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C sharp
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Too Classy for This World
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= Programação C Sharp =
[[Ficheiro:C Sharp Logo 2023.svg|miniaturadaimagem|Logo]]
== '''''Introdução''''' ==
Em Junho de 2000 a Microsoft anunciou a Plataforma .NET e uma nova linguagem de programação chamada C# (se lê “C Sharp”). C# é uma linguagem fortemente tipada e orientada a objetos projetada para oferecer a melhor combinação de simplicidade, expressividade e performance.
A linguagem C# aproveita conceitos de muitas outras linguagens, mas especialmente de C++ e Java. Ela foi criada por Anders Hejlsberg (que já era famoso por ter criado o TurboPascal e o Delphi para a Borland) e Scott Wiltamuth.
A Plataforma .NET é centrada ao redor de uma Common Language Runtime (CLR, conceito similar ao da Java Virtual Machine, JVM) e um conjunto de bibliotecas que pode ser empregado em uma grande variedade de linguagens, as quais podem trabalhar juntas, já que todas são compiladas para uma mesma linguagem intermediária, a Microsoft Internediate Language (MSIL). Assim, é possível desenvolver aplicativos mesclando C# e Visual Basic ou qualquer outra linguagem suportada.
A sintaxe utilizada pelo C# é relativamente fácil, o que diminui o tempo de aprendizado. Todos os programas desenvolvidos devem ser compilados, gerando um arquivo com a extensão DLL ou EXE. Isso torna a execução dos programas mais rápida se comparados com as linguagens de script (VBScript , JavaScript) que atualmente utilizamos na internet.
Poderíamos citar entre algumas das principais características do C#:
* Orientada a Objetos
* Não há variáveis ou funções globais. Todos os métodos e atributos devem ser declarados dentro de classes. Atributos e métodos estáticos de classes públicas podem servir como substitutos para variáveis e métodos globais.
* Apontadores • Em C#, apontadores só podem ser usados dentro de blocos especificamente marcados como inseguros. Programas com código inseguro precisam das permissões apropriadas para serem executados.
* Memória Gerenciada • Em C# a memória não precisa ser explicitamente liberada. Ao invés disso ela é automaticamente gerenciada por meio do Garbage Collector (coletor de lixo), que constantemente percore a memória alocada para verificar se ela ainda é necessária, eliminando assim o risco de vazamentos de memória.
* Tipagem Forte
* C# é mais fortemente tipada do que C++: as única conversões implícitas por default são aquelas que são consideradas seguras, como por exemplo o armazenamento de um inteiro em um tipo de dados maior ou a conversão de um tipo derivado para um tipo base. Não há conversão implícita entre booleanos e inteiros.
== O Ambiente de Desenvolvimento ==
O ambiente de desenvolvimento do C#, Microsoft Visual Studio, implementa o conceito de RAD (Rapid Application Development), oferecendo ferramentas para a construção rápida de aplicativos, ao mesmo tempo que oferece um excelente designer de telas e debugger integrado.
Entre os diversos recursos do ambiente podemos destacar:
* O Editor de Código (Code Editor), usado para manipular o código fonte;
* O Compilador C# (C# Compiler), utilizado para converter o código fonte em um programa executável;
* O Depurador do Visual Studio (Visual Studio Debugger), usado para testar seus programas;
* A Caixa de Ferramentas (Toolbox) e o Editor de Formulários (Windows Forms Designer), para a rápida criação de interfaces com o usuário usando o mouse;
* O Explorador de Soluções (Solution Explorer), útil para o gerenciamento de arquivos de projeto e configurações;
* O Editor de Projetos (Project Designer), usado para configurar o compilador, caminhos de instalação e demais recursos;
* O Visualizador de Classes (Class View), usado para navegar através das classes definidas no seu código fonte;
* A Janela de Propriedades (Properties Window), utilizada para definir as propriedades e eventos nos controles da sua interface com o usuário;
* O Navegador de Objetos (Object Browser), que pode ser usado para ver os métodos e classes disponíveis em bibliotecas externas (arquivos DLL, por exemplo), inclusive os objetos do Framework .NET;
* O Explorador de Documentos (Document Explorer), que navega através da documentação do produto em seu computador local ou na Internet.
[[Categoria:Computação e Informática]]
[[Categoria:Programação]]
eicn6ea57h8qkcwcqa7fnix8g2s5ivp
Wikiversidade:Outreach Dashboard/CEPID NeuroMat/Introdução ao Jornalismo Científico
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Ana Clara D. Moraes
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Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
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text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
| support_staff =
| subject =
| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
| end_date = 2028-12-31 02:00:00 UTC
| institution = CEPID NeuroMat
| expected_students = 0
| assignment_page = Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico
| campaigns = Grupo de Usuários Wiki Movimento Brasil, NeuroMat, Brazil Wikimedia Education Program, Education courses 2019-20
| outreachdashboard.wmflabs.org = yes
}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
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{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
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{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
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{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
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{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
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{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
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{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
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{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
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{{Linha da tabela do participante|Giovxnnaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Pamlemoraes||}}
{{Linha da tabela do participante|Bettyalagwu||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Rodriguez Sosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauracrlessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Lulencioni||}}
{{Linha da tabela do participante|Rangelwinch||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Mafra||}}
{{Linha da tabela do participante|Gimeteorologia||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragomesbio||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolBranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniloqueirozpb||}}
{{Linha da tabela do participante|Franfrancos||}}
{{Linha da tabela do participante|Heloisapcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sabrina Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Luize Elena Oliveira Teixeira||}}
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{{Linha da tabela do participante|ArieleLima||}}
{{Linha da tabela do participante|BiancaBMF||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboracamacholuz||}}
{{Linha da tabela do participante|Gbrl.moliveira||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabriela.Belloto||}}
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{{Linha da tabela do participante|Lais CF|[[:w:pt:Tecnologia medieval]], [[Naomi oreskes]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Rebeca Rayssa da S. Honorio||}}
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{{Linha da tabela do participante|Yasmim Garcia Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Pâmela Mariana Queiroz Santana||}}
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{{Linha da tabela do participante|Dimitriadefariacoutinho||}}
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{{Linha da tabela do participante|Julia dilarri||[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]]}}
{{Linha da tabela do participante|Luanapsilva||}}
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{{Linha da tabela do participante|Vgamero||}}
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{{Linha da tabela do participante|Kenia Naara Parra||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jessica14.levy||}}
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{{Linha da tabela do participante|Daniel Piuma Dode||}}
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{{Linha da tabela do participante|Marianasmagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Mário Miguel Fernando Ali||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucaslandy||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovanna Furioto da Fonseca||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Pelistrato||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda biologia|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Amanda Biologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Daiane.b.s||}}
{{Linha da tabela do participante|Bialemoss||}}
{{Linha da tabela do participante|Alriol||}}
{{Linha da tabela do participante|Jean Maicon Rickes Medeiros||}}
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Morisson Adriano Almeida Lima
44269
Updating course from outreachdashboard.wmflabs.org
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wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
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| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
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}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
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{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
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{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
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{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
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{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
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{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
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{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
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{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
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{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
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{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
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{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
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{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
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{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
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{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
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{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
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{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
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{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
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{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
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{{Linha da tabela do participante|Lana R Almeida||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelaor||}}
{{Linha da tabela do participante|Babipaula||}}
{{Linha da tabela do participante|GustavoTorresC||}}
{{Linha da tabela do participante|Bteixeira96||}}
{{Linha da tabela do participante|Nathaliabrlo||}}
{{Linha da tabela do participante|Brunohbr||}}
{{Linha da tabela do participante|Antonio Angelo Menezes Barreto||}}
{{Linha da tabela do participante|BeaBraga||}}
{{Linha da tabela do participante|Liana Stoll||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirella Camargo do Nascimento||}}
{{Linha da tabela do participante|Amanda Silverio||}}
{{Linha da tabela do participante|Izapoliti||}}
{{Linha da tabela do participante|Henrique de Sousa Mathias||}}
{{Linha da tabela do participante|19FernandaRenata98||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Anunciato||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Tozzini||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaue Pedro Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Giovannavial||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel Leonardo Ferreira Elias||}}
{{Linha da tabela do participante|Rquelts||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Durlin||}}
{{Linha da tabela do participante|Bito Augusto||}}
{{Linha da tabela do participante|Larissa Dezen||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Daniela de Araújo Vianna||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela.ggouvea||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Clara Martins Cavalcanti||}}
{{Linha da tabela do participante|Davidrmo||}}
{{Linha da tabela do participante|Ronaldo Fontana de Jesus||}}
{{Linha da tabela do participante|Flavia Delgado||}}
{{Linha da tabela do participante|Elisatobias1||}}
{{Linha da tabela do participante|Brenda Teixeira 96||}}
{{Linha da tabela do participante|Comunicadora Letrada||}}
{{Linha da tabela do participante|ProfessoraDelgado||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Carolina Torres Vianna||}}
{{Linha da tabela do participante|Jorjacruz||}}
{{Linha da tabela do participante|Ericopagotto||}}
{{Linha da tabela do participante|Ninahera||}}
{{Linha da tabela do participante|CientistaND11||}}
{{Linha da tabela do participante|Liege9||}}
{{Linha da tabela do participante|Luilima||}}
{{Linha da tabela do participante|MAUrício Pascuet||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucato.cassio||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilacason||}}
{{Linha da tabela do participante|Clara Camara||}}
{{Linha da tabela do participante|Leticiakurihara||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniel dos Santos Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Elliton||}}
{{Linha da tabela do participante|Gal Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|AndreBtu||}}
{{Linha da tabela do participante|Bichioli||}}
{{Linha da tabela do participante|Lucas.cervera||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Orilhana||}}
{{Linha da tabela do participante|Neuza10||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio7César||}}
{{Linha da tabela do participante|Madsmaia||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarciabr||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilapraita||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolina F. Castro||}}
{{Linha da tabela do participante|Lobato.Bernardo||}}
{{Linha da tabela do participante|Filipe Nascimento Gomes||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Letícia Guinle||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabi GGouvêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Laura Ramires Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaBFSousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Katiucia Martins da Silva de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardo Scarpinelli de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|VictorBessa||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Gonçalves Artuzo||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolVianna9954||}}
{{Linha da tabela do participante|Jorjacruzp||}}
{{Linha da tabela do participante|Ninarahe||}}
{{Linha da tabela do participante|NDH 211||}}
{{Linha da tabela do participante|Gal Rbr||}}
{{Linha da tabela do participante|Lorena Baldini||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabellyz||}}
{{Linha da tabela do participante|Emily Oliveira Trindade||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Ramos Ribeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|FernandoBustamante1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Luciane Morales Xavier||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana3beatriz22||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel noriyuki de andrade||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniela.damaceno||}}
{{Linha da tabela do participante|Paula De Donato||}}
{{Linha da tabela do participante|Rochelemoura||}}
{{Linha da tabela do participante|Maripolo86||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernanda Mourah||}}
{{Linha da tabela do participante|Dânia Brajato||}}
{{Linha da tabela do participante|Lorranyamazonas||}}
{{Linha da tabela do participante|LucasVLS||}}
{{Linha da tabela do participante|Caiosalgueiro||}}
{{Linha da tabela do participante|IRION MARTINS SILVA||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Barcellos||}}
{{Linha da tabela do participante|Raissanunesc||}}
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{{Linha da tabela do participante|Vitor Costantino||}}
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{{Fim da tabela de participantes}}
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JuliaMSNeves
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wikitext
text/x-wiki
{{Detalhes de programa
| course_name = Introdução ao Jornalismo Científico
| instructor_username = Joalpe
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| start_date = 2018-03-19 03:00:00 UTC
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}}
O curso "Introdução ao Jornalismo Científico" é uma iniciativa da equipe de difusão do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (o CEPID NeuroMat), com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (a FAPESP), da Universidade de São Paulo (a USP) e da Wikimedia Brasil. O objetivo do curso é oferecer uma formação básica para profissionais e estudantes de comunicação, além dos demais interessados no campo do jornalismo científico.
O conteúdo do curso abarca a formação obrigatória do edital do "Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico" (chamado ainda de "Mídia Ciência"), da própria FAPESP. Note, contudo, que para o reconhecimento da realização deste curso pelos professores responsáveis, são obrigatórias a inscrição e a realização das atividades propostas.
Para a realização do curso, foi desenvolvido um conjunto de módulos ditos de "Curso Online Aberto e Massivo" (mais conhecidos pela sigla "MOOC") nesta plataforma livre que é a Wikiversidade. Tal escolha garante a colaboração ativa de pessoas interessadas no conteúdo. Assim, para que se tenha proveito pleno do curso, é importante estar autenticado na Wikiversidade, o que permitirá que suas tarefas e dúvidas sejam devidamente registradas sob um mesmo usuário.
{{Tabela de participantes}}
{{Linha da tabela do participante|Ixocactus||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaismay||}}
{{Linha da tabela do participante|Hedestad||}}
{{Linha da tabela do participante|Ricardosdag||}}
{{Linha da tabela do participante|Parzeus||}}
{{Linha da tabela do participante|Miréia NeuroMat||}}
{{Linha da tabela do participante|CamillaTsuji||}}
{{Linha da tabela do participante|Nicole Dittrich Hosni||}}
{{Linha da tabela do participante|Alebasi24||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaCristinaADS||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolinagoetten||}}
{{Linha da tabela do participante|EditorWiki1917||}}
{{Linha da tabela do participante|Niqlima||}}
{{Linha da tabela do participante|Cazanijr||}}
{{Linha da tabela do participante|Daniele Seridório||}}
{{Linha da tabela do participante|Túllio F||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Milani||}}
{{Linha da tabela do participante|Marvelnessa||}}
{{Linha da tabela do participante|AnaLuizaFur||}}
{{Linha da tabela do participante|Editor ArmandoSP||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Di Beo||}}
{{Linha da tabela do participante|ErikaGuetti||}}
{{Linha da tabela do participante|Gustavo Kenzo||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbara Moraes99||}}
{{Linha da tabela do participante|Dougnate||}}
{{Linha da tabela do participante|N.tenca||}}
{{Linha da tabela do participante|Enxama||}}
{{Linha da tabela do participante|Bifasano||}}
{{Linha da tabela do participante|Lua Airoldi||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsenpcosta||}}
{{Linha da tabela do participante|Danielva963||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldemir Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Volletfilho|[[Ciência, Religião e a Arte]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Jvpeixe||}}
{{Linha da tabela do participante|Anacarolcoelho||}}
{{Linha da tabela do participante|Stella PM Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Giane Corrêa Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tainan pauli||}}
{{Linha da tabela do participante|Aldebara2021||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcio Granez||}}
{{Linha da tabela do participante|Monique Polera||}}
{{Linha da tabela do participante|Camillebroppcardoso82||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolina||}}
{{Linha da tabela do participante|Sallescarolinato||}}
{{Linha da tabela do participante|Mercúrio-RSN||}}
{{Linha da tabela do participante|Joao Ider||}}
{{Linha da tabela do participante|Mari.moti||}}
{{Linha da tabela do participante|Sayonaraea||}}
{{Linha da tabela do participante|Hemilly Luanna||}}
{{Linha da tabela do participante|Anderson Tertuliano Ferreira||}}
{{Linha da tabela do participante|Wilma Barrionuevo||}}
{{Linha da tabela do participante|Tata Nzito||}}
{{Linha da tabela do participante|Chantalmedaets||}}
{{Linha da tabela do participante|WilmaBarrion||}}
{{Linha da tabela do participante|Poleramonique||}}
{{Linha da tabela do participante|Jiums22||}}
{{Linha da tabela do participante|Anefrosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilararezende1||}}
{{Linha da tabela do participante|Beatriz Cristina Sabino Garcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezerfsjunior||}}
{{Linha da tabela do participante|Ivanice A M||}}
{{Linha da tabela do participante|Alabora42||}}
{{Linha da tabela do participante|MaximGoncharov86||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Tebet||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Eduardo Carneiro de Oliveira||}}
{{Linha da tabela do participante|Tayaneabib||}}
{{Linha da tabela do participante|Samara.rodriguesalves 1||}}
{{Linha da tabela do participante|Paulo Sérgio Pires||}}
{{Linha da tabela do participante|Barbaramaiap||}}
{{Linha da tabela do participante|Agatha.Nagli||}}
{{Linha da tabela do participante|Cauasider||}}
{{Linha da tabela do participante|Lecysartori||}}
{{Linha da tabela do participante|Otávio Uzumaki||}}
{{Linha da tabela do participante|Dindara Silva Galvão||}}
{{Linha da tabela do participante|Virginiacoda||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela de Oliveira Paskevicius||}}
{{Linha da tabela do participante|Eliezer Francisco de Santana Junior||}}
{{Linha da tabela do participante|GPask17||}}
{{Linha da tabela do participante|Giancarlo.souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Claricepc||}}
{{Linha da tabela do participante|Ísis Maéve Sobrinho||}}
{{Linha da tabela do participante|Cloudywoodstock||}}
{{Linha da tabela do participante|Danúbia Esprega Gonçalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Leocamararibeiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matippi||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Ambrósio Caiomb||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciuscoimbraalves||}}
{{Linha da tabela do participante|Mapaaustral||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Ananias||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme A Hansen||}}
{{Linha da tabela do participante|Alybnp||}}
{{Linha da tabela do participante|Karys Reis||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaciane Mendes de Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Leonardo Câmara||}}
{{Linha da tabela do participante|Vfigueira||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Fernandes Carrijo||}}
{{Linha da tabela do participante|Arrasta o X||}}
{{Linha da tabela do participante|Leo.omagalhaes||}}
{{Linha da tabela do participante|Júlia Blank||}}
{{Linha da tabela do participante|Edupaschoal||}}
{{Linha da tabela do participante|EvelineAraujo||}}
{{Linha da tabela do participante|Melina Silva de Lima||}}
{{Linha da tabela do participante|Jake456545||}}
{{Linha da tabela do participante|Edson Nova||}}
{{Linha da tabela do participante|Rogério Bordini||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabrielcondoto||}}
{{Linha da tabela do participante|Eveelynsilva||}}
{{Linha da tabela do participante|Rlazani||}}
{{Linha da tabela do participante|Cynito||}}
{{Linha da tabela do participante|AJurno (WMB)||}}
{{Linha da tabela do participante|Bverzili||}}
{{Linha da tabela do participante|Ksogabe||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisiane Muller||}}
{{Linha da tabela do participante|KaioLimajr||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaritanpaiva||}}
{{Linha da tabela do participante|FSaldanha||}}
{{Linha da tabela do participante|Agnessa Kling Nóbrega||}}
{{Linha da tabela do participante|Adrian Diegues||}}
{{Linha da tabela do participante|SashaCruzAlvesPereira||}}
{{Linha da tabela do participante|Bela Cascão||}}
{{Linha da tabela do participante|Adriana de Farias||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaFarias09||}}
{{Linha da tabela do participante|Esteralkimim||}}
{{Linha da tabela do participante|Aarrigo||}}
{{Linha da tabela do participante|Guicelest||}}
{{Linha da tabela do participante|Anaclara11||}}
{{Linha da tabela do participante|Camila Cinque||}}
{{Linha da tabela do participante|Fideliscelso||}}
{{Linha da tabela do participante|Clarissa Viana||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando da Cruz Souza||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Andrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabiandrietta||}}
{{Linha da tabela do participante|Thluccaas||}}
{{Linha da tabela do participante|Manuella Reale||}}
{{Linha da tabela do participante|Janize Colaço||}}
{{Linha da tabela do participante|Kelly De Conti Rodrigues||}}
{{Linha da tabela do participante|PetermoonBR||}}
{{Linha da tabela do participante|Ismaelunicamp||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoriacbrl||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariacarolinahr||[[:w:pt:Hydrodamalis gigas]], [[:w:pt:Pasquale Cipro Neto]]}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila cassia||}}
{{Linha da tabela do participante|Rmitsuo||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia10br||}}
{{Linha da tabela do participante|Aline Menoncello||}}
{{Linha da tabela do participante|Celer01||}}
{{Linha da tabela do participante|Guilherme1754||}}
{{Linha da tabela do participante|Jubdevito|[[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência/Atividade/Jubdevito]], [[:w:pt:Academia das Ciências de Berlim]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Milena Monteiro Antunes||}}
{{Linha da tabela do participante|Carolfrandsen||}}
{{Linha da tabela do participante|Sgcalazans||}}
{{Linha da tabela do participante|Tahnee Valzachi Sugano||}}
{{Linha da tabela do participante|Fernando Sabatini||}}
{{Linha da tabela do participante|Tacia.Rocha||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduarda Veiga Carvalho||}}
{{Linha da tabela do participante|Carnachion||}}
{{Linha da tabela do participante|Luca.bio1987||}}
{{Linha da tabela do participante|Kris Herik de Oliveira||}}
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{{Linha da tabela do participante|Maycon Jordan Costa da Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Lauren.ssteffen||}}
{{Linha da tabela do participante|João Damasio da Silva Neto||}}
{{Linha da tabela do participante|MEugêniaArantes||}}
{{Linha da tabela do participante|Luís Enrique Cazani Júnior||}}
{{Linha da tabela do participante|Victor.o.moura|[[Http://hepic.if.usp.br/?q=pt-br/blog/116/victor-oliveira/físicos-por-um-dia-hepic-realiza-masterclasses-2024-para-alunos-do-ensino]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Sardinha.Lara||}}
{{Linha da tabela do participante|Kaio Alevi||}}
{{Linha da tabela do participante|Letícia Sarturi||}}
{{Linha da tabela do participante|Ferik80||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineFerreiraa||}}
{{Linha da tabela do participante|Luis Forte Rasmussem||}}
{{Linha da tabela do participante|Lais Caroline Souza e Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Bruna Jeronimo||}}
{{Linha da tabela do participante|Jessica0997||}}
{{Linha da tabela do participante|Patriciaseri||}}
{{Linha da tabela do participante|Pantunes83||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcelo Lapola||}}
{{Linha da tabela do participante|Julia Rodrigues 2022||}}
{{Linha da tabela do participante|Camargo.fmcfernando||}}
{{Linha da tabela do participante|Christiane Matos Batista||}}
{{Linha da tabela do participante|Cadeoluishenrique||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalesfig||}}
{{Linha da tabela do participante|Tatiane Buzanello||}}
{{Linha da tabela do participante|Giudenari||}}
{{Linha da tabela do participante|Byreom||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcela Martins Chiudo||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcia Cominetti||}}
{{Linha da tabela do participante|CarolineSCorrêa||}}
{{Linha da tabela do participante|Cogno Gabriel Nardi||}}
{{Linha da tabela do participante|Rgfeitosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Bedacardim||}}
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{{Linha da tabela do participante|Victor.oliveira.moura|[[Https://ijc.toolforge.org/]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Laura.costacamargo1||}}
{{Linha da tabela do participante|MarianaGuizelini||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz.g.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Viniciusrosa2k||}}
{{Linha da tabela do participante|Maykon Cruz Almeida||}}
{{Linha da tabela do participante|TheoSchwan||}}
{{Linha da tabela do participante|Priscila Araújo Cardoso dos Santos||}}
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{{Linha da tabela do participante|CarolScaliante||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaís Martins de Sousa||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriel B. Barbosa||}}
{{Linha da tabela do participante|Antonio.tav||}}
{{Linha da tabela do participante|Laurausp||}}
{{Linha da tabela do participante|Sueyla.santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana Ramiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Maria Angélica Santos|[[:w:pt:Papiros medicinais egípcios]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Melissa Arruda Vieira||}}
{{Linha da tabela do participante|Rodolfo Fagundes Costa||}}
{{Linha da tabela do participante|Juliana.willers||}}
{{Linha da tabela do participante|Mariana Dolci||}}
{{Linha da tabela do participante|Biancamaria Radialista||}}
{{Linha da tabela do participante|Antônio Laranjeira||}}
{{Linha da tabela do participante|Ababueno||}}
{{Linha da tabela do participante|Miguel Lupetti de Moura||}}
{{Linha da tabela do participante|Igor Zolnerkevic||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheusclins||}}
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{{Linha da tabela do participante|Victor Kubo Machado||}}
{{Linha da tabela do participante|Tflassali||}}
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{{Linha da tabela do participante|Renata Alitto||}}
{{Linha da tabela do participante|Renata Aparecida dos Santos Alitto||}}
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{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida Silva||}}
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{{Linha da tabela do participante|Sofia Helena Lanza||}}
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{{Linha da tabela do participante|Amanda Gurgel Ávila||}}
{{Linha da tabela do participante|Eduardo Toito Garcia||}}
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{{Linha da tabela do participante|Nicole Nikaia||}}
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{{Linha da tabela do participante|Crissouza2||}}
{{Linha da tabela do participante|Gui Adorno||}}
{{Linha da tabela do participante|Coutinhomario||}}
{{Linha da tabela do participante|LaisDavid||}}
{{Linha da tabela do participante|Isabela Batistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Vanessafvgarcia||}}
{{Linha da tabela do participante|Varela101||}}
{{Linha da tabela do participante|Deboragallas||}}
{{Linha da tabela do participante|Melmurgel||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Rocha Nangino||}}
{{Linha da tabela do participante|Victoria Regina Siqueira Manara||}}
{{Linha da tabela do participante|Marcoportugal||}}
{{Linha da tabela do participante|PEDRO HENRIQUE VISENTINI PANTAROTTO||}}
{{Linha da tabela do participante|Girliani||}}
{{Linha da tabela do participante|Luiz Henrique Gonçalves Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Gilvaneide de Sousa Santos|[[:w:pt:História da linguística]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Nayana Alves||}}
{{Linha da tabela do participante|Thaisa Sallum Bacco||}}
{{Linha da tabela do participante|Gavadams||}}
{{Linha da tabela do participante|MLConti||}}
{{Linha da tabela do participante|Caio Lamas||}}
{{Linha da tabela do participante|Eandroduarte||}}
{{Linha da tabela do participante|Tamires S Tavares||}}
{{Linha da tabela do participante|Vinicius.pachecob||}}
{{Linha da tabela do participante|SuelyPorfirio||}}
{{Linha da tabela do participante|PriCardoso||}}
{{Linha da tabela do participante|NAALVES||}}
{{Linha da tabela do participante|Natalia Mello Franco||}}
{{Linha da tabela do participante|Sah.fernandes||}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Almeida 31||}}
{{Linha da tabela do participante|Larabaesteiro||}}
{{Linha da tabela do participante|Matheus Grael||}}
{{Linha da tabela do participante|NayAlves0901||}}
{{Linha da tabela do participante|Lisimuller||}}
{{Linha da tabela do participante|MatheusPANarcizo||}}
{{Linha da tabela do participante|Mirian muginski||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Noele Brito Silva||}}
{{Linha da tabela do participante|Monarakl||}}
{{Linha da tabela do participante|Marco Vinicius Ropelli|[[:w:pt:História da virologia]]|}}
{{Linha da tabela do participante|Gabriela Wick||}}
{{Linha da tabela do participante|Pedro Alípio||}}
{{Linha da tabela do participante|Juan.mattheus||}}
{{Linha da tabela do participante|AdrianaAFranco||}}
{{Linha da tabela do participante|Marimesquitta||}}
{{Linha da tabela do participante|Sasasayuri||}}
{{Linha da tabela do participante|Ajmarrtins||}}
{{Linha da tabela do participante|MartinGabriela||}}
{{Linha da tabela do participante|CalvinCousin||}}
{{Linha da tabela do participante|Roberta Navas Battistella||}}
{{Linha da tabela do participante|Calvincou||}}
{{Linha da tabela do participante|Camilafortesmonte||}}
{{Linha da tabela do participante|Rafaelbragacunha||}}
{{Linha da tabela do participante|Ana Maria Augusti||}}
{{Linha da tabela do participante|BeatrizPiffer||}}
{{Linha da tabela do participante|Thalef Sousa Santos||}}
{{Linha da tabela do participante|Damny Laya||}}
{{Linha da tabela do participante|Vannieaurin||}}
{{Linha da tabela do participante|Renan Silveira Girotto||}}
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Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade
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2026-05-14T17:34:37Z
IRION MARTINS SILVA
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/* FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil */ nova secção
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wikitext
text/x-wiki
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|-
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|style="width:160px;background:#fff;border:2px solid #4BACF3; border-bottom:none;padding:10px;"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 5: Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 6: Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico</span>]]
|}
<div style="border-bottom:2px solid #4BACF3;width:100%;margin-top:-6px"></div>
[[../|Voltar ao curso]]
A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
[[File:Tutorial tarefa final do módulo 5 com áudio.webm|thumb|Vídeo tutorial da tarefa.]]
