Wikiversidade ptwikiversity https://pt.wikiversity.org/wiki/P%C3%A1gina_principal MediaWiki 1.46.0-wmf.26 first-letter Multimédia Especial Discussão Utilizador Utilizador Discussão Wikiversidade Wikiversidade Discussão Ficheiro Ficheiro Discussão MediaWiki MediaWiki Discussão Predefinição Predefinição Discussão Ajuda Ajuda Discussão Categoria Categoria Discussão TimedText TimedText talk Módulo Módulo Discussão Evento Evento Discussão Utilizador Discussão:Astangl 3 12288 182290 56084 2026-04-30T09:36:43Z Solstag 784 /* Mas olha só… */ nova secção 182290 wikitext text/x-wiki ==Boas vindas== Oi Astangl, bem vindo à Wikiversidade! =D Quaisquer dúvidas você pode começar uma discussão na [[Esplanada]] ou escrever na [[Wikiversidade:Página de discussão|página de discussão]] de outros usuários. Uma sugestão bastante útil é você organizar seu trabalho através da sua página de utilizador, sempre acessível pelo link ao topo da página. Como exemplo, veja a minha clicando em meu nome na assinatura abaixo. Um abraço, --[[Utilizador:Solstag|Solstag]] ([[Utilizador Discussão:Solstag|discussão]]) 04h58min de 21 de março de 2013 (UTC) == Mas olha só… == Ni! Novamente bem vindo por essas bandas ;-) .~´ [[Utilizador:Solstag|Solstag]] ([[Utilizador Discussão:Solstag|discussão]]) 09h36min de 30 de abril de 2026 (UTC) df6zgudbw7yvgo0fe9nziuvjlrq11jx Introdução ao Jornalismo Científico/Contato 0 18268 182282 180323 2026-04-29T17:09:05Z Joalpe 11181 /* Conteúdo */ 182282 wikitext text/x-wiki {{../header}} <templatestyles src="Predefinição:Relato/style.css"/> == Coordenação == {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Challenges of Scientific Dissemination (NeuroMat) 80.jpg |autor = Fernando J. da Paixão |instituição = [[w:pt:Universidade Estadual de Campinas|Universidade Estadual de Campinas]] |página = |curso = Física |blog = |texto = Pesquisador principal do CEPID NeuroMat, onde coordena a equipe de difusão. |h_ou_w = x |transladar imagem x= -30px }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Challenges of Scientific Dissemination (NeuroMat) 86.jpg|center |autor = João Alexandre Peschanski |instituição = Wikimedia Brasil |página = |curso = |blog = |texto = Pesquisador associado do CEPID NeuroMat, onde supervisiona a equipe de comunicação. |h_ou_w = x }} == Conteúdo == {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Wiki Edu presentation and the 3rd Neurociência e Matemática edit-a-thon (13).jpg |autor = Daniel Dieb |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Jornalismo |blog = |texto = Bolsista de Jornalismo Científico II/FAPESP (2017/05969-0) |h_ou_w = x |transladar imagem x= -40px }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Miréia Figueiredo.jpg |autor = Miréia Figueiredo |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Jornalismo |blog = |texto = Bolsista de Jornalismo Científico II/FAPESP (2020/06512-7) |h_ou_w = x }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = TDCWeb20 (day 02) 17.jpg |autor = Giulia Ebohon |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Jornalismo |blog = |texto = Bolsista de Jornalismo Científico II/FAPESP (2016/25810-3) |h_ou_w = x }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = WikiCon Brasil 2025 - Painel de Educação - Juan (12) (cropped).jpg |autor = Juan Mattheus |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Jornalismo |blog = |texto = Bolsista de Jornalismo Científico III/FAPESP (2025/00886-6) |h_ou_w = x }} == Desenvolvimento == {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Bruna_Meneguzzi.jpg |autor = Bruna Meneguzzi |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Ciência da Computação |blog = |texto = Estagiária de difusão. }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Wikidata Lab IV section 06 cropped.jpg |autor = Éder Porto |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Matemática aplicada |texto = Assistente técnico de difusão. }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Mesa A, día 2 (bloque 2) en WECUDI 2023 101.jpg |autor = Erika Guetti Suca |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Ciência da Computação |blog = |texto = Bolsista de Treinamento Técnico IV/FAPESP (2021/01505-5) |h_ou_w = x }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Wikidata IOLab - presentation (09) (cropped).jpg |autor = Artur Corrêa Souza |instituição = [[w:pt:Wikimedia Brasil|Wikimedia Brasil]] |página = |curso = Licenciatura em Matemática |blog = |texto = Assistente de projetos |h_ou_w = x }} == Apoio == {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Wikidata Lab XI (25) (cropped).jpg |autor = Célio Costa |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = História |blog = |texto = Assistente de difusão do CEPID NeuroMat. }} {{Relato |posição da imagem = esquerda |imagem = Thais May Carvalho.jpg |autor = Thais May |instituição = [[w:pt:NeuroMat|CEPID NeuroMat]] |página = |curso = Jornalismo |blog = |texto = Assistente de difusão do CEPID NeuroMat. |h_ou_w = x }} == Agradecimentos == Agradecemos a colaboração de todos os pesquisadores envolvidos no processo de escrita das aulas: * Aline Duarte *Antonio Galves *Claudia D. Vargas * Daniel Takahashi * Eduardo Vicente *Jean Carlos Santos * Osame Kinouchi * Valério Melo == Contato == * [[Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico|Página de discussão]] * E-mail: comunicacao@numec.prp.usp.br == Pesquisa == Este curso inspirou as seguintes pesquisas: * DIEB, D. A. A.; PESCHANSKI, J. A. .; PAIXÃO, F. J. da . O uso da Wikiversidade no ensino do jornalismo científico: abertura, colaboração e conectivismo. '''Texto Livre''': Linguagem e Tecnologia, Belo Horizonte-MG, v. 14, n. 1, p. e24935, 2021. DOI: 10.35699/1983-3652.2021.24935. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/textolivre/article/view/24935. Acesso em: 1 set. 2021. * Arrigo, A. J., Peschanski, J. A., Girardi Jr., L., Jacob, L. C. B., Jurno, A. C. (2024). Construção de um Curso Online Conectivista: a Wikiversidade no Ensino da Saúde Auditiva . '''EaD Em Foco''', 14(1), e2212. Disponível em: https://eademfoco.cecierj.edu.br/index.php/Revista/article/view/2212. Acesso em: 5 set. 2024 * == Financiamento == A elaboração deste curso ocorre no contexto das atividades do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (CEPID NeuroMat), projeto FAPESP 2013/07699- 0, coordenado por Antonio Galves (''in memoriam'') e por Oswaldo Baffa Filho. hbzze0qec25ojs7516e8y5a0z3vjy9q Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico 1 23096 182278 181588 2026-04-29T14:55:27Z Gustavo Alves Machado 41623 /* Certificado requisitado sem querer */ nova secção 182278 wikitext text/x-wiki {{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}} '''Envie sua dúvida por meio do botão abaixo.''' {{arquivo-índice|hlist=sim| * '''[[/Arquivo 1|1]]''' }} {{IJC/DúvidaBotão}} == Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | Ciência e Filosofia |} Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC) == Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | A metáfora científica |} No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos? Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC) == sobre tarefa final == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC) == Não estou conseguindo finalizar o curso == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC) == Peters (2013) == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | Metodologia e comunicação |} Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC) == Acompanhamento tarefa final == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC) == Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC) == Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC) == Cumprir tarefa == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC) == CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno.. [[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC) :Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC) == Atividade Final do Módulo 2 == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? . [[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC) == Certificado requisitado sem querer == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Sem querer requisitei o certificado, mas ainda faltam duas atividades. Peço perdão! [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 14h55min de 29 de abril de 2026 (UTC) ausvvby9u9i8gaax7u5lj8ejf1grff2 182280 182278 2026-04-29T17:06:37Z Joalpe 11181 /* Atividade Final do Módulo 2 */ Resposta 182280 wikitext text/x-wiki {{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}} '''Envie sua dúvida por meio do botão abaixo.''' {{arquivo-índice|hlist=sim| * '''[[/Arquivo 1|1]]''' }} {{IJC/DúvidaBotão}} == Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | Ciência e Filosofia |} Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC) == Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | A metáfora científica |} No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos? Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC) == sobre tarefa final == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC) == Não estou conseguindo finalizar o curso == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC) == Peters (2013) == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | Metodologia e comunicação |} Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC) == Acompanhamento tarefa final == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC) == Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC) == Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC) == Cumprir tarefa == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC) == CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno.. [[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC) :Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC) == Atividade Final do Módulo 2 == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? . [[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC) :@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]], a correção de suas atividades foi finalizada. Conseguiu recuperar o certificado? Algum comentário sobre o curso? [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h06min de 29 de abril de 2026 (UTC) == Certificado requisitado sem querer == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Sem querer requisitei o certificado, mas ainda faltam duas atividades. Peço perdão! [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 14h55min de 29 de abril de 2026 (UTC) btkhx8vdyh50usgbue1fc0yt05urgl2 182281 182280 2026-04-29T17:07:26Z Joalpe 11181 /* Certificado requisitado sem querer */ Resposta 182281 wikitext text/x-wiki {{:Introdução ao Jornalismo Científico/header}} '''Envie sua dúvida por meio do botão abaixo.''' {{arquivo-índice|hlist=sim| * '''[[/Arquivo 1|1]]''' }} {{IJC/DúvidaBotão}} == Resistência ou Cautela? Os Limites da Inovação na Ciência == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | Ciência e Filosofia |} Em que medida a resistência da comunidade científica a ideias inovadoras — como ocorreu com Boltzmann — é um obstáculo ao progresso da ciência, e em que medida ela funciona como um mecanismo necessário de proteção contra erros e fraudes? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 17h43min de 29 de maio de 2025 (UTC) == Metáforas científicas no jornalismo: esse recurso de aproximação pode causar distorção conceitual? == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | A metáfora científica |} No exercício cotidiano de tornar a ciência acessível ao grande público, são utilizadas metáforas como “pêndulo político” ou “buraco negro fiscal”. Esses recursos linguísticos ajudam a traduzir conceitos complexos de forma envolvente — mas até que ponto esse uso facilita a compreensão, e quando passa a reforçar interpretações equivocadas ou pré-concepções sobre o significado científico original dos termos? Como equilibrar clareza comunicacional e rigor conceitual no uso de metáforas cientificamente inspiradas no discurso jornalístico? --[[Utilizador:NayAlves0901|NayAlves0901]] ([[Utilizador Discussão:NayAlves0901|discussão]]) 19h11min de 29 de maio de 2025 (UTC) == sobre tarefa final == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Gostaria de saber como faço para visualizar as tarefas que realizei. Além disso, a tarefa do módulo 2 foi realizada, mas infelizmente o Wikipédia entendeu que era spam e me bloqueou. Não sei exatamente o que fiz de errado. Por conta disso, não consigo mais editar página alguma. [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 13h08min de 6 de novembro de 2025 (UTC) == Não estou conseguindo finalizar o curso == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Boa tarde, eu não estou conseguindo finalizar o curso. Não consigo ver as minhas atividades que foram entregues. Alguém consegue me ajudar? [[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]] ([[Utilizador Discussão:Camargo.fmc|discussão]]) 17h08min de 12 de novembro de 2025 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Camargo.fmc|Camargo.fmc]], pode usar [[Introdução ao Jornalismo Científico/Verificação de atividades/Camargo.fmc|essa página]] para verificar as suas atividades realizadas. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h04min de 4 de março de 2026 (UTC) == Peters (2013) == {| class="wikitable" ! Módulo ! Aula |- | Metodologia e Filosofia da Ciência | Metodologia e comunicação |} Aponto que no texto da aula, não foi citado Peters (2013) diretamente, mas, sim, Oliveira e Mendonça (2025). E houve uma pergunta no quiz sobre uma citação direta de Peters (2013), apenas pontuando para que não haja confusões para outros alunos...Ainda que no contexto geral da pergunta fique clara a resposta. --[[Utilizador:Maria Clara Rodriguez Sosa|Maria Clara Rodriguez Sosa]] ([[Utilizador Discussão:Maria Clara Rodriguez Sosa|discussão]]) 14h05min de 3 de dezembro de 2025 (UTC) == Acompanhamento tarefa final == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Por favor, não entendi como verificar se atingi 15 mil caracteres de edição para completar a tarefa. Alguém pode me ajudar com um passo a passo? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 22h37min de 9 de dezembro de 2025 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Lyxavier&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia, basta ver o número em verde escuro, que é o número de bytes=caracteres adicionados a cada edição. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h57min de 4 de março de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], agora na ferramenta no toolforge é possível verificar a contagem de caracteres. Logue em [https://ijc.toolforge.org ijc.toolforge.org] e [https://ijc.toolforge.org/wikipedia_edit_count acesse esse link]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 18h59min de 24 de março de 2026 (UTC) == Dúvida sobre contagem de caracteres - Módulo 2 == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Boa tarde! Estou realizando a tarefa do módulo 2 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico e fiquei com um pouco de dúvida sobre por onde, eu realmente vejo a contagem de caracteres. Outra dúvida é, todas as edições feitos por mim são contabilizadas? --[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]]) 15h42min de 15 de janeiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]], veja [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Especial%3AContribui%C3%A7%C3%B5es&target=Maria_Ang%C3%A9lica_Santos&namespace=0&tagfilter=&start=&end=&limit=50 nas suas contribuições] na Wikipédia. Toda edição não-revertida e com referências válidas será contabilizada, seguindo o padrão da wikipédia, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 21h59min de 4 de março de 2026 (UTC) == Como de fato conseguir permissao para editar na wikipedia == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} Estou tentando fazer essa tarefa e toda vez barram minhas edições, mesmo colocando fontes de referencia e fazendo apenas traduções de outras wikis. --[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]]) 18h40min de 13 de fevereiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]], [https://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Antonia_L%C3%B3pez_Gonz%C3%A1lez&diff=prev&oldid=71552839 na sua edição realizada], não há referências embasando o texto inserido. Lembre-se de usar referências. E também de não remover conteúdo original sem motivo. Sugiro reler as [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h01min de 4 de março de 2026 (UTC) == Cumprir tarefa == {| class="wikitable" ! Módulo |- | História da Ciência e da Tecnologia |} para a tarefa deste módulo posso criar um verbete ao invés de atualizar os já existentes? --[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]]) 21h01min de 18 de fevereiro de 2026 (UTC) :Oi @[[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]], pode sim! Normalmente criar um verbete normalmente é mais difícil do que editar um verbete já existente, mas se você vai cumprir as políticas da Wikipédia, vá em frente. Caso o artigo seja eliminado, as edições não poderão mais ser visualizadas pela equipe do curso. Então, recomendo se assegurar de que o verbete está bem referenciado, [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|de acordo com as orientações da atividade]]. Abraços, [[Utilizador:ACorrêa (WMB)|ACorrêa (WMB)]] ([[Utilizador Discussão:ACorrêa (WMB)|discussão]]) 22h03min de 4 de março de 2026 (UTC) == CERTIFICADO JORNALISMO CIENTÍFICO == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Olá. Há cerca de dois meses, solicitei a emissão do meu certificado de conclusão do curso de Jornalismo Científico, mas ainda não obtive retorno. Anteriormente, já havia feito uma solicitação e, de forma rápida, fui orientado a adequar a tarefa final de um dos módulos. Realizei as correções indicadas e, em seguida, encaminhei um novo pedido de certificado. No entanto, desde então, o processo tem levado mais tempo do que o esperado. Gostaria, se possível, de verificar o que pode estar ocasionando essa demora. Ressalto que preciso do certificado para inseri-lo em um relatório de bolsa de pesquisa da FAPESP, o que torna a agilidade neste momento especialmente importante. Agradeço desde já pela atenção e fico no aguardo de um retorno.. [[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]] ([[Utilizador Discussão:Marco Vinicius Ropelli|discussão]]) 16h34min de 20 de março de 2026 (UTC) :Oi, @[[Utilizador:Marco Vinicius Ropelli|Marco Vinicius Ropelli]]. A correção demora pelo menos três meses a partir da data de solicitação. Verifique se todas as tarefas foram feitas adequadamente, para agilizar o processo. Bons estudos. