamento moderado.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 20 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone e nuvem funil dupla)
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Piracicaba e vários municípios do leste paulista até o Vale do Paraíba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 2,9 cm (Ibitiruna, Piracicaba)
=== 21 de fevereiro de 2026, 17h00 ===
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Piracicaba.
* Ápice: Piracicaba.
* Dissipação: Limeira.
* Causa: MLCAPE >2000 J/kg, zona de convergência, forçante frontal de multicélula.
* Descrição: Uma supercélula discreta aproveitou-se da forçante frontal de uma multicélula para a formação de um mesociclone e posterior wall cloud.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 21 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >70 km/h (Bosque dos Lenheiros, Piracicaba).
* Granizo: 1,8 cm (Bosque dos Lenheiros, Piracicaba)
=== 24 de fevereiro de 2026, 13h00 ===
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Rio das Pedras.
* Ápice: Piracicaba.
* Dissipação: Centro-sul de Minas Gerais.
* Causa: Alta helicidade, forçante frontal de multicélula.
* Descrição: Uma supercélula discreta aproveitou-se da helicidade e da forçante frontal de uma multicélula para a formação de um mesociclone e posterior wall cloud.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 25 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Não registrado.
== Eventos descartados ==
OBS: Em Piracicaba, como os radares meteorológicos disponíveis possuem resolução muito baixa, a eliminação de classificações equivocadas de supercélulas é feita a partir da observação de fatores como comportamento, organização e estrutura visual da tempestade em si, uma vez que os radares Doppler que cobrem a cidade dificilmente conseguem capturar mesociclones. Por essa razão, a ausência de um mesociclone não pode ser provada e, consequentemente, usada como base de comprovação.
* 1º de março de 2024: Multicélula observada em municípios ao sul de Piracicaba com estrutura impactante. No entanto, foi comprovado via radar que eram várias células aglomeradas de intensidade moderada.
* 16 de novembro de 2024: Uma célula avançou em direção à cidade com uma shelf cloud e cortina de chuva impactante, nuvens escuras e imponentes, ventos fortes e chuva intensa. Todavia, tratou-se de uma multicélula. Supercélulas geralmente não apresentam uma distância tão longa entre a shelf cloud e a área de precipitação do downdraft de flanco frontal, que, nesse caso, era um downdraft comum, não de flanco.
* 25 de dezembro de 2024: Uma suposta wall cloud foi observada no bairro rural Alpes Suíços, alimentando nuvens convectivas ao sul. Inicialmente, havia suspeitas de uma supercélula de topo baixo (LT). Entretanto, a suposta wall cloud era, na verdade, scud clouds circundando a área de precipitação.
== Rota comum ==
A estatística mostra que mais de 1/3 das supercélulas registradas em Piracicaba (39%) têm origem na região do Médio Tietê, ao sul, sudoeste e oeste. Casos de supercélulas vindas de municípios ao nordeste, leste ou sudeste são raros. Se desconsiderarmos as supercélulas originadas na própria região, 60% foram provenientes do Médio Tietê.
As rotas costumam ser:
* Ventos NW e NNW: Região de Araraquara ⮕ Piracicaba ⮕ Região de Campinas (inclui Campinas, Monte Mor, Indaiatuba, Americana, Sumaré, Socorro e adj.)
* Ventos W e WNW: Área rural de Piracicaba ⮕ área urbana ⮕ Região de Campinas
* Ventos SW: Serra de Botucatu ⮕ Piracicaba ⮕ adjacências de Limeira
* Ventos SSW e S: Serra de Botucatu ou Rio Tietê ⮕ Piracicaba ⮕ Bacia do Rio Corumbataí
As tempestades frequentemente se formam em regiões mais altas (como a Cuesta Basáltica de Botucatu/Serra de Botucatu) e avançam para a Depressão Periférica Paulista, onde Piracicaba está situada. A Serra de Botucatu possui uma diferença de relevo significativa entre as partes altas e baixas (300-400 metros). No verão, isso oferece um suporte mínimo, mas necessário para o rompimento da CIN, além de agir como forçante termodinâmica. Posteriormente, essa célula encontra o ar mais quente e úmido da Depressão Periférica e se intensifica.
(Última atualização em 25 de fevereiro de 2026)
{| class="wikitable"
|'''Região de Origem'''
|Quantidade
|'''Porcentagem (%)'''
|-
|Médio Tietê (Inclui Tietê, Laranjal Paulista, Botucatu, Barra Bonita, Capivari e adj.)
|9
|39,13
|-
|Própria região (Bacia do Rio Piracicaba; inclui Piracicaba, Saltinho, Rio das Pedras, Limeira, Cordeirópolis e adj.)
|8
|34,78
|-
|Bacia do Rio Corumbataí (Inclui Rio Claro e adj.)
|2
|8,70
|-
|Região de Araraquara (Inclui Araraquara, São Carlos e adj.)
|2
|8,70
|-
|Serra de São Pedro (Inclui São Pedro, Charqueada, Santa Maria da Serra e adj.)
|2
|8,70
|-
|Total analisado
|23
|100,00
|}
== Frequência ==
Supercélulas em Piracicaba são mais comuns entre o fim do inverno meteorológico e o início do outono meteorológico, aproximadamente entre os dias 20 de agosto e 31 de março. Os períodos de pico ocorrem nos meses de outubro, dezembro e entre os dias 15 de fevereiro e 14 de março. Já o período mais raro é abril (segunda quinzena), maio e junho, com mínima na primeira quinzena de maio.
Todavia, Piracicaba possui um clima tropical com estação seca no inverno (Aw), que inclui uma estação seca (~15 de abril-19 de setembro) com frequentes dias de máximas superiores a 30°C, além de episódios de mínimas abaixo de 5°C anuais (não raramente 0°C). No inverno, esses extremos frequentemente sofrem troca abrupta em menos de 48 horas, combinadas com correntes de jato intensas em altos e médios níveis. Portanto, essas tempestades podem se desenvolver em qualquer época do ano, desde que as condições estejam favoráveis à sua formação. Embora a energia necessária para a sua ocorrência se concentre mais na estação chuvosa (~20 de setembro a ~15 de abril), o cisalhamento vertical costuma ser mais severo durante a estação seca. Além disso, sua origem varia ao longo do ano:
{| class="wikitable"
|+
!Período
!Origem comum
!Limitações
!Frequência
|-
|Segunda metade do verão meteorológico (15 de janeiro a 28/29 de fevereiro)
|CAPE elevado (>3000 J/kg), com frequente rompimento da CIN, o que permite correntes ascendentes localizadas e intensas. Linhas de confluência entre ventos de oeste e leste também não são incomuns e favorecem a convecção profunda.
|Cisalhamento vertical mais fraco.
|Relativamente comum.
|-
|Outono meteorológico úmido (1º de março a 14 de abril)
|CAPE elevado (>2000 J/kg), linhas de convergência e confronto entre massas de ar.
|CAPE menor.
|Relativamente comum (especialmente em março)
|-
|Outono meteorológico seco (15 de abril a 31 de maio)
|Confronto entre massas de ar.
|Período de transição. Combinação entre CAPE razoável e cisalhamento vertical favorável dificilmente ocorre.
|Raro.
|-
|Primeira metade do inverno meteorológico (1º de junho a 14 de julho)
|Confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico (a amplitude térmica pode alcançar 30°C em menos de 48 horas), alto cisalhamento vertical do vento.
|CAPE menor e fortalecimento do anticiclone do Brasil Central.
|Relativamente raro.
|-
|Segunda metade do inverno meteorológico (15 de julho a 31 de agosto)
|CAPE razoável (500-1500 J/kg), confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico, rápido escoamento, frequente combinação entre máxima do JAN + cavado em 500 hPa.
|Pico de intensidade do anticiclone do Brasil Central.