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': preencha seu nome de usuário na caixa de entrada abaixo, clique em "Registrar atividade" e publique a página. Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, haverá um botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
Realize sua atividade:
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Abaixo você encontrará as contribuições dos colegas.
== Aumento do valor das bolsas de iniciação científica ==
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! Fonte principal
| CNPq – Novos valores de bolsas de iniciação científica
|-
! Usuário
| (atividade de exemplo)
|-
! Data
| 19h29min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Exemplo|Acessar]]
|}
== Bolsas FAPESP no país e no exterior ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP — Bolsas no país
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Fernando Sabatini|Fernando Sabatini]] ([[Utilizador Discussão:Fernando Sabatini|discussão]])
|-
! Data
| 21h34min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Fernando Sabatini|Acessar]]
|}
== Atividade final módulo 5 Luasoumor091 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Luasoumor091|Luasoumor091]] ([[Utilizador Discussão:Luasoumor091|discussão]])
|-
! Data
| 19h33min de 16 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Luasoumor091|Acessar]]
|}
== A FAPESP e o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasileira em 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCaroline Sousa|AnaCaroline Sousa]] ([[Utilizador Discussão:AnaCaroline Sousa|discussão]])
|-
! Data
| 21h46min de 21 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/AnaCaroline Sousa|Acessar]]
|}
== Bolsas de pesquisa da Fapesp foram reajustadas em julho de 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariana Dolci|Mariana Dolci]] ([[Utilizador Discussão:Mariana Dolci|discussão]])
|-
! Data
| 23h27min de 10 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mariana Dolci|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/fundaj/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias-1/fuga-de-cerebros-os-brasileiros-qualificados-que-deixam-o-pais-e-as-estrategias-para-atrai-los-de-volta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thiago Altafini|Thiago Altafini]] ([[Utilizador Discussão:Thiago Altafini|discussão]])
|-
! Data
| 22h15min de 26 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thiago Altafini|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/mcti-define-olival-freire-junior-como-novo-presidente-do-cnpq
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Reajuste das bolsas de pesquisa no Brasil - Ana clara menegueli - Módulo 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/governo-federal-anuncia-reajuste-de-bolsas-do-cnpq-e-da-capes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana clara menegueli|Ana clara menegueli]] ([[Utilizador Discussão:Ana clara menegueli|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 18 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 14h51min de 22 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Direitos trabalhistas e previdenciários no novo PNPG ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://www.cnnbrasil.com.br/politica/capes-aprova-novo-plano-da-pos-graduacao-com-direitos-trabalhistas/ Notícia sobre VII PNPG]
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 14h10min de 13 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Financiamento da ciência no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-reajusta-valores-de-bolsas-no-pais/55465
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 16h53min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Ativ Final Mod 5: Desigualdades de acesso à ciência e seus impactos na divulgação do conhecimento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/07/ciencia-aberta-e-comunicacao-cientifica-avancos-desafios-e-perspectivas-no-brasil?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 19h49min de 17 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 5 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 17h14min de 24 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 14h42min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CAPES concederá 91,2 mil bolsas pelos programas institucionais ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| http://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Heloisapcosta|Heloisapcosta]] ([[Utilizador Discussão:Heloisapcosta|discussão]])
|-
! Data
| 18h28min de 10 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ Heloisapcosta|Acessar]]
|}
== Financiamento dos Sistemas de Pesquisa no Brasil: avanços e desafios recentes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-lamentam-os-cortes-orcamentarios-a-pesquisa-publica-presentes-na-loa-2026/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 16h12min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== CNPq inclui alunos de EAD na concessão de bolsas PIBIC e PIBITI ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|https://abmes.org.br/arquivos/legislacoes/Portaria-cnpq-2634-2026-02-10.pdf
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 19h18min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== SBPC e ABC manifestam preocupação com orçamento da pesquisa pública no Brasil - Ellen Carolina dos Santos Cursino ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/. https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/.]
|- https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 13h18min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Claudineia Novais de Camargo|Claudineia Novais de Camargo]] ([[Utilizador Discussão:Claudineia Novais de Camargo|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 22 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Claudineia Novais de Camargo|Acessar]]
|}
== Equidade na ciência e meios de financiamento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/26/estudo-aponta-que-agencias-de-fomento-a-pesquisa-ainda-enfrentam-desafios-para-promover-equidade-na-ciencia/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 01h47min de 3 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade de Conclusão: Desigualdades de Acesso à Ciência ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/premios/contempladas-na-segunda-edicao-do-premio-mulheres-e-ciencia-atentam-para-os-varios-aspectos-de-ser-uma-mulher-cientista
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 21h02min de 11 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 5 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://fapesp.br/18011/fapesp-cria-plataforma-de-divulgacao-cientifica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 15h12min de 13 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Comemoração celebra o legado e os 75 anos do CNPq em Brasília ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/03/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional
https://news.confap.org.br/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 13h45min de 25 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Inclusão dos Pós-graduandos no sistema previdenciário ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.anpg.org.br/2026/03/conquista-historica-camara-aprova-pl-da-previdencia-para-os-pos-graduandos/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 01h34min de 28 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros - A saída de profissionais capacitados do Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.abc.org.br/2025/09/01/fuga-de-cerebros-o-que-o-brasil-faz-para-evitar-saida-de-cientistas/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 16h22min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h27min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.ctb.org.br/2025/12/11/cnpq-lancara-bolsa-de-r-13-mil-para-fixar-pesquisadores-no-brasil-anuncia-novo-presidente/?utm_
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h28min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CNPq e as assimetrias nas bolsas de produtividade ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/bolsa-de-produtividade-resultado-final?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| Mayllon.lyggon
|-
! Data
| 31/03/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mayllon.lyggon|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Agência FAPESP
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP - atuação pró-pesquisa
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
== Eixos estratégicos de pesquisa FAPESP 2026-2028 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-define-sete-eixos-estrategicos-de-pesquisa-para-o-periodo-2026-2028/57582#
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]])
|-
! Data
| 20h46min de 26 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Gustavo Alves Machado|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/03/19/camara-aprova-projeto-que-preve-aposentadoria-para-pesquisadores-entenda.htm)
|-
! Usuário
| Amanda biologia
|-
! Data
| 09/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Flexibilização da dedicação exclusiva reforça compromisso com a precariedade das condições trabalhistas de bolsistas ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Melmurgel|Melmurgel]] ([[Utilizador Discussão:Melmurgel|discussão]])
|-
! Data
| 16h47min de 13 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/melmurgel|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h34min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
sy1jac05g2vxrcelfvlhfas8riohlak
182566
182563
2026-05-14T17:38:23Z
IRION MARTINS SILVA
44140
/* FAPESP além de São Paulo: colaboração científica e desigualdade regional no Brasil */ nova secção
182566
wikitext
text/x-wiki
{|style="position:relative;z-index:4BACF3;margin-top:0;line-height:1em;color:#BBDAEE;;border-spacing:5px;width:100%;text-align:center;font-weight:bold;font-size:1.1em"
|-
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 1: Metodologia e Filosofia da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 2: História da Ciência e da Tecnologia</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 3: Ética da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 4: Temas Centrais da Ciência Contemporânea</span>]]
|style="width:160px;background:#fff;border:2px solid #4BACF3; border-bottom:none;padding:10px;"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 5: Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 6: Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico</span>]]
|}
<div style="border-bottom:2px solid #4BACF3;width:100%;margin-top:-6px"></div>
[[../|Voltar ao curso]]
A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
[[File:Tutorial tarefa final do módulo 5 com áudio.webm|thumb|Vídeo tutorial da tarefa.]]
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': preencha seu nome de usuário na caixa de entrada abaixo, clique em "Registrar atividade" e publique a página. Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, haverá um botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
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</inputbox>
Abaixo você encontrará as contribuições dos colegas.
== Aumento do valor das bolsas de iniciação científica ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| CNPq – Novos valores de bolsas de iniciação científica
|-
! Usuário
| (atividade de exemplo)
|-
! Data
| 19h29min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Exemplo|Acessar]]
|}
== Bolsas FAPESP no país e no exterior ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP — Bolsas no país
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Fernando Sabatini|Fernando Sabatini]] ([[Utilizador Discussão:Fernando Sabatini|discussão]])
|-
! Data
| 21h34min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Fernando Sabatini|Acessar]]
|}
== Atividade final módulo 5 Luasoumor091 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Luasoumor091|Luasoumor091]] ([[Utilizador Discussão:Luasoumor091|discussão]])
|-
! Data
| 19h33min de 16 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Luasoumor091|Acessar]]
|}
== A FAPESP e o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasileira em 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCaroline Sousa|AnaCaroline Sousa]] ([[Utilizador Discussão:AnaCaroline Sousa|discussão]])
|-
! Data
| 21h46min de 21 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/AnaCaroline Sousa|Acessar]]
|}
== Bolsas de pesquisa da Fapesp foram reajustadas em julho de 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariana Dolci|Mariana Dolci]] ([[Utilizador Discussão:Mariana Dolci|discussão]])
|-
! Data
| 23h27min de 10 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mariana Dolci|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/fundaj/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias-1/fuga-de-cerebros-os-brasileiros-qualificados-que-deixam-o-pais-e-as-estrategias-para-atrai-los-de-volta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thiago Altafini|Thiago Altafini]] ([[Utilizador Discussão:Thiago Altafini|discussão]])
|-
! Data
| 22h15min de 26 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thiago Altafini|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/mcti-define-olival-freire-junior-como-novo-presidente-do-cnpq
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Reajuste das bolsas de pesquisa no Brasil - Ana clara menegueli - Módulo 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/governo-federal-anuncia-reajuste-de-bolsas-do-cnpq-e-da-capes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana clara menegueli|Ana clara menegueli]] ([[Utilizador Discussão:Ana clara menegueli|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 18 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 14h51min de 22 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Direitos trabalhistas e previdenciários no novo PNPG ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://www.cnnbrasil.com.br/politica/capes-aprova-novo-plano-da-pos-graduacao-com-direitos-trabalhistas/ Notícia sobre VII PNPG]
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 14h10min de 13 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Financiamento da ciência no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-reajusta-valores-de-bolsas-no-pais/55465
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 16h53min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Ativ Final Mod 5: Desigualdades de acesso à ciência e seus impactos na divulgação do conhecimento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/07/ciencia-aberta-e-comunicacao-cientifica-avancos-desafios-e-perspectivas-no-brasil?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 19h49min de 17 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 5 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 17h14min de 24 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 14h42min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CAPES concederá 91,2 mil bolsas pelos programas institucionais ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| http://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Heloisapcosta|Heloisapcosta]] ([[Utilizador Discussão:Heloisapcosta|discussão]])
|-
! Data
| 18h28min de 10 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ Heloisapcosta|Acessar]]
|}
== Financiamento dos Sistemas de Pesquisa no Brasil: avanços e desafios recentes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-lamentam-os-cortes-orcamentarios-a-pesquisa-publica-presentes-na-loa-2026/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 16h12min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== CNPq inclui alunos de EAD na concessão de bolsas PIBIC e PIBITI ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|https://abmes.org.br/arquivos/legislacoes/Portaria-cnpq-2634-2026-02-10.pdf
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 19h18min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== SBPC e ABC manifestam preocupação com orçamento da pesquisa pública no Brasil - Ellen Carolina dos Santos Cursino ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/. https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/.]
|- https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 13h18min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Claudineia Novais de Camargo|Claudineia Novais de Camargo]] ([[Utilizador Discussão:Claudineia Novais de Camargo|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 22 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Claudineia Novais de Camargo|Acessar]]
|}
== Equidade na ciência e meios de financiamento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/26/estudo-aponta-que-agencias-de-fomento-a-pesquisa-ainda-enfrentam-desafios-para-promover-equidade-na-ciencia/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 01h47min de 3 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade de Conclusão: Desigualdades de Acesso à Ciência ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/premios/contempladas-na-segunda-edicao-do-premio-mulheres-e-ciencia-atentam-para-os-varios-aspectos-de-ser-uma-mulher-cientista
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 21h02min de 11 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 5 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://fapesp.br/18011/fapesp-cria-plataforma-de-divulgacao-cientifica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 15h12min de 13 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Comemoração celebra o legado e os 75 anos do CNPq em Brasília ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/03/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional
https://news.confap.org.br/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 13h45min de 25 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Inclusão dos Pós-graduandos no sistema previdenciário ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.anpg.org.br/2026/03/conquista-historica-camara-aprova-pl-da-previdencia-para-os-pos-graduandos/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 01h34min de 28 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros - A saída de profissionais capacitados do Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.abc.org.br/2025/09/01/fuga-de-cerebros-o-que-o-brasil-faz-para-evitar-saida-de-cientistas/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 16h22min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h27min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.ctb.org.br/2025/12/11/cnpq-lancara-bolsa-de-r-13-mil-para-fixar-pesquisadores-no-brasil-anuncia-novo-presidente/?utm_
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h28min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CNPq e as assimetrias nas bolsas de produtividade ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/bolsa-de-produtividade-resultado-final?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| Mayllon.lyggon
|-
! Data
| 31/03/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mayllon.lyggon|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Agência FAPESP
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP - atuação pró-pesquisa
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
== Eixos estratégicos de pesquisa FAPESP 2026-2028 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-define-sete-eixos-estrategicos-de-pesquisa-para-o-periodo-2026-2028/57582#
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]])
|-
! Data
| 20h46min de 26 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Gustavo Alves Machado|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/03/19/camara-aprova-projeto-que-preve-aposentadoria-para-pesquisadores-entenda.htm)
|-
! Usuário
| Amanda biologia
|-
! Data
| 09/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Flexibilização da dedicação exclusiva reforça compromisso com a precariedade das condições trabalhistas de bolsistas ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Melmurgel|Melmurgel]] ([[Utilizador Discussão:Melmurgel|discussão]])
|-
! Data
| 16h47min de 13 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/melmurgel|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h34min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica e desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h38min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
hfjiclsokmbyz3fioqziq52gqgiipes
182568
182566
2026-05-14T17:41:43Z
IRION MARTINS SILVA
44140
/* FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil */ nova secção
182568
wikitext
text/x-wiki
{|style="position:relative;z-index:4BACF3;margin-top:0;line-height:1em;color:#BBDAEE;;border-spacing:5px;width:100%;text-align:center;font-weight:bold;font-size:1.1em"
|-
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 1: Metodologia e Filosofia da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 2: História da Ciência e da Tecnologia</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 3: Ética da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 4: Temas Centrais da Ciência Contemporânea</span>]]
|style="width:160px;background:#fff;border:2px solid #4BACF3; border-bottom:none;padding:10px;"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 5: Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 6: Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico</span>]]
|}
<div style="border-bottom:2px solid #4BACF3;width:100%;margin-top:-6px"></div>
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A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
[[File:Tutorial tarefa final do módulo 5 com áudio.webm|thumb|Vídeo tutorial da tarefa.]]
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': preencha seu nome de usuário na caixa de entrada abaixo, clique em "Registrar atividade" e publique a página. Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, haverá um botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
Realize sua atividade:
<inputbox>
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placeholder=Digite o seu nome de usuário(a)
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Abaixo você encontrará as contribuições dos colegas.
== Aumento do valor das bolsas de iniciação científica ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| CNPq – Novos valores de bolsas de iniciação científica
|-
! Usuário
| (atividade de exemplo)
|-
! Data
| 19h29min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Exemplo|Acessar]]
|}
== Bolsas FAPESP no país e no exterior ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP — Bolsas no país
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Fernando Sabatini|Fernando Sabatini]] ([[Utilizador Discussão:Fernando Sabatini|discussão]])
|-
! Data
| 21h34min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Fernando Sabatini|Acessar]]
|}
== Atividade final módulo 5 Luasoumor091 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Luasoumor091|Luasoumor091]] ([[Utilizador Discussão:Luasoumor091|discussão]])
|-
! Data
| 19h33min de 16 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Luasoumor091|Acessar]]
|}
== A FAPESP e o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasileira em 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCaroline Sousa|AnaCaroline Sousa]] ([[Utilizador Discussão:AnaCaroline Sousa|discussão]])
|-
! Data
| 21h46min de 21 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/AnaCaroline Sousa|Acessar]]
|}
== Bolsas de pesquisa da Fapesp foram reajustadas em julho de 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariana Dolci|Mariana Dolci]] ([[Utilizador Discussão:Mariana Dolci|discussão]])
|-
! Data
| 23h27min de 10 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mariana Dolci|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/fundaj/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias-1/fuga-de-cerebros-os-brasileiros-qualificados-que-deixam-o-pais-e-as-estrategias-para-atrai-los-de-volta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thiago Altafini|Thiago Altafini]] ([[Utilizador Discussão:Thiago Altafini|discussão]])
|-
! Data
| 22h15min de 26 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thiago Altafini|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/mcti-define-olival-freire-junior-como-novo-presidente-do-cnpq
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Reajuste das bolsas de pesquisa no Brasil - Ana clara menegueli - Módulo 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/governo-federal-anuncia-reajuste-de-bolsas-do-cnpq-e-da-capes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana clara menegueli|Ana clara menegueli]] ([[Utilizador Discussão:Ana clara menegueli|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 18 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 14h51min de 22 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Direitos trabalhistas e previdenciários no novo PNPG ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://www.cnnbrasil.com.br/politica/capes-aprova-novo-plano-da-pos-graduacao-com-direitos-trabalhistas/ Notícia sobre VII PNPG]
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 14h10min de 13 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Financiamento da ciência no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-reajusta-valores-de-bolsas-no-pais/55465
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 16h53min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Ativ Final Mod 5: Desigualdades de acesso à ciência e seus impactos na divulgação do conhecimento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/07/ciencia-aberta-e-comunicacao-cientifica-avancos-desafios-e-perspectivas-no-brasil?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 19h49min de 17 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 5 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 17h14min de 24 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 14h42min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CAPES concederá 91,2 mil bolsas pelos programas institucionais ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| http://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Heloisapcosta|Heloisapcosta]] ([[Utilizador Discussão:Heloisapcosta|discussão]])
|-
! Data
| 18h28min de 10 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ Heloisapcosta|Acessar]]
|}
== Financiamento dos Sistemas de Pesquisa no Brasil: avanços e desafios recentes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-lamentam-os-cortes-orcamentarios-a-pesquisa-publica-presentes-na-loa-2026/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 16h12min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== CNPq inclui alunos de EAD na concessão de bolsas PIBIC e PIBITI ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|https://abmes.org.br/arquivos/legislacoes/Portaria-cnpq-2634-2026-02-10.pdf
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 19h18min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== SBPC e ABC manifestam preocupação com orçamento da pesquisa pública no Brasil - Ellen Carolina dos Santos Cursino ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/. https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/.]
|- https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 13h18min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Claudineia Novais de Camargo|Claudineia Novais de Camargo]] ([[Utilizador Discussão:Claudineia Novais de Camargo|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 22 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Claudineia Novais de Camargo|Acessar]]
|}
== Equidade na ciência e meios de financiamento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/26/estudo-aponta-que-agencias-de-fomento-a-pesquisa-ainda-enfrentam-desafios-para-promover-equidade-na-ciencia/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 01h47min de 3 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade de Conclusão: Desigualdades de Acesso à Ciência ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/premios/contempladas-na-segunda-edicao-do-premio-mulheres-e-ciencia-atentam-para-os-varios-aspectos-de-ser-uma-mulher-cientista
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 21h02min de 11 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 5 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://fapesp.br/18011/fapesp-cria-plataforma-de-divulgacao-cientifica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 15h12min de 13 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Comemoração celebra o legado e os 75 anos do CNPq em Brasília ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/03/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional
https://news.confap.org.br/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 13h45min de 25 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Inclusão dos Pós-graduandos no sistema previdenciário ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.anpg.org.br/2026/03/conquista-historica-camara-aprova-pl-da-previdencia-para-os-pos-graduandos/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 01h34min de 28 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros - A saída de profissionais capacitados do Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.abc.org.br/2025/09/01/fuga-de-cerebros-o-que-o-brasil-faz-para-evitar-saida-de-cientistas/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 16h22min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h27min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.ctb.org.br/2025/12/11/cnpq-lancara-bolsa-de-r-13-mil-para-fixar-pesquisadores-no-brasil-anuncia-novo-presidente/?utm_
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h28min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CNPq e as assimetrias nas bolsas de produtividade ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/bolsa-de-produtividade-resultado-final?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| Mayllon.lyggon
|-
! Data
| 31/03/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mayllon.lyggon|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Agência FAPESP
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP - atuação pró-pesquisa
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
== Eixos estratégicos de pesquisa FAPESP 2026-2028 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-define-sete-eixos-estrategicos-de-pesquisa-para-o-periodo-2026-2028/57582#
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]])
|-
! Data
| 20h46min de 26 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Gustavo Alves Machado|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/03/19/camara-aprova-projeto-que-preve-aposentadoria-para-pesquisadores-entenda.htm)
|-
! Usuário
| Amanda biologia
|-
! Data
| 09/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Flexibilização da dedicação exclusiva reforça compromisso com a precariedade das condições trabalhistas de bolsistas ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Melmurgel|Melmurgel]] ([[Utilizador Discussão:Melmurgel|discussão]])
|-
! Data
| 16h47min de 13 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/melmurgel|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h34min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica e desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h38min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h41min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
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182570
182568
2026-05-14T17:48:19Z
IRION MARTINS SILVA
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182570
wikitext
text/x-wiki
{|style="position:relative;z-index:4BACF3;margin-top:0;line-height:1em;color:#BBDAEE;;border-spacing:5px;width:100%;text-align:center;font-weight:bold;font-size:1.1em"
|-
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 1: Metodologia e Filosofia da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 2: História da Ciência e da Tecnologia</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 3: Ética da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 4: Temas Centrais da Ciência Contemporânea</span>]]
|style="width:160px;background:#fff;border:2px solid #4BACF3; border-bottom:none;padding:10px;"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 5: Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 6: Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico</span>]]
|}
<div style="border-bottom:2px solid #4BACF3;width:100%;margin-top:-6px"></div>
[[../|Voltar ao curso]]
A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
[[File:Tutorial tarefa final do módulo 5 com áudio.webm|thumb|Vídeo tutorial da tarefa.]]