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h03min de 25 de março de 2026 (UTC) == Atividade Final do Módulo 2 == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Eu fiz a atividade 2, mas não sei se ela ficou certa, porque não consegui, por exemplo, anexar o documento e tive muitos problemas na página de adicionar o vídeo, podem verificar, por favor se está tudo certo? . [[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]] ([[Utilizador Discussão:Mayllon.lyggon|discussão]]) 15h03min de 29 de março de 2026 (UTC) :@[[Utilizador:Mayllon.lyggon|Mayllon.lyggon]], a correção de suas atividades foi finalizada. Conseguiu recuperar o certificado? Algum comentário sobre o curso? [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h06min de 29 de abril de 2026 (UTC) == Certificado requisitado sem querer == {| class="wikitable" ! Dúvida geral |- |} Sem querer requisitei o certificado, mas ainda faltam duas atividades. Peço perdão! [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]]) 14h55min de 29 de abril de 2026 (UTC) :Obrigado por avisar. A correção foi interrompida. Quando finalizar o curso, solicite o certificado de novo, por favor. Bons estudos! [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 17h07min de 29 de abril de 2026 (UTC) ltbpd9wka3fuxi15w2lksrsj3j01vbp Utilizador:James500 2 24804 182277 145910 2026-04-29T13:36:49Z James500 36477 Remove template 182277 wikitext text/x-wiki {{Babel|en}} [[en:User:James500]] b167mzfa599c51y3hjzn4f18lk01tb1 Sociologia e Comunicação Cásper/flâneur 0 24951 182291 162439 2026-04-30T11:25:04Z ~2026-26244-56 44189 182291 wikitext text/x-wiki [[File:O "flâneur", a cidade e o cotidiano.ogg|thumb|O "flâneur", a cidade e o cotidiano]] Ao falarmos da modernidade é impossível não citar Walter Benjamin e seus estudos sobre Charles Baudelaire e Paris. São neles que encontramos suas observações sobre o ''flâneur'' – uma figura típica da vida urbana parisiense do século XIX – que vamos tentar resgatar para pensar o mundo contemporâneo. Na crônica do [[w:João_do_Rio|João do Rio]], ''A rua'', o ''[[w:Flâneur|flâneur]]'' é um vagabundo, mas um vagabundo que reflete. O cotidiano das ruas da metrópole são seu objeto e os bares e cafés são o seu escritório. Hoje, com a formação de ambientes urbanos híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo, por meio de dispositivos móveis, como podemos pensar essa experiência? Devemos olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital)? O que essas metáforas nos ajudariam a enxergar? {{collapse top|title=O ''flâneur'' / A ''flâneuse''}} Mike Featherstone<ref>FEATHERSTONE, Mike. '''O ''flâneur'', a cidade e a vida pública virtual.''' In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença'''. Campinas/SP: Papirus, 2000</ref> apresenta uma reflexão bem interessante sobre essas questões. [[Ficheiro:Étienne Carjat, Portrait of Charles Baudelaire, circa 1862.jpg|miniaturadaimagem|Charles Baudelaire (1821-1867)]]Vamos começar lembrando que a palavra ''flâneur'' é masculina e que o seu equivalente feminino é ''flâneuse''. Aquilo que o ''flâneur'' faz é chamado de ''flânerie'' e está relacionado ao seu profundo envolvimento com a observação do cotidiano das metrópoles. Mergulhar na cidade com todos os seus sentidos, adotando uma postura muito simples: [[Ficheiro:João do Rio em 1909.png|miniaturadaimagem|João do Rio (1881-1921)]] [[Ficheiro:Walter Benjamin vers 1928.jpg|miniaturadaimagem|Walter Benjamin (1892-1940)]]<blockquote>“Tornar o estranho familiar e o familiar estranho”.</blockquote> Além disso, como já observou João do Rio, se todo ''flâneur'' é um vagabundo, nem todo vagabundo é um ''flâneur''. ''Ele é um vagabundo que reflete.''<blockquote>“É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes.” </blockquote><blockquote>(João do Rio. A alma encantadora das ruas) </blockquote>Sua prática é uma arte, um ofício exercitado sempre que possível, sem hora marcada, sem duração determinada, sem trajeto pré-definido. Pode parecer fácil, mas perder-se na cidade não é uma tarefa tão fácil quanto parece para quem já a conhece. Mas, o podemos perguntar: o que significa "conhecer" uma cidade? Talvez, existam diversas formas de ''flânerie,'' mas a que destacamos aqui está diretamente relacionada ao trabalho de crônistas, poetas, fotógrafos, compositores populares, romancistas entre outros. E, por que não, publicitários, jornalistas, profissionais do audiovisual e relações públicas. A ''flânerie'' não está relacionada apenas ao caminhar sem rumo e sem pressa pela cidade, mas em observá-la, em registrar e classificar o que se vê, fazer associações, buscar intertextualidades em seu cotidiano. É preciso ser uma espécie de “botânico do asfalto”. Dito isto, por que não pensar essas experiências nos tempos em que vivemos, um tempo de formação de espaços híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo. Por que não passamos a olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital). O que essas metáforas nos ajudam a enxergar? {{collapse bottom}} {{collapse top|title=Diversas faces da cidade moderna e da flânerie}} A cidade é, então, uma fonte de alegorias… uma confusão de mercadorias e fragmentos da cultura de consumo… A aceleração, o aumento da velocidade que caracteriza a vida na metrópole, associada à experiência constante do choque na multidão que toma conta das ruas, geram um tipo de hiperestímulo que lança o homem e a mulher moderna em um turbilhão de novas sensações e riscos. Trata-se da vida vertiginosa da cidade, nas palavras de João do Rio – grande cronista carioca do século XIX-XX. Mobilidade, hiperestímulo e choque são as palavras-chave. Essa sobrecarga é acompanhada, por outro lado, por novas experiências de distração como as revistas e o cinema. A reação dos homens e mulheres modernas é caracterizada pelo que o sociólogo Georg Simmel chamou de “atitude blasé”, as pessoas na metrópole vivem em uma espécie de autodefesa, tornando-se relativamente indiferentes ao turbilhão de estímulos que acontece ao seu redor. Em meio a este cenário, surge o personagem que queremos estudar em nossa aula – o ''flâneur''. Há uma grande discussão a respeito da associação da ''flânerie'' a uma prática tipicamente masculina. Na maioria das vezes, as ''flâneuses''<ref>Lauren Elken. A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets - The Guardian, 29/06/2016</ref> foram associadas às experiências de espaços como as galerias (os centros de compras da metrópole) e atividades de caridade e auxílio aos mais pobres. As Galerias, as Passagens, as Arcadas eram espaços totalmente novos de consumo e traziam experiências e estímulos muito particulares. Para as mulheres, existiam alguns espaços muito restritos para a ''flânerie'': lojas de departamentos, casas de chá, restaurantes, hotéis, museus, galerias, exposições e. com grandes restrições, os espaços literários. O jornal "The Guardian" fez uma reportagem especial sobre [https://www.theguardian.com/cities/2016/jul/29/female-flaneur-women-reclaim-streets "female flâneurs"] O problema desses espaços é que muitos deles estavam vinculados, justamente, ao mundo do consumo. Por um certo preconceito, foram durante muito tempo desprezados pelos pesquisadores. Tratava-se de um mundo de mercadorias que crescia à volta dos habitantes das cidades – bombardeados pelos primeiros "anúncios" . Ao lado dessa ''flânerie'' pela cidade, novas experiências sensoriais são trazidas pelo cinema, pela fotografia, pela publicidade, que cresce vertiginosamente. {{collapse bottom}} <center>[[Sociologia_e_Comunicação_Cásper/flâneur/Atividade_I|ATIVIDADE I]]</center> {{collapse top|title= João do Rio - O flâneur, o cotidiano e a cidade}} A Rua ( João do Rio) -Trechos Link da obra: [http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/alma_encantadora_das_ruas.pdf A Alma Encantadora das Ruas] "Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia — o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua... Abri o primeiro, abri o segundo, abri dez, vinte enciclopédias, manuseei in-folios especiais de curiosidade. A rua era para eles apenas um alinhado de fachadas por onde se anda nas povoações. Ora, a rua é mais do que isso, a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma!... Para compreender a psicologia da rua não basta gozar-lhe as delícias como se goza o calor do sol e o lirismo do luar. É preciso ter espírito vagabundo, cheio de curiosidades malsãs e os nervos com um perpétuo desejo incompreensível, é preciso ser aquele que chamamos flâneur e praticar o mais interessante dos esportes — a arte de flanar... Flanar! Aí está um verbo universal sem entrada nos dicionários, que não pertence a nenhuma língua! Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça... É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes... O flâneur é ingênuo quase sempre. Pára diante dos rolos, é o eterno “convidado do sereno” de todos os bailes, quer saber a história dos boleiros, admira-se simplesmente, e conhecendo cada rua, cada beco, cada viela, sabendo-lhe um pedaço da história, como se sabe a história dos amigos (quase sempre mal), acaba com a vaga idéia de que todo o espetáculo da cidade foi feito especialmente para seu gozo próprio... [Sobre as ruas] Algumas dão para malandras, outras para austeras; umas são pretensiosas, outras riem aos transeuntes e o destino as conduz como conduz o homem, misteriosamente, fazendo-as nascer sob uma boa estrela ou sob um signo mau, dando-lhes glórias e sofrimentos, matando-as ao cabo de um certo tempo. Oh! sim, as ruas têm alma! Há ruas honestas, ruas ambíguas, ruas sinistras, ruas nobres, delicadas, trágicas, depravadas, puras, infames, ruas sem história, ruas tão velhas que bastam para contar a evolução de uma cidade inteira, ruas guerreiras, revoltosas, medrosas, spleenéticas , snobs, ruas aristocráticas, ruas amorosas, ruas covardes, que ficam sem pinga de sangue... Se as ruas são entes vivos, as ruas pensam, têm idéias, filosofia e religião. Há ruas inteiramente católicas, ruas protestantes, ruas livres-pensadoras e até ruas sem religião... Nas grandes cidades a rua passa a criar o seu tipo, a plasmar o moral dos seus habitantes, a inocular-lhes misteriosamente gostos, costumes, hábitos, modos, opiniões políticas. Vós todos deveis ter ouvido ou dito aquela frase: — Como estas meninas cheiram a Cidade Nova! Não é só a Cidade Nova, sejam louvados os deuses! Há meninas que cheiram a Botafogo, a Haddock Lobo, a Vila Isabel, como há velhas em idênticas condições, como há homens também. A rua fatalmente cria o seu tipo urbano como a estrada criou o tipo social... As ruas são tão humanas, vivem tanto e formam de tal maneira os seus habitantes, que há até ruas em conflito com outras. Os malandros e os garotos de uma olham para os de outra como para inimigos. Mas, a quem não fará sonhar a rua? A sua influência é fatal na palheta dos pintores, na alma dos poetas, no cérebro das multidões. Quem criou o reclamo? A rua! Quem inventou a caricatura! A rua! Onde a expansão de todos os sentimentos da cidade? Na rua! {{collapse bottom}} {{collapse top|title= Referências}} '''BIBLIOGRAFIA BÁSICA''' ELOY, S. (2017) [https://drive.google.com/file/d/1mOTJpxk1_LABxPauvF0MrZc2aJQauq29/view?usp=sharing A cidade e a experiência do digital]. In André, P. (edit) Antologia de ensaios, VI Ciclo de Conferências LISBOA XXI, ISCTE-IUL, Lisboa, pp 206-216. JACQUES, Paola Berenstein. [https://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_7/7_Paola%20Berenstein%20Jacques.pdf Errâncias Urbanas - a arte de andar pela cidade]. Arquitexto, 7, 2005 JACQUES, Paola Berenstein. [https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7894/3/Elogio_aos_Errantes_RI.pdf Elogio aos Errantes]. Salvador: EdUFBA, 2012 '''BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR''' * BALBI, Thiago Machado Balbi, FERRARA, Lucrécia D’Alessio Ferrara. Por uma teoria psicogeográfica da comunicação. '''Intexto,''' Porto Alegre, UFRGS, n. 41, p. 14-34, jan./abr. 2018 *BASTOS, Marco Toledo de Assis. Flâneur, Blasé, Zapeur: variações sobre o tema do indivíduo. Revista e-Compós s/data *ELKIN, lAUREN. Flâneuse: mulheres que caminham pela cidade em Paris, Nova York, Tóquio, Veneza e Londres. São Paulo: Fósforo, 2022 *FEATHERSTONE, Mike. ''O “flâneur”, a cidade e a vida pública virtual''. In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença.''' Campinas/SP: Papirus, 2000. * PEREC, Georges. Aproximações do quê? '''Alea''', Rio de Janeiro , v. 12, n. 1, p. 177-180, June 2010 * ______________.'''Vida: Modo de Usar. São Paulo''' São Paulo: Companhia das Letras, 2009 (capítulo 1: Escadarias) * PINO, Claudia Amigo. O espaço modo de usar: Georges Perec '''''Lettres française''', n.7, 2006'' * PONTUAL, Virgínia, LEITE, Julieta. Da cidade real à cidade digital: a flânerie como uma experiência espacial na metrópole do século XIX e no ciberespaço do século XXI. '''Famecos,''' v.13, n.30, 2006 ROCHA, Roseani Vieira. [https://drive.google.com/file/d/1m3fDBpNRJzYHnl5lTm9Kz1Ab2lUyeLNX/view?usp=sharing A Figura do Flâneur no Entendimento da Prática Jornalística sob a luz de João do Rio, um caso brasileiro.] Revista Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação Ano 4 - Edição 1 – Setembro-Novembro de 2010 '''OUTRAS REFERÊNCIAS''' TEORIA DA DERIVA E O URBANISMO SITUACIONISTA – Blogue Cidadades Contemporâneas – Posted 02/03/2016 *A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets – The Guardian, (cities) 29/07/2016 *Ricardo Luís Silva. Elogio à Inutilidade. O trapeiro e a cidade. "A sociedade dos sonhadores involuntários" de José Eduardo Agualusa, 2017. No epílogo, o personagem principal, Daniel Benchimol, se descreve como um "flâneur", mais especificamente como um "flâneur bantu" Flâneuse by Lauren Elkin review – how women walk -This elegant book considers defiant female walkers from Martha Gellhorn and Virginia Woolf to the author, and celebrates the freedom of being on the move -Lara Feigel – The Guardian, Thu 25 Aug 2016 Minha participação na reportagem “Divagar por aí” da Revista “E” do SESC em 30/01/2018 Vídeo “Flanantes” (skate) UMA CIDADE NÃO É UM COMPUTADOR. Intersaber, 15/05/2017 Artigo de Shannon Mattern, “A City Is Not a Computer”, publicado originalmente no Places Journal, em fevereiro de 2017 (https://placesjournal.org/article/a-city-is-not-a-computer). Mattern é pesquisadora e professora da New School, faculdade de Nova York, e escreve sobre arquitetura, bibliotecas, arquivos e infraestruturas urbanas de comunicação. 9 rolês nas quebradas de SP para você aproveitar seu bairro – 29/06/2018 – 17:45Atualizado: 02/07/2018 – 13:30 – Por: Agência Mural de Jornalismo das Periferias Caderno de Domingo – Jornal do Brasil, 2003 Caminhar, atitude anticapitalista - Carlos Madrid. Outras Palavras, 24/11/2020 Win Wenders – Entrevista Canal Motoboy ROLEZINHO: TERRITÓRIOS E TERRITORIALIDADES EM CIBERCULTURAS – Eliane Costa e Jorge Luiz Barbosa* – Z Cultural Sonia Luyten. A cidade e os mangás João do Rio: um novo personagem na indústria cultural - Cremilda Medina The Mobile Story: Narrative Practices with Locative Technologies - Jason Farman Forget the flâneur - C McGarrigle Following the flâneur : a methodological and textual critique - Kevin Milburn Imagining the flâneur as a woman - Elfriede Dreyer and Estelle McDowall Flâneurs of Fashion 2.0 - Jess Berry Beyond the Flâneur: Walking, Passage and Crossing in London and Paris in the Nineteenth Century - Estelle Murail A Rua como plataforma - Blog City of Sound Wikipedia: Wiki Game Players (one or more) start on the same randomly selected article and must navigate to another pre-selected article (home) only clicking links within the current article. The goal is to arrive at the home article in the fewest number of clicks (articles) or the least time) Bertold Brecht. O escrivinhador de peças [https://educacaoeterritorio.org.br/metodologias/mapeamento-afetivo-como-transformar-o-espacos-publico-em-comunidade/ Mapeamento Afetivo: como transformar o espaço público em uma comunidade] - Educação & Território, 10 DE NOVEMBRO DE 2016 '''FILME''' Christopher Nolan – “Following” '''MÚSICAS''' Dívidas – Paulinho da Viola Profissão Perigo - Rodrigo Ogi Dias de Santos e Silvas – Gonzaguinha Ladeira da Memória – Grupo RUMO Na Zona Sul– Sabotage Endereço dos Bailes – Mc Júnior e Mc Leonardo Modão de Pinheiros – O Terno Museu Humano – Débora Setera (1 JOA- Casper) Passeio - Belchior Fotografia 3X4 - Belchior São Paulo: não há saídas! – Itamar Assumpção Santa Sampa – Vespas Mandarinas Flanerie musical – Every Noise at Once/Repórtagem Nexo ''Le Flaneur : In Walter Benjamin Shadow'' (Based on and inspired by the work of Walter Benjamin, this Danish documentary by Torben jensen is as much about the thinker as it is about Paris. A beautiful, poetic interlacing of both Benjamin's and Jensen's visions, produced by the Danish Film Instiute, with English Subtitles) {{collapse bottom}} {{Referências}} ak181qd2pptyuaunehuz2pijh2akaef 182292 182291 2026-04-30T11:26:12Z ~2026-26244-56 44189 182292 wikitext text/x-wiki [[File:O "flâneur", a cidade e o cotidiano.ogg|thumb|O "flâneur", a cidade e o cotidiano]] Ao falarmos da modernidade é impossível não citar Walter Benjamin e seus estudos sobre Charles Baudelaire e Paris. São neles que encontramos suas observações sobre o ''flâneur'' – uma figura típica da vida urbana parisiense do século XIX – que vamos tentar resgatar para pensar o mundo contemporâneo. Na crônica do [[w:João_do_Rio|João do Rio]],''A rua'', o ''[[w:Flâneur|flâneur]]'' é um vagabundo, mas um vagabundo que reflete. O cotidiano das ruas da metrópole são seu objeto e os bares e cafés são o seu escritório. Hoje, com a formação de ambientes urbanos híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo, por meio de dispositivos móveis, como podemos pensar essa experiência? Devemos olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital)? O que essas metáforas nos ajudariam a enxergar? {{collapse top|title=O ''flâneur'' / A ''flâneuse''}} Mike Featherstone<ref>FEATHERSTONE, Mike. '''O ''flâneur'', a cidade e a vida pública virtual.''' In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença'''. Campinas/SP: Papirus, 2000</ref> apresenta uma reflexão bem interessante sobre essas questões. [[Ficheiro:Étienne Carjat, Portrait of Charles Baudelaire, circa 1862.jpg|miniaturadaimagem|Charles Baudelaire (1821-1867)]]Vamos começar lembrando que a palavra ''flâneur'' é masculina e que o seu equivalente feminino é ''flâneuse''. Aquilo que o ''flâneur'' faz é chamado de ''flânerie'' e está relacionado ao seu profundo envolvimento com a observação do cotidiano das metrópoles. Mergulhar na cidade com todos os seus sentidos, adotando uma postura muito simples: [[Ficheiro:João do Rio em 1909.png|miniaturadaimagem|João do Rio (1881-1921)]] [[Ficheiro:Walter Benjamin vers 1928.jpg|miniaturadaimagem|Walter Benjamin (1892-1940)]]<blockquote>“Tornar o estranho familiar e o familiar estranho”.</blockquote> Além disso, como já observou João do Rio, se todo ''flâneur'' é um vagabundo, nem todo vagabundo é um ''flâneur''. ''Ele é um vagabundo que reflete.''