Wikiversidade ptwikiversity https://pt.wikiversity.org/wiki/P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.24 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikiversidade Wikiversidade Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Wikiversidade:Outreach Dashboard/CEPID NeuroMat/Introdução ao Jornalismo Científico 4 22351 182174 182167 2026-04-23T17:07:16Z Dânia Brajato 44138 Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org 182174 wikitext text/x-wiki {{Detalhes de programa | course_name = Introdução ao Jornalismo Científico | instructor_username = Joalpe | support_staff = | subject = | start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC | end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC | institution = CEPID NeuroMat | expected_students = 0 | assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20 | outreachdashboard.wmflabs.org = yes }} O curso &quot;Introdução ao Jornalismo Científico&quot; é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico. O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do &quot;Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico&quot; (chamado ainda de &quot;Mídia Ciência&quot;), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas. Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de &quot;Curso Online Aberto e Massivo&quot; (mais conhecidos pela sigla &quot;MOOC&quot;) nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário. {{Tabela de participantes}} {{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}} {{Linha da tabela do participante|Thaismay||}} {{Linha da tabela do participante|Hedestad||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}} {{Linha da tabela do participante|Parzeus||}} {{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}} {{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}} {{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}} {{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}} {{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}} {{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}} {{Linha da tabela do participante|Niqlima||}} {{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}} {{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}} {{Linha da tabela 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{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}} {{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}} {{Linha da tabela do participante|Jiums22||}} {{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}} {{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}} {{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}} {{Linha da tabela do participante|Alabora42||}} {{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}} {{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}} {{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}} {{Linha da 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{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}} {{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}} {{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}} {{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}} {{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}} {{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}} {{Linha da tabela do participante|Ferik80||}} {{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}} {{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}} {{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}} {{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}} {{Linha da tabela do 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{{Linha da tabela do participante|Juroma22||}} {{Linha da tabela do participante|Lu Copetti||}} {{Linha da tabela do participante|Jennifer Caroline de Oliveira Adomaitis||}} {{Linha da tabela do participante|Thalisantos||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Júlia Jorge||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Khouri||}} {{Linha da tabela do participante|Elton Conceição dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Lleite160||}} {{Linha da tabela do participante|Noronhanat||}} {{Linha da tabela do participante|Lmcecilio||}} {{Linha da tabela do participante|ViniLeo Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Luisa Zaniboni Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|MCFMNO||}} {{Linha da tabela do participante|Mayllon.lyggon||}} {{Linha da tabela do participante|Jéssica M Soares||}} {{Linha da tabela do participante|Richardson.silva||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaflor||}} {{Linha da tabela do participante|Sanderson Carlos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Mfborin||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline Nichi||}} {{Linha da tabela do participante|Clêmie Blaud||}} {{Linha da tabela do participante|Geomar Cruz||}} {{Linha da tabela do participante|Vgamero||}} {{Linha da tabela do participante|Rick.galavoti||}} {{Linha da tabela do participante|Nicolle Dantas||[[:w:pt:História da evolução molecular]]}} {{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciamrg||}} {{Linha da tabela do participante|Giralua||}} {{Linha da tabela do participante|Psicociencia||}} {{Linha da tabela do participante|Luana.cancerthera||}} {{Linha da tabela do participante|Saraivacjulia||}} {{Linha da tabela do participante|Kidcat16||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline da Silva Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel Mariano de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Bernardo M Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Jamila Jardim||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantonino||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantoninovaz||}} {{Linha da tabela do participante|LMmassone||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro HO da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|ValenteMorena||}} {{Linha da tabela do participante|Julytrinci||}} {{Linha da tabela do participante|Kelly Sobral||}} {{Linha da tabela do participante|IzabelCMartins||}} {{Linha da tabela do participante|Giuliasbeites||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Okuda||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Torres de Queiroz||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina de Cássia Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Maria Gusmão||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezmenezes||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber Perlandim Ramos||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Raupp da Luz||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Choueiri||}} {{Linha da tabela do participante|Pedrofish2099||}} {{Linha da tabela do participante|Danielabap||}} {{Linha da tabela do participante|Selmitaisabel||}} {{Linha da tabela do participante|Placiano Viana de Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Leticiafcandido||}} {{Linha da tabela do participante|Tamirisvolcean||}} {{Linha da tabela do participante|Dani.tserafim||}} {{Linha da tabela do participante|Astrozin||}} {{Linha da tabela do participante|Iagoporfirio||}} {{Linha da tabela do participante|Vinidrama||}} {{Linha da tabela do participante|Thiagoferrodrigues||}} {{Linha da tabela do participante|Criselli.montipo||}} {{Linha da tabela do participante|Souza Carol Ana||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Silva Figueiredo||}} {{Linha da tabela do participante|Maurilio Bonora Junior||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezarianey||}} {{Linha da tabela do participante|Igorcampinas2004||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana R Camacho||}} {{Linha da tabela do participante|Jhenifer Abelha||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda do Prado Codato||}} {{Linha da tabela do participante|Luasoumor091||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Sequeira de Oliveira Magalhães||}} {{Linha da tabela do participante|Crscampello||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCaroline Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Arthur Verga||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago Altafini||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri Kobori||}} {{Linha da tabela do participante|IGTriO||}} {{Linha da tabela do participante|Marq.lari||}} {{Linha da tabela do participante|Taltafini||}} {{Linha da tabela do participante|Roh-frd||}} {{Linha da tabela do participante|Dani2303||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina Carettin||}} {{Linha da tabela do participante|AnnaCéu||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela Echeverri Fierro||}} {{Linha da tabela do participante|Roberta Padua e Silva||}} {{Linha da tabela do 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participante|Maria Cavalcantte||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Brandini||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Rosetti||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Nascimento dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Mateus Cunha da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Paula Silveira dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Caroline Neves Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}} {{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}} {{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}} {{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}} {{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}} {{Linha da tabela do participante|Alriol||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}} {{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellevims||}} {{Linha da tabela do participante|Andréa BLima||}} {{Linha da tabela do participante|Bfont9||}} {{Linha da tabela do participante|DanDode||}} {{Linha da tabela do participante|AnapSS||}} {{Linha da tabela do participante|SolKurpiel86||}} {{Linha da tabela do participante|Rachelscosta1||}} {{Linha da tabela do participante|Ligia Évora||}} {{Linha da tabela do participante|Felipe Adriano Alves de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Matheus de Oliveira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Mariaformis||}} {{Linha da tabela do participante|Luisamirs||}} {{Linha da tabela do participante|Mirelly Borges Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelle de Melo Flam||}} {{Linha da tabela do participante|PabloSantana92||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Dal Olio Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|AndreiaGalina||}} {{Linha da tabela do participante|IsabelledaSilveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jaynemayrink04||}} {{Linha da tabela do participante|Eris gabriella||}} {{Linha da tabela do participante|LMateus14||}} {{Linha da tabela do participante|Glo3105||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Vieira Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Mayhara Nogueira||}} {{Linha da tabela do participante|Mepoto||}} {{Linha da tabela do participante|Lullyxs||}} {{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}} {{Linha da tabela do participante|Rafaelaor||}} {{Linha da tabela do participante|Babipaula||}} {{Linha da tabela do participante|GustavoTorresC||}} {{Linha da tabela do participante|Bteixeira96||}} {{Linha da tabela do participante|Nathaliabrlo||}} {{Linha da tabela do participante|Brunohbr||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio Angelo Menezes Barreto||}} {{Linha da tabela do 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{{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Elliton||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}} {{Linha da tabela do participante|Bichioli||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}} {{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}} {{Linha da tabela do participante|Neuza10||}} {{Linha da tabela do participante|Caio7César||}} {{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}} {{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}} {{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}} {{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}} {{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}} {{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}} {{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}} {{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}} {{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}} {{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}} {{Linha da tabela do participante|NDH 211||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}} {{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}} {{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}} {{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}} {{Linha da tabela do participante|Ana3beatriz22||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel noriyuki de andrade||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}} {{Linha da tabela do participante|Paula De Donato||}} {{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}} {{Linha da tabela do participante|Maripolo86||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Mourah||}} {{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}} {{Fim da tabela de participantes}} k0bafmuq98kxjxqz7wd76h3wr648raf 182178 182174 2026-04-23T19:02:32Z Lorranyamazonas 44139 Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org 182178 wikitext text/x-wiki {{Detalhes de programa | course_name = Introdução ao Jornalismo Científico | instructor_username = Joalpe | support_staff = | subject = | start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC | end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC | institution = CEPID NeuroMat | expected_students = 0 | assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20 | outreachdashboard.wmflabs.org = yes }} O curso &quot;Introdução ao Jornalismo Científico&quot; é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico. O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do &quot;Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico&quot; (chamado ainda de &quot;Mídia Ciência&quot;), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas. Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de &quot;Curso Online Aberto e Massivo&quot; (mais conhecidos pela sigla &quot;MOOC&quot;) nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário. {{Tabela de participantes}} {{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}} {{Linha da tabela do participante|Thaismay||}} {{Linha da tabela do participante|Hedestad||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}} {{Linha da tabela do participante|Parzeus||}} {{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}} {{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}} {{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}} {{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}} {{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}} {{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}} {{Linha da tabela do participante|Niqlima||}} {{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}} {{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}} {{Linha da tabela do participante|Túllio F||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}} {{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}} {{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}} {{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}} {{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}} {{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}} {{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}} {{Linha da tabela do participante|Dougnate||}} {{Linha da tabela do participante|N.tenca||}} {{Linha da tabela do participante|Enxama||}} {{Linha da tabela do participante|Bifasano||}} {{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}} {{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Danielva963||}} {{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}} {{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}} {{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}} {{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}} {{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}} {{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}} {{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}} {{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}} {{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}} {{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}} {{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}} {{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}} {{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}} {{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}} {{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}} {{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}} {{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}} {{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}} {{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}} {{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}} {{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}} {{Linha da tabela do participante|Jiums22||}} {{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}} {{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}} {{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}} {{Linha da tabela do participante|Alabora42||}} {{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}} {{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}} {{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}} {{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}} {{Linha da tabela do participante|Cauasider||}} {{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}} {{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}} {{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}} {{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}} {{Linha da tabela do participante|GPask17||}} {{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}} {{Linha da tabela do participante|Claricepc||}} {{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}} {{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}} {{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}} {{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Matippi||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}} {{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}} {{Linha da 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{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}} {{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}} {{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}} {{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}} {{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}} {{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}} {{Linha da tabela do participante|Ferik80||}} {{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}} {{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}} {{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}} {{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}} {{Linha da tabela do 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Barbosa||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio.tav||}} {{Linha da tabela do participante|Laurausp||}} {{Linha da tabela do participante|Sueyla.santos||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}} {{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}} {{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}} {{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}} {{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}} {{Linha da tabela do participante|Ababueno||}} {{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}} {{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}} {{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}} {{Linha da tabela do participante|Tflassali||}} {{Linha da tabela do participante|Miranda Anna||}} {{Linha da tabela do participante|Gabs38||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.marques120703||}} {{Linha da tabela do participante|Linianebrum||}} {{Linha da tabela do participante|Renata Alitto||}} {{Linha da tabela do participante|Renata Aparecida dos Santos Alitto||}} {{Linha da tabela do participante|Anagabryelem||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes||}} {{Linha da tabela do participante|EDJOLY||}} {{Linha da tabela do participante|Marloncastros||}} {{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes Massaro 1||}} {{Linha da tabela do participante|GabrielaGelain||}} {{Linha da tabela do participante|Yana Teixeira||}} {{Linha da tabela do participante|LCFeitosa||}} {{Linha da tabela do participante|Sofia Helena Lanza||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Pezzatte Pollo||}} {{Linha da tabela do participante|Larissa Takeda||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas José Momberg||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}} {{Linha da tabela do participante|Eduardo Toito Garcia||}} {{Linha da tabela do participante|Aline120||}} {{Linha da tabela do participante|Mpaulabm||}} {{Linha da tabela do participante|Nicole Nikaia||}} {{Linha da tabela do participante|Dominik Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}} {{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}} {{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}} {{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}} {{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}} {{Linha da tabela do participante|Varela101||}} {{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}} {{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}} {{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}} {{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}} {{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}} {{Linha da tabela do participante|Girliani||}} {{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}} {{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}} {{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}} {{Linha da tabela do participante|Gavadams||}} {{Linha da tabela do participante|MLConti||}} {{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}} {{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}} {{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}} {{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}} {{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}} {{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}} {{Linha da tabela do participante|NAALVES||}} {{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}} {{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}} {{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}} {{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}} {{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}} {{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}} {{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}} {{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Monarakl||}} {{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}} {{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}} {{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}} {{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}} {{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}} {{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}} {{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}} {{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}} {{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}} {{Linha da tabela do participante|Calvincou||}} {{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}} {{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}} {{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}} {{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}} {{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}} {{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}} {{Linha da tabela do participante|Dorasiq||}} {{Linha da tabela do participante|FilipeAN||}} {{Linha da tabela do participante|Daalvesd||}} {{Linha da tabela do participante|Guilhermemcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Gustavo Alves Machado||}} {{Linha da tabela do participante|MarianaMouraSouza||}} {{Linha da tabela do participante|Carla Magliano||}} {{Linha da tabela do participante|Magliano19||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}} {{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}} {{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}} {{Linha da tabela do participante|Fabriciosolagna||}} {{Linha da tabela do participante|DiegoMalvasio||}} {{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}} {{Linha da tabela do participante|IlanaGoldstein||}} {{Linha da tabela do participante|Marianakehl||}} {{Linha da tabela do participante|Nataliasmf||}} {{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}} {{Linha da tabela do participante|Jayne Mayrink||}} {{Linha da tabela do participante|Cpantaleao||}} {{Linha da tabela do participante|Campos.acrs||}} {{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}} {{Linha da tabela do participante|Tonilen||}} {{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}} {{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}} {{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}} {{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}} {{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}} {{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}} {{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}} {{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}} {{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}} {{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}} {{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}} {{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}} {{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}} {{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}} {{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}} {{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}} {{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}} {{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}} {{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}} {{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}} {{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}} {{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}} {{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}} {{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}} {{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Ribeiro de Carvalho||}} {{Linha da tabela do participante|Denise Casatti||}} {{Linha da tabela do participante|Andrea Rossil||}} {{Linha da tabela do participante|Danielribao||}} {{Linha da tabela do participante|Milena da Silva Gimenes||}} {{Linha da tabela do participante|Juanmattheus815||}} {{Linha da tabela do participante|Alexandre Duarte dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Victor Kinjo||}} {{Linha da tabela do participante|Marcusdores||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Julia Ferreira Almeida da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}} {{Linha da tabela do participante|Leognclvs||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Fulgido||}} {{Linha da tabela do participante|Dudalonsk||}} {{Linha da tabela do participante|Melissa França de Freitas Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}} {{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}} {{Linha da tabela do participante|Clau Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}} {{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}} {{Linha da tabela do participante|Barbara do Carmo Rosa||}} {{Linha da tabela do participante|Milena Rossales||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Trioni||}} {{Linha da tabela do participante|Lucca2c||}} {{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}} {{Linha da tabela do participante|Vitória Régia Barros Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Janaina Behling||}} {{Linha da tabela do participante|Lucascbarros||}} {{Linha da tabela do participante|Mônica Manir||}} {{Linha da tabela do participante|Marcelo A Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Claudineia Novais de Camargo||}} {{Linha da tabela do participante|Ana clara menegueli||}} {{Linha da tabela do participante|Lplaques||}} {{Linha da tabela do participante|MarcioMorrison||}} {{Linha da tabela do participante|KaueGodoy||}} {{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}} {{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}} {{Linha da tabela do participante|Donizetevbjr||}} {{Linha da tabela do participante|DanMunoz2||}} {{Linha da tabela do participante|Sofiasilva8||}} {{Linha da tabela do participante|Mia Schezaro-Ramos|[[:w:pt:Sociedade Real de Edimburgo]], [[:w:pt:Royal Society]]|}} {{Linha da tabela do participante|TuanniBorba||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Luiza Negrão||}} {{Linha da tabela do participante|Marianafgomes||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Harumi Saito||}} {{Linha da tabela do participante|Maridigomes||}} {{Linha da tabela do participante|Thatilawanessa||}} {{Linha da tabela do participante|StanBilatto||}} {{Linha da tabela do participante|Manutraf||}} {{Linha da tabela do participante|Alexandre Matos Muniz Matias||}} {{Linha da tabela do participante|Isabela Scoparo Lopes||}} {{Linha da tabela do participante|Egle Gabriele Castanha de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Maju.mieli||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel da Silva Cordeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Vinitosato||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Tridico||}} {{Linha da tabela do participante|Wanise Martinez||}} {{Linha da tabela do participante|Xenya Bucchioni||}} {{Linha da tabela do participante|Julia do Nascimento Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Cayron Fraga||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Cesar Chaboli Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Daphne Formigoni||}} {{Linha da tabela do participante|DphneF||}} {{Linha da tabela do participante|Otávio Ítalo Matos Uzumaki||}} {{Linha da tabela do participante|Mahgmacedo||}} {{Linha da tabela do participante|Caiojesusdesouza||}} {{Linha da tabela do participante|Sebastião José Nascimento de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Luizacmg||}} {{Linha da tabela do participante|Juroma22||}} {{Linha da tabela do participante|Lu Copetti||}} {{Linha da tabela do participante|Jennifer Caroline de Oliveira Adomaitis||}} {{Linha da tabela do participante|Thalisantos||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Júlia Jorge||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Khouri||}} {{Linha da tabela do participante|Elton Conceição dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Lleite160||}} {{Linha da tabela do participante|Noronhanat||}} {{Linha da tabela do participante|Lmcecilio||}} {{Linha da tabela do participante|ViniLeo Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Luisa Zaniboni Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|MCFMNO||}} {{Linha da tabela do participante|Mayllon.lyggon||}} {{Linha da tabela do participante|Jéssica M Soares||}} {{Linha da tabela do participante|Richardson.silva||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaflor||}} {{Linha da tabela do participante|Sanderson Carlos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Mfborin||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline Nichi||}} {{Linha da tabela do participante|Clêmie Blaud||}} {{Linha da tabela do participante|Geomar Cruz||}} {{Linha da tabela do participante|Vgamero||}} {{Linha da tabela do participante|Rick.galavoti||}} {{Linha da tabela do participante|Nicolle Dantas||[[:w:pt:História da evolução molecular]]}} {{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciamrg||}} {{Linha da tabela do participante|Giralua||}} {{Linha da tabela do participante|Psicociencia||}} {{Linha da tabela do participante|Luana.cancerthera||}} {{Linha da tabela do participante|Saraivacjulia||}} {{Linha da tabela do participante|Kidcat16||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline da Silva Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel Mariano de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Bernardo M Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Jamila Jardim||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantonino||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantoninovaz||}} {{Linha da tabela do participante|LMmassone||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro HO da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|ValenteMorena||}} {{Linha da tabela do participante|Julytrinci||}} {{Linha da tabela do participante|Kelly Sobral||}} {{Linha da tabela do participante|IzabelCMartins||}} {{Linha da tabela do participante|Giuliasbeites||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Okuda||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Torres de Queiroz||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina de Cássia Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Maria Gusmão||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezmenezes||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber Perlandim Ramos||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Raupp da Luz||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Choueiri||}} {{Linha da tabela do participante|Pedrofish2099||}} {{Linha da tabela do participante|Danielabap||}} {{Linha da tabela do participante|Selmitaisabel||}} {{Linha da tabela do participante|Placiano Viana de Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Leticiafcandido||}} {{Linha da tabela do participante|Tamirisvolcean||}} {{Linha da tabela do participante|Dani.tserafim||}} {{Linha da tabela do participante|Astrozin||}} {{Linha da tabela do participante|Iagoporfirio||}} {{Linha da tabela do participante|Vinidrama||}} {{Linha da tabela do participante|Thiagoferrodrigues||}} {{Linha da tabela do participante|Criselli.montipo||}} {{Linha da tabela do participante|Souza Carol Ana||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Silva Figueiredo||}} {{Linha da tabela do participante|Maurilio Bonora Junior||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezarianey||}} {{Linha da tabela do participante|Igorcampinas2004||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana R Camacho||}} {{Linha da tabela do participante|Jhenifer Abelha||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda do Prado Codato||}} {{Linha da tabela do participante|Luasoumor091||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Sequeira de Oliveira Magalhães||}} {{Linha da tabela do participante|Crscampello||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCaroline Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Arthur Verga||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago Altafini||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri Kobori||}} {{Linha da tabela do participante|IGTriO||}} {{Linha da tabela do participante|Marq.lari||}} {{Linha da tabela do participante|Taltafini||}} {{Linha da tabela do participante|Roh-frd||}} {{Linha da tabela do participante|Dani2303||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina Carettin||}} {{Linha da tabela do participante|AnnaCéu||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela Echeverri Fierro||}} {{Linha da tabela do participante|Roberta Padua e Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Stella Nestor Fernandes||}} {{Linha da tabela do participante|Ellen Carolina dos Santos Cursino||}} {{Linha da tabela do participante|Monoclonais||}} {{Linha da tabela do participante|Fyoda||}} {{Linha da tabela do participante|Essenomenaoimporta||}} {{Linha da tabela do participante|Denilson Rodrigues de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Pamela Frnc||}} {{Linha da tabela do participante|Sthephanyoli||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafcorrea||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Kedma||}} {{Linha da tabela do participante|Ju1207||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Estevão Ferreira Macedo||}} {{Linha da tabela do participante|F.Cost||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline Bianchi||}} {{Linha da tabela do participante|Quezia Ramalho||}} {{Linha da tabela do participante|Giullia Della Déa||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Cavalcante||}} {{Linha da tabela do participante|Jessica14.levy||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Cavalcantte||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Brandini||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Rosetti||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Nascimento dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Mateus Cunha da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Paula Silveira dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Caroline Neves Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}} {{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}} {{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}} {{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}} {{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}} {{Linha da tabela do participante|Alriol||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}} {{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellevims||}} {{Linha da tabela do participante|Andréa BLima||}} {{Linha da tabela do participante|Bfont9||}} {{Linha da tabela do participante|DanDode||}} {{Linha da tabela do participante|AnapSS||}} {{Linha da tabela do participante|SolKurpiel86||}} {{Linha da tabela do participante|Rachelscosta1||}} {{Linha da tabela do participante|Ligia Évora||}} {{Linha da tabela do participante|Felipe Adriano Alves de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Matheus de Oliveira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Mariaformis||}} {{Linha da tabela do participante|Luisamirs||}} {{Linha da tabela do participante|Mirelly Borges Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelle de Melo Flam||}} {{Linha da tabela do participante|PabloSantana92||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Dal Olio Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|AndreiaGalina||}} {{Linha da tabela do participante|IsabelledaSilveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jaynemayrink04||}} {{Linha da tabela do participante|Eris gabriella||}} {{Linha da tabela do participante|LMateus14||}} {{Linha da tabela do participante|Glo3105||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Vieira Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Mayhara Nogueira||}} {{Linha da tabela do participante|Mepoto||}} {{Linha da tabela do participante|Lullyxs||}} {{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}} {{Linha da tabela do participante|Rafaelaor||}} {{Linha da tabela do participante|Babipaula||}} {{Linha da tabela do participante|GustavoTorresC||}} {{Linha da tabela do participante|Bteixeira96||}} {{Linha da tabela do participante|Nathaliabrlo||}} {{Linha da tabela do participante|Brunohbr||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio Angelo Menezes Barreto||}} {{Linha da tabela do participante|BeaBraga||}} {{Linha da tabela do participante|Liana Stoll||}} {{Linha da tabela do participante|Mirella Camargo do Nascimento||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda Silverio||}} {{Linha da tabela do participante|Izapoliti||}} {{Linha da tabela do participante|Henrique de Sousa Mathias||}} {{Linha da tabela do participante|19FernandaRenata98||}} {{Linha da tabela do participante|Larissa Anunciato||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Tozzini||}} {{Linha da tabela do participante|Kaue Pedro Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Giovannavial||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel Leonardo Ferreira Elias||}} {{Linha da tabela do participante|Rquelts||}} {{Linha da tabela do participante|Beatriz Durlin||}} {{Linha da tabela do participante|Bito Augusto||}} {{Linha da tabela do participante|Larissa Dezen||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Daniela de Araújo Vianna||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela.ggouvea||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Clara Martins Cavalcanti||}} {{Linha da tabela do participante|Davidrmo||}} {{Linha da tabela do participante|Ronaldo Fontana de Jesus||}} {{Linha da tabela do participante|Flavia Delgado||}} {{Linha da tabela do participante|Elisatobias1||}} {{Linha da tabela do participante|Brenda Teixeira 96||}} {{Linha da tabela do participante|Comunicadora Letrada||}} {{Linha da tabela do participante|ProfessoraDelgado||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Carolina Torres Vianna||}} {{Linha da tabela do participante|Jorjacruz||}} {{Linha da tabela do participante|Ericopagotto||}} {{Linha da tabela do participante|Ninahera||}} {{Linha da tabela do participante|CientistaND11||}} {{Linha da tabela do participante|Liege9||}} {{Linha da tabela do participante|Luilima||}} {{Linha da tabela do participante|MAUrício Pascuet||}} {{Linha da tabela do participante|Lucato.cassio||}} {{Linha da tabela do participante|Camilacason||}} {{Linha da tabela do participante|Clara Camara||}} {{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Elliton||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}} {{Linha da tabela do participante|Bichioli||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}} {{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}} {{Linha da tabela do participante|Neuza10||}} {{Linha da tabela do participante|Caio7César||}} {{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}} {{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}} {{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}} {{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}} {{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}} {{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}} {{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}} {{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}} {{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}} {{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}} {{Linha da tabela do participante|NDH 211||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}} {{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}} {{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}} {{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}} {{Linha da tabela do participante|Ana3beatriz22||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel noriyuki de andrade||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}} {{Linha da tabela do participante|Paula De Donato||}} {{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}} {{Linha da tabela do participante|Maripolo86||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Mourah||}} {{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}} {{Linha da tabela do participante|Lorranyamazonas||}} {{Fim da tabela de participantes}} hl8cdd7gl568mfyiywlhrwaum2arqiz 182181 182178 2026-04-23T19:27:39Z LucasVLS 44141 Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org 182181 wikitext text/x-wiki {{Detalhes de programa | course_name = Introdução ao Jornalismo Científico | instructor_username = Joalpe | support_staff = | subject = | start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC | end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC | institution = CEPID NeuroMat | expected_students = 0 | assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20 | outreachdashboard.wmflabs.org = yes }} O curso &quot;Introdução ao Jornalismo Científico&quot; é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico. O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do &quot;Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico&quot; (chamado ainda de &quot;Mídia Ciência&quot;), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas. Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de &quot;Curso Online Aberto e Massivo&quot; (mais conhecidos pela sigla &quot;MOOC&quot;) nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário. {{Tabela de participantes}} {{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}} {{Linha da tabela do participante|Thaismay||}} {{Linha da tabela do participante|Hedestad||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}} {{Linha da tabela do participante|Parzeus||}} {{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}} {{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}} {{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}} {{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}} {{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}} {{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}} {{Linha da tabela do participante|Niqlima||}} {{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}} {{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}} {{Linha da tabela do participante|Túllio F||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}} {{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}} {{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}} {{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}} {{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}} {{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}} {{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}} {{Linha da tabela do participante|Dougnate||}} {{Linha da tabela do participante|N.tenca||}} {{Linha da tabela do participante|Enxama||}} {{Linha da tabela do participante|Bifasano||}} {{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}} {{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Danielva963||}} {{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}} {{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}} {{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}} {{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}} {{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}} {{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}} {{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}} {{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}} {{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}} {{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}} {{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}} {{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}} {{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}} {{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}} {{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}} {{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}} {{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}} {{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}} {{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}} {{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}} {{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}} {{Linha da tabela do participante|Jiums22||}} {{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}} {{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}} {{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}} {{Linha da tabela do participante|Alabora42||}} {{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}} {{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}} {{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}} {{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}} {{Linha da tabela do participante|Cauasider||}} {{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}} {{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}} {{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}} {{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}} {{Linha da tabela do participante|GPask17||}} {{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}} {{Linha da tabela do participante|Claricepc||}} {{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}} {{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}} {{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}} {{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Matippi||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}} {{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}} {{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}} {{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}} {{Linha da tabela do participante|Alybnp||}} {{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}} {{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}} {{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}} {{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}} {{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}} {{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}} {{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}} {{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}} {{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Jake456545||}} {{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}} {{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}} {{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}} {{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}} {{Linha da tabela do participante|Rlazani||}} {{Linha da tabela do participante|Cynito||}} {{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}} {{Linha da tabela do participante|Bverzili||}} {{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}} {{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}} {{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}} {{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}} {{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}} {{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}} {{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}} {{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}} {{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}} {{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}} {{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}} {{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}} {{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}} {{Linha da tabela do participante|Guicelest||}} {{Linha da tabela do 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tabela do participante|Aline Menoncello||}} {{Linha da tabela do participante|Celer01||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}} {{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}} {{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}} {{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}} {{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}} {{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}} {{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}} {{Linha da tabela do participante|Tacia.Rocha||}} {{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}} {{Linha da tabela do participante|Carnachion||}} {{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}} {{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Paulabre73||}} {{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}} {{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}} {{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}} {{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}} {{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}} {{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}} {{Linha da tabela do participante|Ferik80||}} {{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}} {{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}} {{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}} {{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}} {{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}} {{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}} {{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}} {{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}} {{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}} {{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}} {{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}} {{Linha da tabela do participante|Giudenari||}} {{Linha da tabela do participante|Byreom||}} {{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}} {{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}} {{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}} {{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}} {{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}} {{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}} {{Linha da tabela do participante|Luizamuller||}} {{Linha da tabela do participante|Helen.takamitsu||}} {{Linha da tabela do participante|Alessandra Gabrielli de Oliveira Lé||}} {{Linha da tabela do participante|Lucialopesprofa||}} {{Linha da tabela do participante|Olga.salarpi||}} {{Linha da tabela do participante|Clari reche||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessal.loiola||}} {{Linha da tabela do participante|NyIF||}} {{Linha da tabela do participante|Rapharias20||}} {{Linha da tabela do participante|Mariaemiliaa||}} {{Linha da tabela do participante|Aline.zanotti||}} {{Linha da tabela do participante|Stephanielivss||}} {{Linha da tabela do participante|Júlia Pellizon Mazucco||}} {{Linha da tabela do participante|Andres Julian Vera||}} {{Linha da tabela do participante|Nicolasf23||}} {{Linha da tabela do participante|Joice A Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Larapelegrini||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.marques1207||}} {{Linha da tabela do participante|Luasoumor||}} {{Linha da tabela do participante|Japabossanova||}} {{Linha da tabela do participante|Laura.vscn||}} {{Linha da tabela do participante|Jenigomesds||}} {{Linha da tabela do participante|Teo Fgr||}} {{Linha da tabela do participante|Agnus.lauriano||}} {{Linha da tabela do participante|Priscilamgallo||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela Feriani||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas Marquioni||}} {{Linha da tabela do participante|Majuliapps||}} {{Linha da tabela do participante|ClaudiusAugustus1945||}} {{Linha da tabela do participante|André Felipe Costa Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Beatriz A.V.G da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|William Gabriel Carreras Oropesa||}} {{Linha da tabela do participante|VicBarel||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Dias Antonio||}} {{Linha da tabela do participante|Eden Vilarinho||}} {{Linha da tabela do participante|Antonionettors||}} {{Linha da tabela do participante|Anacsabadin||}} {{Linha da tabela do participante|RaizaCpg||}} {{Linha da tabela do participante|Niomar Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Raquelgalvaousp||}} {{Linha da tabela do participante|Arthur Grohs||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro Henrique Baruch||}} {{Linha da tabela do participante|PedroBaruch1||}} {{Linha da tabela do participante|Charlene Soares||}} {{Linha da tabela do participante|Felipepcampoy||}} {{Linha da tabela do participante|Joeramalho||}} {{Linha da tabela do participante|Joseantonioramalho||}} {{Linha da tabela do participante|SimoneVS||}} {{Linha da tabela do participante|Isabella Vittoria Fallaci||}} {{Linha da tabela do participante|Danilo Restaino||}} {{Linha da tabela do participante|Camargo.fmc||}} {{Linha da tabela do participante|Ngpbruno||}} {{Linha da tabela do participante|Isabela Souza Xavier da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Mariohelderfilho||}} {{Linha da tabela do participante|Mhfmhf||}} {{Linha da tabela do participante|Joaquimgomescardim||}} {{Linha da tabela do participante|AdriCar86||}} {{Linha da tabela do participante|Ellendemoraes04||}} {{Linha da tabela do participante|Jéssica Pires Cardoso||}} {{Linha da tabela do participante|Tatiana Soares Araujo||}} {{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}} {{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}} {{Linha da tabela do participante|MarianaGuizelini||}} {{Linha da tabela do participante|Luiz.g.santos||}} {{Linha da tabela do participante|Viniciusrosa2k||}} {{Linha da tabela do participante|Maykon Cruz Almeida||}} {{Linha da tabela do participante|TheoSchwan||}} {{Linha da tabela do participante|Priscila Araújo Cardoso dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Joseph2558||}} {{Linha da tabela do participante|CarolScaliante||}} {{Linha da tabela do participante|Thaís Martins de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel B. Barbosa||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio.tav||}} {{Linha da tabela do participante|Laurausp||}} {{Linha