* OBS: Agosto poderia ser mais ativo em tempo severo se não fosse por essa limitação
|Incomum.
|-
|Primavera meteorológica seca (1º de setembro a 20 de setembro)
|CAPE elevado (>2000 J/kg), confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico, rápido escoamento.
|Pico de intensidade do anticiclone do Brasil Central.
|Raro.
|-
|Primavera meteorológica úmida (20 de setembro a 30 de novembro)
|CAPE elevado (>2000 J/kg), confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico, rápido escoamento, frequente combinação entre JBN intenso + cavado em 500 hPa.
|JAN menos intenso, CIN relativamente mais elevado.
|Comum.
|-
|Primeira metade do verão meteorológico (1º de dezembro a 14 de janeiro)
|CAPE elevado (>2500 J/kg), com frequente rompimento da CIN, especialmente quando esses são combinados com cisalhamento vertical elevado (>17 m/s).
|Cisalhamento vertical mais fraco, ausência de convergência de massas de ar.
|Relativamente comum.
|}
[[Categoria:Clima e Meteorologia de Piracicaba]]
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[[Ficheiro:Mesocyclone Piracicaba 28-01-2025.jpg|miniaturadaimagem|Supercélula no Centro de Piracicaba em 28 de janeiro de 2025]]
Este artigo lista supercélulas ocorridas em/próximas a Piracicaba desde 1995 até o presente, confirmadas pela Piracicaba Meteorológica. Na classificação local, essas formações sempre entram na categoria de "tempo severo", embora frequentemente sejam de intensidade fraca a moderada. Existem cinco classificações principais de supercélulas na Região de Piracicaba: alta precipitação (HP), clássica, baixa precipitação (LP), mini-supercélula e marginal.
Segundo a literatura meteorológica, a classificação de uma tempestade como supercélula não é necessariamente rígida e depende principalmente da formação de um mesociclone, que pode também ser evidenciado por formações indiretas. Além disso, a própria organização da tempestade pode servir como evidência em alguns casos (ex: 12 de agosto de 2023, 28 de dezembro de 2024), embora a confirmação dependa de uma análise mais cautelosa nessas condições. Por isso, supercélulas como estrutura são relativamente comuns em Piracicaba, embora nem todas representem tempestades severas. Junto com Barra Bonita, está entre as cidades do estado de São Paulo que mais documentam essas estruturas, em grande parte tanto devido à origem comum (Serra de Botucatu e Rio Tietê) quanto à influência do stormchasing nas duas regiões.
Tempestades supercelulares capazes de causar destruição severa, como destelhamentos generalizados, queda de árvores e galhos em massa e várias árvores derrubadas em uma mesma via, ocorrem com baixa frequência, aproximadamente uma a duas vezes por década, com registros em 1995, 2006, 2013, 2024 e 2025. Desde 2023, o número de registros de supercélulas como estrutura aumentou, resultado da expansão do stormchasing e da meteorologia voluntária em Piracicaba. Apesar disso, estudos indicam que essas tempestades ainda são subestimadas na cidade, devido à tendência de análises rigorosas e à superestimação da intensidade de supercélulas.
De acordo com o banco de dados da Piracicaba Meteorológica, a cidade e suas adjacências (Limeira, Saltinho, Rio das Pedras, Rio Claro, Capivari, etc.) já tiveram 25 supercélulas confirmadas desde 1995, sendo que 17 ocorreram desde 2023. A época mais comum para sua formação é entre os meses de agosto e março, com pico em outubro, dezembro, na segunda quinzena de fevereiro e na primeira quinzena de março. Em contrapartida, a época mais rara é no outono meteorológico seco (15 de abril a 31 de maio - OBS: não confundir com o outono astronômico) e no mês de junho, com mínima na primeira quinzena de maio. Sua formação também dificilmente ocorre nos primeiros 20 dias de setembro, devido ao ápice de intensidade do anticiclone do Brasil Central, que limita a disponibilidade de umidade.
Multicélulas são as tempestades mais suscetíveis a serem confundidas com esses fenômenos, uma vez que também podem apresentar características de isolamento, longa duração e estrutura impactante. Além disso, as supercélulas da Região de Piracicaba também frequentemente se formam embutidas em tempestades multicelulares quando há combinação de helicidade + forçante frontal + CAPE adequado, principalmente no verão meteorológico (dezembro, janeiro, fevereiro). Um padrão curioso envolve o fato de que, embora multicélulas sejam mais comuns na Região como um todo, os municípios de Piracicaba e Anhembi distorcem esse padrão, com esses sistemas possuindo uma frequência bastante semelhante à das supercélulas em alguns meses.
== Descrição dos tipos ==
{| class="wikitable"
|'''Tipo'''
|'''Descrição'''
|'''Fenômenos Associados'''
|-
|Alta Precipitação (HP)
|Supercélula onde a precipitação (chuva e granizo) envolve quase completamente o mesociclone, dificultando a visualização da estrutura da base da nuvem.
|Chuva torrencial, granizo de tamanho variado, downbursts severos e ocasionais tornados significativos.
|-
|Clássica
|Apresenta uma separação bem definida entre a corrente ascendente (mesociclone) e a corrente descendente.
|Granizo de tamanho variado, ventos intensos, wall cloud definida e potencial para tornados.
|-
|Baixa Precipitação (LP)
|Caracteriza-se por uma estrutura visualmente limpa, com pouca chuva visível ao redor da corrente ascendente, permitindo ver claramente a rotação da base.
|Granizo (muitas vezes sem chuva significativa acompanhando) e downbursts ocasionais.
|-
|Mini-supercélula
|Possui as mesmas propriedades dinâmicas de uma supercélula comum (mesociclone), porém com dimensões verticais e horizontais reduzidas. Apesar da escala menor, os fenômenos associados podem apresentar severidade semelhante às clássicas.
|Microbursts intensos, granizo de pequeno a médio porte.
|-
|Marginal
|Tempestade que exibe rotação fraca ou de curta duração, situada no limite entre uma multicélula organizada e uma supercélula plena.
|Ventos de intensidade moderada a forte, granizo pequeno, microbursts ocasionais e, em situações específicas, tornados.
|}
== Década de 1990 ==
=== 20 de outubro de 1995 ===
* Tipo: Desconhecido
* Município de origem: ??