<blockquote>“É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes.” </blockquote><blockquote>(João do Rio. A alma encantadora das ruas) </blockquote>Sua prática é uma arte, um ofício exercitado sempre que possível, sem hora marcada, sem duração determinada, sem trajeto pré-definido. Pode parecer fácil, mas perder-se na cidade não é uma tarefa tão fácil quanto parece para quem já a conhece. Mas, o podemos perguntar: o que significa "conhecer" uma cidade? Talvez, existam diversas formas de ''flânerie,'' mas a que destacamos aqui está diretamente relacionada ao trabalho de crônistas, poetas, fotógrafos, compositores populares, romancistas entre outros. E, por que não, publicitários, jornalistas, profissionais do audiovisual e relações públicas. A ''flânerie'' não está relacionada apenas ao caminhar sem rumo e sem pressa pela cidade, mas em observá-la, em registrar e classificar o que se vê, fazer associações, buscar intertextualidades em seu cotidiano. É preciso ser uma espécie de “botânico do asfalto”. Dito isto, por que não pensar essas experiências nos tempos em que vivemos, um tempo de formação de espaços híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo. Por que não passamos a olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital). O que essas metáforas nos ajudam a enxergar? {{collapse bottom}} {{collapse top|title=Diversas faces da cidade moderna e da flânerie}} A cidade é, então, uma fonte de alegorias… uma confusão de mercadorias e fragmentos da cultura de consumo… A aceleração, o aumento da velocidade que caracteriza a vida na metrópole, associada à experiência constante do choque na multidão que toma conta das ruas, geram um tipo de hiperestímulo que lança o homem e a mulher moderna em um turbilhão de novas sensações e riscos. Trata-se da vida vertiginosa da cidade, nas palavras de João do Rio – grande cronista carioca do século XIX-XX. Mobilidade, hiperestímulo e choque são as palavras-chave. Essa sobrecarga é acompanhada, por outro lado, por novas experiências de distração como as revistas e o cinema. A reação dos homens e mulheres modernas é caracterizada pelo que o sociólogo Georg Simmel chamou de “atitude blasé”, as pessoas na metrópole vivem em uma espécie de autodefesa, tornando-se relativamente indiferentes ao turbilhão de estímulos que acontece ao seu redor. Em meio a este cenário, surge o personagem que queremos estudar em nossa aula – o ''flâneur''. Há uma grande discussão a respeito da associação da ''flânerie'' a uma prática tipicamente masculina. Na maioria das vezes, as ''flâneuses''<ref>Lauren Elken. A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets - The Guardian, 29/06/2016</ref> foram associadas às experiências de espaços como as galerias (os centros de compras da metrópole) e atividades de caridade e auxílio aos mais pobres. As Galerias, as Passagens, as Arcadas eram espaços totalmente novos de consumo e traziam experiências e estímulos muito particulares. Para as mulheres, existiam alguns espaços muito restritos para a ''flânerie'': lojas de departamentos, casas de chá, restaurantes, hotéis, museus, galerias, exposições e. com grandes restrições, os espaços literários. O jornal "The Guardian" fez uma reportagem especial sobre [https://www.theguardian.com/cities/2016/jul/29/female-flaneur-women-reclaim-streets "female flâneurs"] O problema desses espaços é que muitos deles estavam vinculados, justamente, ao mundo do consumo. Por um certo preconceito, foram durante muito tempo desprezados pelos pesquisadores. Tratava-se de um mundo de mercadorias que crescia à volta dos habitantes das cidades – bombardeados pelos primeiros "anúncios" . Ao lado dessa ''flânerie'' pela cidade, novas experiências sensoriais são trazidas pelo cinema, pela fotografia, pela publicidade, que cresce vertiginosamente. {{collapse bottom}} <center>[[Sociologia_e_Comunicação_Cásper/flâneur/Atividade_I|ATIVIDADE I]]</center> {{collapse top|title= João do Rio - O flâneur, o cotidiano e a cidade}} A Rua ( João do Rio) -Trechos Link da obra: [http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/alma_encantadora_das_ruas.pdf A Alma Encantadora das Ruas] "Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia — o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua... Abri o primeiro, abri o segundo, abri dez, vinte enciclopédias, manuseei in-folios especiais de curiosidade. A rua era para eles apenas um alinhado de fachadas por onde se anda nas povoações. Ora, a rua é mais do que isso, a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma!... Para compreender a psicologia da rua não basta gozar-lhe as delícias como se goza o calor do sol e o lirismo do luar. É preciso ter espírito vagabundo, cheio de curiosidades malsãs e os nervos com um perpétuo desejo incompreensível, é preciso ser aquele que chamamos flâneur e praticar o mais interessante dos esportes — a arte de flanar... Flanar! Aí está um verbo universal sem entrada nos dicionários, que não pertence a nenhuma língua! Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça... É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes... O flâneur é ingênuo quase sempre. Pára diante dos rolos, é o eterno “convidado do sereno” de todos os bailes, quer saber a história dos boleiros, admira-se simplesmente, e conhecendo cada rua, cada beco, cada viela, sabendo-lhe um pedaço da história, como se sabe a história dos amigos (quase sempre mal), acaba com a vaga idéia de que todo o espetáculo da cidade foi feito especialmente para seu gozo próprio... [Sobre as ruas] Algumas dão para malandras, outras para austeras; umas são pretensiosas, outras riem aos transeuntes e o destino as conduz como conduz o homem, misteriosamente, fazendo-as nascer sob uma boa estrela ou sob um signo mau, dando-lhes glórias e sofrimentos, matando-as ao cabo de um certo tempo. Oh! sim, as ruas têm alma! Há ruas honestas, ruas ambíguas, ruas sinistras, ruas nobres, delicadas, trágicas, depravadas, puras, infames, ruas sem história, ruas tão velhas que bastam para contar a evolução de uma cidade inteira, ruas guerreiras, revoltosas, medrosas, spleenéticas , snobs, ruas aristocráticas, ruas amorosas, ruas covardes, que ficam sem pinga de sangue... Se as ruas são entes vivos, as ruas pensam, têm idéias, filosofia e religião. Há ruas inteiramente católicas, ruas protestantes, ruas livres-pensadoras e até ruas sem religião... Nas grandes cidades a rua passa a criar o seu tipo, a plasmar o moral dos seus habitantes, a inocular-lhes misteriosamente gostos, costumes, hábitos, modos, opiniões políticas. Vós todos deveis ter ouvido ou dito aquela frase: — Como estas meninas cheiram a Cidade Nova! Não é só a Cidade Nova, sejam louvados os deuses! Há meninas que cheiram a Botafogo, a Haddock Lobo, a Vila Isabel, como há velhas em idênticas condições, como há homens também. A rua fatalmente cria o seu tipo urbano como a estrada criou o tipo social... As ruas são tão humanas, vivem tanto e formam de tal maneira os seus habitantes, que há até ruas em conflito com outras. Os malandros e os garotos de uma olham para os de outra como para inimigos. Mas, a quem não fará sonhar a rua? A sua influência é fatal na palheta dos pintores, na alma dos poetas, no cérebro das multidões. Quem criou o reclamo? A rua! Quem inventou a caricatura! A rua! Onde a expansão de todos os sentimentos da cidade? Na rua! {{collapse bottom}} {{collapse top|title= Referências}} '''BIBLIOGRAFIA BÁSICA''' ELOY, S. (2017) [https://drive.google.com/file/d/1mOTJpxk1_LABxPauvF0MrZc2aJQauq29/view?usp=sharing A cidade e a experiência do digital]. In André, P. (edit) Antologia de ensaios, VI Ciclo de Conferências LISBOA XXI, ISCTE-IUL, Lisboa, pp 206-216. JACQUES, Paola Berenstein. [https://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_7/7_Paola%20Berenstein%20Jacques.pdf Errâncias Urbanas - a arte de andar pela cidade]. Arquitexto, 7, 2005 JACQUES, Paola Berenstein. [https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7894/3/Elogio_aos_Errantes_RI.pdf Elogio aos Errantes]. Salvador: EdUFBA, 2012 '''BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR''' * BALBI, Thiago Machado Balbi, FERRARA, Lucrécia D’Alessio Ferrara. Por uma teoria psicogeográfica da comunicação. '''Intexto,''' Porto Alegre, UFRGS, n. 41, p. 14-34, jan./abr. 2018 *BASTOS, Marco Toledo de Assis. Flâneur, Blasé, Zapeur: variações sobre o tema do indivíduo. Revista e-Compós s/data *ELKIN, lAUREN. Flâneuse: mulheres que caminham pela cidade em Paris, Nova York, Tóquio, Veneza e Londres. São Paulo: Fósforo, 2022 *FEATHERSTONE, Mike. ''O “flâneur”, a cidade e a vida pública virtual''. In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença.''' Campinas/SP: Papirus, 2000. * PEREC, Georges. Aproximações do quê? '''Alea''', Rio de Janeiro , v. 12, n. 1, p. 177-180, June 2010 * ______________.'''Vida: Modo de Usar. São Paulo''' São Paulo: Companhia das Letras, 2009 (capítulo 1: Escadarias) * PINO, Claudia Amigo. O espaço modo de usar: Georges Perec '''''Lettres française''', n.7, 2006'' * PONTUAL, Virgínia, LEITE, Julieta. Da cidade real à cidade digital: a flânerie como uma experiência espacial na metrópole do século XIX e no ciberespaço do século XXI. '''Famecos,''' v.13, n.30, 2006 ROCHA, Roseani Vieira. [https://drive.google.com/file/d/1m3fDBpNRJzYHnl5lTm9Kz1Ab2lUyeLNX/view?usp=sharing A Figura do Flâneur no Entendimento da Prática Jornalística sob a luz de João do Rio, um caso brasileiro.] Revista Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação Ano 4 - Edição 1 – Setembro-Novembro de 2010 '''OUTRAS REFERÊNCIAS''' TEORIA DA DERIVA E O URBANISMO SITUACIONISTA – Blogue Cidadades Contemporâneas – Posted 02/03/2016 *A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets – The Guardian, (cities) 29/07/2016 *Ricardo Luís Silva. Elogio à Inutilidade. O trapeiro e a cidade. "A sociedade dos sonhadores involuntários" de José Eduardo Agualusa, 2017. No epílogo, o personagem principal, Daniel Benchimol, se descreve como um "flâneur", mais especificamente como um "flâneur bantu" Flâneuse by Lauren Elkin review – how women walk -This elegant book considers defiant female walkers from Martha Gellhorn and Virginia Woolf to the author, and celebrates the freedom of being on the move -Lara Feigel – The Guardian, Thu 25 Aug 2016 Minha participação na reportagem “Divagar por aí” da Revista “E” do SESC em 30/01/2018 Vídeo “Flanantes” (skate) UMA CIDADE NÃO É UM COMPUTADOR. Intersaber, 15/05/2017 Artigo de Shannon Mattern, “A City Is Not a Computer”, publicado originalmente no Places Journal, em fevereiro de 2017 (https://placesjournal.org/article/a-city-is-not-a-computer). Mattern é pesquisadora e professora da New School, faculdade de Nova York, e escreve sobre arquitetura, bibliotecas, arquivos e infraestruturas urbanas de comunicação. 9 rolês nas quebradas de SP para você aproveitar seu bairro – 29/06/2018 – 17:45Atualizado: 02/07/2018 – 13:30 – Por: Agência Mural de Jornalismo das Periferias Caderno de Domingo – Jornal do Brasil, 2003 Caminhar, atitude anticapitalista - Carlos Madrid. Outras Palavras, 24/11/2020 Win Wenders – Entrevista Canal Motoboy ROLEZINHO: TERRITÓRIOS E TERRITORIALIDADES EM CIBERCULTURAS – Eliane Costa e Jorge Luiz Barbosa* – Z Cultural Sonia Luyten. A cidade e os mangás João do Rio: um novo personagem na indústria cultural - Cremilda Medina The Mobile Story: Narrative Practices with Locative Technologies - Jason Farman Forget the flâneur - C McGarrigle Following the flâneur : a methodological and textual critique - Kevin Milburn Imagining the flâneur as a woman - Elfriede Dreyer and Estelle McDowall Flâneurs of Fashion 2.0 - Jess Berry Beyond the Flâneur: Walking, Passage and Crossing in London and Paris in the Nineteenth Century - Estelle Murail A Rua como plataforma - Blog City of Sound Wikipedia: Wiki Game Players (one or more) start on the same randomly selected article and must navigate to another pre-selected article (home) only clicking links within the current article. The goal is to arrive at the home article in the fewest number of clicks (articles) or the least time) Bertold Brecht. O escrivinhador de peças [https://educacaoeterritorio.org.br/metodologias/mapeamento-afetivo-como-transformar-o-espacos-publico-em-comunidade/ Mapeamento Afetivo: como transformar o espaço público em uma comunidade] - Educação & Território, 10 DE NOVEMBRO DE 2016 '''FILME''' Christopher Nolan – “Following” '''MÚSICAS''' Dívidas – Paulinho da Viola Profissão Perigo - Rodrigo Ogi Dias de Santos e Silvas – Gonzaguinha Ladeira da Memória – Grupo RUMO Na Zona Sul– Sabotage Endereço dos Bailes – Mc Júnior e Mc Leonardo Modão de Pinheiros – O Terno Museu Humano – Débora Setera (1 JOA- Casper) Passeio - Belchior Fotografia 3X4 - Belchior São Paulo: não há saídas! – Itamar Assumpção Santa Sampa – Vespas Mandarinas Flanerie musical – Every Noise at Once/Repórtagem Nexo ''Le Flaneur : In Walter Benjamin Shadow'' (Based on and inspired by the work of Walter Benjamin, this Danish documentary by Torben jensen is as much about the thinker as it is about Paris. A beautiful, poetic interlacing of both Benjamin's and Jensen's visions, produced by the Danish Film Instiute, with English Subtitles) {{collapse bottom}} {{Referências}} th38k9idauuzjyqpm9icg0gnpq6ep9m 182293 182292 2026-04-30T11:26:46Z ~2026-26244-56 44189 182293 wikitext text/x-wiki [[File:O "flâneur", a cidade e o cotidiano.ogg|thumb|O "flâneur", a cidade e o cotidiano]] Ao falarmos da modernidade é impossível não citar Walter Benjamin e seus estudos sobre Charles Baudelaire e Paris. São neles que encontramos suas observações sobre o ''flâneur'' – uma figura típica da vida urbana parisiense do século XIX – que vamos tentar resgatar para pensar o mundo contemporâneo. Na crônica do [[w:João_do_Rio|João do Rio]], ''A rua'', o ''[[w:Flâneur|flâneur]]'' é um vagabundo, mas um vagabundo que reflete. O cotidiano das ruas da metrópole são seu objeto e os bares e cafés são o seu escritório. Hoje, com a formação de ambientes urbanos híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo, por meio de dispositivos móveis, como podemos pensar essa experiência? Devemos olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital)? O que essas metáforas nos ajudariam a enxergar? {{collapse top|title=O ''flâneur'' / A ''flâneuse''}} Mike Featherstone<ref>FEATHERSTONE, Mike. '''O ''flâneur'', a cidade e a vida pública virtual.''' In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença'''. Campinas/SP: Papirus, 2000</ref> apresenta uma reflexão bem interessante sobre essas questões. [[Ficheiro:Étienne Carjat, Portrait of Charles Baudelaire, circa 1862.jpg|miniaturadaimagem|Charles Baudelaire (1821-1867)]]Vamos começar lembrando que a palavra ''flâneur'' é masculina e que o seu equivalente feminino é ''flâneuse''. Aquilo que o ''flâneur'' faz é chamado de ''flânerie'' e está relacionado ao seu profundo envolvimento com a observação do cotidiano das metrópoles. Mergulhar na cidade com todos os seus sentidos, adotando uma postura muito simples: [[Ficheiro:João do Rio em 1909.png|miniaturadaimagem|João do Rio (1881-1921)]] [[Ficheiro:Walter Benjamin vers 1928.jpg|miniaturadaimagem|Walter Benjamin (1892-1940)]]<blockquote>“Tornar o estranho familiar e o familiar estranho”.</blockquote> Além disso, como já observou João do Rio, se todo ''flâneur'' é um vagabundo, nem todo vagabundo é um ''flâneur''. ''Ele é um vagabundo que reflete.''<blockquote>“É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes.” </blockquote><blockquote>(João do Rio. A alma encantadora das ruas) </blockquote>Sua prática é uma arte, um ofício exercitado sempre que possível, sem hora marcada, sem duração determinada, sem trajeto pré-definido. Pode parecer fácil, mas perder-se na cidade não é uma tarefa tão fácil quanto parece para quem já a conhece. Mas, o podemos perguntar: o que significa "conhecer" uma cidade? Talvez, existam diversas formas de ''flânerie,'' mas a que destacamos aqui está diretamente relacionada ao trabalho de crônistas, poetas, fotógrafos, compositores populares, romancistas entre outros. E, por que não, publicitários, jornalistas, profissionais do audiovisual e relações públicas. A ''flânerie'' não está relacionada apenas ao caminhar sem rumo e sem pressa pela cidade, mas em observá-la, em registrar e classificar o que se vê, fazer associações, buscar intertextualidades em seu cotidiano. É preciso ser uma espécie de “botânico do asfalto”. Dito isto, por que não pensar essas experiências nos tempos em que vivemos, um tempo de formação de espaços híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo. Por que não passamos a olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital). O que essas metáforas nos ajudam a enxergar? {{collapse bottom}} {{collapse top|title=Diversas faces da cidade moderna e da flânerie}} A cidade é, então, uma fonte de alegorias… uma confusão de mercadorias e fragmentos da cultura de consumo… A aceleração, o aumento da velocidade que caracteriza a vida na metrópole, associada à experiência constante do choque na multidão que toma conta das ruas, geram um tipo de hiperestímulo que lança o homem e a mulher moderna em um turbilhão de novas sensações e riscos. Trata-se da vida vertiginosa da cidade, nas palavras de João do Rio – grande cronista carioca do século XIX-XX. Mobilidade, hiperestímulo e choque são as palavras-chave. Essa sobrecarga é acompanhada, por outro lado, por novas experiências de distração como as revistas e o cinema. A reação dos homens e mulheres modernas é caracterizada pelo que o sociólogo Georg Simmel chamou de “atitude blasé”, as pessoas na metrópole vivem em uma espécie de autodefesa, tornando-se relativamente indiferentes ao turbilhão de estímulos que acontece ao seu redor. Em meio a este cenário, surge o personagem que queremos estudar em nossa aula – o ''flâneur''. Há uma grande discussão a respeito da associação da ''flânerie'' a uma prática tipicamente masculina. Na maioria das vezes, as ''flâneuses''<ref>Lauren Elken. A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets - The Guardian, 29/06/2016</ref> foram associadas às experiências de espaços como as galerias (os centros de compras da metrópole) e atividades de caridade e auxílio aos mais pobres. As Galerias, as Passagens, as Arcadas eram espaços totalmente novos de consumo e traziam experiências e estímulos muito particulares. 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Ao lado dessa ''flânerie'' pela cidade, novas experiências sensoriais são trazidas pelo cinema, pela fotografia, pela publicidade, que cresce vertiginosamente. {{collapse bottom}} <center>[[Sociologia_e_Comunicação_Cásper/flâneur/Atividade_I|ATIVIDADE I]]</center> {{collapse top|title= João do Rio - O flâneur, o cotidiano e a cidade}} A Rua ( João do Rio) -Trechos Link da obra: [http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/alma_encantadora_das_ruas.pdf A Alma Encantadora das Ruas] "Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia — o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua... Abri o primeiro, abri o segundo, abri dez, vinte enciclopédias, manuseei in-folios especiais de curiosidade. A rua era para eles apenas um alinhado de fachadas por onde se anda nas povoações. Ora, a rua é mais do que isso, a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma!... Para compreender a psicologia da rua não basta gozar-lhe as delícias como se goza o calor do sol e o lirismo do luar. É preciso ter espírito vagabundo, cheio de curiosidades malsãs e os nervos com um perpétuo desejo incompreensível, é preciso ser aquele que chamamos flâneur e praticar o mais interessante dos esportes — a arte de flanar... Flanar! Aí está um verbo universal sem entrada nos dicionários, que não pertence a nenhuma língua! Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça... É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes... O flâneur é ingênuo quase sempre. Pára diante dos rolos, é o eterno “convidado do sereno” de todos os bailes, quer saber a história dos boleiros, admira-se simplesmente, e conhecendo cada rua, cada beco, cada viela, sabendo-lhe um pedaço da história, como se sabe a história dos amigos (quase sempre mal), acaba com a vaga idéia de que todo o espetáculo da cidade foi feito especialmente para seu gozo próprio... [Sobre as ruas] Algumas dão para malandras, outras para austeras; umas são pretensiosas, outras riem aos transeuntes e o destino as conduz como conduz o homem, misteriosamente, fazendo-as nascer sob uma boa estrela ou sob um signo mau, dando-lhes glórias e sofrimentos, matando-as ao cabo de um certo tempo. Oh! sim, as ruas têm alma! Há ruas honestas, ruas ambíguas, ruas sinistras, ruas nobres, delicadas, trágicas, depravadas, puras, infames, ruas sem história, ruas tão velhas que bastam para contar a evolução de uma cidade inteira, ruas guerreiras, revoltosas, medrosas, spleenéticas , snobs, ruas aristocráticas, ruas amorosas, ruas covardes, que ficam sem pinga de sangue... Se as ruas são entes vivos, as ruas pensam, têm idéias, filosofia e religião. Há ruas inteiramente católicas, ruas protestantes, ruas livres-pensadoras e até ruas sem religião... Nas grandes cidades a rua passa a criar o seu tipo, a plasmar o moral dos seus habitantes, a inocular-lhes misteriosamente gostos, costumes, hábitos, modos, opiniões políticas. Vós todos deveis ter ouvido ou dito aquela frase: — Como estas meninas cheiram a Cidade Nova! Não é só a Cidade Nova, sejam louvados os deuses! Há meninas que cheiram a Botafogo, a Haddock Lobo, a Vila Isabel, como há velhas em idênticas condições, como há homens também. A rua fatalmente cria o seu tipo urbano como a estrada criou o tipo social... As ruas são tão humanas, vivem tanto e formam de tal maneira os seus habitantes, que há até ruas em conflito com outras. Os malandros e os garotos de uma olham para os de outra como para inimigos. Mas, a quem não fará sonhar a rua? A sua influência é fatal na palheta dos pintores, na alma dos poetas, no cérebro das multidões. Quem criou o reclamo? A rua! Quem inventou a caricatura! A rua! Onde a expansão de todos os sentimentos da cidade? Na rua! {{collapse bottom}} {{collapse top|title= Referências}} '''BIBLIOGRAFIA BÁSICA''' ELOY, S. (2017) [https://drive.google.com/file/d/1mOTJpxk1_LABxPauvF0MrZc2aJQauq29/view?usp=sharing A cidade e a experiência do digital]. In André, P. (edit) Antologia de ensaios, VI Ciclo de Conferências LISBOA XXI, ISCTE-IUL, Lisboa, pp 206-216. JACQUES, Paola Berenstein. [https://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_7/7_Paola%20Berenstein%20Jacques.pdf Errâncias Urbanas - a arte de andar pela cidade]. Arquitexto, 7, 2005 JACQUES, Paola Berenstein. [https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7894/3/Elogio_aos_Errantes_RI.pdf Elogio aos Errantes]. Salvador: EdUFBA, 2012 '''BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR''' * BALBI, Thiago Machado Balbi, FERRARA, Lucrécia D’Alessio Ferrara. Por uma teoria psicogeográfica da comunicação. '''Intexto,''' Porto Alegre, UFRGS, n. 41, p. 14-34, jan./abr. 2018 *BASTOS, Marco Toledo de Assis. Flâneur, Blasé, Zapeur: variações sobre o tema do indivíduo. Revista e-Compós s/data *ELKIN, lAUREN. Flâneuse: mulheres que caminham pela cidade em Paris, Nova York, Tóquio, Veneza e Londres. São Paulo: Fósforo, 2022 *FEATHERSTONE, Mike. ''O “flâneur”, a cidade e a vida pública virtual''. In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença.''' Campinas/SP: Papirus, 2000. * PEREC, Georges. Aproximações do quê? '''Alea''', Rio de Janeiro , v. 12, n. 1, p. 177-180, June 2010 * ______________.'''Vida: Modo de Usar. São Paulo''' São Paulo: Companhia das Letras, 2009 (capítulo 1: Escadarias) * PINO, Claudia Amigo. O espaço modo de usar: Georges Perec '''''Lettres française''', n.7, 2006'' * PONTUAL, Virgínia, LEITE, Julieta. Da cidade real à cidade digital: a flânerie como uma experiência espacial na metrópole do século XIX e no ciberespaço do século XXI. '''Famecos,''' v.13, n.30, 2006 ROCHA, Roseani Vieira. [https://drive.google.com/file/d/1m3fDBpNRJzYHnl5lTm9Kz1Ab2lUyeLNX/view?usp=sharing A Figura do Flâneur no Entendimento da Prática Jornalística sob a luz de João do Rio, um caso brasileiro.] Revista Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação Ano 4 - Edição 1 – Setembro-Novembro de 2010 '''OUTRAS REFERÊNCIAS''' TEORIA DA DERIVA E O URBANISMO SITUACIONISTA – Blogue Cidadades Contemporâneas – Posted 02/03/2016 *A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets – The Guardian, (cities) 29/07/2016 *Ricardo Luís Silva. Elogio à Inutilidade. O trapeiro e a cidade. "A sociedade dos sonhadores involuntários" de José Eduardo Agualusa, 2017. No epílogo, o personagem principal, Daniel Benchimol, se descreve como um "flâneur", mais especificamente como um "flâneur bantu" Flâneuse by Lauren Elkin review – how women walk -This elegant book considers defiant female walkers from Martha Gellhorn and Virginia Woolf to the author, and celebrates the freedom of being on the move -Lara Feigel – The Guardian, Thu 25 Aug 2016 Minha participação na reportagem “Divagar por aí” da Revista “E” do SESC em 30/01/2018 Vídeo “Flanantes” (skate) UMA CIDADE NÃO É UM COMPUTADOR. Intersaber, 15/05/2017 Artigo de Shannon Mattern, “A City Is Not a Computer”, publicado originalmente no Places Journal, em fevereiro de 2017 (https://placesjournal.org/article/a-city-is-not-a-computer). Mattern é pesquisadora e professora da New School, faculdade de Nova York, e escreve sobre arquitetura, bibliotecas, arquivos e infraestruturas urbanas de comunicação. 9 rolês nas quebradas de SP para você aproveitar seu bairro – 29/06/2018 – 17:45Atualizado: 02/07/2018 – 13:30 – Por: Agência Mural de Jornalismo das Periferias Caderno de Domingo – Jornal do Brasil, 2003 Caminhar, atitude anticapitalista - Carlos Madrid. Outras Palavras, 24/11/2020 Win Wenders – Entrevista Canal Motoboy ROLEZINHO: TERRITÓRIOS E TERRITORIALIDADES EM CIBERCULTURAS – Eliane Costa e Jorge Luiz Barbosa* – Z Cultural Sonia Luyten. A cidade e os mangás João do Rio: um novo personagem na indústria cultural - Cremilda Medina The Mobile Story: Narrative Practices with Locative Technologies - Jason Farman Forget the flâneur - C McGarrigle Following the flâneur : a methodological and textual critique - Kevin Milburn Imagining the flâneur as a woman - Elfriede Dreyer and Estelle McDowall Flâneurs of Fashion 2.0 - Jess Berry Beyond the Flâneur: Walking, Passage and Crossing in London and Paris in the Nineteenth Century - Estelle Murail A Rua como plataforma - Blog City of Sound Wikipedia: Wiki Game Players (one or more) start on the same randomly selected article and must navigate to another pre-selected article (home) only clicking links within the current article. The goal is to arrive at the home article in the fewest number of clicks (articles) or the least time) Bertold Brecht. O escrivinhador de peças [https://educacaoeterritorio.org.br/metodologias/mapeamento-afetivo-como-transformar-o-espacos-publico-em-comunidade/ Mapeamento Afetivo: como transformar o espaço público em uma comunidade] - Educação & Território, 10 DE NOVEMBRO DE 2016 '''FILME''' Christopher Nolan – “Following” '''MÚSICAS''' Dívidas – Paulinho da Viola Profissão Perigo - Rodrigo Ogi Dias de Santos e Silvas – Gonzaguinha Ladeira da Memória – Grupo RUMO Na Zona Sul– Sabotage Endereço dos Bailes – Mc Júnior e Mc Leonardo Modão de Pinheiros – O Terno Museu Humano – Débora Setera (1 JOA- Casper) Passeio - Belchior Fotografia 3X4 - Belchior São Paulo: não há saídas! – Itamar Assumpção Santa Sampa – Vespas Mandarinas Flanerie musical – Every Noise at Once/Repórtagem Nexo ''Le Flaneur : In Walter Benjamin Shadow'' (Based on and inspired by the work of Walter Benjamin, this Danish documentary by Torben jensen is as much about the thinker as it is about Paris. A beautiful, poetic interlacing of both Benjamin's and Jensen's visions, produced by the Danish Film Instiute, with English Subtitles) {{collapse bottom}} {{Referências}} ak181qd2pptyuaunehuz2pijh2akaef 182294 182293 2026-04-30T11:28:09Z ~2026-26244-56 44189 182294 wikitext text/x-wiki [[File:O "flâneur", a cidade e o cotidiano.ogg|thumb|O "flâneur", a cidade e o cotidiano]] Ao falarmos da modernidade é impossível não citar Walter Benjamin e seus estudos sobre Charles Baudelaire e Paris. São neles que encontramos suas observações sobre o ''flâneur'' – uma figura típica da vida urbana parisiense do século XIX – que vamos tentar resgatar para pensar o mundo contemporâneo. Na crônica do [[w:João_do_Rio|João do Rio]], ''A rua'', o ''[[w:Flâneur|flâneur]]'' é um vagabundo, mas um vagabundo que reflete. O cotidiano das ruas da metrópole são seu objeto e os bares e cafés são o seu escritório. Hoje, com a formação de ambientes urbanos híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo, por meio de dispositivos móveis, como podemos pensar essa experiência? Devemos olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital)? O que essas metáforas nos ajudariam a enxergar? {{collapse top|title=O ''flâneur'' / A ''flâneuse''}} Mike Featherstone<ref>FEATHERSTONE, Mike. '''O ''flâneur'', a cidade e a vida pública virtual.''' In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença'''. Campinas/SP: Papirus, 2000</ref> apresenta uma reflexão bem interessante sobre essas questões. [[Ficheiro:Étienne Carjat, Portrait of Charles Baudelaire, circa 1862.jpg|miniaturadaimagem|Charles Baudelaire (1821-1867)]]Vamos começar lembrando que a palavra ''flâneur'' é masculina e que o seu equivalente feminino é ''flâneuse''. Aquilo que o ''flâneur'' faz é chamado de ''flânerie'' e está relacionado ao seu profundo envolvimento com a observação do cotidiano das metrópoles. Mergulhar na cidade com todos os seus sentidos, adotando uma postura muito simples: [[Ficheiro:João do Rio em 1909.png|miniaturadaimagem|João do Rio (1881-1921)]] [[Ficheiro:Walter Benjamin vers 1928.jpg|miniaturadaimagem|Walter Benjamin (1892-1940)]]<blockquote>“Tornar o estranho familiar e o familiar estranho”.</blockquote> Além disso, como já observou João do Rio, se todo ''flâneur'' é um vagabundo, nem todo vagabundo é um ''flâneur''. ''Ele é um vagabundo que reflete.''<blockquote>“É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes.” </blockquote><blockquote>(João do Rio. A alma encantadora das ruas) </blockquote>Sua prática é uma arte, um ofício exercitado sempre que possível, sem hora marcada, sem duração determinada, sem trajeto pré-definido. Pode parecer fácil, mas perder-se na cidade não é uma tarefa tão fácil quanto parece para quem já a conhece. Mas, o podemos perguntar: o que significa "conhecer" uma cidade? Talvez, existam diversas formas de ''flânerie,'' mas a que destacamos aqui está diretamente relacionada ao trabalho de crônistas, poetas, fotógrafos, compositores populares, romancistas entre outros. E, por que não, publicitários, jornalistas, profissionais do audiovisual e relações públicas. A ''flânerie'' não está relacionada apenas ao caminhar sem rumo e sem pressa pela cidade, mas em observá-la, em registrar e classificar o que se vê, fazer associações, buscar intertextualidades em seu cotidiano. É preciso ser uma espécie de “botânico do asfalto”. Dito isto, por que não pensar essas experiências nos tempos em que vivemos, um tempo de formação de espaços híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo. Por que não passamos a olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital). O que essas metáforas nos ajudam a enxergar? {{collapse bottom}} {{collapse top|title=Diversas faces da cidade moderna e da flânerie}} A cidade é, então, uma fonte de alegorias… uma confusão de mercadorias e fragmentos da cultura de consumo… A aceleração, o aumento da velocidade que caracteriza a vida na metrópole, associada à experiência constante do choque na multidão que toma conta das ruas, geram um tipo de hiperestímulo que lança o homem e a mulher moderna em um turbilhão de novas sensações e riscos. Trata-se da vida vertiginosa da cidade, nas palavras de João do Rio – grande cronista carioca do século XIX-XX. Mobilidade, hiperestímulo e choque são as palavras-chave. Essa sobrecarga é acompanhada, por outro lado, por novas experiências de distração como as revistas e o cinema. A reação dos homens e mulheres modernas é caracterizada pelo que o sociólogo Georg Simmel chamou de “atitude blasé”, as pessoas na metrópole vivem em uma espécie de autodefesa, tornando-se relativamente indiferentes ao turbilhão de estímulos que acontece ao seu redor. Em meio a este cenário, surge o personagem que queremos estudar em nossa aula – o ''flâneur''. Há uma grande discussão a respeito da associação da ''flânerie'' a uma prática tipicamente masculina. Na maioria das vezes, as ''flâneuses''<ref>Lauren Elken. A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets - The Guardian, 29/06/2016</ref> foram associadas às experiências de espaços como as galerias (os centros de compras da metrópole) e atividades de caridade e auxílio aos mais pobres. As Galerias, as Passagens, as Arcadas eram espaços totalmente novos de consumo e traziam experiências e estímulos muito particulares. Para as mulheres, existiam alguns espaços muito restritos para a ''flânerie'': lojas de departamentos, casas de chá, restaurantes, hotéis, museus, galerias, exposições e. com grandes restrições, os espaços literários, atividades religiosas etc. O jornal "The Guardian" fez uma reportagem especial sobre [https://www.theguardian.com/cities/2016/jul/29/female-flaneur-women-reclaim-streets "female flâneurs"] O problema desses espaços é que muitos deles estavam vinculados, justamente, ao mundo do consumo. Por um certo preconceito, foram durante muito tempo desprezados pelos pesquisadores. Tratava-se de um mundo de mercadorias que crescia à volta dos habitantes das cidades – bombardeados pelos primeiros "anúncios" . Ao lado dessa ''flânerie'' pela cidade, novas experiências sensoriais são trazidas pelo cinema, pela fotografia, pela publicidade, que cresce vertiginosamente. {{collapse bottom}} <center>[[Sociologia_e_Comunicação_Cásper/flâneur/Atividade_I|ATIVIDADE I]]</center> {{collapse top|title= João do Rio - O flâneur, o cotidiano e a cidade}} A Rua ( João do Rio) -Trechos Link da obra: [http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/alma_encantadora_das_ruas.pdf A Alma Encantadora das Ruas] "Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia — o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua... Abri o primeiro, abri o segundo, abri dez, vinte enciclopédias, manuseei in-folios especiais de curiosidade. A rua era para eles apenas um alinhado de fachadas por onde se anda nas povoações. Ora, a rua é mais do que isso, a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma!... Para compreender a psicologia da rua não basta gozar-lhe as delícias como se goza o calor do sol e o lirismo do luar. É preciso ter espírito vagabundo, cheio de curiosidades malsãs e os nervos com um perpétuo desejo incompreensível, é preciso ser aquele que chamamos flâneur e praticar o mais interessante dos esportes — a arte de flanar... Flanar! Aí está um verbo universal sem entrada nos dicionários, que não pertence a nenhuma língua! Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça... É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes... O flâneur é ingênuo quase sempre. Pára diante dos rolos, é o eterno “convidado do sereno” de todos os bailes, quer saber a história dos boleiros, admira-se simplesmente, e conhecendo cada rua, cada beco, cada viela, sabendo-lhe um pedaço da história, como se sabe a história dos amigos (quase sempre mal), acaba com a vaga idéia de que todo o espetáculo da cidade foi feito especialmente para seu gozo próprio... [Sobre as ruas] Algumas dão para malandras, outras para austeras; umas são pretensiosas, outras riem aos transeuntes e o destino as conduz como conduz o homem, misteriosamente, fazendo-as nascer sob uma boa estrela ou sob um signo mau, dando-lhes glórias e sofrimentos, matando-as ao cabo de um certo tempo. Oh! sim, as ruas têm alma! Há ruas honestas, ruas ambíguas, ruas sinistras, ruas nobres, delicadas, trágicas, depravadas, puras, infames, ruas sem história, ruas tão velhas que bastam para contar a evolução de uma cidade inteira, ruas guerreiras, revoltosas, medrosas, spleenéticas , snobs, ruas aristocráticas, ruas amorosas, ruas covardes, que ficam sem pinga de sangue... Se as ruas são entes vivos, as ruas pensam, têm idéias, filosofia e religião. Há ruas inteiramente católicas, ruas protestantes, ruas livres-pensadoras e até ruas sem religião... Nas grandes cidades a rua passa a criar o seu tipo, a plasmar o moral dos seus habitantes, a inocular-lhes misteriosamente gostos, costumes, hábitos, modos, opiniões políticas. Vós todos deveis ter ouvido ou dito aquela frase: — Como estas meninas cheiram a Cidade Nova! Não é só a Cidade Nova, sejam louvados os deuses! Há meninas que cheiram a Botafogo, a Haddock Lobo, a Vila Isabel, como há velhas em idênticas condições, como há homens também. A rua fatalmente cria o seu tipo urbano como a estrada criou o tipo social... As ruas são tão humanas, vivem tanto e formam de tal maneira os seus habitantes, que há até ruas em conflito com outras. Os malandros e os garotos de uma olham para os de outra como para inimigos. Mas, a quem não fará sonhar a rua? A sua influência é fatal na palheta dos pintores, na alma dos poetas, no cérebro das multidões. Quem criou o reclamo? A rua! Quem inventou a caricatura! A rua! Onde a expansão de todos os sentimentos da cidade? Na rua! {{collapse bottom}} {{collapse top|title= Referências}} '''BIBLIOGRAFIA BÁSICA''' ELOY, S. (2017) [https://drive.google.com/file/d/1mOTJpxk1_LABxPauvF0MrZc2aJQauq29/view?usp=sharing A cidade e a experiência do digital]. In André, P. (edit) Antologia de ensaios, VI Ciclo de Conferências LISBOA XXI, ISCTE-IUL, Lisboa, pp 206-216. JACQUES, Paola Berenstein. [https://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_7/7_Paola%20Berenstein%20Jacques.pdf Errâncias Urbanas - a arte de andar pela cidade]. Arquitexto, 7, 2005 JACQUES, Paola Berenstein. [https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7894/3/Elogio_aos_Errantes_RI.pdf Elogio aos Errantes]. Salvador: EdUFBA, 2012 '''BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR''' * BALBI, Thiago Machado Balbi, FERRARA, Lucrécia D’Alessio Ferrara. Por uma teoria psicogeográfica da comunicação. '''Intexto,''' Porto Alegre, UFRGS, n. 41, p. 14-34, jan./abr. 2018 *BASTOS, Marco Toledo de Assis. Flâneur, Blasé, Zapeur: variações sobre o tema do indivíduo. Revista e-Compós s/data *ELKIN, lAUREN. Flâneuse: mulheres que caminham pela cidade em Paris, Nova York, Tóquio, Veneza e Londres. São Paulo: Fósforo, 2022 *FEATHERSTONE, Mike. ''O “flâneur”, a cidade e a vida pública virtual''. In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença.''' Campinas/SP: Papirus, 2000. * PEREC, Georges. Aproximações do quê? '''Alea''', Rio de Janeiro , v. 12, n. 1, p. 177-180, June 2010 * ______________.'''Vida: Modo de Usar. São Paulo''' São Paulo: Companhia das Letras, 2009 (capítulo 1: Escadarias) * PINO, Claudia Amigo. O espaço modo de usar: Georges Perec '''''Lettres française''', n.7, 2006'' * PONTUAL, Virgínia, LEITE, Julieta. Da cidade real à cidade digital: a flânerie como uma experiência espacial na metrópole do século XIX e no ciberespaço do século XXI. '''Famecos,''' v.13, n.30, 2006 ROCHA, Roseani Vieira. [https://drive.google.com/file/d/1m3fDBpNRJzYHnl5lTm9Kz1Ab2lUyeLNX/view?usp=sharing A Figura do Flâneur no Entendimento da Prática Jornalística sob a luz de João do Rio, um caso brasileiro.] Revista Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação Ano 4 - Edição 1 – Setembro-Novembro de 2010 '''OUTRAS REFERÊNCIAS''' TEORIA DA DERIVA E O URBANISMO SITUACIONISTA – Blogue Cidadades Contemporâneas – Posted 02/03/2016 *A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets – The Guardian, (cities) 29/07/2016 *Ricardo Luís Silva. Elogio à Inutilidade. O trapeiro e a cidade. "A sociedade dos sonhadores involuntários" de José Eduardo Agualusa, 2017. No epílogo, o personagem principal, Daniel Benchimol, se descreve como um "flâneur", mais especificamente como um "flâneur bantu" Flâneuse by Lauren Elkin review – how women walk -This elegant book considers defiant female walkers from Martha Gellhorn and Virginia Woolf to the author, and celebrates the freedom of being on the move -Lara Feigel – The Guardian, Thu 25 Aug 2016 Minha participação na reportagem “Divagar por aí” da Revista “E” do SESC em 30/01/2018 Vídeo “Flanantes” (skate) UMA CIDADE NÃO É UM COMPUTADOR. Intersaber, 15/05/2017 Artigo de Shannon Mattern, “A City Is Not a Computer”, publicado originalmente no Places Journal, em fevereiro de 2017 (https://placesjournal.org/article/a-city-is-not-a-computer). Mattern é pesquisadora e professora da New School, faculdade de Nova York, e escreve sobre arquitetura, bibliotecas, arquivos e infraestruturas urbanas de comunicação. 