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': preencha seu nome de usuário na caixa de entrada abaixo, clique em "Registrar atividade" e publique a página. Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, haverá um botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
Realize sua atividade:
<inputbox>
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placeholder=Digite o seu nome de usuário(a)
preload=Predefinição:IJC/Atividade5
editintro=Predefinição:IJC/Atividade/Instruções
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Abaixo você encontrará as contribuições dos colegas.
== Aumento do valor das bolsas de iniciação científica ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| CNPq – Novos valores de bolsas de iniciação científica
|-
! Usuário
| (atividade de exemplo)
|-
! Data
| 19h29min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Exemplo|Acessar]]
|}
== Bolsas FAPESP no país e no exterior ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP — Bolsas no país
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Fernando Sabatini|Fernando Sabatini]] ([[Utilizador Discussão:Fernando Sabatini|discussão]])
|-
! Data
| 21h34min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Fernando Sabatini|Acessar]]
|}
== Atividade final módulo 5 Luasoumor091 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Luasoumor091|Luasoumor091]] ([[Utilizador Discussão:Luasoumor091|discussão]])
|-
! Data
| 19h33min de 16 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Luasoumor091|Acessar]]
|}
== A FAPESP e o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasileira em 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCaroline Sousa|AnaCaroline Sousa]] ([[Utilizador Discussão:AnaCaroline Sousa|discussão]])
|-
! Data
| 21h46min de 21 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/AnaCaroline Sousa|Acessar]]
|}
== Bolsas de pesquisa da Fapesp foram reajustadas em julho de 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariana Dolci|Mariana Dolci]] ([[Utilizador Discussão:Mariana Dolci|discussão]])
|-
! Data
| 23h27min de 10 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mariana Dolci|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/fundaj/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias-1/fuga-de-cerebros-os-brasileiros-qualificados-que-deixam-o-pais-e-as-estrategias-para-atrai-los-de-volta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thiago Altafini|Thiago Altafini]] ([[Utilizador Discussão:Thiago Altafini|discussão]])
|-
! Data
| 22h15min de 26 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thiago Altafini|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/mcti-define-olival-freire-junior-como-novo-presidente-do-cnpq
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Reajuste das bolsas de pesquisa no Brasil - Ana clara menegueli - Módulo 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/governo-federal-anuncia-reajuste-de-bolsas-do-cnpq-e-da-capes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana clara menegueli|Ana clara menegueli]] ([[Utilizador Discussão:Ana clara menegueli|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 18 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 14h51min de 22 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Direitos trabalhistas e previdenciários no novo PNPG ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://www.cnnbrasil.com.br/politica/capes-aprova-novo-plano-da-pos-graduacao-com-direitos-trabalhistas/ Notícia sobre VII PNPG]
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 14h10min de 13 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Financiamento da ciência no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-reajusta-valores-de-bolsas-no-pais/55465
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 16h53min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Ativ Final Mod 5: Desigualdades de acesso à ciência e seus impactos na divulgação do conhecimento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/07/ciencia-aberta-e-comunicacao-cientifica-avancos-desafios-e-perspectivas-no-brasil?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 19h49min de 17 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 5 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 17h14min de 24 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 14h42min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CAPES concederá 91,2 mil bolsas pelos programas institucionais ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| http://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Heloisapcosta|Heloisapcosta]] ([[Utilizador Discussão:Heloisapcosta|discussão]])
|-
! Data
| 18h28min de 10 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ Heloisapcosta|Acessar]]
|}
== Financiamento dos Sistemas de Pesquisa no Brasil: avanços e desafios recentes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-lamentam-os-cortes-orcamentarios-a-pesquisa-publica-presentes-na-loa-2026/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 16h12min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== CNPq inclui alunos de EAD na concessão de bolsas PIBIC e PIBITI ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|https://abmes.org.br/arquivos/legislacoes/Portaria-cnpq-2634-2026-02-10.pdf
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 19h18min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== SBPC e ABC manifestam preocupação com orçamento da pesquisa pública no Brasil - Ellen Carolina dos Santos Cursino ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/. https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/.]
|- https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 13h18min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Claudineia Novais de Camargo|Claudineia Novais de Camargo]] ([[Utilizador Discussão:Claudineia Novais de Camargo|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 22 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Claudineia Novais de Camargo|Acessar]]
|}
== Equidade na ciência e meios de financiamento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/26/estudo-aponta-que-agencias-de-fomento-a-pesquisa-ainda-enfrentam-desafios-para-promover-equidade-na-ciencia/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 01h47min de 3 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade de Conclusão: Desigualdades de Acesso à Ciência ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/premios/contempladas-na-segunda-edicao-do-premio-mulheres-e-ciencia-atentam-para-os-varios-aspectos-de-ser-uma-mulher-cientista
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 21h02min de 11 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 5 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://fapesp.br/18011/fapesp-cria-plataforma-de-divulgacao-cientifica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 15h12min de 13 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Comemoração celebra o legado e os 75 anos do CNPq em Brasília ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/03/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional
https://news.confap.org.br/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 13h45min de 25 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Inclusão dos Pós-graduandos no sistema previdenciário ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.anpg.org.br/2026/03/conquista-historica-camara-aprova-pl-da-previdencia-para-os-pos-graduandos/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 01h34min de 28 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros - A saída de profissionais capacitados do Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.abc.org.br/2025/09/01/fuga-de-cerebros-o-que-o-brasil-faz-para-evitar-saida-de-cientistas/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 16h22min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h27min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.ctb.org.br/2025/12/11/cnpq-lancara-bolsa-de-r-13-mil-para-fixar-pesquisadores-no-brasil-anuncia-novo-presidente/?utm_
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h28min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CNPq e as assimetrias nas bolsas de produtividade ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/bolsa-de-produtividade-resultado-final?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| Mayllon.lyggon
|-
! Data
| 31/03/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mayllon.lyggon|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Agência FAPESP
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP - atuação pró-pesquisa
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
== Eixos estratégicos de pesquisa FAPESP 2026-2028 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-define-sete-eixos-estrategicos-de-pesquisa-para-o-periodo-2026-2028/57582#
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]])
|-
! Data
| 20h46min de 26 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Gustavo Alves Machado|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/03/19/camara-aprova-projeto-que-preve-aposentadoria-para-pesquisadores-entenda.htm)
|-
! Usuário
| Amanda biologia
|-
! Data
| 09/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Flexibilização da dedicação exclusiva reforça compromisso com a precariedade das condições trabalhistas de bolsistas ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Melmurgel|Melmurgel]] ([[Utilizador Discussão:Melmurgel|discussão]])
|-
! Data
| 16h47min de 13 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/melmurgel|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica e desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h38min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h41min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
cthl1tteep68xmnz8jdc6i9tkx81p8z
182571
182570
2026-05-14T17:48:44Z
IRION MARTINS SILVA
44140
182571
wikitext
text/x-wiki
{|style="position:relative;z-index:4BACF3;margin-top:0;line-height:1em;color:#BBDAEE;;border-spacing:5px;width:100%;text-align:center;font-weight:bold;font-size:1.1em"
|-
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Metodologia e Filosofia da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 1: Metodologia e Filosofia da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/História da Ciência e da Tecnologia|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 2: História da Ciência e da Tecnologia</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Ética da Ciência|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 3: Ética da Ciência</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 4: Temas Centrais da Ciência Contemporânea</span>]]
|style="width:160px;background:#fff;border:2px solid #4BACF3; border-bottom:none;padding:10px;"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 5: Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior</span>]]
|style="width:160px;background:#D3EAF8;border:1px solid #4BACF3; border-bottom-width:2px;padding:10px;text-align:left;background:#D3EAF8"| [[Introdução ao Jornalismo Científico/Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico|<span style="color:#4BACF3;text-align:left;">Módulo 6: Mídias, Linguagens e Prática do Jornalismo Científico</span>]]
|}
<div style="border-bottom:2px solid #4BACF3;width:100%;margin-top:-6px"></div>
[[../|Voltar ao curso]]
A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
[[File:Tutorial tarefa final do módulo 5 com áudio.webm|thumb|Vídeo tutorial da tarefa.]]
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': preencha seu nome de usuário na caixa de entrada abaixo, clique em "Registrar atividade" e publique a página. Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, haverá um botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
Realize sua atividade:
<inputbox>
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placeholder=Digite o seu nome de usuário(a)
preload=Predefinição:IJC/Atividade5
editintro=Predefinição:IJC/Atividade/Instruções
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buttonlabel=Registrar atividade
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Abaixo você encontrará as contribuições dos colegas.
== Aumento do valor das bolsas de iniciação científica ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| CNPq – Novos valores de bolsas de iniciação científica
|-
! Usuário
| (atividade de exemplo)
|-
! Data
| 19h29min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Exemplo|Acessar]]
|}
== Bolsas FAPESP no país e no exterior ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP — Bolsas no país
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Fernando Sabatini|Fernando Sabatini]] ([[Utilizador Discussão:Fernando Sabatini|discussão]])
|-
! Data
| 21h34min de 7 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Utilizador:ACorrêa (WMB)/Testes/IJC/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Fernando Sabatini|Acessar]]
|}
== Atividade final módulo 5 Luasoumor091 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Luasoumor091|Luasoumor091]] ([[Utilizador Discussão:Luasoumor091|discussão]])
|-
! Data
| 19h33min de 16 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Luasoumor091|Acessar]]
|}
== A FAPESP e o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasileira em 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:AnaCaroline Sousa|AnaCaroline Sousa]] ([[Utilizador Discussão:AnaCaroline Sousa|discussão]])
|-
! Data
| 21h46min de 21 de outubro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/AnaCaroline Sousa|Acessar]]
|}
== Bolsas de pesquisa da Fapesp foram reajustadas em julho de 2025 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mariana Dolci|Mariana Dolci]] ([[Utilizador Discussão:Mariana Dolci|discussão]])
|-
! Data
| 23h27min de 10 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mariana Dolci|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/fundaj/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias-1/fuga-de-cerebros-os-brasileiros-qualificados-que-deixam-o-pais-e-as-estrategias-para-atrai-los-de-volta
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thiago Altafini|Thiago Altafini]] ([[Utilizador Discussão:Thiago Altafini|discussão]])
|-
! Data
| 22h15min de 26 de novembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thiago Altafini|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/mcti-define-olival-freire-junior-como-novo-presidente-do-cnpq
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 21h57min de 9 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Reajuste das bolsas de pesquisa no Brasil - Ana clara menegueli - Módulo 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/governo-federal-anuncia-reajuste-de-bolsas-do-cnpq-e-da-capes
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Ana clara menegueli|Ana clara menegueli]] ([[Utilizador Discussão:Ana clara menegueli|discussão]])
|-
! Data
| 00h57min de 18 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Ana clara menegueli|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Deboragallas|Débora Gallas]] ([[Utilizador Discussão:Deboragallas|discussão]])
|-
! Data
| 14h51min de 22 de dezembro de 2025 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Deboragallas|Acessar]]
|}
== Direitos trabalhistas e previdenciários no novo PNPG ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://www.cnnbrasil.com.br/politica/capes-aprova-novo-plano-da-pos-graduacao-com-direitos-trabalhistas/ Notícia sobre VII PNPG]
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lyxavier|Lyxavier]] ([[Utilizador Discussão:Lyxavier|discussão]])
|-
! Data
| 14h10min de 13 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lyxavier|Acessar]]
|}
== Financiamento da ciência no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-reajusta-valores-de-bolsas-no-pais/55465
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Maria Angélica Santos|Maria Angélica Santos]] ([[Utilizador Discussão:Maria Angélica Santos|discussão]])
|-
! Data
| 16h53min de 15 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Maria Angélica Santos|Acessar]]
|}
== Ativ Final Mod 5: Desigualdades de acesso à ciência e seus impactos na divulgação do conhecimento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2025/07/ciencia-aberta-e-comunicacao-cientifica-avancos-desafios-e-perspectivas-no-brasil?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Helen.takamitsu|Helen.takamitsu]] ([[Utilizador Discussão:Helen.takamitsu|discussão]])
|-
! Data
| 19h49min de 17 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/helen.takamitsu|Acessar]]
|}
== Tarefa do Módulo 5 - Laís Cerqueira Fernandes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/noticias/2026/janeiro/governo-do-brasil-recompoe-orcamento-de-instituicoes-federais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lais CF|Laís Cerqueira Fernandes]] ([[Utilizador Discussão:Lais CF|discussão]])
|-
! Data
| 17h14min de 24 de janeiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Laís Cerqueira Fernandes|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 14h42min de 4 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CAPES concederá 91,2 mil bolsas pelos programas institucionais ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| http://www.gov.br/capes/pt-br/assuntos/noticias/capes-concedera-91-2-mil-bolsas-pelos-programas-institucionais
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Heloisapcosta|Heloisapcosta]] ([[Utilizador Discussão:Heloisapcosta|discussão]])
|-
! Data
| 18h28min de 10 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ Heloisapcosta|Acessar]]
|}
== Financiamento dos Sistemas de Pesquisa no Brasil: avanços e desafios recentes ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-lamentam-os-cortes-orcamentarios-a-pesquisa-publica-presentes-na-loa-2026/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:F.Cost|F.Cost]] ([[Utilizador Discussão:F.Cost|discussão]])
|-
! Data
| 16h12min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/F.Cost|Acessar]]
|}
== CNPq inclui alunos de EAD na concessão de bolsas PIBIC e PIBITI ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|https://abmes.org.br/arquivos/legislacoes/Portaria-cnpq-2634-2026-02-10.pdf
! Usuário
| [[Utilizador:Jaqueline Bianchi|Jaqueline Bianchi]] ([[Utilizador Discussão:Jaqueline Bianchi|discussão]])
|-
! Data
| 19h18min de 16 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Jaqueline Bianchi|Acessar]]
|}
== SBPC e ABC manifestam preocupação com orçamento da pesquisa pública no Brasil - Ellen Carolina dos Santos Cursino ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| [https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/. https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/.]
|- https://portal.sbpcnet.org.br/noticias/sbpc-e-abc-manifestam-preocupacao-com-orcamento-da-pesquisa-publica-no-brasil/
! Usuário
| [[Utilizador:Ellen Carolina dos Santos Cursino|Ellen Carolina dos Santos Cursino]] ([[Utilizador Discussão:Ellen Carolina dos Santos Cursino|discussão]])
|-
! Data
| 13h18min de 17 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/ellen.cursino|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Claudineia Novais de Camargo|Claudineia Novais de Camargo]] ([[Utilizador Discussão:Claudineia Novais de Camargo|discussão]])
|-
! Data
| 22h30min de 22 de fevereiro de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Claudineia Novais de Camargo|Acessar]]
|}
== Equidade na ciência e meios de financiamento ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://jornal.unicamp.br/noticias/2025/06/26/estudo-aponta-que-agencias-de-fomento-a-pesquisa-ainda-enfrentam-desafios-para-promover-equidade-na-ciencia/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Lplaques|Lplaques]] ([[Utilizador Discussão:Lplaques|discussão]])
|-
! Data
| 01h47min de 3 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Lplaques|Acessar]]
|}
== Atividade de Conclusão: Desigualdades de Acesso à Ciência ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/premios/contempladas-na-segunda-edicao-do-premio-mulheres-e-ciencia-atentam-para-os-varios-aspectos-de-ser-uma-mulher-cientista
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Giovanna Furioto da Fonseca|Giovanna Furioto da Fonseca]] ([[Utilizador Discussão:Giovanna Furioto da Fonseca|discussão]])
|-
! Data
| 21h02min de 11 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Giovanna Furioto da Fonseca|Acessar]]
|}
== Atividade do Módulo 5 - Mia Schezaro-Ramos ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://fapesp.br/18011/fapesp-cria-plataforma-de-divulgacao-cientifica
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Mia Schezaro-Ramos|Mia Schezaro-Ramos]] ([[Utilizador Discussão:Mia Schezaro-Ramos|discussão]])
|-
! Data
| 15h12min de 13 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mia Schezaro-Ramos|Acessar]]
|}
== Comemoração celebra o legado e os 75 anos do CNPq em Brasília ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/03/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional
https://news.confap.org.br/cnpq-celebra-75-anos-impulsionando-ciencia-inovacao-e-soberania-nacional/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Marina Odaguiri Kobori|Marina Odaguiri Kobori]] ([[Utilizador Discussão:Marina Odaguiri Kobori|discussão]])
|-
! Data
| 13h45min de 25 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Marina Odaguiri Kobori|Acessar]]
|}
== Inclusão dos Pós-graduandos no sistema previdenciário ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.anpg.org.br/2026/03/conquista-historica-camara-aprova-pl-da-previdencia-para-os-pos-graduandos/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Pamela Frnc|Pamela Frnc]] ([[Utilizador Discussão:Pamela Frnc|discussão]])
|-
! Data
| 01h34min de 28 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Pamela Frnc|Acessar]]
|}
== Fuga de Cérebros - A saída de profissionais capacitados do Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.abc.org.br/2025/09/01/fuga-de-cerebros-o-que-o-brasil-faz-para-evitar-saida-de-cientistas/
|-
! Usuário
| [[Utilizador:LMmassone|LMmassone]] ([[Utilizador Discussão:LMmassone|discussão]])
|-
! Data
| 16h22min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/LMmassone|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (insira a fonte principal aqui)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h27min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anuncia uma série de medidas para ampliar e qualificar o financiamento da pesquisa no Brasil. ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://www.ctb.org.br/2025/12/11/cnpq-lancara-bolsa-de-r-13-mil-para-fixar-pesquisadores-no-brasil-anuncia-novo-presidente/?utm_
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Thalef Sousa Santos|Thalef Sousa Santos]] ([[Utilizador Discussão:Thalef Sousa Santos|discussão]])
|-
! Data
| 17h28min de 30 de março de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Thalef Sousa Santos|Acessar]]
|}
== CNPq e as assimetrias nas bolsas de produtividade ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/chamadas/todas-as-chamadas/chamadas-2024/chamada-ndeg-18-2024/chamada-publica-cnpq-ndeg-18-2024-bolsas-de-produtividade-do-cnpq
https://www.gov.br/cnpq/pt-br/assuntos/noticias/cnpq-em-acao/bolsa-de-produtividade-resultado-final?utm_source=chatgpt.com
|-
! Usuário
| Mayllon.lyggon
|-
! Data
| 31/03/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Mayllon.lyggon|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Agência FAPESP
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h12min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| FAPESP - atuação pró-pesquisa
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Wanise Martinez|Wanise Martinez]] ([[Utilizador Discussão:Wanise Martinez|discussão]])
|-
! Data
| 19h15min de 24 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Wanise Martinez|Acessar]]
|}
== Eixos estratégicos de pesquisa FAPESP 2026-2028 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| https://agencia.fapesp.br/fapesp-define-sete-eixos-estrategicos-de-pesquisa-para-o-periodo-2026-2028/57582#
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Gustavo Alves Machado|Gustavo Alves Machado]] ([[Utilizador Discussão:Gustavo Alves Machado|discussão]])
|-
! Data
| 20h46min de 26 de abril de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Gustavo Alves Machado|Acessar]]
|}
== Atividade final bloco 5 ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2026/03/19/camara-aprova-projeto-que-preve-aposentadoria-para-pesquisadores-entenda.htm)
|-
! Usuário
| Amanda biologia
|-
! Data
| 09/05/2026
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/Amanda Biologia|Acessar]]
|}
== Flexibilização da dedicação exclusiva reforça compromisso com a precariedade das condições trabalhistas de bolsistas ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:Melmurgel|Melmurgel]] ([[Utilizador Discussão:Melmurgel|discussão]])
|-
! Data
| 16h47min de 13 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/melmurgel|Acessar]]
|}
== FAPESP além de São Paulo: colaboração científica em meio à desigualdade regional no Brasil ==
{| class="wikitable"
! Fonte principal
| (https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil)
|-
! Usuário
| [[Utilizador:IRION MARTINS SILVA|IRION MARTINS SILVA]] ([[Utilizador Discussão:IRION MARTINS SILVA|discussão]])
|-
! Data
| 17h41min de 14 de maio de 2026 (UTC)
|-
! colspan="2" style="text-align:center;" | [[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA|Acessar]]
|}
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Laboratório de Ecofisiologia Comportamental
0
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182580
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2026-05-14T20:42:12Z
Josikelly Oliveira
44026
182580
wikitext
text/x-wiki
{{:Laboratório de Ecofisiologia Comportamental/Cabeçalho}}
{{Info/Grupo de pesquisa
|instituições =
|país =
|membros =
|pesquisador_principal =
|tema =
|palavras_chave =
}}
O LEFisC (Laboratório de Ecofisiologia Comportamental) estuda a interação dos animais, notadamente peixes, anfíbios e répteis, com seus ambientes na Caatinga e na Amazônia. Além da investigação das adaptações desses animais aos seus ambientes naturais também investigamos aspectos das interações ecológicas nesses grupos, especialmente em relação às interações predador-presa. Outro aspecto relevante dos estudos do LEFisC são as investigações acerca da vulnerabilidade das espécies frente às alterações antrópicas como a contaminação ambiental, os resíduos sólidos e, especialmente, as mudanças climáticas globais. Utilizando de estudos de campo e laboratoriais investigamos aspectos da bioquímica, fisiologia, desenvolvimento e do comportamento, a fim de compreender como os animais se adaptaram evolutivamente aos seus ambientes naturais, como se dão suas interações biológicas e como são e serão impactados pelas mudanças antrópicas, contribuindo para o entendimento da biodiversidade e na conservação das espécies.