da tabela do participante|Sueyla.santos||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}} {{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}} {{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}} {{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}} {{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}} {{Linha da tabela do participante|Ababueno||}} {{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}} {{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}} {{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}} {{Linha da tabela do participante|Tflassali||}} {{Linha da tabela do participante|Miranda Anna||}} {{Linha da tabela do participante|Gabs38||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.marques120703||}} {{Linha da tabela do participante|Linianebrum||}} {{Linha da tabela do participante|Renata Alitto||}} {{Linha da tabela do participante|Renata Aparecida dos Santos Alitto||}} {{Linha da tabela do participante|Anagabryelem||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes||}} {{Linha da tabela do participante|EDJOLY||}} {{Linha da tabela do participante|Marloncastros||}} {{Linha da tabela do participante|Tatiana de Lourdes Massaro 1||}} {{Linha da tabela do participante|GabrielaGelain||}} {{Linha da tabela do participante|Yana Teixeira||}} {{Linha da tabela do participante|LCFeitosa||}} {{Linha da tabela do participante|Sofia Helena Lanza||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Pezzatte Pollo||}} {{Linha da tabela do participante|Larissa Takeda||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas José Momberg||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}} {{Linha da tabela do participante|Eduardo Toito Garcia||}} {{Linha da tabela do participante|Aline120||}} {{Linha da tabela do participante|Mpaulabm||}} {{Linha da tabela do participante|Nicole Nikaia||}} {{Linha da tabela do participante|Dominik Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}} {{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}} {{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}} {{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}} {{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}} {{Linha da tabela do participante|Varela101||}} {{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}} {{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}} {{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}} {{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}} {{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}} {{Linha da tabela do participante|Girliani||}} {{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}} {{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}} {{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}} {{Linha da tabela do participante|Gavadams||}} {{Linha da tabela do participante|MLConti||}} {{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}} {{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}} {{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}} {{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}} {{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}} {{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}} {{Linha da tabela do participante|NAALVES||}} {{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}} {{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}} {{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}} {{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}} {{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}} {{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}} {{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}} {{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Monarakl||}} {{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}} {{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}} {{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}} {{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}} {{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}} {{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}} {{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}} {{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}} {{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}} {{Linha da tabela do participante|Calvincou||}} {{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}} {{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}} {{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}} {{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}} {{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}} {{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}} {{Linha da tabela do participante|Dorasiq||}} {{Linha da tabela do participante|FilipeAN||}} {{Linha da tabela do participante|Daalvesd||}} {{Linha da tabela do participante|Guilhermemcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Gustavo Alves Machado||}} {{Linha da tabela do participante|MarianaMouraSouza||}} {{Linha da tabela do participante|Carla Magliano||}} {{Linha da tabela do participante|Magliano19||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}} {{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}} {{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}} {{Linha da tabela do participante|Fabriciosolagna||}} {{Linha da tabela do participante|DiegoMalvasio||}} {{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}} {{Linha da tabela do participante|IlanaGoldstein||}} {{Linha da tabela do participante|Marianakehl||}} {{Linha da tabela do participante|Nataliasmf||}} {{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}} {{Linha da tabela do participante|Jayne Mayrink||}} {{Linha da tabela do participante|Cpantaleao||}} {{Linha da tabela do participante|Campos.acrs||}} {{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}} {{Linha da tabela do participante|Tonilen||}} {{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}} {{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}} {{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}} {{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}} {{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}} {{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}} {{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}} {{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}} {{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}} {{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}} {{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}} {{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}} {{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}} {{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}} {{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}} {{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}} {{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}} {{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}} {{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}} {{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}} {{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}} {{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}} {{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}} {{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}} {{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Ribeiro de Carvalho||}} {{Linha da tabela do participante|Denise Casatti||}} {{Linha da tabela do participante|Andrea Rossil||}} {{Linha da tabela do participante|Danielribao||}} {{Linha da tabela do participante|Milena da Silva Gimenes||}} {{Linha da tabela do participante|Juanmattheus815||}} {{Linha da tabela do participante|Alexandre Duarte dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Victor Kinjo||}} {{Linha da tabela do participante|Marcusdores||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Julia Ferreira Almeida da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}} {{Linha da tabela do participante|Leognclvs||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Fulgido||}} {{Linha da tabela do participante|Dudalonsk||}} {{Linha da tabela do participante|Melissa França de Freitas Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}} {{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}} {{Linha da tabela do participante|Clau Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}} {{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}} {{Linha da tabela do participante|Barbara do Carmo Rosa||}} {{Linha da tabela do participante|Milena Rossales||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Trioni||}} {{Linha da tabela do participante|Lucca2c||}} {{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}} {{Linha da tabela do participante|Vitória Régia Barros Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Janaina Behling||}} {{Linha da tabela do participante|Lucascbarros||}} {{Linha da tabela do participante|Mônica Manir||}} {{Linha da tabela do participante|Marcelo A Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Claudineia Novais de Camargo||}} {{Linha da tabela do participante|Ana clara menegueli||}} {{Linha da tabela do participante|Lplaques||}} {{Linha da tabela do participante|MarcioMorrison||}} {{Linha da tabela do participante|KaueGodoy||}} {{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}} {{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}} {{Linha da tabela do participante|Donizetevbjr||}} {{Linha da tabela do participante|DanMunoz2||}} {{Linha da tabela do participante|Sofiasilva8||}} {{Linha da tabela do participante|Mia Schezaro-Ramos|[[:w:pt:Sociedade Real de Edimburgo]], [[:w:pt:Royal Society]]|}} {{Linha da tabela do participante|TuanniBorba||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Luiza Negrão||}} {{Linha da tabela do participante|Marianafgomes||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Harumi Saito||}} {{Linha da tabela do participante|Maridigomes||}} {{Linha da tabela do participante|Thatilawanessa||}} {{Linha da tabela do participante|StanBilatto||}} {{Linha da tabela do participante|Manutraf||}} {{Linha da tabela do participante|Alexandre Matos Muniz Matias||}} {{Linha da tabela do participante|Isabela Scoparo Lopes||}} {{Linha da tabela do participante|Egle Gabriele Castanha de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Maju.mieli||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel da Silva Cordeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Vinitosato||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Tridico||}} {{Linha da tabela do participante|Wanise Martinez||}} {{Linha da tabela do participante|Xenya Bucchioni||}} {{Linha da tabela do participante|Julia do Nascimento Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Cayron Fraga||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Cesar Chaboli Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Daphne Formigoni||}} {{Linha da tabela do participante|DphneF||}} {{Linha da tabela do participante|Otávio Ítalo Matos Uzumaki||}} {{Linha da tabela do participante|Mahgmacedo||}} {{Linha da tabela do participante|Caiojesusdesouza||}} {{Linha da tabela do participante|Sebastião José Nascimento de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Luizacmg||}} {{Linha da tabela do participante|Juroma22||}} {{Linha da tabela do participante|Lu Copetti||}} {{Linha da tabela do participante|Jennifer Caroline de Oliveira Adomaitis||}} {{Linha da tabela do participante|Thalisantos||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Júlia Jorge||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Khouri||}} {{Linha da tabela do participante|Elton Conceição dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Lleite160||}} {{Linha da tabela do participante|Noronhanat||}} {{Linha da tabela do participante|Lmcecilio||}} {{Linha da tabela do participante|ViniLeo Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Luisa Zaniboni Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|MCFMNO||}} {{Linha da tabela do participante|Mayllon.lyggon||}} {{Linha da tabela do participante|Jéssica M Soares||}} {{Linha da tabela do participante|Richardson.silva||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaflor||}} {{Linha da tabela do participante|Sanderson Carlos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Mfborin||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline Nichi||}} {{Linha da tabela do participante|Clêmie Blaud||}} {{Linha da tabela do participante|Geomar Cruz||}} {{Linha da tabela do participante|Vgamero||}} {{Linha da tabela do participante|Rick.galavoti||}} {{Linha da tabela do participante|Nicolle Dantas||[[:w:pt:História da evolução molecular]]}} {{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciamrg||}} {{Linha da tabela do participante|Giralua||}} {{Linha da tabela do participante|Psicociencia||}} {{Linha da tabela do participante|Luana.cancerthera||}} {{Linha da tabela do participante|Saraivacjulia||}} {{Linha da tabela do participante|Kidcat16||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline da Silva Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel Mariano de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Bernardo M Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Jamila Jardim||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantonino||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantoninovaz||}} {{Linha da tabela do participante|LMmassone||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro HO da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|ValenteMorena||}} {{Linha da tabela do participante|Julytrinci||}} {{Linha da tabela do participante|Kelly Sobral||}} {{Linha da tabela do participante|IzabelCMartins||}} {{Linha da tabela do participante|Giuliasbeites||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Okuda||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Torres de Queiroz||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina de Cássia Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Maria Gusmão||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezmenezes||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber Perlandim Ramos||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Raupp da Luz||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Choueiri||}} {{Linha da tabela do participante|Pedrofish2099||}} {{Linha da tabela do participante|Danielabap||}} {{Linha da tabela do participante|Selmitaisabel||}} {{Linha da tabela do participante|Placiano Viana de Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Leticiafcandido||}} {{Linha da tabela do participante|Tamirisvolcean||}} {{Linha da tabela do participante|Dani.tserafim||}} {{Linha da tabela do participante|Astrozin||}} {{Linha da tabela do participante|Iagoporfirio||}} {{Linha da tabela do participante|Vinidrama||}} {{Linha da tabela do participante|Thiagoferrodrigues||}} {{Linha da tabela do participante|Criselli.montipo||}} {{Linha da tabela do participante|Souza Carol Ana||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Silva Figueiredo||}} {{Linha da tabela do participante|Maurilio Bonora Junior||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezarianey||}} {{Linha da tabela do participante|Igorcampinas2004||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana R Camacho||}} {{Linha da tabela do participante|Jhenifer Abelha||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda do Prado Codato||}} {{Linha da tabela do participante|Luasoumor091||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Sequeira de Oliveira Magalhães||}} {{Linha da tabela do participante|Crscampello||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCaroline Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Arthur Verga||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago Altafini||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri Kobori||}} {{Linha da tabela do participante|IGTriO||}} {{Linha da tabela do participante|Marq.lari||}} {{Linha da tabela do participante|Taltafini||}} {{Linha da tabela do participante|Roh-frd||}} {{Linha da tabela do participante|Dani2303||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina Carettin||}} {{Linha da tabela do participante|AnnaCéu||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela Echeverri Fierro||}} {{Linha da tabela do participante|Roberta Padua e Silva||}} {{Linha da tabela do 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participante|Maria Cavalcantte||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Brandini||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Rosetti||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Nascimento dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Mateus Cunha da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Paula Silveira dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Caroline Neves Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}} {{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}} {{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}} {{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}} {{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}} {{Linha da tabela do participante|Alriol||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}} {{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellevims||}} {{Linha da tabela do participante|Andréa BLima||}} {{Linha da tabela do participante|Bfont9||}} {{Linha da tabela do participante|DanDode||}} {{Linha da tabela do participante|AnapSS||}} {{Linha da tabela do participante|SolKurpiel86||}} {{Linha da tabela do participante|Rachelscosta1||}} {{Linha da tabela do participante|Ligia Évora||}} {{Linha da tabela do participante|Felipe Adriano Alves de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Matheus de Oliveira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Mariaformis||}} {{Linha da tabela do participante|Luisamirs||}} {{Linha da tabela do participante|Mirelly Borges Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelle de Melo Flam||}} {{Linha da tabela do participante|PabloSantana92||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Dal Olio Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|AndreiaGalina||}} {{Linha da tabela do participante|IsabelledaSilveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jaynemayrink04||}} {{Linha da tabela do participante|Eris gabriella||}} {{Linha da tabela do participante|LMateus14||}} {{Linha da tabela do participante|Glo3105||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Vieira Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Mayhara Nogueira||}} {{Linha da tabela do participante|Mepoto||}} {{Linha da tabela do participante|Lullyxs||}} {{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}} {{Linha da tabela do participante|Rafaelaor||}} {{Linha da tabela do participante|Babipaula||}} {{Linha da tabela do participante|GustavoTorresC||}} {{Linha da tabela do participante|Bteixeira96||}} {{Linha da tabela do participante|Nathaliabrlo||}} {{Linha da tabela do participante|Brunohbr||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio Angelo Menezes Barreto||}} {{Linha da tabela do participante|BeaBraga||}} {{Linha da tabela do participante|Liana Stoll||}} {{Linha da tabela do participante|Mirella Camargo do Nascimento||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda Silverio||}} {{Linha da tabela do participante|Izapoliti||}} {{Linha da tabela do participante|Henrique de Sousa Mathias||}} {{Linha da tabela do participante|19FernandaRenata98||}} {{Linha da tabela do participante|Larissa Anunciato||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Tozzini||}} {{Linha da tabela do participante|Kaue Pedro Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Giovannavial||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel Leonardo Ferreira Elias||}} {{Linha da tabela do participante|Rquelts||}} {{Linha da tabela do participante|Beatriz Durlin||}} {{Linha da tabela do participante|Bito Augusto||}} {{Linha da tabela do participante|Larissa Dezen||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Daniela de Araújo Vianna||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela.ggouvea||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Clara Martins Cavalcanti||}} {{Linha da tabela do participante|Davidrmo||}} {{Linha da tabela do participante|Ronaldo Fontana de Jesus||}} {{Linha da tabela do participante|Flavia Delgado||}} {{Linha da tabela do participante|Elisatobias1||}} {{Linha da tabela do participante|Brenda Teixeira 96||}} {{Linha da tabela do participante|Comunicadora Letrada||}} {{Linha da tabela do participante|ProfessoraDelgado||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Carolina Torres Vianna||}} {{Linha da tabela do participante|Jorjacruz||}} {{Linha da tabela do participante|Ericopagotto||}} {{Linha da tabela do participante|Ninahera||}} {{Linha da tabela do participante|CientistaND11||}} {{Linha da tabela do participante|Liege9||}} {{Linha da tabela do participante|Luilima||}} {{Linha da tabela do participante|MAUrício Pascuet||}} {{Linha da tabela do participante|Lucato.cassio||}} {{Linha da tabela do participante|Camilacason||}} {{Linha da tabela do participante|Clara Camara||}} {{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Elliton||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}} {{Linha da tabela do participante|Bichioli||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}} {{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}} {{Linha da tabela do participante|Neuza10||}} {{Linha da tabela do participante|Caio7César||}} {{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}} {{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}} {{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}} {{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}} {{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}} {{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}} {{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}} {{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}} {{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}} {{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}} {{Linha da tabela do participante|NDH 211||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}} {{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}} {{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}} {{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}} {{Linha da tabela do participante|Ana3beatriz22||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel noriyuki de andrade||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}} {{Linha da tabela do participante|Paula De Donato||}} {{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}} {{Linha da tabela do participante|Maripolo86||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Mourah||}} {{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}} {{Linha da tabela do participante|Lorranyamazonas||}} {{Linha da tabela do participante|LucasVLS||}} {{Fim da tabela de participantes}} qm2kq6qfc6gn208yo59qa9pzof8vah9 182184 182181 2026-04-23T19:42:31Z Caiosalgueiro 44142 Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org 182184 wikitext text/x-wiki {{Detalhes de programa | course_name = Introdução ao Jornalismo Científico | instructor_username = Joalpe | support_staff = | subject = | start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC | end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC | institution = CEPID NeuroMat | expected_students = 0 | assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico | campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20 | outreachdashboard.wmflabs.org = yes }} O curso &quot;Introdução ao Jornalismo Científico&quot; é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico. O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do &quot;Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico&quot; (chamado ainda de &quot;Mídia Ciência&quot;), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas. Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de &quot;Curso Online Aberto e Massivo&quot; (mais conhecidos pela sigla &quot;MOOC&quot;) nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário. {{Tabela de participantes}} {{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}} {{Linha da tabela do participante|Thaismay||}} {{Linha da tabela do participante|Hedestad||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}} {{Linha da tabela do participante|Parzeus||}} {{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}} {{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}} {{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}} {{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}} {{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}} {{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}} {{Linha da tabela do participante|Niqlima||}} {{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}} {{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}} {{Linha da tabela do participante|Túllio F||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}} {{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}} {{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}} {{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}} {{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}} {{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}} {{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}} {{Linha da tabela do participante|Dougnate||}} {{Linha da tabela do participante|N.tenca||}} {{Linha da tabela do participante|Enxama||}} {{Linha da tabela do participante|Bifasano||}} {{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}} {{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Danielva963||}} {{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}} {{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}} {{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}} {{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}} {{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}} {{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}} {{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}} {{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}} {{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}} {{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}} {{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}} {{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}} {{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}} {{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}} {{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}} {{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}} {{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}} {{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}} {{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}} {{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}} {{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}} {{Linha da tabela do participante|Jiums22||}} {{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}} {{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}} {{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}} {{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}} {{Linha da tabela do participante|Alabora42||}} {{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}} {{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}} {{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}} {{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}} {{Linha da tabela do participante|Cauasider||}} {{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}} {{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}} {{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}} {{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}} {{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}} {{Linha da tabela do participante|GPask17||}} {{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}} {{Linha da tabela do participante|Claricepc||}} {{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}} {{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}} {{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}} {{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Matippi||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}} {{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}} {{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}} {{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}} {{Linha da tabela do participante|Alybnp||}} {{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}} {{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}} {{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}} {{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}} {{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}} {{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}} {{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}} {{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}} {{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Jake456545||}} {{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}} {{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}} {{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}} {{Linha 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{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}} {{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}} {{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}} {{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}} {{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}} {{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}} {{Linha da tabela do participante|Ferik80||}} {{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}} {{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}} {{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}} {{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}} {{Linha da tabela do 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Oliveira Lé||}} {{Linha da tabela do participante|Lucialopesprofa||}} {{Linha da tabela do participante|Olga.salarpi||}} {{Linha da tabela do participante|Clari reche||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessal.loiola||}} {{Linha da tabela do participante|NyIF||}} {{Linha da tabela do participante|Rapharias20||}} {{Linha da tabela do participante|Mariaemiliaa||}} {{Linha da tabela do participante|Aline.zanotti||}} {{Linha da tabela do participante|Stephanielivss||}} {{Linha da tabela do participante|Júlia Pellizon Mazucco||}} {{Linha da tabela do participante|Andres Julian Vera||}} {{Linha da tabela do participante|Nicolasf23||}} {{Linha da tabela do participante|Joice A Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Larapelegrini||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.marques1207||}} {{Linha da tabela do participante|Luasoumor||}} {{Linha da tabela do participante|Japabossanova||}} {{Linha da tabela do participante|Laura.vscn||}} {{Linha da tabela do 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Barbosa||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio.tav||}} {{Linha da tabela do participante|Laurausp||}} {{Linha da tabela do participante|Sueyla.santos||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}} {{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}} {{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}} {{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}} {{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}} {{Linha da tabela do participante|Ababueno||}} {{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}} {{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}} {{Linha da tabela do participante|Simone Vieira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}} {{Linha da 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{{Linha da tabela do participante|Magliano19||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago.auer||}} {{Linha da tabela do participante|Neuryelen||}} {{Linha da tabela do participante|Rodrigo Fessel Sega||}} {{Linha da tabela do participante|Fabriciosolagna||}} {{Linha da tabela do participante|DiegoMalvasio||}} {{Linha da tabela do participante|Alessandra Smaniotto||}} {{Linha da tabela do participante|IlanaGoldstein||}} {{Linha da tabela do participante|Marianakehl||}} {{Linha da tabela do participante|Nataliasmf||}} {{Linha da tabela do participante|Matngutierrez||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelacln||}} {{Linha da tabela do participante|Jayne Mayrink||}} {{Linha da tabela do participante|Cpantaleao||}} {{Linha da tabela do participante|Campos.acrs||}} {{Linha da tabela do participante|Fabiaberlatto||}} {{Linha da tabela do participante|Tonilen||}} {{Linha da tabela do participante|Paula Custódio de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Apaulichen||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessa Tiemi||}} {{Linha da tabela do participante|Vicfcarvalho||}} {{Linha da tabela do participante|KarolinaGuerrero||}} {{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti||}} {{Linha da tabela do participante|Dmendes2||}} {{Linha da tabela do participante|Lupetti 1234||}} {{Linha da tabela do participante|Erika de Farias Lisboa||}} {{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}} {{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}} {{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}} {{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}} {{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}} {{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}} {{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}} {{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}} {{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}} {{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}} {{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}} {{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}} {{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}} {{Linha da tabela do participante|Lyxavier||}} {{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}} {{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}} {{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}} {{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Ribeiro de Carvalho||}} {{Linha da tabela do participante|Denise Casatti||}} {{Linha da tabela do participante|Andrea Rossil||}} {{Linha da tabela do participante|Danielribao||}} {{Linha da tabela do participante|Milena da Silva Gimenes||}} {{Linha da tabela do participante|Juanmattheus815||}} {{Linha da tabela do participante|Alexandre Duarte dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Victor Kinjo||}} {{Linha da tabela do participante|Marcusdores||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Julia Ferreira Almeida da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}} {{Linha da tabela do participante|Leognclvs||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriela Fulgido||}} {{Linha da tabela do participante|Dudalonsk||}} {{Linha da tabela do participante|Melissa França de Freitas Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}} {{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}} {{Linha da tabela do participante|Clau Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}} {{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}} {{Linha da tabela do participante|Barbara do Carmo Rosa||}} {{Linha da tabela do participante|Milena Rossales||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Trioni||}} {{Linha da tabela do participante|Lucca2c||}} {{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}} {{Linha da tabela do participante|Vitória Régia Barros Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Janaina Behling||}} {{Linha da tabela do participante|Lucascbarros||}} {{Linha da tabela do participante|Mônica Manir||}} {{Linha da tabela do participante|Marcelo A Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Claudineia Novais de Camargo||}} {{Linha da tabela do participante|Ana clara menegueli||}} {{Linha da tabela do participante|Lplaques||}} {{Linha da tabela do participante|MarcioMorrison||}} {{Linha da tabela do 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participante|Isabela Scoparo Lopes||}} {{Linha da tabela do participante|Egle Gabriele Castanha de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Maju.mieli||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel da Silva Cordeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Vinitosato||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Tridico||}} {{Linha da tabela do participante|Wanise Martinez||}} {{Linha da tabela do participante|Xenya Bucchioni||}} {{Linha da tabela do participante|Julia do Nascimento Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Cayron Fraga||}} {{Linha da tabela do participante|Kaio Cesar Chaboli Alevi||}} {{Linha da tabela do participante|Daphne Formigoni||}} {{Linha da tabela do participante|DphneF||}} {{Linha da tabela do participante|Otávio Ítalo Matos Uzumaki||}} {{Linha da tabela do participante|Mahgmacedo||}} {{Linha da tabela do participante|Caiojesusdesouza||}} {{Linha da tabela do participante|Sebastião José Nascimento de Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Luizacmg||}} {{Linha da tabela do participante|Juroma22||}} {{Linha da tabela do participante|Lu Copetti||}} {{Linha da tabela do participante|Jennifer Caroline de Oliveira Adomaitis||}} {{Linha da tabela do participante|Thalisantos||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Júlia Jorge||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Khouri||}} {{Linha da tabela do participante|Elton Conceição dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Lleite160||}} {{Linha da tabela do participante|Noronhanat||}} {{Linha da tabela do participante|Lmcecilio||}} {{Linha da tabela do participante|ViniLeo Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Luisa Zaniboni Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|MCFMNO||}} {{Linha da tabela do participante|Mayllon.lyggon||}} {{Linha da tabela do participante|Jéssica M Soares||}} {{Linha da tabela do participante|Richardson.silva||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciaflor||}} {{Linha da tabela do participante|Sanderson Carlos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Mfborin||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline Nichi||}} {{Linha da tabela do participante|Clêmie Blaud||}} {{Linha da tabela do participante|Geomar Cruz||}} {{Linha da tabela do participante|Vgamero||}} {{Linha da tabela do participante|Rick.galavoti||}} {{Linha da tabela do participante|Nicolle Dantas||[[:w:pt:História da evolução molecular]]}} {{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}} {{Linha da tabela do participante|Patriciamrg||}} {{Linha da tabela do participante|Giralua||}} {{Linha da tabela do participante|Psicociencia||}} {{Linha da tabela do participante|Luana.cancerthera||}} {{Linha da tabela do participante|Saraivacjulia||}} {{Linha da tabela do participante|Kidcat16||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline da Silva Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel Mariano de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Bernardo M Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Jamila Jardim||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantonino||}} {{Linha da tabela do participante|Vazantoninovaz||}} {{Linha da tabela do participante|LMmassone||}} {{Linha da tabela do participante|Pedro HO da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|ValenteMorena||}} {{Linha da tabela do participante|Julytrinci||}} {{Linha da tabela do participante|Kelly Sobral||}} {{Linha da tabela do participante|IzabelCMartins||}} {{Linha da tabela do participante|Giuliasbeites||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Okuda||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri||}} {{Linha da tabela do participante|Monique Torres de Queiroz||}} {{Linha da tabela do participante|Sabrina de Cássia Martins||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Maria Gusmão||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezmenezes||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber||}} {{Linha da tabela do participante|Alexander Webber Perlandim Ramos||}} {{Linha da tabela do participante|Camila Raupp da Luz||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Choueiri||}} {{Linha da tabela do participante|Pedrofish2099||}} {{Linha da tabela do participante|Danielabap||}} {{Linha da tabela do participante|Selmitaisabel||}} {{Linha da tabela do participante|Placiano Viana de Lima||}} {{Linha da tabela do participante|Leticiafcandido||}} {{Linha da tabela do participante|Tamirisvolcean||}} {{Linha da tabela do participante|Dani.tserafim||}} {{Linha da tabela do participante|Astrozin||}} {{Linha da tabela do participante|Iagoporfirio||}} {{Linha da tabela do participante|Vinidrama||}} {{Linha da tabela do participante|Thiagoferrodrigues||}} {{Linha da tabela do participante|Criselli.montipo||}} {{Linha da tabela do participante|Souza Carol Ana||}} {{Linha da tabela do participante|Igor Silva Figueiredo||}} {{Linha da tabela do participante|Maurilio Bonora Junior||}} {{Linha da tabela do participante|Nadinezarianey||}} {{Linha da tabela do participante|Igorcampinas2004||}} {{Linha da tabela do participante|Juliana R Camacho||}} {{Linha da tabela do participante|Jhenifer Abelha||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda do Prado Codato||}} {{Linha da tabela do participante|Luasoumor091||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Sequeira de Oliveira Magalhães||}} {{Linha da tabela do participante|Crscampello||}} {{Linha da tabela do participante|AnaCaroline Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|Arthur Verga||}} {{Linha da tabela do participante|Thiago Altafini||}} {{Linha da tabela do participante|Marina Odaguiri Kobori||}} {{Linha da tabela do participante|IGTriO||}} {{Linha da tabela do participante|Marq.lari||}} {{Linha da tabela do participante|Taltafini||}} {{Linha da tabela do participante|Roh-frd||}} {{Linha da tabela do participante|Dani2303||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina Carettin||}} {{Linha da tabela do participante|AnnaCéu||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela Echeverri Fierro||}} {{Linha da tabela do participante|Roberta Padua e Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Stella Nestor Fernandes||}} {{Linha da tabela do participante|Ellen Carolina dos Santos Cursino||}} {{Linha da tabela do participante|Monoclonais||}} {{Linha da tabela do participante|Fyoda||}} {{Linha da tabela do participante|Essenomenaoimporta||}} {{Linha da tabela do participante|Denilson Rodrigues de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Pamela Frnc||}} {{Linha da tabela do participante|Sthephanyoli||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafcorrea||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Kedma||}} {{Linha da tabela do participante|Ju1207||}} {{Linha da tabela do participante|Paulo Estevão Ferreira Macedo||}} {{Linha da tabela do participante|F.Cost||}} {{Linha da tabela do participante|Jaqueline Bianchi||}} {{Linha da tabela do participante|Quezia Ramalho||}} {{Linha da tabela do participante|Giullia Della Déa||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Cavalcante||}} {{Linha da tabela do participante|Jessica14.levy||}} {{Linha da tabela do participante|Maria Cavalcantte||}} {{Linha da tabela do participante|Rafael Brandini||}} {{Linha da tabela do participante|Mariana Rosetti||}} {{Linha da tabela do participante|Guilherme Nascimento dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Mateus Cunha da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Paula Silveira dos Santos||}} {{Linha da tabela do participante|Caroline Neves Pereira||}} {{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}} {{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}} {{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}} {{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}} {{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}} {{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}} {{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}} {{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}} {{Linha da tabela do participante|Alriol||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}} {{Linha da tabela do participante|Rufino Borge José Sitak||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellevims||}} {{Linha da tabela do participante|Andréa BLima||}} {{Linha da tabela do participante|Bfont9||}} {{Linha da tabela do participante|DanDode||}} {{Linha da tabela do participante|AnapSS||}} {{Linha da tabela do participante|SolKurpiel86||}} {{Linha da tabela do participante|Rachelscosta1||}} {{Linha da tabela do participante|Ligia Évora||}} {{Linha da tabela do participante|Felipe Adriano Alves de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jean Matheus de Oliveira da Silva||}} {{Linha da tabela do participante|Mariaformis||}} {{Linha da tabela do participante|Luisamirs||}} {{Linha da tabela do participante|Mirelly Borges Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|Isabelle de Melo Flam||}} {{Linha da tabela do participante|PabloSantana92||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Dal Olio Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|AndreiaGalina||}} {{Linha da tabela do participante|IsabelledaSilveira||}} {{Linha da tabela do participante|Jaynemayrink04||}} {{Linha da tabela do participante|Eris gabriella||}} {{Linha da tabela do participante|LMateus14||}} {{Linha da tabela do participante|Glo3105||}} {{Linha da tabela do participante|Aline Vieira Costa||}} {{Linha da tabela do participante|Mayhara Nogueira||}} {{Linha da tabela do participante|Mepoto||}} {{Linha da tabela do participante|Lullyxs||}} {{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}} {{Linha da tabela do participante|Rafaelaor||}} {{Linha da tabela do participante|Babipaula||}} {{Linha da tabela do participante|GustavoTorresC||}} {{Linha da tabela do participante|Bteixeira96||}} {{Linha da tabela do participante|Nathaliabrlo||}} {{Linha da tabela do participante|Brunohbr||}} {{Linha da tabela do participante|Antonio Angelo Menezes Barreto||}} {{Linha da tabela do 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{{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}} {{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}} {{Linha da tabela do participante|Elliton||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}} {{Linha da tabela do participante|Bichioli||}} {{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}} {{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}} {{Linha da tabela do participante|Neuza10||}} {{Linha da tabela do participante|Caio7César||}} {{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}} {{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}} {{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}} {{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}} {{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}} {{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}} {{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}} {{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}} {{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}} {{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}} {{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}} {{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}} {{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}} {{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}} {{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}} {{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}} {{Linha da tabela do participante|NDH 211||}} {{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}} {{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}} {{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}} {{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}} {{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}} {{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}} {{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}} {{Linha da tabela do participante|Ana3beatriz22||}} {{Linha da tabela do participante|Gabriel noriyuki de andrade||}} {{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}} {{Linha da tabela do participante|Paula De Donato||}} {{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}} {{Linha da tabela do participante|Maripolo86||}} {{Linha da tabela do participante|Fernanda Mourah||}} {{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}} {{Linha da tabela do participante|Lorranyamazonas||}} {{Linha da tabela do participante|LucasVLS||}} {{Linha da tabela do participante|Caiosalgueiro||}} {{Fim da tabela de participantes}} 71l0n3czwp6jb6usj6b3qpw3d013bat Informação e informática em saúde 0 27080 182169 182098 2026-04-23T16:50:18Z Silvamt 34408 /* Consultas Médicas por Habitante */ 182169 wikitext text/x-wiki Página de apoio do componente curricular "Informação e Informática em Saúde" da Universidade de Brasília. A informação em saúde resulta da coleta, organização e interpretação de dados que, isoladamente, não possuem significado analítico. Quando processados segundo critérios técnicos, esses dados transformam-se em informações úteis à formulação, implementação e avaliação de políticas e ações de saúde pública. Os sistemas de informação em saúde integram métodos, recursos humanos e tecnologias voltados à coleta, processamento, análise e disseminação de informações necessárias à gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).<ref name="RIPSA2026">Organização Pan-Americana da Saúde; Rede Interagencial de Informações para a Saúde. ''Indicadores Básicos para a Saúde no Brasil: conceitos e aplicações''. 3. ed. Brasília, DF: OPAS, 2026.</ref> A informática em saúde refere-se à aplicação das tecnologias da informação e comunicação para o registro, armazenamento, análise e disseminação de dados de interesse sanitário. Essa área engloba sistemas computacionais, bancos de dados e redes digitais que permitem o monitoramento de indicadores e o suporte às decisões clínicas e de gestão.<ref name="Mantas2016">Mantas J. Biomedical and Health Informatics Education – the IMIA Years. ''Yearbook of Medical Informatics''. 2016:S92-S102. doi:10.15265/IY-2016-032.</ref> O componente curricular Informação e Informática em Saúde aborda os fundamentos conceituais e metodológicos da produção e uso de informações em saúde, bem como os princípios de qualidade dos dados e ética da informação. Inclui o estudo de sistemas nacionais de informação em saúde (SIM, SINASC, SINAN, SIH/SUS, SIA/SUS, CNES, SIOPS) e discute o papel das tecnologias digitais no planejamento, vigilância e avaliação das ações do SUS.<ref name="MSUFG2015">Brasil. Ministério da Saúde; Universidade Federal de Goiás. ''Análise de Situação de Saúde''. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.</ref> <ref name="IMIA2023">Bichel-Findlay J, Koch S, Mantas J, et al. Recommendations of the International Medical Informatics Association (IMIA) on Education in Biomedical and Health Informatics: Second Revision. ''International Journal of Medical Informatics''. 2023;170:104908. doi:10.1016/j.ijmedinf.2022.104908.</ref> Na perspectiva da informática em saúde, a utilidade desses indicadores depende da padronização conceitual, da interoperabilidade entre sistemas, da qualidade dos registros, da rastreabilidade das transformações analíticas e da proteção ética das informações. O uso de prontuários eletrônicos, bancos de dados, tabuladores, painéis interativos e rotinas automatizadas de análise amplia a capacidade de monitoramento e apoio à decisão no SUS, mas também exige governança da informação, documentação de metadados e avaliação contínua da completude, consistência e oportunidade dos dados.<ref name="Mantas2016" /> <ref name="IMIA2023" /> As informações populacionais utilizadas nos sistemas de saúde derivam das projeções e estimativas demográficas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fundamentais para o cálculo de indicadores epidemiológicos e de gestão.<ref name="IBGE">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. ''Censo Demográfico 2022''; ''Projeções e estimativas da população''. Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/.</ref> == População Total == === Definição === Número total de habitantes residentes em determinado território (município, estado, região ou país) em uma data de referência. Corresponde à soma das populações de ambos os sexos e de todas as idades residentes no espaço geográfico considerado. É a medida demográfica básica utilizada como denominador na maioria dos indicadores de saúde e como referência para o planejamento de políticas públicas.<ref name="RIPSA2026" /> No Brasil, os dados oficiais são produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos Censos Demográficos e nas estimativas populacionais intercensitárias.<ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === * Habitantes. === Fontes de dados === As informações sobre população total são produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão responsável pelas estatísticas demográficas do país. As principais bases utilizadas são: * Censos Demográficos – realizados a cada dez anos, constituem a fonte mais completa de contagem direta da população. * Contagens Populacionais – levantamentos realizados em anos intercensitários. * Estimativas e Projeções Populacionais – atualizadas anualmente, calculadas com base em nascimentos, óbitos e migrações. Os dados do IBGE são incorporados aos sistemas de informação do Sistema Único de Saúde (SUS), como o DATASUS (TABNET e TABWIN), que utilizam as estimativas populacionais para o cálculo de indicadores de saúde.<ref name="IBGE" /> O Ministério da Saúde também integra essas informações às análises de situação de saúde (ASIS) e às políticas públicas de planejamento sanitário.<ref name="MSUFG2015" /> === Método de cálculo === A População Total é obtida por meio de dois procedimentos principais: # Contagem direta durante o Censo Demográfico, realizada pelo IBGE a cada dez anos, com visita a todos os domicílios do país. # Estimativas e projeções intercensitárias, calculadas a partir das informações de nascimentos, óbitos e migrações, utilizando métodos demográficos e modelos estatísticos de crescimento populacional. As projeções utilizam como base o último censo disponível e são atualizadas anualmente, garantindo a continuidade das séries históricas. Essas estimativas são aplicadas no cálculo de indicadores epidemiológicos, como taxas de mortalidade e incidência de doenças, e em análises de situação de saúde.<ref name="RIPSA2026" /><ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População Total (habitantes) !! Densidade Demográfica (hab/km²) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 2.063.689 || 181,01 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 65.538 || 46,57 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 1.139.047 || 1.433,54 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 54.387 || 380,65 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 103.804 || 539,84 |} Esses valores evidenciam diferenças regionais significativas: * '''Campinas (SP)''' possui alta densidade demográfica, reflexo de urbanização consolidada. * '''Piripiri (PI)''' apresenta dispersão populacional e menor concentração territorial. * '''Novo Gama (GO)''' tem área reduzida e densidade elevada. * '''Manaus (AM)''' combina grande população absoluta e densidade moderada devido à extensa área municipal. === Interpretação === A População Total expressa o tamanho e a distribuição dos habitantes em um território, servindo como referência para a análise de condições de vida, cobertura de serviços e necessidades em saúde. A variação desse indicador ao longo do tempo reflete o ritmo de crescimento demográfico e o impacto de fatores como natalidade, mortalidade e migração. A análise da população total permite identificar desigualdades regionais, áreas de crescimento acelerado e locais em declínio populacional. Essas informações orientam a distribuição de recursos, o planejamento da atenção básica e a alocação de infraestrutura em saúde. O Brasil apresenta um processo avançado de transição demográfica, caracterizado pela redução da fecundidade, aumento da expectativa de vida e envelhecimento populacional. Essas transformações alteram o perfil epidemiológico e exigem ajustes nas políticas públicas, com ênfase crescente nas doenças crônicas e no cuidado de longo prazo.