9 rolês nas quebradas de SP para você aproveitar seu bairro – 29/06/2018 – 17:45Atualizado: 02/07/2018 – 13:30 – Por: Agência Mural de Jornalismo das Periferias Caderno de Domingo – Jornal do Brasil, 2003 Caminhar, atitude anticapitalista - Carlos Madrid. Outras Palavras, 24/11/2020 Win Wenders – Entrevista Canal Motoboy ROLEZINHO: TERRITÓRIOS E TERRITORIALIDADES EM CIBERCULTURAS – Eliane Costa e Jorge Luiz Barbosa* – Z Cultural Sonia Luyten. A cidade e os mangás João do Rio: um novo personagem na indústria cultural - Cremilda Medina The Mobile Story: Narrative Practices with Locative Technologies - Jason Farman Forget the flâneur - C McGarrigle Following the flâneur : a methodological and textual critique - Kevin Milburn Imagining the flâneur as a woman - Elfriede Dreyer and Estelle McDowall Flâneurs of Fashion 2.0 - Jess Berry Beyond the Flâneur: Walking, Passage and Crossing in London and Paris in the Nineteenth Century - Estelle Murail A Rua como plataforma - Blog City of Sound Wikipedia: Wiki Game Players (one or more) start on the same randomly selected article and must navigate to another pre-selected article (home) only clicking links within the current article. The goal is to arrive at the home article in the fewest number of clicks (articles) or the least time) Bertold Brecht. O escrivinhador de peças [https://educacaoeterritorio.org.br/metodologias/mapeamento-afetivo-como-transformar-o-espacos-publico-em-comunidade/ Mapeamento Afetivo: como transformar o espaço público em uma comunidade] - Educação & Território, 10 DE NOVEMBRO DE 2016 '''FILME''' Christopher Nolan – “Following” '''MÚSICAS''' Dívidas – Paulinho da Viola Profissão Perigo - Rodrigo Ogi Dias de Santos e Silvas – Gonzaguinha Ladeira da Memória – Grupo RUMO Na Zona Sul– Sabotage Endereço dos Bailes – Mc Júnior e Mc Leonardo Modão de Pinheiros – O Terno Museu Humano – Débora Setera (1 JOA- Casper) Passeio - Belchior Fotografia 3X4 - Belchior São Paulo: não há saídas! – Itamar Assumpção Santa Sampa – Vespas Mandarinas Flanerie musical – Every Noise at Once/Repórtagem Nexo ''Le Flaneur : In Walter Benjamin Shadow'' (Based on and inspired by the work of Walter Benjamin, this Danish documentary by Torben jensen is as much about the thinker as it is about Paris. A beautiful, poetic interlacing of both Benjamin's and Jensen's visions, produced by the Danish Film Instiute, with English Subtitles) {{collapse bottom}} {{Referências}} 3xiw2iginkdjli96umynnpv3upgciee 182295 182294 2026-04-30T11:37:50Z ~2026-26244-56 44189 182295 wikitext text/x-wiki [[File:O "flâneur", a cidade e o cotidiano.ogg|thumb|O "flâneur", a cidade e o cotidiano]] Ao falarmos da modernidade é impossível não citar Walter Benjamin e seus estudos sobre Charles Baudelaire e Paris. São neles que encontramos suas observações sobre o ''flâneur'' – uma figura típica da vida urbana parisiense do século XIX – que vamos tentar resgatar para pensar o mundo contemporâneo. Na crônica do [[w:João_do_Rio|João do Rio]], ''A rua'', o ''[[w:Flâneur|flâneur]]'' é um vagabundo, mas um vagabundo que reflete. O cotidiano das ruas da metrópole são seu objeto e os bares e cafés são o seu escritório. Hoje, com a formação de ambientes urbanos híbridos, em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo, por meio de dispositivos móveis, como podemos pensar essa experiência? Devemos olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital)? O que essas metáforas nos ajudariam a enxergar? {{collapse top|title=O ''flâneur'' / A ''flâneuse''}} Mike Featherstone<ref>FEATHERSTONE, Mike. '''O ''flâneur'', a cidade e a vida pública virtual.''' In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença'''. Campinas/SP: Papirus, 2000</ref> apresenta uma reflexão bem interessante sobre essas questões. [[Ficheiro:Étienne Carjat, Portrait of Charles Baudelaire, circa 1862.jpg|miniaturadaimagem|Charles Baudelaire (1821-1867)]]Vamos começar lembrando que a palavra ''flâneur'' é masculina e que o seu equivalente feminino é ''flâneuse''. Aquilo que o ''flâneur'' faz é chamado de ''flânerie'' e está relacionado ao seu profundo envolvimento com a observação do cotidiano das metrópoles. Mergulhar na cidade com todos os seus sentidos, adotando uma postura muito simples: [[Ficheiro:João do Rio em 1909.png|miniaturadaimagem|João do Rio (1881-1921)]] [[Ficheiro:Walter Benjamin vers 1928.jpg|miniaturadaimagem|Walter Benjamin (1892-1940)]]<blockquote>“Tornar o estranho familiar e o familiar estranho”.</blockquote> Além disso, como já observou João do Rio, se todo ''flâneur'' é um vagabundo, nem todo vagabundo é um ''flâneur''. ''Ele é um vagabundo que reflete.''<blockquote>“É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes.” </blockquote><blockquote>(João do Rio. A alma encantadora das ruas) </blockquote>Sua prática é uma arte, um ofício exercitado sempre que possível, sem hora marcada, sem duração determinada, sem trajeto pré-definido. Pode parecer fácil, mas perder-se na cidade não é uma tarefa tão fácil quanto parece para quem já a conhece. Mas, o podemos perguntar: o que significa "conhecer" uma cidade? Talvez, existam diversas formas de ''flânerie,'' mas a que destacamos aqui está diretamente relacionada ao trabalho de crônistas, poetas, fotógrafos, compositores populares, romancistas entre outros. E, por que não, publicitários, jornalistas, profissionais do audiovisual e relações públicas. A ''flânerie'' não está relacionada apenas ao caminhar sem rumo e sem pressa pela cidade, mas em observá-la, em registrar e classificar o que se vê, fazer associações, buscar intertextualidades em seu cotidiano. É preciso ser uma espécie de “botânico do asfalto”. Dito isto, por que não pensar essas experiências nos tempos em que vivemos, um tempo de formação de espaços híbridos, de "Realidade Aumentada", em que o espaço físico e o virtual integram-se de um modo cada vez mais complexo. Por que não passamos a olhar a cidade e o nosso cotidiano como uma rede, ou um conjunto de textos, um mapa, ou, ainda, uma cidade de dados (tão ao gosto da lógica digital). O que essas metáforas nos ajudam a enxergar? {{collapse bottom}} {{collapse top|title=Diversas faces da cidade moderna e da flânerie}} A cidade é, então, uma fonte de alegorias… uma confusão de mercadorias e fragmentos da cultura de consumo… A aceleração, o aumento da velocidade que caracteriza a vida na metrópole, associada à experiência constante do choque na multidão que toma conta das ruas, geram um tipo de hiperestímulo que lança o homem e a mulher moderna em um turbilhão de novas sensações e riscos. Trata-se da vida vertiginosa da cidade, nas palavras de João do Rio – grande cronista carioca do século XIX-XX. Mobilidade, hiperestímulo e choque são as palavras-chave. Essa sobrecarga é acompanhada, por outro lado, por novas experiências de distração como as revistas e o cinema. A reação dos homens e mulheres modernas é caracterizada pelo que o sociólogo Georg Simmel chamou de “atitude blasé”, as pessoas na metrópole vivem em uma espécie de autodefesa, tornando-se relativamente indiferentes ao turbilhão de estímulos que acontece ao seu redor. Em meio a este cenário, surge o personagem que queremos estudar em nossa aula – o ''flâneur''. Há uma grande discussão a respeito da associação da ''flânerie'' a uma prática tipicamente masculina. Na maioria das vezes, as ''flâneuses''<ref>Lauren Elken. A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets - The Guardian, 29/06/2016</ref> foram associadas às experiências de espaços como as galerias (os centros de compras da metrópole) e atividades de caridade e auxílio aos mais pobres. As Galerias, as Passagens, as Arcadas eram espaços totalmente novos de consumo e traziam experiências e estímulos muito particulares. Para as mulheres, existiam alguns espaços muito restritos para a ''flânerie'': lojas de departamentos, casas de chá, restaurantes, hotéis, museus, galerias, exposições e. com grandes restrições, os espaços literários, atividades religiosas etc. O jornal "The Guardian" fez uma reportagem especial sobre [https://www.theguardian.com/cities/2016/jul/29/female-flaneur-women-reclaim-streets "female flâneurs"] O problema desses espaços é que muitos deles estavam vinculados, justamente, ao mundo do consumo. Por um certo preconceito, foram durante muito tempo desprezados pelos pesquisadores. Tratava-se de um mundo de mercadorias que crescia à volta dos habitantes das cidades – bombardeados pelos primeiros "anúncios" . Ao lado dessa ''flânerie'' pela cidade, novas experiências sensoriais são trazidas pelo cinema, pela fotografia, pela publicidade, que cresce vertiginosamente. {{collapse bottom}} <center>[[Sociologia_e_Comunicação_Cásper/flâneur/Atividade_I|ATIVIDADE I]]</center> {{collapse top|title= João do Rio - O flâneur, o cotidiano e a cidade}} A Rua ( João do Rio) -Trechos Link da obra: [http://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/livros_eletronicos/alma_encantadora_das_ruas.pdf A Alma Encantadora das Ruas] "Eu amo a rua. Esse sentimento de natureza toda íntima não vos seria revelado por mim se não julgasse, e razões não tivesse para julgar, que este amor assim absoluto e assim exagerado é partilhado por todos vós. Nós somos irmãos, nós nos sentimos parecidos e iguais; nas cidades, nas aldeias, nos povoados, não porque soframos, com a dor e os desprazeres, a lei e a polícia, mas porque nos une, nivela e agremia o amor da rua. É este mesmo o sentimento imperturbável e indissolúvel, o único que, como a própria vida, resiste às idades e às épocas. Tudo se transforma, tudo varia — o amor, o ódio, o egoísmo. Hoje é mais amargo o riso, mais dolorosa a ironia, Os séculos passam, deslizam, levando as coisas fúteis e os acontecimentos notáveis. Só persiste e fica, legado das gerações cada vez maior, o amor da rua... Abri o primeiro, abri o segundo, abri dez, vinte enciclopédias, manuseei in-folios especiais de curiosidade. A rua era para eles apenas um alinhado de fachadas por onde se anda nas povoações. Ora, a rua é mais do que isso, a rua é um fator da vida das cidades, a rua tem alma!... Para compreender a psicologia da rua não basta gozar-lhe as delícias como se goza o calor do sol e o lirismo do luar. É preciso ter espírito vagabundo, cheio de curiosidades malsãs e os nervos com um perpétuo desejo incompreensível, é preciso ser aquele que chamamos flâneur e praticar o mais interessante dos esportes — a arte de flanar... Flanar! Aí está um verbo universal sem entrada nos dicionários, que não pertence a nenhuma língua! Que significa flanar? Flanar é ser vagabundo e refletir, é ser basbaque e comentar, ter o vírus da observação ligado ao da vadiagem. Flanar é ir por aí, de manhã, de dia, à noite, meter-se nas rodas da populaça... É vagabundagem? Talvez. Flanar é a distinção de perambular com inteligência. Nada como o inútil para ser artístico. Daí o desocupado flâneur ter sempre na mente dez mil coisas necessárias, imprescindíveis, que podem ficar eternamente adiadas. Do alto de uma janela como Paul Adam, admira o caleidoscópio da vida no epítome delirante que é a rua; à porta do café, como Poe no Homem da Multidões, dedica-se ao exercício de adivinhar as profissões, as preocupações e até os crimes dos transeuntes... O flâneur é ingênuo quase sempre. Pára diante dos rolos, é o eterno “convidado do sereno” de todos os bailes, quer saber a história dos boleiros, admira-se simplesmente, e conhecendo cada rua, cada beco, cada viela, sabendo-lhe um pedaço da história, como se sabe a história dos amigos (quase sempre mal), acaba com a vaga idéia de que todo o espetáculo da cidade foi feito especialmente para seu gozo próprio... [Sobre as ruas] Algumas dão para malandras, outras para austeras; umas são pretensiosas, outras riem aos transeuntes e o destino as conduz como conduz o homem, misteriosamente, fazendo-as nascer sob uma boa estrela ou sob um signo mau, dando-lhes glórias e sofrimentos, matando-as ao cabo de um certo tempo. Oh! sim, as ruas têm alma! Há ruas honestas, ruas ambíguas, ruas sinistras, ruas nobres, delicadas, trágicas, depravadas, puras, infames, ruas sem história, ruas tão velhas que bastam para contar a evolução de uma cidade inteira, ruas guerreiras, revoltosas, medrosas, spleenéticas , snobs, ruas aristocráticas, ruas amorosas, ruas covardes, que ficam sem pinga de sangue... Se as ruas são entes vivos, as ruas pensam, têm idéias, filosofia e religião. Há ruas inteiramente católicas, ruas protestantes, ruas livres-pensadoras e até ruas sem religião... Nas grandes cidades a rua passa a criar o seu tipo, a plasmar o moral dos seus habitantes, a inocular-lhes misteriosamente gostos, costumes, hábitos, modos, opiniões políticas. Vós todos deveis ter ouvido ou dito aquela frase: — Como estas meninas cheiram a Cidade Nova! Não é só a Cidade Nova, sejam louvados os deuses! Há meninas que cheiram a Botafogo, a Haddock Lobo, a Vila Isabel, como há velhas em idênticas condições, como há homens também. A rua fatalmente cria o seu tipo urbano como a estrada criou o tipo social... As ruas são tão humanas, vivem tanto e formam de tal maneira os seus habitantes, que há até ruas em conflito com outras. Os malandros e os garotos de uma olham para os de outra como para inimigos. Mas, a quem não fará sonhar a rua? A sua influência é fatal na palheta dos pintores, na alma dos poetas, no cérebro das multidões. Quem criou o reclamo? A rua! Quem inventou a caricatura! A rua! Onde a expansão de todos os sentimentos da cidade? Na rua! {{collapse bottom}} {{collapse top|title= Referências}} '''BIBLIOGRAFIA BÁSICA''' ELOY, S. (2017) [https://drive.google.com/file/d/1mOTJpxk1_LABxPauvF0MrZc2aJQauq29/view?usp=sharing A cidade e a experiência do digital]. In André, P. (edit) Antologia de ensaios, VI Ciclo de Conferências LISBOA XXI, ISCTE-IUL, Lisboa, pp 206-216. JACQUES, Paola Berenstein. [https://www.ufrgs.br/propar/publicacoes/ARQtextos/PDFs_revista_7/7_Paola%20Berenstein%20Jacques.pdf Errâncias Urbanas - a arte de andar pela cidade]. Arquitexto, 7, 2005 JACQUES, Paola Berenstein. [https://repositorio.ufba.br/bitstream/ri/7894/3/Elogio_aos_Errantes_RI.pdf Elogio aos Errantes]. Salvador: EdUFBA, 2012 '''BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR''' * BALBI, Thiago Machado Balbi, FERRARA, Lucrécia D’Alessio Ferrara. Por uma teoria psicogeográfica da comunicação. '''Intexto,''' Porto Alegre, UFRGS, n. 41, p. 14-34, jan./abr. 2018 *BASTOS, Marco Toledo de Assis. Flâneur, Blasé, Zapeur: variações sobre o tema do indivíduo. Revista e-Compós s/data *ELKIN, lAUREN. Flâneuse: mulheres que caminham pela cidade em Paris, Nova York, Tóquio, Veneza e Londres. São Paulo: Fósforo, 2022 *FEATHERSTONE, Mike. ''O “flâneur”, a cidade e a vida pública virtual''. In: ARANTES, Antonio A. (org.). '''O Espaço da Diferença.''' Campinas/SP: Papirus, 2000. * PEREC, Georges. Aproximações do quê? '''Alea''', Rio de Janeiro , v. 12, n. 1, p. 177-180, June 2010 * ______________.'''Vida: Modo de Usar. São Paulo''' São Paulo: Companhia das Letras, 2009 (capítulo 1: Escadarias) * PINO, Claudia Amigo. O espaço modo de usar: Georges Perec '''''Lettres française''', n.7, 2006'' * PONTUAL, Virgínia, LEITE, Julieta. Da cidade real à cidade digital: a flânerie como uma experiência espacial na metrópole do século XIX e no ciberespaço do século XXI. '''Famecos,''' v.13, n.30, 2006 ROCHA, Roseani Vieira. [https://drive.google.com/file/d/1m3fDBpNRJzYHnl5lTm9Kz1Ab2lUyeLNX/view?usp=sharing A Figura do Flâneur no Entendimento da Prática Jornalística sob a luz de João do Rio, um caso brasileiro.] Revista Anagrama: Revista Científica Interdisciplinar da Graduação Ano 4 - Edição 1 – Setembro-Novembro de 2010 '''OUTRAS REFERÊNCIAS''' TEORIA DA DERIVA E O URBANISMO SITUACIONISTA – Blogue Cidadades Contemporâneas – Posted 02/03/2016 *A tribute to female flâneurs: the women who reclaimed our city streets – The Guardian, (cities) 29/07/2016 *Ricardo Luís Silva. Elogio à Inutilidade. O trapeiro e a cidade. "A sociedade dos sonhadores involuntários" de José Eduardo Agualusa, 2017. No epílogo, o personagem principal, Daniel Benchimol, se descreve como um "flâneur", mais especificamente como um "flâneur bantu" Flâneuse by Lauren Elkin review – how women walk -This elegant book considers defiant female walkers from Martha Gellhorn and Virginia Woolf to the author, and celebrates the freedom of being on the move -Lara Feigel – The Guardian, Thu 25 Aug 2016 Minha participação na reportagem “Divagar por aí” da Revista “E” do SESC em 30/01/2018 Vídeo “Flanantes” (skate) UMA CIDADE NÃO É UM COMPUTADOR. Intersaber, 15/05/2017 Artigo de Shannon Mattern, “A City Is Not a Computer”, publicado originalmente no Places Journal, em fevereiro de 2017 (https://placesjournal.org/article/a-city-is-not-a-computer). Mattern é pesquisadora e professora da New School, faculdade de Nova York, e escreve sobre arquitetura, bibliotecas, arquivos e infraestruturas urbanas de comunicação. 9 rolês nas quebradas de SP para você aproveitar seu bairro – 29/06/2018 – 17:45Atualizado: 02/07/2018 – 13:30 – Por: Agência Mural de Jornalismo das Periferias Caderno de Domingo – Jornal do Brasil, 2003 Caminhar, atitude anticapitalista - Carlos Madrid. Outras Palavras, 24/11/2020 Win Wenders – Entrevista Canal Motoboy ROLEZINHO: TERRITÓRIOS E TERRITORIALIDADES EM CIBERCULTURAS – Eliane Costa e Jorge Luiz Barbosa* – Z Cultural Sonia Luyten. A cidade e os mangás João do Rio: um novo personagem na indústria cultural - Cremilda Medina The Mobile Story: Narrative Practices with Locative Technologies - Jason Farman Forget the flâneur - C McGarrigle Following the flâneur : a methodological and textual critique - Kevin Milburn Imagining the flâneur as a woman - Elfriede Dreyer and Estelle McDowall Flâneurs of Fashion 2.0 - Jess Berry Beyond the Flâneur: Walking, Passage and Crossing in London and Paris in the Nineteenth Century - Estelle Murail A Rua como plataforma - Blog City of Sound Wikipedia: Wiki Game Players (one or more) start on the same randomly selected article and must navigate to another pre-selected article (home) only clicking links within the current article. The goal is to arrive at the home article in the fewest number of clicks (articles) or the least time) Bertold Brecht. O escrivinhador de peças [https://educacaoeterritorio.org.br/metodologias/mapeamento-afetivo-como-transformar-o-espacos-publico-em-comunidade/ Mapeamento Afetivo: como transformar o espaço público em uma comunidade] - Educação & Território, 10 DE NOVEMBRO DE 2016 '''FILME''' Christopher Nolan – “Following” '''MÚSICAS''' Dívidas – Paulinho da Viola Profissão Perigo - Rodrigo Ogi Dias de Santos e Silvas – Gonzaguinha Ladeira da Memória – Grupo RUMO Na Zona Sul– Sabotage Endereço dos Bailes – Mc Júnior e Mc Leonardo Modão de Pinheiros – O Terno Museu Humano – Débora Setera (1 JOA- Casper) Passeio - Belchior Fotografia 3X4 - Belchior São Paulo: não há saídas! – Itamar Assumpção Santa Sampa – Vespas Mandarinas Flanerie musical – Every Noise at Once/Repórtagem Nexo ''Le Flaneur : In Walter Benjamin Shadow'' (Based on and inspired by the work of Walter Benjamin, this Danish documentary by Torben jensen is as much about the thinker as it is about Paris. A beautiful, poetic interlacing of both Benjamin's and Jensen's visions, produced by the Danish Film Instiute, with English Subtitles) {{collapse bottom}} {{Referências}} ja44j551h467vez2aipn898x8rurlz8 Discussão:Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia/A Técnica nas Primeiras Grandes Civilizações 1 29358 182279 182269 2026-04-29T15:22:19Z Bfont9 43760 /* Questão 4 do quiz */ Resposta 182279 wikitext text/x-wiki {{IJC/DúvidaBotão}} == Questão 4 do quiz == Acredito que a questão 4 do quiz está com o gabarito errado. A pergunta trata da aproximação do trabalho dos escrivas com o ofício do repórter ou jornalista científico de acordo com o contexto do conteúdo da aula. Ora, desta forma, a reposta deve ser o último item da questão, "Os dois são responsáveis por registrar e interpretar o conhecimento que circula entre grupos especializados e o público", mas o gabarito, ao enviarmos a resposta, considera como certo o penúltimo item, "O jornalista é uma figura passiva, enquanto o escriba detinha poder político". Acredito ser um erro, já que ao voltarmos ao conteúdo da aula, temos o excerto: "O repórter científico, nesse sentido, não é apenas alguém que divulga resultados. Sua função se aproxima da dos antigos escribas, que registravam e traduziam o saber de seu tempo para diferentes públicos", o que corrobora para a aproximação entre os papéis dos antigos escribas com o dos jornalistas científicos, os quais não têm uma função passiva, mas são mediadores do saberes da ciência e a sociedade. --[[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]]) 13h57min de 28 de abril de 2026 (UTC) :Olá, @[[Utilizador:Bfont9|Bfont9]]. Você tem razão. Vamos ajustar. [[Utilizador:Joalpe|Joalpe]] ([[Utilizador Discussão:Joalpe|discussão]]) 21h30min de 28 de abril de 2026 (UTC) ::Muito obrogado, @[[Utilizador:Joalpe|Joalpe]]! [[Utilizador:Bfont9|Bfont9]] ([[Utilizador Discussão:Bfont9|discussão]]) 15h22min de 29 de abril de 2026 (UTC) s6qrzqsry2cla4vrmk3b4nrggd8tnt8 Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Atividade/Gustavo Alves Machado 0 30288 182283 181477 2026-04-29T17:50:32Z Gustavo Alves Machado 41623 Resposta sobre podcast "paleotema" 182283 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Gustavo Alves Machado <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> A partir da tabela de podcasts disponibilizada na aula 6.5, escolha dois programas, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Escolhi os podcasts '''Paleotema''' e * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: '''Paleotema:''' acredito que o público alvo sejam pessoas leigas de fora do campo da oceonografia. O que evidencia isso é a abordagem dos temas, sempre explicando todos conceitos apresentados de forma didática. Não se subentende que o ouvinte sabe dos termos técnicos previamente, e são utilizadas com frequência exemplos que aproximem o tema dos ouvintes. * Como você acha que ele é feito *: Resposta: '''Paleotema:''' O podcast parece se basear principalmente em entrevistas com pesquisadores da área. São convidados pesquisadores, muitas vezes por videochamada, para explicarem temas diversos. Especulo que eles primeiro pensam em temas de interesse para o podcast, e procuram chamar pesquisadores e especialistas para falar do assunto. Depois que decidem quem será o entrevistado, eles criam um roteiro baseado na área de estudo do entrevistado e usam como base. No meio da gravação, há dois apresentadores que fazem perguntas alternadamente. Parte das perguntas está no roteiro, mas a outra parte é feita a partir de novas falas do entrevistado. Depois de gravado todo conteúdo, imagino que eles editem para adicionar a vinheta de abertura e encerramento, e para fazer possíveis tratamentos no áudio. * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta: '''Paleotema:''' a principal força reside na abordagem dos temas. Temas complexos e específicos da oceonografia são lidados de forma leve, a partir de perguntas muito bem colocadas pelos entrevistadores. Os entrevistadores também não tem receio de cortar o entrevistado e pedir para ele explicar melhor certos conceitos, garantindo que tudo seja acessível ao público leigo. Em termos de fragilidade, acredito que o problema esteja em pequenos problemas na pós-produção. A música de abertura as vezes se alonga demais, distraindo o começo da fala dos participantes do podcast. Interjeições como "uhum" e "sim" que os entrevistadores falam durante a conversa são desnecessários para o ouvinte, e poderiam ser cortadas para o ouvinte focar somente na fala do entrevistado. Certos ajustes finos na edição poderiam deixar a experiência do ouvinte mais agradável. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/wiki/Special:UploadWizard/ Wikimedia Commons] no formato wav. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: O assunto será o relato de um pesquisador de biologia marinha, ainda no início de carreira, relatando sua experiência no mundo acadêmico e descrevendo as pesquisas realizadas no laboratório no qual é filiado, o NEPEA * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: Entrevista * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: O entrevistador é Gustavo Alves Machado, o qual está cursando o curso de introdução ao jornalismo científico, e o convidado é Vinícius Gonçalves Pereira, pesquisador de biologia marinha em começo de carreira acadêmica. * Qual é o público-alvo? *: O público-alvo principal são jovens pesquisadores (ou aspirantes a pesquisadores) que desejam entrar em contato o mundo acadêmico, entendo a experiência de outros pesquisadores. Nesse sentido, objetiva-se principalmente os estudantes, tanto do ensino básico quanto superior. O podcast, porém, é feito com uma linguagem acessível para os demais públicos. * Qual é a identidade sonora do podcast? *: == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6|Atividade6]] i1rpqq02hpn98rwhd3uu0x5wdhmvwgp 182284 182283 2026-04-29T18:22:24Z Gustavo Alves Machado 41623 Sobre o Vozes da Pesca Artesanal 182284 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Gustavo Alves Machado <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> A partir da tabela de podcasts disponibilizada na aula 6.5, escolha dois programas, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Escolhi os podcasts '''Paleotema''' e '''Vozes da Pesca Artesanal''' * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: '''Paleotema:''' acredito que o público alvo sejam pessoas leigas de fora do campo da oceonografia. O que evidencia isso é a abordagem dos temas, sempre explicando todos conceitos apresentados de forma didática. Não se subentende que o ouvinte sabe dos termos técnicos previamente, e são utilizadas com frequência exemplos que aproximem o tema dos ouvintes. *: '''Vozes da Pesca Artesanal:''' Assim como o Paleotema, parece bem adaptado para o público leigo. Todavia, dentro desse público leigo, acredito que alcance um público que prefira um conteúdo mais sério ou jornalistico, já que se estrutura como reportagens, com trechos entrevistas pré gravadas ao em vez de conversas livres. * Como você acha que ele é feito *: Resposta: '''Paleotema:''' O podcast parece se basear principalmente em entrevistas com pesquisadores da área. São convidados pesquisadores, muitas vezes por videochamada, para explicarem temas diversos. Especulo que eles primeiro pensam em temas de interesse para o podcast, e procuram chamar pesquisadores e especialistas para falar do assunto. Depois que decidem quem será o entrevistado, eles criam um roteiro baseado na área de estudo do entrevistado e usam como base. No meio da gravação, há dois apresentadores que fazem perguntas alternadamente. Parte das perguntas está no roteiro, mas a outra parte é feita a partir de novas falas do entrevistado. Depois de gravado todo conteúdo, imagino que eles editem para adicionar a vinheta de abertura e encerramento, e para fazer possíveis tratamentos no áudio. *: '''Vozes da Pesca Artesanal:''' acredito que primeiro eles pensam nos temas de interesse, e chamam entrevistados que podem contribuir com o assunto. Como só aparece no podcast as respostas e não as perguntas, pode se especular que as entrevistas não são feitas por meio de conversas, mas sim por meio de perguntas escritas que são mandadas aos entrevistados, que posteriormente retornam com áudio. Essa hipótese é potencializada pela qualidade dos áudios, que tendem a ser gravadas em locais que possuem ruídos de fundo. Os pesquisadores que produzem e narram o podcast também gravam suas partes, como a introdução contextualizante do tema. Por fim, é utilizado um software de edição de áudio para juntar todos os trechos e adicionar os efeitos sonoros de início e encerramento. * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta: '''Paleotema:''' a principal força reside na abordagem dos temas. Temas complexos e específicos da oceonografia são lidados de forma leve, a partir de perguntas muito bem colocadas pelos entrevistadores. Os entrevistadores também não tem receio de cortar o entrevistado e pedir para ele explicar melhor certos conceitos, garantindo que tudo seja acessível ao público leigo. Em termos de fragilidade, acredito que o problema esteja em pequenos problemas na pós-produção. A música de abertura as vezes se alonga demais, distraindo o começo da fala dos participantes do podcast. Interjeições como "uhum" e "sim" que os entrevistadores falam durante a conversa são desnecessários para o ouvinte, e poderiam ser cortadas para o ouvinte focar somente na fala do entrevistado. Certos ajustes finos na edição poderiam deixar a experiência do ouvinte mais agradável. *: '''Vozes da Pesca Artesanal:''' O principal diferencial reside na usa introdução contextualizante. Em um espaço de tempo curto o locutor introduz o tema, o contexto e os pesquisadores ao público leigo. Essa introdução prepara o ouvinte e potencializa o impacto dos trechos de entrevistas posteriores, tornando todo o programa altamente informativo. Sobre a fragilidade, pode se falar da abordagem do assunto. A carga de conteúdo e o uso de um formato mais associado à reportagens, com trechos de entrevista entrecortadas de informação, dá um cárater mais "sério" que pode afastar um público leigo que está acostumado com os chamados mesacasts e podcasts de bate-papo. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/wiki/Special:UploadWizard/ Wikimedia Commons] no formato wav. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: O assunto será o relato de um pesquisador de biologia marinha, ainda no início de carreira, relatando sua experiência no mundo acadêmico e descrevendo as pesquisas realizadas no laboratório no qual é filiado, o NEPEA * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: Entrevista * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: O entrevistador é Gustavo Alves Machado, o qual está cursando o curso de introdução ao jornalismo científico, e o convidado é Vinícius Gonçalves Pereira, pesquisador de biologia marinha em começo de carreira acadêmica. * Qual é o público-alvo? *: O público-alvo principal são jovens pesquisadores (ou aspirantes a pesquisadores) que desejam entrar em contato o mundo acadêmico, entendo a experiência de outros pesquisadores. Nesse sentido, objetiva-se principalmente os estudantes, tanto do ensino básico quanto superior. O podcast, porém, é feito com uma linguagem acessível para os demais públicos. * Qual é a identidade sonora do podcast? *:Trata-se de um podcast mais descontraído, com cárater de conversa. Objetivo trazer o mundo da pesquisa perto do público, fazer com que a população perceba que os pesquisadores são pessoas "normais", do dia a dia. Em termos de efeitos sonoros e músicas, fica no mínimo: a conversa se dá sem áudio de fundo, para evitar a distração. As adições sonoras ocorrem só na vinheta de abertura e de encerramento, que constrói a identidade do começo e do fim do programa. == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6|Atividade6]] m29olnmkb2zjriitu8wrd1i6j9ak82c Utilizador:TCarvalho (WMB)/Testes 2 30984 182286 182252 2026-04-29T19:00:11Z TCarvalho (WMB) 41497 182286 wikitext text/x-wiki __NOEDITSECTION__ __NOTOC__ {{:Oficinas Wikimedia & Educação/Cabeçalho}} {{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|Boletim WMB e Educação - Abril de 2025}} Sumário desta edição: #[[#Editatona-Ensino-de-História-Indígena|Editatona Ensino de História Indígena]] #[[#Oficina-Fazendo-história-pública-digital-–-Alagoinhas-e-região-na-Wiki|Oficina Fazendo história pública digital – Alagoinhas e região na Wiki]] #[[#Projeto-NEMkipédia|Projeto NEMkipédia]] #[[#Editatona-Arte-Popular:-modos-de-usar|Editatona Arte Popular: modos de usar]] #[[#Debates-sobre-conhecimento-aberto-e-a-Wikimedia-Brasil-na-USP|Debates sobre conhecimento aberto e a Wikimedia Brasil na USP]] #[[#Oficinas-Wikimedia-&-Educação|Oficinas Wikimedia & Educação]] #[[#recurso-do-mês|Recurso do mês: recursos em dobro!]] <div id="Editatona-Ensino-de-História-Indígena">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 1 - Editatona Ensino de História Indígena</font>}}</div> [[File:Segunda Editatona Ensino de História Indígena - UFF - 2026 01 (primeiro encontro).jpg|right|300px|thumb|Participantes da Editatona Ensino de História Indígena.]] O [[Laboratório_Mulheres_indígenas_na_Wikipédia|Laboratório Mulheres Indígenas na Wikipédia]] da Universidade Federal Fluminense é um parceiro educacional de longa data da Wikimedia Brasil. Em abril, os dois grupos realizaram novas atividades. A primeira parte da [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Edit-a-thon/Atividades_em_portugu%C3%AAs/Segunda_Editatona_Ensino_de_Hist%C3%B3ria_Ind%C3%ADgena_%28UFF%29_2026_-_01 maratona de edição Ensinando História Indígena] foi realizada para os alunos da professora Elisa Frühauf Garcia, que ministra um curso com o mesmo nome. Os alunos tiveram a oportunidade de criarem e melhorarem verbetes sobre a temática indígena. O objetivo de atividades como esta é ampliar o conhecimento sobre culturas subrepresentadas nas plataformas Wikimedia. <div id="Oficina-Fazendo-história-pública-digital-–-Alagoinhas-e-região-na-Wiki">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 2 - Oficina Fazendo história pública digital – Alagoinhas e região na Wiki</font>}}</div> [[File:Wikimedia Brasil na Coda.Br 2025.jpg|left|300px|thumb|Participantes da oficina online Fazendo história pública digital – Alagoinhas e região na Wiki.]] No final de abril, foi realizada a primeira oficina on-line da parceria entre a Wikimedia Brasil e a Universidade Estadual da Bahia - Campus II Alagoinhas. [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Edit-a-thon/Atividades_em_portugu%C3%AAs/Oficina_Fazendo_hist%C3%B3ria_p%C3%BAblica_digital_%E2%80%93_Alagoinhas_e_regi%C3%A3o_na_Wiki Fazendo história pública digital – Alagoinhas e região na Wiki] faz parte das atividades de extensão do curso de Licenciatura em História do Departamento de Educação. Ela tem como objetivo integrar atividades de ensino na Área de História do Brasil à produção e qualificação de conteúdos históricos sobre Alagoinhas e região na Wikipédia. Coordenados pelos professores Kátia Lorena Novais Almeida e David Patrício Lacerda, nas próximas semanas os alunos vão trabalhar com materiais com ênfase no período entre o final do século XVIII e o início do século XX. <div id="Projeto-NEMkipédia">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 3 - Projeto NEMkipédia</font>}}</div> Em 2026, também estamos dando continuidade a um outro projeto parceiro: o [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Edit-a-thon/Atividades_em_portugu%C3%AAs/Projeto_NEMkip%C3%A9dia_Sesi_Barra_Mansa NEMkipédia], que é coordenado pelo NEM com Ciência, do SESI (unidade Barra Mansa). A partir da edição de verbetes diversos na Wikipédia, o objetivo dessa atividade coordenada pelo professor Joso de Souza Junior é capacitar jovens para assumir uma atitude mais ativa na internet. <div id="Editatona-Arte-Popular:-modos-de-usar">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 4 - Editatona Arte Popular: modos de usar</font>}}</div> [[File:Editatona Arte Popular - modos de usar (primeiro encontro).png|right|300px|thumb|Participantes da editatona online Arte Popular: modos de usar.]] Por meio de uma parceria educacional com a Wikimedia Brasil, estudantes da disciplina Arte Popular: modos de usar, do Programa de Pós-Graduação em História da Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, [https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:Edit-a-thon/Atividades_em_portugu%C3%AAs/Editatona_Arte_Popular:_modos_de_usar participaram de uma editatona] e trabalharam com verbetes sobre manifestações de arte popular na Wikipédia. <div id="Debates-sobre-conhecimento-aberto-e-a-Wikimedia-Brasil-na-USP">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 5 - Debates sobre conhecimento aberto e a Wikimedia Brasil na USP</font>}}</div> [[File:Encontro A Wikimedia no Brasil na ECA-USP 19.jpg|left|300px|thumb|Participantes do encontro sobre o livro "A Wikimedia no Brasil", na ECA-USP.]] Membros da equipe da Wikimedia Brasil foram convidados para conversar com os alunos de pós-graduação da disciplina Arte e Tecnologia em Arquivos Digitais: Modelos de Organização e Curadoria, ministrada pela professora Paula Perissinotto, na Universidade de São Paulo. O tema do encontro foi a organização e curadoria da informação na era das plataformas digitais, mostrando aspectos conceituais e exemplos práticos (como os projetos Wikimedia). O ponto de partida para a conversa foi o livro “[https://commons.wikimedia.org/wiki/File:A_wikimedia_no_Brasil_-_o_poder_e_os_desafios_do_conhecimento_livre.pdf A Wikimedia no Brasil]”. A partir da apresentação da obra, foram abordados temas como conhecimento aberto, plataformas digitais e organização da informação. Também foi debatido a Wikimedia como sistema de organização e curadoria do conhecimento em ambientes colaborativos. <div id="Oficinas-Wikimedia-&-Educação">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 6 - Oficinas Wikimedia & Educação</font>}}</div> Desde 2020 a Wikimedia Brasil realiza bimestralmente as [[Oficinas Wikimedia & Educação/Oficinas anteriores|Oficinas Wikimedia & Educação]]. Com 39 edições já realizadas, as oficinas recebem educadores - que já realizaram programas de educação nas plataformas Wikimedia - para compartilhar suas experiências, e também wikimedistas, que conduzem um breve tutorial sobre alguma das plataformas e ferramentas de interesse dos participantes. Este é um espaço dedicado a apresentações, conversas e discussões sobre a educação nos projetos Wiki. Pensando em melhorar essas oficinas, [https://lime.wikimedia.pt/wmbr/index.php/539599?lang=pt-BR criamos uma enquete] na qual você pode nos indicar qual seria o melhor dia da semana e horário para a realização delas, além de deixar outras sugestões. <div id="recurso-do-mês">{{:Oficinas Wikimedia & Educação/Seção|1=<font style="color:white"> 7 - Recurso do mês: recursos em dobro! </font>}}</div> Neste mês de abril temos duas dicas de recursos. A primeira é o texto “Scientists should join collaborative online editing communities for biodiversity”, disponível na revista Nature por meio deste link: https://www.nature.com/articles/d41586-026-00940-y. Neste breve texto, Heidi M. Meudt, Siobhan Leachman, Tiago Lubiana e Sabine von Mering, que são wikimedistas e trabalham na área da biologia, ressaltam a importância para cientistas que lidam com biodiversidade contribuírem com os diversos projetos Wiki. A segunda dica é o artigo “Laboratório História Editorial: bancos de dados qualitativo-relacionais e divulgação científica nas mídias digitais”, de Geferson Santana, que foi publicado na Revista Eletrônica Discente História.com: https://periodicos.ufrb.edu.br/index.php/historiacom/article/view/5797. O artigo traz a experiência do laboratório História Editorial no desenvolvimento de uma metodologia e um instrumento de pesquisa para a construção de bancos de dados voltados à fontes históricas impressas. Neste processo, o grupo utilizou ferramentas da Wikimedia, como o Wikidata, a Wikipédia e o Wikinotícias, para compartilhar os dados coletados durante a pesquisa. ''Aceitamos sugestões de recursos que vocês considerem importantes para compartilharmos com a nossa rede de interessados nas próximas edições.''