== Integrantes ==
O grupo de pesquisa é composto por:
* {{Q|Q102132037}}
* {{Q|Q138683877}}
* {{Q|Q138683880}}
* Antonio Cauã da Cunha Sousa
* Luiz Gustavo Mendes Antunes
* Maria Luana Alves Carneiro
* Zenaide Kelly Dourado
* Gervânia Pereira de Sousa
== Contato ==
* {{Q|Q102132037}}
[[Categoria:Laboratório de Ecofisiologia Comportamental| ]]
[[Categoria:Ecofisiologia]]
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182580
2026-05-14T20:42:39Z
Josikelly Oliveira
44026
182581
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text/x-wiki
{{:Laboratório de Ecofisiologia Comportamental/Cabeçalho}}
{{Info/Grupo de pesquisa
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}}
O LEFisC (Laboratório de Ecofisiologia Comportamental) estuda a interação dos animais, notadamente peixes, anfíbios e répteis, com seus ambientes na Caatinga e na Amazônia. Além da investigação das adaptações desses animais aos seus ambientes naturais também investigamos aspectos das interações ecológicas nesses grupos, especialmente em relação às interações predador-presa. Outro aspecto relevante dos estudos do LEFisC são as investigações acerca da vulnerabilidade das espécies frente às alterações antrópicas como a contaminação ambiental, os resíduos sólidos e, especialmente, as mudanças climáticas globais. Utilizando de estudos de campo e laboratoriais investigamos aspectos da bioquímica, fisiologia, desenvolvimento e do comportamento, a fim de compreender como os animais se adaptaram evolutivamente aos seus ambientes naturais, como se dão suas interações biológicas e como são e serão impactados pelas mudanças antrópicas, contribuindo para o entendimento da biodiversidade e na conservação das espécies.
== Integrantes ==
O grupo de pesquisa é composto por:
* {{Q|Q102132037}}
* {{Q|Q138683877}}
* {{Q|Q138683880}}
* Antonio Cauã da Cunha Sousa
* Luiz Gustavo Mendes Antunes
* Maria Luana Alves Carneiro
* Zenaide Kelly Dourado
* Gervânia Pereira de Sousa
== Contato ==
* {{Q|Q102132037}}
[[Categoria:Laboratório de Ecofisiologia Comportamental| ]]
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Laboratório de Ecofisiologia Comportamental/Pesquisas
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2026-05-14T20:01:51Z
Josikelly Oliveira
44026
/* A tolerância térmica varia ao longo do desenvolvimento ontogenético de girinos? */
182578
wikitext
text/x-wiki
{{:Laboratório de Ecofisiologia Comportamental/Cabeçalho}}
== Temas de pesquisa ==
== Projetos de Pesquisa ==
=== Tolerância térmica ao longo da ontogenia das larvas de anfíbios: uma abordagem experimental ===
* {{Q|Q138683877}}
=== Contaminação por plástico em anfíbios urbanos da Amazônia: Um estudo com Rhinella marina (Linnaeus, 1758) ===
* {{Q|Q138683880}}
=== Como o desenvolvimento dos girinos modula o risco de predação? Influência da ontogenia e de diferentes estratégias predatórias ===
* Antonio Cauã da Cunha Sousa
* Luiz Gustavo Mendes Antunes
=== Fish, Fishers and Finances: Working With Brazilian Traditional Communities to Improve the Ornamental Fish Trade ===
* {{Q|Q102132037}}
[[Categoria:Laboratório de Ecofisiologia Comportamental|Estudos]]
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INCT-Adapta/Grupos
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182593
182149
2026-05-15T03:54:01Z
Tiago da Mota e Silva
43916
Hiperlinkando o grupo de pesquisa Ecologia & Evolução à sua página.
182593
wikitext
text/x-wiki
<templatestyles src="Calibra/styles.css" />__NOEDITSECTION____NOTOC__
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LEEM
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular|Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório dedicado a estudar as adaptações dos peixes da Amazônia aos seus ambientes.
</p>
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LEBP
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<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecologia e Biologia de Peixes|Laboratório de Ecologia e Biologia de Peixes]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório do IDSM dedicado à ecologia e biologia de peixes amazônicos.
</p>
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lafisa
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Fisiologia Animal|Laboratório de Fisiologia Animal]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório da UFBA voltado à fisiologia animal e adaptações a ambientes tropicais.
</p>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LAFIPE
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Fisiologia de Peixes|Laboratório de Fisiologia de Peixes]]
</h3>
O Laboratório de Fisiologia de Peixes da UFSM desenvolve pesquisas relacionadas com o efeito de extrativos vegetais como anestésicos e promotores do crescimento em peixes.
</div>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecologia Pesqueira|Laboratório de Ecologia Pesqueira]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório da UFAM dedicado à ecologia pesqueira na Amazônia.
</p>
</div>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LEFisc
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecofisiologia Comportamental|Laboratório de Ecofisiologia Comportamental]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Laboratório da Universidade Estadual Vale do Acaraú que investiga como anfíbios e peixes interagem com ambientes da Caatinga e Amazônia, abordando adaptações, interações ecológicas e vulnerabilidade a impactos antrópicos, com foco em conservação da biodiversidade.
</p>
</div>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Genética Animal|Laboratório de Genética Animal]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Desde a década de 1980, o Laboratório de Genética Animal do INPA pesquisa peixes,
pequenos mamíferos, mamíferos aquáticos e quelônios, diferenciando populações,
espécies e híbridos e investigando processos evolutivos em níveis cromossômicos
e moleculares, além de formar profissionais qualificados para a região amazônica.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Fisiologia Aplicada à Piscicultura|Laboratório de Fisiologia Aplicada à Piscicultura]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Produz conhecimento científico sobre espécies amazônicas com potencial aquícola,
buscando soluções inovadoras e sustentáveis para o setor e difundindo esse
conhecimento para estudantes, produtores rurais e profissionais da área.
</p>
</div>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
CEPARD
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Centro de Pesquisa em Avaliação, Reabilitação e Desempenho Humano (CePARD)|Centro de Pesquisa em Avaliação, Reabilitação e Desempenho Humano (CePARD)]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Centro de pesquisa do FMT dedicado à avaliação, reabilitação e desempenho humano.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[GRUPO 11|GRUPO 11]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo sem título, vinculado à Universidade de São Paulo (USP).
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08);
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Ecofisiologia e ecotoxicologia de organismos aquáticos|Ecofisiologia e ecotoxicologia de organismos aquáticos]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo de pesquisa da Unisanta focado em ecofisiologia e ecotoxicologia de organismos aquáticos.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LEAP
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Economia e Administração Pesqueira|Laboratório de Economia e Administração Pesqueira]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
O LEAP, da Faculdade de Ciências Agrárias, desenvolve pesquisas em gestão de
recursos pesqueiros, socioeconomia, bioeconomia, economia pesqueira, manejo de
recursos naturais, governança e sistemas socioecológicos.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
MAUA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Grupo de Pesquisas de Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas|Grupo de Pesquisas de Ecologia, Monitoramento e Uso Sustentável de Áreas Úmidas]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo do INPA dedicado a estudar e gerar conhecimento sobre áreas úmidas
brasileiras, especialmente amazônicas, subsidiando políticas públicas que
conciliem conservação e uso dessas áreas.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[GRUPO19|GRUPO19]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo sem título, vinculado à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LACIA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Citotaxonomia e Insetos Aquáticos|Laboratório de Citotaxonomia e Insetos Aquáticos]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
O LACIA, coordenado pela Dra. Neusa Hamada, reúne cerca de 30 pessoas em
pesquisas sobre insetos aquáticos, inventariando a fauna amazônica e
contribuindo para estudos de biologia, ecologia, genética, impacto ambiental
e interesse médico-legal.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08);
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal|Rede de Biodiversidade e Biotecnologia da Amazônia Legal]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Rede de pesquisa brasileira focada em biodiversidade e biotecnologia na Amazônia Legal.
</p>
</div>
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SIGLA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Grupo de Pesquisa em Biologia Evolutiva dos Campos Gerais|Biologia Evolutiva dos Campos Gerais]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Grupo de pesquisa da UEPG dedicado à biologia evolutiva dos Campos Gerais.
</p>
</div>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LMD
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório dos Vetores da Malária e da Dengue|Laboratório dos Vetores da Malária e da Dengue]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Avalia impactos de mudanças ambientais e climáticas na transmissão de malária
e arboviroses na Amazônia, investiga moléculas da biodiversidade para controle
de vetores e forma recursos humanos e gestores para o controle de endemias.
</p>
</div>
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LABGAMA
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente|Laboratório de Geoprocessamento Aplicado ao Meio Ambiente]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
O LabGAMA, da UFAC, aplica técnicas de geoprocessamento e sensoriamento remoto
para compreender melhor o ambiente, com foco especial na região amazônica.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
LABECO
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ecologia e Conservação|Laboratório de Ecologia e Conservação]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Fundado em 2013 na UFPA, o LABECO estuda padrões de distribuição da biodiversidade
amazônica e como mudanças naturais ou antrópicas afetam organismos e ecossistemas.
</p>
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
EcoMEvo
</div>
=== [[Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução|Ecologia Molecular & Evolução]] ===
O EcoMEvo, da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), estuda a ictiofauna dos biomas Caatinga e Amazônia diante dos desafios das mudanças climáticas e ambientais, contribuindo para estudos de adaptação, evolução, genômica populacional, metabarcoding, taxonomia integrativa e DNA ambiental, com foco na conservação e preservação da ictiofauna local.
</div>
<div style="background-color:#ffffff;
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box-shadow:0 2px 8px rgba(0,0,0,0.08);
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<div style="font-size:0.85em; text-transform:uppercase; letter-spacing:0.08em; color:#555;">
BIOFISIO
</div>
<h3 style="margin:0.2rem 0 0.6rem 0; font-size:1.1em;">
[[Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia|Laboratório de Ensino e Pesquisa em Biofísica, Fisiologia Animal e Ecotoxicologia]]
</h3>
<p style="margin:0; line-height:1.5; color:#333;">
Criado em 2023 na UNIFAP, o BioFisio investiga efeitos de fatores ambientais
sobre a fisiologia de organismos aquáticos na interface entre ecofisiologia,
ecotoxicologia e conservação, realizando coletas de campo e ensaios toxicológicos.
</p>
</div>
</div>
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INCT-Adapta/Notícias
0
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182572
182377
2026-05-14T18:36:40Z
Pedro (INCT-Adapta)
44183
Para a inserção de notícias, melhor fazer assim, de forma que possa se criar com facilidade a próxima só dando "enter"
182572
wikitext
text/x-wiki
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== Pesquisas do Adapta são destaque no Mongabay Brasil: 4 histórias que expõem a crise dos peixes na Amazônia ==
Manaus, 5 de maio de 2026.
O portal de notícias ambientais, Mongabay Brasil, publicou nesta terça (5/5) um compilado com reportagens em destaque sobre os peixes da Amazônia. Nele, três das quatro reportagens trazem pesquisas desenvolvidas no âmbito do INCT-Adapta.
Nas matérias, o pesquisador Adriano Quaresma comenta sobre as transformações na Volta Grande do Xingu, a partir da operação da usina hidrelétrica de Belo Monte. Já Helen Sadauskas compartilha os resultados de sua pesquisa sobre danos genéticos em peixes após derramamento de petróleo, em Manaus. Por fim, Rafael Duarte e Susana Braz Mota são os persongens de reportagem sobre os impactos da seca extrema do lago Tefé, em 2024.
[https://brasil.mongabay.com/2025/05/como-secas-extremas-podem-redefinir-o-futuro-dos-peixes-na-amazonia/ Saiba mais clicando aqui.]
== Pesquisa sobre águas da Amazônia leva Maria Teresa Fernandez Piedade ao Prêmio Almirante Álvaro Alberto 2026 ==
Manaus, 27 de abril de 2026.
A bióloga [[w:Maria_Teresa_Piedade|Maria Teresa Fernandez Piedade]] e líder do INCT-Adapta foi anunciada como vencedora do Prêmio Almirante Álvaro Alberto 2026, a principal honraria científica do país, concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Com quase cinco décadas de atuação na Amazônia, a pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia construiu uma trajetória dedicada à ecologia de ecossistemas alagáveis, investigando especialmente o papel do pulso de inundação na dinâmica da biodiversidade.
Seus estudos também contribuíram para o manejo sustentável e o monitoramento de áreas inundáveis, consolidando sua relevância para a ciência amazônica e para o entendimento dos impactos ambientais na região. O prêmio reconhece essa produção de longo prazo e o impacto de suas pesquisas na compreensão dos ecossistemas da Amazônia, considerados estratégicos diante das mudanças climáticas e das pressões sobre os ambientes aquáticos.
[https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/noticias/2026/04/pesquisa-sobre-aguas-da-amazonia-leva-maria-teresa-fernandez-piedade-ao-premio-almirante-alvaro-alberto-2026 Saiba mais clicando aqui.]
== INCT-Adapta marca presença no XI Encontro de Ideias Rios da Vida, sobre sustentabilidade no uso de recursos hídricos ==
Manaus, 27 de março de 2026.
Entre os dias 26 e 28 de março, o Programa de Pós-Graduação em Gestão e Reguflação de Recursos Hídricos da Universidade do Estado do Amazonas (ProfÁgua/UEA) promoveu o XI Encontro de Ideias Rios da Vida. O tema desse ano foi "Caminhos para Sustentabilidade no uso dos recursos hídricos da Amazôia e do Brasil".
O encontro contou com palestras, mesas-redondas para troca de ideias e oficinas voltadas à capacitação ambiental e análise de dados para tomadas de decisão.
Coordenador do Laboratório de Fisiologia e Biofísica da Universidade Federal do Amapá (UNIFAP), o Prof. Dr Tiago Gabriel Correia participou de mesa redonda do evento compartilhando sobre as pesquisas do grupo acerca da qualidade das águas no estado.
[https://www.instagram.com/biofisio_unifap/ Saiba mais clicando aqui.]
|}
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Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro
3
33247
182594
182540
2026-05-15T06:44:22Z
Roberto Farias Maestro
40150
/* A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias */ nova secção
182594
wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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2026-05-15T06:58:53Z
Roberto Farias Maestro
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wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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182596
182595
2026-05-15T07:12:45Z
Roberto Farias Maestro
40150
/* A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica */ nova secção
182596
wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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2026-05-15T07:22:32Z
Roberto Farias Maestro
40150
/* A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica */ nova secção
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wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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2026-05-15T07:31:11Z
Roberto Farias Maestro
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/* A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica */
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wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
Presença no Repertório AtualHoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (performance informada).Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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182600
182598
2026-05-15T07:43:21Z
Roberto Farias Maestro
40150
/* A tuba tenor e o euphonium são o mesmo intrumento? */ nova secção
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wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
Presença no Repertório AtualHoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (performance informada).Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A tuba tenor e o euphonium são o mesmo intrumento? ==
<mark>Sim, na prática musical moderna o termo "tuba tenor" e o "euphonium" (popularmente conhecido no Brasil como bombardino) referem-se ao mesmo instrumento</mark>. No entanto, há nuances históricas e de nomenclatura que diferenciam a classificação técnica do nome comercial do instrumento.
Aqui estão os pontos para compreender essa relação:
1. Classificação Técnica vs. Nome Popular
* Tuba Tenor: É a classificação científica e técnica do instrumento dentro da árvore genealógica dos metais graves. Assim como a família das tubas possui a tuba contrabaixo (em Si bemol ou Dó) e a tuba baixo (em Mi bemol ou Fá), o euphonium é o membro tenor dessa mesma família.
* Euphonium / Bombardino: São os nomes comerciais e populares mais utilizados no dia a dia por músicos, construtores e partituras.
2. Sutil Distinção Histórica nas Orquestras
Historicamente, o termo "tuba tenor" foi por vezes associado a variações específicas exigidas por compositores europeus:
* Modelo de Válvulas Rotativas: No repertório orquestral clássico (como nas obras de Richard Strauss ou Gustav Mahler), o termo ''tuba tenor'' frequentemente designava um instrumento construído em formato oval com chaves rotativas, muito comum na Alemanha.
* O Euphonium Padrão: Refere-se ao design britânico/americano mais comum hoje, com pistões verticais e calibre cônico largo, que acabou padronizando o mercado mundial.
3. Características Compartilhadas
Independentemente do nome utilizado na partitura, ambos os termos compartilham exatamente os mesmos fundamentos estruturais:
* Afinação: Ambos são tradicionalmente afinados em Si bemol (\(B\flat\)), soando uma oitava acima da tuba contrabaixo tradicional e na mesma extensão do trombone.
* Calibre Cônico: Possuem o tubo que se expande gradualmente desde o bocal até a campana, o que confere ao instrumento o seu som característico "aveludado", escuro e redondo. O Grande Alerta de Confusão: O "Tenor Horn" Britânico. É preciso ter muito cuidado com a tradução literal:
** O Tenorhorn (junto, termo alemão) é o instrumento em Si bemol descrito acima.
** O Tenor Horn (separado, termo britânico usado em ''Brass Bands'') é um instrumento completamente diferente, afinado em Mi bemol (\(E\flat\)), que nas Américas e no resto da Europa é chamado de Alto Horn (Trompa Alto).
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h43min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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182601
182600
2026-05-15T10:08:40Z
Roberto Farias Maestro
40150
/* A Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith, um marco do repertório da banda sinfônics */ nova secção
182601
wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
Presença no Repertório AtualHoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (performance informada).Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A tuba tenor e o euphonium são o mesmo intrumento? ==
<mark>Sim, na prática musical moderna o termo "tuba tenor" e o "euphonium" (popularmente conhecido no Brasil como bombardino) referem-se ao mesmo instrumento</mark>. No entanto, há nuances históricas e de nomenclatura que diferenciam a classificação técnica do nome comercial do instrumento.
Aqui estão os pontos para compreender essa relação:
1. Classificação Técnica vs. Nome Popular
* Tuba Tenor: É a classificação científica e técnica do instrumento dentro da árvore genealógica dos metais graves. Assim como a família das tubas possui a tuba contrabaixo (em Si bemol ou Dó) e a tuba baixo (em Mi bemol ou Fá), o euphonium é o membro tenor dessa mesma família.
* Euphonium / Bombardino: São os nomes comerciais e populares mais utilizados no dia a dia por músicos, construtores e partituras.
2. Sutil Distinção Histórica nas Orquestras
Historicamente, o termo "tuba tenor" foi por vezes associado a variações específicas exigidas por compositores europeus:
* Modelo de Válvulas Rotativas: No repertório orquestral clássico (como nas obras de Richard Strauss ou Gustav Mahler), o termo ''tuba tenor'' frequentemente designava um instrumento construído em formato oval com chaves rotativas, muito comum na Alemanha.
* O Euphonium Padrão: Refere-se ao design britânico/americano mais comum hoje, com pistões verticais e calibre cônico largo, que acabou padronizando o mercado mundial.
3. Características Compartilhadas
Independentemente do nome utilizado na partitura, ambos os termos compartilham exatamente os mesmos fundamentos estruturais:
* Afinação: Ambos são tradicionalmente afinados em Si bemol (\(B\flat\)), soando uma oitava acima da tuba contrabaixo tradicional e na mesma extensão do trombone.
* Calibre Cônico: Possuem o tubo que se expande gradualmente desde o bocal até a campana, o que confere ao instrumento o seu som característico "aveludado", escuro e redondo. O Grande Alerta de Confusão: O "Tenor Horn" Britânico. É preciso ter muito cuidado com a tradução literal:
** O Tenorhorn (junto, termo alemão) é o instrumento em Si bemol descrito acima.
** O Tenor Horn (separado, termo britânico usado em ''Brass Bands'') é um instrumento completamente diferente, afinado em Mi bemol (\(E\flat\)), que nas Américas e no resto da Europa é chamado de Alto Horn (Trompa Alto).
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h43min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith, um marco do repertório da banda sinfônics ==
Uma visão análitica da Symphony in B-flat for concert band by Paul Hindemith
A Symphony in B-flat for Concert Band, composta por Paul Hindemith em 1951, representa um dos grandes marcos da literatura original para banda sinfônica no século XX. Escrita para a U.S. Army Band “Pershing’s Own”, a obra consolidou definitivamente a banda de concerto como organismo artístico autônomo, dotado de linguagem própria, profundidade estrutural e sofisticação tímbrica comparável à da grande orquestra sinfônica.
== Contexto histórico e estético ==
Hindemith já era reconhecido como um dos grandes arquitetos da escrita contrapontística moderna quando recebeu o convite para compor uma obra de grande porte para banda. Até então, grande parte do repertório das bandas sinfônicas era constituído de transcrições orquestrais, marchas e música funcional. A ''Symphony in B-flat'' surge como afirmação estética: a banda não precisava mais viver à sombra da orquestra.
A obra sintetiza características fundamentais do pensamento hindemithiano:
* contraponto linear;
* independência das vozes;
* clareza formal;
* tonalidade expandida;
* forte lógica motívica;
* exploração orgânica das famílias instrumentais.
Mais do que uma “sinfonia para banda”, trata-se de uma obra genuinamente concebida a partir da identidade sonora dos sopros e percussão.
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= Estrutura Geral =
A obra divide-se em três movimentos:
# Moderately fast
# Andantino grazioso
# Fugue: Moderately broad
Cada movimento possui identidade própria, mas todos derivam de células motívicas interligadas, numa concepção cíclica típica de Hindemith.
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= I MOVIMENTO — Moderately Fast =
== Forma ==
O primeiro movimento aproxima-se de uma forma-sonata livre.
=== Elementos principais: ===
* exposição de material motívico compacto;
* desenvolvimento contrapontístico intenso;
* reexposição transformada;
* forte unidade rítmica.
== Aspectos motívicos ==
O material principal nasce de intervalos simples — quartas, quintas e movimentos conjuntos — algo muito típico da escrita hindemithiana.
O motivo inicial funciona como “DNA” estrutural da obra.
A sensação melódica não depende de lirismo romântico, mas de:
* direção intervalar;
* tensão linear;
* articulação rítmica.
== Harmonia ==
Hindemith evita funcionalismo tonal tradicional.
A obra gravita em torno de Si bemol, mas utiliza:
* polaridade intervalar;
* sobreposição modal;
* acordes quartais;
* dissonâncias controladas.
O centro tonal é perceptível mais pela gravitação sonora do que por cadências clássicas.
== Orquestração ==
Aqui está um dos maiores méritos da obra.
Hindemith compreende profundamente:
* projeção sonora dos metais;
* elasticidade dos saxofones;
* função conectiva das madeiras;
* importância estrutural da percussão.
A escrita evita duplicações excessivas. Cada voz possui função própria.
A textura frequentemente opera em:
* blocos antifonais;
* linhas imitativas;
* estratificação tímbrica.
== Regência ==
O maior desafio do maestro está em:
* equilíbrio horizontal das linhas;
* transparência contrapontística;
* controle de densidade sonora;
* precisão métrica.
A obra exige regência arquitetônica, não apenas gestual.
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= II MOVIMENTO — Andantino grazioso =
O segundo movimento constitui o núcleo lírico da sinfonia.
== Caráter ==
Não há sentimentalismo romântico.
A expressão é contida, elegante e profundamente introspectiva.
A atmosfera lembra:
* coral renascentista;
* lirismo modal;
* serenidade bachiana filtrada pela modernidade.
== Escrita contrapontística ==
As vozes movem-se com independência absoluta.
Frequentemente:
* o acompanhamento possui relevância temática;
* contracantos tornam-se protagonistas;
* pequenos fragmentos se entrelaçam continuamente.
== Timbre ==
Hindemith explora:
* clarinetes em regiões médias;
* saxofones como ponte tímbrica;
* trompas como sustentação harmônica;
* madeiras em diálogos camerísticos.
O resultado é uma sonoridade quase de música de câmara ampliada.
== Fraseado ==
O fraseado deve evitar excessos românticos.
A interpretação ideal privilegia:
* fluxo contínuo;
* direção linear;
* respiração estrutural;
* clareza de vozes internas.
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= III MOVIMENTO — Fugue: Moderately broad =
O último movimento é uma monumental demonstração de arquitetura contrapontística.