<ref name="MSUFG2015" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Usos principais === A População Total é utilizada como base para a maioria dos indicadores demográficos e epidemiológicos. Serve como denominador no cálculo de taxas e proporções, como mortalidade, natalidade, incidência e prevalência de doenças. Também é essencial para o planejamento e a avaliação de políticas públicas de saúde, educação e saneamento. Em análises de situação de saúde (ASIS), o tamanho populacional é utilizado para identificar áreas prioritárias, estimar coberturas de programas e dimensionar a oferta de serviços. Os gestores utilizam essas informações para planejar a rede assistencial, distribuir equipes e recursos, e avaliar desigualdades regionais. Além disso, a População Total é usada em projeções demográficas e em estudos de impacto de políticas públicas sobre o perfil populacional e o sistema de saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi">PEREIRA, Maurício Gomes. ''Epidemiologia: teoria e prática''. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</ref> === Interface com a Informática em Saúde === A incorporação desse indicador à informática em saúde depende da integração entre bases demográficas e sistemas assistenciais, de vigilância e financeiros do SUS. Em painéis e sistemas de apoio à decisão, o denominador populacional precisa estar versionado por ano e território, para que taxas calculadas em bases como SIM, SINAN, SIH/SUS ou SIA/SUS permaneçam comparáveis, reproduzíveis e auditáveis.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação da População Total é a defasagem temporal dos censos demográficos, realizados a cada dez anos, o que pode gerar estimativas desatualizadas em períodos intercensitários. As projeções populacionais dependem de modelos estatísticos baseados em taxas de natalidade, mortalidade e migração, sujeitos a incertezas. Pode ocorrer subenumeração de pessoas, especialmente em áreas rurais, periferias urbanas e comunidades de difícil acesso. Revisões metodológicas do IBGE também podem alterar séries históricas e comprometer comparações entre diferentes períodos. Em municípios pequenos, pequenas variações absolutas podem gerar grandes diferenças percentuais, exigindo cautela na interpretação de tendências.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Periodicidade === Os Censos Demográficos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm periodicidade decenal, ou seja, são aplicados a cada dez anos. Entre um censo e outro, o IBGE publica estimativas intercensitárias anuais que atualizam as informações populacionais e permitem a manutenção das séries históricas. Essas estimativas são amplamente utilizadas nos sistemas de informação em saúde para o cálculo de indicadores e o planejamento de ações, garantindo a continuidade das análises mesmo fora dos anos censitários.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações sobre população total têm cobertura nacional e estão disponíveis para diferentes níveis geográficos. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) permitem desagregações por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Setores censitários e áreas urbanas ou rurais Essa abrangência possibilita comparações entre diferentes escalas territoriais e o monitoramento de desigualdades regionais na distribuição da população.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A População Total pode ser analisada segundo diferentes variáveis demográficas e territoriais, permitindo identificar padrões e desigualdades populacionais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Situação de domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros) Essas categorias possibilitam análises comparativas e subsidiar o planejamento em saúde e a formulação de políticas públicas voltadas a diferentes perfis populacionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Razão de sexo == === Definição === A '''razão de sexo''' é um indicador demográfico da dimensão '''População'''. Expressa a relação entre os contingentes populacionais masculino e feminino em uma população, em determinado lugar e período.<ref name="RIPSA2026" /> === Descrição === Esse indicador expressa a relação entre os contingentes populacionais masculino e feminino em uma população, em determinado lugar e período.<ref name="RIPSA2026" /> === Fórmula geral === Uma forma usual de apresentação da razão de sexo é: <math> \text{Razão de sexo} = \frac{\text{população masculina}}{\text{população feminina}} \times 100 </math> O resultado indica o número de homens para cada 100 mulheres. === Interpretação === De modo geral: * valor maior que 100: maior número de homens que de mulheres; * valor igual a 100: equilíbrio numérico entre os sexos; * valor menor que 100: maior número de mulheres que de homens. === Contexto no sistema de indicadores === Indicadores de saúde são medidas-síntese que reúnem informação relevante sobre atributos e dimensões do estado de saúde da população e do desempenho do sistema de saúde. Sua construção requer conceitos operacionais definidos e procedimentos padronizados de cálculo, de modo a garantir comparabilidade e interpretação adequada.<ref name="RIPSA2026" /> === Utilidade === Esse indicador pode ser utilizado para: * descrever a estrutura demográfica da população; * apoiar análises por sexo; * contextualizar outros indicadores populacionais e de saúde; * comparar territórios e períodos, considerando a fonte e o método de cálculo.<ref name="RIPSA2026" /> === Cuidados de interpretação === A interpretação requer atenção à qualidade dos dados, à padronização conceitual e à comparabilidade entre fontes, períodos e territórios. Entre os atributos relevantes estão validade, confiabilidade, mensurabilidade, relevância, integridade, completude e consistência interna.<ref name="RIPSA2026" /> === Distinções conceituais === A expressão '''razão de sexo''' pode assumir significados distintos conforme a população analisada. * Na demografia geral, refere-se à relação entre homens e mulheres na população total. * Na literatura sobre nascimentos, pode referir-se à '''razão de sexo ao nascer''', definida como a razão entre nascidos vivos do sexo masculino e feminino. === Fonte de informação === A produção desse indicador depende de fontes populacionais oficiais e de projeções demográficas, utilizadas para descrever a composição da população segundo sexo e outras características básicas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> == Pirâmides Etárias == === Definição === A Pirâmide Etária é uma representação gráfica da estrutura populacional de uma localidade, distribuída por sexo e grupos de idade. É construída em formato de barras horizontais, em que um lado representa a população masculina e o outro, a feminina, permitindo visualizar a composição etária e o equilíbrio entre os sexos. A forma da pirâmide reflete o estágio do processo de transição demográfica: * bases largas indicam populações jovens, com altas taxas de natalidade; * bases estreitas e topos alargados indicam populações envelhecidas, com baixa fecundidade e aumento da longevidade. Esse tipo de gráfico é amplamente utilizado em análises de situação de saúde, pois permite identificar tendências de envelhecimento, fecundidade, mortalidade e transição epidemiológica ao longo do tempo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Finalidade === A Pirâmide Etária tem como finalidade demonstrar a distribuição da população segundo idade e sexo, permitindo compreender a estrutura etária e as transformações demográficas de um território ao longo do tempo. Essa visualização facilita a identificação de tendências de crescimento, envelhecimento e variações nos padrões de fecundidade e mortalidade. A partir da forma da pirâmide, é possível inferir o estágio da transição demográfica e planejar ações de saúde voltadas a diferentes faixas etárias. Por exemplo, pirâmides com base larga indicam maior necessidade de serviços materno-infantis, enquanto pirâmides com topo alargado evidenciam a demanda crescente por atenção à saúde do idoso e doenças crônicas não transmissíveis.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Fontes de dados === As informações utilizadas na construção das pirâmides etárias são provenientes de levantamentos demográficos que registram a população por idade e sexo. As principais fontes de dados no Brasil são: * Censos Demográficos – realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente pelo IBGE, baseadas em métodos demográficos que consideram natalidade, mortalidade e migração. * Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – fornece estimativas anuais complementares sobre a estrutura etária. * DATASUS/RIPSA – oferece indicadores derivados da estrutura etária da população, como índices de envelhecimento e razões de dependência. Essas bases permitem análises temporais e espaciais da composição etária e subsidiar estudos sobre transição demográfica e epidemiológica.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Construção gráfica === A Pirâmide Etária é construída em um gráfico de barras horizontais que apresenta a distribuição da população segundo sexo e grupos de idade. A estrutura do gráfico segue as seguintes convenções: * O eixo vertical (y) representa os grupos etários, geralmente em intervalos de cinco anos (0–4, 5–9, 10–14, etc.). * O eixo horizontal (x) mostra a população absoluta ou percentual de cada grupo etário. * O lado esquerdo representa a população masculina e o lado direito, a feminina. A pirâmide pode ser elaborada a partir de números absolutos ou relativos. A representação em percentuais é útil para comparar diferentes localidades ou períodos, pois elimina o efeito do tamanho total da população. Softwares estatísticos e planilhas eletrônicas permitem gerar automaticamente esse tipo de gráfico a partir das tabelas populacionais do IBGE.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo visual === A figura a seguir ilustra a pirâmide etária da população brasileira com base nos dados do Censo Demográfico de 2022. [https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/22827-censo-demografico-2022.html Ver gráfico no site do IBGE] A pirâmide mostra uma base mais estreita e um topo progressivamente mais alargado em comparação aos censos anteriores, refletindo o envelhecimento da população brasileira e a redução das taxas de fecundidade. Essas transformações indicam a transição demográfica em curso no país, com impactos diretos sobre o perfil de morbimortalidade e a demanda por serviços de saúde.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Interpretação === A forma da pirâmide etária revela o estágio demográfico e o comportamento populacional de uma localidade. A análise do formato permite inferir tendências de fecundidade, mortalidade, migração e envelhecimento. * Base larga e topo estreito – indica população jovem, com altas taxas de natalidade e mortalidade. * Base e topo equilibrados – representa população em transição, com redução da fecundidade e aumento da expectativa de vida. * Base estreita e topo alargado – caracteriza população envelhecida, com baixa fecundidade e maior longevidade. Diferenças entre os lados masculino e feminino podem indicar desigualdades na mortalidade ou fluxos migratórios seletivos por sexo. A pirâmide também auxilia na compreensão da demanda por serviços de saúde: populações jovens exigem maior cobertura materno-infantil, enquanto populações envelhecidas demandam ampliação da atenção às doenças crônicas e aos cuidados de longa duração.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === A pirâmide etária é utilizada em análises demográficas e epidemiológicas para compreender a estrutura e a dinâmica da população. Entre os principais usos estão: * Avaliar o processo de envelhecimento populacional e suas implicações para o sistema de saúde. * Planejar a oferta de serviços, como atenção materno-infantil, pediatria, geriatria e reabilitação. * Subsidiar políticas de previdência social, educação e trabalho, de acordo com a composição etária. * Analisar o impacto de políticas demográficas e sanitárias ao longo do tempo. * Comparar estruturas populacionais entre regiões e períodos censitários. A pirâmide também é utilizada como ferramenta de comunicação visual em relatórios de análise de situação de saúde (ASIS), facilitando a interpretação de dados populacionais por gestores e profissionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, as pirâmides etárias são frequentemente geradas por ferramentas de visualização, bancos analíticos e rotinas automatizadas de tabulação. Sua utilidade aumenta quando os dados podem ser filtrados por território, sexo, faixa etária e período, apoiando dashboards e relatórios interativos para gestão, vigilância e planejamento da rede de serviços.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação das pirâmides etárias é a dependência de dados censitários, que são atualizados apenas a cada dez anos. Entre um censo e outro, as projeções populacionais podem apresentar imprecisões, especialmente em municípios pequenos ou com forte migração. Erros de declaração de idade ou de sexo durante a coleta censitária podem distorcer a forma do gráfico e gerar interpretações equivocadas. Além disso, a pirâmide etária não considera fatores qualitativos, como migração interna, condições socioeconômicas ou causas específicas de mortalidade. Em locais com baixa cobertura de registros vitais ou forte mobilidade populacional, é necessário interpretar o formato da pirâmide com cautela, complementando a análise com outras fontes de dados.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === A principal fonte de dados para a construção das pirâmides etárias é o Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. Entre os censos, as estimativas e projeções populacionais são atualizadas anualmente, permitindo acompanhar as tendências etárias de forma contínua. Essas atualizações anuais permitem análises de situação de saúde, pois possibilitam estimar mudanças no perfil etário da população mesmo fora dos anos censitários.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações necessárias para a elaboração das pirâmides etárias possuem cobertura nacional e estão disponíveis para diversos níveis territoriais. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibiliza dados desagregados por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Setores censitários, áreas urbanas e rurais Essa abrangência permite análises comparativas entre localidades e períodos censitários, possibilitando identificar padrões de envelhecimento e desigualdades demográficas regionais.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> == Taxa de Crescimento da População == === Definição === A Taxa de Crescimento da População expressa a variação percentual média anual do total de habitantes de um território em determinado período. Representa o ritmo de crescimento ou redução populacional, refletindo o balanço entre nascimentos, óbitos e migrações. Esse indicador permite avaliar a dinâmica populacional e compreender os fatores que influenciam o aumento ou a diminuição da população ao longo do tempo. Taxas positivas indicam crescimento, enquanto valores negativos refletem redução populacional, associada a baixa fecundidade, envelhecimento ou emigração.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === Percentual (%), geralmente expresso como taxa média anual de crescimento da população em determinado período. A unidade percentual permite comparar o ritmo de crescimento entre diferentes regiões ou intervalos de tempo, independentemente do tamanho absoluto da população.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Fontes de dados === As informações utilizadas no cálculo da taxa de crescimento da população são produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais fontes são: * Censos Demográficos – realizados a cada dez anos e que fornecem a contagem direta da população. * Contagens Populacionais – levantamentos intercensitários que atualizam parcialmente os dados. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente, baseadas em modelos demográficos que consideram nascimentos, óbitos e migrações. Essas informações são utilizadas para calcular a variação populacional entre dois períodos e estão disponíveis por município, unidade da federação e para o total do país.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === A taxa de crescimento da população é calculada pela variação percentual média anual do número de habitantes entre dois períodos. A fórmula geral é: <math>r = \left[\left(\frac{P_n}{P_0}\right)^{\frac{1}{t}} - 1\right] \times 100</math> onde: r = taxa média anual de crescimento populacional (%) P₀ = população no início do período Pₙ = população no final do período t = número de anos entre as duas observações O resultado indica o ritmo médio de crescimento da população por ano. Taxas positivas representam aumento populacional, enquanto taxas negativas indicam redução. O cálculo pode ser aplicado para o Brasil, regiões, estados ou municípios, desde que as populações inicial e final sejam provenientes da mesma fonte de dados. Dica: o cálculo pode ser realizado em planilhas eletrônicas (como o Excel) utilizando a seguinte fórmula: `=(((Pn/P0)^(1/t))-1)*100` Por exemplo, se a população passou de 100.000 para 120.000 habitantes em 10 anos, o resultado será uma taxa média anual de 1,84%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2010–2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População 2010 !! População 2022 !! Taxa média anual de crescimento (%) !! Densidade demográfica 2022 (hab/km²) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 1.802.014 || 2.063.689 || 1,13 || 181,01 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 61.834 || 65.538 || 0,48 || 46,57 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 1.080.113 || 1.139.047 || 0,45 || 1.433,54 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 41.297 || 54.387 || 2,22 || 380,65 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 95.018 || 103.804 || 0,75 || 539,84 |} Esses dados evidenciam o ritmo de crescimento e a concentração territorial da população: * '''Tramandaí (RS)''' apresentou o crescimento mais elevado, com densidade relativamente alta. * '''Manaus (AM)''' manteve crescimento consistente e densidade moderada. * '''Campinas (SP)''' mostrou ritmo estável, com densidade elevada típica de centros urbanos consolidados. * '''Piripiri (PI)''' e '''Novo Gama (GO)''' exibiram variações moderadas de crescimento e densidade. === Interpretação === A Taxa de Crescimento da População reflete o equilíbrio entre natalidade, mortalidade e migração em um território ao longo do tempo. Valores positivos indicam aumento populacional, enquanto valores negativos representam redução do número de habitantes. Taxas elevadas podem estar associadas à expansão urbana, à migração de pessoas em busca de oportunidades de trabalho ou a altos índices de fecundidade. Por outro lado, taxas baixas ou negativas podem indicar envelhecimento populacional, queda da fecundidade ou emigração. A análise da taxa de crescimento é importante para identificar o estágio da transição demográfica e compreender as demandas sociais e sanitárias de uma região. Crescimentos rápidos podem pressionar a infraestrutura urbana e os serviços de saúde, enquanto o crescimento reduzido exige adaptação das políticas públicas às populações envelhecidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === A Taxa de Crescimento da População é utilizada para avaliar o ritmo de expansão ou declínio populacional e suas implicações sociais e sanitárias. Entre os principais usos estão: * Monitorar o crescimento urbano e as mudanças na distribuição da população. * Planejar políticas públicas de saúde, educação, habitação e saneamento. * Estimar a demanda futura por serviços e infraestrutura. * Analisar processos migratórios e transição demográfica. * Subsidiar projeções populacionais e estudos sobre envelhecimento. Em saúde pública, o indicador auxilia na estimativa de necessidades de atenção, na definição de metas e na interpretação de taxas derivadas (como mortalidade e incidência), garantindo que variações nos numeradores sejam avaliadas de forma proporcional ao tamanho populacional.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Do ponto de vista da informática em saúde, esse indicador depende de séries históricas consistentes, metadados claros sobre a fonte populacional e atualização automatizada dos denominadores. Ambientes analíticos integrados reduzem erros de cálculo e permitem recalcular indicadores derivados quando o IBGE revisa projeções, limites territoriais ou séries históricas.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Limitações === A taxa de crescimento depende diretamente da precisão das estimativas populacionais. Revisões metodológicas do IBGE, mudanças nos parâmetros de fecundidade e mortalidade ou erros de contagem podem afetar a comparabilidade entre períodos. Em municípios pequenos, pequenas variações absolutas podem gerar taxas percentuais elevadas, o que exige cautela na interpretação dos resultados. O indicador também não distingue as causas do crescimento, podendo mascarar variações decorrentes de fluxos migratórios ou mudanças demográficas específicas. Além disso, o intervalo decenal entre censos pode produzir defasagens nos dados, especialmente em áreas com crescimento acelerado ou de difícil acesso.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === A principal fonte de dados para o cálculo da taxa de crescimento da população é o Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. Entre os censos, as estimativas intercensitárias são publicadas anualmente, possibilitando o acompanhamento contínuo das tendências populacionais. Essas estimativas anuais são usadas para manter atualizados os indicadores que dependem do tamanho da população, permitindo análises temporais consistentes e o planejamento de políticas públicas com base em dados recentes.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === A taxa de crescimento da população possui cobertura nacional e pode ser calculada para diferentes recortes territoriais, de acordo com a disponibilidade dos dados censitários e das estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos Essa ampla cobertura permite identificar diferenças regionais no ritmo de crescimento populacional e subsidiar o planejamento de políticas públicas específicas para áreas em expansão ou declínio demográfico.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise da taxa de crescimento da população pode ser realizada considerando diferentes variáveis demográficas e territoriais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (0–14, 15–64, 65 anos ou mais) * Situação do domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros) Essas categorias permitem identificar desigualdades regionais e sociais no crescimento populacional, além de subsidiar o planejamento e a alocação de recursos conforme as características demográficas de cada território.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Índice de Envelhecimento == === Definição === O Índice de Envelhecimento expressa a razão entre a população idosa (com 60 anos ou mais de idade) e a população jovem (com menos de 15 anos), multiplicada por 100. Indica o grau de envelhecimento de uma população, ou seja, quantas pessoas idosas existem para cada 100 jovens em determinado território e período. Esse indicador é utilizado para acompanhar a transição demográfica e medir o ritmo de envelhecimento populacional, permitindo avaliar as implicações sociais e de saúde associadas ao aumento da longevidade e à redução da fecundidade.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === Índice (razão multiplicada por 100), representando o número de pessoas idosas (60 anos ou mais) para cada 100 jovens (menores de 15 anos) em determinado território. O valor do índice é expresso em unidades simples, sem símbolo específico, mas usualmente apresentado como número inteiro ou decimal com uma casa.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Fontes de dados === As informações necessárias para o cálculo do Índice de Envelhecimento são obtidas a partir das estatísticas demográficas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais fontes incluem: * Censos Demográficos – fornecem a contagem direta da população por idade e sexo, sendo a base primária para o cálculo do indicador. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente, permitem atualizar o índice entre os censos. * Pesquisas domiciliares, como a PNAD Contínua – complementam as estimativas com informações recentes sobre a estrutura etária da população. Esses dados são amplamente utilizados por instituições de pesquisa, gestores públicos e organismos internacionais para monitorar o envelhecimento populacional e orientar políticas de saúde e previdência.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O Índice de Envelhecimento é calculado pela razão entre a população idosa (60 anos ou mais) e a população jovem (menores de 15 anos), multiplicada por 100. A fórmula é: <math>IE = \frac{P_{60+}}{P_{0-14}} \times 100</math> onde: IE = índice de envelhecimento P₆₀₊ = população com 60 anos ou mais P₀₋₁₄ = população de 0 a 14 anos O resultado indica o número de pessoas idosas para cada 100 jovens em determinado território. Valores altos expressam um grau mais avançado de envelhecimento populacional, enquanto valores baixos indicam população predominantemente jovem. Dica: o cálculo pode ser realizado em planilhas eletrônicas (como o Excel) utilizando a fórmula: `=(P60mais/P0a14)*100` Por exemplo, se um município possui 12.000 pessoas com 60 anos ou mais e 24.000 com menos de 15 anos, o índice de envelhecimento será de 50, indicando 50 idosos para cada 100 jovens.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População 0–14 anos !! População 60 anos ou mais !! Índice de Envelhecimento (60+/0–14 × 100) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 567.302 || 204.897 || 36,1 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 14.726 || 11.302 || 76,8 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 209.844 || 189.147 || 90,1 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 8.416 || 10.729 || 127,4 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 33.110 || 8.720 || 26,3 |} Os dados mostram contrastes importantes: * '''Tramandaí (RS)''' tem mais idosos do que jovens (índice superior a 100), característica de populações com forte envelhecimento. * '''Campinas (SP)''' apresenta índice próximo de 90, evidenciando transição etária avançada. * '''Piripiri (PI)''' mostra equilíbrio entre jovens e idosos. * '''Manaus (AM)''' e '''Novo Gama (GO)''' ainda têm perfil jovem, com menos de 40 idosos por 100 jovens. === Interpretação === O Índice de Envelhecimento indica o estágio de envelhecimento de uma população e permite comparar a proporção de idosos em relação aos jovens em diferentes territórios ou períodos. Valores mais altos (acima de 100) significam que há mais pessoas idosas do que jovens; valores intermediários (entre 50 e 100) indicam equilíbrio entre gerações; e valores baixos (inferiores a 50) caracterizam populações predominantemente jovens. O aumento progressivo desse índice reflete a transição demográfica, marcada pela queda da fecundidade e pelo aumento da expectativa de vida. Esse processo tem implicações diretas para o sistema de saúde, que passa a enfrentar maior demanda por ações voltadas às doenças crônicas, reabilitação, atenção domiciliar e políticas de cuidado de longo prazo. Em contrapartida, regiões com índice baixo apresentam desafios associados à saúde materno-infantil, à educação e ao emprego para jovens.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O Índice de Envelhecimento é utilizado para avaliar o grau e o ritmo do envelhecimento populacional e suas implicações sociais e sanitárias. Entre os principais usos estão: * Planejar políticas públicas voltadas à pessoa idosa, incluindo atenção primária, reabilitação e cuidados de longa duração. * Estimar a demanda futura por serviços de saúde, previdência e assistência social. * Monitorar a transição demográfica e o equilíbrio entre faixas etárias da população. * Identificar desigualdades regionais no envelhecimento populacional. * Subsidiar estudos de carga de doenças e de transição epidemiológica. Em análises de situação de saúde (ASIS), o indicador contribui para o diagnóstico das necessidades populacionais e para a priorização de estratégias voltadas à promoção do envelhecimento saudável.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, o índice pode ser incorporado a painéis de estratificação populacional e planejamento de linhas de cuidado. Quando integrado a bases assistenciais e territoriais, ajuda a identificar áreas com maior demanda potencial por acompanhamento de condições crônicas, reabilitação, cuidado domiciliar e monitoramento longitudinal da pessoa idosa.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A qualidade do Índice de Envelhecimento depende da precisão das estimativas populacionais por faixa etária. Erros de declaração de idade, subenumeração de idosos ou jovens e revisões metodológicas nas projeções demográficas podem comprometer a comparabilidade entre períodos. O indicador também pode ser influenciado por movimentos migratórios seletivos, como o êxodo de jovens ou a concentração de idosos em determinadas regiões. Além disso, mudanças nos critérios etários adotados para definir “idoso” podem dificultar comparações internacionais ou históricas. Em municípios pequenos, variações absolutas reduzidas podem gerar grandes oscilações relativas no índice, exigindo interpretação cautelosa e o uso de médias móveis ou períodos ampliados para análise.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === Os dados utilizados para o cálculo do Índice de Envelhecimento são atualizados periodicamente de acordo com as fontes demográficas disponíveis. O Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos, é a principal fonte de referência. Entre os censos, o IBGE divulga estimativas e projeções populacionais anuais que permitem acompanhar a evolução do indicador. Essas atualizações são usadas para o monitoramento contínuo do envelhecimento populacional e para o planejamento de políticas de saúde e previdência baseadas em dados recentes.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações utilizadas para o cálculo do Índice de Envelhecimento possuem cobertura nacional e podem ser desagregadas em diferentes níveis geográficos. Os dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) permitem a análise do indicador para: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Áreas urbanas e rurais Essa abrangência possibilita identificar desigualdades regionais no processo de envelhecimento populacional e orientar o planejamento de ações de saúde e assistência social de acordo com o perfil demográfico de cada território.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise do Índice de Envelhecimento pode ser realizada considerando diferentes variáveis demográficas e territoriais. As principais categorias recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (60–69, 70–79, 80 anos ou mais) * Situação do domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entre outros) Essas desagregações permitem identificar desigualdades no envelhecimento populacional e orientar políticas de saúde, previdência e proteção social adequadas às características de cada grupo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Proporção de Partos Cesáreos == === Definição === A Proporção de Partos Cesáreos corresponde à razão entre o número de partos realizados por cesariana e o total de partos ocorridos em determinado local e período, multiplicada por 100. O indicador expressa o percentual de nascimentos por via cirúrgica (cesariana) em relação ao total de nascimentos. Permite avaliar o perfil da assistência obstétrica e o acesso a práticas de parto no sistema de saúde, além de identificar possíveis excessos ou deficiências na utilização do procedimento. A análise desse indicador é essencial para compreender o modelo de atenção ao parto e monitorar a adequação às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera aceitável uma proporção entre 10% e 15%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de partos realizados por cesariana em relação ao total de partos ocorridos em determinado território e período. O valor é geralmente apresentado com uma casa decimal para facilitar a comparação entre diferentes regiões e anos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Proporção de Partos Cesáreos são obtidas a partir dos registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), do Ministério da Saúde. O SINASC reúne dados de nascimentos ocorridos em estabelecimentos de saúde e fora deles, incluindo informações sobre o tipo de parto. Fontes complementares incluem o Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), que registra internações obstétricas, e dados administrativos de estabelecimentos privados. Esses sistemas são alimentados a partir da Declaração de Nascido Vivo (DNV), documento padronizado nacionalmente e obrigatório em todos os nascimentos, permitindo comparações temporais e regionais.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === A Proporção de Partos Cesáreos é calculada pela razão entre o número de partos realizados por cesariana e o total de partos ocorridos em determinado período e território, multiplicada por 100. A fórmula é: <math>PC = \frac{N_{ces}}{N_{total}} \times 100</math> onde: PC = proporção de partos cesáreos (%) N₍ces₎ = número de nascidos vivos de partos cesáreos N₍total₎ = número total de nascidos vivos (todas as vias de parto) O cálculo pode ser realizado por local de residência da mãe, local de ocorrência do parto ou tipo de estabelecimento (público ou privado). Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), a proporção pode ser calculada pela fórmula: `=(N_ces/N_total)*100` Por exemplo, se em um município ocorreram 3.000 partos, sendo 1.800 por cesariana, a proporção de partos cesáreos será 60%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Total de nascidos vivos !! Nascidos por cesariana !! Proporção de partos cesáreos (%) |- | '''Norte''' || 289.481 || 132.014 || 45,6 |- | '''Nordeste''' || 786.982 || 392.704 || 49,9 |- | '''Sudeste''' || 1.283.746 || 830.814 || 64,7 |- | '''Sul''' || 403.795 || 262.970 || 65,1 |- | '''Centro-Oeste''' || 259.826 || 157.425 || 60,6 |- | '''Brasil''' || 3.023.830 || 1.775.927 || 58,7 |} Os dados do SINASC (2022) indicam que: * As regiões '''Sudeste''' e '''Sul''' apresentam as maiores proporções de cesarianas, superando 60% dos partos. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' registram proporções menores, embora em crescimento. * O valor nacional (≈59%) está muito acima da recomendação da '''Organização Mundial da Saúde (OMS)''', que sugere entre 10% e 15% como faixa considerada adequada. === Interpretação === A Proporção de Partos Cesáreos indica a frequência relativa de partos realizados por cesariana em relação ao total de nascimentos. Valores elevados sugerem alta utilização do procedimento, podendo refletir práticas obstétricas intervencionistas, preferências maternas ou fatores institucionais e culturais. Já valores muito baixos podem indicar limitações no acesso a serviços obstétricos resolutivos ou deficiência na oferta de parto cirúrgico quando clinicamente necessário. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), proporções entre 10% e 15% são consideradas adequadas para garantir bons desfechos maternos e neonatais. Percentuais superiores a 30% costumam refletir excesso de intervenções médicas e aumento de riscos cirúrgicos para mãe e bebê, como infecções, complicações respiratórias e maior tempo de recuperação. No Brasil, a proporção nacional ultrapassa 55%, revelando desigualdades entre setores público e privado. Enquanto os serviços públicos apresentam proporções menores, na rede privada o percentual é muito mais elevado, evidenciando diferenças no modelo assistencial e na condução do parto.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="WHOCesarean2015">World Health Organization. ''WHO Statement on Caesarean Section Rates''. Geneva: WHO, 2015.</ref> <ref name="MSSINASC" /> === Usos principais === A Proporção de Partos Cesáreos é utilizada para avaliar a qualidade e o modelo da assistência obstétrica, além de subsidiar políticas públicas voltadas à saúde materna e neonatal. Entre os principais usos do indicador estão: * Monitorar a prática obstétrica e identificar padrões excessivos ou inadequados de cesarianas. * Avaliar o acesso das mulheres a diferentes modalidades de parto, incluindo parto normal e parto humanizado. * Comparar o desempenho de regiões, estados e tipos de estabelecimento (público e privado). * Acompanhar o cumprimento de metas e recomendações nacionais e internacionais relacionadas à atenção ao parto e nascimento. * Apoiar a formulação de estratégias de redução de cesarianas desnecessárias, como o incentivo ao parto normal e à qualificação das equipes de obstetrícia. Em análises de situação de saúde, o indicador contribui para o diagnóstico da assistência perinatal e para a identificação de desigualdades regionais na atenção obstétrica.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na perspectiva da informática em saúde, o monitoramento desse indicador depende da qualidade do registro no SINASC, da padronização dos campos obstétricos e da possibilidade de cruzamento com outras bases assistenciais. Painéis por estabelecimento, tipo de financiamento e perfil materno podem apoiar auditoria clínica, educação permanente e sistemas de apoio à decisão voltados à redução de cesarianas desnecessárias.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Limitações === A principal limitação do indicador é a dependência da qualidade das informações registradas no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Erros de preenchimento da Declaração de Nascido Vivo (DNV) ou sub-registro de partos podem afetar a precisão dos resultados, especialmente em áreas com cobertura deficiente. O indicador não distingue cesarianas realizadas por indicação médica legítima daquelas feitas por conveniência da equipe, da instituição ou da gestante. Além disso, não permite avaliar diretamente os desfechos maternos e neonatais associados ao tipo de parto. Diferenças no perfil sociodemográfico das mulheres, como idade materna, escolaridade e acesso a planos de saúde, influenciam a proporção de cesarianas, devendo ser consideradas na análise comparativa entre regiões e setores de atenção.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> === Periodicidade === As informações do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) são coletadas e consolidadas de forma contínua em todo o território nacional. O indicador pode ser calculado anualmente, uma vez que o banco de dados é atualizado e disponibilizado pelo Ministério da Saúde no início de cada ano subsequente ao de referência. A periodicidade anual permite o acompanhamento de tendências temporais e regionais na prática de cesarianas, possibilitando a avaliação de políticas públicas voltadas à atenção obstétrica e neonatal.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional, sendo calculado a partir dos registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), que abrange todos os nascimentos ocorridos no país. Os dados podem ser desagregados por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios * Tipo de estabelecimento (público ou privado) Essa abrangência possibilita comparações regionais e setoriais, identificando diferenças significativas na prática de cesarianas entre o sistema público e o setor privado, bem como entre áreas urbanas e rurais.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A Proporção de Partos Cesáreos pode ser analisada segundo diferentes características demográficas, sociais e institucionais, o que permite identificar desigualdades na prática obstétrica. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Idade materna (menores de 20 anos, 20–34 anos, 35 anos ou mais) * Escolaridade materna * Número de gestações anteriores * Local de ocorrência (estabelecimento público, privado ou misto) * Tipo de financiamento do parto (SUS ou não SUS) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Situação de domicílio (urbano, rural) Essas categorias permitem identificar padrões de utilização de cesarianas e orientar ações específicas para reduzir intervenções desnecessárias, respeitando a autonomia da mulher e as boas práticas obstétricas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> == Mortalidade proporcional por grupo de causas == === Definição === A mortalidade proporcional por grupo de causas expressa a distribuição percentual dos óbitos segundo grupos de causas definidas, em determinado local e período. Trata-se de um indicador que descreve a '''estrutura da mortalidade''', mostrando a importância relativa de cada grupo de causas no conjunto dos óbitos. Não mede o risco de morrer, pois seu denominador é o total de óbitos, e não a população exposta.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="MelloJorge1997">Mello Jorge MHP. Análise dos dados de mortalidade I. ''Revista de Saúde Pública''. 1997.</ref> === Unidade de medida === Proporção, expressa em percentual (%). === Fontes de dados === As informações são obtidas no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, a partir das Declarações de Óbito (DO). Para esse indicador, utilizam-se os óbitos de residentes com causas definidas, classificados segundo a CID-10. Diferentemente dos coeficientes de mortalidade, não há necessidade de usar população no denominador. A utilidade analítica do indicador depende da cobertura do SIM e da qualidade do preenchimento e da codificação da causa básica de morte.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MelloJorge2002">Mello Jorge MHP, Laurenti R, Gotlieb SLD. O sistema de informações sobre mortalidade. ''Revista Brasileira de Epidemiologia''. 2002.</ref> <ref name="Reboucas2025">Rebouças P, et al. Avaliação da qualidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade: uma scoping review. ''Ciência & Saúde Coletiva''. 2025.</ref> === Método de cálculo === A mortalidade proporcional por grupo de causas é calculada pela razão entre o número de óbitos de residentes por determinado grupo de causas definidas e o número total de óbitos de residentes com causas definidas, no mesmo local e período, multiplicada por 100. <math>MPGC = \frac{N_{obitos\ por\ grupo\ de\ causas}}{N_{obitos\ totais\ com\ causas\ definidas}} \times 100</math> onde: MPGC = mortalidade proporcional por grupo de causas N₍óbitos por grupo de causas₎ = número de óbitos atribuídos ao grupo de causas selecionado N₍óbitos totais com causas definidas₎ = total de óbitos com causa básica definida no mesmo local e período === Exemplo === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Grupo de causas !! Óbitos !! Mortalidade proporcional (%) |- | Doenças do aparelho circulatório || 320 || 32,0 |- | Neoplasias || 210 || 21,0 |- | Causas externas || 150 || 15,0 |- | Doenças do aparelho respiratório || 120 || 12,0 |- | Demais causas definidas || 200 || 20,0 |- | '''Total''' || '''1.000''' || '''100,0''' |} Nesse exemplo, as doenças do aparelho circulatório representam 32,0% do total de óbitos com causas definidas. === Interpretação === O indicador permite identificar quais grupos de causas têm maior peso no perfil de mortalidade da população. Seu valor depende da composição relativa das causas de morte e pode ser influenciado por condições socioeconômicas, perfil demográfico, estrutura etária, acesso aos serviços e qualidade da assistência à saúde. Como se trata de medida proporcional, aumento na participação de um grupo pode decorrer tanto do aumento dos óbitos nesse grupo quanto da redução proporcional dos demais. Por isso, sua interpretação deve ser feita em conjunto com coeficientes específicos de mortalidade e com a análise da proporção de causas mal definidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Abreu2010">Abreu DMX, et al. A evolução da mortalidade por causas mal definidas na população idosa no Brasil, 1979-2005. ''Revista Brasileira de Estudos de População''. 2010.</ref> <ref name="Prestes2018">Prestes C, et al. Tendência da mortalidade por causas mal definidas no estado do Tocantins e em Palmas, Brasil, 1998-2014. ''Epidemiologia e Serviços de Saúde''. 2018.</ref> === Usos principais === * Identificar os principais grupos de causas de morte em uma população. * Descrever a estrutura da mortalidade. * Comparar perfis de mortalidade entre grupos populacionais, regiões e períodos. * Analisar desigualdades segundo sexo, idade e cor ou raça. * Subsidiar planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de políticas públicas de saúde.<ref name="RIPSA2026" /> === Interface com a Informática em Saúde === Esse indicador depende da qualidade da codificação da causa básica de morte segundo a CID-10, da consistência das bases do SIM, da completude das variáveis e da redução da proporção de causas mal definidas. Sistemas informatizados de tabulação e análise permitem acompanhar a distribuição proporcional das causas e comparar padrões regionais e temporais, mas a validade dos resultados depende da qualidade dos registros e dos processos de investigação e reclassificação das causas de óbito.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Morais2017">Morais RM, Costa AL. Uma avaliação do Sistema de Informações sobre Mortalidade. ''Saúde em Debate''. 2017.</ref> <ref name="Marinho2019">Marinho MF, et al. Dados para a saúde: impacto na melhoria da qualidade da informação sobre causas de óbito no Brasil. ''Revista Brasileira de Epidemiologia''. 2019.</ref> <ref name="Lopes2018">Lopes AS, et al. Melhoria da qualidade do registro da causa básica de morte no Brasil: 2000 a 2012. ''Epidemiologia e Serviços de Saúde''. 2018.</ref> === Limitações === * Não expressa risco de morte. * Depende da qualidade do preenchimento da Declaração de Óbito e da definição correta da causa básica. * Seu uso é limitado quando há elevada proporção de óbitos por causas mal definidas ou sem assistência médica. * Sofre influência da composição etária e sexual da população, o que condiciona a frequência de óbitos em determinados grupos de causas. * Pode ocultar mudanças reais na magnitude de uma causa quando analisado isoladamente, sem coeficientes específicos. * Está sujeita às limitações do SIM, incluindo sub-registro, incompletude e necessidade de investigação e redistribuição de causas mal definidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Marinho2019" /> <ref name="Lopes2018" /> === Periodicidade === O indicador é calculado, em geral, com periodicidade anual, a partir da consolidação dos dados do SIM.<ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === Pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões metropolitanas e municípios, desde que haja qualidade adequada na informação sobre causas de morte.<ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A mortalidade proporcional por grupo de causas pode ser analisada segundo: * sexo * faixa etária * cor ou raça * escolaridade * local de residência * ano do óbito * grupos de causas da CID-10<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> == Razão entre taxas de mortalidade == === Definição === A razão entre taxas de mortalidade é uma medida comparativa obtida pela divisão da taxa de mortalidade de um grupo pela taxa de mortalidade de outro grupo, em um mesmo local e período. Quando aplicada à comparação entre sexos, expressa quantas vezes a mortalidade masculina é maior ou menor que a feminina, ou vice-versa, a depender da ordem adotada na razão. Trata-se de medida sintética de comparação entre grupos, útil para descrever desigualdades na mortalidade segundo características populacionais, como sexo, idade, local de residência ou outro estrato de interesse.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Chor1992">Chor D, Duchiade MP, Jourdan AMF. Diferenciais de mortalidade em homens e mulheres em localidade da região Sudeste, Brasil, 1960, 1970 e 1980. ''Revista de Saúde Pública''. 1992;26(4):246-255.</ref> === Unidade de medida === Razão adimensional. === Fontes de dados === A razão entre taxas de mortalidade não constitui, em si, uma fonte primária de dados. Ela é obtida a partir de taxas de mortalidade já calculadas para grupos distintos da população. No exemplo deste exercício, as taxas utilizadas como base são derivadas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e de estimativas populacionais produzidas com base em informações do IBGE e da RIPSA.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Reboucas2025">Rebouças P, et al. Avaliação da qualidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade: uma scoping review. ''Ciência & Saúde Coletiva''. 2025.</ref> === Método de cálculo === A razão entre taxas de mortalidade é calculada pela divisão da taxa de mortalidade de um grupo pela taxa de mortalidade de outro grupo, no mesmo local e período. <math>RTM = \frac{TM_{grupo\ 1}}{TM_{grupo\ 2}}</math> onde: RTM = razão entre taxas de mortalidade TM₍grupo 1₎ = taxa de mortalidade do grupo de interesse TM₍grupo 2₎ = taxa de mortalidade do grupo de referência No caso da comparação entre sexos, quando se adota a razão masculino/feminino: <math>RTM_{M/F} = \frac{TM_{masculino}}{TM_{feminino}}</math> === Exemplo === Se a taxa de mortalidade masculina por lesão de trânsito em determinado município for 24,0 por 100 mil habitantes e a taxa feminina for 6,0 por 100 mil habitantes, a razão masculino/feminino será: <math>RTM_{M/F} = \frac{24,0}{6,0} = 4,0</math> Nesse exemplo, a mortalidade masculina por lesão de trânsito é quatro vezes a mortalidade feminina no mesmo local e período. === Interpretação === Valores maiores que 1 indicam que a taxa de mortalidade do numerador é superior à do denominador. Valor igual a 1 indica igualdade entre os grupos comparados. Valores menores que 1 indicam que a taxa do numerador é inferior à do denominador. Quando se utiliza a razão masculino/feminino, valores acima de 1 indicam sobremortalidade masculina. A interpretação dessa medida depende da comparabilidade entre as taxas utilizadas. Quando se empregam taxas brutas ou não padronizadas por idade, diferenças na composição etária dos grupos comparados podem influenciar o resultado. Por isso, em comparações entre áreas ou períodos, recomenda-se cautela e, quando pertinente, o uso de taxas padronizadas. Na comparação entre sexos, a razão ajuda a sintetizar o diferencial de mortalidade, mas não substitui a análise conjunta das taxas absolutas e do contexto epidemiológico de cada grupo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Chor1992" /> === Usos principais === * Comparar a mortalidade entre grupos populacionais. * Descrever desigualdades segundo sexo, idade, território ou outras características. * Sintetizar a magnitude do diferencial de mortalidade entre dois grupos. * Apoiar análises descritivas da situação de saúde. * Subsidiar monitoramento e avaliação de iniquidades em saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> === Interface com a Informática em Saúde === Essa medida depende da disponibilidade de sistemas informatizados capazes de produzir taxas estratificadas por sexo, idade, causa e local de residência. No contexto brasileiro, o cálculo pode ser operacionalizado com dados do SIM e tabulações em plataformas como o Tabnet/Datasus. A consistência do resultado depende da qualidade do registro da causa básica de morte, da cobertura do sistema, da completude das variáveis e da adequação dos denominadores populacionais utilizados no cálculo das taxas de base.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Lima2009">Lima CRA, Schramm JMA, Coeli CM, Silva MEM. Revisão das dimensões de qualidade dos dados e métodos aplicados na avaliação dos sistemas de informação em saúde. ''Cadernos de Saúde Pública''. 2009;25(10):2095-2109.</ref> === Limitações === * Não mede diretamente o risco absoluto de morrer, mas a relação entre duas taxas. * Depende da validade das taxas que compõem o numerador e o denominador. * Pode ser influenciada por diferenças na estrutura etária dos grupos comparados, quando se utilizam taxas não padronizadas. * Pode ser instável em populações pequenas ou em situações com pequeno número de óbitos. * Sua interpretação isolada pode ocultar diferenças importantes na magnitude absoluta das taxas comparadas. * Está sujeita às limitações dos sistemas de informação que produzem as taxas de base, incluindo sub-registro, incompletude e problemas de classificação da causa básica de morte.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Lima2009" /> === Periodicidade === Pode ser calculada com a mesma periodicidade das taxas de mortalidade que lhe servem de base, em geral anual.<ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === Pode ser calculada para qualquer recorte territorial em que haja disponibilidade de taxas comparáveis, como Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios. Sua utilidade depende da qualidade dos dados e da estabilidade das taxas nos grupos comparados.<ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A razão entre taxas de mortalidade pode ser analisada segundo: * sexo * faixa etária * local de residência * ano * grupos de causas da CID-10 * raça/cor * escolaridade, quando disponível<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> === Indicadores que podem servir de base para o cálculo === No exercício proposto, a razão foi calculada a partir de três indicadores de mortalidade: * '''Taxa de mortalidade por lesão de trânsito''': taxa de mortalidade específica por lesão de trânsito na população, em um local e ano de referência, calculada por 100 mil habitantes; inclui causas codificadas entre V01 e V89 da CID-10.<ref name="RIPSA2026" /> * '''Taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis''': taxa de mortalidade entre 30 e 69 anos por doenças cardiovasculares, neoplasias malignas, diabetes mellitus e doenças respiratórias crônicas, em local e ano de referência.<ref name="RIPSA2026" /> * '''Taxa de mortalidade específica por doenças infecciosas e parasitárias''': taxa de mortalidade por esse grupo de causas na população residente, em local e ano de referência, calculada por 100 mil habitantes.<ref name="RIPSA2026" /> == Taxa de incidência de aids == === Definição === A taxa de incidência de aids expressa o número de casos incidentes confirmados de síndrome de imunodeficiência adquirida (aids), diagnosticados na população residente, em determinado local e ano de referência. Trata-se de um indicador de morbidade que descreve a ocorrência de casos novos da doença na população. Os casos de aids são codificados como B20-B24 na CID-10.<ref name="RIPSA2026">Rede Interagencial de Informações para a Saúde. Comitê de Gestão de Indicadores de Morbidade. ''MRB.2.01 – Taxa de incidência de aids'' [Internet]. Brasília: Ripsa; 2026. 5 p. Disponível em: https://www.ripsa.org.br/fichasidb. doi:10.5281/zenodo.18637141.</ref> <ref name="Batista2023">Batista JFC, Martins-Melo FR, Almeida APM, Lima MS, Heukelbach J, Alencar CH. Distribuição espacial e tendência temporal da AIDS no Brasil e regiões entre 2005 e 2020. ''Rev Bras Epidemiol''. 2023;26:e230002.</ref> === Unidade de medida === Taxa, expressa em número de casos por 100.000 habitantes.<ref name="RIPSA2026" /> === Fontes de dados === As informações são obtidas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), no Sistema de Controle de Exames Laboratoriais (Siscel) e no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom).<ref name="RIPSA2026" /> Para o denominador, utiliza-se a população residente no mesmo local e ano de referência.<ref name="RIPSA2026" /> A utilidade analítica do indicador depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica para detectar, notificar, investigar e confirmar os casos, bem como da integração e da consistência entre as bases utilizadas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019">Tombini LHT, Freitas HMBM, Krainski ET, et al. Size of the adult HIV-infected population adjusted for case underreporting in Brazil. ''J Int AIDS Soc''. 2019;22(9):e25376.</ref> === Método de cálculo === A taxa de incidência de aids é calculada pela razão entre o número de casos incidentes confirmados de aids e a população residente, em um mesmo local e ano de referência, multiplicada por 100.000.