* Ápice: Possivelmente Piracicaba
* Dissipação: ??
* Causa: Frente fria de ciclone extratropical.
* Descrição: Supercélula que atingiu a cidade durante a manhã.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 2024. Indireta (severidade)
* Prejuízo: Valor desconhecido. Queda de várias árvores, queda do muro do Estádio Barão da Serra Negra.
* Áreas afetadas: Zona Norte, Zona Central.
* Fatalidades: 1
* Feridos: 35
* Velocidade máxima dos ventos: 126,0 km/h (ESALQ)
* Granizo: Tamanho desconhecido.
== Década de 2000 ==
=== 17 de março de 2005 ===
* Tipo: Desconhecido
* Município de origem: ??
* Ápice: Provavelmente Piracicaba (área rural)
* Dissipação: ??
* Causa: Desconhecido.
* Descrição: Supercélula que produziu um tornado em área agrícola.
* Confirmação: Direta (tornado)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Desconhecido.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Não registrado.
=== 29 de março de 2006, 11h25 ===
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Barra Bonita
* Ápice: entre Piracicaba (distrito de Tupi) e Santa Bárbara d'Oeste.
* Dissipação: ??
* Causa: Avanço de frente fria sobre massa de ar quente e úmido, linha de convergência entre ventos de oeste e leste.
* Descrição: Supercélula que se desenvolveu durante a manhã e atingiu a cidade por volta das 11h25, produzindo um tornado no bairro da Agronomia e múltiplos downbursts severos.
* Confirmação: Universidade de São Paulo, 2008. Direta (tornado)
* Prejuízo: >R$ 1,5 milhão. Queda em massa de árvores e postes, destelhamentos generalizados, destruição de canaviais.
* Áreas afetadas: Praticamente toda a cidade (exceto áreas mais ao sudoeste, ex: Novo Horizonte, Campestre, etc.).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 21
* Velocidade máxima dos ventos: 158,4 km/h (ESALQ).
* Granizo: Não registrado.
* Fatos notáveis: Primeira tempestade registrada em vídeo na história de Piracicaba, em dois clipes de, no máximo, cinco segundos por um estudante da Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), dentro da universidade.
== Década de 2010 ==
=== 10 de abril de 2011 ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: ??
* Ápice: Piracicaba (Zona Norte)
* Dissipação: ??
* Causa: ??
* Descrição: Supercélula produziu granizo de médio porte superior na Zona Norte.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 2 de dezembro de 2025. Indireta (severidade)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Zona Norte
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido
* Granizo: 4,5 cm
=== 21 de julho de 2013, 16h ===
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: ??
* Ápice: Piracicaba (Zona Central)
* Dissipação: ??
* Causa: Avanço de frente fria sobre massa de ar quente e úmido.
* Descrição: Supercélula que se desenvolveu durante pré-frontal e produziu um macroburst severo.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 2023. Indireta (severidade, estrutura)
* Prejuízo: ~R$ 500 mil. Queda em massa de árvores e postes, destelhamentos, destruição de estruturas de madeira, queda do muro do Cemitério da Saudade.
* Áreas afetadas: Praticamente toda a área urbana, distrito de Ártemis, distrito de Tupi, distrito de Santa Teresinha.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 4
* Velocidade máxima dos ventos: 136,8 km/h (INMET)
* Granizo: >3 cm. Acúmulo.
* Fatos notáveis: Primeira supercélula em Piracicaba cuja estrutura foi filmada, não apenas a tempestade.
=== 10 de maio de 2015 ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: Saltinho
* Ápice: Capivari
* Dissipação: Campinas
* Causa: Entrada de umidade proveniente de frente fria.
* Descrição: Wall cloud foi fotografa próxima à SP-304 por moradora de Capivari, confundida com um tornado.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de outubro de 2025. Indireta (wall cloud, isolamento e duração)
* Prejuízo: Nulo.
* Áreas afetadas: Municípios de Saltinho, Rio das Pedras, Tietê, Mombuca, Rafard, Capivari, Santa Bárbara d'Oeste, Monte Mor e Campinas.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Fatos notáveis: Caso raro de supercélula ocorrida em pleno outono meteorológico seco (~15 de abril a 31 de maio)
=== 1º de junho de 2016, 19h ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: Araraquara
* Ápice: Rio Claro
* Dissipação: região de Americana
* Causa: Convergência entre ar frio e seco de frente fria e uma massa de ar quente e úmido predominante na região.
* Descrição: Supercélula que avançou sobre Rio Claro, Piracicaba e Limeira, produzindo granizo de grande porte em Rio Claro, e pequeno em grande quantidade em Piracicaba, além de ventos intensos.
* Confirmação: Indireta (estrutura, diâmetro do granizo, duração)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Desconhecido.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 97,2 km/h (ESALQ)
* Granizo: Diâmetro desconhecido.
== Década de 2020 ==
=== 28 de outubro de 2022, 14h ===
* Tipo: Supercélula marginal
* Município de origem: São Pedro
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Bragança Paulista
* Causa: CAPE de 1500 J/kg + CIN fraco, forçante termodinâmica.
* Descrição: Formação da célula foi filmada pela câmera de monitoramento da Clima ao Vivo. Foi identificado um inflow com tail cloud e rotação discreta (mesociclone), downbursts e granizo.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 15 de outubro de 2025. Direta (formação de mesociclone)
* Prejuízo: Quase nulo.
* Áreas afetadas: Toda a área urbana.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 95 km/h (loteamento Jardim Santo Antônio, bairro São Jorge)
* Granizo: ~1,5 cm.
=== 9 de agosto de 2023, 17h ===
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Cordeirópolis
* Ápice: Entre Cordeirópolis e Limeira
* Dissipação: ??
* Causa: Cavado em 500 hPa + máxima do JAN, alta disponibilidade de ar quente e úmido na troposfera.
* Descrição: Supercélula que provocou granizo de médio porte em grande quantidade na SP-310, entre Limeira e Cordeirópolis. Não afetou Piracicaba.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de agosto de 2025. Indireta (comportamento do granizo, duração)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: SP-310
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Diâmetro desconhecido. Grande acúmulo.
=== 9 de agosto de 2023, 17h ===
* Tipo: Supercélula clássica
* Município de origem: Saltinho
* Ápice: Rio das Pedras
* Dissipação: Campinas
* Causa: Cavado em 500 hPa + máxima do JAN, alta disponibilidade de ar quente e úmido na troposfera.
* Descrição: Supercélula que provocou granizo no município de Rio das Pedras. Não afetou Piracicaba.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de agosto de 2025. Indireta (duração, isolamento, organização)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Rio das Pedras
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Diâmetro desconhecido.