== A fuga ==
O sujeito da fuga é claro, objetivo e extremamente maleável.
Hindemith demonstra:
* domínio bachiano do contraponto;
* adaptação moderna da técnica fugada;
* capacidade de expansão sinfônica da textura.
A fuga nunca soa acadêmica.
Ela possui impulso dramático contínuo.
== Desenvolvimento ==
O movimento cresce progressivamente:
* entradas sucessivas;
* acumulação de tensão;
* ampliação da massa sonora;
* intensificação rítmica.
O clímax final possui enorme imponência.
== Construção formal ==
Apesar da complexidade contrapontística, a obra mantém:
* clareza arquitetônica;
* direção inevitável;
* lógica orgânica.
Nada soa episódico.
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= A Banda Sinfônica como organismo autônomo =
A ''Symphony in B-flat'' talvez seja uma das maiores afirmações históricas da banda sinfônica como linguagem independente.
Hindemith demonstra que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* os sopros podem sustentar grande arquitetura sinfônica;
* a escrita original supera o paradigma da mera transcrição.
Nesse sentido, a obra dialoga profundamente com o pensamento defendido por Roberto Farias acerca da emancipação estética da banda sinfônica enquanto organismo artístico autônomo.
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= Desafios interpretativos =
== Para os músicos ==
* independência rítmica;
* afinação intervalar;
* leitura contrapontística;
* controle dinâmico refinado.
== Para o maestro ==
* transparência das linhas;
* equilíbrio vertical/horizontal;
* planejamento arquitetônico;
* gestão de clímax;
* compreensão estrutural profunda.
A obra não admite interpretação superficial.
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= Importância histórica =
A sinfonia de Hindemith abriu caminho para:
* Vincent Persichetti;
* Karel Husa;
* Clifton Williams;
* Alfred Reed;
* James Barnes;
* David Maslanka;
* Johan de Meij;
* e toda a moderna literatura sinfônica para banda.
Ela ajudou a redefinir definitivamente o status artístico da banda de concerto no século XX.
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= Síntese estética =
A ''Symphony in B-flat'' une:
* rigor intelectual;
* energia rítmica;
* monumentalidade arquitetônica;
* refinamento tímbrico;
* densidade contrapontística;
* modernidade sem ruptura com a tradição.
É música de construção, de pensamento estrutural e de profunda consciência sonora.
Mais do que uma obra “para banda”, ela é uma declaração estética sobre o potencial artístico da banda sinfônica moderna. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h08min de 15 de maio de 2026 (UTC)
6ompq6etaa452fnrm0g3qfa8k26f63u
182602
182601
2026-05-15T10:24:42Z
Roberto Farias Maestro
40150
/* Hammersmith de Gustav Holst, uma obra emblemática do repertório da banda sinfônica */ nova secção
182602
wikitext
text/x-wiki
== IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão ==
O IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão é uma associação cultural sem fins lucrativos idealizada para atuar como braço institucional, artístico, educacional e de preservação patrimonial da tradicional Banda Sinfônica de Cubatão, conjunto histórico fundado a partir do movimento musical iniciado pelo Maestro Roberto Farias na década de 1970.
Sua proposta é reunir, organizar e profissionalizar ações ligadas à música sinfônica para sopros e percussão, promovendo:
temporadas oficiais de concertos;
formação musical e artística;
festivais, simpósios e seminários;
intercâmbios nacionais e internacionais;
preservação da memória musical de Cubatão;
pesquisas musicológicas;
produção de espetáculos;
apoio à participação da Banda Sinfônica de Cubatão em eventos como a WASBE Conference Rio 2026;
desenvolvimento de projetos via leis de incentivo e parcerias públicas e privadas.
Dentro da concepção institucional desenvolvida pelo Maestro Roberto Farias, o IC-BASIC funciona como o eixo artístico e administrativo da atividade sinfônica cubatense, enquanto o MUSICAD Seminário Permanente de Regência atua mais fortemente no campo acadêmico e pedagógico da regência e da formação superior em música.
O instituto também nasce com a missão de:
defender a continuidade histórica da Banda Sinfônica de Cubatão;
fortalecer sua autonomia institucional após a perda da tutela pública municipal;
ampliar a valorização da banda como patrimônio cultural imaterial;
criar mecanismos permanentes de sustentabilidade artística e financeira.
Entre as áreas previstas para atuação do IC-BASIC destacam-se:
Banda Sinfônica;
Música de Câmara;
Música Antiga;
Pesquisa e Acervo;
Formação de Regentes e Compositores;
Laboratório de Composição e Transcrição;
Produção Cultural;
Ações Educacionais e Comunitárias.
A identidade do instituto busca unir:
excelência artística;
valorização da tradição bandística brasileira;
inovação estética;
inserção internacional;
impacto cultural e social em Cubatão e região.
A própria Banda Sinfônica de Cubatão possui reconhecimento histórico e cultural na cidade, tendo surgido do trabalho iniciado pelo Maestro Roberto Farias no antigo movimento da Banda Municipal Afonso Schmidt. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h06min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== MUSICAD - Seminário Permanente de Regência ==
O MUSICAD – Seminário Permanente de Regência é uma associação cultural e acadêmica idealizada e dirigida pelo maestro Roberto Farias, voltada à formação, pesquisa e difusão da arte da regência musical, com ênfase especial na regência de bandas sinfônicas, conjuntos de sopros e percussão, orquestras e práticas interpretativas contemporâneas.
A instituição é concebida como um espaço permanente de:
formação de maestros e regentes;
cursos de extensão e pós-graduação lato sensu;
masterclasses, simpósios e seminários;
pesquisa em análise musical, instrumentação e transcrição;
intercâmbio acadêmico e artístico;
produção de repertório brasileiro para banda sinfônica;
reflexão estética, filosófica e pedagógica sobre a regência.
Entre os princípios centrais do MUSICAD destacam-se:
a valorização da excelência artística;
a profissionalização da prática de banda sinfônica;
o incentivo à música brasileira contemporânea;
a integração entre tradição e inovação;
a aproximação entre prática artística e pesquisa acadêmica.
O projeto frequentemente adota a identidade institucional:
“MUSICAD – A excelência na arte da regência”
e mantém forte diálogo com universidades, festivais, instituições culturais e projetos de formação musical.
O MUSICAD também aparece associado a iniciativas como:
cursos de regência;
laboratórios de composição e transcrição;
projetos acadêmicos em parceria com instituições de ensino superior;
simpósios e congressos de música;
ações ligadas à Banda Sinfônica de Cubatão e ao IC-BASIC Instituto Cultural Banda Sinfônica de Cubatão.
Dentro de sua proposta filosófica e artística, o MUSICAD entende a regência não apenas como técnica gestual, mas como uma forma de liderança artística, pensamento musical e construção humana coletiva. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h10min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== FRASES DO MAESTRO ROBERTO FARIAS NO ÂMBITO DO MUSICAD ==
Algumas frases institucionais e conceituais atribuíveis ao pensamento artístico-pedagógico do Maestro Roberto Farias no contexto do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“Reger é a arte de induzir.”
“A técnica conduz o gesto; a consciência musical conduz a arte.”
“O regente não produz o som: ele desperta consciências sonoras.”
“A verdadeira autoridade do regente nasce do conhecimento e da escuta.”
“Toda grande interpretação começa no silêncio interior.”
“A regência é o encontro entre pensamento, emoção e organização sonora.”
“O gesto deve ser claro ao olhar e inevitável ao ouvido.”
“A excelência na arte da regência exige disciplina intelectual e sensibilidade humana.”
“A batuta não simboliza poder; simboliza responsabilidade artística.”
“A música coletiva é a mais elevada experiência de convivência humana.”
“Uma banda sinfônica não é apenas um conjunto instrumental — é um organismo cultural.”
“O regente educa quando ensaia e inspira quando interpreta.”
“A tradição não deve aprisionar a arte, mas servir de fundamento para sua evolução.”
“Toda leitura musical deve transformar-se em experiência estética.”
“O ensaio é o laboratório da interpretação.”
“A formação do regente deve unir técnica, filosofia, história e consciência estética.”
“Não há grande performance sem profundo respeito ao compositor.”
“A arte da regência consiste em transformar múltiplas individualidades em uma única intenção musical.”
“A música de banda possui grandeza estética própria e identidade artística autônoma.”
“O MUSICAD nasce do compromisso com a excelência, a reflexão e a valorização da regência.”
Frases institucionais mais voltadas à identidade do MUSICAD Seminário Permanente de Regência:
“MUSICAD — A excelência na arte da regência.”
“Formando pensamento artístico para o futuro da música.”
“Tradição, conhecimento e excelência em regência.”
“Regência como ciência, arte e consciência.”
“Um espaço permanente de reflexão sobre a arte de reger.”
“Onde a técnica encontra a estética.”
“A formação do regente além da batuta.”
“MUSICAD — excelência acadêmica e sensibilidade artística.”
E frases mais filosóficas:
“O regente é, antes de tudo, um mediador de sensibilidades.”
“Toda música possui uma arquitetura invisível que o regente deve revelar.”
“A interpretação não é imposição da vontade, mas construção de sentido.”
“A arte de reger exige equilíbrio entre racionalidade e intuição.”
“Uma grande execução musical acontece quando a técnica deixa de ser percebida e resta apenas a arte.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h13min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== REGER É A ARTE DE INDUZIR ==
“Regência é a arte de induzir.”
— Roberto Farias
Na visão do Maestro Roberto Farias, o ato de reger transcende a simples marcação métrica ou coordenação técnica de uma execução musical. O regente não “impõe” mecanicamente a música; ele induz artisticamente a realização sonora através de gestos, intenção, conhecimento estético, liderança humana e capacidade de inspirar.
A “indução” na regência manifesta-se em diferentes dimensões:
Indução sonora — o gesto conduz a qualidade do som, a articulação, a dinâmica e a expressividade;
Indução psicológica — o regente desperta confiança, concentração e envolvimento emocional dos músicos;
Indução estética — orienta a compreensão estilística da obra e sua arquitetura musical;
Indução coletiva — transforma indivíduos em organismo artístico único;
Indução filosófica — conduz o intérprete à compreensão do sentido humano e espiritual da música.
Segundo essa concepção, o verdadeiro regente não é apenas um “marcador de compassos”, mas um catalisador de energias artísticas. Sua autoridade nasce menos da imposição e mais da capacidade de convencer musicalmente através da inteligência interpretativa, da clareza gestual e da profundidade artística.
A frase também dialoga com a visão pedagógica frequentemente associada ao MUSICAD — Seminário Permanente de Regência, no qual a formação do regente envolve:
técnica;
análise musical;
psicologia da liderança;
filosofia da arte;
comunicação verbal e não verbal;
consciência estética e humanística.
Em síntese, para o Maestro Roberto Farias, reger é:
“Induzir músicos a transformar símbolo em emoção, organização sonora em arte e execução coletiva em experiência estética.” [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h17min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== PROPOSTA DE DESMILITARIZAÇÃO DAS BANDAS ESTUDANTIS ==
Proposta de “Desmilitarização” das Bandas Estudantis
Uma visão do Maestro Roberto Farias
A proposta de “desmilitarização” das bandas estudantis, defendida pelo Maestro Roberto Farias, não significa a negação da disciplina, da organização ou da tradição histórica das bandas. Trata-se, antes, de uma redefinição estética, pedagógica e artística dessas formações, aproximando-as do universo da performance musical contemporânea e da expressão cultural.
Segundo essa visão, as bandas estudantis brasileiras, historicamente influenciadas pelo modelo militar — sobretudo nos concursos e desfiles cívicos — passaram, nas últimas décadas, por profundas transformações musicais. O repertório deixou de restringir-se às marchas militares e dobrados tradicionais, incorporando obras sinfônicas, trilhas cinematográficas, música popular elaborada, repertório contemporâneo e composições originais para sopros e percussão.
Com essa mudança de linguagem musical, torna-se inadequado manter modelos excessivamente rígidos de movimentação, postura e avaliação estética baseados exclusivamente na lógica militar.
Principais fundamentos da proposta
1. Valorização da Arte acima da Rigidez Marcial
A banda estudantil deve ser compreendida prioritariamente como organismo artístico e educacional, e não como extensão de estruturas paramilitares.
A música passa a ocupar o centro da apresentação, substituindo o excesso de formalismo coreográfico.
2. Ampliação do Repertório
As novas exigências musicais incluem:
mudanças constantes de andamento;
métricas complexas (5/8, 7/8, 9/8 etc.);
fermatas e suspensões;
contrastes expressivos;
recursos cênicos e performáticos.
Esses elementos tornam incompatível a manutenção de uma movimentação rígida baseada exclusivamente na marcha militar tradicional.
3. Banda como Espetáculo Artístico
A apresentação deve assumir caráter de espetáculo musical, integrando:
interpretação artística;
expressão corporal;
teatralidade;
iluminação;
identidade visual contemporânea;
interação com o público.
A banda deixa de ser apenas “corpo de desfile” para tornar-se agente cultural.
4. Formação Humana e Sensível
A proposta busca substituir modelos excessivamente autoritários por práticas pedagógicas mais:
criativas;
colaborativas;
inclusivas;
musicalmente conscientes.
A disciplina continua existindo, mas vinculada ao compromisso artístico coletivo e não ao temor hierárquico.
5. Aproximação do Modelo de Banda Sinfônica
Roberto Farias propõe que as bandas estudantis se aproximem conceitualmente das bandas sinfônicas modernas, valorizando:
qualidade sonora;
refinamento interpretativo;
afinação;
equilíbrio tímbrico;
compreensão estética da obra.
Impactos Esperados
A proposta visa:
modernizar o movimento de bandas;
estimular maior interesse dos jovens;
elevar o nível artístico das corporações;
aproximar as bandas do ambiente cultural e acadêmico;
fortalecer a identidade musical brasileira para sopros e percussão.
Síntese Conceitual
“A banda estudantil do século XXI deve formar artistas, não apenas marchadores.
Disciplina e excelência continuam essenciais, mas agora subordinadas à expressão artística e à comunicação musical.”
— Roberto Farias [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h21min de 12 de maio de 2026 (UTC)
:Cresce de importante, em tempos atuais, o olhar artístico sobre as bandas juvenis (estudantis). Obviamente que, como dito pelo Maestro, não há uma necessidade de abandono de repertórios clássicos como Dobrados (que aliás são a marca histórica de nossas bandas). Almeja-se, por outro lado, como muito é reforçado pelo MUSICAD, que tenhamos um olhar mais aprofundado par a arte da regência e as funções amplas que o regente assume no século XXI, principalmente como formador cultural/educador musical dos participantes de bandas juvenis. O aspecto militar da disciplina se impõe para os músicos de forma orgânica se o fazer artístico for realmente enriquecedor, afinal quem não quer apresentar uma música com grau de dificuldade mais elaborado e ser desafiado a fazer o que parece muito difícil musicalmente. O prazer em alcançar o resultado artístico de alta qualidade (dentro do nível de maturidade musical em que se está) é algo surpreendente tanto para o regente, quanto para os músicos executantes. Voltando aos Dobrados, por que eles não podem ser tratados para além do aspecto funcional (conduzir a marcha), passando a administrá-los musical por outro ponto de vista. Há Dobrados que carregam em si a complexidade de obras de grande vulto estético. Isso sim, deveria ser elaborado no processo de educação musical das bandas juvenis. [[Utilizador:Tiago Teixeira Ferreira|Tiago Teixeira Ferreira]] ([[Utilizador Discussão:Tiago Teixeira Ferreira|discussão]]) 12h09min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== ROBERTO FARIAS: UM STRAVINSKYANO CONVICTO ==
O Maestro Roberto Farias: um Stravinskyano convicto
Roberto Farias pode ser definido como um ''“stravinskyano convicto”'' sobretudo pela maneira como compreende a banda sinfônica como organismo moderno, rítmico, plástico e intelectualmente ativo — muito próximo da estética de Igor Stravinsky.
Essa aproximação manifesta-se em diversos aspectos de seu pensamento artístico:
valorização do ritmo como força estruturante da música;
interesse por métricas assimétricas e pulsação irregular;
defesa da clareza arquitetônica da interpretação;
recusa do sentimentalismo excessivo;
compreensão da regência como indução energética e não mera marcação métrica;
visão da banda sinfônica como laboratório contemporâneo de timbres.
A afinidade com Stravinsky aparece especialmente na defesa que o Maestro Roberto Farias faz da modernização estética das bandas estudantis e sinfônicas. Sua proposta de “desmilitarização” das bandas aproxima-se diretamente da ruptura stravinskyana com modelos rígidos e mecanizados do fazer musical. Ao admitir repertórios com compassos 5/8, 7/8, alternâncias agógicas, fermatas e caráter cênico-espetacular, ele desloca a banda do universo exclusivamente marcial para uma dimensão artística mais sofisticada e teatral — algo profundamente coerente com obras como:
Symphonies of Wind Instruments
The Rite of Spring
L'Histoire du soldat
Há também uma afinidade filosófica. Stravinsky defendia disciplina intelectual, precisão e objetividade sonora. Roberto Farias frequentemente trata a regência não como exibição emocional, mas como organização consciente da energia musical coletiva. Sua máxima:
“Reger é a arte de induzir”
dialoga fortemente com a concepção stravinskyana do regente como organizador de tensões, planos sonoros e impulsos rítmicos.
Além disso, o interesse do Maestro Roberto Farias por:
análise estrutural;
instrumentação para sopros;
repertório contemporâneo;
transparência tímbrica;
construção de identidade moderna para bandas sinfônicas,
aproxima-o muito mais da linhagem Stravinsky–Hindemith–Holst do que da tradição romântica tardia baseada apenas em expansão emocional.
Pode-se dizer, portanto, que o “stravinskyanismo” de Roberto Farias não é mera preferência repertorial, mas uma postura estética e pedagógica:
a defesa da banda sinfônica como espaço de modernidade artística, sofisticação rítmica e inteligência sonora. [[Especial:Contribuições/~2026-28546-67|~2026-28546-67]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28546-67|discussão]]) 03h25min de 12 de maio de 2026 (UTC)
== O Triangulo, o instrumento mais importante da Orquestra ==
“Todos são importantes numa orquestra, do triângulo ao 1º violino. Todos são peças de uma mesma engrenagem.”
O impacto da afirmação do Maestro Roberto Farias reside justamente na quebra de uma hierarquia tradicionalmente cristalizada no imaginário musical. Ao declarar que “o instrumento mais importante da orquestra é o triângulo”, ele não diminui o papel do 1º violino, mas desloca o foco da ideia de prestígio para a ideia de responsabilidade coletiva.
A justificativa apresentada é profundamente pedagógica e musical. O 1º violino, embora exerça função de liderança dentro do naipe das cordas e da própria orquestra, atua cercado por outros músicos que compartilham a mesma linha musical. Um eventual erro isolado — como a troca de um si bemol por um si natural — pode até ser percebido por colegas próximos ou pelo maestro, dependendo do contexto sonoro, mas muitas vezes passará despercebido ao público.
Já o triângulo ocupa uma condição completamente distinta. Trata-se de um instrumento de extrema exposição tímbrica. Seu som metálico e brilhante corta a massa orquestral inteira. Em muitas obras, o percussionista permanece dezenas ou até centenas de compassos em silêncio, enfrentando mudanças métricas, alterações de andamento, fermatas, rubatos e transições complexas. Basta um instante de distração para que a entrada aconteça um ou dois tempos antes, ou um compasso depois, comprometendo imediatamente a estrutura perceptiva da obra.
E justamente por ser um instrumento tão exposto, o erro torna-se público e evidente. Numa obra conhecida, a plateia percebe instantaneamente a quebra do fluxo musical. É nesse ponto que a reflexão do maestro ganha força filosófica: a importância de um músico não está na quantidade de notas que executa, nem no status histórico do instrumento, mas na função estrutural que desempenha dentro do organismo sonoro.
A metáfora extrapola a música e alcança dimensões humanas e institucionais. Dentro de uma orquestra — como dentro de qualquer sociedade — não existem funções pequenas. Há funções diferentes, todas indispensáveis ao equilíbrio do conjunto. O triângulo passa então a simbolizar o músico aparentemente “secundário”, mas cuja precisão, consciência e responsabilidade podem sustentar ou comprometer um momento decisivo da obra.
A ideia sintetiza uma visão artística frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias: a orquestra como organismo coletivo, onde excelência não significa protagonismo individual, mas integração consciente entre todas as partes [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h26min de 13 de maio de 2026 (UTC)
:Excelente reflexão, Maestro! Ao que tudo indica, há uma "sociologia" dos instrumentos musicais também, considerando a importância, significado cultural e histórico que foram dados a eles ao longo dos tempos. Inverter esse ponto de vista, como o Sr propõe sumariamente no texto, é olhar com olhos do século XXI. Como dizia Saramago, é preciso sair da ilha para ver a ilha. [[Especial:Contribuições/~2026-28739-26|~2026-28739-26]] ([[Utilizador Discussão:~2026-28739-26|discussão]]) 11h54min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen ==
A Regência na visão de Elizabeth Green e Hermann Scherchen
A visão da regência em Elizabeth A. H. Green e Hermann Scherchen representa dois polos complementares da arte do maestro: de um lado, a objetividade técnica e pedagógica; de outro, a dimensão filosófica, expressiva e quase transcendental da interpretação musical.
Elisabeth Green — A técnica clara e funcional
The Modern Conductor tornou-se uma das obras pedagógicas mais importantes da regência moderna, especialmente nos Estados Unidos. Green organiza a regência como uma disciplina técnica racional, sistemática e objetiva.
Princípios fundamentais de Green
Clareza gestual absoluta
O gesto do regente deve ser compreendido instantaneamente pelo músico. O movimento precisa indicar:
pulso;
dinâmica;
caráter;
articulação;
entradas e cortes.
Economia de movimento
O gesto não deve ser teatral ou excessivo. Cada movimento precisa ter função musical.
Precisão métrica
Elisabeth Green enfatiza os diagramas tradicionais de compasso e a estabilidade do ictus.
Exemplo de organização métrica: 7/4 (4+3) e 7/4 (3+4)
Na visão de Green, o compasso deve ser “sentido” corporalmente e transmitido com absoluta regularidade.
Preparação (prep beat)
A anacruse gestual é essencial:
respiração;
intenção;
tempo;
caráter.
O gesto preparatório já “faz soar” a música antes do primeiro ataque.
Independência das mãos
A mão direita normalmente define:
tempo;
subdivisão;
estabilidade rítmica.
A mão esquerda:
fraseado;
dinâmica;
expressão;
equilíbrio.
Filosofia implícita
Para Green, o regente é:
“um comunicador técnico-musical”.
O maestro existe para tornar a execução:
segura;
coesa;
eficiente;
musicalmente inteligível.
Há forte influência do ambiente das:
bandas;
orquestras acadêmicas;
universidades norte-americanas.
Seu pensamento é extremamente útil para:
formação inicial;
bandas sinfônicas;
orquestras jovens;
pedagogia da regência.
Hermann Scherchen — O regente como criador espiritual
Já Handbook of Conducting apresenta uma visão muito mais filosófica, psicológica e artística da regência.
Para Scherchen, reger não é apenas marcar compassos:
é revelar a essência interior da música.
Princípios fundamentais de Scherchen
A música acima da mecânica
Scherchen criticava a regência meramente “metronômica”.
O gesto não deve apenas indicar:
pulsação;
entradas;
dinâmica.
Ele deve transmitir:
tensão;
arquitetura;
energia;
densidade emocional;
direção espiritual da obra.
O regente como intérprete intelectual
Na visão de Scherchen:
o maestro precisa compreender profundamente:
forma;
harmonia;
contraponto;
estrutura;
estética;
contexto filosófico da obra.
A regência nasce do pensamento musical.
Elasticidade do tempo
Ao contrário da rigidez excessiva:
o tempo musical é orgânico;
flexível;
respirado.
O rubato e a agógica são partes essenciais da interpretação.
O gesto como energia
Para Scherchen:
o gesto possui força psicológica;
transmite vontade musical;
influencia emocionalmente a orquestra.