<ref name="RIPSA2026" /> <math>TIA = \frac{N_{casos\ incidentes\ confirmados\ de\ aids}}{Populacao\ residente} \times 100.000</math> onde: TIA = taxa de incidência de aids N₍casos incidentes confirmados de aids₎ = número de casos novos confirmados de aids no local e ano de referência População residente = população total estimada de residentes no mesmo local e ano de referência === Exemplo === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Local !! Casos novos de aids !! População residente !! Taxa de incidência (por 100.000 hab.) |- | Município X || 45 || 250.000 || 18,0 |- | Município Y || 20 || 100.000 || 20,0 |- | Município Z || 12 || 80.000 || 15,0 |} Nesse exemplo, o Município Y apresenta a maior taxa de incidência de aids, com 20,0 casos por 100.000 habitantes. === Interpretação === O indicador expressa a magnitude da doença. Em análise de série temporal, permite avaliar a evolução temporal e a distribuição geográfica da taxa de incidência de aids.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Batista2023" /> Também indica a existência de condições favoráveis à transmissão da doença por via sexual, sanguínea ou vertical.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Dourado2006">Dourado I, Veras MASM, Barreira D, Brito AM. Tendências da epidemia de Aids no Brasil após a terapia antirretroviral. ''Rev Saude Publica''. 2006;40(spe):9-17.</ref> Entretanto, não reflete a situação atual da infecção pelo HIV no período de referência, mas a ocorrência da doença aids, cujos sinais e sintomas surgem, em geral, após longo período de infecção assintomática.<ref name="RIPSA2026" /> Por isso, sua interpretação deve ser feita em conjunto com outros indicadores do HIV/aids, especialmente os relacionados ao diagnóstico, à infecção pelo HIV e ao cuidado em saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Melo2021">Melo MC, Donalisio MR, Cordeiro R. Tendência da incidência de HIV-aids segundo diferentes critérios diagnósticos em Campinas-SP, Brasil, de 1980 a 2016. ''Cien Saude Colet''. 2021;26(3):1143-1154.</ref> === Usos principais === * Analisar as variações populacionais, geográficas e temporais da distribuição da taxa de incidência de aids. * Contribuir para a vigilância epidemiológica e para a avaliação das ações de controle da aids. * Subsidiar processos de planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas ao controle da transmissão do HIV/aids em áreas e populações específicas.<ref name="RIPSA2026" /> === Interface com a Informática em Saúde === Esse indicador depende da interoperabilidade entre sistemas de notificação, mortalidade, exames laboratoriais e logística de medicamentos.<ref name="RIPSA2026" /> Sua validade é influenciada pela completude dos registros, pela oportunidade da notificação, pela aplicação dos critérios de definição de caso e pela consistência entre as bases utilizadas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019" /> Painéis e sistemas informatizados permitem desagregação por faixa etária, sexo e município, ampliando seu uso para vigilância, gestão e análise territorial.<ref name="RIPSA2026" /> === Limitações === * Depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica, em cada área geográfica, para detectar, notificar, investigar e realizar testes laboratoriais específicos para a confirmação diagnóstica da aids.<ref name="RIPSA2026" /> * Pode sofrer influência de atraso diagnóstico, subnotificação e heterogeneidade da qualidade dos sistemas de informação entre áreas geográficas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019" /> * Não reflete diretamente a incidência da infecção pelo HIV, mas a incidência da fase clínica aids.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Melo2021" /> === Referências === <references /> == Consultas Médicas por Habitante == === Definição === O indicador Consultas Médicas por Habitante expressa o número médio de atendimentos médicos realizados em um determinado território e período, em relação à população residente. Corresponde à razão entre o total de consultas médicas registradas nos serviços de saúde e o número total de habitantes da área analisada. Esse indicador mede o nível de utilização dos serviços médicos e reflete, de forma indireta, o acesso da população à atenção ambulatorial. Também é utilizado para avaliar a capacidade de oferta dos serviços de saúde, a cobertura da atenção básica e a equidade no uso dos recursos disponíveis.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Unidade de medida === Número médio de consultas médicas por habitante, expresso em valores absolutos (consultas/habitante/ano). O resultado é obtido como um valor decimal e indica a quantidade média anual de consultas médicas realizadas por pessoa residente em determinado território. Exemplo de interpretação: um valor de 2,5 consultas por habitante significa que, em média, cada morador realizou duas a três consultas médicas ao longo do ano.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Informação e Saúde Digital. ''Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.</ref> === Fontes de dados === As informações para o cálculo do indicador Consultas Médicas por Habitante são obtidas a partir dos registros do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), do Ministério da Saúde. Esse sistema consolida dados de atendimentos médicos realizados na rede pública, incluindo unidades básicas de saúde, policlínicas, ambulatórios especializados e hospitais com atendimento ambulatorial. Fontes complementares: * e-SUS Atenção Primária – sistema utilizado para o registro das consultas médicas realizadas na atenção primária. * Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) – utilizado em séries históricas anteriores. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – fornece as estimativas populacionais utilizadas como denominador no cálculo do indicador. Essas bases permitem a análise da oferta e utilização de serviços médicos e possibilitam comparações entre regiões, períodos e níveis de atenção à saúde.<ref name="MSSIA" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número total de consultas médicas realizadas em determinado território e período e a população residente na mesma área e período. A fórmula é: <math>CMH = \frac{N_{consultas}}{P}</math> onde: CMH = consultas médicas por habitante N₍consultas₎ = número total de consultas médicas realizadas P = população residente no mesmo período O resultado indica o número médio de consultas médicas realizadas por habitante em um ano. Recomenda-se calcular o indicador separadamente para o total de consultas do Sistema Único de Saúde (SUS) e, quando possível, incluir estimativas da rede privada para uma visão mais abrangente do acesso aos serviços médicos. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=N_consultas/P` Por exemplo, se em um município foram registradas 500.000 consultas médicas e a população estimada era de 250.000 habitantes, o resultado será 2,0 consultas médicas por habitante no período.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Consultas médicas registradas (SIA/SUS, 2022) !! População (Censo 2022) !! Consultas por habitante |- | '''Norte''' || 47.800.000 || 18.906.962 || 2,53 |- | '''Nordeste''' || 137.600.000 || 54.644.582 || 2,52 |- | '''Sudeste''' || 317.000.000 || 84.847.187 || 3,74 |- | '''Sul''' || 118.500.000 || 29.933.315 || 3,96 |- | '''Centro-Oeste''' || 55.300.000 || 16.298.734 || 3,39 |- | '''Brasil''' || 676.200.000 || 203.062.512 || 3,33 |} Fontes: Ministério da Saúde – SIA/SUS/DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados mostram que: * As regiões '''Sul''' e '''Sudeste''' apresentam as maiores médias de consultas médicas por habitante, refletindo maior cobertura e disponibilidade de serviços de saúde. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' mantêm níveis mais baixos, o que pode indicar desigualdades de acesso ou menor oferta de serviços. * O valor médio nacional em 2022 foi de aproximadamente '''3,3 consultas médicas por habitante'''. === Interpretação === O indicador Consultas Médicas por Habitante expressa o nível médio de utilização dos serviços médicos por parte da população. Valores mais altos indicam maior número de consultas realizadas, o que pode refletir maior acesso aos serviços de saúde ou, em alguns casos, utilização excessiva de atendimentos. Valores baixos podem sugerir barreiras de acesso, insuficiência de oferta de profissionais ou sub-registro de consultas. A interpretação do indicador deve considerar fatores como: * estrutura etária da população (idosos tendem a utilizar mais os serviços de saúde); * cobertura da atenção básica e disponibilidade de médicos; * perfil epidemiológico e prevalência de doenças crônicas; * participação do setor privado, que pode não estar completamente registrada nos sistemas públicos de informação. A análise conjunta com outros indicadores, como cobertura da Estratégia Saúde da Família e internações por condições sensíveis à atenção primária, permite uma compreensão mais precisa do acesso e da resolutividade da rede de serviços.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O indicador Consultas Médicas por Habitante é utilizado para avaliar o acesso e a utilização dos serviços de saúde pela população. Entre os principais usos estão: * Monitorar a disponibilidade e o uso dos serviços médicos ambulatoriais. * Avaliar o desempenho da rede assistencial e o alcance das políticas de atenção primária. * Estimar a necessidade de recursos humanos e de infraestrutura em saúde. * Identificar desigualdades regionais e populacionais no acesso aos serviços médicos. * Apoiar o planejamento e a avaliação das ações do Sistema Único de Saúde (SUS). * Comparar a utilização de serviços entre setores público e privado, quando as informações estiverem disponíveis. O indicador também contribui para estudos sobre eficiência dos sistemas de saúde, alocação de recursos e impacto de políticas de ampliação do acesso à atenção primária.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> <ref name="MSSIA" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, o acompanhamento desse indicador exige consolidação de registros ambulatoriais, identificação adequada do estabelecimento e padronização dos procedimentos informados. A integração entre SIA/SUS, e-SUS APS, sistemas locais e ferramentas de regulação melhora a leitura do acesso, reduz duplicidades analíticas e permite monitorar a produção com maior granularidade.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação do indicador Consultas Médicas por Habitante está relacionada à cobertura das fontes de dados. O Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) registra apenas as consultas realizadas na rede pública, não incluindo o volume de atendimentos ocorridos em serviços privados e planos de saúde, o que pode subestimar o número total de consultas. Outras limitações incluem: * Sub-registro ou inconsistências no preenchimento das Autorizações de Procedimentos Ambulatoriais e Boletins de Produção Ambulatorial. * Diferenças nas formas de registro entre os sistemas SIA/SUS, e-SUS APS e SIAB, dificultando comparações entre anos e regiões. * Ausência de distinção entre consultas iniciais e de retorno, o que pode superestimar o volume real de atendimento individual. * Influência de fatores contextuais, como disponibilidade de médicos, perfil etário da população e prevalência de doenças crônicas, que impactam o número médio de consultas. Essas limitações devem ser consideradas ao interpretar o indicador e em comparações entre regiões e períodos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) são coletados e atualizados de forma contínua em todo o território nacional. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, de acordo com a necessidade de análise e a disponibilidade dos dados populacionais utilizados como denominador. Na prática, a periodicidade anual é a mais utilizada, pois permite comparações entre regiões e anos, além de reduzir oscilações sazonais na produção de atendimentos. Os dados são disponibilizados pelo Ministério da Saúde por meio do DATASUS, geralmente no ano subsequente ao de referência.<ref name="MSSIA" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador Consultas Médicas por Habitante possui cobertura nacional, com informações disponíveis para todos os entes federativos que alimentam regularmente o Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Tipo de estabelecimento de saúde (atenção básica, especializada, hospitalar) Os dados do SIA/SUS abrangem todos os atendimentos realizados na rede pública de saúde, enquanto as informações sobre o setor privado ainda são limitadas. Essa cobertura permite análises comparativas entre regiões e o acompanhamento de desigualdades no acesso e na utilização dos serviços médicos.<ref name="MSSIA" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise do indicador Consultas Médicas por Habitante pode ser feita segundo diferentes dimensões demográficas, sociais e institucionais, permitindo identificar desigualdades no acesso e na utilização dos serviços de saúde. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios, zonas urbana e rural) * Tipo de estabelecimento (atenção básica, especializada, hospitalar) * Tipo de financiamento (SUS e não SUS, quando disponível) * Escolaridade e condição socioeconômica da população atendida * Ano de referência (para análise temporal) Essas categorias permitem avaliar a equidade no acesso às consultas médicas, identificar grupos populacionais com menor utilização dos serviços e apoiar o planejamento de políticas voltadas à ampliação da cobertura e da resolutividade da atenção ambulatorial.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas == === Definição === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas corresponde à distribuição percentual das internações realizadas em estabelecimentos de saúde segundo os grupos de causas definidas pela Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10). O indicador expressa o peso relativo de cada grupo de causas no total de hospitalizações ocorridas em determinado território e período. Permite identificar o perfil de morbidade hospitalar da população, evidenciando as principais causas de internação e subsidiando o planejamento das ações e políticas de saúde. Também é utilizado para avaliar o impacto de doenças agudas e crônicas sobre o sistema hospitalar e monitorar as mudanças no perfil epidemiológico ao longo do tempo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/sistema-de-informacoes-hospitalares-sih-sus/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de internações hospitalares atribuídas a um determinado grupo de causas em relação ao total de internações ocorridas no mesmo período e território. O valor é apresentado com uma ou duas casas decimais e deve ser calculado separadamente para cada grupo de causas segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10). Esse formato permite comparações entre regiões e períodos, bem como a análise da participação relativa de diferentes causas de hospitalização.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas são obtidas a partir do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), administrado pelo Ministério da Saúde. O SIH/SUS reúne dados das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH), que registram informações sobre diagnóstico principal, procedimento realizado, duração da internação e desfecho do atendimento. Fontes complementares: * Sistema de Informações de Saúde Suplementar (ANS) – fornece dados sobre internações na rede privada de planos de saúde, quando disponíveis. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para estimativas populacionais, quando se deseja calcular taxas de internação. * Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10) – define os grupos e capítulos de causas utilizados na classificação das internações. Essas bases permitem identificar o perfil de morbidade hospitalar e apoiar o planejamento e a gestão dos serviços hospitalares no país.<ref name="MSSIH" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de internações hospitalares atribuídas a determinado grupo de causas, segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão, e o total de internações registradas no mesmo período e território, multiplicada por 100. A fórmula é: <math>PI = \frac{N_{gc}}{N_{total}} \times 100</math> onde: PI = proporção de internações hospitalares por grupo de causas (%) N₍gc₎ = número de internações hospitalares de um grupo específico de causas N₍total₎ = número total de internações hospitalares registradas no mesmo período e local O cálculo pode ser realizado para capítulos ou categorias específicas da CID-10, conforme o objetivo da análise, como doenças infecciosas, doenças do aparelho circulatório ou causas externas. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=(N_gc/N_total)*100` Por exemplo, se um município registrou 2.000 internações por doenças do aparelho respiratório em um total de 10.000 internações no ano, a proporção será 20%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Grupo de causas (CID-10) !! Internações (SIH/SUS, 2022) !! Proporção (%) sobre o total |- | Doenças do aparelho respiratório (J00–J99) || 1.142.850 || 13,8 |- | Gravidez, parto e puerpério (O00–O99) || 1.092.260 || 13,2 |- | Doenças do aparelho circulatório (I00–I99) || 970.540 || 11,7 |- | Doenças do aparelho digestivo (K00–K93) || 858.430 || 10,3 |- | Doenças infecciosas e parasitárias (A00–B99) || 604.270 || 7,3 |- | Lesões, envenenamentos e causas externas (S00–T98 e V01–Y98) || 412.690 || 5,0 |- | Neoplasias (C00–D48) || 375.850 || 4,5 |- | Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (E00–E90) || 285.300 || 3,4 |- | Doenças do aparelho geniturinário (N00–N99) || 278.120 || 3,3 |- | Doenças do sistema nervoso (G00–G99) || 230.850 || 2,8 |- | Outras causas (demais capítulos da CID-10) || 2.150.840 || 25,7 |- | '''Total''' || '''8.402.000''' || '''100,0''' |} Fontes: Ministério da Saúde – SIH/SUS/DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados indicam que: * As principais causas de internação hospitalar no SUS em 2022 foram doenças do aparelho respiratório, condições relacionadas à gravidez e doenças do aparelho circulatório. * Internações por causas externas representaram cerca de 5% do total. * O padrão reflete a transição epidemiológica, com predomínio crescente de doenças crônicas e degenerativas sobre as infecciosas. === Interpretação === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas permite identificar o perfil de morbidade hospitalar de uma população e avaliar o impacto relativo das diferentes doenças e agravos sobre o sistema hospitalar. Valores mais elevados para determinados grupos de causas indicam maior frequência de hospitalizações associadas a essas condições. Por exemplo, uma alta proporção de internações por doenças do aparelho respiratório pode refletir surtos sazonais, como influenza ou pneumonia, enquanto o predomínio de causas circulatórias pode indicar o peso crescente das doenças crônicas não transmissíveis. O indicador também auxilia na identificação de transições epidemiológicas e na avaliação da efetividade da atenção básica: reduções nas internações por condições sensíveis à atenção primária podem indicar melhoria no cuidado ambulatorial e prevenção de agravos. A análise deve considerar fatores como estrutura etária, cobertura assistencial, práticas de registro e variações sazonais, que podem influenciar o número e a distribuição das internações hospitalares.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O indicador é amplamente utilizado para analisar o perfil de morbidade hospitalar e subsidiar o planejamento de ações e políticas de saúde. Entre seus principais usos estão: * Identificar as principais causas de internação e seus padrões regionais e temporais. * Avaliar o impacto das doenças transmissíveis e crônicas sobre o sistema hospitalar. * Monitorar a transição epidemiológica e o peso relativo das causas de internação por faixa etária e sexo. * Apoiar o planejamento da rede hospitalar e a alocação de recursos financeiros e humanos. * Avaliar a efetividade da atenção primária por meio do acompanhamento das internações por condições sensíveis à atenção básica. * Subsidiar estudos sobre carga de doenças e perfil de utilização dos serviços hospitalares. O indicador também serve de base para análises de custo e de eficiência hospitalar, permitindo estimar o impacto econômico das principais causas de hospitalização no Sistema Único de Saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, esse indicador depende da padronização diagnóstica nas AIH, da integridade dos registros hospitalares e da possibilidade de tabulação automatizada por capítulos e grupos da CID-10. Sistemas analíticos e painéis interativos permitem monitorar padrões de internação, comparar territórios e apoiar a gestão hospitalar e a vigilância em saúde.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação do indicador é que o SIH/SUS registra predominantemente internações financiadas pelo SUS, o que restringe a representação da rede privada não conveniada. Também podem ocorrer distorções associadas à qualidade do preenchimento da AIH, à codificação diagnóstica e a diferenças nos critérios de internação entre serviços e regiões. Outras limitações incluem: * sub-registro ou inconsistências no diagnóstico principal; * influência da oferta local de leitos e da organização da rede hospitalar; * possibilidade de reinternações serem contadas como novos eventos; * dificuldade de interpretação isolada, sem considerar taxas e outros indicadores assistenciais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) são coletados de forma contínua e consolidados mensalmente, com atualização regular nas bases do DATASUS. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, conforme o objetivo da análise e a necessidade de acompanhamento das tendências. A periodicidade anual é a mais utilizada, pois permite comparações entre períodos e regiões, além de reduzir variações sazonais decorrentes de surtos epidêmicos ou flutuações temporárias na demanda hospitalar. Os dados são disponibilizados publicamente pelo Ministério da Saúde por meio do portal DATASUS, geralmente no início do ano subsequente ao período de referência.<ref name="MSSIH" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional e é calculado a partir dos registros do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), que abrange os estabelecimentos vinculados ao Sistema Único de Saúde. As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Tipo de estabelecimento Embora o SIH/SUS concentre as internações financiadas pelo SUS, a cobertura é ampla e representativa da realidade hospitalar brasileira, especialmente em contextos de maior dependência do sistema público. Os dados permitem comparações territoriais e análises sobre o perfil de morbidade hospitalar em diferentes contextos populacionais e assistenciais.<ref name="MSSIH" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas pode ser analisada segundo diferentes variáveis demográficas, clínicas e territoriais, permitindo identificar padrões de morbidade e desigualdades regionais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Capítulo ou grupo de causas segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10) * Local de residência e de ocorrência da internação * Tipo de estabelecimento * Regime de internação (urgência/emergência ou eletiva) * Ano de referência Essas categorias permitem compreender a distribuição das internações por perfil epidemiológico e subsidiar o planejamento e a organização da rede hospitalar conforme as necessidades de saúde da população.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Leitos Hospitalares == === Definição === O indicador '''Leitos hospitalares por população''' expressa a relação entre o número de leitos hospitalares disponíveis para internação e a população residente, em determinado território e período. É apresentado como o número de leitos por mil habitantes e representa uma medida da capacidade instalada de internação do sistema de saúde. Seu uso permite avaliar a suficiência da oferta hospitalar e comparar a disponibilidade de leitos entre regiões e períodos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES">Brasil. Ministério da Saúde. ''Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://cnes.datasus.gov.br/.</ref> === Unidade de medida === Número de leitos hospitalares por 1.000 habitantes. === Fontes de dados === As informações sobre leitos hospitalares são obtidas no '''Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)''', do Ministério da Saúde. O denominador populacional é obtido a partir das estimativas e projeções demográficas do '''Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)'''.<ref name="MSCNES" /> <ref name="IBGE" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de leitos hospitalares disponíveis e a população residente no mesmo território e período, multiplicada por 1.000. <math>LH = \frac{N_{leitos}}{P} \times 1000</math> onde: LH = leitos hospitalares por 1.000 habitantes N₍leitos₎ = número de leitos hospitalares disponíveis P = população residente No cálculo, consideram-se os leitos existentes em estabelecimentos cadastrados no CNES. Segundo a RIPSA, não são incluídos no cômputo alguns tipos específicos de leitos, como os de '''acolhimento noturno''', '''reabilitação''', '''suporte ventilatório pulmonar''' e '''UTI COVID-19 específica'''.<ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Leitos hospitalares (CNES, dez/2022) !! População (Censo 2022) !! Leitos por 1.000 habitantes |- | '''Norte''' || 32.480 || 18.906.962 || 1,72 |- | '''Nordeste''' || 98.215 || 54.644.582 || 1,80 |- | '''Sudeste''' || 201.320 || 84.847.187 || 2,37 |- | '''Sul''' || 72.890 || 29.933.315 || 2,44 |- | '''Centro-Oeste''' || 35.430 || 16.298.734 || 2,17 |- | '''Brasil''' || 440.335 || 203.062.512 || 2,17 |} Fontes: Ministério da Saúde – CNES/DATASUS (dezembro de 2022); IBGE – Censo Demográfico 2022. === Interpretação === O indicador expressa a disponibilidade potencial de internação hospitalar para a população residente. Valores mais elevados indicam maior oferta de leitos por habitante, enquanto valores mais baixos podem sinalizar restrição da capacidade instalada. Sua interpretação deve considerar a composição e o tipo dos leitos disponíveis, a distribuição territorial da oferta, o perfil epidemiológico da população e a articulação com outros indicadores, como taxa de ocupação, tempo médio de permanência e produção hospitalar. Diferenças regionais podem refletir desigualdades estruturais na rede de atenção à saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a capacidade instalada de internação hospitalar. * Comparar a disponibilidade de leitos entre regiões e períodos. * Subsidiar o planejamento e a regionalização da rede hospitalar. * Identificar desigualdades territoriais na oferta de recursos assistenciais. * Apoiar análises de suficiência da infraestrutura hospitalar. <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === O indicador depende da atualização regular do CNES e da integração entre bases cadastrais, assistenciais e populacionais. Na informática em saúde, sua utilidade aumenta quando associado a sistemas de regulação, painéis de monitoramento e ferramentas de análise da capacidade instalada e do uso dos leitos.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === * Depende da qualidade e da atualização dos registros do CNES. * Não expressa, isoladamente, a utilização efetiva dos leitos. * Pode haver discrepância entre leitos cadastrados e leitos efetivamente operacionais. * A interpretação isolada pode ser insuficiente, pois não considera ocupação, rotatividade, tempo de permanência e perfil assistencial. * Diferenças na composição dos tipos de leitos podem dificultar comparações diretas entre territórios.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do CNES são atualizados continuamente e podem ser analisados com periodicidade mensal ou anual. Para comparações entre territórios e séries históricas, o uso anual tende a ser o mais apropriado.<ref name="MSCNES" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios, conforme a disponibilidade e a qualidade dos dados cadastrais e populacionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> <ref name="IBGE" /> === Categorias sugeridas para análise === O indicador pode ser analisado segundo: * tipo de leito * vínculo ao SUS * natureza jurídica do estabelecimento * localização geográfica * esfera administrativa * ano de referência <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> == Cobertura de Planos Privados de Saúde == === Definição === A Cobertura de Planos Privados de Saúde expressa a proporção da população residente que possui vínculo ativo a algum plano ou seguro de assistência médica, hospitalar ou odontológica. O indicador mede o grau de participação da saúde suplementar na cobertura populacional de um território, em determinado período. Reflete a inserção da população no setor privado de saúde e permite avaliar a relação entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e o setor suplementar, bem como desigualdades de acesso aos serviços de saúde entre grupos sociais e regiões.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS">Agência Nacional de Saúde Suplementar. ''Sala de Situação''. Rio de Janeiro: ANS. Disponível em: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/analise-de-situacao/sala-de-situacao.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de pessoas cobertas por planos ou seguros privados de assistência à saúde em relação à população total residente em determinado território e período. O resultado é apresentado com uma ou duas casas decimais, permitindo comparações entre regiões e períodos e a análise da participação do setor suplementar no sistema de saúde brasileiro.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Cobertura de Planos Privados de Saúde são obtidas a partir dos registros administrativos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula e supervisiona o setor de planos e seguros de saúde no Brasil. Os dados são provenientes do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB/ANS), que reúne o número de vínculos ativos por tipo de plano, operadora e local de residência do beneficiário. Fontes complementares: * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para o denominador populacional. * Pesquisas domiciliares, como a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), que podem complementar a análise da cobertura autorreferida. * Bases da saúde suplementar e relatórios analíticos da ANS. Essas fontes permitem monitorar a expansão ou retração da cobertura suplementar e sua distribuição territorial e social.<ref name="ANS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de vínculos ativos a planos privados de assistência à saúde e a população residente no mesmo território e período, multiplicada por 100. <math>CPS = \frac{N_{beneficiarios}}{P} \times 100</math> onde: CPS = cobertura de planos privados de saúde (%) N₍beneficiarios₎ = número de beneficiários com vínculo ativo a planos privados de saúde P = população residente no mesmo território e período O cálculo pode ser realizado para o total de beneficiários ou segundo tipos específicos de cobertura, como assistência médica, hospitalar ou odontológica. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=(N_beneficiarios/P)*100` Por exemplo, se um estado possui 2.500.000 beneficiários de planos privados e uma população de 10.000.000 habitantes, a cobertura será de 25,0%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Beneficiários de planos médico-hospitalares !! População residente !! Cobertura (%) |- | '''Norte''' || 2.060.000 || 18.906.962 || 10,9 |- | '''Nordeste''' || 7.420.000 || 54.644.582 || 13,6 |- | '''Sudeste''' || 28.940.000 || 84.847.187 || 34,1 |- | '''Sul''' || 8.160.000 || 29.933.315 || 27,3 |- | '''Centro-Oeste''' || 4.620.000 || 16.298.734 || 28,3 |- | '''Brasil''' || 51.200.000 || 203.062.512 || 25,2 |} Fontes: Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS (2022); IBGE – Censo Demográfico 2022. Os dados indicam que: * A cobertura de planos privados de saúde é mais elevada nas regiões '''Sudeste''', '''Centro-Oeste''' e '''Sul'''. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' apresentam menor inserção da saúde suplementar. * O padrão reflete desigualdades socioeconômicas e a distribuição diferenciada da oferta de serviços privados de saúde no território nacional. === Interpretação === O indicador expressa a participação relativa da saúde suplementar na cobertura da população. Valores mais elevados indicam maior presença de planos privados de saúde em determinado território, o que pode refletir maior renda média, maior formalização do mercado de trabalho e maior oferta de operadoras e serviços privados. Valores mais baixos sugerem maior dependência exclusiva do SUS e menor inserção do setor suplementar. A interpretação deve considerar diferenças regionais, perfil socioeconômico da população, estrutura do mercado de trabalho e composição etária, pois esses fatores influenciam a adesão a planos privados. A cobertura por planos privados não substitui a necessidade de análise da oferta efetiva e do uso dos serviços, nem elimina a centralidade do SUS no cuidado à saúde da população brasileira.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a participação da saúde suplementar na cobertura populacional. * Comparar desigualdades regionais e sociais na inserção em planos privados de saúde. * Subsidiar análises sobre a relação entre o SUS e o setor suplementar. * Apoiar o planejamento e a regulação do sistema de saúde. * Monitorar tendências temporais de expansão ou retração da cobertura privada.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === O monitoramento desse indicador depende de bases cadastrais atualizadas, integração entre dados administrativos e denominadores populacionais confiáveis. Na informática em saúde, a articulação entre sistemas da ANS, bases populacionais e plataformas analíticas permite acompanhar a distribuição territorial da saúde suplementar e apoiar decisões regulatórias e de planejamento.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === * O indicador mede cobertura contratual, não uso efetivo dos serviços. * Um mesmo indivíduo pode possuir mais de um vínculo, gerando possibilidade de superestimação. * A cobertura varia conforme renda, emprego formal e oferta regional de operadoras. * Não expressa integralidade da assistência nem qualidade do cuidado oferecido. * Deve ser interpretado em conjunto com outros indicadores de acesso, utilização e capacidade instalada.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados da ANS são atualizados periodicamente e permitem acompanhamento mensal e anual da cobertura da saúde suplementar. Para comparações entre territórios e séries históricas, a periodicidade anual tende a ser a mais utilizada.<ref name="ANS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação e municípios, conforme a disponibilidade dos dados da ANS e dos denominadores populacionais.<ref name="ANS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A cobertura de planos privados de saúde pode ser analisada segundo: * tipo de plano * segmentação assistencial * faixa etária * sexo * localização geográfica * ano de referência * vínculo empregatício, quando disponível<ref name="RIPSA2026" /><ref name="ANS" /> == Gastos em Saúde == === Definição === O indicador '''Percentual da Despesa Total em Saúde Destinada a Cada Nível de Atenção''' expressa a distribuição dos recursos financeiros aplicados em saúde segundo os níveis de atenção do sistema: Atenção Primária à Saúde (APS) e Média e Alta Complexidade (MAC). Corresponde à proporção do gasto público total em saúde alocada para cada nível assistencial, em determinado território e período. O indicador permite avaliar o equilíbrio do financiamento entre os componentes da rede de atenção, contribuindo para a análise da priorização da APS e da sustentabilidade do sistema de saúde. A comparação entre APS e MAC auxilia na identificação de tendências de investimento e na verificação da coerência entre a alocação de recursos e as diretrizes de regionalização e integralidade do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="SIOPS">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://siops.saude.gov.br/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção da despesa total em saúde destinada a cada nível de atenção no sistema: * Atenção Primária à Saúde (APS) * Média e Alta Complexidade (MAC) O valor é calculado em relação à despesa total em ações e serviços públicos de saúde (ASPS) realizada pelo ente federativo no período de referência. A soma dos percentuais de APS e MAC tende a se aproximar de 100%, podendo haver pequenas variações devido à existência de outras categorias orçamentárias, como vigilância em saúde e gestão do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="SIOPS" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo do indicador são obtidas a partir do '''Fundo Nacional de Saúde (FNS)''', do Ministério da Saúde, que consolida os repasses e pagamentos realizados em ações e serviços públicos de saúde segundo os blocos de financiamento. Os dados permitem identificar os valores destinados à Atenção Primária à Saúde (APS) e à Média e Alta Complexidade (MAC), conforme a execução orçamentária e financeira federal. Fontes complementares: * Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) – utilizado para análises de consolidação orçamentária nas três esferas de governo. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para contextualização demográfica e macroeconômica. * Tesouro Nacional e secretarias estaduais e municipais de saúde – fontes de validação e detalhamento da execução orçamentária local. O uso do FNS é útil para refletir a aplicação dos recursos nos blocos APS e MAC, especialmente no monitoramento de transferências fundo a fundo e da execução direta do Ministério da Saúde.<ref name="MSFNS">Brasil. Ministério da Saúde. ''Fundo Nacional de Saúde (FNS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://portalfns.saude.gov.br/.</ref> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado a partir da razão entre o montante de recursos financeiros aplicados em cada nível de atenção (APS e MAC) e o total das despesas em ações e serviços públicos de saúde (ASPS), multiplicada por 100. <math>P_{nivel} = \frac{D_{nivel}}{D_{total}} \times 100</math> onde: P₍nível₎ = percentual da despesa total destinada a cada nível de atenção (APS ou MAC) D₍nível₎ = despesa executada no respectivo nível de atenção D₍total₎ = total de despesas em ações e serviços públicos de saúde As despesas de cada nível são obtidas nos registros de execução orçamentária do Fundo Nacional de Saúde, que classifica os pagamentos e transferências segundo os blocos de financiamento: * Atenção Primária à Saúde (APS) * Média e Alta Complexidade (MAC) O cálculo pode ser feito para a União, estados, municípios ou para o conjunto do país, conforme a disponibilidade de dados. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com as fórmulas: Para APS: `=(Despesa_APS/Despesa_Total)*100` Para MAC: `=(Despesa_MAC/Despesa_Total)*100` Exemplo: se um estado aplicou R$ 600 milhões em APS e R$ 1,4 bilhão em MAC, sobre um total de R$ 2 bilhões em ASPS, os percentuais serão 30% para APS e 70% para MAC.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Despesa total em saúde (R$ milhões) !! Atenção Primária (APS) !! Média/Alta Complexidade (MAC) !! % APS !! % MAC !! Razão MAC/APS |- | '''Norte''' || 38.620 || 13.260 || 21.570 || 34,3 || 55,9 || 1,63 |- | '''Nordeste''' || 107.430 || 39.820 || 57.480 || 37,1 || 53,5 || 1,44 |- | '''Sudeste''' || 183.750 || 55.620 || 114.830 || 30,3 || 62,5 || 2,06 |- | '''Sul''' || 68.940 || 21.760 || 40.910 || 31,6 || 59,4 || 1,88 |- | '''Centro-Oeste''' || 32.860 || 10.940 || 18.440 || 33,3 || 56,1 || 1,68 |- | '''Brasil''' || 431.600 || 141.400 || 253.200 || 32,8 || 58,7 || 1,79 |} Fontes: Ministério da Saúde – FNS / SIOPS / DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados mostram que: * Em 2022, aproximadamente 59% das despesas em saúde foram destinadas à Média e Alta Complexidade, enquanto cerca de 33% corresponderam à Atenção Primária. * A relação MAC/APS foi de 1,79. * As regiões Sudeste e Sul apresentaram maior concentração relativa de recursos na atenção especializada, enquanto Norte e Nordeste dedicaram proporção relativamente maior à atenção básica.<ref name="MSFNS" /> <ref name="SIOPS" /> <ref name="IBGE" /> === Interpretação === O indicador expressa o equilíbrio entre os níveis de atenção à saúde no financiamento do sistema público. Valores mais elevados de gasto na Atenção Primária à Saúde indicam maior priorização das ações de promoção, prevenção e cuidado longitudinal. Já uma proporção muito alta de gastos na Média e Alta Complexidade pode refletir um modelo assistencial mais centrado em procedimentos especializados e hospitalares. A interpretação deve considerar o contexto epidemiológico, a estrutura da rede de serviços e a organização das responsabilidades entre as esferas de governo. O indicador não deve ser analisado isoladamente, mas em conjunto com outros marcadores de estrutura, acesso, utilização e desempenho da rede de atenção.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a distribuição do financiamento entre APS e MAC. * Monitorar tendências de priorização do gasto em saúde. * Comparar perfis de financiamento entre regiões e entes federativos. * Subsidiar o planejamento, a gestão e a avaliação das redes de atenção. * Apoiar análises sobre coerência entre financiamento e modelo assistencial do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /><ref name="MSFNS" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, esse indicador depende da integração entre bases orçamentárias, financeiras e assistenciais. Sua utilidade aumenta quando os dados do FNS e do SIOPS são analisados em conjunto com indicadores de produção, cobertura e desempenho, permitindo painéis analíticos sobre alocação de recursos e organização da rede de atenção.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === As principais limitações do indicador estão relacionadas à classificação e ao registro das despesas nos sistemas orçamentários e financeiros. Embora o Fundo Nacional de Saúde permita identificar os blocos de financiamento, parte das despesas pode não estar claramente vinculada a um nível específico de atenção, dificultando a separação entre APS e MAC. Outras limitações incluem: * diferenças entre empenho, liquidação e pagamento, que podem gerar defasagens temporais nos valores registrados; * dificuldade de comparações diretas entre entes federativos, devido a variações na estrutura orçamentária e nas fontes de financiamento; * possibilidade de reclassificação contábil de despesas; * exclusão de gastos do setor privado e de outras fontes não orçamentárias; * falta de uniformidade na identificação de gastos mistos, que envolvem simultaneamente APS e MAC. Essas limitações exigem cautela na interpretação dos resultados e reforçam a necessidade de análises complementares.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados sobre despesas em saúde executadas pelo Fundo Nacional de Saúde são atualizados mensalmente, com consolidação anual dos valores executados por bloco de financiamento. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, conforme o objetivo da análise. A periodicidade anual é a mais utilizada em estudos e relatórios de gestão, por reduzir variações sazonais e permitir a comparação entre exercícios financeiros.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional e pode ser analisado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios, conforme a disponibilidade dos registros financeiros. A base do FNS permite acompanhar a execução orçamentária e financeira por ente federativo e por bloco de financiamento, favorecendo análises comparativas entre localidades e períodos.<ref name="MSFNS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === O indicador pode ser analisado segundo: * nível de atenção (APS, MAC) * esfera administrativa * localização geográfica * tipo de gestão * modalidade de repasse * ano de exercício financeiro<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Referências == <references /> 8sq4t46opqjtl4nyxbv1ci0udcbpmqj 182170 182169 2026-04-23T16:50:55Z Silvamt 34408 /* Referências */ 182170 wikitext text/x-wiki Página de apoio do componente curricular "Informação e Informática em Saúde" da Universidade de Brasília. A informação em saúde resulta da coleta, organização e interpretação de dados que, isoladamente, não possuem significado analítico. Quando processados segundo critérios técnicos, esses dados transformam-se em informações úteis à formulação, implementação e avaliação de políticas e ações de saúde pública. Os sistemas de informação em saúde integram métodos, recursos humanos e tecnologias voltados à coleta, processamento, análise e disseminação de informações necessárias à gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).<ref name="RIPSA2026">Organização Pan-Americana da Saúde; Rede Interagencial de Informações para a Saúde. ''Indicadores Básicos para a Saúde no Brasil: conceitos e aplicações''. 3. ed. Brasília, DF: OPAS, 2026.</ref> A informática em saúde refere-se à aplicação das tecnologias da informação e comunicação para o registro, armazenamento, análise e disseminação de dados de interesse sanitário. Essa área engloba sistemas computacionais, bancos de dados e redes digitais que permitem o monitoramento de indicadores e o suporte às decisões clínicas e de gestão.<ref name="Mantas2016">Mantas J. Biomedical and Health Informatics Education – the IMIA Years. ''Yearbook of Medical Informatics''. 2016:S92-S102. doi:10.15265/IY-2016-032.</ref> O componente curricular Informação e Informática em Saúde aborda os fundamentos conceituais e metodológicos da produção e uso de informações em saúde, bem como os princípios de qualidade dos dados e ética da informação. Inclui o estudo de sistemas nacionais de informação em saúde (SIM, SINASC, SINAN, SIH/SUS, SIA/SUS, CNES, SIOPS) e discute o papel das tecnologias digitais no planejamento, vigilância e avaliação das ações do SUS.<ref name="MSUFG2015">Brasil. Ministério da Saúde; Universidade Federal de Goiás. ''Análise de Situação de Saúde''. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.</ref> <ref name="IMIA2023">Bichel-Findlay J, Koch S, Mantas J, et al. Recommendations of the International Medical Informatics Association (IMIA) on Education in Biomedical and Health Informatics: Second Revision. ''International Journal of Medical Informatics''. 2023;170:104908. doi:10.1016/j.ijmedinf.2022.104908.</ref> Na perspectiva da informática em saúde, a utilidade desses indicadores depende da padronização conceitual, da interoperabilidade entre sistemas, da qualidade dos registros, da rastreabilidade das transformações analíticas e da proteção ética das informações. O uso de prontuários eletrônicos, bancos de dados, tabuladores, painéis interativos e rotinas automatizadas de análise amplia a capacidade de monitoramento e apoio à decisão no SUS, mas também exige governança da informação, documentação de metadados e avaliação contínua da completude, consistência e oportunidade dos dados.<ref name="Mantas2016" /> <ref name="IMIA2023" /> As informações populacionais utilizadas nos sistemas de saúde derivam das projeções e estimativas demográficas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fundamentais para o cálculo de indicadores epidemiológicos e de gestão.<ref name="IBGE">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. ''Censo Demográfico 2022''; ''Projeções e estimativas da população''. Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/.</ref> == População Total == === Definição === Número total de habitantes residentes em determinado território (município, estado, região ou país) em uma data de referência. Corresponde à soma das populações de ambos os sexos e de todas as idades residentes no espaço geográfico considerado. É a medida demográfica básica utilizada como denominador na maioria dos indicadores de saúde e como referência para o planejamento de políticas públicas.<ref name="RIPSA2026" /> No Brasil, os dados oficiais são produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos Censos Demográficos e nas estimativas populacionais intercensitárias.<ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === * Habitantes. === Fontes de dados === As informações sobre população total são produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão responsável pelas estatísticas demográficas do país. As principais bases utilizadas são: * Censos Demográficos – realizados a cada dez anos, constituem a fonte mais completa de contagem direta da população. * Contagens Populacionais – levantamentos realizados em anos intercensitários. * Estimativas e Projeções Populacionais – atualizadas anualmente, calculadas com base em nascimentos, óbitos e migrações. Os dados do IBGE são incorporados aos sistemas de informação do Sistema Único de Saúde (SUS), como o DATASUS (TABNET e TABWIN), que utilizam as estimativas populacionais para o cálculo de indicadores de saúde.<ref name="IBGE" /> O Ministério da Saúde também integra essas informações às análises de situação de saúde (ASIS) e às políticas públicas de planejamento sanitário.<ref name="MSUFG2015" /> === Método de cálculo === A População Total é obtida por meio de dois procedimentos principais: # Contagem direta durante o Censo Demográfico, realizada pelo IBGE a cada dez anos, com visita a todos os domicílios do país. # Estimativas e projeções intercensitárias, calculadas a partir das informações de nascimentos, óbitos e migrações, utilizando métodos demográficos e modelos estatísticos de crescimento populacional. As projeções utilizam como base o último censo disponível e são atualizadas anualmente, garantindo a continuidade das séries históricas. Essas estimativas são aplicadas no cálculo de indicadores epidemiológicos, como taxas de mortalidade e incidência de doenças, e em análises de situação de saúde.<ref name="RIPSA2026" /><ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População Total (habitantes) !! Densidade Demográfica (hab/km²) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 2.063.689 || 181,01 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 65.538 || 46,57 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 1.139.047 || 1.433,54 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 54.387 || 380,65 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 103.804 || 539,84 |} Esses valores evidenciam diferenças regionais significativas: * '''Campinas (SP)''' possui alta densidade demográfica, reflexo de urbanização consolidada. * '''Piripiri (PI)''' apresenta dispersão populacional e menor concentração territorial. * '''Novo Gama (GO)''' tem área reduzida e densidade elevada. * '''Manaus (AM)''' combina grande população absoluta e densidade moderada devido à extensa área municipal. === Interpretação === A População Total expressa o tamanho e a distribuição dos habitantes em um território, servindo como referência para a análise de condições de vida, cobertura de serviços e necessidades em saúde. A variação desse indicador ao longo do tempo reflete o ritmo de crescimento demográfico e o impacto de fatores como natalidade, mortalidade e migração. A análise da população total permite identificar desigualdades regionais, áreas de crescimento acelerado e locais em declínio populacional. Essas informações orientam a distribuição de recursos, o planejamento da atenção básica e a alocação de infraestrutura em saúde. O Brasil apresenta um processo avançado de transição demográfica, caracterizado pela redução da fecundidade, aumento da expectativa de vida e envelhecimento populacional. Essas transformações alteram o perfil epidemiológico e exigem ajustes nas políticas públicas, com ênfase crescente nas doenças crônicas e no cuidado de longo prazo.<ref name="MSUFG2015" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Usos principais === A População Total é utilizada como base para a maioria dos indicadores demográficos e epidemiológicos. Serve como denominador no cálculo de taxas e proporções, como mortalidade, natalidade, incidência e prevalência de doenças. Também é essencial para o planejamento e a avaliação de políticas públicas de saúde, educação e saneamento. Em análises de situação de saúde (ASIS), o tamanho populacional é utilizado para identificar áreas prioritárias, estimar coberturas de programas e dimensionar a oferta de serviços. Os gestores utilizam essas informações para planejar a rede assistencial, distribuir equipes e recursos, e avaliar desigualdades regionais. Além disso, a População Total é usada em projeções demográficas e em estudos de impacto de políticas públicas sobre o perfil populacional e o sistema de saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi">PEREIRA, Maurício Gomes. ''Epidemiologia: teoria e prática''. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</ref> === Interface com a Informática em Saúde === A incorporação desse indicador à informática em saúde depende da integração entre bases demográficas e sistemas assistenciais, de vigilância e financeiros do SUS. Em painéis e sistemas de apoio à decisão, o denominador populacional precisa estar versionado por ano e território, para que taxas calculadas em bases como SIM, SINAN, SIH/SUS ou SIA/SUS permaneçam comparáveis, reproduzíveis e auditáveis.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação da População Total é a defasagem temporal dos censos demográficos, realizados a cada dez anos, o que pode gerar estimativas desatualizadas em períodos intercensitários. As projeções populacionais dependem de modelos estatísticos baseados em taxas de natalidade, mortalidade e migração, sujeitos a incertezas. Pode ocorrer subenumeração de pessoas, especialmente em áreas rurais, periferias urbanas e comunidades de difícil acesso. Revisões metodológicas do IBGE também podem alterar séries históricas e comprometer comparações entre diferentes períodos. Em municípios pequenos, pequenas variações absolutas podem gerar grandes diferenças percentuais, exigindo cautela na interpretação de tendências.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Periodicidade === Os Censos Demográficos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm periodicidade decenal, ou seja, são aplicados a cada dez anos. Entre um censo e outro, o IBGE publica estimativas intercensitárias anuais que atualizam as informações populacionais e permitem a manutenção das séries históricas. Essas estimativas são amplamente utilizadas nos sistemas de informação em saúde para o cálculo de indicadores e o planejamento de ações, garantindo a continuidade das análises mesmo fora dos anos censitários.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações sobre população total têm cobertura nacional e estão disponíveis para diferentes níveis geográficos. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) permitem desagregações por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Setores censitários e áreas urbanas ou rurais Essa abrangência possibilita comparações entre diferentes escalas territoriais e o monitoramento de desigualdades regionais na distribuição da população.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A População Total pode ser analisada segundo diferentes variáveis demográficas e territoriais, permitindo identificar padrões e desigualdades populacionais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Situação de domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros) Essas categorias possibilitam análises comparativas e subsidiar o planejamento em saúde e a formulação de políticas públicas voltadas a diferentes perfis populacionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Razão de sexo == === Definição === A '''razão de sexo''' é um indicador demográfico da dimensão '''População'''. Expressa a relação entre os contingentes populacionais masculino e feminino em uma população, em determinado lugar e período.<ref name="RIPSA2026" /> === Descrição === Esse indicador expressa a relação entre os contingentes populacionais masculino e feminino em uma população, em determinado lugar e período.<ref name="RIPSA2026" /> === Fórmula geral === Uma forma usual de apresentação da razão de sexo é: <math> \text{Razão de sexo} = \frac{\text{população masculina}}{\text{população feminina}} \times 100 </math> O resultado indica o número de homens para cada 100 mulheres. === Interpretação === De modo geral: * valor maior que 100: maior número de homens que de mulheres; * valor igual a 100: equilíbrio numérico entre os sexos; * valor menor que 100: maior número de mulheres que de homens. === Contexto no sistema de indicadores === Indicadores de saúde são medidas-síntese que reúnem informação relevante sobre atributos e dimensões do estado de saúde da população e do desempenho do sistema de saúde. Sua construção requer conceitos operacionais definidos e procedimentos padronizados de cálculo, de modo a garantir comparabilidade e interpretação adequada.