=== 12 de agosto de 2023, 16h17 ===
[[Ficheiro:Microexplosão Piracicaba 12-08-2023 1.jpg|centro|semmoldura|407x407px]]
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Guareí
* Ápice: Piracicaba (Zona Central)
* Dissipação: Cordeirópolis
* Causa: Cavado em 500 hPa + máxima do JAN, alta disponibilidade de ar quente e úmido na troposfera.
* Descrição: Supercélula que provocou granizo de médio porte na cidade e um microburst na Zona Central às 16h20. Alcançou a estratosfera, com o topo atingindo 17 km de altitude.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 31 de agosto de 2025. Indireta (estrutura, organização, isolamento, comportamento do granizo, duração)
* Prejuízo: ~R$ 40 mil. Queda de 67 árvores, destelhamentos, vidraças quebradas, calhas entupidas e toldos perfurados.
* Áreas afetadas: Toda a área urbana (as zonas Central e Leste foram afetadas pelo granizo).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 93 km/h (região da Escola Estadual Doutor Prudente, Bairro Alto)
* Granizo: ~4 cm.
=== 28 de dezembro de 2024, 20h25 ===
[[Ficheiro:Supercell Piracicaba 28-12-2024 2.jpg|centro|semmoldura|437x437px]]
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP)
* Município de origem: Laranjal Paulista
* Ápice: Piracicaba (Zona Norte)
* Dissipação: Rio Claro
* Causa: CAPE >2500 J/kg + rompimento da CIN, intensa massa de ar quente e úmida, JAN mais intenso que JMN.
* Descrição: Supercélula isolada que se formou em Laranjal Paulista, passou por Saltinho e avançou sobre Piracicaba, produzindo um macroburst úmido com natureza pulsante nas zonas norte e leste. Granizo relatado no Santa Rosa.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 23 de junho de 2025. Indireta (estrutura, alta atividade elétrica, isolamento, severidade).
** OBS: embora tivesse sido tratado desde o início como uma supercélula, o relatório da Piracicaba Meteorológica que o confirmou definitivamente só foi publicado em junho de 2025.
* Prejuízo: Valor desconhecido. Queda de mais de 50 árvores em diferentes pontos, havendo queda em massa de dezenas de árvores e galhos somente na Avenida Comendador Pedro Morganti, entre os bairros Agronomia e Monte Alegre. Destelhamentos. Danificação da ETA Capim Fino. Transbordamento do Rio Piracicaba.
* Áreas afetadas: Toda a área urbana (o macroburst afetou, no primeiro pulso, parte das zonas Sul e Oeste; no segundo, o mais severo, a zona Norte e o norte da Leste).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 120 km/h (bairro Santa Rosa)
* Granizo: 1 cm.
=== 28 de janeiro de 2025, 14h55 ===
[[Ficheiro:Mesocyclone Piracicaba 28-01-2025 2.jpg|centro|semmoldura|400x400px]]
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Piracicaba (Zona Central)
* Ápice: Piracicaba (Zona Leste)
* Dissipação: Monte Mor
* Causa: Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), cisalhamento vertical favorável.
* Descrição: Mesociclone foi observado na Zona Central da cidade por um caçador de tempestades. A supercélula não evoluiu para uma tempestade severa e resultou apenas em chuva intensa.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 28 de janeiro de 2025. Direta (mesociclone).
* Prejuízo: Valor desconhecido.
* Áreas afetadas: Zona Central, Zona Leste.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Não registrado.
=== 31 de janeiro de 2025, 19h00 ===
[[Ficheiro:Tornado Piracicaba 31-01-2025 1.jpg|centro|semmoldura|407x407px]]
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Piracicaba (zona rural central)
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Rio das Pedras
* Causa: Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), convergência entre ventos quentes do interior paulista, úmidos do Oceano Atlântico e secos do outflow.
* Descrição: Wall cloud foi observada por um caçador de tempestades. Produção de um tornado F1 de curta duração no Campestre político, às 19h04.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 23 de fevereiro de 2025. Direta (tornado).
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Zona rural central (precipitação intensa), Campestre (tornado).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >150 km/h (tornado)
* Granizo: Não registrado.
=== 27 de junho de 2025, 16h ===
[[Ficheiro:Supercell in Piracicaba 2025-06-27 3.jpg|centro|semmoldura|405x405px]]
* Tipo: Supercélula de baixa precipitação (LP)
* Município de origem: Botucatu
* Ápice: Piracicaba (zona rural central)
* Dissipação: Limeira
* Causa: Confronto entre frentes fria e quente, cisalhamento vertical >17 m/s, máxima do JAN + cavado em médios níveis, alta disponibilidade de ar quente e úmido.
* Descrição: Supercélula com mesociclone definido, alta organização entre correntes ascendentes e descendentes e tail cloud foi observada por caçador de tempestades. A célula se formou no município de Botucatu e perdurou por quatro horas, atingindo a área urbana de Piracicaba com chuva forte e granizo pequeno nas zonas Sul, Oeste e rural. Houve relatos de acúmulo de granizo no Serrote, na área rural.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 27 de junho de 2025 (preliminar) / 30 de agosto de 2025 (consolidação). Direta (mesociclone).
** OBS: o evento havia sido classificado como uma supercélula pela Piracicaba Meteorológica já no dia de sua ocorrência. No entanto, por razões de discrepância entre meteorologistas, o grupo acadêmico realizou um estudo para comprovar a ocorrência do fenômeno em agosto de 2025.
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Área urbana (chuva forte), Zona Oeste (granizo), Zona Sul (granizo), zona rural centro-sul (granizo), zona rural central (mesociclone).
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 1 cm. Acúmulo no Serrote.
=== 22 de setembro de 2025, 13h20 (dois eventos) ===
[[Ficheiro:Shelf Cloud Piracicaba 2025-09-22 13.jpg|centro|semmoldura|401x401px]]
* Tipo: Supercélula de alta precipitação (HP), ambas.
* Município de origem: Botucatu (1), Brotas (2)
* Ápice: entre Laranjal Paulista e Porto Feliz (1); São Pedro (2)
* Dissipação: Campinas (1); região de Mogi-Mirim (2)
* Causa: Linha de instabilidade, avanço de frente fria, JBN de forte intensidade (>80 km/h), CAPE >2000 J/kg, alto cisalhamento vertical do vento.
* Descrição: Duas supercélulas HP embutidas em uma linha de instabilidade passaram próximas a Piracicaba, causando efeitos indiretos na cidade a partir da intensificação de downbursts. Onda de downbursts registrada.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 5 de janeiro de 2026. Direta (mesociclone observado).
* Prejuízo: Valor desconhecido. Queda de árvores, destelhamentos, quebra de vidraças.
* Áreas afetadas: Toda a cidade (pelo downburst associado)
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: 95,0 km/h (medido no bairro Agronomia pelo INMET); 104,5 km/h (valor compensado no Vale do Jaú, Monte Líbano).