<br> gf5gl89fhi20087ljx4qfjiq1hb969w Lista de chuvas de granizo em Piracicaba e região (desde 2026) 0 32332 182288 182132 2026-04-30T00:30:21Z ~2026-26238-72 44185 /* 2026 */ 182288 wikitext text/x-wiki [[Ficheiro:Hailstorm Piracicaba 2024-10-11.jpg|miniaturadaimagem|Granizo registrado durante um temporal em Piracicaba em 11 de outubro de 2024]] Este artigo lista todas as '''chuvas de granizo documentadas''' '''na Região Climática de Piracicaba''', São Paulo, Brasil, após a Reforma Metodológica de 2026, implementada em 1º de janeiro de 2026. Os registros de granizo contidos aqui incluem aqueles que foram analisados e confirmados pela [[Grupo de estudos "Piracicaba Meteorológica"|Piracicaba Meteorológica]], grupo acadêmico criado em 2023. Para eventos anteriores, consultar a [[Lista de chuvas de granizo em Piracicaba (até 2025)]]. Municípios incluídos (Região Climática de Piracicaba): Araras, Americana, Anhembi, Capivari, Cordeirópolis, Conchas, Elias Fausto, Iracemápolis, Ipeúna, Laranjal Paulista, Limeira, Mombuca, Piracicaba, Rafard, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d'Oeste, Santa Gertrudes, Santa Maria da Serra, São Pedro e Tietê. Após a Reforma Metodológica de 2026, deu-se início à Era Precisa (do Granizo) pela Piracicaba Meteorológica. Embora as estimativas indicassem que o ano ainda permaneceria acima da média histórica de ocorrências anuais (3,6 eventos), o que o caracterizaria como integrante da Era do Granizo (2022-2025), a mudança metodológica, envolvendo maior investimento em confirmação por dados de radar e sondagem, bem como a expansão da área de monitoramento -- de Piracicaba e Saltinho para vários municípios da região --, tornou inviável essa classificação. Esses eventos são mais significativos na região nos meses de outubro e novembro, quando geralmente atingem um diâmetro igual ou superior a 2 cm. Os meses mais propícios para granizo na região incluem, em ordem decrescente, outubro, novembro, janeiro e fevereiro. No verão meteorológico, que engloba dezembro, janeiro e fevereiro, esses fenômenos são bastante frequentes, porém menos documentados e tendem a possuir pedras de gelo de tamanho menor. Em outubro e novembro, a combinação de ondas de calor intensas, típicas da primavera e que geralmente são as mais fortes do ano (especialmente entre o fim de setembro e início de outubro), com a frequência de frentes frias, ainda acentuadas devido à transição entre estações, favorece a ocorrência de chuvas de granizo. A troca frequente entre massas de ar quente e de ar frio em poucas horas também auxilia na ocorrência de instabilidade profunda. Já em janeiro, a persistência de ar quente e úmido durante todo o mês, além de alto índice CAPE (>2500 J/kg), propicia a formação de nuvens cumulonimbus de curta duração, mas com rápido desenvolvimento, produzindo pedras de gelo que podem ser arrastadas em direção ao solo pelas correntes descendentes. '''Classificação de diâmetro:''' OBS: A classificação de diâmetro da Piracicaba Meteorológica é uma classificação interna do diâmetro do granizo, não sendo uma escala de danos e nem de intensidade. * Nível 1: <1 cm * Nível 2: 1-1,9 cm * Nível 3: 2-2,9 cm * Nível 4: 3-4,4 cm * Nível 5: 4,5-7,9 cm * Nível 6: >8 cm '''Processos de confirmação:''' * '''Presencial:''' Experiência própria e o testemunho direto de um voluntário da Piracicaba Meteorológica que estava no local do evento. * '''Terceirizada:''' Há existência de múltiplos relatos independentes e consistentes; um relato detalhado e validado de um caçador de tempestades especializado, com histórico de credibilidade; ou apresentação de vídeos comprovados da queda de granizo, com qualidade de imagem e geolocalização que não deixam margem para dúvidas sobre a veracidade do evento. * '''Remota:''' Inicia-se com a identificação de algum núcleo suspeito de granizo no radar. Posteriormente, modelos de inteligência artificial são alimentados com múltiplos dados de radar, satélite, sondagem e do ambiente para o cálculo da chance de ocorrência na superfície. Para serem adicionados ao banco de dados, os eventos devem possuir porcentagem mínima de 80%. Por fim, é calculado o diâmetro máximo e a densidade da queda. '''Processo de inclusão:''' * '''Inclusão Rápida (menos de 1 hora), válido apenas para confirmações presenciais:''' Este é o tipo de inclusão mais ágil e ocorre quando a evidência do evento de granizo é robusta e imediata, permitindo a validação quase instantânea. A rapidez se justifica pela alta certeza dos dados. Para que um evento se enquadre nesta categoria, deve ser satisfeita pelo menos uma das seguintes condições: 1) A existência de múltiplos relatos independentes e consistentes; 2) A experiência própria e o testemunho direto de um voluntário da Piracicaba Meteorológica que estava no local do evento; 3) Um relato detalhado e validado de um caçador de tempestades especializado, com histórico de credibilidade; ou 4) A apresentação de vídeos comprovados da queda de granizo, com qualidade de imagem e geolocalização que não deixam margem para dúvidas sobre a veracidade do evento. * '''Inclusão Semi-Rápida (1 a 3 horas):''' Este tipo de inclusão exige um período um pouco maior de análise e acontece quando a evidência inicial é singular, mas apresenta boa credibilidade, ou quando a confirmação é exclusivamente remota (dados de radar, satélite e sondagem). O tempo, quando via filmagens e relatos, é dedicado à verificação da fonte e do contexto meteorológico. Para esta inclusão, o critério principal é a apresentação de um único vídeo ou relato que, embora isolado, seja considerado confiável após uma análise preliminar. Já em relação à confirmação remota, o tempo é dedicado à verificação (mínimo de 80% de chance de ocorrência na superfície), cálculos de diâmetro e densidade via modelos alimentados por inteligência artificial e posterior validação humana para evitar exageros. A célula convectiva deve possuir um desenvolvimento mínimo atestado por imagens de satélite ou radar. * '''Inclusão Semi-Cautelosa (1 a 3 dias):''' A inclusão semi-cautelosa é aplicada quando a evidência levantada é inconsistente ou de fonte duvidosa, ou ainda quando se baseia apenas em dados instrumentais, exigindo uma investigação mais aprofundada. O processo não costuma ser tão demorado, pois a equipe da Piracicaba Meteorológica busca a validação de forma eficiente. Os critérios para este tipo de inclusão incluem um vídeo ou relato cuja fonte é desconhecida ou apresenta baixa credibilidade inicial. A inclusão também pode ser desencadeada por uma imagem de radar que mostre uma área de alta refletividade (normalmente acima de 50 dBZ). A equipe evita, contudo, que o processo se estenda por tanto tempo. * '''Inclusão Cautelosa (pode levar anos):''' Esta é a categoria de inclusão mais rara e mais demorada, sendo reservada para eventos de difícil comprovação, geralmente ocorridos no passado distante. A inclusão cautelosa praticamente nunca ocorre para registros atuais, mas é mais comum na análise de dados históricos ou pré-2023, antes da fundação da Piracicaba Meteorológica (2023) e da expansão do stormchasing (2022). O processo pode levar anos. Os critérios englobam a existência de uma nuvem com alta capacidade teórica de produzir granizo, mas sem prova concreta de sua precipitação em superfície. Incluem-se também relatos muito duvidosos ou vagos, e uma falta de evidências suficientes (vídeos, fotos, medições) que possam validar o evento para o registro oficial. == Lista de eventos em Anhembi (desde 2026) == Ao todo, Anhembi registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Anhembi em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |12/01/2026, 14h07 |~20 minutos |Multicélula |~18 |S |Extremo leste municipal (adjacências da SP-147) |Nível 3 |~2,5 |>60 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 16h00 |>10 minutos |Multicélula |~17 |S |Várias áreas do oeste municipal (inclui Estrada SHERP e AHB-020) |Nível 3 |~2,9 |~30 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Capivari (desde 2026) == Ao todo, Capivari registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Capivari em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |18/01/2026, 23h07 |~5 minutos |Supercélula |~17 |E |Jardim Imperial |Nível 3 |~2,6 |>150 (alta) |Remota + Terceirizada |} == Lista de eventos em Conchas (desde 2026) == Ao todo, Conchas registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Conchas em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |02/04/2026, 17h15 |~30 minutos (núcleo) |Supercélula |~16 |ESE |Centro-oeste e centro municipal |Nível 3 |~2 |30-60 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Cordeirópolis (desde 2026) == Ao todo, Cordeirópolis registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Cordeirópolis em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |26/01/2026, 14h45 |~5 minutos |Unicélula |~15 |SSE |Estrada Municipal do Barro Preto |Nível 2 |~1,8 |10-30 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Laranjal Paulista (desde 2026) == Ao todo, Laranjal Paulista registrou 4 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Laranjal Paulista em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |01/01/2026, 16h45 |~10 minutos |Unicélula |~17 |SE |Centro-sul municipal (zona rural) |Nível 1 |<1 |<10 (leve) |Remota |- |03/01/2026, 19h00 |~20 minutos |Multicélula |~15 |NNW |Rio Tietê (23°00'44"S, 47°45'51"W) |Nível 1 |<1 |<10 (leve) |Remota |- |03/01/2026, 19h07 |~5 minutos |Multicélula |~15 |N |setor norte do Sítio Morro Alto |Nível 3 |~2,5 |~60 (alta) |Remota |- |21/02/2026, ~17h05 |~10 minutos |Multicélula |~17 |NW |Zona rural oeste (Rio Tietê) |Nível 2 |~1,8 |>60 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em Limeira (desde 2026) == Ao todo, Limeira registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Limeira em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |26/01/2026, ~15h30 |~5 minutos |Multicélula |~17 |NNE |Jardim Planalto, Parque Campos Elísios, Centro |Nível 2 |1,0 |~30 (moderada) |Terceirizada |} == Lista de eventos em Mombuca (desde 2026) == Ao todo, Mombuca registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Mombuca em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |12/01/2026, 13h30 |~15 minutos |Unicélula |~17 |SSE |MBC-040 (22°56'28"S 47°35'21"W) |Nível 3 |~2,3 |>60 (alta) |Remota |- |18/01/2026, 23h00 |~5 minutos |Supercélula |~17 |E |Área urbana, adjacências da MBC-465 |Nível 3 |~2,0 |>100 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em Piracicaba (desde 2026) == Ao todo, Piracicaba registrou 23 chuvas de granizo desde 2026. Contrária à crença popular de que a precipitação de granizo é rara na região, esse é o fenômeno de tempo severo mais comum em escala municipal. '''Chuvas de granizo''' são eventos meteorológicos bastante comuns em Piracicaba em escala municipal, com uma chance de ocorrência anual de 98,2% desde 2020. A cidade registrou 135 granizadas desde 1995, sendo 55 (40,7%) desde 2022 e 23 desde 2026. Apesar do aumento dos registros desde 2022, a maioria dos eventos atuais se classifica nos Níveis 2 e 3 de diâmetro. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Piracicaba em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |03/01/2026, 19h52 |~10 minutos |Supercélula |~15,5 |N |povoado do Formigueiro, divisa com Saltinho |Nível 3 |~2 |~70 (alta) |Remota |- |07/01/2026, 18h07 |~2 minutos |Unicélula |~14 |NNW |Centro |Nível 1 |~0,7 |~10 (leve) |Remota |- |10/01/2026, 18h52 |~4 minutos |Unicélula |~15 |SSW |Tanquã |Nível 3 |~2,2 |30-50 (moderada) |Remota |- |10/01/2026, 18h52 |~5 minutos |Unicélula |~14 |S |povoados de Figueira e Monjolada |Nível 3 |~2,0 |~20 (moderada) |Remota |- |12/01/2026, 13h22 |<10 minutos |Multicélula |~18 |S |Nova Suíça, Pau d'Alhinho, Pau Queimado |Nível 2 |~1,5 |~50 (moderada) |Terceirizada |- |12/01/2026, 13h45 |>10 minutos |Multicélula |~18 |S |Norte do distrito de Ibitiruna (inclui Tanquã e Laranjeiras) |Nível 3 |~2,2 |>60 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 22h37 |>10 minutos |Unicélula |~15 |S |povoado de Água Bonita |Nível 2 |~1,8 |~50 (moderada) |Remota |- |25/01/2026, 18h50 |~25 minutos (em pulsos) |Unicélula |~16 |NE |povoados de Monjolada e Glebas Primavera |Nível 3 |~2,0 |30-60 (moderada) |Remota |- |28/01/2026, 14h55 |>10 minutos |Unicélula |~16 |E |povoados do Pau Queimado e dos Alpes Suíços; bairro do São Jorge |Nível 2 |~2,1 |~110 ±50 (alta) |Remota |- |30/01/2026, 17h30 |~10 minutos |Supercélula |~18 |NNE |povoados de Ibitiruna e Anhumas |Nível 3 |~2,9 |~72 (alta) |Remota + Terceirizada |- |21/02/2026, 17h05 |~20 minutos |Multicélula + supercélula embebida |~17 |NW |Bosque dos Lenheiros |Nível 2 |~1,5 |100-150 (alta) |Remota |- |21/02/2026, 17h15 |~7 minutos |Multicélula + supercélula embebida |~17 |NW |Santana (1,5 km sudoeste da Fazenda Glória) |Nível 1 |~0,8 |60-100 (alta) |Remota |- |02/04/2026, 13h10 |~5 minutos |Multicélula |~13 |E |Guamium, Capim Fino, Santa Rosa, Uninorte, Agronomia |Nível 2 |~1 |10-60 (moderada) |Presencial |- |02/04/2026, 13h22 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Povoado de São Joaquim |Nível 2 |~1 |10-60 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 14h00 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Campestre |Nível 3 |~2 |~50 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 14h07 |~15 minutos (em pulsos dispersos) |Multicélula |~15 |SE |Artemis, Monjolada, Vale do Sol, Vila Sônia, Santa Teresinha, Uninorte, Santa Rosa, Agronomia |Nível 3 |~2 |10-60 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 14h15 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Campestre, Monte Líbano, Jardim Itapuã |Nível 2 |~1,5 |~30 (moderada) |Presencial |- |02/04/2026, 14h37 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Artemis, Água Bonita |Nível 3 |~2 |10-60 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 15h00 |<10 minutos |Multicélula |~13 |E |Alpes Suíços, Pau Queimado, Nova Suíça |Nível 2 |~1 |10-60 (moderada) |Remota |- |06/04/2026, 17h45 |~5 minutos |Multicélula |~15 |SE |22°37'30"S, 47°32'17"W (Fazenda Boa Vista) |Nível 3 |~2,3 |~30 (moderada) |Remota |- |06/04/2026, 17h52 |~30 segundos |Unicélula |~13 |SE |Campestre, Jardim Planalto, Novo Horizonte, Vila Cristina |Nível 2 |~1 |<10 (leve) |Presencial |- |18/04/2026, 11h45 |~1 hora (em pulsos) |Supercélula |~17 |NE |Ibitiruna, Tanquã (início em Anhembi) |Nível 5 |~4,8 |~30 (moderado) |Remota |- |29/04/2026 |~10 minutos |Unicélula |~14 |SE |Água das Pedras, Novo Horizonte, Campestre |Nível 1 |<1 cm |~30 (moderado) |Terceirizada |} == Lista de eventos em Rafard (desde 2026) == Ao todo, Rafard registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Rafard em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |12/01/2026, 14h07 |~20 minutos |Multicélula |~17 |S |Entre SP-113 e SP-101, divisa com Tietê |Nível 3 |~2,0 |>60 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 22h52 |>10 minutos |Unicélula |~15 |S |SP-113 |Nível 2 |~1,3 |~50 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Saltinho (desde 2026) == Ao todo, Saltinho registrou 3 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Saltinho em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |03/01/2026, 19h37 |~10 minutos |Supercélula |~15 |N |Oeste municipal |Nível 3 |~2,5 |~100 (alta) |Remota |- |03/01/2026, 19h52 |~10 minutos |Supercélula |~15,5 |N |povoado do Formigueiro, divisa com Piracicaba |Nível 3 |~2 |~70 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 13h45 |~10 minutos |Unicélula |~18 |S |Bairrinho |Nível 3 |~2,8 (corrigido de 3,2) |>200 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em São Pedro (desde 2026) == Ao todo, São Pedro registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em São Pedro em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |10/01/2026, 18h22 |~3 minutos |Unicélula |~15 |S |Rodovia Geraldo de Barros (22°34'02"S 47°57'58"W) |Nível 3 |~2,2 |~50 (moderada) |Remota |- |10/01/2026, 18h52 |~4 minutos |Unicélula |~15 |SSW |povoado de Vicentado |Nível 4 |~3,2 |~100 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em Tietê (desde 2026) == Ao todo, Tietê registrou 3 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Tietê em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |01/01/2026, 17h05 |~10 minutos |Unicélula |18 |SE |Extremo-sul municipal, divisa com Cerquilho |Nível 2 |~1,3 |10-30 (moderada) |Remota |- |03/01/2026, 19h00 |~20 minutos |Multicélula |~15 |NNW |Rio Tietê (23°00'44"S, 47°45'51"W) |Nível 1 |<1 cm |<10 (leve) |Remota |- |12/01/2026, 14h07 |~20 minutos |Multicélula |~17 |S |Vários povoados do leste e centro-leste municipal (inclui povoado do São João, Fazenda Madureira e Fazenda Santana) |Nível 3 |~2,3 |>60 (alta) |Remota |} [[Categoria:Clima e Meteorologia de Piracicaba]] __INDEXAR__ pxbwk8c9wkilsb74na4ux85wnocyjzd 182289 182288 2026-04-30T00:43:39Z ~2026-26238-72 44185 /* Lista de eventos em Piracicaba (desde 2026) */ 182289 wikitext text/x-wiki [[Ficheiro:Hailstorm Piracicaba 2024-10-11.jpg|miniaturadaimagem|Granizo registrado durante um temporal em Piracicaba em 11 de outubro de 2024]] Este artigo lista todas as '''chuvas de granizo documentadas''' '''na Região Climática de Piracicaba''', São Paulo, Brasil, após a Reforma Metodológica de 2026, implementada em 1º de janeiro de 2026. Os registros de granizo contidos aqui incluem aqueles que foram analisados e confirmados pela [[Grupo de estudos "Piracicaba Meteorológica"|Piracicaba Meteorológica]], grupo acadêmico criado em 2023. Para eventos anteriores, consultar a [[Lista de chuvas de granizo em Piracicaba (até 2025)]]. Municípios incluídos (Região Climática de Piracicaba): Araras, Americana, Anhembi, Capivari, Cordeirópolis, Conchas, Elias Fausto, Iracemápolis, Ipeúna, Laranjal Paulista, Limeira, Mombuca, Piracicaba, Rafard, Rio Claro, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Bárbara d'Oeste, Santa Gertrudes, Santa Maria da Serra, São Pedro e Tietê. Após a Reforma Metodológica de 2026, deu-se início à Era Precisa (do Granizo) pela Piracicaba Meteorológica. Embora as estimativas indicassem que o ano ainda permaneceria acima da média histórica de ocorrências anuais (3,6 eventos), o que o caracterizaria como integrante da Era do Granizo (2022-2025), a mudança metodológica, envolvendo maior investimento em confirmação por dados de radar e sondagem, bem como a expansão da área de monitoramento -- de Piracicaba e Saltinho para vários municípios da região --, tornou inviável essa classificação. Esses eventos são mais significativos na região nos meses de outubro e novembro, quando geralmente atingem um diâmetro igual ou superior a 2 cm. Os meses mais propícios para granizo na região incluem, em ordem decrescente, outubro, novembro, janeiro e fevereiro. No verão meteorológico, que engloba dezembro, janeiro e fevereiro, esses fenômenos são bastante frequentes, porém menos documentados e tendem a possuir pedras de gelo de tamanho menor. Em outubro e novembro, a combinação de ondas de calor intensas, típicas da primavera e que geralmente são as mais fortes do ano (especialmente entre o fim de setembro e início de outubro), com a frequência de frentes frias, ainda acentuadas devido à transição entre estações, favorece a ocorrência de chuvas de granizo. A troca frequente entre massas de ar quente e de ar frio em poucas horas também auxilia na ocorrência de instabilidade profunda. Já em janeiro, a persistência de ar quente e úmido durante todo o mês, além de alto índice CAPE (>2500 J/kg), propicia a formação de nuvens cumulonimbus de curta duração, mas com rápido desenvolvimento, produzindo pedras de gelo que podem ser arrastadas em direção ao solo pelas correntes descendentes. '''Classificação de diâmetro:''' OBS: A classificação de diâmetro da Piracicaba Meteorológica é uma classificação interna do diâmetro do granizo, não sendo uma escala de danos e nem de intensidade. * Nível 1: <1 cm * Nível 2: 1-1,9 cm * Nível 3: 2-2,9 cm * Nível 4: 3-4,4 cm * Nível 5: 4,5-7,9 cm * Nível 6: >8 cm '''Processos de confirmação:''' * '''Presencial:''' Experiência própria e o testemunho direto de um voluntário da Piracicaba Meteorológica que estava no local do evento. * '''Terceirizada:''' Há existência de múltiplos relatos independentes e consistentes; um relato detalhado e validado de um caçador de tempestades especializado, com histórico de credibilidade; ou apresentação de vídeos comprovados da queda de granizo, com qualidade de imagem e geolocalização que não deixam margem para dúvidas sobre a veracidade do evento. * '''Remota:''' Inicia-se com a identificação de algum núcleo suspeito de granizo no radar. Posteriormente, modelos de inteligência artificial são alimentados com múltiplos dados de radar, satélite, sondagem e do ambiente para o cálculo da chance de ocorrência na superfície. Para serem adicionados ao banco de dados, os eventos devem possuir porcentagem mínima de 80%. Por fim, é calculado o diâmetro máximo e a densidade da queda. '''Processo de inclusão:''' * '''Inclusão Rápida (menos de 1 hora), válido apenas para confirmações presenciais:''' Este é o tipo de inclusão mais ágil e ocorre quando a evidência do evento de granizo é robusta e imediata, permitindo a validação quase instantânea. A rapidez se justifica pela alta certeza dos dados. Para que um evento se enquadre nesta categoria, deve ser satisfeita pelo menos uma das seguintes condições: 1) A existência de múltiplos relatos independentes e consistentes; 2) A experiência própria e o testemunho direto de um voluntário da Piracicaba Meteorológica que estava no local do evento; 3) Um relato detalhado e validado de um caçador de tempestades especializado, com histórico de credibilidade; ou 4) A apresentação de vídeos comprovados da queda de granizo, com qualidade de imagem e geolocalização que não deixam margem para dúvidas sobre a veracidade do evento. * '''Inclusão Semi-Rápida (1 a 3 horas):''' Este tipo de inclusão exige um período um pouco maior de análise e acontece quando a evidência inicial é singular, mas apresenta