<ref name="RIPSA2026" /> === Utilidade === Esse indicador pode ser utilizado para: * descrever a estrutura demográfica da população; * apoiar análises por sexo; * contextualizar outros indicadores populacionais e de saúde; * comparar territórios e períodos, considerando a fonte e o método de cálculo.<ref name="RIPSA2026" /> === Cuidados de interpretação === A interpretação requer atenção à qualidade dos dados, à padronização conceitual e à comparabilidade entre fontes, períodos e territórios. Entre os atributos relevantes estão validade, confiabilidade, mensurabilidade, relevância, integridade, completude e consistência interna.<ref name="RIPSA2026" /> === Distinções conceituais === A expressão '''razão de sexo''' pode assumir significados distintos conforme a população analisada. * Na demografia geral, refere-se à relação entre homens e mulheres na população total. * Na literatura sobre nascimentos, pode referir-se à '''razão de sexo ao nascer''', definida como a razão entre nascidos vivos do sexo masculino e feminino. === Fonte de informação === A produção desse indicador depende de fontes populacionais oficiais e de projeções demográficas, utilizadas para descrever a composição da população segundo sexo e outras características básicas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> == Pirâmides Etárias == === Definição === A Pirâmide Etária é uma representação gráfica da estrutura populacional de uma localidade, distribuída por sexo e grupos de idade. É construída em formato de barras horizontais, em que um lado representa a população masculina e o outro, a feminina, permitindo visualizar a composição etária e o equilíbrio entre os sexos. A forma da pirâmide reflete o estágio do processo de transição demográfica: * bases largas indicam populações jovens, com altas taxas de natalidade; * bases estreitas e topos alargados indicam populações envelhecidas, com baixa fecundidade e aumento da longevidade. Esse tipo de gráfico é amplamente utilizado em análises de situação de saúde, pois permite identificar tendências de envelhecimento, fecundidade, mortalidade e transição epidemiológica ao longo do tempo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Finalidade === A Pirâmide Etária tem como finalidade demonstrar a distribuição da população segundo idade e sexo, permitindo compreender a estrutura etária e as transformações demográficas de um território ao longo do tempo. Essa visualização facilita a identificação de tendências de crescimento, envelhecimento e variações nos padrões de fecundidade e mortalidade. A partir da forma da pirâmide, é possível inferir o estágio da transição demográfica e planejar ações de saúde voltadas a diferentes faixas etárias. Por exemplo, pirâmides com base larga indicam maior necessidade de serviços materno-infantis, enquanto pirâmides com topo alargado evidenciam a demanda crescente por atenção à saúde do idoso e doenças crônicas não transmissíveis.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Fontes de dados === As informações utilizadas na construção das pirâmides etárias são provenientes de levantamentos demográficos que registram a população por idade e sexo. As principais fontes de dados no Brasil são: * Censos Demográficos – realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente pelo IBGE, baseadas em métodos demográficos que consideram natalidade, mortalidade e migração. * Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – fornece estimativas anuais complementares sobre a estrutura etária. * DATASUS/RIPSA – oferece indicadores derivados da estrutura etária da população, como índices de envelhecimento e razões de dependência. Essas bases permitem análises temporais e espaciais da composição etária e subsidiar estudos sobre transição demográfica e epidemiológica.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Construção gráfica === A Pirâmide Etária é construída em um gráfico de barras horizontais que apresenta a distribuição da população segundo sexo e grupos de idade. A estrutura do gráfico segue as seguintes convenções: * O eixo vertical (y) representa os grupos etários, geralmente em intervalos de cinco anos (0–4, 5–9, 10–14, etc.). * O eixo horizontal (x) mostra a população absoluta ou percentual de cada grupo etário. * O lado esquerdo representa a população masculina e o lado direito, a feminina. A pirâmide pode ser elaborada a partir de números absolutos ou relativos. A representação em percentuais é útil para comparar diferentes localidades ou períodos, pois elimina o efeito do tamanho total da população. Softwares estatísticos e planilhas eletrônicas permitem gerar automaticamente esse tipo de gráfico a partir das tabelas populacionais do IBGE.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo visual === A figura a seguir ilustra a pirâmide etária da população brasileira com base nos dados do Censo Demográfico de 2022. [https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/22827-censo-demografico-2022.html Ver gráfico no site do IBGE] A pirâmide mostra uma base mais estreita e um topo progressivamente mais alargado em comparação aos censos anteriores, refletindo o envelhecimento da população brasileira e a redução das taxas de fecundidade. Essas transformações indicam a transição demográfica em curso no país, com impactos diretos sobre o perfil de morbimortalidade e a demanda por serviços de saúde.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Interpretação === A forma da pirâmide etária revela o estágio demográfico e o comportamento populacional de uma localidade. A análise do formato permite inferir tendências de fecundidade, mortalidade, migração e envelhecimento. * Base larga e topo estreito – indica população jovem, com altas taxas de natalidade e mortalidade. * Base e topo equilibrados – representa população em transição, com redução da fecundidade e aumento da expectativa de vida. * Base estreita e topo alargado – caracteriza população envelhecida, com baixa fecundidade e maior longevidade. Diferenças entre os lados masculino e feminino podem indicar desigualdades na mortalidade ou fluxos migratórios seletivos por sexo. A pirâmide também auxilia na compreensão da demanda por serviços de saúde: populações jovens exigem maior cobertura materno-infantil, enquanto populações envelhecidas demandam ampliação da atenção às doenças crônicas e aos cuidados de longa duração.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === A pirâmide etária é utilizada em análises demográficas e epidemiológicas para compreender a estrutura e a dinâmica da população. Entre os principais usos estão: * Avaliar o processo de envelhecimento populacional e suas implicações para o sistema de saúde. * Planejar a oferta de serviços, como atenção materno-infantil, pediatria, geriatria e reabilitação. * Subsidiar políticas de previdência social, educação e trabalho, de acordo com a composição etária. * Analisar o impacto de políticas demográficas e sanitárias ao longo do tempo. * Comparar estruturas populacionais entre regiões e períodos censitários. A pirâmide também é utilizada como ferramenta de comunicação visual em relatórios de análise de situação de saúde (ASIS), facilitando a interpretação de dados populacionais por gestores e profissionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, as pirâmides etárias são frequentemente geradas por ferramentas de visualização, bancos analíticos e rotinas automatizadas de tabulação. Sua utilidade aumenta quando os dados podem ser filtrados por território, sexo, faixa etária e período, apoiando dashboards e relatórios interativos para gestão, vigilância e planejamento da rede de serviços.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação das pirâmides etárias é a dependência de dados censitários, que são atualizados apenas a cada dez anos. Entre um censo e outro, as projeções populacionais podem apresentar imprecisões, especialmente em municípios pequenos ou com forte migração. Erros de declaração de idade ou de sexo durante a coleta censitária podem distorcer a forma do gráfico e gerar interpretações equivocadas. Além disso, a pirâmide etária não considera fatores qualitativos, como migração interna, condições socioeconômicas ou causas específicas de mortalidade. Em locais com baixa cobertura de registros vitais ou forte mobilidade populacional, é necessário interpretar o formato da pirâmide com cautela, complementando a análise com outras fontes de dados.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === A principal fonte de dados para a construção das pirâmides etárias é o Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. Entre os censos, as estimativas e projeções populacionais são atualizadas anualmente, permitindo acompanhar as tendências etárias de forma contínua. Essas atualizações anuais permitem análises de situação de saúde, pois possibilitam estimar mudanças no perfil etário da população mesmo fora dos anos censitários.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações necessárias para a elaboração das pirâmides etárias possuem cobertura nacional e estão disponíveis para diversos níveis territoriais. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibiliza dados desagregados por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Setores censitários, áreas urbanas e rurais Essa abrangência permite análises comparativas entre localidades e períodos censitários, possibilitando identificar padrões de envelhecimento e desigualdades demográficas regionais.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> == Taxa de Crescimento da População == === Definição === A Taxa de Crescimento da População expressa a variação percentual média anual do total de habitantes de um território em determinado período. Representa o ritmo de crescimento ou redução populacional, refletindo o balanço entre nascimentos, óbitos e migrações. Esse indicador permite avaliar a dinâmica populacional e compreender os fatores que influenciam o aumento ou a diminuição da população ao longo do tempo. Taxas positivas indicam crescimento, enquanto valores negativos refletem redução populacional, associada a baixa fecundidade, envelhecimento ou emigração.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === Percentual (%), geralmente expresso como taxa média anual de crescimento da população em determinado período. A unidade percentual permite comparar o ritmo de crescimento entre diferentes regiões ou intervalos de tempo, independentemente do tamanho absoluto da população.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Fontes de dados === As informações utilizadas no cálculo da taxa de crescimento da população são produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais fontes são: * Censos Demográficos – realizados a cada dez anos e que fornecem a contagem direta da população. * Contagens Populacionais – levantamentos intercensitários que atualizam parcialmente os dados. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente, baseadas em modelos demográficos que consideram nascimentos, óbitos e migrações. Essas informações são utilizadas para calcular a variação populacional entre dois períodos e estão disponíveis por município, unidade da federação e para o total do país.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === A taxa de crescimento da população é calculada pela variação percentual média anual do número de habitantes entre dois períodos. A fórmula geral é: <math>r = \left[\left(\frac{P_n}{P_0}\right)^{\frac{1}{t}} - 1\right] \times 100</math> onde: r = taxa média anual de crescimento populacional (%) P₀ = população no início do período Pₙ = população no final do período t = número de anos entre as duas observações O resultado indica o ritmo médio de crescimento da população por ano. Taxas positivas representam aumento populacional, enquanto taxas negativas indicam redução. O cálculo pode ser aplicado para o Brasil, regiões, estados ou municípios, desde que as populações inicial e final sejam provenientes da mesma fonte de dados. Dica: o cálculo pode ser realizado em planilhas eletrônicas (como o Excel) utilizando a seguinte fórmula: `=(((Pn/P0)^(1/t))-1)*100` Por exemplo, se a população passou de 100.000 para 120.000 habitantes em 10 anos, o resultado será uma taxa média anual de 1,84%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2010–2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População 2010 !! População 2022 !! Taxa média anual de crescimento (%) !! Densidade demográfica 2022 (hab/km²) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 1.802.014 || 2.063.689 || 1,13 || 181,01 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 61.834 || 65.538 || 0,48 || 46,57 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 1.080.113 || 1.139.047 || 0,45 || 1.433,54 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 41.297 || 54.387 || 2,22 || 380,65 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 95.018 || 103.804 || 0,75 || 539,84 |} Esses dados evidenciam o ritmo de crescimento e a concentração territorial da população: * '''Tramandaí (RS)''' apresentou o crescimento mais elevado, com densidade relativamente alta. * '''Manaus (AM)''' manteve crescimento consistente e densidade moderada. * '''Campinas (SP)''' mostrou ritmo estável, com densidade elevada típica de centros urbanos consolidados. * '''Piripiri (PI)''' e '''Novo Gama (GO)''' exibiram variações moderadas de crescimento e densidade. === Interpretação === A Taxa de Crescimento da População reflete o equilíbrio entre natalidade, mortalidade e migração em um território ao longo do tempo. Valores positivos indicam aumento populacional, enquanto valores negativos representam redução do número de habitantes. Taxas elevadas podem estar associadas à expansão urbana, à migração de pessoas em busca de oportunidades de trabalho ou a altos índices de fecundidade. Por outro lado, taxas baixas ou negativas podem indicar envelhecimento populacional, queda da fecundidade ou emigração. A análise da taxa de crescimento é importante para identificar o estágio da transição demográfica e compreender as demandas sociais e sanitárias de uma região. Crescimentos rápidos podem pressionar a infraestrutura urbana e os serviços de saúde, enquanto o crescimento reduzido exige adaptação das políticas públicas às populações envelhecidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === A Taxa de Crescimento da População é utilizada para avaliar o ritmo de expansão ou declínio populacional e suas implicações sociais e sanitárias. Entre os principais usos estão: * Monitorar o crescimento urbano e as mudanças na distribuição da população. * Planejar políticas públicas de saúde, educação, habitação e saneamento. * Estimar a demanda futura por serviços e infraestrutura. * Analisar processos migratórios e transição demográfica. * Subsidiar projeções populacionais e estudos sobre envelhecimento. Em saúde pública, o indicador auxilia na estimativa de necessidades de atenção, na definição de metas e na interpretação de taxas derivadas (como mortalidade e incidência), garantindo que variações nos numeradores sejam avaliadas de forma proporcional ao tamanho populacional.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Do ponto de vista da informática em saúde, esse indicador depende de séries históricas consistentes, metadados claros sobre a fonte populacional e atualização automatizada dos denominadores. Ambientes analíticos integrados reduzem erros de cálculo e permitem recalcular indicadores derivados quando o IBGE revisa projeções, limites territoriais ou séries históricas.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Limitações === A taxa de crescimento depende diretamente da precisão das estimativas populacionais. Revisões metodológicas do IBGE, mudanças nos parâmetros de fecundidade e mortalidade ou erros de contagem podem afetar a comparabilidade entre períodos. Em municípios pequenos, pequenas variações absolutas podem gerar taxas percentuais elevadas, o que exige cautela na interpretação dos resultados. O indicador também não distingue as causas do crescimento, podendo mascarar variações decorrentes de fluxos migratórios ou mudanças demográficas específicas. Além disso, o intervalo decenal entre censos pode produzir defasagens nos dados, especialmente em áreas com crescimento acelerado ou de difícil acesso.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === A principal fonte de dados para o cálculo da taxa de crescimento da população é o Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. Entre os censos, as estimativas intercensitárias são publicadas anualmente, possibilitando o acompanhamento contínuo das tendências populacionais. Essas estimativas anuais são usadas para manter atualizados os indicadores que dependem do tamanho da população, permitindo análises temporais consistentes e o planejamento de políticas públicas com base em dados recentes.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === A taxa de crescimento da população possui cobertura nacional e pode ser calculada para diferentes recortes territoriais, de acordo com a disponibilidade dos dados censitários e das estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos Essa ampla cobertura permite identificar diferenças regionais no ritmo de crescimento populacional e subsidiar o planejamento de políticas públicas específicas para áreas em expansão ou declínio demográfico.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise da taxa de crescimento da população pode ser realizada considerando diferentes variáveis demográficas e territoriais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (0–14, 15–64, 65 anos ou mais) * Situação do domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros) Essas categorias permitem identificar desigualdades regionais e sociais no crescimento populacional, além de subsidiar o planejamento e a alocação de recursos conforme as características demográficas de cada território.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Índice de Envelhecimento == === Definição === O Índice de Envelhecimento expressa a razão entre a população idosa (com 60 anos ou mais de idade) e a população jovem (com menos de 15 anos), multiplicada por 100. Indica o grau de envelhecimento de uma população, ou seja, quantas pessoas idosas existem para cada 100 jovens em determinado território e período. Esse indicador é utilizado para acompanhar a transição demográfica e medir o ritmo de envelhecimento populacional, permitindo avaliar as implicações sociais e de saúde associadas ao aumento da longevidade e à redução da fecundidade.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === Índice (razão multiplicada por 100), representando o número de pessoas idosas (60 anos ou mais) para cada 100 jovens (menores de 15 anos) em determinado território. O valor do índice é expresso em unidades simples, sem símbolo específico, mas usualmente apresentado como número inteiro ou decimal com uma casa.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Fontes de dados === As informações necessárias para o cálculo do Índice de Envelhecimento são obtidas a partir das estatísticas demográficas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais fontes incluem: * Censos Demográficos – fornecem a contagem direta da população por idade e sexo, sendo a base primária para o cálculo do indicador. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente, permitem atualizar o índice entre os censos. * Pesquisas domiciliares, como a PNAD Contínua – complementam as estimativas com informações recentes sobre a estrutura etária da população. Esses dados são amplamente utilizados por instituições de pesquisa, gestores públicos e organismos internacionais para monitorar o envelhecimento populacional e orientar políticas de saúde e previdência.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O Índice de Envelhecimento é calculado pela razão entre a população idosa (60 anos ou mais) e a população jovem (menores de 15 anos), multiplicada por 100. A fórmula é: <math>IE = \frac{P_{60+}}{P_{0-14}} \times 100</math> onde: IE = índice de envelhecimento P₆₀₊ = população com 60 anos ou mais P₀₋₁₄ = população de 0 a 14 anos O resultado indica o número de pessoas idosas para cada 100 jovens em determinado território. Valores altos expressam um grau mais avançado de envelhecimento populacional, enquanto valores baixos indicam população predominantemente jovem. Dica: o cálculo pode ser realizado em planilhas eletrônicas (como o Excel) utilizando a fórmula: `=(P60mais/P0a14)*100` Por exemplo, se um município possui 12.000 pessoas com 60 anos ou mais e 24.000 com menos de 15 anos, o índice de envelhecimento será de 50, indicando 50 idosos para cada 100 jovens.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População 0–14 anos !! População 60 anos ou mais !! Índice de Envelhecimento (60+/0–14 × 100) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 567.302 || 204.897 || 36,1 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 14.726 || 11.302 || 76,8 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 209.844 || 189.147 || 90,1 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 8.416 || 10.729 || 127,4 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 33.110 || 8.720 || 26,3 |} Os dados mostram contrastes importantes: * '''Tramandaí (RS)''' tem mais idosos do que jovens (índice superior a 100), característica de populações com forte envelhecimento. * '''Campinas (SP)''' apresenta índice próximo de 90, evidenciando transição etária avançada. * '''Piripiri (PI)''' mostra equilíbrio entre jovens e idosos. * '''Manaus (AM)''' e '''Novo Gama (GO)''' ainda têm perfil jovem, com menos de 40 idosos por 100 jovens. === Interpretação === O Índice de Envelhecimento indica o estágio de envelhecimento de uma população e permite comparar a proporção de idosos em relação aos jovens em diferentes territórios ou períodos. Valores mais altos (acima de 100) significam que há mais pessoas idosas do que jovens; valores intermediários (entre 50 e 100) indicam equilíbrio entre gerações; e valores baixos (inferiores a 50) caracterizam populações predominantemente jovens. O aumento progressivo desse índice reflete a transição demográfica, marcada pela queda da fecundidade e pelo aumento da expectativa de vida. Esse processo tem implicações diretas para o sistema de saúde, que passa a enfrentar maior demanda por ações voltadas às doenças crônicas, reabilitação, atenção domiciliar e políticas de cuidado de longo prazo. Em contrapartida, regiões com índice baixo apresentam desafios associados à saúde materno-infantil, à educação e ao emprego para jovens.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O Índice de Envelhecimento é utilizado para avaliar o grau e o ritmo do envelhecimento populacional e suas implicações sociais e sanitárias. Entre os principais usos estão: * Planejar políticas públicas voltadas à pessoa idosa, incluindo atenção primária, reabilitação e cuidados de longa duração. * Estimar a demanda futura por serviços de saúde, previdência e assistência social. * Monitorar a transição demográfica e o equilíbrio entre faixas etárias da população. * Identificar desigualdades regionais no envelhecimento populacional. * Subsidiar estudos de carga de doenças e de transição epidemiológica. Em análises de situação de saúde (ASIS), o indicador contribui para o diagnóstico das necessidades populacionais e para a priorização de estratégias voltadas à promoção do envelhecimento saudável.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, o índice pode ser incorporado a painéis de estratificação populacional e planejamento de linhas de cuidado. Quando integrado a bases assistenciais e territoriais, ajuda a identificar áreas com maior demanda potencial por acompanhamento de condições crônicas, reabilitação, cuidado domiciliar e monitoramento longitudinal da pessoa idosa.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A qualidade do Índice de Envelhecimento depende da precisão das estimativas populacionais por faixa etária. Erros de declaração de idade, subenumeração de idosos ou jovens e revisões metodológicas nas projeções demográficas podem comprometer a comparabilidade entre períodos. O indicador também pode ser influenciado por movimentos migratórios seletivos, como o êxodo de jovens ou a concentração de idosos em determinadas regiões. Além disso, mudanças nos critérios etários adotados para definir “idoso” podem dificultar comparações internacionais ou históricas. Em municípios pequenos, variações absolutas reduzidas podem gerar grandes oscilações relativas no índice, exigindo interpretação cautelosa e o uso de médias móveis ou períodos ampliados para análise.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === Os dados utilizados para o cálculo do Índice de Envelhecimento são atualizados periodicamente de acordo com as fontes demográficas disponíveis. O Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos, é a principal fonte de referência. Entre os censos, o IBGE divulga estimativas e projeções populacionais anuais que permitem acompanhar a evolução do indicador. Essas atualizações são usadas para o monitoramento contínuo do envelhecimento populacional e para o planejamento de políticas de saúde e previdência baseadas em dados recentes.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações utilizadas para o cálculo do Índice de Envelhecimento possuem cobertura nacional e podem ser desagregadas em diferentes níveis geográficos. Os dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) permitem a análise do indicador para: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Áreas urbanas e rurais Essa abrangência possibilita identificar desigualdades regionais no processo de envelhecimento populacional e orientar o planejamento de ações de saúde e assistência social de acordo com o perfil demográfico de cada território.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise do Índice de Envelhecimento pode ser realizada considerando diferentes variáveis demográficas e territoriais. As principais categorias recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (60–69, 70–79, 80 anos ou mais) * Situação do domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entre outros) Essas desagregações permitem identificar desigualdades no envelhecimento populacional e orientar políticas de saúde, previdência e proteção social adequadas às características de cada grupo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Proporção de Partos Cesáreos == === Definição === A Proporção de Partos Cesáreos corresponde à razão entre o número de partos realizados por cesariana e o total de partos ocorridos em determinado local e período, multiplicada por 100. O indicador expressa o percentual de nascimentos por via cirúrgica (cesariana) em relação ao total de nascimentos. Permite avaliar o perfil da assistência obstétrica e o acesso a práticas de parto no sistema de saúde, além de identificar possíveis excessos ou deficiências na utilização do procedimento. A análise desse indicador é essencial para compreender o modelo de atenção ao parto e monitorar a adequação às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera aceitável uma proporção entre 10% e 15%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de partos realizados por cesariana em relação ao total de partos ocorridos em determinado território e período. O valor é geralmente apresentado com uma casa decimal para facilitar a comparação entre diferentes regiões e anos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Proporção de Partos Cesáreos são obtidas a partir dos registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), do Ministério da Saúde. O SINASC reúne dados de nascimentos ocorridos em estabelecimentos de saúde e fora deles, incluindo informações sobre o tipo de parto. Fontes complementares incluem o Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), que registra internações obstétricas, e dados administrativos de estabelecimentos privados. Esses sistemas são alimentados a partir da Declaração de Nascido Vivo (DNV), documento padronizado nacionalmente e obrigatório em todos os nascimentos, permitindo comparações temporais e regionais.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === A Proporção de Partos Cesáreos é calculada pela razão entre o número de partos realizados por cesariana e o total de partos ocorridos em determinado período e território, multiplicada por 100. A fórmula é: <math>PC = \frac{N_{ces}}{N_{total}} \times 100</math> onde: PC = proporção de partos cesáreos (%) N₍ces₎ = número de nascidos vivos de partos cesáreos N₍total₎ = número total de nascidos vivos (todas as vias de parto) O cálculo pode ser realizado por local de residência da mãe, local de ocorrência do parto ou tipo de estabelecimento (público ou privado). Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), a proporção pode ser calculada pela fórmula: `=(N_ces/N_total)*100` Por exemplo, se em um município ocorreram 3.000 partos, sendo 1.800 por cesariana, a proporção de partos cesáreos será 60%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Total de nascidos vivos !! Nascidos por cesariana !! Proporção de partos cesáreos (%) |- | '''Norte''' || 289.481 || 132.014 || 45,6 |- | '''Nordeste''' || 786.982 || 392.704 || 49,9 |- | '''Sudeste''' || 1.283.746 || 830.814 || 64,7 |- | '''Sul''' || 403.795 || 262.970 || 65,1 |- | '''Centro-Oeste''' || 259.826 || 157.425 || 60,6 |- | '''Brasil''' || 3.023.830 || 1.775.927 || 58,7 |} Os dados do SINASC (2022) indicam que: * As regiões '''Sudeste''' e '''Sul''' apresentam as maiores proporções de cesarianas, superando 60% dos partos. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' registram proporções menores, embora em crescimento. * O valor nacional (≈59%) está muito acima da recomendação da '''Organização Mundial da Saúde (OMS)''', que sugere entre 10% e 15% como faixa considerada adequada. === Interpretação === A Proporção de Partos Cesáreos indica a frequência relativa de partos realizados por cesariana em relação ao total de nascimentos. Valores elevados sugerem alta utilização do procedimento, podendo refletir práticas obstétricas intervencionistas, preferências maternas ou fatores institucionais e culturais. Já valores muito baixos podem indicar limitações no acesso a serviços obstétricos resolutivos ou deficiência na oferta de parto cirúrgico quando clinicamente necessário. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), proporções entre 10% e 15% são consideradas adequadas para garantir bons desfechos maternos e neonatais. Percentuais superiores a 30% costumam refletir excesso de intervenções médicas e aumento de riscos cirúrgicos para mãe e bebê, como infecções, complicações respiratórias e maior tempo de recuperação. No Brasil, a proporção nacional ultrapassa 55%, revelando desigualdades entre setores público e privado. Enquanto os serviços públicos apresentam proporções menores, na rede privada o percentual é muito mais elevado, evidenciando diferenças no modelo assistencial e na condução do parto.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="WHOCesarean2015">World Health Organization. ''WHO Statement on Caesarean Section Rates''. Geneva: WHO, 2015.</ref> <ref name="MSSINASC" /> === Usos principais === A Proporção de Partos Cesáreos é utilizada para avaliar a qualidade e o modelo da assistência obstétrica, além de subsidiar políticas públicas voltadas à saúde materna e neonatal. Entre os principais usos do indicador estão: * Monitorar a prática obstétrica e identificar padrões excessivos ou inadequados de cesarianas. * Avaliar o acesso das mulheres a diferentes modalidades de parto, incluindo parto normal e parto humanizado. * Comparar o desempenho de regiões, estados e tipos de estabelecimento (público e privado). * Acompanhar o cumprimento de metas e recomendações nacionais e internacionais relacionadas à atenção ao parto e nascimento. * Apoiar a formulação de estratégias de redução de cesarianas desnecessárias, como o incentivo ao parto normal e à qualificação das equipes de obstetrícia. Em análises de situação de saúde, o indicador contribui para o diagnóstico da assistência perinatal e para a identificação de desigualdades regionais na atenção obstétrica.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na perspectiva da informática em saúde, o monitoramento desse indicador depende da qualidade do registro no SINASC, da padronização dos campos obstétricos e da possibilidade de cruzamento com outras bases assistenciais. Painéis por estabelecimento, tipo de financiamento e perfil materno podem apoiar auditoria clínica, educação permanente e sistemas de apoio à decisão voltados à redução de cesarianas desnecessárias.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Limitações === A principal limitação do indicador é a dependência da qualidade das informações registradas no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Erros de preenchimento da Declaração de Nascido Vivo (DNV) ou sub-registro de partos podem afetar a precisão dos resultados, especialmente em áreas com cobertura deficiente. O indicador não distingue cesarianas realizadas por indicação médica legítima daquelas feitas por conveniência da equipe, da instituição ou da gestante. Além disso, não permite avaliar diretamente os desfechos maternos e neonatais associados ao tipo de parto. Diferenças no perfil sociodemográfico das mulheres, como idade materna, escolaridade e acesso a planos de saúde, influenciam a proporção de cesarianas, devendo ser consideradas na análise comparativa entre regiões e setores de atenção.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> === Periodicidade === As informações do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) são coletadas e consolidadas de forma contínua em todo o território nacional. O indicador pode ser calculado anualmente, uma vez que o banco de dados é atualizado e disponibilizado pelo Ministério da Saúde no início de cada ano subsequente ao de referência. A periodicidade anual permite o acompanhamento de tendências temporais e regionais na prática de cesarianas, possibilitando a avaliação de políticas públicas voltadas à atenção obstétrica e neonatal.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional, sendo calculado a partir dos registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), que abrange todos os nascimentos ocorridos no país. Os dados podem ser desagregados por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios * Tipo de estabelecimento (público ou privado) Essa abrangência possibilita comparações regionais e setoriais, identificando diferenças significativas na prática de cesarianas entre o sistema público e o setor privado, bem como entre áreas urbanas e rurais.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A Proporção de Partos Cesáreos pode ser analisada segundo diferentes características demográficas, sociais e institucionais, o que permite identificar desigualdades na prática obstétrica. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Idade materna (menores de 20 anos, 20–34 anos, 35 anos ou mais) * Escolaridade materna * Número de gestações anteriores * Local de ocorrência (estabelecimento público, privado ou misto) * Tipo de financiamento do parto (SUS ou não SUS) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Situação de domicílio (urbano, rural) Essas categorias permitem identificar padrões de utilização de cesarianas e orientar ações específicas para reduzir intervenções desnecessárias, respeitando a autonomia da mulher e as boas práticas obstétricas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> == Mortalidade proporcional por grupo de causas == === Definição === A mortalidade proporcional por grupo de causas expressa a distribuição percentual dos óbitos segundo grupos de causas definidas, em determinado local e período. Trata-se de um indicador que descreve a '''estrutura da mortalidade''', mostrando a importância relativa de cada grupo de causas no conjunto dos óbitos. Não mede o risco de morrer, pois seu denominador é o total de óbitos, e não a população exposta.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="MelloJorge1997">Mello Jorge MHP. Análise dos dados de mortalidade I. ''Revista de Saúde Pública''. 1997.</ref> === Unidade de medida === Proporção, expressa em percentual (%). === Fontes de dados === As informações são obtidas no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, a partir das Declarações de Óbito (DO). Para esse indicador, utilizam-se os óbitos de residentes com causas definidas, classificados segundo a CID-10. Diferentemente dos coeficientes de mortalidade, não há necessidade de usar população no denominador. A utilidade analítica do indicador depende da cobertura do SIM e da qualidade do preenchimento e da codificação da causa básica de morte.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MelloJorge2002">Mello Jorge MHP, Laurenti R, Gotlieb SLD. O sistema de informações sobre mortalidade. ''Revista Brasileira de Epidemiologia''. 2002.</ref> <ref name="Reboucas2025">Rebouças P, et al. Avaliação da qualidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade: uma scoping review. ''Ciência & Saúde Coletiva''. 2025.</ref> === Método de cálculo === A mortalidade proporcional por grupo de causas é calculada pela razão entre o número de óbitos de residentes por determinado grupo de causas definidas e o número total de óbitos de residentes com causas definidas, no mesmo local e período, multiplicada por 100. <math>MPGC = \frac{N_{obitos\ por\ grupo\ de\ causas}}{N_{obitos\ totais\ com\ causas\ definidas}} \times 100</math> onde: MPGC = mortalidade proporcional por grupo de causas N₍óbitos por grupo de causas₎ = número de óbitos atribuídos ao grupo de causas selecionado N₍óbitos totais com causas definidas₎ = total de óbitos com causa básica definida no mesmo local e período === Exemplo === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Grupo de causas !! Óbitos !! Mortalidade proporcional (%) |- | Doenças do aparelho circulatório || 320 || 32,0 |- | Neoplasias || 210 || 21,0 |- | Causas externas || 150 || 15,0 |- | Doenças do aparelho respiratório || 120 || 12,0 |- | Demais causas definidas || 200 || 20,0 |- | '''Total''' || '''1.000''' || '''100,0''' |} Nesse exemplo, as doenças do aparelho circulatório representam 32,0% do total de óbitos com causas definidas. === Interpretação === O indicador permite identificar quais grupos de causas têm maior peso no perfil de mortalidade da população. Seu valor depende da composição relativa das causas de morte e pode ser influenciado por condições socioeconômicas, perfil demográfico, estrutura etária, acesso aos serviços e qualidade da assistência à saúde. Como se trata de medida proporcional, aumento na participação de um grupo pode decorrer tanto do aumento dos óbitos nesse grupo quanto da redução proporcional dos demais. Por isso, sua interpretação deve ser feita em conjunto com coeficientes específicos de mortalidade e com a análise da proporção de causas mal definidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Abreu2010">Abreu DMX, et al. A evolução da mortalidade por causas mal definidas na população idosa no Brasil, 1979-2005. ''Revista Brasileira de Estudos de População''. 2010.</ref> <ref name="Prestes2018">Prestes C, et al. Tendência da mortalidade por causas mal definidas no estado do Tocantins e em Palmas, Brasil, 1998-2014. ''Epidemiologia e Serviços de Saúde''. 2018.</ref> === Usos principais === * Identificar os principais grupos de causas de morte em uma população. * Descrever a estrutura da mortalidade. * Comparar perfis de mortalidade entre grupos populacionais, regiões e períodos. * Analisar desigualdades segundo sexo, idade e cor ou raça. * Subsidiar planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de políticas públicas de saúde.<ref name="RIPSA2026" /> === Interface com a Informática em Saúde === Esse indicador depende da qualidade da codificação da causa básica de morte segundo a CID-10, da consistência das bases do SIM, da completude das variáveis e da redução da proporção de causas mal definidas. Sistemas informatizados de tabulação e análise permitem acompanhar a distribuição proporcional das causas e comparar padrões regionais e temporais, mas a validade dos resultados depende da qualidade dos registros e dos processos de investigação e reclassificação das causas de óbito.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Morais2017">Morais RM, Costa AL. Uma avaliação do Sistema de Informações sobre Mortalidade. ''Saúde em Debate''. 2017.</ref> <ref name="Marinho2019">Marinho MF, et al. Dados para a saúde: impacto na melhoria da qualidade da informação sobre causas de óbito no Brasil. ''Revista Brasileira de Epidemiologia''. 2019.</ref> <ref name="Lopes2018">Lopes AS, et al. Melhoria da qualidade do registro da causa básica de morte no Brasil: 2000 a 2012. ''Epidemiologia e Serviços de Saúde''. 2018.</ref> === Limitações === * Não expressa risco de morte. * Depende da qualidade do preenchimento da Declaração de Óbito e da definição correta da causa básica. * Seu uso é limitado quando há elevada proporção de óbitos por causas mal definidas ou sem assistência médica. * Sofre influência da composição etária e sexual da população, o que condiciona a frequência de óbitos em determinados grupos de causas. * Pode ocultar mudanças reais na magnitude de uma causa quando analisado isoladamente, sem coeficientes específicos. * Está sujeita às limitações do SIM, incluindo sub-registro, incompletude e necessidade de investigação e redistribuição de causas mal definidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Marinho2019" /> <ref name="Lopes2018" /> === Periodicidade === O indicador é calculado, em geral, com periodicidade anual, a partir da consolidação dos dados do SIM.<ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === Pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões metropolitanas e municípios, desde que haja qualidade adequada na informação sobre causas de morte.<ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A mortalidade proporcional por grupo de causas pode ser analisada segundo: * sexo * faixa etária * cor ou raça * escolaridade * local de residência * ano do óbito * grupos de causas da CID-10<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> == Razão entre taxas de mortalidade == === Definição === A razão entre taxas de mortalidade é uma medida comparativa obtida pela divisão da taxa de mortalidade de um grupo pela taxa de mortalidade de outro grupo, em um mesmo local e período. Quando aplicada à comparação entre sexos, expressa quantas vezes a mortalidade masculina é maior ou menor que a feminina, ou vice-versa, a depender da ordem adotada na razão. Trata-se de medida sintética de comparação entre grupos, útil para descrever desigualdades na mortalidade segundo características populacionais, como sexo, idade, local de residência ou outro estrato de interesse.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Chor1992">Chor D, Duchiade MP, Jourdan AMF. Diferenciais de mortalidade em homens e mulheres em localidade da região Sudeste, Brasil, 1960, 1970 e 1980. ''Revista de Saúde Pública''. 1992;26(4):246-255.</ref> === Unidade de medida === Razão adimensional. === Fontes de dados === A razão entre taxas de mortalidade não constitui, em si, uma fonte primária de dados. Ela é obtida a partir de taxas de mortalidade já calculadas para grupos distintos da população. No exemplo deste exercício, as taxas utilizadas como base são derivadas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e de estimativas populacionais produzidas com base em informações do IBGE e da RIPSA.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Reboucas2025">Rebouças P, et al. Avaliação da qualidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade: uma scoping review. ''Ciência & Saúde Coletiva''. 2025.</ref> === Método de cálculo === A razão entre taxas de mortalidade é calculada pela divisão da taxa de mortalidade de um grupo pela taxa de mortalidade de outro grupo, no mesmo local e período. <math>RTM = \frac{TM_{grupo\ 1}}{TM_{grupo\ 2}}</math> onde: RTM = razão entre taxas de mortalidade TM₍grupo 1₎ = taxa de mortalidade do grupo de interesse TM₍grupo 2₎ = taxa de mortalidade do grupo de referência No caso da comparação entre sexos, quando se adota a razão masculino/feminino: <math>RTM_{M/F} = \frac{TM_{masculino}}{TM_{feminino}}</math> === Exemplo === Se a taxa de mortalidade masculina por lesão de trânsito em determinado município for 24,0 por 100 mil habitantes e a taxa feminina for 6,0 por 100 mil habitantes, a razão masculino/feminino será: <math>RTM_{M/F} = \frac{24,0}{6,0} = 4,0</math> Nesse exemplo, a mortalidade masculina por lesão de trânsito é quatro vezes a mortalidade feminina no mesmo local e período. === Interpretação === Valores maiores que 1 indicam que a taxa de mortalidade do numerador é superior à do denominador. Valor igual a 1 indica igualdade entre os grupos comparados. Valores menores que 1 indicam que a taxa do numerador é inferior à do denominador. Quando se utiliza a razão masculino/feminino, valores acima de 1 indicam sobremortalidade masculina. A interpretação dessa medida depende da comparabilidade entre as taxas utilizadas. Quando se empregam taxas brutas ou não padronizadas por idade, diferenças na composição etária dos grupos comparados podem influenciar o resultado. Por isso, em comparações entre áreas ou períodos, recomenda-se cautela e, quando pertinente, o uso de taxas padronizadas. Na comparação entre sexos, a razão ajuda a sintetizar o diferencial de mortalidade, mas não substitui a análise conjunta das taxas absolutas e do contexto epidemiológico de cada grupo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Chor1992" /> === Usos principais === * Comparar a mortalidade entre grupos populacionais. * Descrever desigualdades segundo sexo, idade, território ou outras características. * Sintetizar a magnitude do diferencial de mortalidade entre dois grupos. * Apoiar análises descritivas da situação de saúde. * Subsidiar monitoramento e avaliação de iniquidades em saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> === Interface com a Informática em Saúde === Essa medida depende da disponibilidade de sistemas informatizados capazes de produzir taxas estratificadas por sexo, idade, causa e local de residência. No contexto brasileiro, o cálculo pode ser operacionalizado com dados do SIM e tabulações em plataformas como o Tabnet/Datasus. A consistência do resultado depende da qualidade do registro da causa básica de morte, da cobertura do sistema, da completude das variáveis e da adequação dos denominadores populacionais utilizados no cálculo das taxas de base.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Lima2009">Lima CRA, Schramm JMA, Coeli CM, Silva MEM. Revisão das dimensões de qualidade dos dados e métodos aplicados na avaliação dos sistemas de informação em saúde. ''Cadernos de Saúde Pública''. 2009;25(10):2095-2109.</ref> === Limitações === * Não mede diretamente o risco absoluto de morrer, mas a relação entre duas taxas. * Depende da validade das taxas que compõem o numerador e o denominador. * Pode ser influenciada por diferenças na estrutura etária dos grupos comparados, quando se utilizam taxas não padronizadas. * Pode ser instável em populações pequenas ou em situações com pequeno número de óbitos. * Sua interpretação isolada pode ocultar diferenças importantes na magnitude absoluta das taxas comparadas. * Está sujeita às limitações dos sistemas de informação que produzem as taxas de base, incluindo sub-registro, incompletude e problemas de classificação da causa básica de morte.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Lima2009" /> === Periodicidade === Pode ser calculada com a mesma periodicidade das taxas de mortalidade que lhe servem de base, em geral anual.<ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === Pode ser calculada para qualquer recorte territorial em que haja disponibilidade de taxas comparáveis, como Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios. Sua utilidade depende da qualidade dos dados e da estabilidade das taxas nos grupos comparados.<ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A razão entre taxas de mortalidade pode ser analisada segundo: * sexo * faixa etária * local de residência * ano * grupos de causas da CID-10 * raça/cor * escolaridade, quando disponível<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> === Indicadores que podem servir de base para o cálculo === No exercício proposto, a razão foi calculada a partir de três indicadores de mortalidade: * '''Taxa de mortalidade por lesão de trânsito''': taxa de mortalidade específica por lesão de trânsito na população, em um local e ano de referência, calculada por 100 mil habitantes; inclui causas codificadas entre V01 e V89 da CID-10.<ref name="RIPSA2026" /> * '''Taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis''': taxa de mortalidade entre 30 e 69 anos por doenças cardiovasculares, neoplasias malignas, diabetes mellitus e doenças respiratórias crônicas, em local e ano de referência.<ref name="RIPSA2026" /> * '''Taxa de mortalidade específica por doenças infecciosas e parasitárias''': taxa de mortalidade por esse grupo de causas na população residente, em local e ano de referência, calculada por 100 mil habitantes.<ref name="RIPSA2026" /> == Taxa de incidência de aids == === Definição === A taxa de incidência de aids expressa o número de casos incidentes confirmados de síndrome de imunodeficiência adquirida (aids), diagnosticados na população residente, em determinado local e ano de referência. Trata-se de um indicador de morbidade que descreve a ocorrência de casos novos da doença na população. Os casos de aids são codificados como B20-B24 na CID-10.<ref name="RIPSA2026">Rede Interagencial de Informações para a Saúde. Comitê de Gestão de Indicadores de Morbidade. ''MRB.2.01 – Taxa de incidência de aids'' [Internet]. Brasília: Ripsa; 2026. 5 p. Disponível em: https://www.ripsa.org.br/fichasidb. doi:10.5281/zenodo.18637141.</ref> <ref name="Batista2023">Batista JFC, Martins-Melo FR, Almeida APM, Lima MS, Heukelbach J, Alencar CH. Distribuição espacial e tendência temporal da AIDS no Brasil e regiões entre 2005 e 2020. ''Rev Bras Epidemiol''. 2023;26:e230002.</ref> === Unidade de medida === Taxa, expressa em número de casos por 100.000 habitantes.<ref name="RIPSA2026" /> === Fontes de dados === As informações são obtidas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), no Sistema de Controle de Exames Laboratoriais (Siscel) e no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom).<ref name="RIPSA2026" /> Para o denominador, utiliza-se a população residente no mesmo local e ano de referência.<ref name="RIPSA2026" /> A utilidade analítica do indicador depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica para detectar, notificar, investigar e confirmar os casos, bem como da integração e da consistência entre as bases utilizadas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019">Tombini LHT, Freitas HMBM, Krainski ET, et al. Size of the adult HIV-infected population adjusted for case underreporting in Brazil. ''J Int AIDS Soc''. 2019;22(9):e25376.</ref> === Método de cálculo === A taxa de incidência de aids é calculada pela razão entre o número de casos incidentes confirmados de aids e a população residente, em um mesmo local e ano de referência, multiplicada por 100.000.<ref name="RIPSA2026" /> <math>TIA = \frac{N_{casos\ incidentes\ confirmados\ de\ aids}}{Populacao\ residente} \times 100.000</math> onde: TIA = taxa de incidência de aids N₍casos incidentes confirmados de aids₎ = número de casos novos confirmados de aids no local e ano de referência População residente = população total estimada de residentes no mesmo local e ano de referência === Exemplo === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Local !! Casos novos de aids !! População residente !! Taxa de incidência (por 100.000 hab.) |- | Município X || 45 || 250.000 || 18,0 |- | Município Y || 20 || 100.000 || 20,0 |- | Município Z || 12 || 80.000 || 15,0 |} Nesse exemplo, o Município Y apresenta a maior taxa de incidência de aids, com 20,0 casos por 100.000 habitantes. === Interpretação === O indicador expressa a magnitude da doença. Em análise de série temporal, permite avaliar a evolução temporal e a distribuição geográfica da taxa de incidência de aids.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Batista2023" /> Também indica a existência de condições favoráveis à transmissão da doença por via sexual, sanguínea ou vertical.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Dourado2006">Dourado I, Veras MASM, Barreira D, Brito AM. Tendências da epidemia de Aids no Brasil após a terapia antirretroviral. ''Rev Saude Publica''. 2006;40(spe):9-17.</ref> Entretanto, não reflete a situação atual da infecção pelo HIV no período de referência, mas a ocorrência da doença aids, cujos sinais e sintomas surgem, em geral, após longo período de infecção assintomática.<ref name="RIPSA2026" /> Por isso, sua interpretação deve ser feita em conjunto com outros indicadores do HIV/aids, especialmente os relacionados ao diagnóstico, à infecção pelo HIV e ao cuidado em saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Melo2021">Melo MC, Donalisio MR, Cordeiro R. Tendência da incidência de HIV-aids segundo diferentes critérios diagnósticos em Campinas-SP, Brasil, de 1980 a 2016. ''Cien Saude Colet''. 2021;26(3):1143-1154.</ref> === Usos principais === * Analisar as variações populacionais, geográficas e temporais da distribuição da taxa de incidência de aids. * Contribuir para a vigilância epidemiológica e para a avaliação das ações de controle da aids. * Subsidiar processos de planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas ao controle da transmissão do HIV/aids em áreas e populações específicas.<ref name="RIPSA2026" /> === Interface com a Informática em Saúde === Esse indicador depende da interoperabilidade entre sistemas de notificação, mortalidade, exames laboratoriais e logística de medicamentos.<ref name="RIPSA2026" /> Sua validade é influenciada pela completude dos registros, pela oportunidade da notificação, pela aplicação dos critérios de definição de caso e pela consistência entre as bases utilizadas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019" /> Painéis e sistemas informatizados permitem desagregação por faixa etária, sexo e município, ampliando seu uso para vigilância, gestão e análise territorial.<ref name="RIPSA2026" /> === Limitações === * Depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica, em cada área geográfica, para detectar, notificar, investigar e realizar testes laboratoriais específicos para a confirmação diagnóstica da aids.<ref name="RIPSA2026" /> * Pode sofrer influência de atraso diagnóstico, subnotificação e heterogeneidade da qualidade dos sistemas de informação entre áreas geográficas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019" /> * Não reflete diretamente a incidência da infecção pelo HIV, mas a incidência da fase clínica aids.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Melo2021" /> == Consultas Médicas por Habitante == === Definição === O indicador Consultas Médicas por Habitante expressa o número médio de atendimentos médicos realizados em um determinado território e período, em relação à população residente. Corresponde à razão entre o total de consultas médicas registradas nos serviços de saúde e o número total de habitantes da área analisada. Esse indicador mede o nível de utilização dos serviços médicos e reflete, de forma indireta, o acesso da população à atenção ambulatorial. Também é utilizado para avaliar a capacidade de oferta dos serviços de saúde, a cobertura da atenção básica e a equidade no uso dos recursos disponíveis.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Unidade de medida === Número médio de consultas médicas por habitante, expresso em valores absolutos (consultas/habitante/ano). O resultado é obtido como um valor decimal e indica a quantidade média anual de consultas médicas realizadas por pessoa residente em determinado território. Exemplo de interpretação: um valor de 2,5 consultas por habitante significa que, em média, cada morador realizou duas a três consultas médicas ao longo do ano.