* Granizo: Não registrado
* Fatos notáveis: A supercélula de Laranjal Paulista possuiu o maior mesociclone já registrado em Piracicaba (até 4 km de largura); primeira supercélula da cidade filmada em 4K.
=== 10 de outubro de 2025, 16h30 ===
* Tipo: Mini-supercélula.
* Município de origem: Piracicaba
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Socorro
* Causa: Convergência em baixos níveis entre ventos de sudeste e noroeste, CAPE de 1500 J/kg, cavado em 500 hPa e JAN, cisalhamento vertical do vento de 27,5 ± 2,5 m/s.
* Descrição: Núcleo de supercélula se formou sobre Piracicaba em meio a uma tempestade multicelular e alimentou uma unicélula já severa sobre a cidade, gerando um microburst com ventos de até 145 ± 5 km/h.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 12 de outubro de 2025 (preliminar). Indireta (severidade, imagens de satélite)
* Prejuízo: ~R$ 1 milhão.
* Áreas afetadas: distrito do Artemis e bairros de Santa Teresinha, Itaperu, Vale do Sol e Vila Sônia (pelo microburst associado)
* Fatalidades: 0
* Feridos: 1
* Velocidade máxima dos ventos: 150 km/h (bairro Itaperu, distrito do Artemis)
* Granizo: 2 cm. Acúmulo no Artemis.
=== 1º de novembro de 2025, 14h30 ===
* Tipo: Supercélula clássica.
* Município de origem: Rio Claro
* Ápice: Machado (MG)
* Dissipação: Congonhas (MG)
* Causa: CAPE elevado (>2500 J/kg), CVV alto (>20 m/s), máxima do JAN.
* Descrição: Supercélula se formou em meio a uma multicélula, causando um microburst com granizo de médio porte em Rio Claro. Posteriormente, avançou para o leste, atravessando a divisa SP-MG.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 10 de novembro de 2025. Indireta (estrutura, duração).
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Diversos municípios no eixo Rio Claro-Poços de Caldas-Lavras-Congonhas
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >70 km/h.
* Granizo: 2 cm.
=== 7 de dezembro de 2025, 19h00 ===
[[Ficheiro:Tornado Capivari 2025.webm|centro|436x436px|semmoldura]]
* Tipo: Supercélula clássica.
* Município de origem: Elias Fausto
* Ápice: Capivari
* Dissipação: Rio das Pedras
* Causa: Alta disponibilidade de ar quente e úmido, faixa de baixa pressão, convergência entre ventos quentes e secos do interior e uma frente de rajada do sudeste.
* Descrição: Supercélula semi-estacionária se desenvolveu enquanto um SCM avançava de sudeste, gerando grande convergência ao interagir com os ventos quentes e úmidos de noroeste. Dois tornados atingiram a zona rural de Rio das Pedras (pico de F1) e outro em Mombuca (F1), com um RFD bem definido com ventos acima de 150 km/h.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 10 de dezembro de 2025. Direta (tornado e base mesociclônica)
* Prejuízo: >R$ 20 mil (canavial destruído em Mombuca).
* Áreas afetadas: Rio das Pedras e Mombuca.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >150 km/h (RFD).
* Granizo: Não registrado.
=== 3 de janeiro de 2026, 19h40 ===
[[Ficheiro:Supercell Piracicaba 2026-01-03 8.jpg|centro|semmoldura|343x343px]]
* Tipo: Supercélula LP.
* Município de origem: Saltinho
* Ápice: Entre Saltinho, Rio das Pedras e Piracicaba
* Dissipação: Piracicaba
* Causa: CAPE >2000 J/kg, forçante da frente de rajada de um sistema multicelular, helicidade >150 m²/s².
* Descrição: Supercélula LP se formou em meio a uma multicélula que avançava do Rio Tietê, causando chuva moderada em vários pontos, além de núcleos isolados de granizo.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 4 de janeiro de 2026. Direta (mesociclone observado).
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Saltinho, Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 2,5 cm (Saltinho).
=== 10 de janeiro de 2026, 18h ===
* Tipo: Supercélula clássica.
* Município de origem: São Pedro
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: Piracicaba
* Causa: Alta helicidade, forçante de um CCM ao sul.
* Descrição: Supercélula se desenvolveu em meio a alta helicidade e avanço de um CCM vindo de sul, resultando em uma nuvem-funil.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 20 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone e nuvem funil)
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 3,2 cm (povoado de Vicentado em São Pedro)
=== 30 de janeiro de 2026, 16h50 ===
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Anhembi
* Ápice: Piracicaba
* Dissipação: São José dos Campos
* Causa: Área de baixa pressão na costa paulista, forçante de multicélula, convergência intensa.
* Descrição: Apesar do MLCAPE moderado (~1000 J/kg), uma supercélula discreta aproveitou-se de forte convergência, causada pelo outflow de uma multicélula vinda de leste e uma frente fria vinda de sul, para adquirir helicidade e suporte ascendente. Resultou em uma densa scud cloud com formato de tornado ("scudnado") e duas nuvens funis. Não conseguiu se tornar uma supercélula tornádica, em decorrência do MLCAPE e cisalhamento moderado.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 20 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone e nuvem funil dupla)
* Prejuízo: Nenhum.
* Áreas afetadas: Piracicaba e vários municípios do leste paulista até o Vale do Paraíba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: 2,9 cm (Ibitiruna, Piracicaba)
=== 21 de fevereiro de 2026, 17h00 ===
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Piracicaba.
* Ápice: Piracicaba.
* Dissipação: Limeira.
* Causa: MLCAPE >2000 J/kg, zona de convergência, forçante frontal de multicélula.
* Descrição: Uma supercélula discreta aproveitou-se da forçante frontal de uma multicélula para a formação de um mesociclone e posterior wall cloud.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 21 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: >70 km/h (Bosque dos Lenheiros, Piracicaba).
* Granizo: 1,8 cm (Bosque dos Lenheiros, Piracicaba)
=== 24 de fevereiro de 2026, 13h00 ===
* Tipo: Supercélula marginal.
* Município de origem: Rio das Pedras.
* Ápice: Piracicaba.
* Dissipação: Centro-sul de Minas Gerais.
* Causa: Alta helicidade, forçante frontal de multicélula.
* Descrição: Uma supercélula discreta aproveitou-se da helicidade e da forçante frontal de uma multicélula para a formação de um mesociclone e posterior wall cloud.
* Confirmação: Piracicaba Meteorológica, 25 de fevereiro de 2026. Direta (mesociclone)
* Prejuízo: Desconhecido.
* Áreas afetadas: Piracicaba.
* Fatalidades: 0
* Feridos: 0
* Velocidade máxima dos ventos: Desconhecido.
* Granizo: Não registrado.