boa credibilidade, ou quando a confirmação é exclusivamente remota (dados de radar, satélite e sondagem). O tempo, quando via filmagens e relatos, é dedicado à verificação da fonte e do contexto meteorológico. Para esta inclusão, o critério principal é a apresentação de um único vídeo ou relato que, embora isolado, seja considerado confiável após uma análise preliminar. Já em relação à confirmação remota, o tempo é dedicado à verificação (mínimo de 80% de chance de ocorrência na superfície), cálculos de diâmetro e densidade via modelos alimentados por inteligência artificial e posterior validação humana para evitar exageros. A célula convectiva deve possuir um desenvolvimento mínimo atestado por imagens de satélite ou radar. * '''Inclusão Semi-Cautelosa (1 a 3 dias):''' A inclusão semi-cautelosa é aplicada quando a evidência levantada é inconsistente ou de fonte duvidosa, ou ainda quando se baseia apenas em dados instrumentais, exigindo uma investigação mais aprofundada. O processo não costuma ser tão demorado, pois a equipe da Piracicaba Meteorológica busca a validação de forma eficiente. Os critérios para este tipo de inclusão incluem um vídeo ou relato cuja fonte é desconhecida ou apresenta baixa credibilidade inicial. A inclusão também pode ser desencadeada por uma imagem de radar que mostre uma área de alta refletividade (normalmente acima de 50 dBZ). A equipe evita, contudo, que o processo se estenda por tanto tempo. * '''Inclusão Cautelosa (pode levar anos):''' Esta é a categoria de inclusão mais rara e mais demorada, sendo reservada para eventos de difícil comprovação, geralmente ocorridos no passado distante. A inclusão cautelosa praticamente nunca ocorre para registros atuais, mas é mais comum na análise de dados históricos ou pré-2023, antes da fundação da Piracicaba Meteorológica (2023) e da expansão do stormchasing (2022). O processo pode levar anos. Os critérios englobam a existência de uma nuvem com alta capacidade teórica de produzir granizo, mas sem prova concreta de sua precipitação em superfície. Incluem-se também relatos muito duvidosos ou vagos, e uma falta de evidências suficientes (vídeos, fotos, medições) que possam validar o evento para o registro oficial. == Lista de eventos em Anhembi (desde 2026) == Ao todo, Anhembi registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Anhembi em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |12/01/2026, 14h07 |~20 minutos |Multicélula |~18 |S |Extremo leste municipal (adjacências da SP-147) |Nível 3 |~2,5 |>60 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 16h00 |>10 minutos |Multicélula |~17 |S |Várias áreas do oeste municipal (inclui Estrada SHERP e AHB-020) |Nível 3 |~2,9 |~30 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Capivari (desde 2026) == Ao todo, Capivari registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Capivari em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |18/01/2026, 23h07 |~5 minutos |Supercélula |~17 |E |Jardim Imperial |Nível 3 |~2,6 |>150 (alta) |Remota + Terceirizada |} == Lista de eventos em Conchas (desde 2026) == Ao todo, Conchas registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Conchas em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |02/04/2026, 17h15 |~30 minutos (núcleo) |Supercélula |~16 |ESE |Centro-oeste e centro municipal |Nível 3 |~2 |30-60 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Cordeirópolis (desde 2026) == Ao todo, Cordeirópolis registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Cordeirópolis em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |26/01/2026, 14h45 |~5 minutos |Unicélula |~15 |SSE |Estrada Municipal do Barro Preto |Nível 2 |~1,8 |10-30 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Laranjal Paulista (desde 2026) == Ao todo, Laranjal Paulista registrou 4 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Laranjal Paulista em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |01/01/2026, 16h45 |~10 minutos |Unicélula |~17 |SE |Centro-sul municipal (zona rural) |Nível 1 |<1 |<10 (leve) |Remota |- |03/01/2026, 19h00 |~20 minutos |Multicélula |~15 |NNW |Rio Tietê (23°00'44"S, 47°45'51"W) |Nível 1 |<1 |<10 (leve) |Remota |- |03/01/2026, 19h07 |~5 minutos |Multicélula |~15 |N |setor norte do Sítio Morro Alto |Nível 3 |~2,5 |~60 (alta) |Remota |- |21/02/2026, ~17h05 |~10 minutos |Multicélula |~17 |NW |Zona rural oeste (Rio Tietê) |Nível 2 |~1,8 |>60 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em Limeira (desde 2026) == Ao todo, Limeira registrou 1 chuva de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Limeira em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |26/01/2026, ~15h30 |~5 minutos |Multicélula |~17 |NNE |Jardim Planalto, Parque Campos Elísios, Centro |Nível 2 |1,0 |~30 (moderada) |Terceirizada |} == Lista de eventos em Mombuca (desde 2026) == Ao todo, Mombuca registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Mombuca em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |12/01/2026, 13h30 |~15 minutos |Unicélula |~17 |SSE |MBC-040 (22°56'28"S 47°35'21"W) |Nível 3 |~2,3 |>60 (alta) |Remota |- |18/01/2026, 23h00 |~5 minutos |Supercélula |~17 |E |Área urbana, adjacências da MBC-465 |Nível 3 |~2,0 |>100 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em Piracicaba (desde 2026) == Ao todo, Piracicaba registrou 23 chuvas de granizo desde 2026. Contrária à crença popular de que a precipitação de granizo é rara na região, esse é o fenômeno de tempo severo mais comum em escala municipal. '''Chuvas de granizo''' são eventos meteorológicos bastante comuns em Piracicaba em escala municipal, com uma chance de ocorrência anual de 98,2% desde 2020. A cidade registrou 135 granizadas desde 1995, sendo 55 (40,7%) desde 2022 e 23 desde 2026. Apesar do aumento dos registros desde 2022, a maioria dos eventos atuais se classifica nos Níveis 2 e 3 de diâmetro. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Piracicaba em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |03/01/2026, 19h52 |~10 minutos |Supercélula |~15,5 |N |povoado do Formigueiro, divisa com Saltinho |Nível 3 |~2 |~70 (alta) |Remota |- |07/01/2026, 18h07 |~2 minutos |Unicélula |~14 |NNW |Centro |Nível 1 |~0,7 |~10 (leve) |Remota |- |10/01/2026, 18h52 |~4 minutos |Unicélula |~15 |SSW |Tanquã |Nível 3 |~2,2 |30-50 (moderada) |Remota |- |10/01/2026, 18h52 |~5 minutos |Unicélula |~14 |S |povoados de Figueira e Monjolada |Nível 3 |~2,0 |~20 (moderada) |Remota |- |12/01/2026, 13h22 |<10 minutos |Multicélula |~18 |S |Nova Suíça, Pau d'Alhinho, Pau Queimado |Nível 2 |~1,5 |~50 (moderada) |Terceirizada |- |12/01/2026, 13h45 |>10 minutos |Multicélula |~18 |S |Norte do distrito de Ibitiruna (inclui Tanquã e Laranjeiras) |Nível 3 |~2,2 |>60 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 22h37 |>10 minutos |Unicélula |~15 |S |povoado de Água Bonita |Nível 2 |~1,8 |~50 (moderada) |Remota |- |25/01/2026, 18h50 |~25 minutos (em pulsos) |Unicélula |~16 |NE |povoados de Monjolada e Glebas Primavera |Nível 3 |~2,0 |30-60 (moderada) |Remota |- |28/01/2026, 14h55 |>10 minutos |Unicélula |~16 |E |povoados do Pau Queimado e dos Alpes Suíços; bairro do São Jorge |Nível 2 |~2,1 |~110 ±50 (alta) |Remota |- |30/01/2026, 17h30 |~10 minutos |Supercélula |~18 |NNE |povoados de Ibitiruna e Anhumas |Nível 3 |~2,9 |~72 (alta) |Remota + Terceirizada |- |21/02/2026, 17h05 |~20 minutos |Multicélula + supercélula embebida |~17 |NW |Bosque dos Lenheiros |Nível 2 |~1,5 |100-150 (alta) |Remota |- |21/02/2026, 17h15 |~7 minutos |Multicélula + supercélula embebida |~17 |NW |Santana (1,5 km sudoeste da Fazenda Glória) |Nível 1 |~0,8 |60-100 (alta) |Remota |- |02/04/2026, 13h10 |~5 minutos |Multicélula |~13 |E |Guamium, Capim Fino, Santa Rosa, Uninorte, Agronomia |Nível 2 |~1 |10-60 (moderada) |Presencial |- |02/04/2026, 13h22 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Povoado de São Joaquim |Nível 2 |~1 |10-60 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 14h00 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Campestre |Nível 3 |~2 |~50 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 14h07 |~15 minutos (em pulsos dispersos) |Multicélula |~15 |SE |Artemis, Monjolada, Vale do Sol, Vila Sônia, Santa Teresinha, Uninorte, Santa Rosa, Agronomia |Nível 3 |~2 |10-60 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 14h15 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Campestre, Monte Líbano, Jardim Itapuã |Nível 2 |~1,5 |~30 (moderada) |Presencial |- |02/04/2026, 14h37 |~5 minutos |Multicélula |~15 |E |Artemis, Água Bonita |Nível 3 |~2 |10-60 (moderada) |Remota |- |02/04/2026, 15h00 |<10 minutos |Multicélula |~13 |E |Alpes Suíços, Pau Queimado, Nova Suíça |Nível 2 |~1 |10-60 (moderada) |Remota |- |06/04/2026, 17h45 |~5 minutos |Multicélula |~15 |SE |22°37'30"S, 47°32'17"W (Fazenda Boa Vista) |Nível 3 |~2,3 |~30 (moderada) |Remota |- |06/04/2026, 17h52 |~30 segundos |Unicélula |~13 |SE |Campestre, Jardim Planalto, Novo Horizonte, Vila Cristina |Nível 2 |~1 |<10 (leve) |Presencial |- |18/04/2026, 11h45 |~1 hora (em pulsos) |Supercélula |~17 |NE |Ibitiruna, Tanquã (início em Anhembi) |Nível 5 |~4,8 |~30 (moderado) |Remota |- |28/04/2026 |~10 minutos |Unicélula |~14 |SE |Água das Pedras, Novo Horizonte, Campestre |Nível 1 |<1 cm |~30 (moderado) |Terceirizada |} == Lista de eventos em Rafard (desde 2026) == Ao todo, Rafard registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Rafard em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |12/01/2026, 14h07 |~20 minutos |Multicélula |~17 |S |Entre SP-113 e SP-101, divisa com Tietê |Nível 3 |~2,0 |>60 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 22h52 |>10 minutos |Unicélula |~15 |S |SP-113 |Nível 2 |~1,3 |~50 (moderada) |Remota |} == Lista de eventos em Saltinho (desde 2026) == Ao todo, Saltinho registrou 3 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Saltinho em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |03/01/2026, 19h37 |~10 minutos |Supercélula |~15 |N |Oeste municipal |Nível 3 |~2,5 |~100 (alta) |Remota |- |03/01/2026, 19h52 |~10 minutos |Supercélula |~15,5 |N |povoado do Formigueiro, divisa com Piracicaba |Nível 3 |~2 |~70 (alta) |Remota |- |12/01/2026, 13h45 |~10 minutos |Unicélula |~18 |S |Bairrinho |Nível 3 |~2,8 (corrigido de 3,2) |>200 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em São Pedro (desde 2026) == Ao todo, São Pedro registrou 2 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em São Pedro em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |10/01/2026, 18h22 |~3 minutos |Unicélula |~15 |S |Rodovia Geraldo de Barros (22°34'02"S 47°57'58"W) |Nível 3 |~2,2 |~50 (moderada) |Remota |- |10/01/2026, 18h52 |~4 minutos |Unicélula |~15 |SSW |povoado de Vicentado |Nível 4 |~3,2 |~100 (alta) |Remota |} == Lista de eventos em Tietê (desde 2026) == Ao todo, Tietê registrou 3 chuvas de granizo desde 2026. === 2026 === {| class="wikitable" |+Lista de episódios de granizo em Tietê em 2026 !Data e horário !Duração !Tipo de tempestade !Topo da nuvem (km) !Direção da tempestade (para) !Locais afetados !Nível !Diâmetro máximo (cm) !Densidade (impactos/m²/min) !Origem da Confirmação |- |01/01/2026, 17h05 |~10 minutos |Unicélula |18 |SE |Extremo-sul municipal, divisa com Cerquilho |Nível 2 |~1,3 |10-30 (moderada) |Remota |- |03/01/2026, 19h00 |~20 minutos |Multicélula |~15 |NNW |Rio Tietê (23°00'44"S, 47°45'51"W) |Nível 1 |<1 cm |<10 (leve) |Remota |- |12/01/2026, 14h07 |~20 minutos |Multicélula |~17 |S |Vários povoados do leste e centro-leste municipal (inclui povoado do São João, Fazenda Madureira e Fazenda Santana) |Nível 3 |~2,3 |>60 (alta) |Remota |} [[Categoria:Clima e Meteorologia de Piracicaba]] __INDEXAR__ busvp5r6c1pawjqvtbxrer14bjrlwlt Laboratório de Fisiologia Animal 0 32874 182285 181960 2026-04-29T18:49:36Z Pedro (INCT-Adapta) 44183 182285 wikitext text/x-wiki {{:Laboratório de Fisiologia Animal/Cabeçalho}} As pesquisas do Laboratório de Fisiologia Animal (LAFISA) concentram esforços em estudos de morfologia funcional e fisiologia de vertebrados atuando, principalmente, nos temas Ecotoxicologia Aquática, e Morfologia Funcional e Fisiologia de Sistemas e Integrativa a fim de ampliar o conhecimento das estratégias de funcionamento dos organismos e também fornecer subsídios para auxiliar em conservação e manutenção da diversidade. Além da geração de novos conhecimentos, a formação de recursos humanos também é prioridade ao possibilitar o treinamento em pesquisa e formação de massa crítica de qualidade, ao mesmo tempo que estimula a relação entre pesquisa e ensino. == Integrantes == O grupo de pesquisa é composto por: * André Luis da Cruz * Beatriz Teles Maciel * Cássia Gabriel Simas * Elysa de Deus Souza * Yasmin Costa Aragão == Contato == [[Categoria:Laboratório de Fisiologia Animal| ]] 4u6jg8x840za7wts14ll2zhxpvtxs20 Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico/Atividade/Fernando Sabatini 0 33205 182287 2026-04-29T20:37:54Z Fernando Sabatini 38597 Enviei o link do Wikimedia Commons com o podcast gravado com as devidas informações relacionadas. 182287 wikitext text/x-wiki __NOTOC__ == Nome da atividade == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 6 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho. </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Nome de usuário(a) == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> Fernando Sabatini <!-- Não altere a informação acima desta linha --> == Análise == <!-- Não altere a informação abaixo desta linha --> <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> A partir da tabela de podcasts disponibilizada na aula 6.5, escolha dois programas, nacional ou internacional, e escute 3 episódios de cada (podendo ser trechos ou o episódio completo). Em seguida, publique na sua página de atividades as respostas das questões abaixo. </div> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> * Qual você acha que é o público-alvo do podcast *: Resposta: (1) Scicast: público jovem brasileiro, com formação superior ou não; (2) Nerdologia (entrevistas): público brasileiro adulto, não restrito aos mais jovens, com formação superior ou não. * Como você acha que ele é feito *: Resposta: Scicast: O tema é selecionado, depois são elencados os possíveis convidados (o que também pode influenciar a escolha do tema) e uma pauta é elaborada em conjunto. Há um processo de edição posterior para inserção da trilha sonora, formatação dos quadros, inserção de avisos gravados etc.; Nerdologia: o programa conta com uma estrutura física em um estúdio, por ser gravado em vídeo. A seleção dos assuntos e convidados deve seguir a mesma lógica. A equipe de produção deve ajudar o apresentador a elaborar uma pauta, ainda que ele tenha bastante autonomia na escolha dos convidados e temas. Há claramente uma etapa de estudo, por parte do apresentador, para se familiarizar com o tema. Há uma edição de vídeo posterior, mas focada principalmente nos cortes e na montagem, sem grandes inserções digitais. * Qual é a principal força e a principal fragilidade do programa *: Resposta: Scicast: com uma duração acima de 1 hora e a presença de especialistas junto a uma equipe experiente em divulgação científica, o programa oferece uma abordagem acessível e relativamente aprofundada para um público leigo. Uma fragilidade é a ausência de recursos visuais para tratar de assuntos menos intuitivos. Nerdologia: a dinâmica da entrevista parece abrir espaço para um debate pouco feito sobre a rotina e do pesquisador e a relação entre sua trajetória pessoal e seu trabalho acadêmico. Contudo, a duração do programa (60-90 minutos) parece limitar a profundidade dos temas, já que são vários no mesmo programa. <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Preparação == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Feita sua análise, agora é hora de produzir o seu próprio episódio de podcast científico. Ele deverá ter entre 10 e 40 minutos e ser publicado no [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 Wikimedia Commons] no formato wav. Como o episódio será publicado em licença livre, não se esqueça de pedir aos convidados que assinem e lhe enviem um termo de cessão de direitos, tal qual o [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência/Termo|deste modelo]]. Antes de elaborar o roteiro é necessário definir alguns pontos do seu podcast. Responda às questões abaixo. </div> * Qual será o assunto? *: Resposta: Psicolinguística: pesquisa na área e a rotina do pesquisador * Qual será o formato (narrativo, entrevista, debate, roda de conversa)? *: Resposta: Entrevista * Quem serão os apresentadores e os convidados? *: Resposta: Eu serei o apresentador e a convidada será a Me. Maria Eugênia A. Gonçalves. * Qual é o público-alvo? *: Resposta: Estudantes e interessados no assunto * Qual é a identidade sonora do podcast? *: Resposta: uma trilha sonora agradável e instrumental == Produção == <div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;"> Com a preparação realizada, você já pode partir para o roteiro. Aqui, disponibilizamos uma estrutura básica de um podcast de entrevista: # Vinheta de abertura # Apresentador cumprimenta o ouvinte # Apresentador comenta o tema do episódio # Apresentador introduz os convidados # Apresentador faz perguntas para os convidados # Convidados falam livremente # Encerramento # Vinheta de encerramento Anotar as perguntas para os convidados antes da gravação facilitará este processo. Durante a conversa, podem surgir outras questões, mas ter organizado os principais pontos a serem discutidos ajuda a direcionar a entrevista. Grave o conteúdo com equipamentos pessoais, tais como computador, celular e fone de ouvido. A qualidade de som é a base do podcast, por isso opte por ambientes silenciosos e, se necessário, regrave as perguntas depois da entrevista já feita. Caso realize a gravação por videochamada, o software livre [https://pt.wikipedia.org/wiki/Open_Broadcaster_Software/ OBS] pode te ajudar na gravação da tela. Na edição, procure remover ruídos, pausas longas e sons de hesitação. Intercalar vozes e adicionar efeitos sonoros são recursos que ajudam a dinamizar o episódio. Para efeitos sonoros, certifique-se de usar arquivos de bibliotecas de som livres. Algumas sugestões são: [https://commons.wikimedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal/ Wikimedia Commons], YouTube Library, [https://sound-effects.bbcrewind.co.uk/ BBC Sound Effects], [https://freesound.org/ Freesound], Facebook Sound Collection e [https://freesfx.co.uk/ freeSFX]. Para editar, recomendamos o software livre Audacity e o Reaper. Depois de editado, o seu podcast está pronto para ser publicado na Wikimedia Commons, na categoria ''[[c:Category:Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6|Podcasts do curso Introdução ao Jornalismo Científico, módulo 6]]''. <center> [https://commons.wikimedia.org/w/index.php?title=Special:UploadWizard&descriptionlang=pt&categories=Podcasts_do_curso_Introdu%C3%A7%C3%A3o_ao_Jornalismo_Cient%C3%ADfico,_m%C3%B3dulo_6 '''Clique aqui para carregar o arquivo da entrevista na categoria correta.'''] </center> </div> <!-- Não altere a informação acima desta linha --> <!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha --> Deixe aqui o link para o podcast carregado no Wikimedia Commons: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Psicolingu%C3%ADstica_no_laborat%C3%B3rio_-_Entrevista_com_Me._Maria_Eugenia_Arantes_Gon%C3%A7alves.wav <!-- Escreva sua resposta acima desta linha--> == Próximos passos == Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para verificar todas as atividades concluídas do curso. <div style="float:left; width:0em"> <inputbox> type=create id=cf-create-open preload=Predefinição:IJC/Verificação de atividades - invoke hidden=yes default={{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}||-1}} buttonlabel=Verificar atividades prefix = {{#titleparts:{{FULLPAGENAME}}|1}}/Verificação de atividades/ </inputbox> </div> [[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 6]] 9z3r56jze58j2b0jgxgchqtk48fu51l