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Informação e Saúde Digital. ''Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.</ref> === Fontes de dados === As informações para o cálculo do indicador Consultas Médicas por Habitante são obtidas a partir dos registros do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), do Ministério da Saúde. Esse sistema consolida dados de atendimentos médicos realizados na rede pública, incluindo unidades básicas de saúde, policlínicas, ambulatórios especializados e hospitais com atendimento ambulatorial. Fontes complementares: * e-SUS Atenção Primária – sistema utilizado para o registro das consultas médicas realizadas na atenção primária. * Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) – utilizado em séries históricas anteriores. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – fornece as estimativas populacionais utilizadas como denominador no cálculo do indicador. Essas bases permitem a análise da oferta e utilização de serviços médicos e possibilitam comparações entre regiões, períodos e níveis de atenção à saúde.<ref name="MSSIA" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número total de consultas médicas realizadas em determinado território e período e a população residente na mesma área e período. A fórmula é: <math>CMH = \frac{N_{consultas}}{P}</math> onde: CMH = consultas médicas por habitante N₍consultas₎ = número total de consultas médicas realizadas P = população residente no mesmo período O resultado indica o número médio de consultas médicas realizadas por habitante em um ano. Recomenda-se calcular o indicador separadamente para o total de consultas do Sistema Único de Saúde (SUS) e, quando possível, incluir estimativas da rede privada para uma visão mais abrangente do acesso aos serviços médicos. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=N_consultas/P` Por exemplo, se em um município foram registradas 500.000 consultas médicas e a população estimada era de 250.000 habitantes, o resultado será 2,0 consultas médicas por habitante no período.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Consultas médicas registradas (SIA/SUS, 2022) !! População (Censo 2022) !! Consultas por habitante |- | '''Norte''' || 47.800.000 || 18.906.962 || 2,53 |- | '''Nordeste''' || 137.600.000 || 54.644.582 || 2,52 |- | '''Sudeste''' || 317.000.000 || 84.847.187 || 3,74 |- | '''Sul''' || 118.500.000 || 29.933.315 || 3,96 |- | '''Centro-Oeste''' || 55.300.000 || 16.298.734 || 3,39 |- | '''Brasil''' || 676.200.000 || 203.062.512 || 3,33 |} Fontes: Ministério da Saúde – SIA/SUS/DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados mostram que: * As regiões '''Sul''' e '''Sudeste''' apresentam as maiores médias de consultas médicas por habitante, refletindo maior cobertura e disponibilidade de serviços de saúde. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' mantêm níveis mais baixos, o que pode indicar desigualdades de acesso ou menor oferta de serviços. * O valor médio nacional em 2022 foi de aproximadamente '''3,3 consultas médicas por habitante'''. === Interpretação === O indicador Consultas Médicas por Habitante expressa o nível médio de utilização dos serviços médicos por parte da população. Valores mais altos indicam maior número de consultas realizadas, o que pode refletir maior acesso aos serviços de saúde ou, em alguns casos, utilização excessiva de atendimentos. Valores baixos podem sugerir barreiras de acesso, insuficiência de oferta de profissionais ou sub-registro de consultas. A interpretação do indicador deve considerar fatores como: * estrutura etária da população (idosos tendem a utilizar mais os serviços de saúde); * cobertura da atenção básica e disponibilidade de médicos; * perfil epidemiológico e prevalência de doenças crônicas; * participação do setor privado, que pode não estar completamente registrada nos sistemas públicos de informação. A análise conjunta com outros indicadores, como cobertura da Estratégia Saúde da Família e internações por condições sensíveis à atenção primária, permite uma compreensão mais precisa do acesso e da resolutividade da rede de serviços.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O indicador Consultas Médicas por Habitante é utilizado para avaliar o acesso e a utilização dos serviços de saúde pela população. Entre os principais usos estão: * Monitorar a disponibilidade e o uso dos serviços médicos ambulatoriais. * Avaliar o desempenho da rede assistencial e o alcance das políticas de atenção primária. * Estimar a necessidade de recursos humanos e de infraestrutura em saúde. * Identificar desigualdades regionais e populacionais no acesso aos serviços médicos. * Apoiar o planejamento e a avaliação das ações do Sistema Único de Saúde (SUS). * Comparar a utilização de serviços entre setores público e privado, quando as informações estiverem disponíveis. O indicador também contribui para estudos sobre eficiência dos sistemas de saúde, alocação de recursos e impacto de políticas de ampliação do acesso à atenção primária.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> <ref name="MSSIA" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, o acompanhamento desse indicador exige consolidação de registros ambulatoriais, identificação adequada do estabelecimento e padronização dos procedimentos informados. A integração entre SIA/SUS, e-SUS APS, sistemas locais e ferramentas de regulação melhora a leitura do acesso, reduz duplicidades analíticas e permite monitorar a produção com maior granularidade.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação do indicador Consultas Médicas por Habitante está relacionada à cobertura das fontes de dados. O Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) registra apenas as consultas realizadas na rede pública, não incluindo o volume de atendimentos ocorridos em serviços privados e planos de saúde, o que pode subestimar o número total de consultas. Outras limitações incluem: * Sub-registro ou inconsistências no preenchimento das Autorizações de Procedimentos Ambulatoriais e Boletins de Produção Ambulatorial. * Diferenças nas formas de registro entre os sistemas SIA/SUS, e-SUS APS e SIAB, dificultando comparações entre anos e regiões. * Ausência de distinção entre consultas iniciais e de retorno, o que pode superestimar o volume real de atendimento individual. * Influência de fatores contextuais, como disponibilidade de médicos, perfil etário da população e prevalência de doenças crônicas, que impactam o número médio de consultas. Essas limitações devem ser consideradas ao interpretar o indicador e em comparações entre regiões e períodos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) são coletados e atualizados de forma contínua em todo o território nacional. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, de acordo com a necessidade de análise e a disponibilidade dos dados populacionais utilizados como denominador. Na prática, a periodicidade anual é a mais utilizada, pois permite comparações entre regiões e anos, além de reduzir oscilações sazonais na produção de atendimentos. Os dados são disponibilizados pelo Ministério da Saúde por meio do DATASUS, geralmente no ano subsequente ao de referência.<ref name="MSSIA" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador Consultas Médicas por Habitante possui cobertura nacional, com informações disponíveis para todos os entes federativos que alimentam regularmente o Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Tipo de estabelecimento de saúde (atenção básica, especializada, hospitalar) Os dados do SIA/SUS abrangem todos os atendimentos realizados na rede pública de saúde, enquanto as informações sobre o setor privado ainda são limitadas. Essa cobertura permite análises comparativas entre regiões e o acompanhamento de desigualdades no acesso e na utilização dos serviços médicos.<ref name="MSSIA" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise do indicador Consultas Médicas por Habitante pode ser feita segundo diferentes dimensões demográficas, sociais e institucionais, permitindo identificar desigualdades no acesso e na utilização dos serviços de saúde. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios, zonas urbana e rural) * Tipo de estabelecimento (atenção básica, especializada, hospitalar) * Tipo de financiamento (SUS e não SUS, quando disponível) * Escolaridade e condição socioeconômica da população atendida * Ano de referência (para análise temporal) Essas categorias permitem avaliar a equidade no acesso às consultas médicas, identificar grupos populacionais com menor utilização dos serviços e apoiar o planejamento de políticas voltadas à ampliação da cobertura e da resolutividade da atenção ambulatorial.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas == === Definição === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas corresponde à distribuição percentual das internações realizadas em estabelecimentos de saúde segundo os grupos de causas definidas pela Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10). O indicador expressa o peso relativo de cada grupo de causas no total de hospitalizações ocorridas em determinado território e período. Permite identificar o perfil de morbidade hospitalar da população, evidenciando as principais causas de internação e subsidiando o planejamento das ações e políticas de saúde. Também é utilizado para avaliar o impacto de doenças agudas e crônicas sobre o sistema hospitalar e monitorar as mudanças no perfil epidemiológico ao longo do tempo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/sistema-de-informacoes-hospitalares-sih-sus/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de internações hospitalares atribuídas a um determinado grupo de causas em relação ao total de internações ocorridas no mesmo período e território. O valor é apresentado com uma ou duas casas decimais e deve ser calculado separadamente para cada grupo de causas segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10). Esse formato permite comparações entre regiões e períodos, bem como a análise da participação relativa de diferentes causas de hospitalização.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas são obtidas a partir do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), administrado pelo Ministério da Saúde. O SIH/SUS reúne dados das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH), que registram informações sobre diagnóstico principal, procedimento realizado, duração da internação e desfecho do atendimento. Fontes complementares: * Sistema de Informações de Saúde Suplementar (ANS) – fornece dados sobre internações na rede privada de planos de saúde, quando disponíveis. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para estimativas populacionais, quando se deseja calcular taxas de internação. * Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10) – define os grupos e capítulos de causas utilizados na classificação das internações. Essas bases permitem identificar o perfil de morbidade hospitalar e apoiar o planejamento e a gestão dos serviços hospitalares no país.<ref name="MSSIH" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de internações hospitalares atribuídas a determinado grupo de causas, segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão, e o total de internações registradas no mesmo período e território, multiplicada por 100. A fórmula é: <math>PI = \frac{N_{gc}}{N_{total}} \times 100</math> onde: PI = proporção de internações hospitalares por grupo de causas (%) N₍gc₎ = número de internações hospitalares de um grupo específico de causas N₍total₎ = número total de internações hospitalares registradas no mesmo período e local O cálculo pode ser realizado para capítulos ou categorias específicas da CID-10, conforme o objetivo da análise, como doenças infecciosas, doenças do aparelho circulatório ou causas externas. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=(N_gc/N_total)*100` Por exemplo, se um município registrou 2.000 internações por doenças do aparelho respiratório em um total de 10.000 internações no ano, a proporção será 20%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Grupo de causas (CID-10) !! Internações (SIH/SUS, 2022) !! Proporção (%) sobre o total |- | Doenças do aparelho respiratório (J00–J99) || 1.142.850 || 13,8 |- | Gravidez, parto e puerpério (O00–O99) || 1.092.260 || 13,2 |- | Doenças do aparelho circulatório (I00–I99) || 970.540 || 11,7 |- | Doenças do aparelho digestivo (K00–K93) || 858.430 || 10,3 |- | Doenças infecciosas e parasitárias (A00–B99) || 604.270 || 7,3 |- | Lesões, envenenamentos e causas externas (S00–T98 e V01–Y98) || 412.690 || 5,0 |- | Neoplasias (C00–D48) || 375.850 || 4,5 |- | Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (E00–E90) || 285.300 || 3,4 |- | Doenças do aparelho geniturinário (N00–N99) || 278.120 || 3,3 |- | Doenças do sistema nervoso (G00–G99) || 230.850 || 2,8 |- | Outras causas (demais capítulos da CID-10) || 2.150.840 || 25,7 |- | '''Total''' || '''8.402.000''' || '''100,0''' |} Fontes: Ministério da Saúde – SIH/SUS/DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados indicam que: * As principais causas de internação hospitalar no SUS em 2022 foram doenças do aparelho respiratório, condições relacionadas à gravidez e doenças do aparelho circulatório. * Internações por causas externas representaram cerca de 5% do total. * O padrão reflete a transição epidemiológica, com predomínio crescente de doenças crônicas e degenerativas sobre as infecciosas. === Interpretação === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas permite identificar o perfil de morbidade hospitalar de uma população e avaliar o impacto relativo das diferentes doenças e agravos sobre o sistema hospitalar. Valores mais elevados para determinados grupos de causas indicam maior frequência de hospitalizações associadas a essas condições. Por exemplo, uma alta proporção de internações por doenças do aparelho respiratório pode refletir surtos sazonais, como influenza ou pneumonia, enquanto o predomínio de causas circulatórias pode indicar o peso crescente das doenças crônicas não transmissíveis. O indicador também auxilia na identificação de transições epidemiológicas e na avaliação da efetividade da atenção básica: reduções nas internações por condições sensíveis à atenção primária podem indicar melhoria no cuidado ambulatorial e prevenção de agravos. A análise deve considerar fatores como estrutura etária, cobertura assistencial, práticas de registro e variações sazonais, que podem influenciar o número e a distribuição das internações hospitalares.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O indicador é amplamente utilizado para analisar o perfil de morbidade hospitalar e subsidiar o planejamento de ações e políticas de saúde. Entre seus principais usos estão: * Identificar as principais causas de internação e seus padrões regionais e temporais. * Avaliar o impacto das doenças transmissíveis e crônicas sobre o sistema hospitalar. * Monitorar a transição epidemiológica e o peso relativo das causas de internação por faixa etária e sexo. * Apoiar o planejamento da rede hospitalar e a alocação de recursos financeiros e humanos. * Avaliar a efetividade da atenção primária por meio do acompanhamento das internações por condições sensíveis à atenção básica. * Subsidiar estudos sobre carga de doenças e perfil de utilização dos serviços hospitalares. O indicador também serve de base para análises de custo e de eficiência hospitalar, permitindo estimar o impacto econômico das principais causas de hospitalização no Sistema Único de Saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, esse indicador depende da padronização diagnóstica nas AIH, da integridade dos registros hospitalares e da possibilidade de tabulação automatizada por capítulos e grupos da CID-10. Sistemas analíticos e painéis interativos permitem monitorar padrões de internação, comparar territórios e apoiar a gestão hospitalar e a vigilância em saúde.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação do indicador é que o SIH/SUS registra predominantemente internações financiadas pelo SUS, o que restringe a representação da rede privada não conveniada. Também podem ocorrer distorções associadas à qualidade do preenchimento da AIH, à codificação diagnóstica e a diferenças nos critérios de internação entre serviços e regiões. Outras limitações incluem: * sub-registro ou inconsistências no diagnóstico principal; * influência da oferta local de leitos e da organização da rede hospitalar; * possibilidade de reinternações serem contadas como novos eventos; * dificuldade de interpretação isolada, sem considerar taxas e outros indicadores assistenciais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) são coletados de forma contínua e consolidados mensalmente, com atualização regular nas bases do DATASUS. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, conforme o objetivo da análise e a necessidade de acompanhamento das tendências. A periodicidade anual é a mais utilizada, pois permite comparações entre períodos e regiões, além de reduzir variações sazonais decorrentes de surtos epidêmicos ou flutuações temporárias na demanda hospitalar. Os dados são disponibilizados publicamente pelo Ministério da Saúde por meio do portal DATASUS, geralmente no início do ano subsequente ao período de referência.<ref name="MSSIH" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional e é calculado a partir dos registros do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), que abrange os estabelecimentos vinculados ao Sistema Único de Saúde. As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Tipo de estabelecimento Embora o SIH/SUS concentre as internações financiadas pelo SUS, a cobertura é ampla e representativa da realidade hospitalar brasileira, especialmente em contextos de maior dependência do sistema público. Os dados permitem comparações territoriais e análises sobre o perfil de morbidade hospitalar em diferentes contextos populacionais e assistenciais.<ref name="MSSIH" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas pode ser analisada segundo diferentes variáveis demográficas, clínicas e territoriais, permitindo identificar padrões de morbidade e desigualdades regionais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Capítulo ou grupo de causas segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10) * Local de residência e de ocorrência da internação * Tipo de estabelecimento * Regime de internação (urgência/emergência ou eletiva) * Ano de referência Essas categorias permitem compreender a distribuição das internações por perfil epidemiológico e subsidiar o planejamento e a organização da rede hospitalar conforme as necessidades de saúde da população.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Leitos Hospitalares == === Definição === O indicador '''Leitos hospitalares por população''' expressa a relação entre o número de leitos hospitalares disponíveis para internação e a população residente, em determinado território e período. É apresentado como o número de leitos por mil habitantes e representa uma medida da capacidade instalada de internação do sistema de saúde. Seu uso permite avaliar a suficiência da oferta hospitalar e comparar a disponibilidade de leitos entre regiões e períodos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES">Brasil. Ministério da Saúde. ''Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://cnes.datasus.gov.br/.</ref> === Unidade de medida === Número de leitos hospitalares por 1.000 habitantes. === Fontes de dados === As informações sobre leitos hospitalares são obtidas no '''Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)''', do Ministério da Saúde. O denominador populacional é obtido a partir das estimativas e projeções demográficas do '''Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)'''.<ref name="MSCNES" /> <ref name="IBGE" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de leitos hospitalares disponíveis e a população residente no mesmo território e período, multiplicada por 1.000. <math>LH = \frac{N_{leitos}}{P} \times 1000</math> onde: LH = leitos hospitalares por 1.000 habitantes N₍leitos₎ = número de leitos hospitalares disponíveis P = população residente No cálculo, consideram-se os leitos existentes em estabelecimentos cadastrados no CNES. Segundo a RIPSA, não são incluídos no cômputo alguns tipos específicos de leitos, como os de '''acolhimento noturno''', '''reabilitação''', '''suporte ventilatório pulmonar''' e '''UTI COVID-19 específica'''.<ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Leitos hospitalares (CNES, dez/2022) !! População (Censo 2022) !! Leitos por 1.000 habitantes |- | '''Norte''' || 32.480 || 18.906.962 || 1,72 |- | '''Nordeste''' || 98.215 || 54.644.582 || 1,80 |- | '''Sudeste''' || 201.320 || 84.847.187 || 2,37 |- | '''Sul''' || 72.890 || 29.933.315 || 2,44 |- | '''Centro-Oeste''' || 35.430 || 16.298.734 || 2,17 |- | '''Brasil''' || 440.335 || 203.062.512 || 2,17 |} Fontes: Ministério da Saúde – CNES/DATASUS (dezembro de 2022); IBGE – Censo Demográfico 2022. === Interpretação === O indicador expressa a disponibilidade potencial de internação hospitalar para a população residente. Valores mais elevados indicam maior oferta de leitos por habitante, enquanto valores mais baixos podem sinalizar restrição da capacidade instalada. Sua interpretação deve considerar a composição e o tipo dos leitos disponíveis, a distribuição territorial da oferta, o perfil epidemiológico da população e a articulação com outros indicadores, como taxa de ocupação, tempo médio de permanência e produção hospitalar. Diferenças regionais podem refletir desigualdades estruturais na rede de atenção à saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a capacidade instalada de internação hospitalar. * Comparar a disponibilidade de leitos entre regiões e períodos. * Subsidiar o planejamento e a regionalização da rede hospitalar. * Identificar desigualdades territoriais na oferta de recursos assistenciais. * Apoiar análises de suficiência da infraestrutura hospitalar. <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === O indicador depende da atualização regular do CNES e da integração entre bases cadastrais, assistenciais e populacionais. Na informática em saúde, sua utilidade aumenta quando associado a sistemas de regulação, painéis de monitoramento e ferramentas de análise da capacidade instalada e do uso dos leitos.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === * Depende da qualidade e da atualização dos registros do CNES. * Não expressa, isoladamente, a utilização efetiva dos leitos. * Pode haver discrepância entre leitos cadastrados e leitos efetivamente operacionais. * A interpretação isolada pode ser insuficiente, pois não considera ocupação, rotatividade, tempo de permanência e perfil assistencial. * Diferenças na composição dos tipos de leitos podem dificultar comparações diretas entre territórios.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do CNES são atualizados continuamente e podem ser analisados com periodicidade mensal ou anual. Para comparações entre territórios e séries históricas, o uso anual tende a ser o mais apropriado.<ref name="MSCNES" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios, conforme a disponibilidade e a qualidade dos dados cadastrais e populacionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> <ref name="IBGE" /> === Categorias sugeridas para análise === O indicador pode ser analisado segundo: * tipo de leito * vínculo ao SUS * natureza jurídica do estabelecimento * localização geográfica * esfera administrativa * ano de referência <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> == Cobertura de Planos Privados de Saúde == === Definição === A Cobertura de Planos Privados de Saúde expressa a proporção da população residente que possui vínculo ativo a algum plano ou seguro de assistência médica, hospitalar ou odontológica. O indicador mede o grau de participação da saúde suplementar na cobertura populacional de um território, em determinado período. Reflete a inserção da população no setor privado de saúde e permite avaliar a relação entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e o setor suplementar, bem como desigualdades de acesso aos serviços de saúde entre grupos sociais e regiões.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS">Agência Nacional de Saúde Suplementar. ''Sala de Situação''. Rio de Janeiro: ANS. Disponível em: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/analise-de-situacao/sala-de-situacao.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de pessoas cobertas por planos ou seguros privados de assistência à saúde em relação à população total residente em determinado território e período. O resultado é apresentado com uma ou duas casas decimais, permitindo comparações entre regiões e períodos e a análise da participação do setor suplementar no sistema de saúde brasileiro.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Cobertura de Planos Privados de Saúde são obtidas a partir dos registros administrativos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula e supervisiona o setor de planos e seguros de saúde no Brasil. Os dados são provenientes do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB/ANS), que reúne o número de vínculos ativos por tipo de plano, operadora e local de residência do beneficiário. Fontes complementares: * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para o denominador populacional. * Pesquisas domiciliares, como a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), que podem complementar a análise da cobertura autorreferida. * Bases da saúde suplementar e relatórios analíticos da ANS. Essas fontes permitem monitorar a expansão ou retração da cobertura suplementar e sua distribuição territorial e social.<ref name="ANS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de vínculos ativos a planos privados de assistência à saúde e a população residente no mesmo território e período, multiplicada por 100. <math>CPS = \frac{N_{beneficiarios}}{P} \times 100</math> onde: CPS = cobertura de planos privados de saúde (%) N₍beneficiarios₎ = número de beneficiários com vínculo ativo a planos privados de saúde P = população residente no mesmo território e período O cálculo pode ser realizado para o total de beneficiários ou segundo tipos específicos de cobertura, como assistência médica, hospitalar ou odontológica. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=(N_beneficiarios/P)*100` Por exemplo, se um estado possui 2.500.000 beneficiários de planos privados e uma população de 10.000.000 habitantes, a cobertura será de 25,0%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Beneficiários de planos médico-hospitalares !! População residente !! Cobertura (%) |- | '''Norte''' || 2.060.000 || 18.906.962 || 10,9 |- | '''Nordeste''' || 7.420.000 || 54.644.582 || 13,6 |- | '''Sudeste''' || 28.940.000 || 84.847.187 || 34,1 |- | '''Sul''' || 8.160.000 || 29.933.315 || 27,3 |- | '''Centro-Oeste''' || 4.620.000 || 16.298.734 || 28,3 |- | '''Brasil''' || 51.200.000 || 203.062.512 || 25,2 |} Fontes: Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS (2022); IBGE – Censo Demográfico 2022. Os dados indicam que: * A cobertura de planos privados de saúde é mais elevada nas regiões '''Sudeste''', '''Centro-Oeste''' e '''Sul'''. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' apresentam menor inserção da saúde suplementar. * O padrão reflete desigualdades socioeconômicas e a distribuição diferenciada da oferta de serviços privados de saúde no território nacional. === Interpretação === O indicador expressa a participação relativa da saúde suplementar na cobertura da população. Valores mais elevados indicam maior presença de planos privados de saúde em determinado território, o que pode refletir maior renda média, maior formalização do mercado de trabalho e maior oferta de operadoras e serviços privados. Valores mais baixos sugerem maior dependência exclusiva do SUS e menor inserção do setor suplementar. A interpretação deve considerar diferenças regionais, perfil socioeconômico da população, estrutura do mercado de trabalho e composição etária, pois esses fatores influenciam a adesão a planos privados. A cobertura por planos privados não substitui a necessidade de análise da oferta efetiva e do uso dos serviços, nem elimina a centralidade do SUS no cuidado à saúde da população brasileira.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a participação da saúde suplementar na cobertura populacional. * Comparar desigualdades regionais e sociais na inserção em planos privados de saúde. * Subsidiar análises sobre a relação entre o SUS e o setor suplementar. * Apoiar o planejamento e a regulação do sistema de saúde. * Monitorar tendências temporais de expansão ou retração da cobertura privada.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === O monitoramento desse indicador depende de bases cadastrais atualizadas, integração entre dados administrativos e denominadores populacionais confiáveis. Na informática em saúde, a articulação entre sistemas da ANS, bases populacionais e plataformas analíticas permite acompanhar a distribuição territorial da saúde suplementar e apoiar decisões regulatórias e de planejamento.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === * O indicador mede cobertura contratual, não uso efetivo dos serviços. * Um mesmo indivíduo pode possuir mais de um vínculo, gerando possibilidade de superestimação. * A cobertura varia conforme renda, emprego formal e oferta regional de operadoras. * Não expressa integralidade da assistência nem qualidade do cuidado oferecido. * Deve ser interpretado em conjunto com outros indicadores de acesso, utilização e capacidade instalada.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados da ANS são atualizados periodicamente e permitem acompanhamento mensal e anual da cobertura da saúde suplementar. Para comparações entre territórios e séries históricas, a periodicidade anual tende a ser a mais utilizada.<ref name="ANS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação e municípios, conforme a disponibilidade dos dados da ANS e dos denominadores populacionais.<ref name="ANS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A cobertura de planos privados de saúde pode ser analisada segundo: * tipo de plano * segmentação assistencial * faixa etária * sexo * localização geográfica * ano de referência * vínculo empregatício, quando disponível<ref name="RIPSA2026" /><ref name="ANS" /> == Gastos em Saúde == === Definição === O indicador '''Percentual da Despesa Total em Saúde Destinada a Cada Nível de Atenção''' expressa a distribuição dos recursos financeiros aplicados em saúde segundo os níveis de atenção do sistema: Atenção Primária à Saúde (APS) e Média e Alta Complexidade (MAC). Corresponde à proporção do gasto público total em saúde alocada para cada nível assistencial, em determinado território e período. O indicador permite avaliar o equilíbrio do financiamento entre os componentes da rede de atenção, contribuindo para a análise da priorização da APS e da sustentabilidade do sistema de saúde. A comparação entre APS e MAC auxilia na identificação de tendências de investimento e na verificação da coerência entre a alocação de recursos e as diretrizes de regionalização e integralidade do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="SIOPS">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://siops.saude.gov.br/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção da despesa total em saúde destinada a cada nível de atenção no sistema: * Atenção Primária à Saúde (APS) * Média e Alta Complexidade (MAC) O valor é calculado em relação à despesa total em ações e serviços públicos de saúde (ASPS) realizada pelo ente federativo no período de referência. A soma dos percentuais de APS e MAC tende a se aproximar de 100%, podendo haver pequenas variações devido à existência de outras categorias orçamentárias, como vigilância em saúde e gestão do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="SIOPS" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo do indicador são obtidas a partir do '''Fundo Nacional de Saúde (FNS)''', do Ministério da Saúde, que consolida os repasses e pagamentos realizados em ações e serviços públicos de saúde segundo os blocos de financiamento. Os dados permitem identificar os valores destinados à Atenção Primária à Saúde (APS) e à Média e Alta Complexidade (MAC), conforme a execução orçamentária e financeira federal. Fontes complementares: * Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) – utilizado para análises de consolidação orçamentária nas três esferas de governo. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para contextualização demográfica e macroeconômica. * Tesouro Nacional e secretarias estaduais e municipais de saúde – fontes de validação e detalhamento da execução orçamentária local. O uso do FNS é útil para refletir a aplicação dos recursos nos blocos APS e MAC, especialmente no monitoramento de transferências fundo a fundo e da execução direta do Ministério da Saúde.<ref name="MSFNS">Brasil. Ministério da Saúde. ''Fundo Nacional de Saúde (FNS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://portalfns.saude.gov.br/.</ref> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado a partir da razão entre o montante de recursos financeiros aplicados em cada nível de atenção (APS e MAC) e o total das despesas em ações e serviços públicos de saúde (ASPS), multiplicada por 100. <math>P_{nivel} = \frac{D_{nivel}}{D_{total}} \times 100</math> onde: P₍nível₎ = percentual da despesa total destinada a cada nível de atenção (APS ou MAC) D₍nível₎ = despesa executada no respectivo nível de atenção D₍total₎ = total de despesas em ações e serviços públicos de saúde As despesas de cada nível são obtidas nos registros de execução orçamentária do Fundo Nacional de Saúde, que classifica os pagamentos e transferências segundo os blocos de financiamento: * Atenção Primária à Saúde (APS) * Média e Alta Complexidade (MAC) O cálculo pode ser feito para a União, estados, municípios ou para o conjunto do país, conforme a disponibilidade de dados. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com as fórmulas: Para APS: `=(Despesa_APS/Despesa_Total)*100` Para MAC: `=(Despesa_MAC/Despesa_Total)*100` Exemplo: se um estado aplicou R$ 600 milhões em APS e R$ 1,4 bilhão em MAC, sobre um total de R$ 2 bilhões em ASPS, os percentuais serão 30% para APS e 70% para MAC.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Despesa total em saúde (R$ milhões) !! Atenção Primária (APS) !! Média/Alta Complexidade (MAC) !! % APS !! % MAC !! Razão MAC/APS |- | '''Norte''' || 38.620 || 13.260 || 21.570 || 34,3 || 55,9 || 1,63 |- | '''Nordeste''' || 107.430 || 39.820 || 57.480 || 37,1 || 53,5 || 1,44 |- | '''Sudeste''' || 183.750 || 55.620 || 114.830 || 30,3 || 62,5 || 2,06 |- | '''Sul''' || 68.940 || 21.760 || 40.910 || 31,6 || 59,4 || 1,88 |- | '''Centro-Oeste''' || 32.860 || 10.940 || 18.440 || 33,3 || 56,1 || 1,68 |- | '''Brasil''' || 431.600 || 141.400 || 253.200 || 32,8 || 58,7 || 1,79 |} Fontes: Ministério da Saúde – FNS / SIOPS / DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados mostram que: * Em 2022, aproximadamente 59% das despesas em saúde foram destinadas à Média e Alta Complexidade, enquanto cerca de 33% corresponderam à Atenção Primária. * A relação MAC/APS foi de 1,79. * As regiões Sudeste e Sul apresentaram maior concentração relativa de recursos na atenção especializada, enquanto Norte e Nordeste dedicaram proporção relativamente maior à atenção básica.<ref name="MSFNS" /> <ref name="SIOPS" /> <ref name="IBGE" /> === Interpretação === O indicador expressa o equilíbrio entre os níveis de atenção à saúde no financiamento do sistema público. Valores mais elevados de gasto na Atenção Primária à Saúde indicam maior priorização das ações de promoção, prevenção e cuidado longitudinal. Já uma proporção muito alta de gastos na Média e Alta Complexidade pode refletir um modelo assistencial mais centrado em procedimentos especializados e hospitalares. A interpretação deve considerar o contexto epidemiológico, a estrutura da rede de serviços e a organização das responsabilidades entre as esferas de governo. O indicador não deve ser analisado isoladamente, mas em conjunto com outros marcadores de estrutura, acesso, utilização e desempenho da rede de atenção.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a distribuição do financiamento entre APS e MAC. * Monitorar tendências de priorização do gasto em saúde. * Comparar perfis de financiamento entre regiões e entes federativos. * Subsidiar o planejamento, a gestão e a avaliação das redes de atenção. * Apoiar análises sobre coerência entre financiamento e modelo assistencial do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /><ref name="MSFNS" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, esse indicador depende da integração entre bases orçamentárias, financeiras e assistenciais. Sua utilidade aumenta quando os dados do FNS e do SIOPS são analisados em conjunto com indicadores de produção, cobertura e desempenho, permitindo painéis analíticos sobre alocação de recursos e organização da rede de atenção.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === As principais limitações do indicador estão relacionadas à classificação e ao registro das despesas nos sistemas orçamentários e financeiros. Embora o Fundo Nacional de Saúde permita identificar os blocos de financiamento, parte das despesas pode não estar claramente vinculada a um nível específico de atenção, dificultando a separação entre APS e MAC. Outras limitações incluem: * diferenças entre empenho, liquidação e pagamento, que podem gerar defasagens temporais nos valores registrados; * dificuldade de comparações diretas entre entes federativos, devido a variações na estrutura orçamentária e nas fontes de financiamento; * possibilidade de reclassificação contábil de despesas; * exclusão de gastos do setor privado e de outras fontes não orçamentárias; * falta de uniformidade na identificação de gastos mistos, que envolvem simultaneamente APS e MAC. Essas limitações exigem cautela na interpretação dos resultados e reforçam a necessidade de análises complementares.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados sobre despesas em saúde executadas pelo Fundo Nacional de Saúde são atualizados mensalmente, com consolidação anual dos valores executados por bloco de financiamento. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, conforme o objetivo da análise. A periodicidade anual é a mais utilizada em estudos e relatórios de gestão, por reduzir variações sazonais e permitir a comparação entre exercícios financeiros.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional e pode ser analisado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios, conforme a disponibilidade dos registros financeiros. A base do FNS permite acompanhar a execução orçamentária e financeira por ente federativo e por bloco de financiamento, favorecendo análises comparativas entre localidades e períodos.<ref name="MSFNS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === O indicador pode ser analisado segundo: * nível de atenção (APS, MAC) * esfera administrativa * localização geográfica * tipo de gestão * modalidade de repasse * ano de exercício financeiro<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Referências == <references /> j5wo4g5igjp4anl1av3w6qvrzpzhxqk 182171 182170 2026-04-23T16:51:56Z Silvamt 34408 /* Definição */ 182171 wikitext text/x-wiki Página de apoio do componente curricular "Informação e Informática em Saúde" da Universidade de Brasília. A informação em saúde resulta da coleta, organização e interpretação de dados que, isoladamente, não possuem significado analítico. Quando processados segundo critérios técnicos, esses dados transformam-se em informações úteis à formulação, implementação e avaliação de políticas e ações de saúde pública. Os sistemas de informação em saúde integram métodos, recursos humanos e tecnologias voltados à coleta, processamento, análise e disseminação de informações necessárias à gestão do Sistema Único de Saúde (SUS).<ref name="RIPSA2026">Organização Pan-Americana da Saúde; Rede Interagencial de Informações para a Saúde. ''Indicadores Básicos para a Saúde no Brasil: conceitos e aplicações''. 3. ed. Brasília, DF: OPAS, 2026.</ref> A informática em saúde refere-se à aplicação das tecnologias da informação e comunicação para o registro, armazenamento, análise e disseminação de dados de interesse sanitário. Essa área engloba sistemas computacionais, bancos de dados e redes digitais que permitem o monitoramento de indicadores e o suporte às decisões clínicas e de gestão.<ref name="Mantas2016">Mantas J. Biomedical and Health Informatics Education – the IMIA Years. ''Yearbook of Medical Informatics''. 2016:S92-S102. doi:10.15265/IY-2016-032.</ref> O componente curricular Informação e Informática em Saúde aborda os fundamentos conceituais e metodológicos da produção e uso de informações em saúde, bem como os princípios de qualidade dos dados e ética da informação. Inclui o estudo de sistemas nacionais de informação em saúde (SIM, SINASC, SINAN, SIH/SUS, SIA/SUS, CNES, SIOPS) e discute o papel das tecnologias digitais no planejamento, vigilância e avaliação das ações do SUS.<ref name="MSUFG2015">Brasil. Ministério da Saúde; Universidade Federal de Goiás. ''Análise de Situação de Saúde''. Brasília: Ministério da Saúde, 2015.</ref> <ref name="IMIA2023">Bichel-Findlay J, Koch S, Mantas J, et al. Recommendations of the International Medical Informatics Association (IMIA) on Education in Biomedical and Health Informatics: Second Revision. ''International Journal of Medical Informatics''. 2023;170:104908. doi:10.1016/j.ijmedinf.2022.104908.</ref> Na perspectiva da informática em saúde, a utilidade desses indicadores depende da padronização conceitual, da interoperabilidade entre sistemas, da qualidade dos registros, da rastreabilidade das transformações analíticas e da proteção ética das informações. O uso de prontuários eletrônicos, bancos de dados, tabuladores, painéis interativos e rotinas automatizadas de análise amplia a capacidade de monitoramento e apoio à decisão no SUS, mas também exige governança da informação, documentação de metadados e avaliação contínua da completude, consistência e oportunidade dos dados.<ref name="Mantas2016" /> <ref name="IMIA2023" /> As informações populacionais utilizadas nos sistemas de saúde derivam das projeções e estimativas demográficas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), fundamentais para o cálculo de indicadores epidemiológicos e de gestão.<ref name="IBGE">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. ''Censo Demográfico 2022''; ''Projeções e estimativas da população''. Rio de Janeiro: IBGE. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/.</ref> == População Total == === Definição === Número total de habitantes residentes em determinado território (município, estado, região ou país) em uma data de referência. Corresponde à soma das populações de ambos os sexos e de todas as idades residentes no espaço geográfico considerado. É a medida demográfica básica utilizada como denominador na maioria dos indicadores de saúde e como referência para o planejamento de políticas públicas.<ref name="RIPSA2026" /> No Brasil, os dados oficiais são produzidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nos Censos Demográficos e nas estimativas populacionais intercensitárias.<ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === * Habitantes. === Fontes de dados === As informações sobre população total são produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), órgão responsável pelas estatísticas demográficas do país. As principais bases utilizadas são: * Censos Demográficos – realizados a cada dez anos, constituem a fonte mais completa de contagem direta da população. * Contagens Populacionais – levantamentos realizados em anos intercensitários. * Estimativas e Projeções Populacionais – atualizadas anualmente, calculadas com base em nascimentos, óbitos e migrações. Os dados do IBGE são incorporados aos sistemas de informação do Sistema Único de Saúde (SUS), como o DATASUS (TABNET e TABWIN), que utilizam as estimativas populacionais para o cálculo de indicadores de saúde.<ref name="IBGE" /> O Ministério da Saúde também integra essas informações às análises de situação de saúde (ASIS) e às políticas públicas de planejamento sanitário.<ref name="MSUFG2015" /> === Método de cálculo === A População Total é obtida por meio de dois procedimentos principais: # Contagem direta durante o Censo Demográfico, realizada pelo IBGE a cada dez anos, com visita a todos os domicílios do país. # Estimativas e projeções intercensitárias, calculadas a partir das informações de nascimentos, óbitos e migrações, utilizando métodos demográficos e modelos estatísticos de crescimento populacional. As projeções utilizam como base o último censo disponível e são atualizadas anualmente, garantindo a continuidade das séries históricas. Essas estimativas são aplicadas no cálculo de indicadores epidemiológicos, como taxas de mortalidade e incidência de doenças, e em análises de situação de saúde.<ref name="RIPSA2026" /><ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População Total (habitantes) !! Densidade Demográfica (hab/km²) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 2.063.689 || 181,01 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 65.538 || 46,57 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 1.139.047 || 1.433,54 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 54.387 || 380,65 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 103.804 || 539,84 |} Esses valores evidenciam diferenças regionais significativas: * '''Campinas (SP)''' possui alta densidade demográfica, reflexo de urbanização consolidada. * '''Piripiri (PI)''' apresenta dispersão populacional e menor concentração territorial. * '''Novo Gama (GO)''' tem área reduzida e densidade elevada. * '''Manaus (AM)''' combina grande população absoluta e densidade moderada devido à extensa área municipal. === Interpretação === A População Total expressa o tamanho e a distribuição dos habitantes em um território, servindo como referência para a análise de condições de vida, cobertura de serviços e necessidades em saúde. A variação desse indicador ao longo do tempo reflete o ritmo de crescimento demográfico e o impacto de fatores como natalidade, mortalidade e migração. A análise da população total permite identificar desigualdades regionais, áreas de crescimento acelerado e locais em declínio populacional. Essas informações orientam a distribuição de recursos, o planejamento da atenção básica e a alocação de infraestrutura em saúde. O Brasil apresenta um processo avançado de transição demográfica, caracterizado pela redução da fecundidade, aumento da expectativa de vida e envelhecimento populacional. Essas transformações alteram o perfil epidemiológico e exigem ajustes nas políticas públicas, com ênfase crescente nas doenças crônicas e no cuidado de longo prazo.<ref name="MSUFG2015" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Usos principais === A População Total é utilizada como base para a maioria dos indicadores demográficos e epidemiológicos. Serve como denominador no cálculo de taxas e proporções, como mortalidade, natalidade, incidência e prevalência de doenças. Também é essencial para o planejamento e a avaliação de políticas públicas de saúde, educação e saneamento. Em análises de situação de saúde (ASIS), o tamanho populacional é utilizado para identificar áreas prioritárias, estimar coberturas de programas e dimensionar a oferta de serviços. Os gestores utilizam essas informações para planejar a rede assistencial, distribuir equipes e recursos, e avaliar desigualdades regionais. Além disso, a População Total é usada em projeções demográficas e em estudos de impacto de políticas públicas sobre o perfil populacional e o sistema de saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi">PEREIRA, Maurício Gomes. ''Epidemiologia: teoria e prática''. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2018.</ref> === Interface com a Informática em Saúde === A incorporação desse indicador à informática em saúde depende da integração entre bases demográficas e sistemas assistenciais, de vigilância e financeiros do SUS. Em painéis e sistemas de apoio à decisão, o denominador populacional precisa estar versionado por ano e território, para que taxas calculadas em bases como SIM, SINAN, SIH/SUS ou SIA/SUS permaneçam comparáveis, reproduzíveis e auditáveis.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação da População Total é a defasagem temporal dos censos demográficos, realizados a cada dez anos, o que pode gerar estimativas desatualizadas em períodos intercensitários. As projeções populacionais dependem de modelos estatísticos baseados em taxas de natalidade, mortalidade e migração, sujeitos a incertezas. Pode ocorrer subenumeração de pessoas, especialmente em áreas rurais, periferias urbanas e comunidades de difícil acesso. Revisões metodológicas do IBGE também podem alterar séries históricas e comprometer comparações entre diferentes períodos. Em municípios pequenos, pequenas variações absolutas podem gerar grandes diferenças percentuais, exigindo cautela na interpretação de tendências.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Periodicidade === Os Censos Demográficos realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) têm periodicidade decenal, ou seja, são aplicados a cada dez anos. Entre um censo e outro, o IBGE publica estimativas intercensitárias anuais que atualizam as informações populacionais e permitem a manutenção das séries históricas. Essas estimativas são amplamente utilizadas nos sistemas de informação em saúde para o cálculo de indicadores e o planejamento de ações, garantindo a continuidade das análises mesmo fora dos anos censitários.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações sobre população total têm cobertura nacional e estão disponíveis para diferentes níveis geográficos. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) permitem desagregações por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Setores censitários e áreas urbanas ou rurais Essa abrangência possibilita comparações entre diferentes escalas territoriais e o monitoramento de desigualdades regionais na distribuição da população.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A População Total pode ser analisada segundo diferentes variáveis demográficas e territoriais, permitindo identificar padrões e desigualdades populacionais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Situação de domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros) Essas categorias possibilitam análises comparativas e subsidiar o planejamento em saúde e a formulação de políticas públicas voltadas a diferentes perfis populacionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Razão de sexo == === Definição === A '''razão de sexo''' é um indicador demográfico da dimensão '''População'''. Expressa a relação entre os contingentes populacionais masculino e feminino em uma população, em determinado lugar e período.<ref name="RIPSA2026" /> === Descrição === Esse indicador expressa a relação entre os contingentes populacionais masculino e feminino em uma população, em determinado lugar e período.<ref name="RIPSA2026" /> === Fórmula geral === Uma forma usual de apresentação da razão de sexo é: <math> \text{Razão de sexo} = \frac{\text{população masculina}}{\text{população feminina}} \times 100 </math> O resultado indica o número de homens para cada 100 mulheres. === Interpretação === De modo geral: * valor maior que 100: maior número de homens que de mulheres; * valor igual a 100: equilíbrio numérico entre os sexos; * valor menor que 100: maior número de mulheres que de homens. === Contexto no sistema de indicadores === Indicadores de saúde são medidas-síntese que reúnem informação relevante sobre atributos e dimensões do estado de saúde da população e do desempenho do sistema de saúde. Sua construção requer conceitos operacionais definidos e procedimentos padronizados de cálculo, de modo a garantir comparabilidade e interpretação adequada.<ref name="RIPSA2026" /> === Utilidade === Esse indicador pode ser utilizado para: * descrever a estrutura demográfica da população; * apoiar análises por sexo; * contextualizar outros indicadores populacionais e de saúde; * comparar territórios e períodos, considerando a fonte e o método de cálculo.<ref name="RIPSA2026" /> === Cuidados de interpretação === A interpretação requer atenção à qualidade dos dados, à padronização conceitual e à comparabilidade entre fontes, períodos e territórios. Entre os atributos relevantes estão validade, confiabilidade, mensurabilidade, relevância, integridade, completude e consistência interna.<ref name="RIPSA2026" /> === Distinções conceituais === A expressão '''razão de sexo''' pode assumir significados distintos conforme a população analisada. * Na demografia geral, refere-se à relação entre homens e mulheres na população total. * Na literatura sobre nascimentos, pode referir-se à '''razão de sexo ao nascer''', definida como a razão entre nascidos vivos do sexo masculino e feminino. === Fonte de informação === A produção desse indicador depende de fontes populacionais oficiais e de projeções demográficas, utilizadas para descrever a composição da população segundo sexo e outras características básicas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> == Pirâmides Etárias == === Definição === A Pirâmide Etária é uma representação gráfica da estrutura populacional de uma localidade, distribuída por sexo e grupos de idade. É construída em formato de barras horizontais, em que um lado representa a população masculina e o outro, a feminina, permitindo visualizar a composição etária e o equilíbrio entre os sexos. A forma da pirâmide reflete o estágio do processo de transição demográfica: * bases largas indicam populações jovens, com altas taxas de natalidade; * bases estreitas e topos alargados indicam populações envelhecidas, com baixa fecundidade e aumento da longevidade. Esse tipo de gráfico é amplamente utilizado em análises de situação de saúde, pois permite identificar tendências de envelhecimento, fecundidade, mortalidade e transição epidemiológica ao longo do tempo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Finalidade === A Pirâmide Etária tem como finalidade demonstrar a distribuição da população segundo idade e sexo, permitindo compreender a estrutura etária e as transformações demográficas de um território ao longo do tempo. Essa visualização facilita a identificação de tendências de crescimento, envelhecimento e variações nos padrões de fecundidade e mortalidade. A partir da forma da pirâmide, é possível inferir o estágio da transição demográfica e planejar ações de saúde voltadas a diferentes faixas etárias. Por exemplo, pirâmides com base larga indicam maior necessidade de serviços materno-infantis, enquanto pirâmides com topo alargado evidenciam a demanda crescente por atenção à saúde do idoso e doenças crônicas não transmissíveis.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Fontes de dados === As informações utilizadas na construção das pirâmides etárias são provenientes de levantamentos demográficos que registram a população por idade e sexo. As principais fontes de dados no Brasil são: * Censos Demográficos – realizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente pelo IBGE, baseadas em métodos demográficos que consideram natalidade, mortalidade e migração. * Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – fornece estimativas anuais complementares sobre a estrutura etária. * DATASUS/RIPSA – oferece indicadores derivados da estrutura etária da população, como índices de envelhecimento e razões de dependência. Essas bases permitem análises temporais e espaciais da composição etária e subsidiar estudos sobre transição demográfica e epidemiológica.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Construção gráfica === A Pirâmide Etária é construída em um gráfico de barras horizontais que apresenta a distribuição da população segundo sexo e grupos de idade. A estrutura do gráfico segue as seguintes convenções: * O eixo vertical (y) representa os grupos etários, geralmente em intervalos de cinco anos (0–4, 5–9, 10–14, etc.). * O eixo horizontal (x) mostra a população absoluta ou percentual de cada grupo etário. * O lado esquerdo representa a população masculina e o lado direito, a feminina. A pirâmide pode ser elaborada a partir de números absolutos ou relativos. A representação em percentuais é útil para comparar diferentes localidades ou períodos, pois elimina o efeito do tamanho total da população. Softwares estatísticos e planilhas eletrônicas permitem gerar automaticamente esse tipo de gráfico a partir das tabelas populacionais do IBGE.