== Eventos descartados ==
OBS: Em Piracicaba, como os radares meteorológicos disponíveis possuem resolução muito baixa, a eliminação de classificações equivocadas de supercélulas é feita a partir da observação de fatores como comportamento, organização e estrutura visual da tempestade em si, uma vez que os radares Doppler que cobrem a cidade dificilmente conseguem capturar mesociclones. Por essa razão, a ausência de um mesociclone não pode ser provada e, consequentemente, usada como base de comprovação.
* 1º de março de 2024: Multicélula observada em municípios ao sul de Piracicaba com estrutura impactante. No entanto, foi comprovado via radar que eram várias células aglomeradas de intensidade moderada.
* 16 de novembro de 2024: Uma célula avançou em direção à cidade com uma shelf cloud e cortina de chuva impactante, nuvens escuras e imponentes, ventos fortes e chuva intensa. Todavia, tratou-se de uma multicélula. Supercélulas geralmente não apresentam uma distância tão longa entre a shelf cloud e a área de precipitação do downdraft de flanco frontal, que, nesse caso, era um downdraft comum, não de flanco.
* 25 de dezembro de 2024: Uma suposta wall cloud foi observada no bairro rural Alpes Suíços, alimentando nuvens convectivas ao sul. Inicialmente, havia suspeitas de uma supercélula de topo baixo (LT). Entretanto, a suposta wall cloud era, na verdade, scud clouds circundando a área de precipitação.
== Rota comum ==
A estatística mostra que mais de 1/3 das supercélulas registradas em Piracicaba (39%) têm origem na região do Médio Tietê, ao sul, sudoeste e oeste. Casos de supercélulas vindas de municípios ao nordeste, leste ou sudeste são raros. Se desconsiderarmos as supercélulas originadas na própria região, 60% foram provenientes do Médio Tietê.
As rotas costumam ser:
* Ventos NW e NNW: Região de Araraquara ⮕ Piracicaba ⮕ Região de Campinas (inclui Campinas, Monte Mor, Indaiatuba, Americana, Sumaré, Socorro e adj.)
* Ventos W e WNW: Área rural de Piracicaba ⮕ área urbana ⮕ Região de Campinas
* Ventos SW: Serra de Botucatu ⮕ Piracicaba ⮕ adjacências de Limeira
* Ventos SSW e S: Serra de Botucatu ou Rio Tietê ⮕ Piracicaba ⮕ Bacia do Rio Corumbataí
As tempestades frequentemente se formam em regiões mais altas (como a Cuesta Basáltica de Botucatu/Serra de Botucatu) e avançam para a Depressão Periférica Paulista, onde Piracicaba está situada. A Serra de Botucatu possui uma diferença de relevo significativa entre as partes altas e baixas (300-400 metros). No verão, isso oferece um suporte mínimo, mas necessário para o rompimento da CIN, além de agir como forçante termodinâmica. Posteriormente, essa célula encontra o ar mais quente e úmido da Depressão Periférica e se intensifica.
(Última atualização em 25 de fevereiro de 2026)
{| class="wikitable"
|'''Região de Origem'''
|Quantidade
|'''Porcentagem (%)'''
|-
|Médio Tietê (Inclui Tietê, Laranjal Paulista, Botucatu, Barra Bonita, Capivari e adj.)
|9
|39,13
|-
|Própria região (Bacia do Rio Piracicaba; inclui Piracicaba, Saltinho, Rio das Pedras, Limeira, Cordeirópolis e adj.)
|8
|34,78
|-
|Bacia do Rio Corumbataí (Inclui Rio Claro e adj.)
|2
|8,70
|-
|Região de Araraquara (Inclui Araraquara, São Carlos e adj.)
|2
|8,70
|-
|Serra de São Pedro (Inclui São Pedro, Charqueada, Santa Maria da Serra e adj.)
|2
|8,70
|-
|Total analisado
|23
|100,00
|}
== Frequência ==
Supercélulas em Piracicaba são mais comuns entre o fim do inverno meteorológico e o início do outono meteorológico, aproximadamente entre os dias 20 de agosto e 31 de março. Os períodos de pico ocorrem nos meses de outubro, dezembro e entre os dias 15 de fevereiro e 14 de março. Já o período mais raro é abril (segunda quinzena), maio e junho, com mínima na primeira quinzena de maio.
Todavia, Piracicaba possui um clima tropical com estação seca no inverno (Aw), que inclui uma estação seca (~15 de abril-19 de setembro) com frequentes dias de máximas superiores a 30°C, além de episódios de mínimas abaixo de 5°C anuais (não raramente 0°C). No inverno, esses extremos frequentemente sofrem troca abrupta em menos de 48 horas, combinadas com correntes de jato intensas em altos e médios níveis. Portanto, essas tempestades podem se desenvolver em qualquer época do ano, desde que as condições estejam favoráveis à sua formação. Embora a energia necessária para a sua ocorrência se concentre mais na estação chuvosa (~20 de setembro a ~15 de abril), o cisalhamento vertical costuma ser mais severo durante a estação seca. Além disso, sua origem varia ao longo do ano:
{| class="wikitable"
|+
!Período
!Origem comum
!Limitações
!Frequência
|-
|Segunda metade do verão meteorológico (15 de janeiro a 28/29 de fevereiro)
|CAPE elevado (>3000 J/kg), com frequente rompimento da CIN, o que permite correntes ascendentes localizadas e intensas. Linhas de confluência entre ventos de oeste e leste também não são incomuns e favorecem a convecção profunda.
|Cisalhamento vertical mais fraco.
|Relativamente comum.
|-
|Outono meteorológico úmido (1º de março a 14 de abril)
|CAPE elevado (>2000 J/kg), linhas de convergência e confronto entre massas de ar.
|CAPE menor.
|Relativamente comum (especialmente em março)
|-
|Outono meteorológico seco (15 de abril a 31 de maio)
|Confronto entre massas de ar.
|Período de transição. Combinação entre CAPE razoável e cisalhamento vertical favorável dificilmente ocorre.
|Raro.
|-
|Primeira metade do inverno meteorológico (1º de junho a 14 de julho)
|Confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico (a amplitude térmica pode alcançar 30°C em menos de 48 horas), alto cisalhamento vertical do vento.
|CAPE menor e fortalecimento do anticiclone do Brasil Central.
|Relativamente raro.
|-
|Segunda metade do inverno meteorológico (15 de julho a 31 de agosto)
|CAPE razoável (500-1500 J/kg), confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico, rápido escoamento, frequente combinação entre máxima do JAN + cavado em 500 hPa.
|Pico de intensidade do anticiclone do Brasil Central.