O maestro não “manda”:
ele induz.
Essa ideia aproxima-se profundamente da concepção frequentemente associada ao pensamento do Maestro Roberto Farias:
“Reger é a arte de induzir.”
Dimensão humana e coletiva
Scherchen via a orquestra como:
organismo vivo;
coletivo pensante;
comunidade sonora.
O maestro não deveria ser um tirano, mas:
um catalisador artístico.
Comparação entre Green e Scherchen
Elisabeth Green Hermann Scherchen
Técnica objetiva Filosofia interpretativa
Clareza gestual Expressividade profunda
Precisão métrica Flexibilidade agógica
Pedagogia sistemática Reflexão estética
Regência funcional Regência transcendental
Ênfase na comunicação visual Ênfase na energia musical
Método acadêmico Pensamento artístico-humanista
Convergências
Apesar das diferenças, ambos concordam que:
o gesto deve nascer da música;
a técnica nunca é um fim em si;
o regente precisa dominar profundamente a partitura;
a comunicação com o conjunto é essencial;
reger exige síntese entre intelecto e sensibilidade.
Síntese contemporânea
A regência moderna normalmente procura unir:
a clareza técnica de Green;
a profundidade interpretativa de Scherchen.
Em outras palavras:
técnica sem expressão produz mecanização;
expressão sem técnica produz confusão.
O grande maestro é aquele capaz de transformar:
análise;
gesto;
emoção;
liderança;
sonoridade
num único fenômeno artístico vivo. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 11h35min de 13 de maio de 2026 (UTC)
== A BANDA SINFÔNICA COMO ORGANISMO ARTÍSTICO AUTÔNOMO ==
'''A Banda Sinfônica como Organismo Artístico Autônomo'''
Pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias
A banda sinfônica, durante muito tempo, viveu à sombra da orquestra sinfônica, sobretudo no que diz respeito ao repertório. Durante décadas, abasteceu-se de arranjos, transcrições e adaptações de obras originalmente concebidas para orquestra: aberturas de ópera, suítes, movimentos de sinfonias, valsas, polcas e outras peças que, embora dialogassem com gêneros populares, passaram a integrar o universo da chamada música clássica — como é o caso das célebres valsas vienenses.
Entretanto, a partir do século XX, esse extraordinário organismo instrumental de sopros e percussão passou a ganhar vida própria. A banda sinfônica consolidou-se como uma formação autônoma, dotada de identidade sonora, repertório específico, linguagem própria e grande flexibilidade artística.
Diferentemente da orquestra sinfônica, cuja constituição instrumental é mais fixa e cuja atuação geralmente depende de salas apropriadas, condições acústicas controladas e maior proteção contra as variações climáticas, a banda sinfônica apresenta maior adaptabilidade. Sua potência sonora permite atuações em espaços abertos, muitas vezes prescindindo de amplificação, além de suportar com maior eficiência determinadas condições ambientais.
Hoje, a banda sinfônica é detentora de vasto repertório original, composto especificamente para o grande conjunto de sopros e percussão. Ao mesmo tempo, apropria-se de maneira eficaz de parte significativa do repertório orquestral por meio de transcrições consagradas. O movimento inverso — da banda para a orquestra — ocorre em escala muito menor, embora existam exemplos relevantes.
Podem ser citados casos emblemáticos como a Sinfonia Fúnebre e Triunfal, de Hector Berlioz, originalmente concebida para grande conjunto de sopros e percussão, com cordas opcionais; as Suítes para Banda Militar, de Gustav Holst; e o Tema e Variações Op. 43A, de Arnold Schoenberg, escrito para banda, cuja versão Op. 43B foi destinada à orquestra sem alteração estrutural significativa. Também Aaron Copland e outros compositores contribuíram para essa afirmação da banda sinfônica como organismo artístico de primeira grandeza.
Outro aspecto fundamental é o caráter pedagógico da banda sinfônica. Por ser um organismo cujo desenvolvimento pleno se dá sobretudo a partir do século XX, seu repertório passou a ser organizado em níveis de dificuldade, sem que isso implique perda de interesse artístico. Essa característica possibilita o acesso progressivo de instrumentistas em formação ao universo dos sopros e da percussão, cumprindo simultaneamente uma função didática, pedagógica e artística.
Na orquestra sinfônica, essa gradação ocorre em menor escala. Muitas vezes, a formação inicial de jovens músicos recorre a versões facilitadas, arranjos e adaptações de obras consagradas, o que nem sempre contribui de modo efetivo para uma futura carreira musical em nível profissional.
Na banda sinfônica, por outro lado, desde os primeiros estágios, instrumentos como glockenspiel, xilofone, vibrafone, marimba e campanas já podem estar presentes, naturalmente em grau compatível com o desenvolvimento técnico dos instrumentistas. Isso amplia a vivência musical dos jovens músicos e favorece uma formação mais abrangente no campo dos sopros e da percussão.
Não se trata, portanto, de estabelecer uma hierarquia entre banda sinfônica e orquestra sinfônica, nem de desconsiderar a importância de um ou outro organismo. Trata-se, antes, de compreender adequadamente suas naturezas, funções, potencialidades e especificidades dentro do universo instrumental.
O pensamento defendido pelo Maestro Roberto Farias aponta justamente para essa necessidade: reconhecer a banda sinfônica não como uma formação secundária ou derivada da orquestra, mas como um organismo artístico autônomo, historicamente legítimo, pedagogicamente relevante e esteticamente pleno. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 02h14min de 14 de maio de 2026 (UTC)
== A orquestração de Berlioz na Sinfonia Fantástica, por Roberto Farias ==
A orquestração de Berlioz na ''Sinfonia Fantástica'' não apenas seguiu os padrões, como revolucionou completamente o papel da orquestra, sendo considerada o marco zero da instrumentação moderna.
Aqui estão as principais inovações que romperam com a tradição de 1830:
1. Tamanho e Variedade do Efetivo
Enquanto as orquestras da época eram menores e mais padronizadas, Berlioz exigiu um contingente massivo (mais de 90 músicos) e instrumentos raros para a sala de concerto:
* Ophicleides e Tubas: Introduziu metais graves potentes para dar um peso "infernal" ao ''Dies Irae''.
* Corno Inglês: Usado no terceiro movimento para criar uma atmosfera bucólica e melancólica, dialogando com o oboé (que toca fora do palco).
* Harpa: O uso de duas harpas no segundo movimento ("Um Baile") foi uma inovação luxuosa, já que o instrumento era restrito à ópera.
2. Timbres e Efeitos Estendidos
Berlioz tratou o timbre como um elemento tão importante quanto a melodia ou a harmonia:
* Col Legno: No quinto movimento, as cordas batem na madeira do arco para imitar o som de ossos batendo (esqueletos dançando). Isso era inédito em uma sinfonia.
* Sinos de Igreja: O uso de sinos reais em cena (ou chapas de metal) para o funeral parodiado.
* Tímpanos afinados: No terceiro movimento, ele usa quatro timpanistas para criar o som de um trovão distante, explorando a afinação precisa para gerar acordes na percussão.
3. A Orquestra como Narradora
A maior inovação foi usar a instrumentação para "pintar" a cena (pintura sonora):
* O Clarinete em Mib: No final, a ''idée fixe'' (o tema da amada) é tocada por um clarinete pequeno, que tem um som estridente e ácido, transformando a amada em uma bruxa vulgar.
* Espacialização: Colocar o oboé fora do palco para simular o eco de um pastor nas montanhas.
Berlioz publicou anos depois o seu ''Tratado de Instrumentação'', que se tornou a "bíblia" para compositores como Wagner, Mahler e Strauss. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h44min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Dies Irae na Sinfonia Fantástica de Berlioz ==
O uso do ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Dies+Irae&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAQ Dies Irae]'' no quinto movimento ("Sonho de uma Noite de Sabá") da ''[https://www.google.com/search?hl=pt-BR&ram_mb=5659&aos=16&csuir=1&cct=7778&aep=16&mstk=AUtExfBWWcZg9ZWsAkAtluDBtMiAPShYR7HotQJ3bI4dMTzXRixcaAe8vl-lznE24f6WSeKQw2yvmTv8uVgZgXIo4dtVz_4Ad_b7e_EWe0N3Z6GwBdI4-zhS-1Idj2iqn0LHag711B5sv2Bh6KXarsh2VxxA940iazU4vsYpoqRmjtwHYUWGwoPTEjyNB1gi-YiWKjbfVLioyUmp3Rm6B_OR_xDtgOcdd4vQQn_MYkFMyl_VYdWZ24fTu-gtIeohL1rBe32agl6ckS8z4yIayPAiKMlsTubiIPlFEGLYmiaY2MbYMSkjqzU2efNlqtwBAe4WmWWNsUnNXQyeoQ&qsubts=1778827225895&cs=1&q=Sinfonia+Fant%C3%A1stica&agsai=F6r_2Pq5PJA&padt=54&gs_lp=Eg1nc2EtZ29vZ2xlYXBwGgIYACIAKhQICRAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBCTIOCAAQIxgnGOoCKAGYAQAyDggBECMYJxjqAigBmAEBMg4IAhAjGCcY6gIoAZgBAjIOCAMQIxgnGOoCKAGYAQMyIwgEEC4YJxivARjHARjqAigBag0vZy8xMWJ6d255dnZ6mAEEMg4IBRAjGCcY6gIoAZgBBTIOCAYQIxgnGOoCKAGYAQYyEQgHECMYJxjqAhjwBSgBmAEHMhEICBAjGCcY6gIYngYoAZgBCDIUCAkQIxgnGOoCGPAFGJ4GKAGYAQkyDggKECMYJxjqAigBmAEKMg4ICxAjGCcY6gIoAZgBCzIRCAwQIxgnGMkCGOoCKAGYAQwyDggNECMYJxjqAigBmAENMg4IDhAjGCcY6gIoAZgBDjIOCA8QIxgnGOoCKAGYAQ8yDggQECMYJxjqAigBmAEQMg4IERAjGCcY6gIoAZgBETIOCBIQIxgnGOoCKAGYARIyHQgTEC4YJxjqAigBag0vZy8xMWM2dDkyanQ2mAETMg4IFBAjGCcY6gIoAZgBFDIUCBUQIxgnGMkCGOoCGPAFKAGYARUyDggWECMYJxjqAigBmAEWMiIIFxAuGCcYrwEYxwEY6gIoAWoML2cvMXE2OXN4Nnc0mAEXMhQIGBAjGCcY6gIY8AUYngYoAZgBGDIhCBkQLhgnGK8BGMcBGOoCKAFqCy9nLzF0ZzJmbHg0mAEZMg4IGhAjGCcY6gIoAZgBGjIOCBsQIxgnGOoCKAGYARsyDggcECMYJxjqAigBmAEcMg4IHRAjGCcY6gIoAZgBHTIUCB4QABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAR4yIwgfEC4YAxiPARi0AhjqAigBag0vZy8xMXNndnc1MHJ4mAEfMhQIIBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIDIUCCEQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASEyFAgiEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEiMhQIIxAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBIzIUCCQQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASQyFAglEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAElMhQIJhAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBJjIUCCcQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYAScyFAgoEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAEoMhQIKRAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBKTIUCCoQABgDGI8BGLQCGOoCKAGYASoyFAgrEAAYAxiPARi0AhjqAigBmAErMhQILBAAGAMYjwEYtAIY6gIoAZgBLEABSPrfAVAAWABgAYgBAJgBAKABAKoBALABALgBAZgCAaACkwGoAi2wAgHSAgtodndVa0hXNFV4UZgDkwGgA6kBsAQAuAQAwgQA0AQAggUICAEQACgAMA_xBR4qyWKQAwwugAYCkgcDMGoxmAcBoAcA&rdid=c627064c-8b40-4357-915d-afa80e804701&client=ms-android-samsung-rvo1&mtid=dRf5aY-rEYiI4dUPo-7iqQM&csui=3&ved=2ahUKEwj14bLn17qUAxWrIrkGHQ16KUIQgK4QeggIAggACBQQAg Sinfonia Fantástica]'' (1830) de Hector Berlioz é um dos momentos mais icônicos da música romântica, transformando um canto fúnebre medieval em uma paródia grotesca e diabólica.
Aqui está uma análise detalhada dessa seção:
1. Contexto Narrativo
No quinto movimento, o artista (protagonista da sinfonia) envenenado por ópio sonha que está no seu próprio funeral, cercado por fantasmas, feiticeiros e monstros em um Sabá de bruxas. O ''Dies Irae'' (Dia da Ira), tradicional canto fúnebre da Missa dos Mortos, é introduzido para simbolizar a morte e o juízo final, mas de forma parodiada.
A harmonia na ''Sinfonia Fantástica'' é conduzida por uma abordagem experimental e dramática que rompeu com as normas estritas do Classicismo, priorizando a expressão da narrativa (o "programa") sobre as regras tradicionais.
Aqui estão os pontos principais da condução harmônica:
* Uso Dramático do Cromatismo: Berlioz utiliza amplamente o cromatismo para gerar tensão e instabilidade emocional, refletindo o estado psicológico do protagonista. Isso é evidente no primeiro movimento, onde a harmonia "flutua" para representar os delírios e paixões do artista.
* Progressões e Acordes Incomuns: Para a época, a obra apresentava progressões harmônicas consideradas "monstruosas" ou bizarras por críticos conservadores. Berlioz frequentemente utilizava acordes de sétima e diminutos de formas não convencionais para criar atmosferas sombrias ou surpresas bruscas.
* Relações de Tonalidade Expandidas: Embora a obra mantenha centros tonais (como Dó Maior no primeiro movimento), as modulações são frequentes e, por vezes, abruptas para sublinhar mudanças repentinas na história, como a interrupção da valsa pela ''idée fixe'' no segundo movimento.
* Texturas Polifônicas e Choques Harmônicos: No quinto movimento, Berlioz sobrepõe diferentes temas (como o ''Dies Irae'' e a ''Dança das Bruxas'') em uma polifonia imitativa que gera choques harmônicos propositais, evocando o caos do Sabá.
* Unificação via Ideia Fixa: A harmonia é muitas vezes subordinada à ''idée fixe'' (o tema da amada). Conforme esse tema se transforma melodicamente em cada movimento, o acompanhamento harmônico ao seu redor também muda — de um suporte lírico e nobre para uma harmonia vulgar e distorcida no final.
Na época da estreia (1830), Berlioz escreveu a obra em um período de transição tecnológica. Ele utilizou uma combinação de ambos, mas com estratégias específicas para cada grupo:
* Trompas: Berlioz utilizou trompas naturais (sem válvulas). Para conseguir tocar em diferentes tonalidades, os músicos precisavam trocar os "corpos de substituição" (''crooks'') e usar a técnica de "mão fechada" na campana para obter notas cromáticas. No entanto, ele inovava ao pedir quatro trompas em tons diferentes simultaneamente, o que permitia que a orquestra tivesse acesso a uma gama maior de notas abertas e sonoras.
* Trompetes e Cornetas: Aqui está a grande diferença. Ele usou dois tipos de instrumentos de metal agudo:
*# Trompetes Naturais: Dois trompetes tradicionais, limitados à série harmônica.
*# Cornetas a Pistão (''Cornets à pistons''): Berlioz foi um dos primeiros a introduzir este novo instrumento, que já possuía válvulas (pistões). Elas eram totalmente cromáticas e ágeis, permitindo que ele escrevesse melodias complexas que os trompetes naturais não conseguiam executar. [[https://www.facebook.com/corpomusicalpmesp/videos/b-o-a-t-a-r-d-es%C3%A9rie-instrumentos-musicais-trompetedentre-os-instrumentos-da-fam/346430623271603/?locale=sw_KE 1]]
Essa mistura permitia a Berlioz manter o brilho heroico dos instrumentos naturais enquanto aproveitava a flexibilidade melódica das novas cornetas, algo que se tornou uma marca registrada da sua sonoridade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 06h58min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Grande Sinfonia Funebre e Triunfal de Berlioz e sua importância no repertório da banda sinfônica ==
A Grande Sinfonia Fúnebre e Triunfal (''Grande symphonie funèbre et triomphale'', Op. 15), composta em 1840, <mark>é a quarta e última sinfonia de Hector Berlioz e se estabeleceu como um dos marcos fundadores mais importantes de todo o repertório de banda sinfônica moderna</mark>. [[https://translate.google.com/translate?u=https://en.wikipedia.org/wiki/Grande_Symphonie_fun%25C3%25A8bre_et_triomphale&hl=pt&sl=en&tl=pt&client=sge 1]
Ao contrário de suas sinfonias anteriores, esta obra foi encomendada pelo governo francês para celebrar o décimo aniversário da Revolução de Julho de 1830. Ela foi projetada especificamente para ser executada ao ar livre por uma monumental banda militar de 200 músicos. [
A importância histórica e artística da obra reside nos seguintes pontos:
1. Estrutura e Inovação Musical
A sinfonia quebra o molde orquestral tradicional ao transferir o peso da forma "sinfonia" inteiramente para os instrumentos de sopro e percussão:
* Movimento I: ''Marche funèbre'' (Marcha Fúnebre): Uma procissão melancólica e grandiosa em Fá menor que conduz a estrutura com extrema solenidade harmônica.
* Movimento II: ''Oraison funèbre'' (Oração Fúnebre): Berlioz substitui a voz humana por um trombone tenor solo. O instrumento atua como um orador discursando em memória dos heróis mortos, um uso solístico totalmente inovador para a época.
* Movimento III: ''Apothéose'' (Apoteose): Uma marcha triunfal brilhante em Si bemol maior. Posteriormente, Berlioz adicionou um coro e seções de cordas opcionais para apresentações em salas de concerto.
2. Importância para o Repertório de Banda Sinfônica
Antes do século XIX, a música para conjuntos de sopros era predominantemente utilitária (marchas militares curtas, hinos ou transcrições de óperas). A obra de Berlioz mudou esse paradigma:
* Pioneirismo na Forma Séria: É um dos primeiríssimos exemplos de uma sinfonia de grandes proporções intelectuais e estruturais escrita originalmente para instrumentos de sopro. Ela provou que a banda militar poderia atingir o mesmo status artístico e expressivo de uma orquestra sinfônica tradicional.
* Aclamação de Grandes Compositores: Richard Wagner assistiu a uma das execuções em Paris e declarou a Robert Schumann que os trechos do último movimento eram tão "magníficos e sublimes que nunca poderão ser superados". Wagner admitiu que a obra influenciou diretamente sua abordagem para instrumentos de metal.
* Resgate e Consolidação Moderna: No século XX, o maestro e compositor Richard Franko Goldman realizou uma readaptação moderna da partitura. Esse resgate transformou a obra em um pilar obrigatório e definitivo no repertório das principais bandas sinfônicas e ''wind ensembles'' universitários do mundo.
* Expansão da Instrumentação: A partitura exige uma paleta tímbrica massiva, incluindo dezenas de clarinetes (incluindo em Mi bemol e baixos), oboés, fagotes, e o uso de instrumentos hoje substituídos por tubas, como os antigos oficleides. Ela pavimentou o caminho para que compositores posteriores (como Holst, Hindemith e Schoenberg) escrevessem diretamente para essa formação.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h12min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A presença do oficleide e sarrussofone na instrumentação da banda sinfônica ==
Presença no Repertório AtualHoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (performance informada).Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
* tanta tração devido à concorrência direta com o saxofone, o sarrussofone contrabaixo tornou-se extremamente popular em bandas sinfônicas francesas, italianas e espanholas, servindo como a fundação grave da seção de palhetas.
* Declínio: Apesar de sua excelente projeção ao ar livre, o sarrussofone pecava no refinamento tímbrico necessário para salas de concerto fechadas. À medida que as bandas militares evoluíram para o formato de concerto das bandas sinfônicas modernas, os compositores passaram a preferir o contrafagote e o clarinete contrabaixo, que ofereciam uma sonoridade mais aveludada e precisa. Presença no Repertório Atual Hoje em dia, o oficleide e o sarrussofone são considerados instrumentos históricos. Nas raras ocasiões em que são utilizados, cumprem um papel de reconstrução histórica (''performance informada''). Nas edições e performances modernas das obras de Berlioz, Sousa ou Florent Schmitt por bandas sinfônicas, as partes desses instrumentos são universalmente substituídas:
** As linhas de oficleide são executadas por tubas ou bombardinos.
** As linhas de sarrussofone são cobertas pelo contrafagote ou pelo saxofone barítono/baixo.
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h22min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A tuba tenor e o euphonium são o mesmo intrumento? ==
<mark>Sim, na prática musical moderna o termo "tuba tenor" e o "euphonium" (popularmente conhecido no Brasil como bombardino) referem-se ao mesmo instrumento</mark>. No entanto, há nuances históricas e de nomenclatura que diferenciam a classificação técnica do nome comercial do instrumento.
Aqui estão os pontos para compreender essa relação:
1. Classificação Técnica vs. Nome Popular
* Tuba Tenor: É a classificação científica e técnica do instrumento dentro da árvore genealógica dos metais graves. Assim como a família das tubas possui a tuba contrabaixo (em Si bemol ou Dó) e a tuba baixo (em Mi bemol ou Fá), o euphonium é o membro tenor dessa mesma família.
* Euphonium / Bombardino: São os nomes comerciais e populares mais utilizados no dia a dia por músicos, construtores e partituras.
2. Sutil Distinção Histórica nas Orquestras
Historicamente, o termo "tuba tenor" foi por vezes associado a variações específicas exigidas por compositores europeus:
* Modelo de Válvulas Rotativas: No repertório orquestral clássico (como nas obras de Richard Strauss ou Gustav Mahler), o termo ''tuba tenor'' frequentemente designava um instrumento construído em formato oval com chaves rotativas, muito comum na Alemanha.
* O Euphonium Padrão: Refere-se ao design britânico/americano mais comum hoje, com pistões verticais e calibre cônico largo, que acabou padronizando o mercado mundial.
3. Características Compartilhadas
Independentemente do nome utilizado na partitura, ambos os termos compartilham exatamente os mesmos fundamentos estruturais:
* Afinação: Ambos são tradicionalmente afinados em Si bemol (\(B\flat\)), soando uma oitava acima da tuba contrabaixo tradicional e na mesma extensão do trombone.
* Calibre Cônico: Possuem o tubo que se expande gradualmente desde o bocal até a campana, o que confere ao instrumento o seu som característico "aveludado", escuro e redondo. O Grande Alerta de Confusão: O "Tenor Horn" Britânico. É preciso ter muito cuidado com a tradução literal:
** O Tenorhorn (junto, termo alemão) é o instrumento em Si bemol descrito acima.
** O Tenor Horn (separado, termo britânico usado em ''Brass Bands'') é um instrumento completamente diferente, afinado em Mi bemol (\(E\flat\)), que nas Américas e no resto da Europa é chamado de Alto Horn (Trompa Alto).
[[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 07h43min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== A Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith, um marco do repertório da banda sinfônics ==
Uma visão análitica da Symphony in B-flat for concert band by Paul Hindemith
A Symphony in B-flat for Concert Band, composta por Paul Hindemith em 1951, representa um dos grandes marcos da literatura original para banda sinfônica no século XX. Escrita para a U.S. Army Band “Pershing’s Own”, a obra consolidou definitivamente a banda de concerto como organismo artístico autônomo, dotado de linguagem própria, profundidade estrutural e sofisticação tímbrica comparável à da grande orquestra sinfônica.
== Contexto histórico e estético ==
Hindemith já era reconhecido como um dos grandes arquitetos da escrita contrapontística moderna quando recebeu o convite para compor uma obra de grande porte para banda. Até então, grande parte do repertório das bandas sinfônicas era constituído de transcrições orquestrais, marchas e música funcional. A ''Symphony in B-flat'' surge como afirmação estética: a banda não precisava mais viver à sombra da orquestra.
A obra sintetiza características fundamentais do pensamento hindemithiano:
* contraponto linear;
* independência das vozes;
* clareza formal;
* tonalidade expandida;
* forte lógica motívica;
* exploração orgânica das famílias instrumentais.
Mais do que uma “sinfonia para banda”, trata-se de uma obra genuinamente concebida a partir da identidade sonora dos sopros e percussão.