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo visual === A figura a seguir ilustra a pirâmide etária da população brasileira com base nos dados do Censo Demográfico de 2022. [https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/22827-censo-demografico-2022.html Ver gráfico no site do IBGE] A pirâmide mostra uma base mais estreita e um topo progressivamente mais alargado em comparação aos censos anteriores, refletindo o envelhecimento da população brasileira e a redução das taxas de fecundidade. Essas transformações indicam a transição demográfica em curso no país, com impactos diretos sobre o perfil de morbimortalidade e a demanda por serviços de saúde.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Interpretação === A forma da pirâmide etária revela o estágio demográfico e o comportamento populacional de uma localidade. A análise do formato permite inferir tendências de fecundidade, mortalidade, migração e envelhecimento. * Base larga e topo estreito – indica população jovem, com altas taxas de natalidade e mortalidade. * Base e topo equilibrados – representa população em transição, com redução da fecundidade e aumento da expectativa de vida. * Base estreita e topo alargado – caracteriza população envelhecida, com baixa fecundidade e maior longevidade. Diferenças entre os lados masculino e feminino podem indicar desigualdades na mortalidade ou fluxos migratórios seletivos por sexo. A pirâmide também auxilia na compreensão da demanda por serviços de saúde: populações jovens exigem maior cobertura materno-infantil, enquanto populações envelhecidas demandam ampliação da atenção às doenças crônicas e aos cuidados de longa duração.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === A pirâmide etária é utilizada em análises demográficas e epidemiológicas para compreender a estrutura e a dinâmica da população. Entre os principais usos estão: * Avaliar o processo de envelhecimento populacional e suas implicações para o sistema de saúde. * Planejar a oferta de serviços, como atenção materno-infantil, pediatria, geriatria e reabilitação. * Subsidiar políticas de previdência social, educação e trabalho, de acordo com a composição etária. * Analisar o impacto de políticas demográficas e sanitárias ao longo do tempo. * Comparar estruturas populacionais entre regiões e períodos censitários. A pirâmide também é utilizada como ferramenta de comunicação visual em relatórios de análise de situação de saúde (ASIS), facilitando a interpretação de dados populacionais por gestores e profissionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, as pirâmides etárias são frequentemente geradas por ferramentas de visualização, bancos analíticos e rotinas automatizadas de tabulação. Sua utilidade aumenta quando os dados podem ser filtrados por território, sexo, faixa etária e período, apoiando dashboards e relatórios interativos para gestão, vigilância e planejamento da rede de serviços.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação das pirâmides etárias é a dependência de dados censitários, que são atualizados apenas a cada dez anos. Entre um censo e outro, as projeções populacionais podem apresentar imprecisões, especialmente em municípios pequenos ou com forte migração. Erros de declaração de idade ou de sexo durante a coleta censitária podem distorcer a forma do gráfico e gerar interpretações equivocadas. Além disso, a pirâmide etária não considera fatores qualitativos, como migração interna, condições socioeconômicas ou causas específicas de mortalidade. Em locais com baixa cobertura de registros vitais ou forte mobilidade populacional, é necessário interpretar o formato da pirâmide com cautela, complementando a análise com outras fontes de dados.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === A principal fonte de dados para a construção das pirâmides etárias é o Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. Entre os censos, as estimativas e projeções populacionais são atualizadas anualmente, permitindo acompanhar as tendências etárias de forma contínua. Essas atualizações anuais permitem análises de situação de saúde, pois possibilitam estimar mudanças no perfil etário da população mesmo fora dos anos censitários.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações necessárias para a elaboração das pirâmides etárias possuem cobertura nacional e estão disponíveis para diversos níveis territoriais. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) disponibiliza dados desagregados por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Setores censitários, áreas urbanas e rurais Essa abrangência permite análises comparativas entre localidades e períodos censitários, possibilitando identificar padrões de envelhecimento e desigualdades demográficas regionais.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> == Taxa de Crescimento da População == === Definição === A Taxa de Crescimento da População expressa a variação percentual média anual do total de habitantes de um território em determinado período. Representa o ritmo de crescimento ou redução populacional, refletindo o balanço entre nascimentos, óbitos e migrações. Esse indicador permite avaliar a dinâmica populacional e compreender os fatores que influenciam o aumento ou a diminuição da população ao longo do tempo. Taxas positivas indicam crescimento, enquanto valores negativos refletem redução populacional, associada a baixa fecundidade, envelhecimento ou emigração.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === Percentual (%), geralmente expresso como taxa média anual de crescimento da população em determinado período. A unidade percentual permite comparar o ritmo de crescimento entre diferentes regiões ou intervalos de tempo, independentemente do tamanho absoluto da população.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Fontes de dados === As informações utilizadas no cálculo da taxa de crescimento da população são produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais fontes são: * Censos Demográficos – realizados a cada dez anos e que fornecem a contagem direta da população. * Contagens Populacionais – levantamentos intercensitários que atualizam parcialmente os dados. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente, baseadas em modelos demográficos que consideram nascimentos, óbitos e migrações. Essas informações são utilizadas para calcular a variação populacional entre dois períodos e estão disponíveis por município, unidade da federação e para o total do país.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === A taxa de crescimento da população é calculada pela variação percentual média anual do número de habitantes entre dois períodos. A fórmula geral é: <math>r = \left[\left(\frac{P_n}{P_0}\right)^{\frac{1}{t}} - 1\right] \times 100</math> onde: r = taxa média anual de crescimento populacional (%) P₀ = população no início do período Pₙ = população no final do período t = número de anos entre as duas observações O resultado indica o ritmo médio de crescimento da população por ano. Taxas positivas representam aumento populacional, enquanto taxas negativas indicam redução. O cálculo pode ser aplicado para o Brasil, regiões, estados ou municípios, desde que as populações inicial e final sejam provenientes da mesma fonte de dados. Dica: o cálculo pode ser realizado em planilhas eletrônicas (como o Excel) utilizando a seguinte fórmula: `=(((Pn/P0)^(1/t))-1)*100` Por exemplo, se a população passou de 100.000 para 120.000 habitantes em 10 anos, o resultado será uma taxa média anual de 1,84%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2010–2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População 2010 !! População 2022 !! Taxa média anual de crescimento (%) !! Densidade demográfica 2022 (hab/km²) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 1.802.014 || 2.063.689 || 1,13 || 181,01 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 61.834 || 65.538 || 0,48 || 46,57 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 1.080.113 || 1.139.047 || 0,45 || 1.433,54 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 41.297 || 54.387 || 2,22 || 380,65 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 95.018 || 103.804 || 0,75 || 539,84 |} Esses dados evidenciam o ritmo de crescimento e a concentração territorial da população: * '''Tramandaí (RS)''' apresentou o crescimento mais elevado, com densidade relativamente alta. * '''Manaus (AM)''' manteve crescimento consistente e densidade moderada. * '''Campinas (SP)''' mostrou ritmo estável, com densidade elevada típica de centros urbanos consolidados. * '''Piripiri (PI)''' e '''Novo Gama (GO)''' exibiram variações moderadas de crescimento e densidade. === Interpretação === A Taxa de Crescimento da População reflete o equilíbrio entre natalidade, mortalidade e migração em um território ao longo do tempo. Valores positivos indicam aumento populacional, enquanto valores negativos representam redução do número de habitantes. Taxas elevadas podem estar associadas à expansão urbana, à migração de pessoas em busca de oportunidades de trabalho ou a altos índices de fecundidade. Por outro lado, taxas baixas ou negativas podem indicar envelhecimento populacional, queda da fecundidade ou emigração. A análise da taxa de crescimento é importante para identificar o estágio da transição demográfica e compreender as demandas sociais e sanitárias de uma região. Crescimentos rápidos podem pressionar a infraestrutura urbana e os serviços de saúde, enquanto o crescimento reduzido exige adaptação das políticas públicas às populações envelhecidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === A Taxa de Crescimento da População é utilizada para avaliar o ritmo de expansão ou declínio populacional e suas implicações sociais e sanitárias. Entre os principais usos estão: * Monitorar o crescimento urbano e as mudanças na distribuição da população. * Planejar políticas públicas de saúde, educação, habitação e saneamento. * Estimar a demanda futura por serviços e infraestrutura. * Analisar processos migratórios e transição demográfica. * Subsidiar projeções populacionais e estudos sobre envelhecimento. Em saúde pública, o indicador auxilia na estimativa de necessidades de atenção, na definição de metas e na interpretação de taxas derivadas (como mortalidade e incidência), garantindo que variações nos numeradores sejam avaliadas de forma proporcional ao tamanho populacional.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Do ponto de vista da informática em saúde, esse indicador depende de séries históricas consistentes, metadados claros sobre a fonte populacional e atualização automatizada dos denominadores. Ambientes analíticos integrados reduzem erros de cálculo e permitem recalcular indicadores derivados quando o IBGE revisa projeções, limites territoriais ou séries históricas.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Limitações === A taxa de crescimento depende diretamente da precisão das estimativas populacionais. Revisões metodológicas do IBGE, mudanças nos parâmetros de fecundidade e mortalidade ou erros de contagem podem afetar a comparabilidade entre períodos. Em municípios pequenos, pequenas variações absolutas podem gerar taxas percentuais elevadas, o que exige cautela na interpretação dos resultados. O indicador também não distingue as causas do crescimento, podendo mascarar variações decorrentes de fluxos migratórios ou mudanças demográficas específicas. Além disso, o intervalo decenal entre censos pode produzir defasagens nos dados, especialmente em áreas com crescimento acelerado ou de difícil acesso.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === A principal fonte de dados para o cálculo da taxa de crescimento da população é o Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos. Entre os censos, as estimativas intercensitárias são publicadas anualmente, possibilitando o acompanhamento contínuo das tendências populacionais. Essas estimativas anuais são usadas para manter atualizados os indicadores que dependem do tamanho da população, permitindo análises temporais consistentes e o planejamento de políticas públicas com base em dados recentes.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === A taxa de crescimento da população possui cobertura nacional e pode ser calculada para diferentes recortes territoriais, de acordo com a disponibilidade dos dados censitários e das estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos Essa ampla cobertura permite identificar diferenças regionais no ritmo de crescimento populacional e subsidiar o planejamento de políticas públicas específicas para áreas em expansão ou declínio demográfico.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise da taxa de crescimento da população pode ser realizada considerando diferentes variáveis demográficas e territoriais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (0–14, 15–64, 65 anos ou mais) * Situação do domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos e outros) Essas categorias permitem identificar desigualdades regionais e sociais no crescimento populacional, além de subsidiar o planejamento e a alocação de recursos conforme as características demográficas de cada território.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Índice de Envelhecimento == === Definição === O Índice de Envelhecimento expressa a razão entre a população idosa (com 60 anos ou mais de idade) e a população jovem (com menos de 15 anos), multiplicada por 100. Indica o grau de envelhecimento de uma população, ou seja, quantas pessoas idosas existem para cada 100 jovens em determinado território e período. Esse indicador é utilizado para acompanhar a transição demográfica e medir o ritmo de envelhecimento populacional, permitindo avaliar as implicações sociais e de saúde associadas ao aumento da longevidade e à redução da fecundidade.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Unidade de medida === Índice (razão multiplicada por 100), representando o número de pessoas idosas (60 anos ou mais) para cada 100 jovens (menores de 15 anos) em determinado território. O valor do índice é expresso em unidades simples, sem símbolo específico, mas usualmente apresentado como número inteiro ou decimal com uma casa.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Fontes de dados === As informações necessárias para o cálculo do Índice de Envelhecimento são obtidas a partir das estatísticas demográficas produzidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As principais fontes incluem: * Censos Demográficos – fornecem a contagem direta da população por idade e sexo, sendo a base primária para o cálculo do indicador. * Estimativas e Projeções Populacionais – publicadas anualmente, permitem atualizar o índice entre os censos. * Pesquisas domiciliares, como a PNAD Contínua – complementam as estimativas com informações recentes sobre a estrutura etária da população. Esses dados são amplamente utilizados por instituições de pesquisa, gestores públicos e organismos internacionais para monitorar o envelhecimento populacional e orientar políticas de saúde e previdência.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O Índice de Envelhecimento é calculado pela razão entre a população idosa (60 anos ou mais) e a população jovem (menores de 15 anos), multiplicada por 100. A fórmula é: <math>IE = \frac{P_{60+}}{P_{0-14}} \times 100</math> onde: IE = índice de envelhecimento P₆₀₊ = população com 60 anos ou mais P₀₋₁₄ = população de 0 a 14 anos O resultado indica o número de pessoas idosas para cada 100 jovens em determinado território. Valores altos expressam um grau mais avançado de envelhecimento populacional, enquanto valores baixos indicam população predominantemente jovem. Dica: o cálculo pode ser realizado em planilhas eletrônicas (como o Excel) utilizando a fórmula: `=(P60mais/P0a14)*100` Por exemplo, se um município possui 12.000 pessoas com 60 anos ou mais e 24.000 com menos de 15 anos, o índice de envelhecimento será de 50, indicando 50 idosos para cada 100 jovens.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Exemplo (Censo 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Município !! Unidade Federativa !! População 0–14 anos !! População 60 anos ou mais !! Índice de Envelhecimento (60+/0–14 × 100) |- | '''Manaus''' || Amazonas (AM) || 567.302 || 204.897 || 36,1 |- | '''Piripiri''' || Piauí (PI) || 14.726 || 11.302 || 76,8 |- | '''Campinas''' || São Paulo (SP) || 209.844 || 189.147 || 90,1 |- | '''Tramandaí''' || Rio Grande do Sul (RS) || 8.416 || 10.729 || 127,4 |- | '''Novo Gama''' || Goiás (GO) || 33.110 || 8.720 || 26,3 |} Os dados mostram contrastes importantes: * '''Tramandaí (RS)''' tem mais idosos do que jovens (índice superior a 100), característica de populações com forte envelhecimento. * '''Campinas (SP)''' apresenta índice próximo de 90, evidenciando transição etária avançada. * '''Piripiri (PI)''' mostra equilíbrio entre jovens e idosos. * '''Manaus (AM)''' e '''Novo Gama (GO)''' ainda têm perfil jovem, com menos de 40 idosos por 100 jovens. === Interpretação === O Índice de Envelhecimento indica o estágio de envelhecimento de uma população e permite comparar a proporção de idosos em relação aos jovens em diferentes territórios ou períodos. Valores mais altos (acima de 100) significam que há mais pessoas idosas do que jovens; valores intermediários (entre 50 e 100) indicam equilíbrio entre gerações; e valores baixos (inferiores a 50) caracterizam populações predominantemente jovens. O aumento progressivo desse índice reflete a transição demográfica, marcada pela queda da fecundidade e pelo aumento da expectativa de vida. Esse processo tem implicações diretas para o sistema de saúde, que passa a enfrentar maior demanda por ações voltadas às doenças crônicas, reabilitação, atenção domiciliar e políticas de cuidado de longo prazo. Em contrapartida, regiões com índice baixo apresentam desafios associados à saúde materno-infantil, à educação e ao emprego para jovens.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O Índice de Envelhecimento é utilizado para avaliar o grau e o ritmo do envelhecimento populacional e suas implicações sociais e sanitárias. Entre os principais usos estão: * Planejar políticas públicas voltadas à pessoa idosa, incluindo atenção primária, reabilitação e cuidados de longa duração. * Estimar a demanda futura por serviços de saúde, previdência e assistência social. * Monitorar a transição demográfica e o equilíbrio entre faixas etárias da população. * Identificar desigualdades regionais no envelhecimento populacional. * Subsidiar estudos de carga de doenças e de transição epidemiológica. Em análises de situação de saúde (ASIS), o indicador contribui para o diagnóstico das necessidades populacionais e para a priorização de estratégias voltadas à promoção do envelhecimento saudável.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, o índice pode ser incorporado a painéis de estratificação populacional e planejamento de linhas de cuidado. Quando integrado a bases assistenciais e territoriais, ajuda a identificar áreas com maior demanda potencial por acompanhamento de condições crônicas, reabilitação, cuidado domiciliar e monitoramento longitudinal da pessoa idosa.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A qualidade do Índice de Envelhecimento depende da precisão das estimativas populacionais por faixa etária. Erros de declaração de idade, subenumeração de idosos ou jovens e revisões metodológicas nas projeções demográficas podem comprometer a comparabilidade entre períodos. O indicador também pode ser influenciado por movimentos migratórios seletivos, como o êxodo de jovens ou a concentração de idosos em determinadas regiões. Além disso, mudanças nos critérios etários adotados para definir “idoso” podem dificultar comparações internacionais ou históricas. Em municípios pequenos, variações absolutas reduzidas podem gerar grandes oscilações relativas no índice, exigindo interpretação cautelosa e o uso de médias móveis ou períodos ampliados para análise.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="IBGE" /> === Periodicidade === Os dados utilizados para o cálculo do Índice de Envelhecimento são atualizados periodicamente de acordo com as fontes demográficas disponíveis. O Censo Demográfico, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada dez anos, é a principal fonte de referência. Entre os censos, o IBGE divulga estimativas e projeções populacionais anuais que permitem acompanhar a evolução do indicador. Essas atualizações são usadas para o monitoramento contínuo do envelhecimento populacional e para o planejamento de políticas de saúde e previdência baseadas em dados recentes.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === As informações utilizadas para o cálculo do Índice de Envelhecimento possuem cobertura nacional e podem ser desagregadas em diferentes níveis geográficos. Os dados disponibilizados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) permitem a análise do indicador para: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Áreas urbanas e rurais Essa abrangência possibilita identificar desigualdades regionais no processo de envelhecimento populacional e orientar o planejamento de ações de saúde e assistência social de acordo com o perfil demográfico de cada território.<ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise do Índice de Envelhecimento pode ser realizada considerando diferentes variáveis demográficas e territoriais. As principais categorias recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (60–69, 70–79, 80 anos ou mais) * Situação do domicílio (urbano, rural) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Grupos populacionais específicos (indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entre outros) Essas desagregações permitem identificar desigualdades no envelhecimento populacional e orientar políticas de saúde, previdência e proteção social adequadas às características de cada grupo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Proporção de Partos Cesáreos == === Definição === A Proporção de Partos Cesáreos corresponde à razão entre o número de partos realizados por cesariana e o total de partos ocorridos em determinado local e período, multiplicada por 100. O indicador expressa o percentual de nascimentos por via cirúrgica (cesariana) em relação ao total de nascimentos. Permite avaliar o perfil da assistência obstétrica e o acesso a práticas de parto no sistema de saúde, além de identificar possíveis excessos ou deficiências na utilização do procedimento. A análise desse indicador é essencial para compreender o modelo de atenção ao parto e monitorar a adequação às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera aceitável uma proporção entre 10% e 15%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de partos realizados por cesariana em relação ao total de partos ocorridos em determinado território e período. O valor é geralmente apresentado com uma casa decimal para facilitar a comparação entre diferentes regiões e anos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Proporção de Partos Cesáreos são obtidas a partir dos registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), do Ministério da Saúde. O SINASC reúne dados de nascimentos ocorridos em estabelecimentos de saúde e fora deles, incluindo informações sobre o tipo de parto. Fontes complementares incluem o Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), que registra internações obstétricas, e dados administrativos de estabelecimentos privados. Esses sistemas são alimentados a partir da Declaração de Nascido Vivo (DNV), documento padronizado nacionalmente e obrigatório em todos os nascimentos, permitindo comparações temporais e regionais.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === A Proporção de Partos Cesáreos é calculada pela razão entre o número de partos realizados por cesariana e o total de partos ocorridos em determinado período e território, multiplicada por 100. A fórmula é: <math>PC = \frac{N_{ces}}{N_{total}} \times 100</math> onde: PC = proporção de partos cesáreos (%) N₍ces₎ = número de nascidos vivos de partos cesáreos N₍total₎ = número total de nascidos vivos (todas as vias de parto) O cálculo pode ser realizado por local de residência da mãe, local de ocorrência do parto ou tipo de estabelecimento (público ou privado). Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), a proporção pode ser calculada pela fórmula: `=(N_ces/N_total)*100` Por exemplo, se em um município ocorreram 3.000 partos, sendo 1.800 por cesariana, a proporção de partos cesáreos será 60%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Total de nascidos vivos !! Nascidos por cesariana !! Proporção de partos cesáreos (%) |- | '''Norte''' || 289.481 || 132.014 || 45,6 |- | '''Nordeste''' || 786.982 || 392.704 || 49,9 |- | '''Sudeste''' || 1.283.746 || 830.814 || 64,7 |- | '''Sul''' || 403.795 || 262.970 || 65,1 |- | '''Centro-Oeste''' || 259.826 || 157.425 || 60,6 |- | '''Brasil''' || 3.023.830 || 1.775.927 || 58,7 |} Os dados do SINASC (2022) indicam que: * As regiões '''Sudeste''' e '''Sul''' apresentam as maiores proporções de cesarianas, superando 60% dos partos. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' registram proporções menores, embora em crescimento. * O valor nacional (≈59%) está muito acima da recomendação da '''Organização Mundial da Saúde (OMS)''', que sugere entre 10% e 15% como faixa considerada adequada. === Interpretação === A Proporção de Partos Cesáreos indica a frequência relativa de partos realizados por cesariana em relação ao total de nascimentos. Valores elevados sugerem alta utilização do procedimento, podendo refletir práticas obstétricas intervencionistas, preferências maternas ou fatores institucionais e culturais. Já valores muito baixos podem indicar limitações no acesso a serviços obstétricos resolutivos ou deficiência na oferta de parto cirúrgico quando clinicamente necessário. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), proporções entre 10% e 15% são consideradas adequadas para garantir bons desfechos maternos e neonatais. Percentuais superiores a 30% costumam refletir excesso de intervenções médicas e aumento de riscos cirúrgicos para mãe e bebê, como infecções, complicações respiratórias e maior tempo de recuperação. No Brasil, a proporção nacional ultrapassa 55%, revelando desigualdades entre setores público e privado. Enquanto os serviços públicos apresentam proporções menores, na rede privada o percentual é muito mais elevado, evidenciando diferenças no modelo assistencial e na condução do parto.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="WHOCesarean2015">World Health Organization. ''WHO Statement on Caesarean Section Rates''. Geneva: WHO, 2015.</ref> <ref name="MSSINASC" /> === Usos principais === A Proporção de Partos Cesáreos é utilizada para avaliar a qualidade e o modelo da assistência obstétrica, além de subsidiar políticas públicas voltadas à saúde materna e neonatal. Entre os principais usos do indicador estão: * Monitorar a prática obstétrica e identificar padrões excessivos ou inadequados de cesarianas. * Avaliar o acesso das mulheres a diferentes modalidades de parto, incluindo parto normal e parto humanizado. * Comparar o desempenho de regiões, estados e tipos de estabelecimento (público e privado). * Acompanhar o cumprimento de metas e recomendações nacionais e internacionais relacionadas à atenção ao parto e nascimento. * Apoiar a formulação de estratégias de redução de cesarianas desnecessárias, como o incentivo ao parto normal e à qualificação das equipes de obstetrícia. Em análises de situação de saúde, o indicador contribui para o diagnóstico da assistência perinatal e para a identificação de desigualdades regionais na atenção obstétrica.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na perspectiva da informática em saúde, o monitoramento desse indicador depende da qualidade do registro no SINASC, da padronização dos campos obstétricos e da possibilidade de cruzamento com outras bases assistenciais. Painéis por estabelecimento, tipo de financiamento e perfil materno podem apoiar auditoria clínica, educação permanente e sistemas de apoio à decisão voltados à redução de cesarianas desnecessárias.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Limitações === A principal limitação do indicador é a dependência da qualidade das informações registradas no Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC). Erros de preenchimento da Declaração de Nascido Vivo (DNV) ou sub-registro de partos podem afetar a precisão dos resultados, especialmente em áreas com cobertura deficiente. O indicador não distingue cesarianas realizadas por indicação médica legítima daquelas feitas por conveniência da equipe, da instituição ou da gestante. Além disso, não permite avaliar diretamente os desfechos maternos e neonatais associados ao tipo de parto. Diferenças no perfil sociodemográfico das mulheres, como idade materna, escolaridade e acesso a planos de saúde, influenciam a proporção de cesarianas, devendo ser consideradas na análise comparativa entre regiões e setores de atenção.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> === Periodicidade === As informações do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC) são coletadas e consolidadas de forma contínua em todo o território nacional. O indicador pode ser calculado anualmente, uma vez que o banco de dados é atualizado e disponibilizado pelo Ministério da Saúde no início de cada ano subsequente ao de referência. A periodicidade anual permite o acompanhamento de tendências temporais e regionais na prática de cesarianas, possibilitando a avaliação de políticas públicas voltadas à atenção obstétrica e neonatal.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional, sendo calculado a partir dos registros do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (SINASC), que abrange todos os nascimentos ocorridos no país. Os dados podem ser desagregados por: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios * Tipo de estabelecimento (público ou privado) Essa abrangência possibilita comparações regionais e setoriais, identificando diferenças significativas na prática de cesarianas entre o sistema público e o setor privado, bem como entre áreas urbanas e rurais.<ref name="MSSINASC" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A Proporção de Partos Cesáreos pode ser analisada segundo diferentes características demográficas, sociais e institucionais, o que permite identificar desigualdades na prática obstétrica. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Idade materna (menores de 20 anos, 20–34 anos, 35 anos ou mais) * Escolaridade materna * Número de gestações anteriores * Local de ocorrência (estabelecimento público, privado ou misto) * Tipo de financiamento do parto (SUS ou não SUS) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios) * Situação de domicílio (urbano, rural) Essas categorias permitem identificar padrões de utilização de cesarianas e orientar ações específicas para reduzir intervenções desnecessárias, respeitando a autonomia da mulher e as boas práticas obstétricas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSINASC" /> <ref name="WHOCesarean2015" /> == Mortalidade proporcional por grupo de causas == === Definição === A mortalidade proporcional por grupo de causas expressa a distribuição percentual dos óbitos segundo grupos de causas definidas, em determinado local e período. Trata-se de um indicador que descreve a '''estrutura da mortalidade''', mostrando a importância relativa de cada grupo de causas no conjunto dos óbitos. Não mede o risco de morrer, pois seu denominador é o total de óbitos, e não a população exposta.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="MelloJorge1997">Mello Jorge MHP. Análise dos dados de mortalidade I. ''Revista de Saúde Pública''. 1997.</ref> === Unidade de medida === Proporção, expressa em percentual (%). === Fontes de dados === As informações são obtidas no Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, a partir das Declarações de Óbito (DO). Para esse indicador, utilizam-se os óbitos de residentes com causas definidas, classificados segundo a CID-10. Diferentemente dos coeficientes de mortalidade, não há necessidade de usar população no denominador. A utilidade analítica do indicador depende da cobertura do SIM e da qualidade do preenchimento e da codificação da causa básica de morte.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MelloJorge2002">Mello Jorge MHP, Laurenti R, Gotlieb SLD. O sistema de informações sobre mortalidade. ''Revista Brasileira de Epidemiologia''. 2002.</ref> <ref name="Reboucas2025">Rebouças P, et al. Avaliação da qualidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade: uma scoping review. ''Ciência & Saúde Coletiva''. 2025.</ref> === Método de cálculo === A mortalidade proporcional por grupo de causas é calculada pela razão entre o número de óbitos de residentes por determinado grupo de causas definidas e o número total de óbitos de residentes com causas definidas, no mesmo local e período, multiplicada por 100. <math>MPGC = \frac{N_{obitos\ por\ grupo\ de\ causas}}{N_{obitos\ totais\ com\ causas\ definidas}} \times 100</math> onde: MPGC = mortalidade proporcional por grupo de causas N₍óbitos por grupo de causas₎ = número de óbitos atribuídos ao grupo de causas selecionado N₍óbitos totais com causas definidas₎ = total de óbitos com causa básica definida no mesmo local e período === Exemplo === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Grupo de causas !! Óbitos !! Mortalidade proporcional (%) |- | Doenças do aparelho circulatório || 320 || 32,0 |- | Neoplasias || 210 || 21,0 |- | Causas externas || 150 || 15,0 |- | Doenças do aparelho respiratório || 120 || 12,0 |- | Demais causas definidas || 200 || 20,0 |- | '''Total''' || '''1.000''' || '''100,0''' |} Nesse exemplo, as doenças do aparelho circulatório representam 32,0% do total de óbitos com causas definidas. === Interpretação === O indicador permite identificar quais grupos de causas têm maior peso no perfil de mortalidade da população. Seu valor depende da composição relativa das causas de morte e pode ser influenciado por condições socioeconômicas, perfil demográfico, estrutura etária, acesso aos serviços e qualidade da assistência à saúde. Como se trata de medida proporcional, aumento na participação de um grupo pode decorrer tanto do aumento dos óbitos nesse grupo quanto da redução proporcional dos demais. Por isso, sua interpretação deve ser feita em conjunto com coeficientes específicos de mortalidade e com a análise da proporção de causas mal definidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Abreu2010">Abreu DMX, et al. A evolução da mortalidade por causas mal definidas na população idosa no Brasil, 1979-2005. ''Revista Brasileira de Estudos de População''. 2010.</ref> <ref name="Prestes2018">Prestes C, et al. Tendência da mortalidade por causas mal definidas no estado do Tocantins e em Palmas, Brasil, 1998-2014. ''Epidemiologia e Serviços de Saúde''. 2018.</ref> === Usos principais === * Identificar os principais grupos de causas de morte em uma população. * Descrever a estrutura da mortalidade. * Comparar perfis de mortalidade entre grupos populacionais, regiões e períodos. * Analisar desigualdades segundo sexo, idade e cor ou raça. * Subsidiar planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de políticas públicas de saúde.<ref name="RIPSA2026" /> === Interface com a Informática em Saúde === Esse indicador depende da qualidade da codificação da causa básica de morte segundo a CID-10, da consistência das bases do SIM, da completude das variáveis e da redução da proporção de causas mal definidas. Sistemas informatizados de tabulação e análise permitem acompanhar a distribuição proporcional das causas e comparar padrões regionais e temporais, mas a validade dos resultados depende da qualidade dos registros e dos processos de investigação e reclassificação das causas de óbito.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Morais2017">Morais RM, Costa AL. Uma avaliação do Sistema de Informações sobre Mortalidade. ''Saúde em Debate''. 2017.</ref> <ref name="Marinho2019">Marinho MF, et al. Dados para a saúde: impacto na melhoria da qualidade da informação sobre causas de óbito no Brasil. ''Revista Brasileira de Epidemiologia''. 2019.</ref> <ref name="Lopes2018">Lopes AS, et al. Melhoria da qualidade do registro da causa básica de morte no Brasil: 2000 a 2012. ''Epidemiologia e Serviços de Saúde''. 2018.</ref> === Limitações === * Não expressa risco de morte. * Depende da qualidade do preenchimento da Declaração de Óbito e da definição correta da causa básica. * Seu uso é limitado quando há elevada proporção de óbitos por causas mal definidas ou sem assistência médica. * Sofre influência da composição etária e sexual da população, o que condiciona a frequência de óbitos em determinados grupos de causas. * Pode ocultar mudanças reais na magnitude de uma causa quando analisado isoladamente, sem coeficientes específicos. * Está sujeita às limitações do SIM, incluindo sub-registro, incompletude e necessidade de investigação e redistribuição de causas mal definidas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Marinho2019" /> <ref name="Lopes2018" /> === Periodicidade === O indicador é calculado, em geral, com periodicidade anual, a partir da consolidação dos dados do SIM.<ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === Pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões metropolitanas e municípios, desde que haja qualidade adequada na informação sobre causas de morte.<ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A mortalidade proporcional por grupo de causas pode ser analisada segundo: * sexo * faixa etária * cor ou raça * escolaridade * local de residência * ano do óbito * grupos de causas da CID-10<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> == Razão entre taxas de mortalidade == === Definição === A razão entre taxas de mortalidade é uma medida comparativa obtida pela divisão da taxa de mortalidade de um grupo pela taxa de mortalidade de outro grupo, em um mesmo local e período. Quando aplicada à comparação entre sexos, expressa quantas vezes a mortalidade masculina é maior ou menor que a feminina, ou vice-versa, a depender da ordem adotada na razão. Trata-se de medida sintética de comparação entre grupos, útil para descrever desigualdades na mortalidade segundo características populacionais, como sexo, idade, local de residência ou outro estrato de interesse.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Chor1992">Chor D, Duchiade MP, Jourdan AMF. Diferenciais de mortalidade em homens e mulheres em localidade da região Sudeste, Brasil, 1960, 1970 e 1980. ''Revista de Saúde Pública''. 1992;26(4):246-255.</ref> === Unidade de medida === Razão adimensional. === Fontes de dados === A razão entre taxas de mortalidade não constitui, em si, uma fonte primária de dados. Ela é obtida a partir de taxas de mortalidade já calculadas para grupos distintos da população. No exemplo deste exercício, as taxas utilizadas como base são derivadas do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, e de estimativas populacionais produzidas com base em informações do IBGE e da RIPSA.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Reboucas2025">Rebouças P, et al. Avaliação da qualidade do Sistema de Informação sobre Mortalidade: uma scoping review. ''Ciência & Saúde Coletiva''. 2025.</ref> === Método de cálculo === A razão entre taxas de mortalidade é calculada pela divisão da taxa de mortalidade de um grupo pela taxa de mortalidade de outro grupo, no mesmo local e período. <math>RTM = \frac{TM_{grupo\ 1}}{TM_{grupo\ 2}}</math> onde: RTM = razão entre taxas de mortalidade TM₍grupo 1₎ = taxa de mortalidade do grupo de interesse TM₍grupo 2₎ = taxa de mortalidade do grupo de referência No caso da comparação entre sexos, quando se adota a razão masculino/feminino: <math>RTM_{M/F} = \frac{TM_{masculino}}{TM_{feminino}}</math> === Exemplo === Se a taxa de mortalidade masculina por lesão de trânsito em determinado município for 24,0 por 100 mil habitantes e a taxa feminina for 6,0 por 100 mil habitantes, a razão masculino/feminino será: <math>RTM_{M/F} = \frac{24,0}{6,0} = 4,0</math> Nesse exemplo, a mortalidade masculina por lesão de trânsito é quatro vezes a mortalidade feminina no mesmo local e período. === Interpretação === Valores maiores que 1 indicam que a taxa de mortalidade do numerador é superior à do denominador. Valor igual a 1 indica igualdade entre os grupos comparados. Valores menores que 1 indicam que a taxa do numerador é inferior à do denominador. Quando se utiliza a razão masculino/feminino, valores acima de 1 indicam sobremortalidade masculina. A interpretação dessa medida depende da comparabilidade entre as taxas utilizadas. Quando se empregam taxas brutas ou não padronizadas por idade, diferenças na composição etária dos grupos comparados podem influenciar o resultado. Por isso, em comparações entre áreas ou períodos, recomenda-se cautela e, quando pertinente, o uso de taxas padronizadas. Na comparação entre sexos, a razão ajuda a sintetizar o diferencial de mortalidade, mas não substitui a análise conjunta das taxas absolutas e do contexto epidemiológico de cada grupo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Chor1992" /> === Usos principais === * Comparar a mortalidade entre grupos populacionais. * Descrever desigualdades segundo sexo, idade, território ou outras características. * Sintetizar a magnitude do diferencial de mortalidade entre dois grupos. * Apoiar análises descritivas da situação de saúde. * Subsidiar monitoramento e avaliação de iniquidades em saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> === Interface com a Informática em Saúde === Essa medida depende da disponibilidade de sistemas informatizados capazes de produzir taxas estratificadas por sexo, idade, causa e local de residência. No contexto brasileiro, o cálculo pode ser operacionalizado com dados do SIM e tabulações em plataformas como o Tabnet/Datasus. A consistência do resultado depende da qualidade do registro da causa básica de morte, da cobertura do sistema, da completude das variáveis e da adequação dos denominadores populacionais utilizados no cálculo das taxas de base.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Lima2009">Lima CRA, Schramm JMA, Coeli CM, Silva MEM. Revisão das dimensões de qualidade dos dados e métodos aplicados na avaliação dos sistemas de informação em saúde. ''Cadernos de Saúde Pública''. 2009;25(10):2095-2109.</ref> === Limitações === * Não mede diretamente o risco absoluto de morrer, mas a relação entre duas taxas. * Depende da validade das taxas que compõem o numerador e o denominador. * Pode ser influenciada por diferenças na estrutura etária dos grupos comparados, quando se utilizam taxas não padronizadas. * Pode ser instável em populações pequenas ou em situações com pequeno número de óbitos. * Sua interpretação isolada pode ocultar diferenças importantes na magnitude absoluta das taxas comparadas. * Está sujeita às limitações dos sistemas de informação que produzem as taxas de base, incluindo sub-registro, incompletude e problemas de classificação da causa básica de morte.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> <ref name="Reboucas2025" /> <ref name="Lima2009" /> === Periodicidade === Pode ser calculada com a mesma periodicidade das taxas de mortalidade que lhe servem de base, em geral anual.<ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === Pode ser calculada para qualquer recorte territorial em que haja disponibilidade de taxas comparáveis, como Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios. Sua utilidade depende da qualidade dos dados e da estabilidade das taxas nos grupos comparados.<ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A razão entre taxas de mortalidade pode ser analisada segundo: * sexo * faixa etária * local de residência * ano * grupos de causas da CID-10 * raça/cor * escolaridade, quando disponível<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="PereiraEpi" /> === Indicadores que podem servir de base para o cálculo === No exercício proposto, a razão foi calculada a partir de três indicadores de mortalidade: * '''Taxa de mortalidade por lesão de trânsito''': taxa de mortalidade específica por lesão de trânsito na população, em um local e ano de referência, calculada por 100 mil habitantes; inclui causas codificadas entre V01 e V89 da CID-10.<ref name="RIPSA2026" /> * '''Taxa de mortalidade prematura por doenças crônicas não transmissíveis''': taxa de mortalidade entre 30 e 69 anos por doenças cardiovasculares, neoplasias malignas, diabetes mellitus e doenças respiratórias crônicas, em local e ano de referência.<ref name="RIPSA2026" /> * '''Taxa de mortalidade específica por doenças infecciosas e parasitárias''': taxa de mortalidade por esse grupo de causas na população residente, em local e ano de referência, calculada por 100 mil habitantes.<ref name="RIPSA2026" /> == Taxa de incidência de aids == === Definição === A taxa de incidência de aids expressa o número de casos incidentes confirmados de síndrome de imunodeficiência adquirida (aids), diagnosticados na população residente, em determinado local e ano de referência. Trata-se de um indicador de morbidade que descreve a ocorrência de casos novos da doença na população. Os casos de aids são codificados como B20-B24 na CID-10.<ref name="RIPSA2026"></ref> <ref name="Batista2023">Batista JFC, Martins-Melo FR, Almeida APM, Lima MS, Heukelbach J, Alencar CH. Distribuição espacial e tendência temporal da AIDS no Brasil e regiões entre 2005 e 2020. ''Rev Bras Epidemiol''. 2023;26:e230002.</ref> === Unidade de medida === Taxa, expressa em número de casos por 100.000 habitantes.<ref name="RIPSA2026" /> === Fontes de dados === As informações são obtidas no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), no Sistema de Controle de Exames Laboratoriais (Siscel) e no Sistema de Controle Logístico de Medicamentos (Siclom).<ref name="RIPSA2026" /> Para o denominador, utiliza-se a população residente no mesmo local e ano de referência.<ref name="RIPSA2026" /> A utilidade analítica do indicador depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica para detectar, notificar, investigar e confirmar os casos, bem como da integração e da consistência entre as bases utilizadas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019">Tombini LHT, Freitas HMBM, Krainski ET, et al. Size of the adult HIV-infected population adjusted for case underreporting in Brazil. ''J Int AIDS Soc''. 2019;22(9):e25376.</ref> === Método de cálculo === A taxa de incidência de aids é calculada pela razão entre o número de casos incidentes confirmados de aids e a população residente, em um mesmo local e ano de referência, multiplicada por 100.000.<ref name="RIPSA2026" /> <math>TIA = \frac{N_{casos\ incidentes\ confirmados\ de\ aids}}{Populacao\ residente} \times 100.000</math> onde: TIA = taxa de incidência de aids N₍casos incidentes confirmados de aids₎ = número de casos novos confirmados de aids no local e ano de referência População residente = população total estimada de residentes no mesmo local e ano de referência === Exemplo === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Local !! Casos novos de aids !! População residente !! Taxa de incidência (por 100.000 hab.) |- | Município X || 45 || 250.000 || 18,0 |- | Município Y || 20 || 100.000 || 20,0 |- | Município Z || 12 || 80.000 || 15,0 |} Nesse exemplo, o Município Y apresenta a maior taxa de incidência de aids, com 20,0 casos por 100.000 habitantes. === Interpretação === O indicador expressa a magnitude da doença. Em análise de série temporal, permite avaliar a evolução temporal e a distribuição geográfica da taxa de incidência de aids.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Batista2023" /> Também indica a existência de condições favoráveis à transmissão da doença por via sexual, sanguínea ou vertical.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Dourado2006">Dourado I, Veras MASM, Barreira D, Brito AM. Tendências da epidemia de Aids no Brasil após a terapia antirretroviral. ''Rev Saude Publica''. 2006;40(spe):9-17.</ref> Entretanto, não reflete a situação atual da infecção pelo HIV no período de referência, mas a ocorrência da doença aids, cujos sinais e sintomas surgem, em geral, após longo período de infecção assintomática.<ref name="RIPSA2026" /> Por isso, sua interpretação deve ser feita em conjunto com outros indicadores do HIV/aids, especialmente os relacionados ao diagnóstico, à infecção pelo HIV e ao cuidado em saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Melo2021">Melo MC, Donalisio MR, Cordeiro R. Tendência da incidência de HIV-aids segundo diferentes critérios diagnósticos em Campinas-SP, Brasil, de 1980 a 2016. ''Cien Saude Colet''. 2021;26(3):1143-1154.</ref> === Usos principais === * Analisar as variações populacionais, geográficas e temporais da distribuição da taxa de incidência de aids. * Contribuir para a vigilância epidemiológica e para a avaliação das ações de controle da aids. * Subsidiar processos de planejamento, gestão, monitoramento e avaliação de políticas e ações de saúde direcionadas ao controle da transmissão do HIV/aids em áreas e populações específicas.<ref name="RIPSA2026" /> === Interface com a Informática em Saúde === Esse indicador depende da interoperabilidade entre sistemas de notificação, mortalidade, exames laboratoriais e logística de medicamentos.<ref name="RIPSA2026" /> Sua validade é influenciada pela completude dos registros, pela oportunidade da notificação, pela aplicação dos critérios de definição de caso e pela consistência entre as bases utilizadas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019" /> Painéis e sistemas informatizados permitem desagregação por faixa etária, sexo e município, ampliando seu uso para vigilância, gestão e análise territorial.<ref name="RIPSA2026" /> === Limitações === * Depende das condições técnico-operacionais do sistema de vigilância epidemiológica, em cada área geográfica, para detectar, notificar, investigar e realizar testes laboratoriais específicos para a confirmação diagnóstica da aids.<ref name="RIPSA2026" /> * Pode sofrer influência de atraso diagnóstico, subnotificação e heterogeneidade da qualidade dos sistemas de informação entre áreas geográficas.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Tombini2019" /> * Não reflete diretamente a incidência da infecção pelo HIV, mas a incidência da fase clínica aids.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="Melo2021" /> == Consultas Médicas por Habitante == === Definição === O indicador Consultas Médicas por Habitante expressa o número médio de atendimentos médicos realizados em um determinado território e período, em relação à população residente. Corresponde à razão entre o total de consultas médicas registradas nos serviços de saúde e o número total de habitantes da área analisada. Esse indicador mede o nível de utilização dos serviços médicos e reflete, de forma indireta, o acesso da população à atenção ambulatorial. Também é utilizado para avaliar a capacidade de oferta dos serviços de saúde, a cobertura da atenção básica e a equidade no uso dos recursos disponíveis.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Unidade de medida === Número médio de consultas médicas por habitante, expresso em valores absolutos (consultas/habitante/ano). O resultado é obtido como um valor decimal e indica a quantidade média anual de consultas médicas realizadas por pessoa residente em determinado território. Exemplo de interpretação: um valor de 2,5 consultas por habitante significa que, em média, cada morador realizou duas a três consultas médicas ao longo do ano.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA">Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Informação e Saúde Digital. ''Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://www.gov.br/saude/.</ref> === Fontes de dados === As informações para o cálculo do indicador Consultas Médicas por Habitante são obtidas a partir dos registros do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS), do Ministério da Saúde. Esse sistema consolida dados de atendimentos médicos realizados na rede pública, incluindo unidades básicas de saúde, policlínicas, ambulatórios especializados e hospitais com atendimento ambulatorial. Fontes complementares: * e-SUS Atenção Primária – sistema utilizado para o registro das consultas médicas realizadas na atenção primária. * Sistema de Informação da Atenção Básica (SIAB) – utilizado em séries históricas anteriores. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – fornece as estimativas populacionais utilizadas como denominador no cálculo do indicador. Essas bases permitem a análise da oferta e utilização de serviços médicos e possibilitam comparações entre regiões, períodos e níveis de atenção à saúde.<ref name="MSSIA" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número total de consultas médicas realizadas em determinado território e período e a população residente na mesma área e período. A fórmula é: <math>CMH = \frac{N_{consultas}}{P}</math> onde: CMH = consultas médicas por habitante N₍consultas₎ = número total de consultas médicas realizadas P = população residente no mesmo período O resultado indica o número médio de consultas médicas realizadas por habitante em um ano. Recomenda-se calcular o indicador separadamente para o total de consultas do Sistema Único de Saúde (SUS) e, quando possível, incluir estimativas da rede privada para uma visão mais abrangente do acesso aos serviços médicos. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=N_consultas/P` Por exemplo, se em um município foram registradas 500.000 consultas médicas e a população estimada era de 250.000 habitantes, o resultado será 2,0 consultas médicas por habitante no período.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Consultas médicas registradas (SIA/SUS, 2022) !! População (Censo 2022) !! Consultas por habitante |- | '''Norte''' || 47.800.000 || 18.906.962 || 2,53 |- | '''Nordeste''' || 137.600.000 || 54.644.582 || 2,52 |- | '''Sudeste''' || 317.000.000 || 84.847.187 || 3,74 |- | '''Sul''' || 118.500.000 || 29.933.315 || 3,96 |- | '''Centro-Oeste''' || 55.300.000 || 16.298.734 || 3,39 |- | '''Brasil''' || 676.200.000 || 203.062.512 || 3,33 |} Fontes: Ministério da Saúde – SIA/SUS/DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados mostram que: * As regiões '''Sul''' e '''Sudeste''' apresentam as maiores médias de consultas médicas por habitante, refletindo maior cobertura e disponibilidade de serviços de saúde. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' mantêm níveis mais baixos, o que pode indicar desigualdades de acesso ou menor oferta de serviços. * O valor médio nacional em 2022 foi de aproximadamente '''3,3 consultas médicas por habitante'''. === Interpretação === O indicador Consultas Médicas por Habitante expressa o nível médio de utilização dos serviços médicos por parte da população. Valores mais altos indicam maior número de consultas realizadas, o que pode refletir maior acesso aos serviços de saúde ou, em alguns casos, utilização excessiva de atendimentos. Valores baixos podem sugerir barreiras de acesso, insuficiência de oferta de profissionais ou sub-registro de consultas. A interpretação do indicador deve considerar fatores como: * estrutura etária da população (idosos tendem a utilizar mais os serviços de saúde); * cobertura da atenção básica e disponibilidade de médicos; * perfil epidemiológico e prevalência de doenças crônicas; * participação do setor privado, que pode não estar completamente registrada nos sistemas públicos de informação. A análise conjunta com outros indicadores, como cobertura da Estratégia Saúde da Família e internações por condições sensíveis à atenção primária, permite uma compreensão mais precisa do acesso e da resolutividade da rede de serviços.