* OBS: Agosto poderia ser mais ativo em tempo severo se não fosse por essa limitação
|Incomum.
|-
|Primavera meteorológica seca (1º de setembro a 20 de setembro)
|CAPE elevado (>2000 J/kg), confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico, rápido escoamento.
|Pico de intensidade do anticiclone do Brasil Central.
|Raro.
|-
|Primavera meteorológica úmida (20 de setembro a 30 de novembro)
|CAPE elevado (>2000 J/kg), confronto e convergência entre massas de ar de alto contraste térmico, rápido escoamento, frequente combinação entre JBN intenso + cavado em 500 hPa.
|JAN menos intenso, CIN relativamente mais elevado.
|Comum.
|-
|Primeira metade do verão meteorológico (1º de dezembro a 14 de janeiro)
|CAPE elevado (>2500 J/kg), com frequente rompimento da CIN, especialmente quando esses são combinados com cisalhamento vertical elevado (>17 m/s).
|Cisalhamento vertical mais fraco, ausência de convergência de massas de ar.
|Relativamente comum.
|}
[[Categoria:Clima e Meteorologia de Piracicaba]]
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Sociologia e Comunicação Cásper/Mercados Linguísticos e Poder Simbólico/ Atividade I
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2026-03-30T11:41:32Z
Lgjunior
21602
181594
wikitext
text/x-wiki
Tentem associar os conceitos que vimos em sala de aula com os exercícios abaixo e justifiquem a sua escolha.
1.)'''Clarice Lispector – A Hora da Estrela'''
Sobre a personagem Macabéa, podemos dizer que ela não sabia que podia falar. Falava pouco, e quando falava, ninguém escutava.
Como essa situação se enquadra no que estamos estudando?
'''2. ) Associe esta citação e um dos conceitos vistos nesta aula e justifique.'''
Em 1941, instada por um amigo, que a aconselhou a mostrar seus textos a algum jornalista, ela os teria apresentado a Vili Aureli, de quem teria recebido a identificação de poetisa. Intimidada, Carolina conta que não perguntou o significado da palavra ao jornalista. Já no bonde, pediu a um
senhor que lhe esclarecesse a dúvida. Ele teria respondido que poetisa "é mulher que tem o pensamento poético". Ao saber de Carolina que Vili Aureli
a tinha reconhecido como tal, o homem teria perguntado se ela pretendia escrever livros. A reação de Carolina foi ainda, segundo conta, de surpresa:
"Fiquei ''orrorizada'' interiormente e o meu coração acelerou-se. Então a poetisa tem que escrever livros? Eu não tenho condição para ser escritora. Não
estudei. Silenciei com receio de dizer banalidades."
(ELZIRA DIVINA PERPÉTUA - TRAÇOS DE CAROLINA MARIA DE JESUS: GÊNESE, TRADUÇÃO E RECEPÇÃO DE QUARTO DE DESPEJO)
Faça o mesmo exercício de reflexão com as passagens abaixo:
'''3. Ludwig Wittgenstein (Investigações Filosóficas):'''
“Aquilo que se sabe quando ninguém nos interroga, mas que não se sabe mais quando devemos explicar, é algo sobre o que se deve refletir. (E evidentemente algo sobre o que, por alguma razão, dificilmente se reflete.)”
'''4. Craque Neto'''
"O presidente Andrés Sanchez me ligou, disse uma coisa que eu não posso falar aqui, mas pelo o que ele me disse…….óh……. Não vou falar…mas óh….. Se o que disse tiver certo ja….. óh….sei não viu…mas não vou falar."
'''5. "Tota" (streamer e influencer)'''
"Tota", nome artístico de Jonathan Augusto, é um streamer e influencer brasileiro que conquistou projeção internacional, especialmente nos Estados Unidos. Originário da Rocinha, no Rio de Janeiro, ele se tornou um fenômeno da internet com um estilo autêntico e descontraído, misturando a cultura brasileira com o hip-hop americano. Ele foi convidado pelo famoso streamer norte-americano Kai Cenat para participar de sua "Universidade de Streamer", um reality de 24 horas para criadores de conteúdo. Sua projeção mundial é vista como um marco que pode mudar a forma como a comunidade da internet enxerga os influenciadores brasileiros, abrindo portas para outros talentos.
"You are the best, bro!"
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Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Cérebro estatístico
1
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Mayllon.lyggon
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q:Como o cérebro antecipa o que vai acontecer?
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{{IJC/DúvidaBotão}}
== Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? ==
De acordo com o texto, o cérebro utiliza experiências passadas, memória e inferências probabilísticas para prever ações e acontecimentos. Como essa ideia de “cérebro estatístico” ajuda a explicar o funcionamento do cérebro e por que esse tema pode ser considerado um exemplo da ciência contemporânea? --[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 14h54min de 29 de março de 2026 (UTC)
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== Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? ==
De acordo com o texto, o cérebro utiliza experiências passadas, memória e inferências probabilísticas para prever ações e acontecimentos. Como essa ideia de “cérebro estatístico” ajuda a explicar o funcionamento do cérebro e por que esse tema pode ser considerado um exemplo da ciência contemporânea? --[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 14h58min de 29 de março de 2026 (UTC)
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q:Como o cérebro antecipa o que vai acontecer?
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== Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? ==
De acordo com o texto, o cérebro utiliza experiências passadas, memória e inferências probabilísticas para prever ações e acontecimentos. Como essa ideia de “cérebro estatístico” ajuda a explicar o funcionamento do cérebro e por que esse tema pode ser considerado um exemplo da ciência contemporânea? --[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 14h58min de 29 de março de 2026 (UTC)
== Como o cérebro antecipa o que vai acontecer? ==
De acordo com o texto, o cérebro utiliza experiências passadas, memória e inferências probabilísticas para prever ações e acontecimentos. Como essa ideia de “cérebro estatístico” ajuda a explicar o funcionamento do cérebro e por que esse tema pode ser considerado um exemplo da ciência contemporânea? --[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h00min de 29 de março de 2026 (UTC)
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Laboratório de Fisiologia de Peixes
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A descrição do laboratório. Estava descrito o laboratório da UPF, o qual não está vinculado ao Adapta.
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{{:Laboratório de Fisiologia de Peixes/Cabeçalho}}
{{Info/Grupo de pesquisa
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O Laboratório de Fisiologia de Peixes da UFSM está ligado a quatro programas de pós-graduação, a saber: Programa de Pós-graduação em Zootecnia (UFSM), Programa de Pós-graduação em Farmacologia (UFSM), Programa de Pós-graduação em Ciência Animal (UFOPA – PA) e Programa de Pós-graduação da Bionorte. Desenvolve pesquisas relacionadas com o efeito de extrativos vegetais como anestésicos e promotores do crescimento em peixes.