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= Estrutura Geral =
A obra divide-se em três movimentos:
# Moderately fast
# Andantino grazioso
# Fugue: Moderately broad
Cada movimento possui identidade própria, mas todos derivam de células motívicas interligadas, numa concepção cíclica típica de Hindemith.
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= I MOVIMENTO — Moderately Fast =
== Forma ==
O primeiro movimento aproxima-se de uma forma-sonata livre.
=== Elementos principais: ===
* exposição de material motívico compacto;
* desenvolvimento contrapontístico intenso;
* reexposição transformada;
* forte unidade rítmica.
== Aspectos motívicos ==
O material principal nasce de intervalos simples — quartas, quintas e movimentos conjuntos — algo muito típico da escrita hindemithiana.
O motivo inicial funciona como “DNA” estrutural da obra.
A sensação melódica não depende de lirismo romântico, mas de:
* direção intervalar;
* tensão linear;
* articulação rítmica.
== Harmonia ==
Hindemith evita funcionalismo tonal tradicional.
A obra gravita em torno de Si bemol, mas utiliza:
* polaridade intervalar;
* sobreposição modal;
* acordes quartais;
* dissonâncias controladas.
O centro tonal é perceptível mais pela gravitação sonora do que por cadências clássicas.
== Orquestração ==
Aqui está um dos maiores méritos da obra.
Hindemith compreende profundamente:
* projeção sonora dos metais;
* elasticidade dos saxofones;
* função conectiva das madeiras;
* importância estrutural da percussão.
A escrita evita duplicações excessivas. Cada voz possui função própria.
A textura frequentemente opera em:
* blocos antifonais;
* linhas imitativas;
* estratificação tímbrica.
== Regência ==
O maior desafio do maestro está em:
* equilíbrio horizontal das linhas;
* transparência contrapontística;
* controle de densidade sonora;
* precisão métrica.
A obra exige regência arquitetônica, não apenas gestual.
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= II MOVIMENTO — Andantino grazioso =
O segundo movimento constitui o núcleo lírico da sinfonia.
== Caráter ==
Não há sentimentalismo romântico.
A expressão é contida, elegante e profundamente introspectiva.
A atmosfera lembra:
* coral renascentista;
* lirismo modal;
* serenidade bachiana filtrada pela modernidade.
== Escrita contrapontística ==
As vozes movem-se com independência absoluta.
Frequentemente:
* o acompanhamento possui relevância temática;
* contracantos tornam-se protagonistas;
* pequenos fragmentos se entrelaçam continuamente.
== Timbre ==
Hindemith explora:
* clarinetes em regiões médias;
* saxofones como ponte tímbrica;
* trompas como sustentação harmônica;
* madeiras em diálogos camerísticos.
O resultado é uma sonoridade quase de música de câmara ampliada.
== Fraseado ==
O fraseado deve evitar excessos românticos.
A interpretação ideal privilegia:
* fluxo contínuo;
* direção linear;
* respiração estrutural;
* clareza de vozes internas.
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= III MOVIMENTO — Fugue: Moderately broad =
O último movimento é uma monumental demonstração de arquitetura contrapontística.
== A fuga ==
O sujeito da fuga é claro, objetivo e extremamente maleável.
Hindemith demonstra:
* domínio bachiano do contraponto;
* adaptação moderna da técnica fugada;
* capacidade de expansão sinfônica da textura.
A fuga nunca soa acadêmica.
Ela possui impulso dramático contínuo.
== Desenvolvimento ==
O movimento cresce progressivamente:
* entradas sucessivas;
* acumulação de tensão;
* ampliação da massa sonora;
* intensificação rítmica.
O clímax final possui enorme imponência.
== Construção formal ==
Apesar da complexidade contrapontística, a obra mantém:
* clareza arquitetônica;
* direção inevitável;
* lógica orgânica.
Nada soa episódico.
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= A Banda Sinfônica como organismo autônomo =
A ''Symphony in B-flat'' talvez seja uma das maiores afirmações históricas da banda sinfônica como linguagem independente.
Hindemith demonstra que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* os sopros podem sustentar grande arquitetura sinfônica;
* a escrita original supera o paradigma da mera transcrição.
Nesse sentido, a obra dialoga profundamente com o pensamento defendido por Roberto Farias acerca da emancipação estética da banda sinfônica enquanto organismo artístico autônomo.
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= Desafios interpretativos =
== Para os músicos ==
* independência rítmica;
* afinação intervalar;
* leitura contrapontística;
* controle dinâmico refinado.
== Para o maestro ==
* transparência das linhas;
* equilíbrio vertical/horizontal;
* planejamento arquitetônico;
* gestão de clímax;
* compreensão estrutural profunda.
A obra não admite interpretação superficial.
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= Importância histórica =
A sinfonia de Hindemith abriu caminho para:
* Vincent Persichetti;
* Karel Husa;
* Clifton Williams;
* Alfred Reed;
* James Barnes;
* David Maslanka;
* Johan de Meij;
* e toda a moderna literatura sinfônica para banda.
Ela ajudou a redefinir definitivamente o status artístico da banda de concerto no século XX.
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= Síntese estética =
A ''Symphony in B-flat'' une:
* rigor intelectual;
* energia rítmica;
* monumentalidade arquitetônica;
* refinamento tímbrico;
* densidade contrapontística;
* modernidade sem ruptura com a tradição.
É música de construção, de pensamento estrutural e de profunda consciência sonora.
Mais do que uma obra “para banda”, ela é uma declaração estética sobre o potencial artístico da banda sinfônica moderna. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h08min de 15 de maio de 2026 (UTC)
== Hammersmith de Gustav Holst, uma obra emblemática do repertório da banda sinfônica ==
Ao lado da ''Sinfonia em Si bemol'', de Paul Hindemith, ''Hammersmith: Prelude and Scherzo'', de Gustav Holst, ocupa lugar de destaque entre as obras mais emblemáticas do repertório original para banda sinfônica, pela densidade de sua linguagem, pela sofisticação formal e pelo tratamento altamente expressivo dos sopros e da percussão.
Hammersmith, de Gustav Holst, e a Sinfonia em Si bemol para Banda de Concerto, de Paul Hindemith, figuram entre as obras mais icônicas do repertório da banda sinfônica.
Ambas representam um marco de emancipação artística do gênero: deixam de tratar a banda apenas como veículo de transcrições orquestrais e afirmam o conjunto de sopros e percussão como organismo autônomo, capaz de sustentar linguagem própria, densidade formal, refinamento timbrístico e profundidade expressiva.
Holst, em Hammersmith, explora uma escrita de grande sutileza poética e atmosférica, inspirada no fluxo do rio Tâmisa e na paisagem humana de Londres. Hindemith, por sua vez, constrói uma sinfonia de arquitetura rigorosa, energia contrapontística e clareza estrutural, elevando a banda ao plano da grande forma sinfônica.
Ao lado uma da outra, essas obras constituem pilares fundamentais da literatura original para banda sinfônica no século XX.
Que contribuição trazem Hammersmith de Gustav Holst e a Sinfonia em Si bemol de Paul Hindemith ao repertório da banda sinfônica
Ao lado da Hammersmith, a Symphony in B-flat for Concert Band representa um dos mais altos marcos de consolidação estética da banda sinfônica como organismo artístico autônomo. Ambas as obras transcendem o caráter utilitário ou meramente cerimonial historicamente associado às bandas e projetam o conjunto de sopros e percussão ao mesmo patamar de complexidade, profundidade e refinamento reservado à grande literatura orquestral do século XX.
== Hammersmith — Gustav Holst ==
Gustav Holst escreveu ''Hammersmith'' em 1930 subtitulando-a “Prelude and Scherzo”. A obra constitui uma revolução sonora no universo das bandas por diversas razões:
=== 1. A banda como linguagem original ===
Holst não trata a banda como substituta da orquestra, mas como um meio expressivo próprio. Isso foi decisivo para a emancipação estética do repertório sinfônico para sopros.
A escrita explora:
* transparência tímbrica;
* independência entre planos sonoros;
* policromia instrumental;
* texturas móveis e fluidas;
* contraponto de grande sofisticação.
=== 2. Expansão da paleta tímbrica ===
A obra revela possibilidades até então pouco exploradas:
* graves profundos e escuros;
* combinações camerísticas;
* uso refinado das madeiras;
* metais integrados ao tecido harmônico, não apenas como força sonora.
Holst cria uma sonoridade urbana, atmosférica e quase impressionista, evocando o distrito londrino de Hammersmith e o fluxo do rio Tâmisa.
=== 3. Superação do modelo militar ===
Embora proveniente da tradição britânica de bandas, ''Hammersmith'' rompe com:
* a marcha tradicional;
* o virtuosismo exibicionista;
* a retórica patriótica convencional.
A banda passa a ser veículo de poesia sonora, densidade psicológica e abstração musical.
----
== Symphony in B-flat — Paul Hindemith ==
A Paul Hindemith compôs sua sinfonia para banda em 1951, consolidando definitivamente a legitimidade artística da banda sinfônica no século XX.
== Contribuições fundamentais ==
=== 1. Consagração da banda como grande organismo sinfônico ===
Hindemith escreve para banda com o mesmo rigor estrutural utilizado em suas obras orquestrais e camerísticas.
A banda deixa de ser vista como:
* agrupamento pedagógico;
* organismo secundário;
* formação “popular” em oposição à orquestra.
Ela assume caráter plenamente sinfônico.
=== 2. Arquitetura formal monumental ===
A obra apresenta:
* desenvolvimento motívico rigoroso;
* contraponto denso;
* equilíbrio formal clássico;
* linguagem harmônica moderna, porém acessível.
A construção lembra a solidez arquitetônica de Brahms aliada ao pensamento linear do século XX.
=== 3. Integração orgânica dos naipes ===
Hindemith elimina a visão hierárquica tradicional dos instrumentos.
Cada naipe possui função estrutural:
* saxofones deixam de atuar apenas como “cor intermediária”;
* euphoniums e tubas tornam-se pilares discursivos;
* madeiras participam intensamente do tecido contrapontístico;
* percussão assume função arquitetônica.
=== 4. Elevação técnica e intelectual do repertório ===
A obra exige:
* maturidade interpretativa;
* precisão rítmica;
* consciência harmônica;
* domínio contrapontístico;
* grande refinamento de equilíbrio sonoro.
Ela redefine o conceito de excelência para bandas sinfônicas em todo o mundo.
----
== A contribuição conjunta das duas obras ==
Tanto ''Hammersmith'' quanto a ''Symphony in B-flat'' ajudaram a estabelecer três pilares fundamentais da moderna banda sinfônica:
=== A banda como organismo autônomo ===
Não mais dependente de:
* transcrições orquestrais;
* aberturas de ópera;
* repertório adaptado.
Passa a existir uma literatura concebida especificamente para sopros e percussão.
=== A banda como laboratório tímbrico ===
As duas obras demonstram que:
* a banda possui identidade tímbrica própria;
* sua flexibilidade supera, em muitos aspectos, a da orquestra;
* os sopros permitem extraordinária variedade de articulações, massas e transparências.
=== A banda como veículo de alta arte ===
Ambas legitimam a banda sinfônica como espaço para:
* pensamento sinfônico avançado;
* elaboração formal complexa;
* profundidade estética;
* repertório de concerto de alto nível.
----
== Legado histórico ==
Sem ''Hammersmith'' e a ''Symphony in B-flat'', dificilmente o repertório moderno para banda teria alcançado o nível posteriormente desenvolvido por compositores como:
* Vincent Persichetti
* Karel Husa
* Alfred Reed
* Johan de Meij
* David Maslanka
* José Vicente Asuar
* Edmundo Villani-Côrtes
Essas obras abriram caminho para a consolidação da banda sinfônica como um dos mais versáteis e sofisticados organismos instrumentais da contemporaneidade. [[Utilizador:Roberto Farias Maestro|Roberto Farias Maestro]] ([[Utilizador Discussão:Roberto Farias Maestro|discussão]]) 10h24min de 15 de maio de 2026 (UTC)
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Utilizador:Beatriz Domingos
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2026-05-14T19:37:02Z
Beatriz Domingos
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[[Ficheiro:Beatriz IMG natureza.jpg|miniaturadaimagem|239x239px|Foto registrada no Centro de Biociências da UFRN]]
== Mini biografia ==
Maria Beatriz Domingos de Oliveira é graduando do 3° semestre do curso de [[w:Fonoaudiologia|Fonoaudiologia]], na [[w:Universidade_Federal_do_Rio_Grande_do_Norte|Universidade Federal do Rio Grande do Norte]]. Atualmente atua como voluntária no Projeto de Extensão Wiki, do AurisLab, coordenado pela Profa. Dr. Eliene Silva Araújo. Também é formada pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte com a formação de Técnica em Informática, em 2023.
== Contatos ==
E-mail: beatrizdomingos348@gmail.com
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2026-05-14T19:37:36Z
Beatriz Domingos
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[[Ficheiro:Beatriz IMG natureza.jpg|miniaturadaimagem|239x239px|Foto registrada no Centro de Biociências da UFRN]]
== Mini biografia ==
Maria Beatriz Domingos de Oliveira é graduanda do 3° semestre do curso de [[w:Fonoaudiologia|Fonoaudiologia]], na [[w:Universidade_Federal_do_Rio_Grande_do_Norte|Universidade Federal do Rio Grande do Norte]]. Atualmente atua como voluntária no Projeto de Extensão Wiki, do AurisLab, coordenado pela Profa. Dr. Eliene Silva Araújo. Também é formada pelo Instituto Federal do Rio Grande do Norte com a formação de Técnica em Informática, em 2023.
== Contatos ==
E-mail: beatrizdomingos348@gmail.com
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Utilizador:Ana Clara D. Moraes
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2026-05-14T13:32:53Z
Ana Clara D. Moraes
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182550
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{{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
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Introdução ao Jornalismo Científico/Temas Centrais da Ciência Contemporânea/Atividade/IRION MARTINS SILVA
0
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2026-05-14T14:53:19Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Títulos e links das matérias analisadas
182552
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text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
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<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
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== Atividade ==
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<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
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== Nome de usuário(a) ==
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IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui:
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui:
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui:
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui:
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
<div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|Próximo Módulo]]</div>
{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
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182553
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2026-05-14T15:00:34Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Informações sobre a produção científica analisada
182553
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
<div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|Próximo Módulo]]</div>
{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
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2026-05-14T15:08:30Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Análise das matérias pt I
182554
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
<div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|Próximo Módulo]]</div>
{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
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182555
182554
2026-05-14T15:46:24Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Informações sobre as entrevistas
182555
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
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'''Escreva aqui sua resposta'''
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== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
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IRION MARTINS SILVA
44140
Dados
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wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1:
** Responda aqui para a comunicação 2:
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
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IRION MARTINS SILVA
44140
Informacoes
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wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
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Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1: Apesar do esforço em trazer uma entrevista com fonte credível e da ênfase importante de que o caso não tem a ver com o do cruzeiro, constata-se ausência de especialistas científicos independentes, como epidemiologistas ou infectologistas.
** Responda aqui para a comunicação 2: A principal limitação é que a matéria não contextualiza a produção científica por trás dessas afirmações. Faltam: explicação sobre quais cepas circulam no Brasil; descrição de como a confirmação laboratorial foi feita; discussão sobre taxa de letalidade; informações sobre vigilância ambiental e reservatórios animais; explicação de por que certas regiões rurais concentram casos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
<div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|Próximo Módulo]]</div>
{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
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IRION MARTINS SILVA
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Análise
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text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1: Apesar do esforço em trazer uma entrevista com fonte credível e da ênfase importante de que o caso não tem a ver com o do cruzeiro, constata-se ausência de especialistas científicos independentes, como epidemiologistas ou infectologistas.
** Responda aqui para a comunicação 2: A principal limitação é que a matéria não contextualiza a produção científica por trás dessas afirmações. Faltam: explicação sobre quais cepas circulam no Brasil; descrição de como a confirmação laboratorial foi feita; discussão sobre taxa de letalidade; informações sobre vigilância ambiental e reservatórios animais; explicação de por que certas regiões rurais concentram casos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
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<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
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IRION MARTINS SILVA
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== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
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O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
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IRION MARTINS SILVA
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== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1: Apesar do esforço em trazer uma entrevista com fonte credível e da ênfase importante de que o caso não tem a ver com o do cruzeiro, constata-se ausência de especialistas científicos independentes, como epidemiologistas ou infectologistas.
** Responda aqui para a comunicação 2: A principal limitação é que a matéria não contextualiza a produção científica por trás dessas afirmações. Faltam: explicação sobre quais cepas circulam no Brasil; descrição de como a confirmação laboratorial foi feita; discussão sobre taxa de letalidade; informações sobre vigilância ambiental e reservatórios animais; explicação de por que certas regiões rurais concentram casos.
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== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
RESPOSTA:
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<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
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IRION MARTINS SILVA
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Análise final
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__NOTOC__
== Nome da atividade ==
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<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
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== Atividade ==
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<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1: Apesar do esforço em trazer uma entrevista com fonte credível e da ênfase importante de que o caso não tem a ver com o do cruzeiro, constata-se ausência de especialistas científicos independentes, como epidemiologistas ou infectologistas.
** Responda aqui para a comunicação 2: A principal limitação é que a matéria não contextualiza a produção científica por trás dessas afirmações. Faltam: explicação sobre quais cepas circulam no Brasil; descrição de como a confirmação laboratorial foi feita; discussão sobre taxa de letalidade; informações sobre vigilância ambiental e reservatórios animais; explicação de por que certas regiões rurais concentram casos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta:'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
<div class="mw-ui-button" role="button" style="margin:5px 0;background-color:;color:;">[[Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior|Próximo Módulo]]</div>
{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
l30dcb88hn0se1d0vywjj67roawaetl
182561
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2026-05-14T16:31:37Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Análise final
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wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
</div>
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
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* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1: Apesar do esforço em trazer uma entrevista com fonte credível e da ênfase importante de que o caso não tem a ver com o do cruzeiro, constata-se ausência de especialistas científicos independentes, como epidemiologistas ou infectologistas.
** Responda aqui para a comunicação 2: A principal limitação é que a matéria não contextualiza a produção científica por trás dessas afirmações. Faltam: explicação sobre quais cepas circulam no Brasil; descrição de como a confirmação laboratorial foi feita; discussão sobre taxa de letalidade; informações sobre vigilância ambiental e reservatórios animais; explicação de por que certas regiões rurais concentram casos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
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'''Escreva aqui sua resposta:'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
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IRION MARTINS SILVA
44140
Tentativa
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wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Esta tarefa é realizada para cumprimento do módulo 4 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Tome cuidado de '''estar logado na Wikiversidade'''. Se não estiver logado, não será possível verificar o trabalho.
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== Atividade ==
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<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
O jornalismo científico envolve finalmente um processo de tradução. Passamos dos signos próprios ao meio científico, que tem seus próprios e jargões, para um outro sistema de signos, mais próximo ao público amplo. A tradução torna-se ainda mais complexa quando há também uma adaptação a novos meios, por exemplo do texto científico para o produto audiovisual na comunicação científica.
Entender como a tradução intersemiótica é realizada no campo da divulgação científica é um esforço central na pesquisa sobre a comunicação da ciência. [https://www.scielo.br/j/alfa/a/qDtBgPftvLHW3HjMK9rm4Jf/?lang=pt Neste exemplo], são apresentadas as estratégias de construção de duas matérias sobre ciências agrárias.
O exercício proposto aqui envolve justamente uma comparação sobre como foi realizada a comunicação sobre uma mesma produção científica. Para isso, você deverá selecionar uma notícia sobre um tema científico e verificar de que forma ela foi abordada por dois veículos jornalísticos diferentes. Analise tópicos como: o título, o abre, a descrição do método, a realização de entrevistas, o contexto que a notícia oferece. O roteiro abaixo explica como deve ser feito.
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<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Nome de usuário(a) ==
<!-- Não altere a informação abaixo desta linha -->
IRION MARTINS SILVA
<!-- Não altere a informação acima desta linha -->
== Material selecionado ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deve listar o material selecionado para o exercício:
* dois produtos jornalísticos, de qualquer meio e de veículos distintos, sobre um mesma tema científico, preferencialmente sobre uma mesma notícia científica; e
* a publicação científica que deu origem à divulgação científica realizada nos dois produtos jornalísticos selecionados.
</div>
<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Título e link da notícia 1: Região de MG com única morte de hantavírus no Brasil em 2026 tem histórico da doença [https://www.itatiaia.com.br/brasil/sudeste/mg/regiao-de-mg-com-unica-morte-de-hantavirus-no-brasil-em-2026-tem-historico-da-doenca/<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da notícia 2: Minas Gerais confirma primeira morte por hantavírus no Brasil em 2026 [https://www.correio24horas.com.br/brasil/minas-gerais-confirma-primeira-morte-por-hantavirus-no-brasil-em-2026-0526<nowiki>]</nowiki>
* Título e link da produção científica: "Hantavirus" [https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/hantavirus<nowiki>]</nowiki>
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Produção científica ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever a produção científica selecionada. Responda às questões abaixo.
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<!-- Escreva sua resposta abaixo desta linha -->
* Qual a contribuição científica pretendida?
** Responda aqui: A ficha técnica da Organização Mundial da Saúde busca reunir e sistematizar evidências científicas atualizadas sobre os hantavírus, incluindo transmissão, sintomas, diagnóstico, prevenção e resposta em saúde pública. O objetivo é orientar profissionais de saúde, governos e a população sobre os riscos da doença e as melhores estratégias de vigilância e controle.
* Qual o método científico adotado?
** Responda aqui: O documento utiliza um método de revisão e síntese científica baseada em evidências epidemiológicas, laboratoriais e clínicas já publicadas. A OMS reúne dados de estudos anteriores, registros de casos, vigilância epidemiológica e análises laboratoriais, incluindo testes sorológicos e RT-PCR, para construir recomendações técnicas sobre hantavírus.
* Quais são as limitações do método, tais quais apresentadas no artigo?
** Responda aqui: O texto aponta limitações relacionadas à dificuldade de diagnóstico precoce, pois os sintomas iniciais são semelhantes aos de outras doenças, como gripe, dengue, COVID-19 e leptospirose. Além disso, os hantavírus possuem baixa incidência global, o que reduz a quantidade de dados disponíveis em algumas regiões. A OMS também destaca que a transmissão entre humanos ainda é pouco compreendida e documentada apenas para o vírus Andes.
* Qual o resultado realizado?
** Responda aqui: O documento conclui que os hantavírus representam uma ameaça importante à saúde pública devido à alta taxa de mortalidade em alguns casos, especialmente no continente americano, onde a síndrome cardiopulmonar por hantavírus pode alcançar letalidade de até 50%. A OMS reforça que medidas preventivas, diagnóstico precoce e suporte intensivo aumentam significativamente as chances de sobrevivência.
* Qual o impacto deste resultado?
** Responda aqui: O impacto principal é o fortalecimento das estratégias globais de vigilância epidemiológica e prevenção. As informações ajudam governos e serviços de saúde a desenvolver protocolos de controle de roedores, diagnóstico laboratorial, isolamento de casos e resposta rápida a surtos. Além disso, o documento reforça a importância da abordagem “One Health”, integrando saúde humana, animal e ambiental no combate aos hantavírus.
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== Produção jornalística ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará ler e descrever cada uma das notícias de comunicação científica selecionadas. Responda às questões abaixo.
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* Por que no título (ou abre, no caso de um produto audiovisual) é destacada esta informação?
** Responda aqui para a comunicação 1: A escolha editorial é tranquilizadora e transparente ao enfatizar que o caso de Hantavirus identificado no Brasil é proveniente de um histórico na cidade mineira e difere do caso mais recente no cruzeiro MV Hondius.
** Responda aqui para a comunicação 2: A escolha editorial é tendenciosa e causa pânico, pois, além de não informar que o histórico nada tem a ver com o cruzeiro, dá margem para pensar que a morte confirmada foi recente e não em fevereiro, antes mesmo do caso do MV Hondius.