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O indicador Consultas Médicas por Habitante é utilizado para avaliar o acesso e a utilização dos serviços de saúde pela população. Entre os principais usos estão: * Monitorar a disponibilidade e o uso dos serviços médicos ambulatoriais. * Avaliar o desempenho da rede assistencial e o alcance das políticas de atenção primária. * Estimar a necessidade de recursos humanos e de infraestrutura em saúde. * Identificar desigualdades regionais e populacionais no acesso aos serviços médicos. * Apoiar o planejamento e a avaliação das ações do Sistema Único de Saúde (SUS). * Comparar a utilização de serviços entre setores público e privado, quando as informações estiverem disponíveis. O indicador também contribui para estudos sobre eficiência dos sistemas de saúde, alocação de recursos e impacto de políticas de ampliação do acesso à atenção primária.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> <ref name="MSSIA" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, o acompanhamento desse indicador exige consolidação de registros ambulatoriais, identificação adequada do estabelecimento e padronização dos procedimentos informados. A integração entre SIA/SUS, e-SUS APS, sistemas locais e ferramentas de regulação melhora a leitura do acesso, reduz duplicidades analíticas e permite monitorar a produção com maior granularidade.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação do indicador Consultas Médicas por Habitante está relacionada à cobertura das fontes de dados. O Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) registra apenas as consultas realizadas na rede pública, não incluindo o volume de atendimentos ocorridos em serviços privados e planos de saúde, o que pode subestimar o número total de consultas. Outras limitações incluem: * Sub-registro ou inconsistências no preenchimento das Autorizações de Procedimentos Ambulatoriais e Boletins de Produção Ambulatorial. * Diferenças nas formas de registro entre os sistemas SIA/SUS, e-SUS APS e SIAB, dificultando comparações entre anos e regiões. * Ausência de distinção entre consultas iniciais e de retorno, o que pode superestimar o volume real de atendimento individual. * Influência de fatores contextuais, como disponibilidade de médicos, perfil etário da população e prevalência de doenças crônicas, que impactam o número médio de consultas. Essas limitações devem ser consideradas ao interpretar o indicador e em comparações entre regiões e períodos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS) são coletados e atualizados de forma contínua em todo o território nacional. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, de acordo com a necessidade de análise e a disponibilidade dos dados populacionais utilizados como denominador. Na prática, a periodicidade anual é a mais utilizada, pois permite comparações entre regiões e anos, além de reduzir oscilações sazonais na produção de atendimentos. Os dados são disponibilizados pelo Ministério da Saúde por meio do DATASUS, geralmente no ano subsequente ao de referência.<ref name="MSSIA" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador Consultas Médicas por Habitante possui cobertura nacional, com informações disponíveis para todos os entes federativos que alimentam regularmente o Sistema de Informações Ambulatoriais do SUS (SIA/SUS). As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Tipo de estabelecimento de saúde (atenção básica, especializada, hospitalar) Os dados do SIA/SUS abrangem todos os atendimentos realizados na rede pública de saúde, enquanto as informações sobre o setor privado ainda são limitadas. Essa cobertura permite análises comparativas entre regiões e o acompanhamento de desigualdades no acesso e na utilização dos serviços médicos.<ref name="MSSIA" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A análise do indicador Consultas Médicas por Habitante pode ser feita segundo diferentes dimensões demográficas, sociais e institucionais, permitindo identificar desigualdades no acesso e na utilização dos serviços de saúde. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Localização geográfica (regiões, estados, municípios, zonas urbana e rural) * Tipo de estabelecimento (atenção básica, especializada, hospitalar) * Tipo de financiamento (SUS e não SUS, quando disponível) * Escolaridade e condição socioeconômica da população atendida * Ano de referência (para análise temporal) Essas categorias permitem avaliar a equidade no acesso às consultas médicas, identificar grupos populacionais com menor utilização dos serviços e apoiar o planejamento de políticas voltadas à ampliação da cobertura e da resolutividade da atenção ambulatorial.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIA" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas == === Definição === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas corresponde à distribuição percentual das internações realizadas em estabelecimentos de saúde segundo os grupos de causas definidas pela Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10). O indicador expressa o peso relativo de cada grupo de causas no total de hospitalizações ocorridas em determinado território e período. Permite identificar o perfil de morbidade hospitalar da população, evidenciando as principais causas de internação e subsidiando o planejamento das ações e políticas de saúde. Também é utilizado para avaliar o impacto de doenças agudas e crônicas sobre o sistema hospitalar e monitorar as mudanças no perfil epidemiológico ao longo do tempo.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://datasus.saude.gov.br/sistema-de-informacoes-hospitalares-sih-sus/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de internações hospitalares atribuídas a um determinado grupo de causas em relação ao total de internações ocorridas no mesmo período e território. O valor é apresentado com uma ou duas casas decimais e deve ser calculado separadamente para cada grupo de causas segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10). Esse formato permite comparações entre regiões e períodos, bem como a análise da participação relativa de diferentes causas de hospitalização.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas são obtidas a partir do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), administrado pelo Ministério da Saúde. O SIH/SUS reúne dados das Autorizações de Internação Hospitalar (AIH), que registram informações sobre diagnóstico principal, procedimento realizado, duração da internação e desfecho do atendimento. Fontes complementares: * Sistema de Informações de Saúde Suplementar (ANS) – fornece dados sobre internações na rede privada de planos de saúde, quando disponíveis. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para estimativas populacionais, quando se deseja calcular taxas de internação. * Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10) – define os grupos e capítulos de causas utilizados na classificação das internações. Essas bases permitem identificar o perfil de morbidade hospitalar e apoiar o planejamento e a gestão dos serviços hospitalares no país.<ref name="MSSIH" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de internações hospitalares atribuídas a determinado grupo de causas, segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão, e o total de internações registradas no mesmo período e território, multiplicada por 100. A fórmula é: <math>PI = \frac{N_{gc}}{N_{total}} \times 100</math> onde: PI = proporção de internações hospitalares por grupo de causas (%) N₍gc₎ = número de internações hospitalares de um grupo específico de causas N₍total₎ = número total de internações hospitalares registradas no mesmo período e local O cálculo pode ser realizado para capítulos ou categorias específicas da CID-10, conforme o objetivo da análise, como doenças infecciosas, doenças do aparelho circulatório ou causas externas. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=(N_gc/N_total)*100` Por exemplo, se um município registrou 2.000 internações por doenças do aparelho respiratório em um total de 10.000 internações no ano, a proporção será 20%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Grupo de causas (CID-10) !! Internações (SIH/SUS, 2022) !! Proporção (%) sobre o total |- | Doenças do aparelho respiratório (J00–J99) || 1.142.850 || 13,8 |- | Gravidez, parto e puerpério (O00–O99) || 1.092.260 || 13,2 |- | Doenças do aparelho circulatório (I00–I99) || 970.540 || 11,7 |- | Doenças do aparelho digestivo (K00–K93) || 858.430 || 10,3 |- | Doenças infecciosas e parasitárias (A00–B99) || 604.270 || 7,3 |- | Lesões, envenenamentos e causas externas (S00–T98 e V01–Y98) || 412.690 || 5,0 |- | Neoplasias (C00–D48) || 375.850 || 4,5 |- | Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (E00–E90) || 285.300 || 3,4 |- | Doenças do aparelho geniturinário (N00–N99) || 278.120 || 3,3 |- | Doenças do sistema nervoso (G00–G99) || 230.850 || 2,8 |- | Outras causas (demais capítulos da CID-10) || 2.150.840 || 25,7 |- | '''Total''' || '''8.402.000''' || '''100,0''' |} Fontes: Ministério da Saúde – SIH/SUS/DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados indicam que: * As principais causas de internação hospitalar no SUS em 2022 foram doenças do aparelho respiratório, condições relacionadas à gravidez e doenças do aparelho circulatório. * Internações por causas externas representaram cerca de 5% do total. * O padrão reflete a transição epidemiológica, com predomínio crescente de doenças crônicas e degenerativas sobre as infecciosas. === Interpretação === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas permite identificar o perfil de morbidade hospitalar de uma população e avaliar o impacto relativo das diferentes doenças e agravos sobre o sistema hospitalar. Valores mais elevados para determinados grupos de causas indicam maior frequência de hospitalizações associadas a essas condições. Por exemplo, uma alta proporção de internações por doenças do aparelho respiratório pode refletir surtos sazonais, como influenza ou pneumonia, enquanto o predomínio de causas circulatórias pode indicar o peso crescente das doenças crônicas não transmissíveis. O indicador também auxilia na identificação de transições epidemiológicas e na avaliação da efetividade da atenção básica: reduções nas internações por condições sensíveis à atenção primária podem indicar melhoria no cuidado ambulatorial e prevenção de agravos. A análise deve considerar fatores como estrutura etária, cobertura assistencial, práticas de registro e variações sazonais, que podem influenciar o número e a distribuição das internações hospitalares.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === O indicador é amplamente utilizado para analisar o perfil de morbidade hospitalar e subsidiar o planejamento de ações e políticas de saúde. Entre seus principais usos estão: * Identificar as principais causas de internação e seus padrões regionais e temporais. * Avaliar o impacto das doenças transmissíveis e crônicas sobre o sistema hospitalar. * Monitorar a transição epidemiológica e o peso relativo das causas de internação por faixa etária e sexo. * Apoiar o planejamento da rede hospitalar e a alocação de recursos financeiros e humanos. * Avaliar a efetividade da atenção primária por meio do acompanhamento das internações por condições sensíveis à atenção básica. * Subsidiar estudos sobre carga de doenças e perfil de utilização dos serviços hospitalares. O indicador também serve de base para análises de custo e de eficiência hospitalar, permitindo estimar o impacto econômico das principais causas de hospitalização no Sistema Único de Saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, esse indicador depende da padronização diagnóstica nas AIH, da integridade dos registros hospitalares e da possibilidade de tabulação automatizada por capítulos e grupos da CID-10. Sistemas analíticos e painéis interativos permitem monitorar padrões de internação, comparar territórios e apoiar a gestão hospitalar e a vigilância em saúde.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === A principal limitação do indicador é que o SIH/SUS registra predominantemente internações financiadas pelo SUS, o que restringe a representação da rede privada não conveniada. Também podem ocorrer distorções associadas à qualidade do preenchimento da AIH, à codificação diagnóstica e a diferenças nos critérios de internação entre serviços e regiões. Outras limitações incluem: * sub-registro ou inconsistências no diagnóstico principal; * influência da oferta local de leitos e da organização da rede hospitalar; * possibilidade de reinternações serem contadas como novos eventos; * dificuldade de interpretação isolada, sem considerar taxas e outros indicadores assistenciais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS) são coletados de forma contínua e consolidados mensalmente, com atualização regular nas bases do DATASUS. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, conforme o objetivo da análise e a necessidade de acompanhamento das tendências. A periodicidade anual é a mais utilizada, pois permite comparações entre períodos e regiões, além de reduzir variações sazonais decorrentes de surtos epidêmicos ou flutuações temporárias na demanda hospitalar. Os dados são disponibilizados publicamente pelo Ministério da Saúde por meio do portal DATASUS, geralmente no início do ano subsequente ao período de referência.<ref name="MSSIH" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional e é calculado a partir dos registros do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), que abrange os estabelecimentos vinculados ao Sistema Único de Saúde. As desagregações possíveis incluem: * Brasil (total nacional) * Grandes Regiões * Unidades da Federação * Regiões Metropolitanas * Municípios e Distritos * Tipo de estabelecimento Embora o SIH/SUS concentre as internações financiadas pelo SUS, a cobertura é ampla e representativa da realidade hospitalar brasileira, especialmente em contextos de maior dependência do sistema público. Os dados permitem comparações territoriais e análises sobre o perfil de morbidade hospitalar em diferentes contextos populacionais e assistenciais.<ref name="MSSIH" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A Proporção de Internações Hospitalares por Grupo de Causas pode ser analisada segundo diferentes variáveis demográficas, clínicas e territoriais, permitindo identificar padrões de morbidade e desigualdades regionais. As principais categorias de desagregação recomendadas são: * Sexo (masculino, feminino) * Faixa etária (crianças, adultos, idosos) * Capítulo ou grupo de causas segundo a Classificação Internacional de Doenças – 10ª Revisão (CID-10) * Local de residência e de ocorrência da internação * Tipo de estabelecimento * Regime de internação (urgência/emergência ou eletiva) * Ano de referência Essas categorias permitem compreender a distribuição das internações por perfil epidemiológico e subsidiar o planejamento e a organização da rede hospitalar conforme as necessidades de saúde da população.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSSIH" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Leitos Hospitalares == === Definição === O indicador '''Leitos hospitalares por população''' expressa a relação entre o número de leitos hospitalares disponíveis para internação e a população residente, em determinado território e período. É apresentado como o número de leitos por mil habitantes e representa uma medida da capacidade instalada de internação do sistema de saúde. Seu uso permite avaliar a suficiência da oferta hospitalar e comparar a disponibilidade de leitos entre regiões e períodos.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES">Brasil. Ministério da Saúde. ''Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://cnes.datasus.gov.br/.</ref> === Unidade de medida === Número de leitos hospitalares por 1.000 habitantes. === Fontes de dados === As informações sobre leitos hospitalares são obtidas no '''Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES)''', do Ministério da Saúde. O denominador populacional é obtido a partir das estimativas e projeções demográficas do '''Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)'''.<ref name="MSCNES" /> <ref name="IBGE" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de leitos hospitalares disponíveis e a população residente no mesmo território e período, multiplicada por 1.000. <math>LH = \frac{N_{leitos}}{P} \times 1000</math> onde: LH = leitos hospitalares por 1.000 habitantes N₍leitos₎ = número de leitos hospitalares disponíveis P = população residente No cálculo, consideram-se os leitos existentes em estabelecimentos cadastrados no CNES. Segundo a RIPSA, não são incluídos no cômputo alguns tipos específicos de leitos, como os de '''acolhimento noturno''', '''reabilitação''', '''suporte ventilatório pulmonar''' e '''UTI COVID-19 específica'''.<ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Leitos hospitalares (CNES, dez/2022) !! População (Censo 2022) !! Leitos por 1.000 habitantes |- | '''Norte''' || 32.480 || 18.906.962 || 1,72 |- | '''Nordeste''' || 98.215 || 54.644.582 || 1,80 |- | '''Sudeste''' || 201.320 || 84.847.187 || 2,37 |- | '''Sul''' || 72.890 || 29.933.315 || 2,44 |- | '''Centro-Oeste''' || 35.430 || 16.298.734 || 2,17 |- | '''Brasil''' || 440.335 || 203.062.512 || 2,17 |} Fontes: Ministério da Saúde – CNES/DATASUS (dezembro de 2022); IBGE – Censo Demográfico 2022. === Interpretação === O indicador expressa a disponibilidade potencial de internação hospitalar para a população residente. Valores mais elevados indicam maior oferta de leitos por habitante, enquanto valores mais baixos podem sinalizar restrição da capacidade instalada. Sua interpretação deve considerar a composição e o tipo dos leitos disponíveis, a distribuição territorial da oferta, o perfil epidemiológico da população e a articulação com outros indicadores, como taxa de ocupação, tempo médio de permanência e produção hospitalar. Diferenças regionais podem refletir desigualdades estruturais na rede de atenção à saúde.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a capacidade instalada de internação hospitalar. * Comparar a disponibilidade de leitos entre regiões e períodos. * Subsidiar o planejamento e a regionalização da rede hospitalar. * Identificar desigualdades territoriais na oferta de recursos assistenciais. * Apoiar análises de suficiência da infraestrutura hospitalar. <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === O indicador depende da atualização regular do CNES e da integração entre bases cadastrais, assistenciais e populacionais. Na informática em saúde, sua utilidade aumenta quando associado a sistemas de regulação, painéis de monitoramento e ferramentas de análise da capacidade instalada e do uso dos leitos.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === * Depende da qualidade e da atualização dos registros do CNES. * Não expressa, isoladamente, a utilização efetiva dos leitos. * Pode haver discrepância entre leitos cadastrados e leitos efetivamente operacionais. * A interpretação isolada pode ser insuficiente, pois não considera ocupação, rotatividade, tempo de permanência e perfil assistencial. * Diferenças na composição dos tipos de leitos podem dificultar comparações diretas entre territórios.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados do CNES são atualizados continuamente e podem ser analisados com periodicidade mensal ou anual. Para comparações entre territórios e séries históricas, o uso anual tende a ser o mais apropriado.<ref name="MSCNES" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios, conforme a disponibilidade e a qualidade dos dados cadastrais e populacionais.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> <ref name="IBGE" /> === Categorias sugeridas para análise === O indicador pode ser analisado segundo: * tipo de leito * vínculo ao SUS * natureza jurídica do estabelecimento * localização geográfica * esfera administrativa * ano de referência <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSCNES" /> == Cobertura de Planos Privados de Saúde == === Definição === A Cobertura de Planos Privados de Saúde expressa a proporção da população residente que possui vínculo ativo a algum plano ou seguro de assistência médica, hospitalar ou odontológica. O indicador mede o grau de participação da saúde suplementar na cobertura populacional de um território, em determinado período. Reflete a inserção da população no setor privado de saúde e permite avaliar a relação entre o Sistema Único de Saúde (SUS) e o setor suplementar, bem como desigualdades de acesso aos serviços de saúde entre grupos sociais e regiões.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS">Agência Nacional de Saúde Suplementar. ''Sala de Situação''. Rio de Janeiro: ANS. Disponível em: https://www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/analise-de-situacao/sala-de-situacao.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção de pessoas cobertas por planos ou seguros privados de assistência à saúde em relação à população total residente em determinado território e período. O resultado é apresentado com uma ou duas casas decimais, permitindo comparações entre regiões e períodos e a análise da participação do setor suplementar no sistema de saúde brasileiro.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo da Cobertura de Planos Privados de Saúde são obtidas a partir dos registros administrativos da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que regula e supervisiona o setor de planos e seguros de saúde no Brasil. Os dados são provenientes do Sistema de Informações de Beneficiários (SIB/ANS), que reúne o número de vínculos ativos por tipo de plano, operadora e local de residência do beneficiário. Fontes complementares: * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para o denominador populacional. * Pesquisas domiciliares, como a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), que podem complementar a análise da cobertura autorreferida. * Bases da saúde suplementar e relatórios analíticos da ANS. Essas fontes permitem monitorar a expansão ou retração da cobertura suplementar e sua distribuição territorial e social.<ref name="ANS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado pela razão entre o número de vínculos ativos a planos privados de assistência à saúde e a população residente no mesmo território e período, multiplicada por 100. <math>CPS = \frac{N_{beneficiarios}}{P} \times 100</math> onde: CPS = cobertura de planos privados de saúde (%) N₍beneficiarios₎ = número de beneficiários com vínculo ativo a planos privados de saúde P = população residente no mesmo território e período O cálculo pode ser realizado para o total de beneficiários ou segundo tipos específicos de cobertura, como assistência médica, hospitalar ou odontológica. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com a fórmula: `=(N_beneficiarios/P)*100` Por exemplo, se um estado possui 2.500.000 beneficiários de planos privados e uma população de 10.000.000 habitantes, a cobertura será de 25,0%.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Beneficiários de planos médico-hospitalares !! População residente !! Cobertura (%) |- | '''Norte''' || 2.060.000 || 18.906.962 || 10,9 |- | '''Nordeste''' || 7.420.000 || 54.644.582 || 13,6 |- | '''Sudeste''' || 28.940.000 || 84.847.187 || 34,1 |- | '''Sul''' || 8.160.000 || 29.933.315 || 27,3 |- | '''Centro-Oeste''' || 4.620.000 || 16.298.734 || 28,3 |- | '''Brasil''' || 51.200.000 || 203.062.512 || 25,2 |} Fontes: Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS (2022); IBGE – Censo Demográfico 2022. Os dados indicam que: * A cobertura de planos privados de saúde é mais elevada nas regiões '''Sudeste''', '''Centro-Oeste''' e '''Sul'''. * As regiões '''Norte''' e '''Nordeste''' apresentam menor inserção da saúde suplementar. * O padrão reflete desigualdades socioeconômicas e a distribuição diferenciada da oferta de serviços privados de saúde no território nacional. === Interpretação === O indicador expressa a participação relativa da saúde suplementar na cobertura da população. Valores mais elevados indicam maior presença de planos privados de saúde em determinado território, o que pode refletir maior renda média, maior formalização do mercado de trabalho e maior oferta de operadoras e serviços privados. Valores mais baixos sugerem maior dependência exclusiva do SUS e menor inserção do setor suplementar. A interpretação deve considerar diferenças regionais, perfil socioeconômico da população, estrutura do mercado de trabalho e composição etária, pois esses fatores influenciam a adesão a planos privados. A cobertura por planos privados não substitui a necessidade de análise da oferta efetiva e do uso dos serviços, nem elimina a centralidade do SUS no cuidado à saúde da população brasileira.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a participação da saúde suplementar na cobertura populacional. * Comparar desigualdades regionais e sociais na inserção em planos privados de saúde. * Subsidiar análises sobre a relação entre o SUS e o setor suplementar. * Apoiar o planejamento e a regulação do sistema de saúde. * Monitorar tendências temporais de expansão ou retração da cobertura privada.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Interface com a Informática em Saúde === O monitoramento desse indicador depende de bases cadastrais atualizadas, integração entre dados administrativos e denominadores populacionais confiáveis. Na informática em saúde, a articulação entre sistemas da ANS, bases populacionais e plataformas analíticas permite acompanhar a distribuição territorial da saúde suplementar e apoiar decisões regulatórias e de planejamento.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === * O indicador mede cobertura contratual, não uso efetivo dos serviços. * Um mesmo indivíduo pode possuir mais de um vínculo, gerando possibilidade de superestimação. * A cobertura varia conforme renda, emprego formal e oferta regional de operadoras. * Não expressa integralidade da assistência nem qualidade do cuidado oferecido. * Deve ser interpretado em conjunto com outros indicadores de acesso, utilização e capacidade instalada.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="ANS" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados da ANS são atualizados periodicamente e permitem acompanhamento mensal e anual da cobertura da saúde suplementar. Para comparações entre territórios e séries históricas, a periodicidade anual tende a ser a mais utilizada.<ref name="ANS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador pode ser calculado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação e municípios, conforme a disponibilidade dos dados da ANS e dos denominadores populacionais.<ref name="ANS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === A cobertura de planos privados de saúde pode ser analisada segundo: * tipo de plano * segmentação assistencial * faixa etária * sexo * localização geográfica * ano de referência * vínculo empregatício, quando disponível<ref name="RIPSA2026" /><ref name="ANS" /> == Gastos em Saúde == === Definição === O indicador '''Percentual da Despesa Total em Saúde Destinada a Cada Nível de Atenção''' expressa a distribuição dos recursos financeiros aplicados em saúde segundo os níveis de atenção do sistema: Atenção Primária à Saúde (APS) e Média e Alta Complexidade (MAC). Corresponde à proporção do gasto público total em saúde alocada para cada nível assistencial, em determinado território e período. O indicador permite avaliar o equilíbrio do financiamento entre os componentes da rede de atenção, contribuindo para a análise da priorização da APS e da sustentabilidade do sistema de saúde. A comparação entre APS e MAC auxilia na identificação de tendências de investimento e na verificação da coerência entre a alocação de recursos e as diretrizes de regionalização e integralidade do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="SIOPS">Brasil. Ministério da Saúde. ''Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://siops.saude.gov.br/.</ref> === Unidade de medida === Percentual (%), representando a proporção da despesa total em saúde destinada a cada nível de atenção no sistema: * Atenção Primária à Saúde (APS) * Média e Alta Complexidade (MAC) O valor é calculado em relação à despesa total em ações e serviços públicos de saúde (ASPS) realizada pelo ente federativo no período de referência. A soma dos percentuais de APS e MAC tende a se aproximar de 100%, podendo haver pequenas variações devido à existência de outras categorias orçamentárias, como vigilância em saúde e gestão do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="SIOPS" /> === Fontes de dados === As informações para o cálculo do indicador são obtidas a partir do '''Fundo Nacional de Saúde (FNS)''', do Ministério da Saúde, que consolida os repasses e pagamentos realizados em ações e serviços públicos de saúde segundo os blocos de financiamento. Os dados permitem identificar os valores destinados à Atenção Primária à Saúde (APS) e à Média e Alta Complexidade (MAC), conforme a execução orçamentária e financeira federal. Fontes complementares: * Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS) – utilizado para análises de consolidação orçamentária nas três esferas de governo. * Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – utilizado para contextualização demográfica e macroeconômica. * Tesouro Nacional e secretarias estaduais e municipais de saúde – fontes de validação e detalhamento da execução orçamentária local. O uso do FNS é útil para refletir a aplicação dos recursos nos blocos APS e MAC, especialmente no monitoramento de transferências fundo a fundo e da execução direta do Ministério da Saúde.<ref name="MSFNS">Brasil. Ministério da Saúde. ''Fundo Nacional de Saúde (FNS)''. Brasília: Ministério da Saúde. Disponível em: https://portalfns.saude.gov.br/.</ref> <ref name="RIPSA2026" /> === Método de cálculo === O indicador é calculado a partir da razão entre o montante de recursos financeiros aplicados em cada nível de atenção (APS e MAC) e o total das despesas em ações e serviços públicos de saúde (ASPS), multiplicada por 100. <math>P_{nivel} = \frac{D_{nivel}}{D_{total}} \times 100</math> onde: P₍nível₎ = percentual da despesa total destinada a cada nível de atenção (APS ou MAC) D₍nível₎ = despesa executada no respectivo nível de atenção D₍total₎ = total de despesas em ações e serviços públicos de saúde As despesas de cada nível são obtidas nos registros de execução orçamentária do Fundo Nacional de Saúde, que classifica os pagamentos e transferências segundo os blocos de financiamento: * Atenção Primária à Saúde (APS) * Média e Alta Complexidade (MAC) O cálculo pode ser feito para a União, estados, municípios ou para o conjunto do país, conforme a disponibilidade de dados. Dica: em planilhas eletrônicas (como o Excel), o cálculo pode ser feito com as fórmulas: Para APS: `=(Despesa_APS/Despesa_Total)*100` Para MAC: `=(Despesa_MAC/Despesa_Total)*100` Exemplo: se um estado aplicou R$ 600 milhões em APS e R$ 1,4 bilhão em MAC, sobre um total de R$ 2 bilhões em ASPS, os percentuais serão 30% para APS e 70% para MAC.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Exemplo (Brasil, 2022) === {| class="wikitable" style="text-align:center;" ! Região !! Despesa total em saúde (R$ milhões) !! Atenção Primária (APS) !! Média/Alta Complexidade (MAC) !! % APS !! % MAC !! Razão MAC/APS |- | '''Norte''' || 38.620 || 13.260 || 21.570 || 34,3 || 55,9 || 1,63 |- | '''Nordeste''' || 107.430 || 39.820 || 57.480 || 37,1 || 53,5 || 1,44 |- | '''Sudeste''' || 183.750 || 55.620 || 114.830 || 30,3 || 62,5 || 2,06 |- | '''Sul''' || 68.940 || 21.760 || 40.910 || 31,6 || 59,4 || 1,88 |- | '''Centro-Oeste''' || 32.860 || 10.940 || 18.440 || 33,3 || 56,1 || 1,68 |- | '''Brasil''' || 431.600 || 141.400 || 253.200 || 32,8 || 58,7 || 1,79 |} Fontes: Ministério da Saúde – FNS / SIOPS / DATASUS (2022); IBGE – ''Censo Demográfico 2022''. Os dados mostram que: * Em 2022, aproximadamente 59% das despesas em saúde foram destinadas à Média e Alta Complexidade, enquanto cerca de 33% corresponderam à Atenção Primária. * A relação MAC/APS foi de 1,79. * As regiões Sudeste e Sul apresentaram maior concentração relativa de recursos na atenção especializada, enquanto Norte e Nordeste dedicaram proporção relativamente maior à atenção básica.<ref name="MSFNS" /> <ref name="SIOPS" /> <ref name="IBGE" /> === Interpretação === O indicador expressa o equilíbrio entre os níveis de atenção à saúde no financiamento do sistema público. Valores mais elevados de gasto na Atenção Primária à Saúde indicam maior priorização das ações de promoção, prevenção e cuidado longitudinal. Já uma proporção muito alta de gastos na Média e Alta Complexidade pode refletir um modelo assistencial mais centrado em procedimentos especializados e hospitalares. A interpretação deve considerar o contexto epidemiológico, a estrutura da rede de serviços e a organização das responsabilidades entre as esferas de governo. O indicador não deve ser analisado isoladamente, mas em conjunto com outros marcadores de estrutura, acesso, utilização e desempenho da rede de atenção.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Usos principais === * Avaliar a distribuição do financiamento entre APS e MAC. * Monitorar tendências de priorização do gasto em saúde. * Comparar perfis de financiamento entre regiões e entes federativos. * Subsidiar o planejamento, a gestão e a avaliação das redes de atenção. * Apoiar análises sobre coerência entre financiamento e modelo assistencial do SUS.<ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /><ref name="MSFNS" /> === Interface com a Informática em Saúde === Na informática em saúde, esse indicador depende da integração entre bases orçamentárias, financeiras e assistenciais. Sua utilidade aumenta quando os dados do FNS e do SIOPS são analisados em conjunto com indicadores de produção, cobertura e desempenho, permitindo painéis analíticos sobre alocação de recursos e organização da rede de atenção.<ref name="IMIA2023" /> <ref name="Mantas2016" /> === Limitações === As principais limitações do indicador estão relacionadas à classificação e ao registro das despesas nos sistemas orçamentários e financeiros. Embora o Fundo Nacional de Saúde permita identificar os blocos de financiamento, parte das despesas pode não estar claramente vinculada a um nível específico de atenção, dificultando a separação entre APS e MAC. Outras limitações incluem: * diferenças entre empenho, liquidação e pagamento, que podem gerar defasagens temporais nos valores registrados; * dificuldade de comparações diretas entre entes federativos, devido a variações na estrutura orçamentária e nas fontes de financiamento; * possibilidade de reclassificação contábil de despesas; * exclusão de gastos do setor privado e de outras fontes não orçamentárias; * falta de uniformidade na identificação de gastos mistos, que envolvem simultaneamente APS e MAC. Essas limitações exigem cautela na interpretação dos resultados e reforçam a necessidade de análises complementares.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> === Periodicidade === Os dados sobre despesas em saúde executadas pelo Fundo Nacional de Saúde são atualizados mensalmente, com consolidação anual dos valores executados por bloco de financiamento. O indicador pode ser calculado mensal, trimestral ou anualmente, conforme o objetivo da análise. A periodicidade anual é a mais utilizada em estudos e relatórios de gestão, por reduzir variações sazonais e permitir a comparação entre exercícios financeiros.<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Cobertura geográfica === O indicador possui cobertura nacional e pode ser analisado para Brasil, grandes regiões, unidades da federação, regiões de saúde e municípios, conforme a disponibilidade dos registros financeiros. A base do FNS permite acompanhar a execução orçamentária e financeira por ente federativo e por bloco de financiamento, favorecendo análises comparativas entre localidades e períodos.<ref name="MSFNS" /> <ref name="IBGE" /> <ref name="RIPSA2026" /> === Categorias sugeridas para análise === O indicador pode ser analisado segundo: * nível de atenção (APS, MAC) * esfera administrativa * localização geográfica * tipo de gestão * modalidade de repasse * ano de exercício financeiro<ref name="MSFNS" /> <ref name="RIPSA2026" /> <ref name="MSUFG2015" /> == Referências == <references /> mlitoijzym04jjgr6syol39dae49x4i Governo Aberto (curso2026) 0 32645 182168 182036 2026-04-23T16:45:08Z Jorgemach7 8082 /* Experiências de governo aberto? (22/04) */ 182168 wikitext text/x-wiki Docente: Jorge Machado (machado arroba usp.br) '''Objetivos''' Essa disciplina tem  por objetivos: a) introduzir princípios fundamentais de governo aberto, a partir da discussão de possibilidade de acesso à informação e participação política; b) disseminar instrumentos que promovam a transparência, participação social e práticas colaborativas na gestão pública, de modo a permitir aos alunos conhecimentos para uma intervenção na sociedade a partir do uso de ferramentas tecnológicas. Com isso, espera-se subsidiar o discente de informações, conhecimentos e técnicas  para formulação de políticas públicas que promovam uma  governança aberta. O curso consiste de 15 semanas, sendo 3 delas reservadas para atividades de pesquisa. O programa está sujeito a modificações. ''1a Semana - Recepção aos Calouros (Dispensa para participação nas atividades de integração)'' == '''Introdução ao curso. O que é "governo aberto"?''' (04/03) == '''''Apresentação do programa''''' '''As "origens" do Governo Aberto: as relações entre governo aberto, software livre e cultura livre''' Para uma visão geral: https://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre https://en.wikipedia.org/wiki/Free-culture_movement '''Para entender melhor:''' A Open Government Partnership (OGP). [https://www.gov.br/cgu/pt-br/governo-aberto/central-de-conteudo/documentos/arquivos/declaracao-governo-aberto.pdf Declaração de Governo Aberto] (pt): OGP funcionamento: https://www.opengovpartnership.org/es/how-we-work/ '''Leitura complementar''' [https://obamawhitehouse.archives.gov/open/documents/open-government-directive USGOV. Open Government Directive] OCDE Recomentation on Open Government http://www.oecd.org/gov/Recommendation-Open-Government-Approved-Council-141217.pdf http://www.oecd.org/gov/recomendacion-del-consejo-sobre-gobierno-abierto-141217.pdf (espanhol) ==='''Tarefa para a próxima aula''' === Relatar um caso de aplicação de política de governo aberto. Pode ser uma ação dentro de um plano nacional ou subnacional. O que precisa ver: - Qual é o problema (ou desafio) a ser enfrentado? - Essa meta se associa a transparência, participação, inovação tecnológica ou prestação de contas (accountability)? - Quais sãos os atores envolvidos (do governo e da sociedade civil)? - Qual ação e metas foram definidos? - Quais foram os resultados alcançados? O relato pode ser oral, sugere-se até 10 minutos de tempo. É opcional o uso de algum recurso audiovisual. == '''A ''Parceria para o Governo Aberto'' como modelo?''' (11/03) == CALDERÓN, Cesar. Por qué un Gobierno Abierto. In  CONCHA,  Gáston, NASER, Alejandra (Org.). (2012). El desafío  hacia el gobierno  abierto en la hora de la igualdad. Editores CEPAL y Alis. https://www.cepal.org/es/publicaciones/3969-desafio-gobierno-abierto-la-hora-la-igualdad (pp. 27-47) [https://gae.gob.gt/wp-content/uploads/Carta-Iberoamericana-de-Gobierno-Abierto-07-2016.pdf Carta Iberoamericana de Gobierno Abierto] (CIGA), aprovada pela ''XVII Conferencia Iberoamericana de Ministras y Ministros de Administración Pública y Reforma del Estado'' Leitura complementar: MACHADO J.; BELLIX, L.; BURLE, C.; MARCHEZINE, J. (2017) O caso do Governo Aberto no Brasil: o que se pode aprender com os erros e acertos. VIII Congreso Internacional en Gobierno, Administración y Políticas Públicas - GIGAPP. Madrid, Spain. =='''A Lei de Acesso à informação e governo aberto'''(18/03) == BRASIl. [http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2011/lei/l12527.htm Lei 12.527/2011]. Regula o acesso a informações previsto no inciso XXXIII do art. 5o, no inciso II do § 3o do art. 37 e no § 2o do art. 216 da Constituição Federal https://www.rti-rating.org/ Atividade: Duscussão e contribuição para a '''Cocriação do 4º Plano de Ação em Governo Aberto: Escolha de Desafios''' https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/legislation/processes/391 Leitura Complementar: Open Society (2006) [https://www.opensocietyfoundations.org/sites/default/files/transparencia-silencio-2006_0.pdf Transparencia y Silencio]. Mendel, Toby (2008) [http://www.acessoainformacao.gov.br/central-de-conteudo/publicacoes/arquivos/liberdade-informacao-estudo-direito-comparado-unesco.pdf Liberdade de informação: um estudo de direito comparado]. =='''Ferramentas colaborativas para o governo aberto e participação social''' (25/03) == Cruz-Rúbio, Cesar - Havia el Gobierno Abierto: una Caja de Herramientas https://biblioteca.clacso.edu.ar/Espana/gigapp/20161220030611/pdf_1095.pdf (ver com atenção parte 2 - "Catálogo de herramientas de GA") Wiki, pads, Githubs. Colocando a mão na massa. Pad: https://etherpad.wikimedia.org/p/caixadeareia Github: https://pt.wikipedia.org/wiki/GitHub Wiki: <nowiki>https://pt.wikiversity.org/</nowiki>  ex: [[Wikinativa|https://pt.wikiversity.org/wiki/Wikinativa]] Sobre software livre: STALMANN, R. [http://www.fsfla.org/svnwiki/about/what-is-free-software.pt.html O que é o software livre]. * Filmes sobre software livre: Revolution OS (www.imdb.com/title/tt0308808/); *The Code (www.imdb.com/title/tt0315417/); *In Proprietário (<nowiki>https://youfdsvstu.be/7Yy0tFOKfQg</nowiki>). '''Ferramentas de produtividade com IAG''' https://www.semanticscholar.org/ Motor de busca gratuito com filtros avançados para localizar artigos. https://app.researchrabbit.ai/ Ferramenta de mapeamento bibliográfico que ajuda a encontrar autores e artigos relacionados visualmente. '''NotebookLM (Google):''' Permite o upload de arquivos PDF para interação, resumo, comparação de documentos e criação de mapas conceituais ou FAQs. https://consensus.app/ Motor de busca que utiliza IA para encontrar respostas baseadas em artigos científicos revisados por pares. https://sonix.ai/pt Transcrição de aúdios https://journaliststudio.google.com/ Transcrição de aúdios (não dá para usar conta USP) https://quillbot.com/ plataforma projetada para auxiliar usuários a parafrasear, reescrever, revisar e resumir textos. Principais Ferramentas e Funções: Parafraseador, Verificador Gramatical, Resumidor, Gerador de Citações, Detector de Plágio (recurso pago), Detector de IA e Humanizador [[chatpdf.com]] Converse com seus PDFs. ==== '''30 a 03/04 - "Semana Santa" (nao há aulas na USP)''' ==== == '''IA e participação social''' (08/04) == Palestra de Ítalo do Nascimento Souza (doutorando do PROMUSPP sobre aplicações de IA na participação social) 9:00am – 12:00pm Link: <nowiki>https://meet.google.com/exk-ztgf-pbw</nowiki> Leitura recomendada: Inteligência Artificial para Participação.Policy Brief, Scope Project: https://www.uni-muenster.de/imperia/md/content/brasilienzentrum/pt-br-policy-brief-ai_jan2025.pdf Generative AI as a catalyst for democratic Innovation: Enhancing citizen engagement in participatory budgeting https://arxiv.org/abs/2509.19497 =='''Desenvolvimento de projetos de pesquisa''' (15/04) == Encontro para desenvolvimento trabalhos da disciplina. Discussão sobre temas Formação de grupos Definição de metodologias Orientação para pesquisa inicial de informações =='''<s>Experiências de governo aberto?</s>''' '''Visita cancelada''' (22/04) == Roda com Bruno Venâncio, Coordenador da Política de GA da PMSP Local: Prefeitura de São Paulo, Viaduto do Chá. Texto de apoio a ser definido =='''Códigos, protocolos e padrões: sua relação com governo aberto''' (29/04)== '''A infraestrutura para sociedade aberta'''. Camadas da rede, estruturas de comunicação, códigos, padrões e políticas públicas. MACHADO, Jorge. [http://www.forum-global.de/docs/tese-livre-docencia-Jorge-Machado.pdf Políticas públicas de informação para o conhecimento aberto]. Tese de Livre-Docência. Introdução e pags. <u>94-134</u>. '''Literatura complementar''' BENKLER, Yoshai The Wealth of Networks. New Haven & London: Yale University Press. Em português, [http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1 Capítulo 1 - Introdução]// [http://www.icariaeditorial.com/pdf_libros/la%20riqueza%20de%20las%20redes.pdf Livro completo em espanhol]: CONCHA,  Gáston, NASER, Alejandra (Org.). [http://www.cepal.org/ilpes/noticias/paginas/3/54303/Datos_Abiertos_Un_Nuevo_Desafio_Gobiernos.pdf Datos abiertos: Un nuevo desafío para los gobiernos de la región]. CEPAL. Março/2012.  DAVIES, Tim. (2010). Open data, democracy and public sector reform. A look at  open government data use from data.gov.uk. [http://www.opendataimpacts.net/report/ Resumo de tese]. '''Exemplos de aplicativos com dados abertos:''' [https://cuidando.vc/?/home Cuidando do meu bairro] [http://www.crimemapping.com/map/fl/daytonabeach Mapa do crime (Daytona)] '''Links com referências a comentários em sala de aula''' What is Open Source explained in LEGO https://www.youtube.com/watch?v=a8fHgx9mE5U IETF e os padroes abertos https://www.youtube.com/watch?v=SN-EaJIeB-w Why Open Standards are important https://www.youtube.com/watch?v=kMg4ty8_O44 [http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,marinha-suspende-pregao-de-mais-de-180-mil-garrafas-de-bebida-alcoolica,1153558 Pregão da marinha com mais de 180 mil garrafas de bebida alcoólica suspenso] == '''Dados Abertos e Inovação''' (06/05) == W3C/THacker. [http://www.w3c.br/pub/Materiais/PublicacoesW3C/Manual_Dados_Abertos_WEB.pdf Manual dos Dados Abertos] O que são dados abertos? http://dados.gov.br/pagina/dados-abertos BARROS, Alejandro. [https://www.alejandrobarros.com/wp-content/uploads/2016/04/La_promesa_del_Gobierno_Abierto.pdf Datos Abiertos: ¿qué son y cuál es su utilidad?] In HOFMANN, Andrés ; RAMÍREZ ALUJAS, Alvaro; BOJÓRQUEZ PEREZ NIETO, José A. Itaip. La Promesa del Gobierno Abierto, pp. 259-279. BATISTA, Augusto Herrmann; SILVA, Nitai Bezerra da; MIRANDA, Christian Moryah Contiero. (2013). [https://consad.org.br/wp-content/uploads/2013/05/093-INFRAESTRUTURA-NACIONAL-DE-DADOS-ABERTOS.pdf Infraestrutura nacional de dados abertos]. VI Congresso do Consad. == '''Desenvolvimento de pesquisa''' (13/05) == (remoto) Encontro para desenvolvimento trabalhos da disciplina. ''Texto de apoio a ser definido'' == '''Desenvolvimento de pesquisa''' (20/05) == Encontro para apresentação do desenvolvimento dos projetos/ trabalhos da disciplina. [[etherpad:p/temasgovernoaberto2026|Temas dos trabalho dos grupos]] Segunda metade: apresentação parcial e discussão com a sala == '''Desenvolvimento de pesquisa ''' (27/05) == Encontro para desenvolvimento trabalhos da disciplina. (remoto) [[etherpad:p/temasgovernoaberto2026|Temas dos trabalho dos grupos]] Segunda metade: apresentação parcial e discussão dos trabalhos com a sala == '''Desenvolvimento de pesquisa ''' (03/06) == Ajustes nos trabalhos da disciplina. == '''Seminário para apresentação de trabalhos ''' (10/06) == <u>Apresentação dos trabalhos em grupo</u> [[etherpad:p/temasgovernoaberto2026|Temas dos trabalho dos grupos]] == '''Revisão para entrega do trabalho (17/06)''' == Plantão de dúvidas com professor <u>Data limite para envio da versão final: 30/06</u> Submissão por email == '''Forma de avaliação da disciplina''' == Trabalhos colaborativos, participação nas atividades dentro e fora de sala de aula. == '''Recuperação'''== ''Trabalho individual sobre um ou mais dos temas abordados no curso'' == '''Bibliografia geral''' == BATISTA, Augusto Herrmann; SILVA, Nitai Bezerra da; MIRANDA, Christian Moryah Contiero. (2013). [http://www.escoladegoverno.pr.gov.br/arquivos/File/2013/V_CONSAD/VI_CONSAD/093.pdf Infraestrutura nacional de dados abertos]. VI Congresso do Consad.   BENKLER, Yoshai The Wealth of Networks. New Haven & London: Yale University Press. Em portugues imprimir apenas Capítulo 1 - [http://cyber.law.harvard.edu/wealth_of_networks/A_Riqueza_das_Redes_-_Cap%C3%ADtulo_1 Introdução] Em [http://www.icariaeditorial.com/pdf_libros/la%20riqueza%20de%20las%20redes.pdf espanhol] CALDERÓN, Cesar. Por qué un Gobierno Abierto. In  CONCHA,  Gáston, NASER, Alejandra (Org.). (2012). El desafío  hacia el gobierno  abierto en la hora de la igualdad. Editores CEPAL y Alis. <nowiki>http://goo.gl/c7q4O5</nowiki> (pp. 27-47) CASTELLS, Manuel. A Sociedade em Rede. S. Paulo: Paz e Terra, 2000. CONCHA, Gáston, NASER, Alejandra (Org.). (2012). El desafío hacia el gobierno  abierto en la hora de la igualdad. Editores CEPAL y Alis. <nowiki>http://goo.gl/c7q4O5</nowiki> _____ . [http://www.cepal.org/ilpes/noticias/paginas/3/54303/Datos_Abiertos_Un_Nuevo_Desafio_Gobiernos.pdf Datos abiertos: Un nuevo desafío para los gobiernos de la región]. CEPAL. Março/2012.  _____ . [http://www.cepal.org/ilpes/noticias/paginas/3/54303/Plan_de_Gobierno_Abierto.pdf Plan de gobierno abierto Una hoja de ruta para los gobiernos de la región]. Nações Unidas/CEPAL, 2014. DAVIES, Tim. (2010). Open data, democracy and public sector reform. A look at  open government data use from data.gov.uk [http://www.opendataimpacts.net/report/ Resumo de tese] GUIMARÃES, Caroline Burle dos Santos. (2013). [http://www.escoladegoverno.pr.gov.br/arquivos/File/2013/V_CONSAD/VI_CONSAD/034.pdf. O mecanismo independente de avaliação (IRM) da parceria para  governo aberto (OGP) e a importância de monitorar os impactos no plano de ação]. VI Congresso do Consad. HARRISON, Teresa M.; GUERRERO, Santiago;  BURKE, G. Brianet all. [http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.590.1788&rep=rep1&type=pdf Open government and e-government: Democratic challenges from a public value perspective]. Information Polity, vol. 17, no. 2, pp. 83-97, 2012. HOFMANN, Andrés ; RAMÍREZ ALUJAS, Alvaro; BOJÓRQUEZ PEREZNIETO, José A. Itaip. [http://inicio.ifai.org.mx/Publicaciones/La%20promesa%20del%20Gobierno%20Abierto.pdf La Promesa del Gobierno Abierto]. InfoDF (México), 2012. HIMANEN, P. A Ética dos Hackers e o Espírito da Era da Informação: a Importância  dos Exploradores da Era Digital. Rio de Janeiro: Campus, 2001. HOFMANN, Andrés ; RAMÍREZ ALUJAS, Alvaro; BOJÓRQUEZ PEREZNIETO, José A. Itaip. [http://inicio.ifai.org.mx/Publicaciones/La%20promesa%20del%20Gobierno%20Abierto.pdf La Promesa del Gobierno Abierto]. InfoDF (México), 2012. LATHROP, Daniel; LAUREL, Ruma (Orgs.); Open Government: Collaboration, Transparency and Participation in Practice. <nowiki>https://github.com/oreillymedia/open_government</nowiki> LESSIG,  Lawrence. Cultura livre. São Paulo: Trama,  2005. OPEN KNOWLEDGE FOUNDATION. (2011). [http://www.access-info.org/documents/Access_Docs/Advancing/Beyond_Access_7_January_2011_web.pdf Beyond Access: Open Government Data & the Right to (Re)Use Public Information] OPEN GOV PRINCIPLES DATA. <nowiki>http://resource.org/8_principles.html</nowiki> [http://resource.org/8_principles.html Princípios de dados abertos] (minha tradução, a do dados.gov tem erros) <nowiki>http://cassidy.gpopai.usp.br/cursos/index.php/Princ%C3%ADpios_de_Dados_Governamentais_Abertos</nowiki> McDERMOTT, Patrice. [http://igup.urfu.ru/docs/Bank%20English_Transleted%20Articles/English/HR%20Management/Building%20open%20government.pdf Building open government (USA)]. Government Information Quarterly. Volume 27, Issue 4, October 2010, Pages 401–413. STALMANN, R. [http://www.fsfla.org/svnwiki/about/what-is-free-software.pt.html O que é o software livre.] US GOv. [http://www.whitehouse.gov/open/documents/open-government-directive Open Government Directive] W3C. [http://www.w3c.br/pub/Materiais/PublicacoesW3C/Manual_Dados_Abertos_WEB.pdf Manual dos Dados Abertos] '''Journal of Community Informatics'''. *[http://ci-journal.net/index.php/ciej/issue/view/41 Special Issue: Community Informatics and Open Government Data], Vol 8, No 2 (2012). *[http://ci-journal.net/index.php/ciej/issue/current Special issue on Open Data for Social Change and Sustainable Developmen]t. Vol 12, No 2 (2016) Video: OGP. https://www.youtube.com/watch?v=Mj7NvmFr5i0 [[Categoria:Cursos]] [[Categoria:Administração e Governo]] [[Categoria:Bacharelado|Gestão de Políticas Públicas]] [[Categoria:Bacharelado|Sistemas de Informação]] [[Categoria:Bacharelado]] 9w7yt2toy1ajjwpoo8uljacgsvkwha5 Utilizador:Dânia Brajato 2 33175 182172 2026-04-23T17:07:14Z Dânia Brajato 44138 User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]]. 182172 wikitext text/x-wiki {{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 5grfw3a3sk7jomc141tgyum72ftab0y Utilizador Discussão:Dânia Brajato 3 33176 182173 2026-04-23T17:07:15Z Dânia Brajato 44138 adding {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org}} 182173 wikitext text/x-wiki {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 2wid2k5a2pmk14vcj5f25jujdy0ry22 Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Atividade/Wanise Martinez 0 33177 182175 2026-04-23T18:24:21Z Wanise Martinez 42309 [[Ajuda:SEA|←]] nova página: __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <... 182175 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Wanise Martinez <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> A partir da tabela de podcasts disponibilizada na aula 6.5, escolha dois programas, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: Por ser um podcast jornalístico, acho que o Ciência Suja tem um público geral, mas que esteja interessado em saúde, além de especialistas em divulgação científica * Como você acha que ele é feito *: Resposta: Acho que é um processo profissional, com jornalistas fazendo a apuração e as entrevistas e a montagem do áudio acontece num estúdio * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta: Gosto muito da maneira como os assuntos são abordados, as histórias de crimes cometidos em nome da ciência, as fraudes. Talvez por ser muito jornalístico, falta um pouco de explicação mais detalhada dos casos, mais bastidores. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons] no formato wav. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: Resposta: Podcast sobre o Painel USP de Gêmeos * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: Resposta: formato de entrevista, mas numa conversa mais informal * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: Resposta: apresentadora Wanise Martinez e convidados Ricardo Tânia Kiehl Lucci (assistente de projetos do Painel) e Ricardo Prist (gerente de projetos do Painel) * Qual é o público-alvo? *: Resposta: gêmeos, estudiosos da gemelaridade, pais de gêmeos e interessados no tema em geral * Qual é a identidade sonora do podcast? *: Resposta: vinheta para iniciar e finalizar, uma conversa solta com perguntas e respostas == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''. <center> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo da entrevista na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Podcast_%27De_olho_na_ci%C3%AAncia%27.ogg == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]] h1fktij5aj0zbe2qk7zwom2b9bc1hhj Utilizador:Lorranyamazonas 2 33178 182176 2026-04-23T19:02:31Z Lorranyamazonas 44139 User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]]. 182176 wikitext text/x-wiki {{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 5grfw3a3sk7jomc141tgyum72ftab0y Utilizador Discussão:Lorranyamazonas 3 33179 182177 2026-04-23T19:02:31Z Lorranyamazonas 44139 adding {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org}} 182177 wikitext text/x-wiki {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 2wid2k5a2pmk14vcj5f25jujdy0ry22 Utilizador:LucasVLS 2 33180 182179 2026-04-23T19:27:38Z LucasVLS 44141 User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]]. 182179 wikitext text/x-wiki {{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 5grfw3a3sk7jomc141tgyum72ftab0y Utilizador Discussão:LucasVLS 3 33181 182180 2026-04-23T19:27:38Z LucasVLS 44141 adding {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org}} 182180 wikitext text/x-wiki {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 2wid2k5a2pmk14vcj5f25jujdy0ry22 Utilizador:Caiosalgueiro 2 33182 182182 2026-04-23T19:42:30Z Caiosalgueiro 44142 User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]]. 182182 wikitext text/x-wiki {{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 5grfw3a3sk7jomc141tgyum72ftab0y Utilizador Discussão:Caiosalgueiro 3 33183 182183 2026-04-23T19:42:30Z Caiosalgueiro 44142 adding {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org}} 182183 wikitext text/x-wiki {{Discussão de usuário do outreachdashboard.wmflabs.org | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }} 2wid2k5a2pmk14vcj5f25jujdy0ry22