== Integrantes ==
O grupo de pesquisa é composto por:
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== Contato ==
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[[Categoria:Laboratório de Fisiologia de Peixes| ]]
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Laboratório de Fisiologia de Peixes/Estudos
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Alterados os temas de pesquisa e palavras-chave, as quais eram do laboratório da UPF e não o nosso
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text/x-wiki
{{:Laboratório de Fisiologia de Peixes/Cabeçalho}}
== Temas de pesquisa ==
*farmacologia e fisiologia de peixes
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== Palavras-chave ==
* anestésicos
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* peixes
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[[Categoria:Laboratório de Fisiologia de Peixes|Estudos]]
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Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Atividade/Mayllon.lyggon
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2026-03-29T19:54:32Z
Mayllon.lyggon
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Atividade final do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico
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text/x-wiki
'''Comparação de cobertura jornalística sobre o Lenacapavir'''
'''Tema escolhido'''
Lenacapavir como nova estratégia de prevenção ao HIV
'''Matérias analisadas'''
CNN Brasil – “[https://www.cnnbrasil.com.br/saude/lenacapavir-entenda-o-diferencial-do-novo-tratamento-para-prevenir-hiv/ Lenacapavir: entenda o diferencial do novo tratamento para prevenir HIV]”
The Guardian – “[https://www.theguardian.com/society/2025/jun/17/hiv-ending-drug-lenacapavir-manufacture-cost-per-patient-gilead HIV-ending drug could be made for just $25 per patient a year, say researchers]”
'''Título e primeiro parágrafo'''
A matéria da CNN Brasil já indica no título um foco explicativo: “entenda o diferencial”. O primeiro parágrafo apresenta o lenacapavir como uma inovação promissora na prevenção do HIV, destacando principalmente sua aplicação semestral e sua eficácia.
Já o The Guardian constrói um título mais provocativo, destacando o possível baixo custo de produção do medicamento. No primeiro parágrafo, o foco não está apenas no funcionamento da tecnologia, mas na diferença entre custo real e preço de mercado, introduzindo um debate sobre acesso.
No título e no lead das notícias selecionadas aparecem uma diferença importante de como cada jornal vai tratar do método de prevenção ao HIV. A CNN tem o enfoque centralmente voltado para a inovação científica, enquanto o The Guardian foca na disputa econômica e política em torno do método preventivo.
'''Explicação do método científico'''
A CNN Brasil menciona os estudos clínicos que testaram o medicamento e apresenta seus resultados de forma resumida, destacando a alta eficácia. No entanto, a explicação do método é mais superficial, sem muitos detalhes sobre como os estudos foram conduzidos.
O The Guardian também não aprofunda tecnicamente os ensaios clínicos, mas traz outro tipo de “método”: explica como pesquisadores estimaram o custo de produção do medicamento. Ou seja, amplia o olhar para além da eficácia biomédica.
No que tange ao método científico, a CNN aposta em um didatismo que não traz muitos detalhes a metodologia empregada, por outro lado no Guardian é explicitado o processo dá base aos resultados da análise econômica.
'''Entrevistas e fontes'''
Na CNN Brasil, as fontes são principalmente especialistas da área da saúde, que explicam o funcionamento do medicamento e seus benefícios. Isso reforça o caráter didático da matéria.
No The Guardian, além de especialistas, aparecem pesquisadores envolvidos em estudos sobre custo e acesso, além de referências a instituições e debates globais sobre medicamentos.
As vozes que são convocadas, no caso da CNN são de especialistas técnicos, com uma explicação mais técnica relacionada ao funcionamento do medicamento. O The também apresenta essa perspectiva, mas a incrementa ao trazer para o debate o contexto político econômico e problematizá-lo.
'''Uso de dados, contexto e limitações'''
A CNN Brasil utiliza dados para reforçar a eficácia do medicamento, mas oferece pouco contexto sobre limitações, acesso ou desigualdades.
O The Guardian, por outro lado, usa dados para discutir custo, produção e acesso global, trazendo limitações importantes: o medicamento pode ser eficaz, mas isso não garante que estará disponível para quem precisa.
No que diz respeito aos dados, a diferença na abordagem da comunicação dos dois jornais é que, enquanto no primeiro os dados são utilizados para confirmar a eficácia da tecnologia preventiva, no segundo os dados serve para, no contexto mais geral, questionar o acesso e o impacto real do Lenacapavir. Em ambos os casos é pouco explícito os dados relacionados à limitação das pesquisas de uma forma geral.
'''Apresentação dos resultados'''
Na CNN Brasil, os resultados aparecem de forma mais direta e positiva, com ênfase no potencial do medicamento.
O The Guardian apresenta os resultados de forma mais cautelosa, mostrando que o impacto do lenacapavir depende de fatores externos, como preço e distribuição.
A principal diferença nesse tópico é que enquanto a CNN tem um tom mais intimista, o The Guardian tem um mais crítico e contextualizado.
'''Distinção entre hipótese, achado e conclusão'''
Na CNN Brasil, essa distinção aparece de forma menos marcada. A eficácia observada nos estudos pode dar ao leitor a impressão de que a solução já está consolidada.
No The Guardian, há uma separação mais clara: o medicamento é promissor, mas seu impacto depende de condições que ainda estão em disputa, como produção e acesso.
'''Conclusão da análise'''
A comparação mostra como decisões editoriais mudam completamente a forma como o leitor entende um mesmo tema científico.
A CNN Brasil contribui para a compreensão do funcionamento do lenacapavir, mas tende a apresentar a ciência como solução pronta. Já o The Guardian amplia a discussão, mostrando que um avanço científico também envolve disputas econômicas, políticas e sociais.
Isso evidencia que o jornalismo científico não trata apenas de explicar descobertas, mas também de contextualizar seus limites e implicações. Dependendo do enfoque, o leitor pode sair com a impressão de que há uma solução definitiva ou de que ainda existem desafios importantes a serem enfrentados.
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Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mayllon.lyggon
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2026-03-29T22:23:58Z
Mayllon.lyggon
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: __NOTOC__ == Nome da atividade == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo. </div> == Descrição da ativida...
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__NOTOC__
== Nome da atividade ==
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A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
</div>
== Descrição da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, clique no botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
</div>
== Nome de usuário(a) == Mayllon.lyggog
Mayllon.lyggon
== Atividade == Atividade Final Módulo 5
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Nesta seção, você deverá realizar sua atividade.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
Título: CAPES amplia as bolsas de mestrado e doutorado para 2025 e 2026
Em 2025, CAPES divulgou que concessão, em 2024, de quase 200 mil bolsas, um investimento de aproximadamente R$ 3.8 bilhões. Segundo a instituição, esse total incluiu mais de 105 mil bolsas de mestrado e doutorado no Brasil, além de benefícios voltados à internacionalização e à formação de professores.
A partir de março de 2025, a agência anunciou um investimento ainda maior para biênio de 2025-2026, no total de 91,2 mil bolsas institucionais para o período, o investimento também é marcado por modificações e novos critérios de para o remanejamento de cotas não utilizadas.
A informação da notícia está diretamente relacionada ao módulo sobre bolsas de pesquisa, permanência acadêmica e financiamento da ciência. Os números apresentam uma recuperação importante após anos de estagnação e serve como um lembrete que a ampliação quantitativa sozinha não resolve as desigualdades estruturais do acesso à ciência no Brasil. É preciso que se considere questões como a distribuição regional, a permanência dos discentes e a valorização efetiva das trajetórias acadêmicas.
Fonte CAPES: https://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais?utm_source=chatgpt.com
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para incluí-la na listagem do módulo.
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