* Em que medida o método da pesquisa é descrito?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
** Responda aqui para a comunicação 2: De igual forma, a matéria não mostra de quais formas constatou-se que o caso é isolado e sem relação com outros registros da doença. Não há nenhuma transparência metodológica que mostre que a cepa de hantavírus identificada no Brasil não é transmitida de pessoa para pessoa, conforme divulgado pela Secretaria de Saúde.
* Qual a função das entrevistas, se ocorreram?
** Responda aqui para a comunicação 1: A entrevista com Eduardo Prosdocimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ajuda a entender o histórico da doença na região e o que tem sido feito para controlar.
** Responda aqui para a comunicação 2: Não ocorreram entrevistas.
* Em que medida alguns resultados são destacados e outros, não?
** Responda aqui para a comunicação 1: A matéria é transparente acerca do histórico do vírus na região, mostrando que seis casos foram registrados em 2025 e oito casos em 2024. A morte confirmada neste ano também é justificada detalhadamente, pelo contato do homem com roedores silvestres em área de lavoura. Em um tópico específico, a matéria explica o que é o Hantavirus de forma detalhada, mostra sua família científica (hantaviridae), cita que o período de é transmissibilidade desconhecido (lacunas das pesquisas) e o período de incubação do vírus (1 a 5 semanas). Além disso, a matéria elenca, em tópicos, os sintomas e os diferencia nas fases inicial e cardiopulmonar.
** Responda aqui para a comunicação 2: A matéria, em momento algum, faz menção ao histórico do vírus na cidade mineira, e nem traz dados a respeito. De forma generalizada, só são apontados os casos registrados no Brasil como um todo no ano passado (35) e o estado atual dos passageiros do cruzeiro. Apesar de explicar o que é o Hantavirus e os seus sintomas, não há grandes detalhamentos ou diferenciações dos sintomas iniciais e cardiopulmonares.
* Em que medida a notícia oferece um contexto suficiente para a compreensão da produção científica?
** Responda aqui para a comunicação 1: Apesar do esforço em trazer uma entrevista com fonte credível e da ênfase importante de que o caso não tem a ver com o do cruzeiro, constata-se ausência de especialistas científicos independentes, como epidemiologistas ou infectologistas.
** Responda aqui para a comunicação 2: A principal limitação é que a matéria não contextualiza a produção científica por trás dessas afirmações. Faltam: explicação sobre quais cepas circulam no Brasil; descrição de como a confirmação laboratorial foi feita; discussão sobre taxa de letalidade; informações sobre vigilância ambiental e reservatórios animais; explicação de por que certas regiões rurais concentram casos.
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Análise ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Para esta etapa, você precisará fazer um texto de até 2.000 caracteres comparando as estratégias de tradução intersemiótica realizadas pelas duas notícias. O que queremos saber finalmente é em que medida conseguiram comunicar adequadamente o resultado e o processo da ciência. Você pode também indicar exemplos positivos e negativos da prática de comunicação realizada.
</div>
'''Escreva aqui sua resposta: A matéria da Itatiaia deixa claro no título que o caso de hantavírus registrado em Minas Gerais faz parte de um histórico antigo da doença na região e não está ligado ao surto recente no cruzeiro MV Hondius. Já o Correio 24h não explica isso com clareza e pode levar o leitor a entender que a morte aconteceu recentemente e teria relação direta com o navio, mesmo o caso sendo de fevereiro, antes do episódio internacional. Além disso, o Correio 24h usa muitas imagens do cruzeiro e dramatiza o cenário internacional, o que acaba desviando o foco da informação científica. Apesar de explicar sintomas e formas de transmissão, a reportagem traz pouca contextualização sobre como a doença é investigada, monitorada e confirmada pelas autoridades de saúde. A Itatiaia, por outro lado, comunica melhor o processo científico. A matéria explica as diferenças entre cepas do vírus, as formas de transmissão, o histórico regional da doença e as ações de vigilância em saúde pública. Também consegue transformar termos técnicos, como “transmissão entre humanos” e “período de incubação”, em informações mais fáceis de entender. Outro ponto positivo é a organização dos sintomas por fases da doença, o que ajuda o leitor a compreender melhor o tema. Mesmo assim, a reportagem da Itatiaia ainda apresenta limitações, pois depende principalmente das falas de autoridades oficiais e não traz pesquisadores independentes nem explica em detalhes como os dados epidemiológicos são produzidos.'''
<!-- Escreva sua resposta acima desta linha-->
== Próximos passos ==
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para ir para o próximo módulo do curso.
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{{referências}}
[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividades|Atividade4]]
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Introdução ao Jornalismo Científico/Modos de Organização e Financiamento dos Sistemas de Pesquisa, no Brasil e no Exterior/Atividade/IRION MARTINS SILVA
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33279
182564
2026-05-14T17:36:59Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Resposta
182564
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
</div>
== Descrição da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, clique no botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
</div>
== Nome de usuário(a) ==
IRION MARTINS SILVA
== Atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deverá realizar sua atividade.
Fonte: https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil
</div>
== Próximos passos ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para incluí-la na listagem do módulo.
</div>
<inputbox>
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 5]]
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182565
182564
2026-05-14T17:37:19Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Resposta
182565
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
</div>
== Descrição da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, clique no botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
</div>
== Nome de usuário(a) ==
IRION MARTINS SILVA
== Atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
Nesta seção, você deverá realizar sua atividade.
Fonte: https://www.ufs.br/conteudo/79337-propec-ufs-abre-selecao-para-bolsista-de-jornalismo-cientifico-com-bolsa-de-r-3-2-mil
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== Próximos passos ==
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Após concluir a atividade, clique no botão abaixo para incluí-la na listagem do módulo.
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 5]]
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182567
182565
2026-05-14T17:39:00Z
IRION MARTINS SILVA
44140
Resposta
182567
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
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A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
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== Descrição da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, clique no botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
</div>
== Nome de usuário(a) ==
IRION MARTINS SILVA
== Atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
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== Próximos passos ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 5]]
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182569
182567
2026-05-14T17:42:21Z
IRION MARTINS SILVA
44140
/* Atividade */
182569
wikitext
text/x-wiki
__NOTOC__
== Nome da atividade ==
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A atividade final do módulo 5 convida você a realizar uma contribuição individual com base em uma informação nova, atualizada ou complementar sobre algum dos temas estudados. Essa contribuição será publicada em uma seção específica do módulo.
</div>
== Descrição da atividade ==
<div style="font-size: 1.1em; line-height:1.2em; background: #dde7ed; padding: 1em; border-radius:10px;box-shadow:-2px -2px 1px #8e8a78;">
'''1. Escolha de tema''': selecione um dos assuntos abordados nas unidades do módulo, como: bolsas de pesquisa; reajustes de valores; políticas de financiamento da ciência; atuação de agências como CAPES, CNPq ou FAPs; desigualdades de acesso à ciência; entre outros.
'''2. Pesquisa em fontes confiáveis e recentes''': procure uma informação nova ou relevante, publicada preferencialmente nos últimos dois anos. Fontes sugeridas incluem: sites oficiais (CNPq, CAPES, FAPs); agências de notícias (Agência Brasil, Agência Bori, Nexo, Folha); comunicados de entidades como SBPC, ANPG, Ipea; entre outros.
'''3. Produção do texto''': escreva um pequeno texto de até 3 parágrafos, contendo: a informação pesquisada (o que aconteceu? qual a novidade?); a relação com o conteúdo deste módulo (como essa informação se conecta ao tema estudado?); e a fonte citada, com hiperlink ativo.
'''4. Como editar''': Escreva seu texto e salve as modificações. Ao final, clique no botão para inclusão da sua contribuição na listagem de contribuições.
'''5. Critérios de avaliação''' Seu texto será considerado adequado se atender aos seguintes pontos:
* Clareza e objetividade: a informação deve ser explicada de forma objetiva e simplificada, sem jargões desnecessários.
* Conexão com o módulo: a informação deve ter relação direta com os temas estudados no Módulo 5.
* Uso de fontes confiáveis: é obrigatório citar a fonte, com link.
* Organização: o texto deve ter 3-4 parágrafos bem estruturados.
* Colaboração: o texto deve ser incluído na listagem geral de contribuições após estar concluído
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== Nome de usuário(a) ==
IRION MARTINS SILVA
== Atividade ==
Uma curiosidade sobre as bolsas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo é que elas não beneficiam apenas pesquisadores de universidades paulistas. Em alguns casos, profissionais e estudantes de outras regiões do Brasil também podem participar de projetos financiados pela fundação, desde que a pesquisa principal esteja vinculada a uma instituição de São Paulo. É o que acontece no edital de Jornalismo Científico da Universidade Federal de Sergipe, ligado a um projeto financiado pela FAPESP sobre governança econômica das redes digitais.
Na prática, isso cria oportunidades para universidades fora do eixo paulista atuarem em pesquisas de alcance nacional, ampliando a circulação de conhecimento e a colaboração entre instituições. O caso da UFS mostra como programas de fomento da FAPESP podem chegar a estados como Sergipe por meio de parcerias acadêmicas, permitindo que bolsistas desenvolvam atividades de divulgação científica, produção de conteúdo e comunicação pública da ciência mesmo fora de São Paulo.
A informação dialoga com o conteúdo deste módulo uma vez que incita a reflexão sobre o descompasso de algumas regiões brasileiras em relação ao financiamento à pesquisa. Aprendemos que, enquanto no exterior o investimento é privado, no Brasil, 95% da produção científica ocorre em universidades públicas. Além disso, as descobertas científicas ocorrem em condições desiguais, de "desfinanciamento" no norte-nordeste e de pesquisas envolvendo humanidades e estudos críticos. Nesse sentido, é extremamente relevante a atuação da FAPESP gerando engajamento em outros estados a partir de colaborações.
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== Próximos passos ==
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[[Categoria:Introdução ao Jornalismo Científico/Atividade 5]]
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Utilizador:Morisson Adriano Almeida Lima
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Morisson Adriano Almeida Lima
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User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]].
182575
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text/x-wiki
{{Editor participante | course = [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]] | slug = CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico }}
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Utilizador Discussão:Morisson Adriano Almeida Lima
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Morisson Adriano Almeida Lima
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Projeto Agentes de Políticas Linguísticas
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ACorrêa (WMB)
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <big><center>'''Projeto Agentes de Políticas Linguísticas I: os linguistas'''</center></big> A Cátedra UNESCO “Políticas Linguísticas para o Multilinguismo”, com sede na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem organizado várias ações, dentre elas trabalhos como este desenvolvido na disciplina de Política Linguística da UFSC. Esta disciplina é oferecida respectivamente nos cursos de graduação de Letras e no Programa de Pós-Gradua...
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wikitext
text/x-wiki
<big><center>'''Projeto Agentes de Políticas Linguísticas I: os linguistas'''</center></big>
A Cátedra UNESCO “Políticas Linguísticas para o Multilinguismo”, com sede na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem organizado várias ações, dentre elas trabalhos como este desenvolvido na disciplina de Política Linguística da UFSC. Esta disciplina é oferecida respectivamente nos cursos de graduação de Letras e no Programa de Pós-Graduação em Linguística. O objetivo deste projeto é relacionar os estudos desenvolvidos na disciplina de Política Linguística com atividades práticas. A metodologia adotada é no âmbito da proposta de curricularização da extensão. Os resultados esperados são elaboração de entrevista com linguista atuante no campo da política linguística, gravação e distribuição do material em canal do youtube e site do Grupo de Trabalho (GT) Geopolíticas do Multilinguismo, além de elaboração e postagem de verbete sobre o linguista entrevistado para a plataforma Wikipédia.
== Materiais recomendados ==
[[File:Wikipédia de A a Z.pdf|thumb|right|Brochura A Wikipédia de A a Z]]
* [https://www.youtube.com/watch?v=gsDM0qbqoS8 A comunidade por trás da Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=VJn6jgpvaD8 Tutorial de como criar uma conta na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=AK55LAZwn-Q As principais regras para você saber antes de editar na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=ILAbjMkjfac A importância do livro de estilo para editar na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=nj495yuzG8g Como utilizar página de testes na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=yHlC0WcsBjM Como criar e editar a sua página de usuário]
* [https://www.youtube.com/watch?v=KayPj7qNETQ Como publicar o conteúdo da página de testes no domínio principal da Wikipédia ]
* [https://www.youtube.com/watch?v=1LmNQyzTvkk Como adicionar referências em um artigo na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=1LmNQyzTvkk Como utilizar as imagens do Wikimedia Commons na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=xMG6mbTM3kk Diferenças entre um artigo acadêmico e um artigo enciclopédico]
== Verbetes ==
Aqui está a lista de verbetes na Wikipédia produzidos na disciplina.
* ...
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2026-05-14T20:43:31Z
ACorrêa (WMB)
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text/x-wiki
<big><center>'''Projeto Agentes de Políticas Linguísticas I: os linguistas'''</center></big>
A Cátedra UNESCO “Políticas Linguísticas para o Multilinguismo”, com sede na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem organizado várias ações, dentre elas trabalhos como este desenvolvido na disciplina de Política Linguística da UFSC. Esta disciplina é oferecida respectivamente nos cursos de graduação de Letras e no Programa de Pós-Graduação em Linguística. O objetivo deste projeto é relacionar os estudos desenvolvidos na disciplina de Política Linguística com atividades práticas. A metodologia adotada é no âmbito da proposta de curricularização da extensão. Os resultados esperados são elaboração de entrevista com linguista atuante no campo da política linguística, gravação e distribuição do material em canal do youtube e site do Grupo de Trabalho (GT) Geopolíticas do Multilinguismo, além de elaboração e postagem de verbete sobre o linguista entrevistado para a plataforma Wikipédia.
== Contexto e justificativa ==
A Cátedra UNESCO fomenta ações em diversas áreas, neste contexto, as disciplinas de Política Linguística LLV8035-06428 e LIN510025-41000145 são ofertadas no curso de graduação e pós-graduação dos cursos respectivamente de graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Para ampliar o alcance das discussões teóricas e aplicar conceitos e problematizações elaboradas durante a disciplina, os discentes matriculados em Política Linguística no primeiro semestre de 2026 associam teoria e prática ao vincularem linguistas que atuam no âmbito da Política Linguística com disponibilização de materiais de divulgação científica em ambiente digital.
== Cronograma ==
{| class="wikitable" style="width:100%;"
! Mês
! Ação
|-
| março
| Orientações gerais
|-
| abril
| Envio de e-mail convite
|-
| abril
| Confirmação do aceite
|-
| maio
| Marcar entrevista
|-
| maio
| Leitura sobre bibliografia elaborada pelo linguista escolhido
|-
| maio
| Formação online básica sobre uso de Wikipédia
|-
| maio
| Abrir uma conta na Wikipédia
|-
| maio
| Apresentação de um texto do linguista em sala de aula
|-
| maio/junho
| Elaboração de roteiro de perguntas
|-
| maio/junho
| Elaborar entrevistas gravadas em plataforma online
|-
| maio/junho
| Preenchimento de formulário de autorização uso imagem e som
|-
| julho
| Postagem do vídeo no canal do youtube do GT
|-
| junho/julho
| Postagem da entrevista no site do GT
|-
| julho
| Elaboração e postam de verbete na Wikipédia
|}
== Materiais recomendados ==
[[File:Wikipédia de A a Z.pdf|thumb|right|Brochura A Wikipédia de A a Z]]
* [https://www.youtube.com/watch?v=gsDM0qbqoS8 A comunidade por trás da Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=VJn6jgpvaD8 Tutorial de como criar uma conta na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=AK55LAZwn-Q As principais regras para você saber antes de editar na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=ILAbjMkjfac A importância do livro de estilo para editar na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=nj495yuzG8g Como utilizar página de testes na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=yHlC0WcsBjM Como criar e editar a sua página de usuário]
* [https://www.youtube.com/watch?v=KayPj7qNETQ Como publicar o conteúdo da página de testes no domínio principal da Wikipédia ]
* [https://www.youtube.com/watch?v=1LmNQyzTvkk Como adicionar referências em um artigo na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=1LmNQyzTvkk Como utilizar as imagens do Wikimedia Commons na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=xMG6mbTM3kk Diferenças entre um artigo acadêmico e um artigo enciclopédico]
== Verbetes ==
Aqui está a lista de verbetes na Wikipédia produzidos na disciplina (a preencher).
* ...
ju7spm4yvfhi8fahccle6hwn3fa5vbr
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2026-05-14T20:55:29Z
ACorrêa (WMB)
40204
182583
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text/x-wiki
<big><center>'''Projeto Agentes de Políticas Linguísticas I: os linguistas'''</center></big>
A Cátedra UNESCO “Políticas Linguísticas para o Multilinguismo”, com sede na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), tem organizado várias ações, dentre elas trabalhos como este desenvolvido na disciplina de Política Linguística da UFSC. Esta disciplina é oferecida respectivamente nos cursos de graduação de Letras e no Programa de Pós-Graduação em Linguística. O objetivo deste projeto é relacionar os estudos desenvolvidos na disciplina de Política Linguística com atividades práticas. A metodologia adotada é no âmbito da proposta de curricularização da extensão. Os resultados esperados são elaboração de entrevista com linguista atuante no campo da política linguística, gravação e distribuição do material em canal do youtube e site do Grupo de Trabalho (GT) Geopolíticas do Multilinguismo, além de elaboração e postagem de verbete sobre o linguista entrevistado para a plataforma Wikipédia.
== Contexto e justificativa ==
A Cátedra UNESCO fomenta ações em diversas áreas, neste contexto, as disciplinas de Política Linguística LLV8035-06428 e LIN510025-41000145 são ofertadas no curso de graduação e pós-graduação dos cursos respectivamente de graduação em Letras e no Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).
Para ampliar o alcance das discussões teóricas e aplicar conceitos e problematizações elaboradas durante a disciplina, os discentes matriculados em Política Linguística no primeiro semestre de 2026 associam teoria e prática ao vincularem linguistas que atuam no âmbito da Política Linguística com disponibilização de materiais de divulgação científica em ambiente digital.
== Cronograma ==
{| class="wikitable" style="width:100%;"
! Mês
! Ação
|-
| março
| Orientações gerais
|-
| abril
| Envio de e-mail convite
|-
| abril
| Confirmação do aceite
|-
| maio
| Marcar entrevista
|-
| maio
| Leitura sobre bibliografia elaborada pelo linguista escolhido
|-
| maio
| Formação online básica sobre uso de Wikipédia
|-
| maio
| Abrir uma conta na Wikipédia
|-
| maio
| Apresentação de um texto do linguista em sala de aula
|-
| maio/junho
| Elaboração de roteiro de perguntas
|-
| maio/junho
| Elaborar entrevistas gravadas em plataforma online
|-
| maio/junho
| Preenchimento de formulário de autorização uso imagem e som
|-
| julho
| Postagem do vídeo no canal do youtube do GT
|-
| junho/julho
| Postagem da entrevista no site do GT
|-
| julho
| Elaboração e postam de verbete na Wikipédia
|}
== Materiais recomendados ==
[[File:Wikipédia de A a Z.pdf|thumb|right|Brochura A Wikipédia de A a Z]]
* [https://www.youtube.com/watch?v=gsDM0qbqoS8 A comunidade por trás da Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=VJn6jgpvaD8 Tutorial de como criar uma conta na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=AK55LAZwn-Q As principais regras para você saber antes de editar na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=ILAbjMkjfac A importância do livro de estilo para editar na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=nj495yuzG8g Como utilizar página de testes na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=yHlC0WcsBjM Como criar e editar a sua página de usuário]
* [https://www.youtube.com/watch?v=KayPj7qNETQ Como publicar o conteúdo da página de testes no domínio principal da Wikipédia ]
* [https://www.youtube.com/watch?v=1LmNQyzTvkk Como adicionar referências em um artigo na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=1LmNQyzTvkk Como utilizar as imagens do Wikimedia Commons na Wikipédia]
* [https://www.youtube.com/watch?v=xMG6mbTM3kk Diferenças entre um artigo acadêmico e um artigo enciclopédico]
== Verbetes de referência ==
Abaixo há uma lista de verbetes [[w:WP:AD|destacados]] na Wikipédia lusófona. São verbetes maiores e extensos, considerados os melhores verbetes da Wikipédia.
* [[Ficheiro:Cscr-featured1.svg|20px|Esta estrela simboliza os artigos destacados da Wikipédia]] [[w:Mary van Kleeck|Mary van Kleeck]]
* [[Ficheiro:Cscr-featured1.svg|20px|Esta estrela simboliza os artigos destacados da Wikipédia]] [[w:Emma Goldman|Emma Goldman]]
* [[Ficheiro:Cscr-featured1.svg|20px|Esta estrela simboliza os artigos destacados da Wikipédia]] [[w:Castro Alves|Castro Alves]]
== Verbetes produzidos ==
Aqui está a lista de verbetes na Wikipédia produzidos na disciplina (a preencher).
* ...
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Utilizador:JuliaMSNeves
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JuliaMSNeves
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User has enrolled in [[Wikiversidade:Outreach_Dashboard/CEPID_NeuroMat/Introdução_ao_Jornalismo_Científico]].
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Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho
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Tiago da Mota e Silva
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: <noinclude> == Como editar == Para editar o cabeçalho, clique em "Editar" a página e clique no cabeçalho para editar. É possível editar o título, o logo e a cor. Para configurar as abas, edite os parâmetros "Aba N". Ao criar uma nova página, lembre-se de inserir o cabeçalho, desta forma, no código-fonte: <pre>{{:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho}}</pre> == Cabeçalho == </noinclude>{{Predefinição:Cabeçalho de grupo d...
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== Como editar ==
Para editar o cabeçalho, clique em "Editar" a página e clique no cabeçalho para editar. É possível editar o título, o logo e a cor. Para configurar as abas, edite os parâmetros "Aba N".
Ao criar uma nova página, lembre-se de inserir o cabeçalho, desta forma, no código-fonte:
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== Cabeçalho ==
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Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução
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Tiago da Mota e Silva
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{{:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho}}
{{Info/Grupo de pesquisa
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O EcoMEvo, da UAST/UFRPE, estuda a ictiofauna dos biomas Caatinga e Amazônia diante dos desafios das mudanças climáticas e ambientais, contribuindo para estudos de adaptação, evolução, genômica populacional, metabarcoding, taxonomia integrativa e DNA ambiental, com foco na conservação e preservação da ictiofauna local.
== Integrantes ==
O grupo de pesquisa é composto por:
* {{Q|Q83765071}}
* {{Q|Q139798524}}
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== Contato ==
* {{Q|Q83765071}}
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Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Estudos
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho}} == Temas de pesquisa == * {{Q|Q183368}} * {{Q|Q483921}} * {{Q|Q1063}} * {{Q|Q222046}} * {{Q|Q27075}} * {{Q|Q1154642}} * {{Q|Q51237016}} * {{Q|Q25098939}} <gallery mode="packed"></gallery> == Palavras-chave == <gallery mode="packed"></gallery> [[Categoria:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução|Estudos]]
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Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Reuniões
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho}} == Calendário == {| class="wikitable sortable" style="width:100%" !# !! Data !! Tema !! Link |- |[[#Reunião 01|01]] || - || - || [[/01|Reunião 01]] |- |[[#Reunião 02|02]] || - || - || [[/02|Reunião 02]] |- |[[#Reunião 03|03]] || - || - || [[/03|Reunião 03]] |- |} == Atas das reuniões == {{TOC-direita}} ===Reunião 01=== * '''Data''': * '''Notas''': [[/01|Reunião 01]] ===Reunião 02==...
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[[Categoria:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução|Reuniões]]
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Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Bolsas, recursos e eventos
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Categoria:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução
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Tiago da Mota e Silva
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[[Ajuda:SEA|←]] nova página: {{:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho}} Esta categoria é referente às páginas do grupo de pesquisa '''[[Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução]]''' [[Categoria:Grupos de Pesquisa|Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução]]
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text/x-wiki
{{:Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução/Cabeçalho}}
Esta categoria é referente às páginas do grupo de pesquisa '''[[Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução]]'''
[[Categoria:Grupos de Pesquisa|Laboratório de Ecologia Molecular & Evolução]]
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